aCONTECIMENTOS eclesiais

DO PAÍS

 

 

COIMBRA

 

INAUGURADO

MEMORIAL DA IRMÃ LÚCIA

 

No último dia de Maio passado, foi inaugurado no anexo do Carmelo de Santa Teresa o Memorial que perpetua a vida escondida da Irmã Lúcia. D. Albino Cleto, Bispo de Coimbra, descerrou um painel em azulejo com a imagem de Lúcia junto de Nossa Senhora de Fátima, com a inscrição «O Mundo para mim é apenas o caminho para Deus».

 

O Memorial é um edifício de dois pisos, projectado por Florindo Belo Marques, que recria a cela onde a Irmã Lúcia viveu durante 55 anos. O espaço, situado ao lado do Carmelo, expõe agora boa parte do que foi guardado em 60 malas, num espólio a que se acrescentam objectos pessoais tão simples como a saia que vestiu quando entrou no Carmelo ou a caixa de costura.

Na inauguração, o Bispo de Coimbra frisou que o Memorial «será um livro da vida de Irmã Lúcia, um livro humilde de uma vida humilde», onde se podem ler «belezas e maravilhas que, às vezes, não encontramos nos grandes sábios ou heróis».

As Irmãs do Carmelo de Santa Teresa não participaram na cerimónia de inauguração do espaço que elas próprias idealizaram, mas a Madre Celina de Jesus, Superiora do convento, deu conta da alegria da comunidade ao ver a obra à disposição de todos. «Como diria a Irmã Lúcia, é tudo por causa de Nossa Senhora».

«Que este lugar seja um apelo à mensagem de Fátima que a Irmã Lúcia procurou viver ali ao lado», no Carmelo, desejou o carmelita Pe. Pedro Lourenço Ferreira, que foi confessor da vidente. Presentes também o Presidente da Câmara de Coimbra, Carlos Encarnação, o Presidente da Região de Turismo do Centro, Pedro Machado, o Reitor do Santuário de Fátima, Mons. Luciano Guerra, e o Pe. Luís Kondor, postulador da Causa da Canonização dos Pastorinhos.

 

 

BRAGA

 

NOVO BISPO AUXILIAR

 

No passado dia 6 de Julho, o Santo Padre nomeou como Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Braga o Pe. António José da Rocha Couto, actualmente Superior Geral da Sociedade Missionária da Boa Nova.

 

D. António Couto nasceu em 1952 em Vila Boa do Bispo, concelho de Marco de Canaveses, diocese do Porto.

Em 1963 entrou no seminário de Tomar da Sociedade Portuguesa das Missões Ultramarinas, então conhecida por Sociedade Missionária, sendo ordenado sacerdote em 1980. Em 1982 foi nomeado capelão militar.

Transferiu-se depois para Roma, no Colégio Urbaniano, onde em 1986 obteve a licenciatura em Sagrada Escritura. Em 1989, depois de uma permanência de cerca de um ano em Jerusalém, no Instituto Franciscano de Emaús, obteve o doutoramento em Teologia Bíblica.

Foi seguidamente professor de Sagrada Escritura até 1991, no Seminário de Luanda, em Angola. Regressado a Portugal, foi colocado no Seminário de Valadares com o encargo da formação dos estudantes de teologia.

De 1996 a 1999 foi reitor do Seminário de Valadares e leccionou na Universidade Católica Portuguesa, no Porto. Em 2002 foi eleito Superior Geral da Sociedade Missionária da Boa Nova.

Esta Sociedade Missionária é composta por sacerdotes diocesanos e leigos que se consagram à evangelização. Surgida em Portugal, no ano de 1930, encontra-se actualmente em Angola, Brasil, Japão, Moçambique e Zâmbia.

A ordenação episcopal terá lugar a 23 de Setembro, em Cucujães (Oliveira de Azeméis).

Celebração Litúrgica deseja ao novo Bispo, insigne biblista, um fecundo trabalho pastoral.

 

 

LISBOA

 

ENCONTRO DA CEP

COM PRIMEIRO MINISTRO

 

Uma delegação da Conferência Episcopal Portugal (CEP) esteve, no passado 12 de Julho, com o Primeiro Ministro, José Sócrates, e com o Ministro da Presidência.

 

Em declarações à Comunicação Social, D. José Policarpo, vogal do Conselho Permanente da CEP, realçou que nos últimos dias «sentia-se um certo mal estar na sociedade» e, sobretudo, «aquele sector da sociedade que diz mais respeito a instituições católicas». E acrescenta: «começámos a estar preocupados com essa sensação». Com intuito de ajudar e «ver qual era a causa, pedimos ao Primeiro Ministro que nos ouvisse».

Nas conversas preliminares com José Sócrates, o Patriarca de Lisboa afirmou que CEP colocou «um princípio – que ele aceitou –: que não trataríamos assuntos concretos que dependem dos diversos departamentos governamentais». O enquadramento geral das situações, que «ele em grande parte desconhecia e se mostrou sensível», foram os temas dominantes do encontro.

Os elementos da Conferência Episcopal Portuguesa presentes – D. Jorge Ortiga, Presidente da CEP, D. Carlos Azevedo, Secretário da CEP e D. José Policarpo – pensam que a causa principal do «mal-estar da sociedade portuguesa» reside – desde 2004 (altura da assinatura da Concordata entre a Santa Sé o Estado Português) – num «certo vácuo legal», confidenciou D. José Policarpo. Uma Concordata é um texto mais de natureza constitucional do que de natureza legislativa. «Supõe um conjunto de legislação complementar que tem de ser negociada entre o governo e a Igreja Católica» – disse D. José Policarpo, Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa quando foi assinada a Concordata.

Na altura da assinatura da Concordata – frisou D. José Policarpo aos jornalistas –, «foi-nos garantido que a legislação vigente continuava em vigor até uma nova legislação aplicativa». Com a mudança governamental, «houve uma certa lentidão» (nomeadamente na nomeação dos representantes do Governo para Comissões Bilaterais decorrentes da Concordata, o que apenas aconteceu no Conselho de Ministros de 6 de Junho de 2007).

A CEP pediu ao Primeiro ministro que se aceitasse o «princípio de que está em vigor até ser substituída por nova legislação» e que se «avançasse o mais rapidamente possível». E adianta: «pretendemos que se faça uma nova legislação». Só assim não se cria um «vácuo legal» – declarou D. José Policarpo. José Sócrates «esteve completamente de acordo com esta análise e estes princípios, e prometeu-nos que sim».

 

 

COIMBRA

 

25 ANOS DE

«A PALAVRA DO PAPA»

 

Fez 25 anos neste mês de Julho um pequeno Jornal que se edita cada dois meses e pretende ser um resumo do magistério do Papa.

 

O primeiro número foi publicado uma vez terminada a primeira Viagem apostólica de João Paulo II ao nosso país (Maio de 1982), com a finalidade de continuar a semente que ele deixara.

O promotor, Pe. José António Veloso, da Prelatura do Opus Dei, trabalhou de perto com o Pe. Adelino Henriques, da diocese de Coimbra, que lhe sucedeu à frente do Jornal, até à sua morte prematura em 1988. Outros sacerdotes continuaram a iniciativa até hoje.

Durante este tempo, os responsáveis têm procurado resumir os textos do Papa João Paulo II e depois os do seu sucessor Bento XVI, para os tornar mais acessíveis a pessoas de todas as culturas.

Este propósito ainda perdura: resumir, explicar os textos da pregação e os escritos do magistério ordinário do Papa. Por isto, de alguma maneira, «podemos dizer que o único redactor do Jornal é o Santo Padre».

Passado este tempo, «outra consideração que gostaríamos sublinhar é que, depois de 25 anos, podemos dizer que a fidelidade dos assinantes e leitores se deve ao seu carinho pelo Papa, discretamente manifestado».

Agora com uma tiragem de 7000 exemplares, a colaboração continua a ser em regime de voluntariado. Para os interessados: apalavradopapa@yahoo.com.

 

 

IDANHA-A-NOVA

 

ESCUTISMO EM

FESTA DE CENTENÁRIO

 

Idanha-a-Nova foi durante cerca uma semana a capital do Escutismo em Portugal, juntando 10 mil escuteiros vindos de todos os pontos do Pai, mais 300 escuteiros convidados dos países de língua oficial portuguesa (como Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau) e da China (Hong-Kong), Bélgica, Espanha e França, para celebrar os 100 anos do projecto que nasceu da intuição de Baden-Powell.

 

O 21.º Acampamento Nacional chegou ao fim no passado domingo 5 de Agosto, marcado por momentos históricos, como a chegada da Chama do Centenário ou a renovação da promessa escutista a 1 de Agosto, que marcou o início de um novo centenário do Escutismo.

Em Portugal há quase 70 mil escuteiros, entre crianças, jovens e adultos. Para a maioria dos presentes neste Acampamento, este foi o primeiro acampamento nacional e nada foi deixado ao acaso: há casas de banho para adultos e crianças, chuveiros e torneiras espalhadas pelo recinto, espaços de convívio, enfermarias, um hospital de campanha, acesso à Internet e refeitórios.

O acampamento ficou também marcado pelo facto de ser o primeiro sem o tradicional fogo de campo, por causa da legislação em vigor, que não abriu excepções para este caso.

Para a história destas celebrações fica ainda o próprio local em que decorreu o acampamento: com 78 hectares, a Quinta de Monte Trigo, em Idanha-a-Nova, vai passar a ser uma espécie de Quartel-General do Escutismo no nosso país. O espaço foi cedido pelo município aos escuteiros por um período de 50 anos, para ali construírem o Centro Nacional de Actividades Escutistas.

O espaço fica situado junto à barragem do Marechal Carmona, a caminho da ermida da Senhora do Almortão.

 

Como parte integrante das iniciativas relacionadas com a celebração do Centenário do Escutismo, a Imprensa Nacional Casa da Moeda lançou em Idanha-a-Nova uma moeda especial de prata de valor facial de 5 Euros, nas versões «normal» e «proof», com uma dimensão de 3,5cm.

Os CTT também assinalaram os 100 anos do Escutismo com a emissão de uma série de selos comemorativa. Posta em circulação no dia 9 de Maio, a colecção é formada por três selos e três blocos, com a franquia de 0,61 euros cada. Os selos apresentam imagens respectivamente, do Fundador do Escutismo, Baden Powell (BP), da Insígnia Mundial do Escutismo e do lenço de Caminheiro (jovens, rapazes e raparigas, com idades compreendidas entre os 18 e os 22 anos).

Os selos entraram em circulação no dia 27 de Julho, data de início do Jamboree Mundial que decorreu em Brownsea (Inglaterra). Encerrado no dia 8 de Agosto, contou com a presença de mais de 40 mil participantes. Portugal tinha uma delegação de 850 escuteiros em representação das duas associações existentes no nosso país: a Associação de Escoteiros de Portugal e o Corpo Nacional de Escutas.

 

 

LISBOA

 

AVANÇA PROCESSO DE

NUNO ÁLVARES PEREIRA

 

O Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Saraiva Martins, revelou que o processo de Canonização do Beato Nuno de Santa Maria – D. Nuno Álvares Pereira –, é aquele que se encontra em fase mais adiantada entre todos os processos portugueses (mais de 2200) em análise no Dicastério da Cúria Romana a que preside.

 

Em entrevista ao «Correio da Manhã», o Cardeal português explicou que «a Comissão Histórica da Congregação vai estudar as conclusões da Comissão nacional sobre a interrupção ou não do culto ao Beato Nuno ao longo dos séculos». Se essa análise for positiva, passa então para análise dos teólogos.

O processo de canonização do Beato Nuno de Santa Maria foi reaberto no dia 13 de Julho de 2003, nas ruínas do Convento do Carmo, em Lisboa, com a sessão solene presidida por D. José Policarpo. O Cardeal-Patriarca de Lisboa definiu nessa celebração o Beato Nuno de Santa Maria como um modelo a seguir por todos os que exercem funções de responsabilidade, sejam elas civis ou militares.

A história deste processo já poderia ter conhecido o seu epílogo quando, em 1947, o Papa Pio XII se manifestou interessado em canonizar o Beato português por decreto. O estado lastimável de uma Europa destruída pela II Guerra Mundial fez, porém, com que a Igreja portuguesa recusasse este motivo de festa.

Trabalhos levados a cabo pelos Cardeais Patriarcas de Lisboa D. José III (1883-1907) e D. António I (1907-1929), secundados pela Ordem do Carmo, tinham culminado com o Decreto da Congregação dos Ritos «Clementissimus Deus» de 15-I-1918, ratificado e aprovado pelo Papa Bento XV em 23-I-1918, e conduzido à referida permissão de Pio XII para que o processo da canonização prosseguisse.

Mais recentemente consultada, a Congregação para as Causas dos Santos foi de parecer que sobre a concessão de Pio XII se elaborasse a continuação do processo respectivo. A Conferência Episcopal Portuguesa, na sua Reunião Plenária de 5/8-V-2003 em Fátima, deu parecer favorável por unanimidade à continuação do processo.

 

 

SERRA DA ESTRELA

 

PROPOSTA DE UM

«VERÃO DIFERENTE«

 

O Centro de Orientação Familiar (CENOFA) organizou este ano, pela quarta vez consecutiva, actividades para que as famílias possam desfrutar de verdadeiras férias familiares.

 

Na Serra da Estrela, com paisagem natural e desfrutando de um tempo de lazer, pais e filhos, sem a azáfama do dia a dia, puderam partilhar experiências que agradaram a ambas as gerações.

Rafael Franco, organizador de um dos turnos que decorreu em Agosto, afirmou que esta é uma proposta diferente porque «juntamos várias famílias amigas, a maioria já se conhecem porque gostam e repetem a experiência», mas principalmente porque é um programa que «assenta em relações de amizade e aproveitamos para estar com os filhos, participar em actividades que interessam a todos», explica.

Passeios, desportos radicais, visitas históricas, convidados para animar, foram algumas das ofertas.

Nas actividades está incluída formação para pais que visa cobrir assuntos de educação. Tendo em conta as idades dos filhos, «convidamos pessoas com experiência na área, por vezes da universidade, para falar sobre vários temas, e através de palestras aprende-se a educar melhor os filhos», explica Rafael Franco.

«Há um plano que se propõe às famílias e elas são livres para aderir ou não». No início propõe-se uma grelha de actividades que prevê tardes ou manhãs livres, de forma a deixar que as próprias famílias se organizem, até em programas comuns.

 

 

FÁTIMA

 

ARTE DE TODO O MUNDO

PRESENTE NA NOVA IGREJA

 

Vários artistas de renome internacional e de vários países estão responsáveis pela concretização das principais peças iconográficas da Igreja da Santíssima Trindade, que vai ser inaugurada no próximo dia 12 de Outubro, pelo Cardeal Tarcísio Bertone.

 

Os responsáveis pela obra lembram que «sendo o Santuário de Fátima um local de carácter internacional, por onde passam anualmente peregrinos de várias dezenas de nacionalidades, o novo espaço pastoral procurará que também através das obras de iconografia possa transparecer esta mesma universalidade».

O Santuário consultou os directores dos principais museus de vários países para que indicassem nomes de artistas, que foram depois convidados a apresentar as suas propostas.

Das propostas que chegaram, foi feita a seguinte selecção:

1. Entrada Principal Porta Principal – Painéis superiores laterais, de bronze: Pedro Calapez (Portugal)

2. Entrada Principal – Porta Principal –- Painéis inferiores, de vidro: Kerry Joe Kelly (Canadá)

3. Escultura do Pórtico de Entrada: Maria Loizidou (Chipre)

4. Crucifixo Interior da Igreja: Catherine Green (Irlanda)

5. Imagem de Nossa Senhora de Fátima, no Presbitério da Igreja: Benedetto Pietrogrande (Itália)

6. Parede de Fundo do Presbitério da Igreja: P. Marko Ivan Rupnik (Eslovénia)

7. Painel de Azulejos no Átrio dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo: Arq. Álvaro Siza Vieira (Portugal)

8. Estátua do Papa João Paulo II, no Exterior da Igreja: Czeslaw Dzwigaj (Polónia)

9. Cruz Alta, no Exterior (adro) da Igreja, em substituição da que foi retirada antes do início das obras: Robert Schad (Alemanha)

A nova Igreja será inaugurada na Peregrinação Internacional de Outubro, com a presença do Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano, legado de Bento XVI. Poderá conter 9000 fiéis sentados, com lugares reservados a pessoas com deficiência. Para assembleias até 3000 pessoas, o espaço da frente será separado do restante por uma divisória de 2 metros de altura.

É autor do projecto da Igreja da Santissíma Trindade o Arquitecto Alexandros Tombazis, da Grécia. O espaço tem um salão-capela de 600 lugares sentados e 32 gabinetes/confessionários, para além de uma área para peregrinos estrangeiros, com 2 capelas de 120 lugares cada e 32 gabinetes/confessionários. As 3 capelas da Reconciliação servirão também para outras celebrações.

O novo edifício forma um círculo de 125 metros de diâmetro, sem quaisquer colunas. A altura exterior ultrapassa levemente a actual colunata, permanecendo a torre da Basílica o elemento dominante.

 

 

FÁTIMA

 

A CRUZ ALTA

 

A nova Cruz Alta foi erguida junto à Igreja da Santíssima Trindade, no Santuário de Fátima, no dia 29 de Agosto, dia em que a Igreja celebra o martírio de São João Baptista, o Precursor de Jesus Cristo.

 

A obra «Cruz Alta» é da autoria do artista Robert Schad, da Alemanha, cuja proposta foi seleccionada no âmbito do concurso levado a cabo para a iconografia da Igreja da Santíssima Trindade. Feita em aço corten, tem 34 metros de altura e 17 metros de largura, ao nível dos braços.

Está assim substituída a antiga cruz, que era frequentemente o ponto de encontro de muitos peregrinos.

 

No dia 17 de Maio fora inaugurado no Santuário de Cristo Rei, em Almada, mais um marco da profunda ligação que existe entre esse local e o Santuário de Nossa Senhora de Fátima. Tratou-se da inauguração do monumento da Cruz Alta, oferecida ao Santuário de Cristo Rei pelo Santuário de Fátima no início de 2007.

A lápide descerrada no momento da inauguração, da autoria do Arquitecto Carlos Freire, perpetuará a importância daquele momento e daquele monumento: «CRUZ ALTA. Assim era conhecida no Santuário de Nossa Senhora de Fátima. Venerada na Cova da Iria desde o dia 13 de Outubro de 1951 (encerramento do Ano Santo), até ao dia 16 de Fevereiro de 2004, altura em que é retirada devido à construção da nova Igreja. Foi oferecida a este Santuário no dia 15 de Fevereiro de 2007, sendo inaugurada a 17 de Maio do mesmo ano».

O Reitor do Santuário de Cristo Rei, Pe. Sezinando Alberto, recorda a forte ligação entre os dois santuários:

«Este Santuário Nacional de Cristo Rei, de facto, está muito ligado espiritualmente ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima, uma vez que foi precisamente na Capelinha das Aparições que, no dia 20 de Abril de 1940, os Bispos portugueses fizeram um voto: caso Portugal fosse poupado à Segunda Guerra Mundial seria erguido um monumento ao Coração de Jesus, na capital do País. Por outro lado a mensagem de Paz deste Santuário, de certo modo é inspirada na mensagem desse Santuário de Fátima. É devido a esta ligação, que no dia 13 de Maio de 1959, a Imagem de Nossa Senhora de Fátima se deslocou a Lisboa para assistir à grande inauguração deste Monumento, a 17 de Maio do mesmo ano».

 


Imprimir | Voltar atrás | Página Inicial