Santos Anjos da Nossa Guarda

2 de Outubro de 2006

 

Memória

 

O Evangelho desta memória é próprio.

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Anjo da Guarda, H. Faria, NRMS 11-12

Dan 3, 58

Antífona de entrada: Anjos do Senhor, bendizei o Senhor, louvai-O e exaltai-O para sempre.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Os Anjos são mensageiros de Deus. Pele Bíblia sabemos que os Anjos são puros espíritos, não têm corpo como nós, mas são olhos que vêem, mãos que tocam, corações que amam: amparam a nossa fraqueza na nossa terrestre jornada. «Os Anjos são todos espíritos que fazem de servos enviados por Deus. Exercerem o seu ministério em favor dos homens que devem ser herdeiros da salvação» (Heb 1,14)

 

Oração colecta: Senhor, que na vossa admirável providência enviais os Anjos para nos guardarem, ouvi as nossas súplicas e fazei que sejamos sempre defendidos pela sua protecção e gozemos eternamente da sua companhia. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: A Liturgia das Horas, no hino de Laudes, diz-nos que «os Anjos são fiéis mensageiros de Deus, força e remédio nas fraquezas da vida. Guias e companheiros da humana jornada. Guardam nossos passos, levando as orações à divina presença». A Palavra de Deus confirma: «Vou enviar um Anjo para que te proteja no caminho e te conduza ao lugar que te destinei. Respeita-o, escuta a sua voz e obedece-lhe!» (Ex 23, 20-23)

 

Êxodo 23, 20-23a

20Eis o que diz o Senhor: «Vou enviar um Anjo à tua frente, para que te proteja no caminho e te conduza ao lugar que preparei para ti. 21Respeita a sua presença e escuta a sua voz não lhe desobedeças. Ele não perdoaria as vossas transgressões, porque fala em meu nome. 22Mas, se ouvires a sua voz e fizeres tudo o que Eu te disser, serei inimigo dos teus inimigos e perseguirei os que te perseguirem. 23aO meu Anjo irá à tua frente».

 

Esta leitura é tirada do texto do Êxodo, da parte que se segue ao «Código da Aliança», e com que se introduzem disposições relativas à entrada na Palestina. Nestes versículos, Deus garante ao seu povo uma protecção especial, que lhe permita entrar na posse da terra prometida. Daí a actualização que a Igreja faz deste texto, aplicando-o ao novo Povo de Deus, a Igreja, que é guiada e assistida pelos Anjos da Guarda, a caminho do Céu. Lembramos que, quando no Antigo Testamento se fala do «anjo do Senhor», habitualmente designa-se a presença do próprio Deus ou uma sua directa intervenção (cf. Gn 16, 7; 22, 11.14; Ex 3, 2; 14, 19; etc.); mas, quando se fala de «o meu anjo», ou simplesmente de «o anjo» (cf. Ex 33, 2; Nm 20, 16), parece que se refere a seres espirituais distintos de Deus, os anjos. Que estes existem é uma verdade que está clara no Novo Testamento (cf. Revista de Cultura Bíblica, nº 73/74, Ed. Loyola, São Paulo 1995) e pertence à fé da Igreja (cf. Catecismo da Igreja Católica, nº 334-336).

 

Salmo Responsorial    Salmo 90 (91) 1-2.3-4.5-6.10-11

 

Monição: O salmo de hoje exprime alegria dos crentes, cantando a bondade de Deus que envia o seu Anjo para nos guardar em todos os nossos caminhos!

 

Refrão:         O Senhor mandará aos seus Anjos

                      que te guardem em todos os teus caminhos.

 

Tu que habitas sob a protecção do Altíssimo

e moras à sombra do Omnipotente,

diz ao Senhor: «Sois o meu refúgio e a minha cidadela:

meu Deus, em Vós confio».

 

Ele te livrará do laço do caçador

e do flagelo maligno.

Cobrir-te-á com as suas penas,

debaixo das suas asas encontrarás abrigo.

 

A sua fidelidade é escudo e couraça:

não temerás o pavor da noite, nem a seta que voa de dia

nem a epidemia que se propaga nas trevas,

nem a peste que alastra em pleno dia.

 

Nenhum mal te acontecerá,

nem a desgraça se aproximará da tua morada.

Porque Ele mandará aos seus anjos

que te guardem em todos os teus caminhos.

 

Aclamação ao Evangelho        Salmo 102 (103), 21

 

Monição: O Evangelho mostra-nos, em primeiro lugar, que o reino dos Céus é dos simples, dos humildes, dos pequeninos. Em segundo lugar, convida-nos a uma vida exemplar para com as crianças, cujos Anjos contemplam continuamente o rosto do Pai celeste.

 

Aleluia

 

Cântico: M. Simões, NRMS 9(II)

 

Bendizei o Senhor, todos os seus exércitos,

que estais ao seu serviço e executais a sua vontade.

 

 

Evangelho

 

São Mateus 18, 1-5. 10

1Naquele tempo, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram-Lhe: «Quem é o maior no reino dos Céus?». 2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3e disse-lhes: «Em verdade vos digo: Se não vos converterdes e não vos tornardes como as crianças, não entrareis no reino dos Céus. 4Quem for humilde como esta criança esse será o maior no reino dos Céus. 5E quem acolher em meu nome uma criança como esta acolhe-Me a Mim. 10Vede bem. Não desprezeis um só destes pequeninos. Eu vos digo que os seus Anjos vêem continuamente o rosto de meu Pai que está nos Céus».

 

10 «Os seus Anjos», isto é, os Anjos da Guarda das crianças. O contexto desta afirmação é o da importância que na Igreja se deve dar aos «pequeninos» (vv. 6.14), isto é, àqueles que são mais necessitados de auxílio, quer pela sua pouca idade, quer pela pouca formação, ou recente conversão; é preciso ter um cuidado especial para não os escandalizar. O próprio Deus toma esses pequeninos ao seu cuidado, confiando-os a um Anjo protector; e esse mesmo Anjo se encarregará também de acusar diante do «Pai que está nos Céus», cujo «rosto vêem continuamente», todos aqueles que os levem a pecar. Mas não são apenas os pequeninos, são todos os seres humanos que têm o seu Anjo da Guarda (cf. Hebr 1, 14; Lc 16, 22; Catecismo da Igreja Católica, nº 336).

 

Sugestões para a homilia

 

Os Anjos existem

O seu número é incontável

Santo Anjo da Guarda

Os Anjos existem.

A palavra Anjo significa mensageiro. São muitas as páginas bíblicas que nos atestam a existência destes seres puramente espirituais criados por Deus. Basta recordar os Querubins que guardam o Paraíso terrestre (Gen 3, 23), os três Anjos que aparecem a Abraão (Gen 18) , o Arcanjo que acompanha o jovem Tobias (Tb 5), o Arcanjo S. Gabriel enviado por Deus para anunciar a encarnação do Verbo, os anjos que anunciam o nascimento do Salvador (Luc 1). São também os Anjos que falam às mulheres da ressurreição de Jesus (Luc 24, 4). Enfim, o Apocalipse, por exemplo no capítulo oitavo, continuamente nos descreve as múltiplas actividades angélicas...

Hoje fala-se muito de Anjos, mas cuidado! Muitas publicações são fantasiosas, sem motivo de crédito. Dos Santos Anjos pouco se fala. Deus tem pouco lugar na civilização ocidental, Deus é cada vez mais marginalizado e o homem tornou-se o centro de tudo. A euforia do progresso científico e tecnológico leva-nos a uma auto-suficiência quase absurda. Os meios de comunicação social fazem do homem de hoje um «homem televisivo» influenciado pela publicidade que oferece um paraíso artificial, um novo paganismo com os ídolos do sucesso, carreira, erotismo, os mitos do prestígio, da vida confortável, dinheiro fácil, vida opulenta. Nesta visão pagã do mundo não há lugar para os Santos Anjos. Mas negar a sua existência seria como que negar a existência do fogo só porque nas casas modernas já não se usam lareiras para o aquecimento! (conf. Para falar de Anjos, ed Loyola 1996, www.loyola.cm.br loyola@ibm.net)

Citámos muitas páginas bíblicas, pois a fé fundamenta-se na Palavra de Deus contida na Sagrada Escritura. Recordo ainda um exemplo tirado dos Actos dos Apóstolos. S Pedro é liberto da prisão por um Anjo. Como desejava avisar os seus amigos, mas não podia, foi também o seu Anjo da Guarda que executou essa missão. «Agora eu sei que Deus mandou o seu Anjo para me livrar das mãos de Herodes... Pedro batia à porta... atendeu uma menina... que reconhecendo a sua voz foi anunciar que Pedro estava em frente da porta... mas eles diziam que era o seu Anjo.» (Act 12, 1- 16)

Os primeiros cristãos, cuja fé era muito viva, aceitavam essas intervenções como coisas normais. O mesmo se diga dos Santos ao longo dos séculos. Nas suas biografias esses episódios maravilhosos são abundantes. Santa Gemma Galgani costumava ver o seu Anjo da Guarda, conversar com ele e pedia-lhe muitas vezes para que entregasse cartas ao seu director espiritual que estava longe!

Conhecemos muito bem as aparições do Anjo de Portugal, em Fátima e as lindíssimas orações que ensinou aos Pastorinhos.

Há alguns anos, numa aldeia de Lecce, Itália, uma menina de cerca de quatro anos caiu num poço com uma profundidade de dezasseis metros. Depois de muitas horas, foi encontrada incólume, enxuta e boiando na água. O facto era inexplicável. A pequena contou que, enquanto estava caindo, um jovem muito bonito a tomou nos braços e a levou até ao fundo. Com muito cuidado colocou-a na água e ficou brincando com ela até à chegada de socorro. (Para falar de Anjos, p.12-13)

Um número incalculável

Das muitas passagens bíblicas que nos falam dos Anjos podemos concluir que o seu número é incontável. Jacob, no seu misterioso sonho via uma escada ligando o céu e a terra. Por ela subia e descia uma «multidão» de seres angélicos (Gen. 28,12).

Milhões de Anjos, diz Profeta Daniel na sus descrição do trono de Deus, O serviam e mil milhões assistiam diante d’Ele: «miríades e miríades de Anjos serviam a Deus» (Dan 7, 10).

No início da sua Paixão Jesus diz a Pedro que se quisesse «o Pai poria à sua disposição mais de doze legiões de Anjos» (Mat 26,52). Cada legião, no exército romano, era composta por seis mil homens.

No Apocalipse S. João também fala de miríades de Anjos que estão na presença do trono divino: «Ouvi a voz de muitos Anjos e vi-os à volta do trono... o seu número era de milhares e milhares, de milhões e milhões!» (Apoc 5, 11) Com base nestas citações da Palavra divina se pode concluir com S. Tomás de Aquino, o Doutor Angélico, que o número dos Anjos é superior ao de todos os seres corpóreos.

Os nossos Anjos da Guarda

Os Santos Anjos são nossos amigos, nossos protectores, ajudam-nos nas lutas desta vida. Escutávamos na Leitura do livro do Êxodo: «Vou enviar à tua frente um Anjo para te proteger no caminho e para te conduzir ao lugar que te preparei!»

A «escada de Jacob» (Gen 28, 12) era figura do serviço que nos prestam os Anjos da Guarda. Esta escada, no cimo da qual estava o trono de Deus, ligava o Céu e a Terra e por ela desciam e subiam os Santos Anjos. Desciam para proteger a humanidade. Subiam para levar as nossas orações, louvando e glorificando a Deus. Os Anjos da Guarda são «força de Deus, remédio nas fraquezas da vida, guias e companheiros desta humana jornada!» (Hino de Laudes).

Os Anjos da Guarda são companheiros, Príncipes da corte celeste que Deus Pai providenciou para nos guiarem durante a nossa perigosa peregrinação sobre a terra. Guardam-nos com a solicitude e a fidelidade de Jesus, o Bom Pastor que veio em auxílio da fragilidade humana. «Não admira, portanto que os Santos Anjos se dignem, ou melhor, queiram de boa vontade assistir-nos. Eles amam-nos porque Jesus Cristo nos amou. Digo-vos isto para que, de hoje em diante, tenhais maior confiança nos Santos Anjos e invoqueis com maior familiaridade o seu auxílio em todas as necessidades e também para que procureis tornar a vossa vida mais digna da sua presença, agradecer os seus favores, captar a sua benevolência, implorar a sua clemência, tornarmo-nos dignos da sua companhia familiar... Evitemos com todo o cuidado ofendê-los, exercitemo-nos com generosidade nas obras que lhes agradam e deleita ver em nós: sobriedade, castidade, pobreza voluntária, frequentes gemidos e súplicas ao Céu, orações com lágrimas... e acima de tudo esforcemo-nos por manter a unidade e paz... para formarmos todos um só Corpo em Cristo.» (S. Bernardo, in Of. Leitura, 10 de Junho)

 

 

Oração Universal

 

Irmãos, confiemos a nossa oração ao ministério dos Anjos,

Mensageiros de Deus Pai e nossos intercessores

e imploremos:

 

 Nós vos rogamos, Senhor ouvi-nos.

 

1.  Pela Santa Igreja de Deus:

para que a protecção dos Santos Anjos da Guarda a defenda dos ataques do inimigo

oremos.

 

2.  Pelos que são chamados por Deus para o serviço do seu povo:

para que sejam diligentes como os Anjos e anunciem com alegria  a Boa Nova,

oremos.

 

3.  Por todos nós aqui reunidos,

pelas nossas crianças, pelos nossos doentes e velhinhos

para que sintamos sempre a protecção dos santos Anjos,

oremos.

 

Senhor nosso Deus e nosso Pai, acolhei a nossa oração

E fazei de nós verdadeiros adoradores e concidadãos dos Anjos do Céu.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: A vida só tem sentido, H. Faria, NRMS 103-104

 

Oração sobre as oblatas: Recebei, Senhor, os dons que Vos apresentamos em honra dos santos Anjos e concedei-nos que, pela sua contínua protecção, sejamos livres dos perigos desta vida e cheguemos à felicidade eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio dos Anjos: p. 491

 

Santo: F. dos Santos, NTC 201

 

Monição da Comunhão

 

Jesus ensina-nos: «Se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças não entrareis no reino dos Céus. Quem for humilde como uma criança, esse será grande no reino dos Céus.» Peçamos ao nosso Anjo da Guarda o dom da humildade e da gratidão. Com os santos Anjos adoremos, amemos a Jesus que nos alimenta com o seu Corpo, para sermos dignos de contemplarmos para sempre a Face de Deus Pai que está no Céus. (Mat 18,1-5.10)

 

Cântico da Comunhão: Anunciai em toda a terra, F. da Silva, NRMS 106

Salmo 137, 1

Antífona da comunhão: Na presença dos Anjos, eu Vos louvarei, meu Deus.

 

Oração depois da comunhão: Deus, nosso Pai, que nos alimentais neste admirável sacramento de vida eterna, dirigi os nossos passos, com a assistência dos santos Anjos, no caminho da salvação e da paz. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Recitemos hoje a oração em honra do Anjo da Guarda:

Santo Anjo do Senhor,

Meu zeloso guardador,

Pois que a ti me confiou a piedade divina,

Hoje e sempre me governa

Rege, guarda e ilumina. Ámen. (Catecismo, compêndio, 241)

 

Cântico final: Como promessa de cada hora, M. Faria, NRMS 30

 

 

Homilias Feriais

 

26ª SEMANA

 

feira, 3-X: O novo sinal da dor.

Job 3, 1-3. 11-17. 20-23 / Lc. 9, 51-56

Desapareça o dia em que eu nasci… Por que não morri eu no ventre de minha mãe, ou não expirei ao sair do seio materno?

Esta passagem faz parte das lamentações de Job: por ter nascido e por padecer tantos sofrimentos (cf. Leit.).

«É certo que Job pôde lamentar-se com Deus por causa do sofrimento, incompreensível e aparentemente injustificado, presente no mundo…Na realidade, os cristãos continuam a crer, não obstante todas as incompreensões e confusões do mundo circunstante, na bondade de Deus e no seu amor. Apesar de estarem imersos como as outras pessoas na complexidade dramática das vicissitudes da história, permanecem inabaláveis na certeza de que Deus é Pai e nos ama, ainda que o seu silêncio seja incompreensível para nós» («Deus é amor», 38).

 

feira, 4-X: S. Francisco de Assis: O valor do desprendimento.

Job 9, 1-12. 14-16 / Lc. 9, 57-62

Jesus respondeu-lhe: As raposas têm as suas tocas… mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça.

«Jesus partilha a vida dos pobres, desde o presépio até à Cruz: sabe o que é sofrer a fome, a sede e a indigência (não tinha onde reclinar a cabeça)» (CIC, 544). Por isso, é exigente com todos os que desejam segui-lo, pedindo-lhes uma disponibilidade total, que não admite quaisquer desculpas (cf. Ev.).

S. Francisco de Assis renunciou a todos os bens paternos e entregou-se inteiramente a Deus. Abraçou a pobreza para seguir mais perfeitamente o exemplo de Cristo: «Deus, que fizestes de S. Francisco de Assis, pobre e humilde, uma imagem viva de Jesus Cristo…» (Oração).

 

feira, 5-X: A paz e a ordem interior.

Job 19, 21-27 / Lc. 10, 1-12

Quando entrardes nalguma casa, dizei primeiro: Paz a esta casa.

Jesus encarrega os discípulos de uma missão de paz (cf. Ev.)

No entanto, para poder comunicá-la aos outros, precisamos, primeiro, tê-la dentro da nossa alma. E consegui-la-emos se procurarmos viver o amor a Deus. A paz verdadeira exige luta por desterrar o pecado da nossa vida e por colocar Cristo no primeiro lugar do nosso ser e agir. S. Agostinho definia assim a paz: «A paz é a tranquilidade na ordem». A seguir, procuremos transmitir esta paz na família, no local de trabalho, preocupando-nos pelos outros, pelos seus projectos, interesses e penas.

 

feira, 6-X: S. Bruno: Falta de correspondência e contrição.

Job 38, 1. 12-21; 4º, 3-5 / Lc. 10, 13-16

Disse Jesus: Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betzaida!

Lamenta-se o Senhor da falta de correspondência dos habitantes daquelas cidades. Receberam tantas graças e viram tantos milagres! Também recebemos muitas graças do Senhor e Ele espera de nós uma nova conversão.

Não deixemos de manifestar a Deus a nossa pena por aquilo que fizemos mal. Job arrependeu-se de ter sido precipitado nas palavras dirigidas a Deus: «Eu fui precipitado nas minhas palavras… Falei uma vez…mas não voltarei a fazê-lo» (Leit.). S. Bruno correspondeu ao chamamento de Deus e desejou viver uma vida solitária de contemplação. Foi o fundador da Ordem dos Cartuxos e ajudou muito o Papa nas tarefas da Igreja.

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:       José Roque

Nota Exegética:    Geraldo Morujão

Homilias Feriais: Nuno Romão

Sugestão Musical:              Duarte Nuno Rocha


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