Solenidade do Pentecostes

Missa da Vigília

10 de Maio de 2008

 

Esta Missa diz-se na tarde do sábado, antes ou depois das Vésperas I do Pentecostes.

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: O Espírito de Deus enche o universo, M. Simões, NRMS 58

Rom 5, 5; 8, 11

Antífona de entrada: O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que habita em nós. Aleluia.

 

Diz–se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

A Vigília do Pentecostes, em vez de uma preparação, é uma antecipação da celebração do misterioso acontecimento, que se perpétua na Igreja. Na verdade, são tão vastas as riquezas da vida nova do Ressuscitado, que o Espírito Santo nos vem manifestar e comunicar, na festa da plenitude, que é o Pentecostes, que se tornou uma exigência natural para os cristãos reunirem-se em mais do que uma assembleia eucarística, a fim de viverem melhor os múltiplos aspectos da vinda do Espírito.

 

Oração colecta: Deus eterno e omnipotente, que na festa de Pentecostes completais os cinquenta dias do mistério pascal, fazei que, pela acção do vosso Espírito, os povos dispersos se reunam de novo e todas as línguas proclamem numa só fé a glória do vosso nome. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Ou:

 

Brilhe sobre nós, Deus omnipotente, o esplendor da vossa glória, e a luz da vossa luz confirme, com os dons do Espírito Santo, o coração daqueles que por vossa graça renasceram. Por Nosso Senhor...

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O livro do Génesis recorda-nos que sem Deus é impossível encontrar harmonia e unidade. Esta só existe quando acolhemos o Espírito Santo, que nos faz falar a linguagem universal da comunhão.

 

Ezequiel 37, 1-14

Naqueles dias, 1a mão do Senhor pairou sobre mim e o Senhor levou-me pelo seu espírito e colocou-me no meio de um vale que estava coberto de ossos. 2Fez-me andar à volta deles em todos os sentidos: os ossos eram em grande número, na superfície do vale, e estavam completamente ressequidos. 3Disse-me o Senhor: «Filho do homem, poderão reviver estes ossos?» Eu respondi: «Senhor Deus, Vós o sabeis». 4Disse-me então: «Profetiza acerca destes ossos e diz-lhes: Ossos ressequidos, escutai a palavra do Senhor. 5Eis o que diz o Senhor Deus a estes ossos: Vou introduzir em vós o espírito e revivereis. Hei-de cobrir-vos de nervos, encher-vos de carne e revestir-vos de pele. 6Infundirei em vós o espírito e revivereis. Então sabereis que Eu sou o Senhor».7Eu profetizei, segundo a ordem recebida. Quando eu estava a profetizar, ouvi um rumor e vi um movimento entre os ossos que se aproximavam uns dos outros. 8Vi que se tinham coberto de nervos, que a carne crescera e a pele os revestia; mas não havia espírito neles. 9Disse-me o Senhor: «Profetiza ao espírito, profetiza, filho do homem, e diz ao espírito: Eis o que diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e sopra sobre estes mortos, para que tornem a viver». 10Eu profetizei, como o Senhor me ordenara, e o espírito entrou naqueles mortos; eles voltaram à vida e puseram-se de pé: era um exército muito numeroso. 11Então o Senhor disse-me: «Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eles afirmaram: ‘Os nossos ossos estão ressequidos, desvaneceu-se a nossa esperança, estamos perdidos’. 12Por isso, profetiza e diz-lhes: Assim fala o Senhor Deus: Abrirei os vossos túmulos e deles vos farei ressuscitar, meu povo, para vos reconduzir à terra de Israel. 13Haveis de reconhecer que Eu sou o Senhor, quando Eu abrir os vossos túmulos e deles vos fizer ressuscitar, meu povo. 14Infundirei em vós o meu espírito e revivereis. Hei-de fixar-vos na vossa terra e reconhecereis que Eu, o Senhor, digo e faço».

 

A leitura é tirada da última parte da obra de Ezequiel, que, a partir do cap. 33, reúne oráculos de esperança e de renovação do povo (36, 16 – 39, 29) e de restauração templo e do culto (40 – 48).

12 «Vos farei ressuscitar». Não se trata aqui da ressurreição final, mas do ressurgimento moral do povo de Deus, que, esmagado pelas duras provas do cativeiro, se ergue de novo e é reconduzido à terra de Israel, segundo a célebre visão dos ossos relatada nos primeiros versículos deste mesmo capítulo.

14 «Infundirei em vós o meu espírito» (cf. Ez 36, 27). Temos aqui um anúncio profético da acção do Espírito Santo nas almas com a obra salvadora de Cristo: «dar-vos-ei um coração novo e porei em vós um espírito novo; arrancarei o coração de pedra das vossas carnes e dar-vos-ei um coração de carne» (Ez 36, 26). S. Paulo, como faz na 2.ª leitura de hoje, há-de insistir nesta ideia da acção do Espírito Santo nas almas dos cristãos (Rom 8).

 

Salmo Responsorial    Sl 103 (104),1–2a.24.35c.27–28.29bc–30

 

Monição: Só a acção do Espírito de Deus pode renovar o mundo. Supliquemos a sua acção no nosso mundo.

 

Refrão:         Enviai, Senhor, o vosso Espírito

                      e renovai a face da terra.

 

Ou:                Mandai, Senhor, o vosso Espírito

                      e renovai a terra.

 

Ou:                Aleluia.

 

Bendiz, ó minha alma, o Senhor.

Senhor, meu Deus, como sois grande!

Revestido de esplendor e majestade,

envolvido em luz como num manto.

 

Como são grandes, Senhor, as vossas obras!

Tudo fizestes com sabedoria:

a terra está cheia das vossas criaturas!

Bendiz, ó minha alma, o Senhor.

 

Todos de Vós esperam

que lhes deis de comer a seu tempo.

Dais–lhes o alimento e eles o recolhem,

abris a mão e enchem–se de bens.

 

Se lhes tirais o alento, morrem

e voltam ao pó donde vieram.

Se mandais o vosso espírito, retomam a vida

e renovais a face da terra.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Na Carta aos Romanos, São Paulo lembra-nos que é pela contínua intercessão do Espírito que alcançamos de Deus as sementes da vida imortal.

 

Romanos 8, 22-27

Irmãos: 22Nós sabemos que toda a criatura geme ainda agora e sofre as dores da maternidade. 23E não só ela, mas também nós, que possuímos as primícias do Espírito, gememos interiormente, esperando a adopção filial e a libertação do nosso corpo. 24É em esperança que estamos salvos, pois ver o que se espera não é esperança: quem espera o que já vê? 25Mas esperar o que não vemos é esperá-lo com perseverança. 26Também o Espírito Santo vem em auxílio da nossa fraqueza, porque não sabemos o que pedir nas nossas orações; mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis. 27E Aquele que vê no íntimo dos corações conhece as aspirações do Espírito, sabe que Ele intercede pelos santos, em conformidade com Deus.

 

Neste texto se deixa ver como «Paulo entende que a libertação do cosmos é consequência da libertação do homem. Embora não vejamos ainda com clareza os seus efeitos, aguardamos que se cumpram, assistidos pelo Espírito que vem em nossa ajuda da nossa fraqueza» (Bíblia de Navarra, t. 5, p. 927).

22 «Toda a criatura geme». S. Paulo usa uma belíssima prosopopeia, propondo-nos a criação irracional a suspirar também pela restauração da ordem do mundo transtornado pelo pecado. Na medida em que os filhos de Deus santificam o mundo, todas as actividades terrenas, também estas participam da glória dos filhos de Deus. De qualquer modo, o texto é de difícil interpretação, sobre a qual não há acordo entre os estudiosos.

23 «Possuímos as primícias do Espírito», isto é, já possuímos o Espírito Santo, «mas sem que tenhamos ainda tudo o que esta posse desde já nos garante» (Pirot-Clamer); embora já sejamos filhos adoptivos de Deus (vv. 14-15), vivemos «esperando a adopção filial» em plenitude, o que acontecerá só quando se vier a verificar «a libertação do nosso corpo», isto é, de tudo o que em nós é carnal, sujeito à corrupção e à morte (cf. 2 Cor 5, 1-5).

26 «Gemidos inefáveis». As íntimas moções da graça, as inspirações do Espírito Santo na alma, não se podem definir, nem sequer descrever.

 

Aclamação ao Evangelho       

 

Monição: Aclamemos a Cristo que, pela acção do Divino Espírito Santo, faz brotar em nossos corações rios de água viva, rios de vida eterna.

 

Aleluia

 

Cântico: S. Marques, NRMS 73-74

 

Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e

acendei neles o fogo do vosso amor.

 

 

Evangelho

 

São João 7, 37-39

37No último dia, o mais solene da festa, Jesus estava de pé e exclamou: «Se alguém tem sede, venha a Mim e beba: 38do coração daquele que acredita em Mim correrão rios de água viva». 39Referia-se ao Espírito que haviam de receber os que acreditassem n’Ele. O Espírito ainda não viera, porque Jesus ainda não tinha sido glorificado.

 

Em cada um dos oito dias da festa dos Tabernáculos, em solene procissão, o sumo sacerdote trazia, numa jarra de oiro, água da fonte de Siloé, para aspergir o altar do Templo, a fim de recordar a prodigiosa água do Êxodo e pedir chuva abundante (cf. Ex 17, 1-7). Pertenciam ao rito o canto de Is 12, 3 e a leitura de Ez 47. Não podia haver melhor enquadramento para as palavras de Jesus à multidão, que então se aglomerava: «se alguém tem sede, venha a Mim!». As palavras de Jesus parecem aludir a Ez 36, 25ss, onde se anuncia para os tempos messiânicos que o povo será purificado com uma água pura, recebendo um Espírito novo, que lhe transformará o coração de pedra em coração de carne. Essa água é o Espírito Santo, que brotando simbolicamente do peito do Senhor aberto pela lança (cf. Jo 19, 34), se derrama no Pentecostes (Act 2, 1-36) e se recebe nos Sacramentos da iniciação cristã. Nas palavras de Jesus também se pode ver uma evocação do convite da sabedoria divina em Sir, 24, 19 e Prov 9, 4-5.

Notar que gramaticalmente são possíveis duas pontuações diferentes dos vv. 37-38: a da Neovulgata (a que corresponde a tradução litúrgica), a saber, «Se alguém tem sede, venha a Mim; e quem crê em Mim que sacie a sua sede! Como diz a Escritura…», e a que corresponde à da Vulgata, «Se alguém tem sede, venha ter comigo e beba. Aquele que crê em Mim, como diz a Escritura, correrão das suas entranhas rios de água viva». Segundo a primeira interpretação, trata-se do seio do Messias: do peito de Cristo, atravessado pela lança, vem-nos o Espírito Santo, como fruto maravilhoso da árvore da Cruz. Na segunda interpretação, trata-se do seio do crente, a alma do homem santificado por Cristo.

 

Sugestões para a homilia

 

«Chamaram-lhe Babel, porque aí se confundiu a linguagem de todo o mundo» (Gn 11, 9)

«O Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis» (Rm 8, 26)

«Correrão rios de água viva» (Jo 7, 38)

 

O tema desta Vigília é já, evidentemente, o Espírito Santo. Dom de Deus a todos os crentes, o Espírito dá vida, renova, transforma, constrói comunidade e faz nascer o Homem Novo.

«Chamaram-lhe Babel, porque aí se confundiu a linguagem de todo o mundo» (Gn 11, 9)

Os homens do nosso tempo procuram, ansiosamente, a unidade, na certeza de que só em comunhão com os outros se realizarão plenamente. Porém, sem comunhão com Deus não é possível a união entre os homens. Construir a unidade só com as próprias forças, prescindindo de Deus, ou mesmo contra Deus, é empresa vã. Toda a sociedade que rejeita Deus, está destinada à ruína (Sal 126; Lc 19, 41-44), isto é à confusão e à divisão. A unidade só se constrói, quando os homens acolhem o Espírito de Jesus, que nos faz falar a linguagem universal da comunhão e do amor.

«O Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis» (Rm 8, 26)

Possuindo o Espírito Santo, possuímos já a esperança de uma vida plena, pois Aquele que ressuscitou Jesus dará também vida aos nossos corpos mortais, pelo Espírito Santo (Rm 8, 11). Na verdade, o Espírito Santo faz brotar em nós a fonte de vida, que jorra para a eternidade. Robustecendo as nossas débeis forças e mantendo viva a nossa esperança, pela sua contínua intercessão, alcança-nos de Deus as sementes da vida imortal.

Mas não é apenas o homem que possui, pelo Espírito Santo, este germe de vida imortal. Também a criação será renovada. Embora não saibamos como se processará essa transformação, sabemos, contudo que, com a Aliança definitiva, a restauração ficou a abranger toda a criação. Por isso o cristão, ao trabalhar, com a ajuda do Espírito Santo, pela transformação do mundo, está a contribuir para a realização do plano divino da restauração de todas as coisas.

«Correrão rios de água viva» (Jo 7, 38)

Por ocasião da festa dos tabernáculos, no decorrer da qual os judeus, num rito carregado de simbolismo, aspergiam o altar, com água tirada da fonte de Siloé para implorarem a fecundidade dos tempos messiânicos (Is 12, 3) e para recordarem a água que brotara do rochedo do Horeb, no deserto, Jesus proclama que Ele é a rocha viva, donde jorra a água do Espírito Santo.

Seguindo tão solene afirmação, a Igreja não será, pois, um deserto árido ou um corpo sem alma. Em virtude da presença do Espírito Santo, princípio de vida e fonte de esperança, a Igreja transbordará sempre de vida e irradiará sempre juventude, de modo que os homens de todos tempos nela poderão matar a sua sede de Deus.

 

 

Oração Universal

 

Irmãos, oremos a Deus todo-poderoso,

para que, por meio de Cristo,

e pela acção do Espírito Paráclito

sejam renovadas todas as coisas,

suplicando cheios de confiança:

 

Vinde, Espírito Santo!

 

1.Para que o Espírito de Pentecostes continue sendo derramado hoje na Igreja

e em todos os seus membros, para animá-la a ser fermento e catalisador

de todas as transformações que o mesmo Espírito

produz nos homens e mulheres de todas as raças e credos,

oremos ao Senhor.

 

2.  Pelos povos vítimas da guerra,

para que o Espírito de Deus, que age em todos os povos,

nos leve pouco a pouco a superar a Babel da confusão

e nos conduza à reconciliação e à paz,

oremos ao Senhor.

 

3.  Pela humanidade, filha de Deus,

que se refere a Ele e o ama desde as mais diversas religiões e tradições espirituais;

para que sem perder a identidade espiritual que Deus deu a cada povo

reflexos de sua glória – todas as religiões dialoguem e consigam frutos,

como mediações que são do único Deus,

oremos ao Senhor.

 

4.  Para que o Espírito de Deus, «Pai dos pobres»,

que sempre lhes concedeu ao longo da história,

sobretudo nos momentos mais difíceis e de máxima prostração,

clareza para ver e coragem para lutar, lhes conceda de novo

uma fé autêntica e uma esperança activa,

oremos ao Senhor.

 

5.  Para que o Espírito de Deus criador,

que «repovoa a face da Terra» e deposita – também em todas as criaturas –

uma participação de si mesmo, nos faça mais humanos e conscientes

de que não possuímos o mundo como propriedade, para utilizá-lo e consumi-lo,

mas para co-existir com todas as coisas, e conviver com todas as criaturas vivas,

oremos ao Senhor.

 

 

Senhor nosso Deus, Espírito inacessível, Luz de toda luz, amor que está em todo amor, força e vida que sustenta toda a criação: derramai novamente o vosso Espírito sobre a vossa criação e sobre todos os povos, para que, buscando-Vos além dos diferentes nomes com que sois invocado, Vos encontremos e possamos nos encontremos em Vós, unidos no amor a tudo o que existe. Vós que viveis e fazes viver, pelos séculos dos séculos.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Tomai, Senhor, e recebei, J. Santos, NRMS 70

 

Oração sobre as oblatas: Derramai, Senhor, a bênção do Espírito Santo sobre os dons que apresentamos ao vosso altar, a fim de que a Igreja, pela participação neste sacramento, se inflame de tal modo no vosso amor que manifeste a todo o mundo o mistério da salvação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio de Pentecostes, como na Missa seguinte: p. 390 [606–718]

 

No Cânone Romano diz–se o Communicantes (Em comunhão com toda a Igreja) e o Hanc igitur (Aceitai benignamente, Senhor) próprios. Nas Orações Eucarísticas II e III fazem–se também as comemorações próprias.

 

Santo: F. da Silva, NRMS 38

 

Monição da Comunhão

 

O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que habita em nós. Com um coração renovado, preparemo-nos para sermos Cristo, o Pão vivo descido dos céus.

 

Cântico da Comunhão: Voltai-vos para o Senhor, S. Marques, NRMS 58

Jo 7,37

Antífona da comunhão: No último dia da festa, Jesus exclamava em alta voz: Se alguém tem sede, venha a Mim e beba. Aleluia.

 

Cântico de acção de graças: Bendito sejas, sei que Tu pensas em mim, H. Faria, NRMS 2 (II)

 

Oração depois da comunhão: Este sacramento que recebemos, Senhor, nos comunique o fervor do Espírito Santo que admiravelmente derramastes sobre os Apóstolos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

À luz da Escritura, o Pentecostes surge-nos como o contrário de Babel; como a festa da promulgação da lei da nova Aliança, como princípio de vida nova para o Povo de Deus, como irrupção do Espírito Santo na alma do crente; como factor de transformação dos baptizados. Assim, repletos do Espírito Santo, somos convidados agora a ser fonte de vida e de salvação para todos.

 

Cântico final: Vamos proclamar pelo mundo inteiro, F. da Silva, 82-83

 

 

 

Celebração e Homilia:                     Nuno Westwood

Nota Exegética:       Geraldo Morujão

Sugestão Musical:   Duarte Nuno Rocha

 


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