Solenidade do Pentecostes

Missa da Vigília

29 de Maio de 2004


Esta Missa diz-se na tarde do sábado, antes ou depois das Vésperas I do Pentecostes.


RITOS INICIAIS


Cântico de entrada: Abri os Corações ao Sopro do Senhor, J. Santos, NRMS 35

Rom 5, 5; 8, 11

Antífona de entrada: O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que habita em nós. Aleluia.


Diz-se o Glória.


Introdução ao espírito da Celebração


Com a Sua Ascensão gloriosa, Jesus Ressuscitado inaugura um estado de invisibilidade na terra, sem deixar de actuar na e pela Igreja, com todo o Seu poder.

Pela virtude do Espírito Santo, o Mestre divino actua o sacerdócio ministerial por meio de homens, investidos da força do Espírito. Também os fiéis dão testemunho de Cristo, em virtude da Terceira Pessoa da Santíssima Trindade que receberam no Baptismo e na Confirmação.

Com a solenidade do Pentecostes, a Liturgia encerra o tempo festivo da Páscoa e retoma a caminhada cheia de esperança do Tempo Comum.


Preparemo-nos, como os primeiros discípulos no Cenáculo, para receber a Força do Alto, pedindo ao Senhor o perdão dos nossos pecados.


Oração colecta: Deus eterno e omnipotente, que na festa de Pentecostes completais os cinquenta dias do mistério pascal, fazei que, pela acção do vosso Espírito, os povos dispersos se reunam de novo e todas as línguas proclamem numa só fé a glória do vosso nome. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


Ou


Brilhe sobre nós, Deus omnipotente, o esplendor da vossa glória, e a luz da vossa luz confirme, com os dons do Espírito Santo, o coração daqueles que por vossa graça renasceram. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.



Liturgia da PALAVRA1



Primeira Leitura


Ezequiel 37, 1-14

Naqueles dias, 1a mão do Senhor pairou sobre mim e o Senhor levou-me pelo seu espírito e colocou-me no meio de um vale que estava coberto de ossos. 2Fez-me andar à volta deles em todos os sentidos: os ossos eram em grande número, na superfície do vale, e estavam completamente ressequidos. 3Disse-me o Senhor: «Filho do homem, poderão reviver estes ossos?» Eu respondi: «Senhor Deus, Vós o sabeis». 4Disse-me então: «Profetiza acerca destes ossos e diz-lhes: Ossos ressequidos, escutai a palavra do Senhor. 5Eis o que diz o Senhor Deus a estes ossos: Vou introduzir em vós o espírito e revivereis. Hei-de cobrir-vos de nervos, encher-vos de carne e revestir-vos de pele. 6Infundirei em vós o espírito e revivereis. Então sabereis que Eu sou o Senhor».7Eu profetizei, segundo a ordem recebida. Quando eu estava a profetizar, ouvi um rumor e vi um movimento entre os ossos que se aproximavam uns dos outros. 8Vi que se tinham coberto de nervos, que a carne crescera e a pele os revestia; mas não havia espírito neles. 9Disse-me o Senhor: «Profetiza ao espírito, profetiza, filho do homem, e diz ao espírito: Eis o que diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e sopra sobre estes mortos, para que tornem a viver». 10Eu profetizei, como o Senhor me ordenara, e o espírito entrou naqueles mortos; eles voltaram à vida e puseram-se de pé: era um exército muito numeroso. 11Então o Senhor disse-me: «Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eles afirmaram: ‘Os nossos ossos estão ressequidos, desvaneceu-se a nossa esperança, estamos perdidos’. 12Por isso, profetiza e diz-lhes: Assim fala o Senhor Deus: Abrirei os vossos túmulos e deles vos farei ressuscitar, meu povo, para vos reconduzir à terra de Israel. 13Haveis de reconhecer que Eu sou o Senhor, quando Eu abrir os vossos túmulos e deles vos fizer ressuscitar, meu povo. 14Infundirei em vós o meu espírito e revivereis. Hei-de fixar-vos na vossa terra e reconhecereis que Eu, o Senhor, digo e faço».


A leitura é tirada da última parte da obra de Ezequiel, que, a partir do cap. 33, reúne oráculos de esperança e de renovação do povo (36, 16 – 39, 29) e de restauração templo e do culto (40 – 48).

12 «Vos farei ressuscitar». Não se trata aqui da ressurreição final, mas do ressurgimento moral do povo de Deus, que, esmagado pelas duras provas do cativeiro, se ergue de novo e é reconduzido à terra de Israel, segundo a célebre visão dos ossos relatada nos primeiros versículos deste mesmo capítulo.

14 «Infundirei em vós o meu espírito» (cf. Ez 36, 27). Temos aqui um anúncio profético da acção do Espírito Santo nas almas com a obra salvadora de Cristo: «dar-vos-ei um coração novo e porei em vós um espírito novo; arrancarei o coração de pedra das vossas carnes e dar-vos-ei um coração de carne» (Ez 36, 26). S. Paulo, como faz na 2.ª leitura de hoje, há-de insistir nesta ideia da acção do Espírito Santo nas almas dos cristãos (Rom 8).


Salmo Responsorial Sl 103 (104), 1-2a.24.35c.27-28.29bc-30 (R. 30 ou Aleluia)


Monição: O salmo 103 é uma meditação sobre as maravilhas da criação alimentadas continuamente pelo Espírito de Deus, que é Amor.

Com esta certeza da fé, pedimos ao Senhor que o Espírito do Senhor renove continuamente a face da terra.

Senhor renove continuamente a face da terra. andai, Senhor, o Vosso Espírito e renovai a terra.


Refrão: Enviai, Senhor, o vosso Espírito

e renovai a face da terra.


Ou: Mandai, Senhor, o vosso Espírito

e renovai a terra.


Ou: Aleluia.


Bendiz, ó minha alma, o Senhor.

Senhor, meu Deus, como sois grande!

Revestido de esplendor e majestade,

envolvido em luz como num manto.


Como são grandes, Senhor, as vossas obras!

Tudo fizestes com sabedoria:

a terra está cheia das vossas criaturas!

Bendiz, ó minha alma, o Senhor.


Todos de Vós esperam

que lhes deis de comer a seu tempo.

Dais-lhes o alimento e eles o recolhem,

abris a mão e enchem-se de bens.


Se lhes tirais o alento, morrem

e voltam ao pó donde vieram.

Se mandais o vosso espírito, retomam a vida

e renovais a face da terra.


Segunda Leitura


Monição: Toda a criação suspira pela renovação que o Espírito Santo fará nela, pela força do Amor. O mesmo Espírito, ensina-nos S. Paulo na Carta aos fiéis de Roma, intercede por nós com gemidos inefáveis.


Romanos 8, 22-27

Irmãos: 22Nós sabemos que toda a criatura geme ainda agora e sofre as dores da maternidade. 23E não só ela, mas também nós, que possuímos as primícias do Espírito, gememos interiormente, esperando a adopção filial e a libertação do nosso corpo. 24É em esperança que estamos salvos, pois ver o que se espera não é esperança: quem espera o que já vê? 25Mas esperar o que não vemos é esperá-lo com perseverança. 26Também o Espírito Santo vem em auxílio da nossa fraqueza, porque não sabemos o que pedir nas nossas orações; mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis. 27E Aquele que vê no íntimo dos corações conhece as aspirações do Espírito, sabe que Ele intercede pelos santos, em conformidade com Deus.


22 «Toda a criatura geme». S. Paulo usa de uma belíssima prosopopeia, propondo-nos a criação irracional a suspirar também pela restauração da ordem do mundo transtornado pelo pecado. Na medida em que os filhos de Deus santificam o mundo, todas as actividades terrenas, também estas participam da glória dos filhos de Deus. De qualquer modo, o texto é de difícil interpretação, sobre a qual não há acordo entre os estudiosos.

23 «Possuímos as primícias do Espírito», isto é, já possuímos o Espírito Santo, «mas sem que tenhamos ainda tudo o que esta posse desde já nos garante» (Pirot-Clamer); embora já sejamos filhos adoptivos de Deus (vv. 14-15), vivemos «esperando a adopção filial» em plenitude, o que acontecerá só quando se vier a verificar «a libertação do nosso corpo», isto é, de tudo o que em nós é carnal, sujeito à corrupção e à morte (cf. 2 Cor 5, 1-5).

26 «Gemidos inefáveis». As íntimas moções da graça, as inspirações do Espírito Santo na alma, não se podem definir, nem sequer descrever.


Aclamação ao Evangelho


Monição: O mundo treme de frio, com tantos ódios, ambições e violência. Só o Espírito Santo – pela força do Amor – pode conceder-nos dias de paz e de alegria.


Aleluia


Vinde, Espírito Santo,

enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.


Cântico: S. Marques, NRMS 73-74



Evangelho


São João 7, 37-39

37No último dia, o mais solene da festa, Jesus estava de pé e exclamou: «Se alguém tem sede, venha a Mim e beba: 38do coração daquele que acredita em Mim correrão rios de água viva». 39Referia-se ao Espírito que haviam de receber os que acreditassem n’Ele. O Espírito ainda não viera, porque Jesus ainda não tinha sido glorificado.


Em cada um dos oito dias da festa dos Tabernáculos, em solene procissão, o sumo sacerdote trazia, numa jarra de oiro, água da fonte de Siloé para aspergir o altar do Templo, a fim de recordar a prodigiosa água do Êxodo e pedir chuva abundante (cf. Ex 17, 1-7). Pertenciam ao rito o canto de Is 12, 3 e a leitura de Ez 47. Não podia haver melhor enquadramento para as palavras de Jesus à multidão que então se aglomerava: «se alguém tem sede, venha a Mim!». As palavras de Jesus parecem aludir a Ez 36, 25ss, onde se anuncia para os tempos messiânicos que o povo será purificado com uma água pura, recebendo um Espírito novo, que lhe transformará o coração de pedra; essa água é o Espírito Santo, que brotará simbolicamente do peito do Senhor aberto pela lança (cf. Jo 19, 34), se derramará no Pentecostes (Act 2, 1-36) e se recebe nos Sacramentos da iniciação cristã. Nas palavras de Jesus também se pode ver uma evocação do convite da sabedoria divina em Sir, 24, 19 e Prov 9, 4-5.

Notar que gramaticalmente são possíveis duas pontuações diferentes dos vv. 37-38: a da Neovulgata (a que corresponde a tradução litúrgica), a saber, «Se alguém tem sede, venha a Mim; e quem crê em Mim que sacie a sua sede! Como diz a Escritura…», e a que corresponde à Vulgata, «Se alguém tem sede, venha ter comigo e beba. Aquele que crê em Mim, como diz a Escritura, correrão das suas entranhas rios de água viva». Segundo a primeira interpretação, trata-se do seio do Messias: do peito de Cristo, atravessado pela lança, vem-nos o Espírito Santo, como fruto maravilhoso da árvore da Cruz. Na segunda interpretação, trata-se do seio do crente, a alma do homem santificado por Cristo.


Sugestões para a homilia


Só o Amor constrói

Um Mundo novo, Dom do Espírito

A água da graça transformará a terra.


Só o Amor constrói


Muitas pessoas sonharam, desde o princípio do mundo, com impérios que exaltassem a sua vaidade e soberba. Nós mesmos não estamos imunes desta tentação. Somos movidos continuamente por um desejo de firmação pessoal, de sobressair no meio dos outros, pelas nossas palavras e obras.

Por toda a parte se encontram escombros destes impérios e dos sonhos de grandeza pessoal.

As pessoas teimam em procurar outros deuses para lhes prestar culto: a ciência e a técnica omnipotente, o dinheiro, o prazer dos sentidos e o poder económico ou político.

Tudo o que se pretende construir de costas voltadas para Deus, porém, cai inevitavelmente em ruínas. Nós somos testemunhas deste desmoronar de fortalezas e impérios, ainda em nossos dias. E à nossa volta, todos os dias assistimos a estas derrocadas.

Hoje, Vigília da Solenidade do Espírito Santo, devemos meditar no acontecimento da Torre de Babel, para não nos deixarmos enganar mais vezes, no futuro.

Coloquemos o Amor de Deus no coração dos nossos projectos, para que o mundo se vá construindo segundo os Seus desígnios de misericórdia e, por Cristo, seja reconduzido ao Pai.


Um Mundo novo, Dom do Espírito


Está prometido a todos nós um mundo novo, de Amor, de Paz e de Justiça. Esta maravilha só pode ser obra do Espírito Santo, de mãos dadas com a nossa generosidade.

Toda a criação foi desbaratada pelo pecado – a ecologia é também uma exigência da Fé – e aguarda a renovação que nos está prometida pelo Senhor.

Nós mesmos testemunhamos a experiência de que há em nós uma inquietação, um desejo de sermos melhores, de caminhar até à santidade, como futuro pelo qual vale a pena lutar.

Ouçamos atentamente as inspirações do Espírito santo dentro de nós que nos chamam à conversão pessoal, à mudança de vida.

Deus quer transformar o mundo, tornando-o uma antecâmara do Céu, mas não aceita passar ao lado da nossa liberdade pessoal. Solicita a nossa colaboração.

Que ninguém caia na tentação de pensar que pouco poderá fazer. Um sinal de boa vontade nossa será secundado pela força do Espírito com maravilhas nunca sonhadas. Tem profundo realismo o que um homem de deus escreveu: «De que tu e eu nos portemos como Deus quer – não o esqueças! – dependem muitas coisas grandes».


A água da graça transformará a terra


Jesus aproveita uma cerimónia anual em Jerusalém para nos dar doutrina. Era costume todos os anos, fazer uma procissão solene, no último dia da festa, com uma bilha de água, da Fonte de Siloé até ao Templo de Jerusalém, pedindo ao Senhor a abundância deste líquido tão necessário.

Jesus manifesta-Se como a fonte da verdadeira água, prometendo aos que aceitarem a Sua mensagem eles mesmos serão também fonte de água viva.

Fala da água da graça, do Espírito Santo, da mesma água que prometeu à Samaritana e que, uma vez bebida, nunca mais voltará a sede.

A transformação do mundo tem de começar por uma vida no Espírito Santo, e esta não é possível sem viver em graça.

A vida sobrenatural – a água que mata a nossa sede – tem de ser iluminada pela Palavra de Deus, alimentada pelos Sacramentos, e proclamada, depois, pela nossa conduta diária.

Tal como uma sinfonia, para que seja executada em perfeição, requer a colaboração de todos os que fazem parte da orquestra – e o descuido de um só pode prejudicar o trabalho esmerado dos outros – de modo análogo ninguém está dispensado de se empenhar seriamente na construção de uma mundo novo, deixando-se conduzir pelo Espírito de Deus.

Pela generosidade de Maria começou a grandiosa revolução da Encarnação do Filho de Deus. Que Ela nos ajude a compreender a necessidade de todos darmos as mãos, no Espírito, para renovação da face da terra.



Oração Universal


Irmãs e irmãos:

O Senhor urge-nos a que nos demos as mãos

para construirmos um mundo com amor e alegria,

no qual Ele ocupe o lugar central que Lhe compete.

Supliquemos-Lhe humildemente que não demore

a renovação da face da terra em que vivemos.

Digamos: Vinde Espírito Divino,

e renovai a face da terra.


1. Para que todas as pessoas, cheias de boa vontade

estejam atentas à Palavra de Deus que vem até nós,

pelo Santo Padre, Bispos, Presbíteros e Diáconos,

oremos, irmãos:

Vinde Espírito Divino,

e renovai a face da terra.


2. Para que os cristãos dêem testemunho, em cada dia,

de que o Amor de Deus é a única força do mundo

capaz de renovar a face da terra em que vivemos,

oremos, irmãos:

Vinde Espírito Divino,

e renovai a face da terra.


3. Para que os responsáveis pelo governo das nações

ajudem todas as pessoas com leis justas e oportunas

procurando o bem comum de toda a comunidade,

oremos, irmãos:

Vinde Espírito Divino,

e renovai a face da terra.


4. Para que os pais e mães de todas as famílias cristãs

permaneçam sempre atentos à voz do Espírito Santo

e assim conduzam os filhos pelos caminhos de Deus.

oremos, irmãos:

Vinde Espírito Divino,

e renovai a face da terra.


5. Para que os cristãos se revistam da audácia e sabedoria

que moveu os que estavam no Cenáculo no Pentecostes

e anunciem corajosamente a Boa Nova do Reino de Deus,

oremos, irmãos:

Vinde Espírito Divino,

e renovai a face da terra.


6. Para que todos os nossos irmãos que nos precedam na fé

e se deixaram possuir inteiramente pelo Espírito de Deus,

anunciando o Evangelho, vivam na Paz que não tem fim,

oremos, irmãos:

Vinde Espírito Divino,

e renovai a face da terra.


Senhor, que nos enviais os Espírito Santo,

Terceira Pessoa da Santíssima Trindade,

para que faça de cada um de nós Cristos vivos

que dêem testemunho da Verdade e do Amor:

ensinai-nos a sermos dóceis às Suas inspirações.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vossos Filho,

que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo.



Liturgia Eucarística


Cântico do ofertório: O Pai Vos Enviará o Espírito Santo, F. da Silva, NRMS 58


Oração sobre as oblatas: Derramai, Senhor, a bênção do Espírito Santo sobre os dons que apresentamos ao vosso altar, a fim de que a Igreja, pela participação neste sacramento, se inflame de tal modo no vosso amor que manifeste a todo o mundo o mistério da salvação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


Prefácio de Pentecostes, como na Missa seguinte: p. 390 [606-718]


No Cânone Romano diz-se o Communicantes (Em comunhão com toda a Igreja) e o Hanc igitur (Aceitai benignamente, Senhor) próprios. Nas Orações Eucarísticas II e III fazem-se também as comemorações próprias.


Santo: Santo I, H. Faria, NRMS 103-104


Saudação da Paz


Antes de, pelo Espírito Santo, entregar aos Apóstolos o poder de perdoar os pecados, Jesus saudava-os: A paz esteja convosco.

Antes de recebermos agora Jesus Cristo na Eucaristia, o melhor dos dons, ofereçamo-nos mutuamente a paz.


Saudai-vos na paz de Cristo!


Monição da Comunhão


Foi pelo Espírito Santo recebido na Ordenação Sacerdotal que o Celebrante consagrou no altar o Pão e o Vinho, transubstanciando-o no Corpo e Sangue do Senhor.

Recebamo-l’O com as melhores disposições, e peçamos ao Espírito Santo, presente em nós, que nos ensine a agradecer este alimento divino.


Cântico da Comunhão: Como é Suave Senhor, M. Luis, NRMS 36

Jo 7, 37

Antífona da comunhão: No último dia da festa, Jesus exclamava em alta voz: Se alguém tem sede, venha a Mim e beba. Aleluia.


Cântico de acção de graças: Bendito sejas, sei que Tu pensas em mim, H. Faria, NRMS 2 (II)


Oração depois da comunhão: Este sacramento que recebemos, Senhor, nos comunique o fervor do Espírito Santo que admiravelmente derramastes sobre os Apóstolos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.



Ritos Finais


Monição final


Em cada Missa somos enviados para as activadas e ambientes de cada dia, para dar testemunho de que Jesus Cristo vive e a todos quer salvar.

Peçamos ao Espírito Santo que neste encargo nos pareçamos com os primeiros discípulos, na manhã do Pentecostes.


Cântico final: Ó Rei da Glória, M. Carvalho, NRMS 85









Celebração e Homilia: Fernando Silva

Nota Exegética: Geraldo Morujão

Sugestão Musical: Duarte Nuno Rocha


1Estas leituras usar-se-ão na missa que se celebra na tarde de sábado, antes ou depois das primeiras Vésperas do Domingo de Pentecostes. Além da 1ª leitura que está indicada, o Leccionário dominical C indica mais as seguintes, com carácter facultativo: Êxodo 19, 3-8b. 16-20b; Génesis 11, 1-9, Joel 2, 28-32.


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