26º Domingo Comum

30 de Outubro de 2007

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Eu vim para que tenham vida, F. da Silva, NRMS 70

Dan 3, 31.29.30.43.42

Antífona de entrada: Vós sois justo, Senhor, em tudo o que fizestes. Pecámos contra Vós, não observámos os vossos mandamentos. Mas para glória do vosso nome, mostrai-nos a vossa infinita misericórdia.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Mais uma vez nos reunimos aqui para partilharmos a celebração da fé, dispostos a continuar o seguimento de Jesus.

Pode ser que a mensagem de hoje nos volte a parecer exigente, principalmente se temos um coração tíbio. No domingo passado, ouvimos dizer: «Não podeis servir a dois senhores; não podeis servir a Deus e ao dinheiro». Hoje, por meio de uma parábola, Jesus vai falar-nos dos dois extremos da vida: do justo e do injusto, do nobre e do ordinário, do humano e do desumano. A celebração só tem sentido, se se ligar à vida.

 

Oração colecta: Senhor, que dais a maior prova do vosso poder quando perdoais e Vos compadeceis, infundi sobre nós a vossa graça, para que, correndo prontamente para os bens prometidos, nos tornemos um dia participantes da felicidade celeste. Por Nosso Senhor...

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O profeta Amós censura o comportamento do povo que abusa da paz e do bem estar para se entregar a uma vida fácil. Esta advertência do profeta é também para o nosso tempo. Escutemos o apelo actual de Deus.

 

Amós 6, 1a.4-7

Eis o que diz o Senhor omnipotente: 1a«Ai daqueles que vivem comodamente em Sião e dos que se sentem tranquilos no monte da Samaria. 4Deitados em leitos de marfim, estendidos nos seus divãs, comem os cordeiros do rebanho e os vitelos do estábulo. 5Improvisam ao som da lira e cantam como David as suas próprias melodias. 6Bebem o vinho em grandes taças e perfumam-se com finos unguentos, mas não os aflige a ruína de José. 7Por isso, agora partirão para o exílio à frente dos deportados e acabará esse bando de voluptuosos».

 

A leitura, que é uma censura do profeta do século VIII à vida opulenta e fácil, frequentemente à custa da miséria do próximo, foi escolhida em função do Evangelho de hoje.

6 «A ruína de José». O profeta pode referir-se tanto à miséria física de tantos compatriotas, como à corrupção moral que alastrava no Reino do Norte. Aqui é dado o nome de José ao Reino do Norte, em vez do nome de Efraim, corrente nos profetas, a tribo mais importante, pelo facto de Efraim ser filho de José, filho de Jacob, que não deu o seu nome a nenhuma tribo (Manassés e Efraim era filhos de José, que deram o seu nome às respectivas tribos).

 

Salmo Responsorial    Sl 145 (146), 7-10 (R.1b ou Aleluia)

 

Monição: Deus não abandona os Seus fiéis, sobretudo os mais necessitados e os mais fracos. Confiemos.

 

Refrão:         Ó minha alma, louva o Senhor.

 

Ou:                Aleluia.

 

O Senhor faz justiça aos oprimidos,

pão aos que têm fome

e a liberdade aos cativos.

 

O Senhor ilumina os olhos dos cegos,

o Senhor levanta os abatidos,

o Senhor ama os justos.

 

O Senhor protege os peregrinos,

ampara o órfão e a viúva

e entrava o caminho aos pecadores.

 

O Senhor reina eternamente.

O teu Deus, ó Sião,

é Rei por todas as gerações.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Os conselhos de S. Paulo são também para nós. Também nós devemos ser pessoas de fé, em palavras e obras, se queremos viver um cristianismo vivo e actuante.

 

1 Timóteo 6, 11-16

Caríssimo: 11Tu, homem de Deus, pratica a justiça e a piedade, a fé e a caridade, a perseverança e a mansidão. 12Combate o bom combate da fé, conquista a vida eterna, para a qual foste chamado e sobre a qual fizeste tão bela profissão de fé perante numerosas testemunhas. 13Ordeno-te na presença de Deus, que dá a vida a todas as coisas, e de Cristo Jesus, que deu testemunho da verdade diante de Pôncio Pilatos: 14Guarda este mandamento sem mancha e acima de toda a censura, até à aparição de Nosso Senhor Jesus Cristo, 15a qual manifestará a seu tempo o venturoso e único soberano, Rei dos reis e Senhor dos senhores, 16o único que possui a imortalidade e habita uma luz inacessível, que nenhum homem viu nem pode ver. A Ele a honra e o poder eterno. Amen.

 

Temos apenas três domingos com trechos da 1ª Carta a Timóteo, de que hoje se lêem apenas 6 versículos do último capítulo.

12 «Combate o bom combate da fé». Muitas vezes S. Paulo compara a vida cristã a uma luta desportiva ou mesmo guerreira, uma vez que sem esforço aturado não se pode permanecer fiel a Cristo (cf. Cor 9, 24-27; Col 1, 29; 2 Tim 4, 7).

«Fizeste tão bela profissão de fé…», no momento do Baptismo, ou, talvez como pensam alguns, antes da sua Ordenação; também poderia tratar-se simplesmente de um testemunho corajoso perante as autoridades pagãs.

15-16 É mais uma doxologia de sabor litúrgico (ver outras nesta carta: 1, 17; 3, 16), uma espécie de jaculatória de louvor a Deus, um desabafo duma alma enamorada de Deus Uno e Trino, que frequentemente S. Paulo deixou passar para os seus escritos.

 

Aclamação ao Evangelho        2 Cor 8, 9

 

Monição: Cristo, sendo rico, fez-se pobre para nos enriquecer com o Seu amor. Como respondemos a tanta bondade? Aclamemos.

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação-1, F. da Silva, NRMS 50-51

 

Jesus Cristo, sendo rico, fez-Se pobre,

para nos enriquecer na sua pobreza.

 

 

Evangelho

 

São Lucas 16, 19-31

Naquele tempo, disse Jesus aos fariseus: 19«Havia um homem rico, que se vestia de púrpura e linho fino e se banqueteava esplendidamente todos os dias. 20Um pobre, chamado Lázaro, jazia junto do seu portão, coberto de chagas. 21Bem desejava saciar-se do que caía da mesa do rico, mas até os cães vinham lamber-lhe as chagas. 22Ora sucedeu que o pobre morreu e foi colocado pelos Anjos ao lado de Abraão. Morreu também o rico e foi sepultado. 23Na mansão dos mortos, estando em tormentos, levantou os olhos e viu Abraão com Lázaro a seu lado. 24Então ergueu a voz e disse: ‘Pai Abraão, tem compaixão de mim. Envia Lázaro, para que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nestas chamas’. 25Abraão respondeu-lhe: ‘Filho, lembra-te que recebeste os teus bens em vida e Lázaro apenas os males. Por isso, agora ele encontra-se aqui consolado, enquanto tu és atormentado. 26Além disso, há entre nós e vós um grande abismo, de modo que se alguém quisesse passar daqui para junto de vós, ou daí para junto de nós, não poderia fazê-lo’. 27O rico insistiu: ‘Então peço-te, ó pai, que mandes Lázaro à minha casa paterna – pois tenho cinco irmãos – 28para que os previna, a fim de que não venham também para este lugar de tormento’. 29Disse-lhe Abraão: ‘Eles têm Moisés e os Profetas: que os oiçam’. 30Mas ele insistiu: ‘Não, pai Abraão. Se algum dos mortos for ter com eles, arrepender-se-ão’. 31Abraão respondeu-lhe: ‘Se não dão ouvidos a Moisés nem aos Profetas, mesmo que alguém ressuscite dos mortos, não se convencerão’.

 

A parábola de hoje é contada só por S. Lucas, o evangelista mais preocupado com os pobres e os desvalidos.

20 «Um pobre chamado Lázaro». Em hebraico, Eliázar significa «Deus ajuda». O facto de que é dado um nome ao pobre fez pensar a alguns Padres que não se trata duma parábola, mas dum exemplo com um fundo histórico. De qualquer modo, não é provável que Jesus se tenha servido dum conto egípcio, como alguém supôs, acrescentando-lhe os vv. 27-31.

21 «Os cães vinham lamber-lhe as chagas», um pormenor que põe em evidência a extrema miséria do pobre, pois não era para lhe servir de alívio, mas de humilhação, já que os judeus os consideravam animais impuros e por isso não os costumavam domesticar.

22-23 Segundo as teorias farisaicas da retribuição, na situação até aqui descrita, nada havia de censurável, uma vez que nesta vida cada um tem já a sorte que merece: o justo, a abundância e o bem-estar; o pecador, a miséria e o sofrimento. Com esta «parábola» Jesus pretende desfazer de vez esse equívoco corrente e ensinar a remuneração na outra vida, negada pelos saduceus. Não era que nos livros do Antigo Testamento ainda não houvesse referências suficientemente claras à outra vida, mas uma concepção demasiado imediata, utilitarista e mesmo materialista da vida por parte dos judeus levava-os a não dar a devida atenção ao que Deus já tinha revelado para o entenderem e traduzirem na vida. Aqui Jesus dá uma machadada definitiva nas falsas ideias farisaicas acerca da retribuição. A morte é o momento em que chega a hora da verdade: «o pobre morreu…, o rico morreu…» (v. 22) e a situação de cada um mudou também; o pobre «foi colocado ao lado de Abraão» (à letra, foi para o seio de Abraão), para um lugar ou estado de descanso e alegria onde estavam as almas dos justos. O rico foi metido «em tormentos», noutra zona da «mansão dos mortos» (o hádes em grego, o xeol em hebraico, em latim inferi/infernos).

Não se pense que falta à parábola qualquer motivação ética; com efeito, o pobre é agora feliz não porque antes sofreu, e o rico sofre não porque antes gozou. O rico sofre porque não fez caso do pobre, por ser dos que serviam ao dinheiro (cf. v. 13), e, por isso mesmo, não podia servir a Deus nem fazer bem ao próximo. Por outro lado, o pobre, ao ser uma figura posta em contraste, além de desgraçado seria também piedoso. Não se dá, pois, aqui uma simples inversão de papéis, mas uma verdadeira retribuição de carácter perpétuo (cf. v. 26): um abismo impede de passar de um lado para o outro. E, segundo a profunda observação de S. Gregório Magno, «não foi a pobreza que levou Lázaro ao Céu, mas a humildade; e também não foram as riquezas que impediram o rico de entrar no grande descanso, mas o seu egoísmo e infidelidade» (Hom. sobre S. Lc 40, 2).

24-31 É importante ter em conta que o diálogo entre o rico e Abraão não pode ser tomado à letra, não passa duma encenação para dar vigor ao ensino central da parábola; com efeito, os condenados não se podem mostrar arrependidos nem zelosos da salvação dos vivos, mesmo até dos seus familiares, pois carecem da virtude da caridade. Pela mesma razão, também não é válido refutar o espiritismo com os dados desta parábola, como por vezes se faz. As parábolas, enquanto tais, visam um ensinamento concreto e particular, embora nalgumas se tenha vindo a dar, mesmo já na tradição prévia à sua redacção nos Evangelhos canónicos, um valor alegórico a alguns elementos secundários, conforme põem em relevo muitos estudos científicos da actualidade sobre as parábolas de Jesus.

31 Moisés e os Profetas, isto é, os ensinamentos do Antigo Testamento. Para quem não quer obstinadamente crer, os milagres não valem nada, já que Deus respeita a nossa liberdade; esta é também uma lição da parábola.

 

Sugestões para a homilia

 

1. Um olhar sobre os bens

2. «Têm as Escrituras, que as oiçam»!

1. Um olhar sobre os bens

A liturgia deste domingo propõe-nos, de novo, a reflexão sobre a nossa relação com os bens deste mundo. Convida-nos a vê-los, não como algo que nos pertence de forma exclusiva, mas como dons que Deus colocou nas nossas mãos, para que os administremos e partilhemos com gratuidade e amor.

Na primeira leitura, o profeta Amós volta a denunciar violentamente uma classe dirigente ociosa, que vive no luxo à custa da exploração dos pobres e que não se preocupa minimamente com o sofrimento e a miséria dos humildes. Por isso, o profeta anuncia que Deus não vai pactuar com esta situação, pois este sistema de egoísmo e injustiça não tem nada a ver com o projecto que Deus sonhou para o mundo.

Por seu lado, o Evangelho apresenta-nos, através da parábola do rico e de Lázaro para dar-nos uma bela lição sobre a posse dos bens.

Lucas põe em cena um homem rico que vivia fechado no luxo, «que se vestia de púrpura e linho fino e se banqueteava esplendidamente todos os dias», um homem sem compaixão que não tinha qualquer olhar para o pobre Lázaro que, faminto, estava à sua porta.

E nós hoje? Ricos ou não, diante de todos os desastres do mundo, diante da pobreza à nossa volta... temos um olhar diferente para com todos os «Lázaros» da nossa sociedade ou ficamo-nos por um simples relance no ecrã da televisão? Ouvimos os golpes discretos à nossa porta ou estamos prontos a dar-lhes assistência?

2. «Têm as Escrituras, que as oiçam»!

Porém, parece-me que o cerne desta parábola é a voz de Abraão em resposta ao pedido sofrido do rico, que lhe pede que mande Lázaro à sua «casa paterna» avisar os seus irmãos, «a fim de que não venham também para este lugar de tormento». Abraão responde-lhe: «Eles têm Moisés e os Profetas: que os oiçam», que é como dizer: «Têm as Escrituras, que as oiçam»!

Também nós estamos sempre à espera de um aviso de Deus, de um milagre ou favor particular qualquer. Por vezes, encontramos pessoas vivendo de tal modo que dão a sensação de só se converterem se Deus lhes vier pedir por favor ou avisar de algum mal iminente. Até lá, não querem saber de Deus para nada. E se calhar, até a nós, inconscientemente, nos acontece o mesmo!

Às tantas dava jeito se recebêssemos um sinal ou uma mensagem especial. E vamo-nos justificando com o «Se nós soubéssemos... tínhamos mais juízo».

Não estejamos, pois, à espera de sinais mirabolantes, de um orador especial com dotes de comunicação, de algum cataclismo, de milagres ou de coisas afins.

Abraão previne-nos: não esperemos mais nada da parte de Deus. Ele já disse tudo o que tinha para nos dizer. Está na Sagrada Escritura; ela é a Palavra de Deus.

Mais: o Evangelho termina com Abraão a dizer: «Se não dão ouvidos a Moisés nem aos Profetas, também não se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dos mortos». Ou seja, se não acreditamos em toda a Revelação de Deus, naquilo que a Bíblia e a Igreja nos diz, também não há-de ser a ressurreição de Cristo que nos convencerá de Deus.

Temos de dar ouvidos à Palavra de Deus que em tantos santos e santas fez maravilhas, a começar por Nossa Senhora. Nas coisas grandes que fizeram, estes grandes heróis da fé começaram sempre pela escuta da Palavra e deixaram-se animar pela verdade que ela contém.

E é esta verdade da Palavra de Deus que modifica as vidas... e, pela vida, modifica o mundo.

 

 

Oração Universal

 

Oremos, irmãos, a Deus Nosso Pai, por intermédio de Jesus Cristo.

 

1.  Pela Santa Igreja, Mãe e Mestra da verdade:

para que se mantenha sempre fiel à sua missão,

e nos eduque nos caminhos de Deus,

oremos, irmãos.

 

2.  Pela nossa Pátria e seus governantes:

para que facilitem, por leis justas e dignas, o bem de todos os povos,

oremos, irmãos.

 

3.  Por todos nós aqui reunidos:

para que nos faça crescer na fé, na esperança e na caridade,

e nos abra as portas da bem-aventurança,

oremos, irmãos.

 

4.  Pela nossa comunidade paroquial:

para que aprendamos a viver na caridade fraterna, na ajuda aos outros,

oremos, irmãos.

 

5.  Pelos nossos irmãos falecidos:

para que sejam aliviados das penas do purgatório

e subam quanto antes para a Casa do Pai,

oremos, irmãos.

 

Deus todo poderoso, ouvi a nossa oração

e concedei-nos tudo quanto com fé Vos pedimos.

Por Nosso Senhor...

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Atei os meus braços, M. Faria, NRMS 9 (II)

 

Oração sobre as oblatas: Deus de misericórdia infinita, aceitai esta nossa oblação e fazei que por ela se abra para nós a fonte de todas as bênçãos. Por Nosso Senhor...

 

Santo: F. da Silva, NRMS 14

 

Monição da Comunhão

 

Celebrar a Eucaristia é anunciar a morte redentora de Cristo até que Ele venha. Ao participarmos nela, pela comunhão, renovamo-nos na alma e no corpo.

 

Cântico da Comunhão: Senhor eu creio que sois Cristo, F. da Silva, NRMS 67

cf. Sl 118, 9-5

Antífona da comunhão: Senhor, lembrai-Vos da palavra que destes ao vosso servo. A consolação da minha amargura é a esperança na vossa promessa.

Ou:    1 Jo 3, 16

Nisto conhecemos o amor de Deus: Ele deu a vida por nós; também nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos.

 

Oração depois da comunhão: Fazei, Senhor, que este sacramento celeste renove a nossa alma e o nosso corpo, para que, unidos a Cristo neste memorial da sua morte, possamos tomar parte na sua herança gloriosa. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Acabámos de celebrar a fé à luz da Palavra de Deus. Oxalá que ambas tenham influência na nossa vida pessoal e social. A solidariedade e a mútua ajuda são a palavra de ordem para o nosso compromisso desta semana. Que o sentido comunitário e a atenção em relação aos que vivem ao nosso lado sejam valores que sobressaiam em cada um de nós. Ponhamos em prática estes desejos. Que O Espírito Santo nos ilumine e nos faça descobrir a felicidade, servindo e amando.

 

Cântico final: Ficai connosco Senhor, M. Borda, NRMS 43

 

 

Homilias Feriais

 

26ª SEMANA

 

feira, 1-X: Modelo para a Comunhão eucarística.

Zac 8, 1-8 / Lc 9, 46-50

E quem me acolher, acolhe Aquele que me enviou, pois quem for o mais pequeno entre vós é que é grande.

Cuidemos esmeradamente a nossa Comunhão eucarística, com desejos de purificação; procurando viver na presença do Senhor durante o dia; cumprindo melhor os nossos deveres quotidianos; desagravando o Senhor quando cometemos alguma falta; dizendo algumas comunhões espirituais.

Recebamos o Senhor como a Virgem Maria: «E o olhar extasiado de Maria, quando contemplava o rosto de Cristo recém-nascido e o estreitava nos seus braços, não é porventura o modelo inatingível de amor em que se devem inspirar todas as nossas comunhões eucarísticas?» (IVE, 55).

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:       Nuno Westwood

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilias Feriais:                 Nuno Romão

Sugestão Musical:              Duarte Nuno Rocha

 


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