Santa Maria Mãe de Deus

D. M. da Paz

01 de Janeiro de 2007

 

Na Oitava do Natal do Senhor

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Salvé, Ó Virgem Maria, C. Silva, NCT 316

Sedúlio

Antífona de entrada: Salvé, Santa Mãe, que destes à luz o Rei do céu e da terra.

 

Ou

cf. Is 9, 2.6; Lc 1, 33

Hoje sobre nós resplandece uma luz: nasceu o Senhor. O seu nome será Admirável, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz. E o seu reino não terá fim.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

«Eu sou mãe!» é uma fórmula simples, um poema de amor. Eu sou mãe! – diz a natureza que nos dá o pão, a água, a árvore que nos acoberta, nativos para trabalho, progresso e vida. De igual forma o diz o arcanjo do bem que o Eterno colocou junto do nosso berço para que o alimento nos revigore e um sorriso nos alumie.

A ciência assim se diz trabalhando pela posse da verdade.

A religião e a Igreja são verdadeiras mães.

Eu sou mãe diz-nos aquela criatura privilegiada e única, MARIA SANTÍSSIMA, MÃE DE JESUS, que recebeu a missão de nos proteger como seus filhos adoptivos.

 

Oração colecta: Senhor nosso Deus, que, pela virgindade fecunda de Maria Santíssima, destes aos homens a salvação eterna, fazei-nos sentir a intercessão daquela que nos trouxe o Autor da vida, Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Peçamos ao Senhor as Suas bênçãos para nós e para todos os que trabalham pela paz, liberdade e justiça.

 

Números 6, 22-27

22O Senhor disse a Moisés: 23«Fala a Aarão e aos seus filhos e diz-lhes: Assim abençoareis os filhos de Israel, dizendo: 24‘O Senhor te abençoe e te proteja. 25O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e te seja favorável. 26O Senhor volte para ti os seus olhos e te conceda a paz’. 27Assim invocarão o meu nome sobre os filhos de Israel e Eu os abençoarei».

 

24-26 Esta é uma bênção própria da liturgia judaica, ainda hoje usada. É tripla e crescente: com três palavras a primeira; com 5 palavras e com 7 as seguintes (no original hebraico). A tríplice invocação do Senhor, faz-nos lembrar a bênção da Igreja, em nome das Três Pessoas da SS. Trindade.

Quando, ao começar o ano civil, nos saudamos desejando Ano Novo feliz, aqui temos as felicitações, isto é, as bênçãos que o Senhor – e a Igreja – nos endereça.

 

Salmo Responsorial      Sl 66 (67), 2-3.5.6 e 8 (R. 2a)

 

Refrão:         Deus Se compadeça de nós

                      e nos dê a sua bênção.

 

Deus Se compadeça de nós e nos dê a sua bênção,

resplandeça sobre nós a luz do seu rosto.

Na terra se conhecerão os seus caminhos

e entre os povos a sua salvação.

 

Alegrem-se e exultem as nações,

porque julgais os povos com justiça

e governais as nações sobre a terra.

 

Os povos Vos louvem, ó Deus,

todos os povos Vos louvem.

Deus nos dê a sua bênção

e chegue o seu temor aos confins da terra.

 

Segunda Leitura

 

Monição: A escolha de Maria para mãe do Filho de Deus contribuiu para nosso resgate e liberdade e nos tornarmos filhos adoptivos de Deus.

 

Gálatas 4, 4-7

Irmãos: 4Quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher e sujeito à Lei, 5para resgatar os que estavam sujeitos à Lei e nos tornar seus filhos adoptivos. 6E porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: «Abbá! Pai!». 7Assim, já não és escravo, mas filho. E, se és filho, também és herdeiro, por graça de Deus.

 

O texto escolhido para hoje corresponde à única vez que S. Paulo, em todas as suas cartas, menciona directamente a Virgem Maria. Não deixa de ser interessante a alusão à Mãe de Jesus, sem mencionar o pai, o que parece insinuar a maternidade virginal de Maria.

5 Segundo o pensamento paulino, Cristo, sofrendo e morrendo, satisfaz as exigências punitivas da Lei, que exigia a morte do pecador; assim «resgatou os que estavam sujeitos à Lei» e mereceu-nos vir a ser filhos adoptivos de Deus. O Natal é a festa do nascimento do Filho de Deus e também a da nossa filiação divina.

6 «Abbá». Porque somos realmente filhos de Deus, podemos dirigirmo-nos a Ele com a confiança de filhos pequenos e chamar-Lhe, à maneira das criancinhas: «Papá». «Abbá» é o diminutivo carinhoso com que ainda hoje, em Israel, os filhos chamam pelo pai (abbá). S. Paulo, escrevendo em grego e para destinatários que na maior parte não sabiam hebraico, parece querer manter a mesma expressão carinhosa e familiar com que Jesus se dirigia ao Pai, a qual teria causado um grande impacto nos próprios discípulos, porque jamais um judeu se tinha atrevido a invocar a Deus desta maneira; esta é a razão pela qual a tradição não deixou perder esta tão significativa palavra original de Jesus.

 

Aclamação ao Evangelho          Hebr 1, 1-2

 

Monição: O cântico dos anjos chama a Belém a adoração dos pastores e a vassalagem dos reis.

S. Lucas dá-nos palavras núncias de resgate e pregoeiras de reconciliação entre o céu e a terra.

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação – 3,F. da Silva, NRMS 50-51

 

Muitas vezes e de muitos modos falou Deus antigamente aos nossos pais pelos Profetas.

Nestes dias, que são os últimos, Deus falou-nos por seu Filho.

 

 

Evangelho

 

São Lucas 2, 16-21

Naquele tempo, 16os pastores dirigiram-se apressadamente para Belém e encontraram Maria, José e o Menino deitado na manjedoura. 17Quando O viram, começaram a contar o que lhes tinham anunciado sobre aquele Menino. 18E todos os que ouviam admiravam-se do que os pastores diziam. 19Maria conservava todas estas palavras, meditando-as em seu coração. 20Os pastores regressaram, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, como lhes tinha sido anunciado. 21Quando se completaram os oito dias para o Menino ser circuncidado, deram-Lhe o nome de Jesus, indicado pelo Anjo, antes de ter sido concebido no seio materno.

 

Texto na maior parte coincidente com o do Evangelho da Missa da Aurora do dia de Natal (ver notas supra).

21 Repetidas vezes se insiste em que o nome de Jesus é um nome designado por Deus: o nome, etimologicamente, significa aquilo que Jesus é na realidade, «Yahwéh que salva».

 

Sugestões para a homilia

 

Nasceu da Virgem Maria

É a única vez que o «Credo» fala de Maria, mas as simples palavras a esculpem em toda a sua dignidade: É Mãe de Deus e é Virgem.

 

1. É o mais alto título de Maria Santíssima. Todos os outros privilégios são uma consequência desta dignidade: Ela é mãe, conforme a humanidade, da pessoa do Verbo encarnado (Deus), que tem em si a humanidade e a divindade unidas (Sum. Theol. III).

 

2. Jesus devendo ser homem – para poder reunir – devia assumir a carne humana e tomou-a de Maria. Maria ofereceu a Deus seu amor e sua dedicação, consentindo a encarnação (conf. Cad. O Rosário); ofereceu a sua carne, o seu sangue, gerando o Infante divino e dando-O à luz.

Jesus deve a Maria: Seu corpo, com a sua beleza e perfeição; as qualidades da alma que dependem da perfeição do corpo, a sua existência terrena. (de O Credo)

 

3. Dignidade de Maria:

Cristo recompensa Maria com a sua munificiência de Deus.

Preserva-a Imaculada, torna-a cheia de Graça, ama-a com todo o seu coração de homem – Deus, associa-a à obra da Redenção (co-redentora), ao seu triunfo na morte (Assunção), ao seu reino eterno (Maria Rainha). (conf. Cad. O Rosário)

 

4. A maternidade de Maria não se limita a Jesus, cabeça do corpo místico, mas entende-se a todos os seus membros; por meio dela nos chegam todas as graças, unida como está a Cristo, com a sua força de omnipotência suplicante.

 

Fala o Santo Padre

 

Queridos irmãos e irmãs

Neste primeiro dia do ano, a Igreja fixa o olhar na celeste Mãe de Deus, que traz nos braços o Menino Jesus, fonte de toda a bênção. «Salve, santa Mãe canta a liturgia: tu deste à luz o Rei que governa o céu e a terra pelos séculos dos séculos». No coração materno de Maria ressoou, enchendo-o de admiração, o anúncio dos anjos de Belém: «Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por ele amados» (Lc 2, 14). E o Evangelho acrescenta também que Maria «conservava todas estas coisas, meditando-as no seu coração» (Lc 2, 19). Como Ela, também a Igreja conserva e medita a Palavra de Deus, confrontando-a com as diversas e mutáveis situações que encontra ao longo do seu caminho.

Ao olharmos Cristo, vindo sobre a terra para nos dar a sua paz, nós celebramos no primeiro dia do ano o «Dia Mundial da Paz», que começou por iniciativa do Papa Paulo VI, há trinta e oito anos.

Na minha primeira Mensagem para esta ocasião, quis retomar um tema recorrente no magistério dos meus venerados Predecessores, a partir da memorável Encíclica Pacem in terris, do beato Papa João XXIII a verdade como fundamento de uma paz autêntica. «Na verdade, a paz»: este é o tema que proponho à reflexão de todas as pessoas de boa vontade. Quando o homem se deixa iluminar pelo esplendor da verdade, torna-se interiormente corajoso artífice de paz. Do tempo litúrgico que estamos a viver chega até nós uma grande lição: para acolher o dom da paz, devemos abrir-nos à verdade que foi revelada na pessoa de Jesus, que nos ensinou o «conteúdo» juntamente com o «método» da paz, isto é, o amor. De facto, Deus, que é o Amor perfeito e subsistente, revelou-se em Jesus, assumindo a nossa condição humana. Deste modo, indicou-nos o caminho da paz: o diálogo, o perdão, a solidariedade. Eis a única estrada que conduz à paz verdadeira.

Dirijamos o olhar a Maria Santíssima, que hoje abençoa o mundo inteiro mostrando o seu Filho divino, o «príncipe da paz» (Is 9, 5). Com confiança, invoquemos a sua poderosa intercessão a fim de que a família humana, abrindo-se à mensagem evangélica, possa transcorrer o ano que inicia hoje na fraternidade e na paz. Com tais sentimentos dirijo a todos vós, aqui presentes na Praça de São Pedro e a quantos seguem pela rádio ou pela televisão, os meus votos mais cordiais de paz e felicidade.

Papa Bento XVI, Angelus, 1 de Janeiro de 2006

 

 

Oração Universal

 

Ao iniciar um novo ano, oremos, irmãos, a Deus Pai todo poderoso que,

por Maria, deu ao mundo o Seu Filho Unigénito como Salvador e Príncipe da Paz.

 

1.  Para que a Santa Igreja,

com o auxílio da Mãe de Deus, alcance a unidade e a paz,

receba com abundância os frutos do Espírito,

estenda ao mundo inteiro a sua maternidade espiritual

e revele a todos os povos a salvação de Deus,

oremos ao Senhor.

 

2.  Para que os homens de todos os continentes

e de todas as religiões conheçam a Cristo

e n'Ele encontrem a plenitude da verdade,

oremos ao Senhor.

 

3.  Para que as nações

se voltem para os ideais da justiça e equidade

e descubram o caminho da boa convivência internacional,

oremos ao Senhor.

 

4.  Para que a vinda de Cristo nos confirme na verdade,

nos revele o que nos falta saber e supra o que nos falta,

oremos ao Senhor.

 

5.  Que Deus nos conceda um ano feliz em bens da terra

e graças do céu e nos abra o coração ao amor do próximo,

oremos ao Senhor.

 

Deus todo poderoso e eterno; humildemente Vos pedimos que atendais as nossas preces;

concedei que vosso divino Filho habite sempre em nós e que, por Maria,

se manifeste também a todos os homens. Por Nosso Senhor Jesus Cristo…

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Em Redor do teu Altar, M. Carneiro, NRMS 42

 

Oração sobre as oblatas: Senhor nosso Deus, que dais origem a todos os bens e os levais à sua plenitude, nós Vos pedimos, nesta solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus: assim como celebramos festivamente as primícias da vossa graça, tenhamos também a alegria de receber os seus frutos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio de Nossa Senhora I [na maternidade] p. 486 [644-756]

 

No Cânone Romano diz-se o Communicantes (Em comunhão com toda a Igreja) próprio. Nas Orações Eucarísticas II e III faz-se também a comemoração própria do Natal.

 

Santo: F. dos Santos, NCT 201

 

Monição da Comunhão

 

Peçamos a Nossa Senhora ajuda para comungarmos bem, vivermos Jesus como ela viveu e vive, e O guardemos no templo do nosso coração.

 

Cântico da Comunhão: Jesus Cristo, Ontem e Hoje, A. Cartageno, Cânticos de Entrada e Comunhão I

Hebr 13, 8

Antífona da comunhão: Jesus Cristo, ontem e hoje e por toda a eternidade.

 

Cântico de acção de graças: Em Todo o Tempo Bendirei o Senhor, S. Marques, NRMS 71-72

 

Oração depois da comunhão: Recebemos com alegria os vossos sacramentos nesta solenidade em que proclamamos a Virgem Santa Maria, Mãe do vosso Filho e Mãe da Igreja: fazei que esta comunhão nos ajude a crescer para a vida eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Não andemos sós nos caminhos da vida; que Jesus, concebido pelo poder do Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, ande connosco.

 

Cântico final: Gloriosa Mãe de Deus, M. Carneiro, NRMS 33-34

 

 

Homilias Feriais

 

feira, 2-I: Cuidado com o pseudo messianismo.

1 Jo. 2, 22-28 / Jo. 1, 19-28

Ele (João) declarou: Eu sou a voz de quem brada no deserto: Endireitai os caminhos do Senhor.

O último dos profetas traz-nos uma mensagem de esperança: é a ‘voz’ do Messias que está para vir (cf. Ev.).

Mas, juntamente com o aparecimento do Messias, também vai aparecer o anti-Cristo: «Este é o anti-Cristo; aquele que nega o Pai e o Filho» (Leit.). É também o pseudo messianismo, em que o homem se glorifica a si mesmo, pondo-se no lugar de Deus (cf. CIC, 675). Também nós nos podemos pôr no lugar de Deus, quando fazemos tudo, ou quase tudo, como se Ele não existisse. No começo do novo Ano sigamos o conselho de S. João: «permanecei em Cristo» (Leit.).

 

feira, 3-I: Santíssimo Nome de Jesus.

1 Jo. 2, 29-3, 6 / Jo. 1, 29-34

João Baptista viu Jesus, que lhe vinha ao encontro e exclamou: Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Celebramos hoje a memória do Santíssimo Nome de Jesus, nome que lhe foi imposto no momento da circuncisão.

S. João Baptista mostrou que Jesus é o «Cordeiro pascal, símbolo da redenção de Israel na primeira Páscoa» (CIC, 608). E S. João: «Bem sabeis que Jesus se manifestou para tirar os pecados» (Leit.). No nome de Jesus está a esperança do perdão, da indulgência. Ele concede o perdão aos pecadores, renova os costumes. Todos os que começam a ter devoção a este nome encontram a glória e a salvação (cf. S. Bernardino de Sena).

 

feira, 4-I: Seguir o Cordeiro de Deus.

1 Jo. 3, 7-10 / Jo. 1, 35-42

(João Baptista) olhou para Jesus que passava e disse: Eis o Cordeiro de Deus.

João Baptista atribuiu a Jesus o título de ‘Cordeiro de Deus’ quando o menciona a dois dos seus discípulos.

O Cordeiro de Deus, que era o símbolo da redenção de Israel, passará a ser o redentor do novo povo de Deus. Esta manifestação tem uma finalidade: «Se o Filho de Deus se manifestou, foi para destruir as obras do demónio» (Leit.). De entre as obras do demónio a de mais graves consequências foi ter induzido o homem a desobedecer a Deus (cf. CIC, 394). Não nos deixemos levar por esta tentação, procurando agradar sempre a Deus, mesmo que isso nos custe.

 

feira, 5-I: Uma vida nova: o amor ao próximo.

1 Jo. 3, 11-21 / Jo. 1, 43-51

(Filipe): Acabamos de encontrar aquele de quem Moisés e os profetas escreveram na Lei. É Jesus de Nazaré.

O aparecimento de Jesus vem mudar a vida de uns quantos pescadores e dos seus familiares e amigos (cf. Ev.).

A todos nós nos pede igualmente uma mudança de vida: «Esta é a mensagem que ouvimos desde o princípio: ‘Amemo-nos uns aos outros’» (Leit.). E que este amor se concretize em obras: «não amemos por palavras e com a língua mas por obras e de verdade» (Leit.). Neste amor procuremos imitar Cristo: «Cristo ofereceu a vida por nós. E nós podemos oferecer a vida pelos irmãos» (Leit.).

 

Sábado, 6-I: Uma vida nova no baptismo.

1 Jo. 5, 5-13 / Mc. 1, 6-11

Vai chegar depois de mim quem é mais forte do que eu… Eu baptizo-vos em água, mas Ele baptizar-vos-á no Espírito Santo.

Com o nosso baptismo recebemos uma nova vida: «esta vida está em seu Filho» (Leit.).

Esta nova vida é caracterizada por uma nova filiação, a filiação divina: «Tu és o meu filho muito amado: em ti pus o meu enlevo». É o Espírito Santo que nos dá uma nova vida: «Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida» (Credo). O Filho é a própria Vida: «Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida». A vida nova, recebida no baptismo, precisa de se desenvolver, através da recepção dos sacramentos, da vida de oração, da presença de Deus no trabalho, etc.

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:                     Ferreira de Sousa

Nota Exegética:                       Geraldo Morujão

Homilias Feriais:                                  Nuno Romão

Sugestão Musical:                            Duarte Nuno Rocha

 


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