Nossa Senhora das Dores

15 de Setembro de 2007

 

Memória

 

O Evangelho desta memória é próprio.

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Virgem dolorosa, M. Faria, NRMS 13

Lc 2, 34-35

Antífona de entrada: Simeão disse a Maria: Este Menino será sinal de contradição, para ruína e salvação de muitos em Israel e uma espada trespassará a tua alma.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Ao longo do ano o povo cristão não se cansa de invocar a Mãe do Céu. Ela tudo merece. Hoje somos  convidados a meditar no Seu sofrimento, celebrando Nossa Senhora das Dores. Se cumprirmos o que nos pede, a tristeza converter-se-á em alegria...

 

Oração colecta: Senhor, que, na vossa admirável providência, quisestes que, junto do vosso Filho, elevado sobre a cruz, estivesse sua Mãe, participando nos seus sofrimentos, concedei à vossa Igreja que, associada com Maria à paixão de Cristo, mereça ter parte na sua ressurreição. Por Nosso Senhor...

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Jesus sofreu por todos nós. Com a Cruz alcançou-nos a salvação. Ofereçamos o nosso sofrimento ao Senhor.

 

Hebreus 5, 7-9

7Nos dias da sua vida mortal, Cristo dirigiu preces e súplicas, com grandes clamores e lágrimas, Àquele que O podia livrar da morte e foi atendido por causa da sua piedade. 8Apesar de ser Filho, aprendeu a obediência no sofrimento 9e, tendo atingido a sua plenitude, tornou-Se para todos os que Lhe obedecem causa de salvação eterna.

 

Este texto pequeno, mas deveras impressionante – há mesmo estudiosos que o consideram um extracto de um antigo hino a Cristo –, é tirado da parte central do célebre discurso, que é esta epístola (Hebr 4, 14 – 7, 28), onde se desenvolve o tema do sacerdócio de Cristo, o sumo sacerdote perfeito, que supera completamente o sacerdócio levítico.

7 Este versículo parece evocar o relato da agonia de Jesus no Jardim das Oliveiras (cf. Mt 26, 36-44). «Preces e súplicas»: estas duas palavras sinónimas correspondem a uma expressão grega da época usada nos pedidos a uma alta autoridade; o uso do plural sugere a insistência na oração, segundo o «prolixius orabat» de Lc 22, 43. «Com um grande clamor e lágrimas»: os ensinos rabínicos sobre a oração referem três graus ascendentes: a prece (em silêncio), os gritos, e as lágrimas (como a forma mais elevada da oração). Os Evangelhos só falam de um forte brado de Jesus, na Cruz (Lc 23, 46), mas é de supor que se conhecessem pela tradição oral, pormenores da oração no horto que justificariam tão impressionante expressão.

«Foi atendido»: em quê? É difícil de dizer, a tal ponto que Harnack pensa numa corrupção do texto original: «não foi atendido»; limitamo-nos a referir as explicações mais viáveis. Jesus não obteve a libertação do cálice de amargura, mas alcançou a coragem para enfrentar a sua Paixão identificando-se plenamente com a vontade do Pai. Ou então, como pensam outros, Jesus foi atendido ao ser livre da morte pela sua ressurreição, o que lhe permite exercer o seu sacerdócio eterno (cf. 7, 24; 10, 10), com efeito, «a sua morte era essencial para o seu sacerdócio, mas se Ele não fosse salvo da morte pela ressurreição, não seria agora o sumo sacerdote do seu povo» (J. H. Neyrey).

8 «Aprendeu a obediência no sofrimento», ou, melhor, «por aquilo que sofreu», ou também, «aprendeu, de quanto sofrera, o que é obedecer». Trata-se de uma aprendizagem não teórica, mas experimental, existencial. Aprender através do sofrimento era um lugar comum na literatura grega, e até havia esta máxima: «os sofrimentos são lições». O que aqui há de particular é a aplicação à aprendizagem da obediência. No entanto, a obediência de Jesus na sua Paixão só é referida em mais dois lugares do N. T.: Rom 5, 19 e Filp 2, 8. Não se pense que a Jesus, por ser Deus, Lhe custava menos o sofrimento, antes pelo contrário, pois o sofrimento é directamente proporcional à dignidade da pessoa que sofre.

9 «Tendo atingido a sua plenitude». Esta tradução não deixa ver uma das ideias centrais da epístola, que é a de «perfeição», pelo que seria preferível a tradução do Cón. Falcão, «chegado à perfeição» ou a da Difusora Bíblica, «tornado perfeito». Note-se que a perfeição de que aqui se fala não é a do amadurecimento na virtude, mas a que advém a Jesus pelo exercício do seu sumo sacerdócio com a consumação da obra salvadora pela oferta do sacrifício da nova aliança: «a obediência de Jesus leva-o à sua consagração sacerdotal, que, por sua vez, O torna apto para salvar aqueles que Lhe obedecem» (The new Jerome Biblical Commentary, p. 929).

 

Salmo Responsorial    Sl 30 (31), 2-3ab.3cd-4.5-6.15-16ab.20 (R. 17b)

 

Monição: Que a Virgem Santíssima nos encaminhe a todos para o Senhor pois só n’Ele alcançamos a salvação.

 

Refrão:         Salvai-me, Senhor, pela vossa bondade.

 

Em Vós, Senhor, me refugio, jamais serei confundido,

pela vossa justiça, salvai-me.

Inclinai para mim os vossos ouvidos,

apressai-vos em me libertar.

 

Sede a rocha do meu refúgio

e a fortaleza da minha salvação

porque Vós sois a minha força e o meu refúgio,

por amor do vosso nome, guiai-me e conduzi-me.          

 

Livrai-me da armadilha que me prepararam,

porque Vós sois o meu refúgio.

Em vossas mãos entrego o meu espírito,

Senhor, Deus fiel, salvai-me.

 

Eu, porém, confio no Senhor:

Disse: «Vós sois o meu Deus,

nas vossas mãos está o meu destino».

Livrai-me das mãos dos meus inimigos.

 

Como é grande, Senhor, a vossa bondade

que tendes reservada para os que Vos temem:

à vista da vossa face, Vós a concedeis

àqueles que em Vós confiam.

 

Sequência

 

A sequência é facultativa e pode cantar-se ou recitar-se por inteiro ou em forma breve: a partir da estrofe *Maria, fonte de amor.

 

Estava a Mãe dolorosa,

Junto da cruz lacrimosa,

Enquanto Jesus sofria.

 

Uma longa e fria espada,

Nessa hora atribulada,

O seu coração feria.

 

Oh quão triste e tão aflita

Padecia a Mãe bendita,

Entre blasfémias e pragas,

 

Ao olhar o Filho amado,

De pés e braços pregado,

Sangrando das Cinco Chagas!

 

Quem é que não choraria,

Ao ver a Virgem Maria,

Rasgada em seu coração,

 

Sem poder em tal momento,

Conter as fúrias do vento

E os ódios da multidão!

 

Firme e heróica no seu posto,

Viu Jesus pendendo o rosto,

Soltar o alento final.

 

Ó Cristo, por vossa Mãe,

Que é nossa Mãe também,

Dai-nos a palma imortal.

 

* Maria, fonte de amor,

Fazei que na vossa dor

Convosco eu chore também.

 

Fazei que o meu coração

Seja todo gratidão

A Cristo de quem sois Mãe.

 

Do vosso olhar vem a luz

Que me leva a ver Jesus

Na sua imensa agonia.

 

Convosco, ó Virgem, partilho

Das penas do vosso Filho,

Em quem minha alma confia.

 

Mãos postas, à vossa beira,

Saiba eu, a vida inteira,

Guiar por Vós os meus passos.

 

E quando a noite vier,

Eu me sinta adormecer

No calor dos vossos braços.

 

Virgem das Virgens, Rainha,

Mãe de Deus, Senhora minha,

Chorar convosco é rezar.

 

Cada lágrima chorada

Lembra uma estrela tombada

Do fundo do vosso olhar.

 

No Calvário, entre martírios,

Fostes o Lírio dos lírios,

Todo orvalhado de pranto.

 

Sobre o ódio que O matava,

Fostes o amor que adorava

O Filho três vezes santo.

 

A cruz do Senhor me guarde,

De manhã até à tarde,

A minha alma contrita.

 

E quando a morte chegar,

Que eu possa ir repousar

À sua sombra bendita.

 

Aclamação ao Evangelho       

 

Monição: A presença de Maria Santíssima no Calvário junto de Jesus dá-nos a certeza de que nos momentos de dor não estamos sós porque Ela nunca nos abandona.

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação-1, F. da Silva, NRMS 50-51

 

Bendita seja a Virgem Maria, que, sem passar pela morte,

mereceu a palma do martírio, ao pé da cruz do Senhor. Refrão

 

 

Evangelho

 

São João 19, 25-27

Naquele tempo, 25estavam junto à cruz de Jesus sua Mãe, a irmã de sua Mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. 26Ao ver sua Mãe e o discípulo predilecto, Jesus disse a sua Mãe: «Mulher, eis o teu filho». 27Depois disse ao discípulo: «Eis a tua Mãe». E a partir daquela hora, o discípulo recebeu-a em sua casa.

 

Repare-se na solenidade deste relato: é uma cena central entre as cinco relatadas por João no Calvário; a Virgem Maria é mencionada 6 vezes em 3 versículos, e há o recurso a uma fórmula solene de revelação («ao ver… disse… eis…»). Isto deixa ver que não se trata dum simples gesto de piedade filial de Jesus para com a sua Mãe a fim de não a deixar ao desamparo, mas que o Evangelista lhe atribui um significado simbólico profundo; com efeito, chegada a hora de Jesus, é a hora de Ela assumir (cf. Jo 2, 4) o seu papel de nova Eva (cf. Gn 3, 15) na obra redentora. A designação de «Mulher» assume, na boca do Redentor, o novo Adão, o sentido da missão co-redentora de Maria: não é chamada Mãe, mas sim Mulher, como nova Eva, Mãe da nova humanidade, por alusão à «mulher» da profecia messiânica de Gn 3, 15. Por outro lado, Ela é a mulher que simboliza a Igreja (cf. Apoc 12, 1-18), a mãe dos discípulos de Jesus representados no discípulo amado, que «a acolheu como coisa própria». A tradução mais corrente deste inciso (seguida pela tradução litúrgica) é: «recebeu-a em sua casa», mas esta forma de tradução empobrece de modo notável o rico sentido originário da expressão grega «élabon eis idía», uma expressão usada mais quatro vezes em S. João, mas nunca neste sentido; com efeito, a expressão idía – «as coisas próprias» – significa muito mais do que a própria casa, indica tudo o que é próprio da pessoa, a sua intimidade. A tradução «recebeu-a como sua» corresponde melhor ao sentido original.

É também de notar que S. João, ao contrário dos restantes Evangelistas, nunca se refere a Nossa Senhora com o nome de Maria; sempre a designa como a Mãe (de Jesus), um indício de ser tratada realmente como mãe; com efeito, ninguém jamais nomeia a própria mãe com o nome dela: para o filho a mãe é simplesmente a mãe!

 

Em vez do Evangelho precedente, pode ler-se o seguinte:

 

São Lucas 2, 33-35

Naquele tempo, 33o pai e a mãe do Menino Jesus estavam admirados com o que se dizia d’Ele. 34Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua Mãe: «Este Menino foi estabelecido para que muitos caiam ou se levantem em Israel e para ser sinal de contradição 35 e uma espada trespassará a tua alma – assim se revelarão os pensamentos de todos os corações».

 

33-34 «Simeão», de quem não temos mais notícias (não se diz que era velho e que fosse filho de Hillel e pai de Gamaliel I é pura suposição), aparece como um dos «piedosos» do judaísmo que esperava não um messias revolucionário (como os zelotas) mas o verdadeiro Salvador, «a consolação de Israel» (v. 25). Apesar do que se diz no v. 34, não parece ser sacerdote, não estando no serviço do templo, mas tendo vindo lá «movido pelo Espírito» (v. 27).

A naturalidade com que S. Lucas chama a S. José «pai de Jesus» não implica qualquer contradição com o que antes afirmou em 1, 26-38. Aqui visa o poder e missão paterna, de modo nenhum a ascendência carnal. «A «espada» de dor pré-anunciada a Maria anuncia essa outra oblação, perfeita e única, da cruz, que trará a salvação que Deus «preparou diante de todos os povos» (v. 31)» (Catecismo da Igreja Católica, nº 529).

35 «Assim se revelarão os pensamentos de todos os corações». Estas palavras ligam-se a «sinal de contradição». É que, diante de Jesus, não há lugar para a neutralidade: a sua pessoa, a sua obra e a sua mensagem fazem com que os homens revelem o seu interior, tomando uma atitude pró ou contra; a aceitação e a fé será, para muitos, motivo de salvação, ou «ressurgimento espiritual»: de que «se levantem»; ao passo que a rejeição culpável será motivo de que muitos se condenem: de que «muitos caiam».

 

Sugestões para a homilia

 

Festejemos Nossa Senhora

Rezemos a Nossa Senhora

Festejemos Nossa Senhora

As festas e solenidades que a Igreja celebra em honra de Nossa Senhora são sempre uma oportunidade para vermos se estamos a amá-l’A como Ela nos ama...

Saudamos Maria Santíssima, concebida sem pecado original. Sabemos que foi sempre virgem e pura, tendo dito a Bernardete quando lhe apareceu em Lourdes no ano de 1858: Eu sou a Imaculada Conceição.

Damos os parabéns a Maria no dia do Seu nascimento. Para além das velas e flores, queremos que fique contente connosco, oferecendo-Lhe o nosso coração, a nossa vida.

Rezamos muitas vezes a Avé Maria, recordando a saudação do Anjo a Nossa Senhora e a recepção calorosa que Isabel Lhe fez quando recebeu a Sua visita. Acreditamos que assim obtemos do Céu inúmeras graças.

Associamo-nos às dores de Maria quando sofre por ninguém a acolher no nascimento de Jesus, quando tem de fugir do ímpio Herodes que quer matar o Menino, quando O perde aos 12 anos de idade no Templo e, sobretudo, quando está presente na paixão e morte de Jesus.

Alegramo-nos com Maria, elevada ao Céu em corpo e alma para, junto de Jesus, interceder pela nossa salvação.

Maria é a Senhora do Rosário. Quantas pessoas que viveram antes de nós alcançaram a Salvação rezando o Terço! Rezemo-lo diariamente e também nós seremos santos.

Maria Santíssima é Mãe de Jesus que é Deus. Com Ela seguimos o caminho mais seguro para O encontrarmos e vivermos sempre com Ele.

Maria é a Rainha do Céu e da Terra. Com todos os anjos e santos pedimos-Lhe que esteja sempre connosco e nada nos faltará.

Ficamos imensamente felizes por ter escolhido, em 1917, Portugal para pedir penitência e oração. Com a ajuda dos videntes: Jacinta, Francisco e Lúcia, sejamos fiéis à mensagem de Fátima. A guerra dará lugar à Paz pois em breve se concretizará a profecia ali anunciada por Nossa Senhora: Por fim o Meu Imaculado Coração triunfará.

Confiemos ao Seu amor de Mãe todos os Seus filhos.

Rezemos a Nossa Senhora

Mãe do Céu, olha pelas crianças que precisam de quem as defenda para poderem nascer e crescerem livres dos perigos que encontrarão na infância e adolescência!

Mãe do Céu, anima os jovens para que intervenham na construção dum mundo novo onde toda a gente seja feliz!

Mãe do Céu, abençoa as famílias a fim de que afastem ódios, divisões e divórcio para que nelas brilhe o amor de Deus!

Mãe do Céu, vem ao encontro dos doentes que precisam da Tua ajuda para levarem com resignação e alegria a sua cruz!

Mãe do Céu, não esqueças os idosos e abandonados que precisam da Tua companhia para não estarem sós e assim viverem felizes cada dia!

Mãe do Céu, dá força e coragem aos que se deixaram cair nas malhas da droga, do vício e do pecado para que voltem de novo à prática do bem a fim de  encontrarem novamente a alegria de viver!

Mãe do Céu, fica com todos os que se consagram inteiramente como Tu a Deus no serviço do Reino para que permaneçam fiéis até ao fim!

Mãe do Céu, porquê as bombas, os atentados, os raptos, as guerras que provocam sofrimento atroz, orfandade, morte? Com Teu coração maternal intervém para que possamos viver em segurança, em felicidade e em paz!

Mãe do Céu, aconselha os cristãos a viverem em unidade na única Igreja que Jesus fundou; inspira os que professam religiões diferentes para abraçarem a verdadeira Fé; faz com que todos os crentes trabalhem por um mundo melhor!

Mãe do Céu, concede-nos tudo o que for melhor para nós neste mundo e aceita o nosso coração, a nossa vida!

Senhora, obrigado por seres nossa Mãe! Acompanha-nos sempre neste mundo. E, quando o Senhor nos vier chamar, conduz-nos ao Céu pois Contigo queremos viver felizes para sempre. Amém!

 

 

Oração Universal

 

Chegou o momento de fazermos os nossos pedidos ao Senhor.

Ele está disponível para nos atender.

Com a Virgem Maria rezemos:

 

1.  Para que a Santa Igreja continue no mundo

a acção salvadora d’Aquele que a amou

até ao ponto de por ela morrer pregado na Cruz,

por intercessão de Maria,

oremos, irmãos.

 

2.  Para que os doentes e todos os que sofrem não desanimem

e ofereçam a sua vida de dor a Jesus pela salvação da humanidade,

por intercessão de Maria,

oremos, irmãos.

 

3.  Para que todos os povos,

meditando nas consequências trágicas da guerra,

preparem uma nova era de paz para o mundo,

por intercessão de Maria ,

oremos, irmãos.

 

4.  Para que as famílias das nossas comunidades

encontrem na Sagrada Família um exemplo a seguir

e uma bênção para as suas vidas,

por intercessão de Maria,

oremos, irmãos.

 

5.  Para que vivamos sempre unidos a Jesus,

no cumprimento integral da Sua vontade,

por intercessão de Maria,

oremos, irmãos.

 

6.  Para que os nossos familiares, amigos falecidos

e as almas do Purgatório alcancem no Céu

a felicidade desejada neste mundo,

por intercessão de Maria,

oremos, irmãos.

 

Senhor nosso Deus e nosso Pai,

dignai-vos, pela Vossa misericórdia

e  intercessão da Santíssima Virgem Maria,

atender as nossas preces,

concedendo-nos o que for melhor para nós.

Por N. S. J. C. Vosso Filho que é Deus Convosco

na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Vimos trazer, Senhor, M. Faria, 20 Cânticos para a missa

 

Oração sobre as oblatas: Aceitai, Deus de misericórdia, para glória do vosso nome, as nossas orações e as nossas ofertas, ao celebrarmos a memória da Virgem Santa Maria, que nos destes como Mãe bondosa, junto da cruz do vosso Filho, Jesus Cristo, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio de Nossa Senhora I [na festividade], p. 486 [644 756], ou II, p. 487

 

Santo: M. Luis, NCT 297

 

Monição da Comunhão

 

Maria deu-nos Jesus. Que nos ajude a viver em Graça a fim de O podermos receber sacramentalmente para sermos perfeitos e santos.

 

Cântico da Comunhão: O Corpo de Jesus é alimento, A. Cartageno, NRMS 60

1 Pedro 4,13

Antífona da comunhão: Alegrai-vos, se participardes nos sofrimentos de Cristo, porque será plena a vossa alegria, quando se manifestar a sua glória.

 

Oração depois da comunhão: Senhor, que nos alimentastes com o sacramento da redenção eterna, ao celebrarmos as dores da Virgem Santa Maria, ajudai-nos a completar em nós, em benefício da Igreja, o que falta à paixão de Cristo, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Foi tão bom estarmos aqui reunidos, celebrando Nossa Senhora das Dores! Quem não se sente feliz junto da Mãe ?!...Mas temos de partir. Lá fora esperam-nos todos aqueles que precisam de nós para os ajudarmos a caminhar ao Seu encontro ...

 

Cântico final: Virgem Mãe do mesmo Deus, M. Luis, NRMS 10 (II)

 

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:       Aurélio Araújo Ribeiro

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Sugestão Musical:              Duarte Nuno Rocha

 


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