S. José operário

1 de Maio de 2008

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Eis o servo fiel e diligente, F. Silva, NRMS 89

cf. Salmo 127, 1-2

Antífona de entrada: Feliz de ti que temes o Senhor e andas na sua lei: comerás do trabalho das tuas mãos e serás feliz em todos os teus caminhos. Aleluia.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Celebra-se hoje em todo o mundo o Dia do trabalho. Nós celebramo-lo contemplando a vida de S. José – um humilde trabalhador – com quem queremos aprender a santificar o nosso trabalho e a santificar-nos com o nosso trabalho. Sob a sua protecção, todas as nossas actividades serão feitas com amor e a maior perfeição possível, sempre para a glória de Deus.

 

Oração colecta: Deus, criador do universo, que estabelecestes a lei do trabalho para todos os homens, concedei-nos que, a exemplo de São José e com a sua protecção, realizemos a obra que nos mandais e recebamos o prémio que nos prometeis. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Gen 1, 26-31; 2, 1-3

Monição: No livro do Génesis, o Senhor ensina-nos que o homem foi criado por Deus para trabalhar, colaborando com Ele na obra da criação.

Ou:  Col 3, 14-15.17.23-24

Monição: S. Paulo recorda-nos, na sua Carta aos Colossenses, que devemos dar o primado à caridade quando trabalhamos.

 

Génesis 1, 26 – 2, 3

26Disse Deus: «Façamos o homem à nossa imagem e semelhança. Domine sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, sobre os animais selvagens e sobre todos os répteis que rastejam pela terra». 27Deus criou o ser humano à sua imagem, criou-o à imagem de Deus. Ele o criou homem e mulher. 28Deus abençoou-os, dizendo: «Crescei e multiplicai-vos, enchei e dominai a terra. Dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem na terra». 29Disse Deus: «Dou-vos todas as plantas com semente que existem em toda a superfície da terra, assim como todas as árvores de fruto com semente, para que vos sirvam de alimento. 30E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todos os seres vivos que se movem na terra dou as plantas verdes como alimento». E assim sucedeu. 31Deus viu tudo o que tinha feito: era tudo muito bom. Veio a tarde e, em seguida, a manhã: foi o sexto dia. 1Assim se completaram o céu e a terra e tudo o que eles contêm. 2Deus concluiu, no sétimo dia, a obra que fizera e, no sétimo dia, descansou do trabalho que tinha realizado. 3Deus abençoou e santificou o sétimo dia, porque nele descansou de todo o trabalho da criação.

 

A primeira página da Bíblia apresenta-nos Deus não apenas como um trabalhador, que descansa após uma semana de trabalho, mas como o Criador de tudo e o Senhor soberano e providente, que tudo orienta para a sua obra prima, o ser humano, criado à sua «imagem e semelhança». No texto, o ser humano aparece como um ser pessoal, interlocutor de Deus. Como comentário desta rica expressão, limitamo-nos a transcrever a síntese do Catecismo da Igreja Católica: «Porque é ‘à imagem de Deus’, o indivíduo humano possui a dignidade de pessoa: ele não é somente alguma coisa, mas alguém. É capaz de se conhecer, de se possuir e de livremente se dar e entrar em comunhão com outras pessoas. E é chamado, pela graça, a uma aliança com o seu Criador, a dar-Lhe uma resposta de fé e amor que nenhum outro pode dar em seu lugar» (nº 357). Note-se que neste texto se proclama, pela primeira vez na história da humanidade, a igual dignidade do homem e da mulher, pois ambos são igualmente imagem e semelhança de Deus (v. 27). Também na comunhão de pessoas, homem e mulher (no matrimónio), se reflecte a imagem de Deus; fazendo finca-pé na expressão «e disse-lhes» (esta força expressiva aparece diluída no «dizendo» da tradução litúrgica do v. 28), João Paulo II comenta: «O homem acolhe a palavra de Deus como pessoa, e como tal tem de orientar o exercício da sexualidade; a geração não é fruto do instinto inscrito da natureza, como no caso dos animais, mas um acto de resposta pessoal a Deus que lhe disse: ‘crescei e multiplicai-vos’». Por outro lado, também no trabalho o homem manifesta a sua condição de imagem de Deus.

 

Em vez da leitura precedente, pode utilizar-se a seguinte:

 

Colossenses 3, 14-15.17.23-24

14Irmãos: Acima de tudo, revesti-vos da caridade, que é o vínculo da perfeição. 15Reine em vossos corações a paz de Cristo, à qual fostes chamados para formar um só corpo. Vivei em acção de graças. 17Tudo o que fizerdes, por palavras ou por obras, seja tudo em nome do Senhor Jesus, dando graças, por Ele, a Deus Pai. 23Qualquer que seja o vosso trabalho, fazei-o de boa vontade, como quem serve ao Senhor e não aos homens, 24certos de que recebereis como recompensa a herança do Senhor. Servi a Cristo, que é o Senhor.

 

A leitura é tirada da última parte da Carta aos Colossenses, em que se faz apelo a uma vida nova em Crsito.

14 «A caridade que é o vinculo da perfeição». Eis o comentário de S. João Crisóstomo: «O Apóstolo não diz a ‘caridade é a coroa’, mas sim algo com maior alcance, ‘o vínculo’, pois que este é mais necessário do que aquela; com efeito, uma ‘coroa’ culmina a perfeição, ao passo que o ‘vínculo’ mantém juntas as partes da perfeição».

15 «A paz de Cristo reine....»: O original grego (bravenétô) significa «seja o árbitro» (a Neovulgata traduz dominetur; a Vulgata, exultet). O mesmo Crisóstomo exclama: «o Apóstolo coloca nos nossos corações um estádio, jogos, e um árbitro! Realmente, se no coração do cristão falta a paz de Cristo, não só não pode haver ordem nas intenções e afectos, como também se torna difícil encaminhar os múltiplos afazeres para a glória de Deus» (cf. 1 Cor 10, 31).

17 «Seja tudo em nome do Senhor Jesus». Deve-se fazer tudo, concretamente o trabalho, com os mesmos sentimentos de Jesus (cf. Filp 2, 5), como faria Jesus se estivesse no nosso lugar! Assim, será feito «de boa vontade, como quem serve o Senhor» (v. 23).

 

Salmo Responsorial    Sl 89 (90), 2.3-4.12-13.14 e 16 (R. 17c)

 

Monição: Pedimos ao Senhor que confirme a obra das nossas mãos, para chegarmos à sabedoria do coração.

 

Refrão:         Confirmai, Senhor, a obra das nossas mãos.

 

Antes de se formarem as montanhas

e nascer a terra e o mundo,

desde toda a eternidade

Vós, Senhor, sois Deus.

 

Vós reduzis o homem ao pó da terra

e dizeis: «Voltai, filhos de Adão».

Mil anos a vossos olhos são como o dia de ontem que passou

e como uma vigília da noite.

 

Ensinai-nos a contar os nossos dias,

para chegarmos à sabedoria do coração.

Voltai, Senhor! Até quando

Tende piedade dos vossos servos.

 

Saciai-nos, desde a manhã, com a vossa bondade,

para nos alegrarmos e exultarmos todos os dias.

Manifestai a vossa obra aos vossos servos

e aos seus filhos a vossa majestade.

 

 

Aclamação ao Evangelho        Sl 67 (68), 20

 

Monição: Jesus é conhecido como o filho do Carpinteiro. Aclamemos o Senhor que quis ser verdadeiro homem, em tudo igual a nós, menos no pecado.

 

Aleluia

 

Cântico: M. Simões, NRMS 9(II)

 

Bendito seja Deus em cada dia.

Vela por nós o Senhor, nosso Salvador.

 

 

Evangelho

 

São Mateus 13, 54-58

54Naquele tempo, Jesus foi à sua terra e começou a ensinar os que estavam na sinagoga, de tal modo que ficavam admirados e diziam: «De onde Lhe vem esta sabedoria e este poder de fazer milagres? 55Não é Ele o filho do carpinteiro? A sua Mãe não se chama Maria e os seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? 56E as suas irmãs não vivem entre nós? De onde Lhe vem tudo isto?». 57E estavam escandalizados com Ele. Mas Jesus disse-lhes: «Um profeta só é desprezado na sua terra e em sua casa». 58E por causa da falta de fé daquela gente, Jesus não fez ali muitos milagres.

 

55 «O filho do carpinteiro». É o único lugar do Evangelho onde aparece a profissão de S. José. Provavelmente ele era o artesão que na aldeia de Nazaré realizava vários tipos de ofícios manuais: tanto forjaria o ferro, como construiria móveis ou arados para lavrar. Em Mc 6, 3, a mesma profissão é aplicada ao próprio Jesus, mas, ao não ter relatado a sua concepção virginal, Marcos tem o cuidado de não o chamar filho de José, como fazem Lucas e Mateus nos lugares paralelos, mas expressamente «filho de Maria». É de supor que S. José foi um desses trabalhadores que se deslocou da Judeia para a Galileia a fim de trabalhar nas obras da famosa cidade de Séforis, apenas a 5 Km da pequena aldeia de Nazaré.

«Os seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas». Nas antigas línguas semíticas, hebraico, árabe, arameu, etc., não era costume usarem-se palavras diferentes para indicar os diversos graus de parentesco, como nas nossas línguas modernas (cf. Gn 13, 8; 14, 14.16; 29, 15; Tob 7, 9-11). Os que pertenciam à mesma família, clã, ou tribo, eram chamados «irmãos». Estes irmãos de Jesus não são filhos da Virgem Maria; a fé da Igreja na sua perpétua virgindade é confirmada pelos lugares paralelos dos Evangelhos; com efeito, os dois primeiros irmãos aqui nomeados, Tiago e José, eram filhos de uma outra Maria, a esposa de Cléofas, segundo se diz em Mt 27, 56; Mc 15, 40.47; Jo 19, 25; os outros dois irmãos, Simão e Judas, ao serem nomeados em segundo lugar, com mais razão seriam simples parentes de Jesus. O facto de em Israel haver uma mesma palavra para designar toda a espécie de parentes leva a que, quando se nomeia em Jo 1, 41 Simão como irmão de André, em Jo 1, 41, se especifique acrescentando o adjectivo grego próprio (ídios), a fim de que se veja que se trata dum verdadeiro irmão, no sentido próprio, e não apenas dum simples parente.

 

Sugestões para a homilia

 

1. O filho do Carpinteiro.

2. Espírito de serviço.

3. Escolhido desde toda a eternidade.

1. «Não é Ele o filho do carpinteiro?» (Evangelho)

A consciência de que o trabalho humano é participação na obra de Deus deve impregnar as actividades de todos os dias; o imenso esforço com que os homens tentam melhorar as condições de vida corresponde à vontade de Deus; os homens e as mulheres, ao ganharem o sustento para si e suas famílias, prestam um verdadeiro serviço ‘sociedade, prolongam a obra do Criador, ajudam os seus irmãos e contribuem pessoalmente para a realização dos desígnios de Deus na história.

As vitórias do progresso humano são sinal da grandeza divina e fruto dos seus inefáveis desígnios.

O primeiro de Maio, considerado o dia de festa do trabalhador, foi, durante muitos anos, nos fins do século XIX e princípios do séc. XX, um dia de reivindicação e mesmo de lutas violentas pela promoção da classe operária. O Papa Pio XII, em 1955, para dar uma dimensão cristã a este dia, estabeleceu a festa de S. José Operário, pondo diante dos olhos de todos os trabalhadores um modelo e um mestre.

2. O espírito de serviço, o desejo de trabalhar para contribuir para o bem dos outros homens deve ser a característica fundamental de todo o trabalho humano.

S. José trabalhou sempre com a consciência de cumprir a Vontade de Deus, pensando no bem dos seus, Jesus e Maria, e tendo presente o bem de todos os habitantes da pequena aldeia de Nazaré; ele era um dos poucos artesãos da terra, senão o único. S. José tirava muita gente de apuros, certamente com um trabalho bem acabado e competente. O seu trabalho profissional era uma ocupação orientada para o serviço, para tornar agradável a vida das outras famílias da aldeia, acompanhado de um sorriso, de uma palavra amável, de um comentário feto como de passagem, mas que devolve a fé e a alegria a quem está a ponto de perdê-la. Sempre com uma grande paz e serenidade.

Foi neste ambiente de trabalho fatigante e de paz que Jesus cresceu em sabedoria, em idade e em graça. A graça do Senhor é a única que pode potenciar os nossos talentos humanos. Que força, que coragem e que paciência receberia S. José do olhar divino e humano de seu filho Jesus!

3. Escolhido desde toda a eternidade,

com nós, como aquele outro José, filho de Jacob, a quem enviou como escravo para o Egipto, fazendo dele, mais tarde, o Administrador de todos os bens do Faraó. Quando chegaram os anos da fome e carestia, as gentes iam ter com o Faraó a pedir pão e ele respondia-lhes: «Ide ter com José».

Também hoje, Deus Nosso Senhor, nas necessidades materiais e espirituais, faz-nos a mesma recomendação: «Ide ter com José»; contai com a sua poderosa protecção. Tal como protegeu e alimentou e cuidou de Jesus e Maria, tal como os defendeu daquela perseguição de Herodes, também hoje ele será vosso pai e Senhor, protector da Santa Igreja, socorro de todos os aflitos, mestre de vida interior, mestre de oração. Ide ter com José. Com ele encontrareis Maria, encontrareis Jesus. E pela Trindade da terra chegareis à Trindade do Céu - o Pai e o Filho e o Espírito Santo, a Quem seja dado louvor e glória por toda a eternidade sem fim. Ámen.

 

 

Oração Universal

 

Irmãos,

tendo diante dos nossos olhos

o luminoso exemplo de S. José Operário,

peçamos ao Senhor pelo mundo do trabalho,

para que dê aos homens, na vida terrena,

a felicidade e alegria que os encaminhe para o céu.

 

1.  Pelo Santo Padre, Bispos, Sacerdotes e Diáconos:

para que anunciem corajosamente ao homens

a Doutrina Social da Igreja sobre o trabalho,

oremos ao Senhor.

 

2.  Pelo mundo do trabalho desta Europa em crise:

para que ela, iluminada pelo Evangelho,

volte a encontrar a verdadeira paz e liberdade,

oremos ao Senhor.

 

3.  Pelos jovens das nossas comunidades:

para que encontrem facilidade de emprego

e se santifiquem no trabalho de cada dia,

oremos ao Senhor.

 

4.  Pelos trabalhadores e doadores de trabalho

para que, no diálogo e na solidariedade,

encontrem um caminho de melhor entendimento,

oremos ao Senhor.

 

5.  Por todas as mães de família,

para que seja reconhecido o alto valor

do trabalho doméstico que realizam,

oremos ao Senhor.

 

Senhor, que nos chamastes ao trabalho,

para com ele nos santificarmos cada dia,

ajudai-nos a realizar os vossos desígnios:

para que servindo-Vos com amor na terra,

Vos amemos eternamente no Céu.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho

na unidade do Espírito santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Procuremos S. José, Az. Oliveira, NRMS 89

 

Oração sobre as oblatas: Deus, fonte de misericórdia, olhai para os dons que Vos apresentamos na festa de São José e fazei que estas oferendas alcancem a vossa protecção para aqueles que Vos invocam. Por Nosso Senhor.

 

Prefácio de S. José: p. 492

 

Santo: A. Cartageno, NRMS 99-100

 

Monição da Comunhão

 

Sem alimento não se pode trabalhar. O alimento sobrenatural do Corpo e Sangue do Senhor é necessário para a nossa santificação. Comunguemos com fé a amor, para sermos fermento de um novo mundo do trabalho.

 

Cântico da Comunhão: Ó famintos do Pão divino, J. Santos, NRMS 89

Col 3, 17

Antífona da comunhão: Tudo o que fizerdes, por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus Cristo, dando graças, por Ele, a Deus Pai. Aleluia.

 

Cântico de acção de graças: Os justos viverão eternamente, M. Faria, NRMS 36

 

Oração depois da comunhão: Senhor, que nos alimentastes com o pão do Céu, ouvi as nossas súplicas e fazei que, à imitação de São José, levemos sempre em nossos corações o testemunho do vosso amor e gozemos eternamente da verdadeira paz. Por Nosso Senhor.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Que o exemplo e a intercessão de S. José nos animem a santificar o nosso trabalho diário, a santificar-nos nesse trabalho e a santificar os outros através desse trabalho, fazendo-o sempre com amor e perfeição.

 

Cântico final: Nós vos louvamos, José, M. Carneiro, NRMS 89

 

 

Homilias Feriais

 

6ª Feira, 2-V: A Eternidade dá sentido à vida.

Act 18, 9-18 / Jo 16, 20-23

Haveis de chorar e lamentar-vos, ao passo que o mundo se há-de alegrar… mas a vossa tristeza transformar-se-á em alegria.

Estas palavras do Senhor são para nós motivo de esperança. Com efeito, parece-nos que aqueles que nada querem com Deus se divertem, gozam a vida, têm prosperidade nos negócios (às vezes desonestamente), enquanto nós, que procuramos seguir o Senhor, não temos tanto sucesso.

Mas o Senhor também nos recorda que o verdadeiro sentido da nossa vida não se limita aos horizontes terrenos, mas abre-se para a eternidade. Este é o sentido das bem-aventuranças. Que nos ajude sempre a Causa da nossa alegria.

 

Sábado, 3-V: S. Filipe e S. Tiago: Contemplação do rosto de Cristo.

1 Cor 15, 1-8 / Jo 14, 6-14

Disse-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isto nos basta.

«Toda a vida de Cristo é revelação do Pai: as suas palavras, os seus silêncios e sofrimentos, a maneira de ser e de falar. Jesus pode dizer: ‘Quem me vê, vê o Pai’ (Ev)» (CIC, 516). Nossa Senhora mostra-nos o Filho. Não esqueçamos fazer a contemplação do rosto de Cristo, a partir da perspectiva mariana, através do Santo Rosário.

Os Apóstolos Filipe e Santiago, graças a este ensinamento (cf. Ev), reproduziram a vida de Cristo nas suas vidas, de tal modo que sofreram igualmente o martírio, como Cristo «que morreu pelos nossos pecados» (Leit).

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:                     Alfredo Melo

Nota Exegética:       Geraldo Morujão

Homilias Feriais:      Nuno Romão

Sugestão Musical:    Duarte Nuno Rocha

 


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