aCONTECIMENTOS eclesiais

DO PAÍS

 

 

FÁTIMA

 

MINISTRO DE ESTADO DA ÍNDIA

VISITOU SANTUÁRIO

 

Presente em Portugal em representação do Presidente da República da Índia para as cerimónias da tomada de pose do Presidente da República Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva, realizadas em Lisboa, o Ministro de Estado da Índia, Óscar Fernandes, visitou no passado dia 10 de Março o Santuário de Fátima, algumas horas antes de regressar ao seu país.

 

A recepção de boas vindas à comitiva, a anteceder as visitas guiadas aos espaços do Santuário e à exposição «Fátima Luz e Paz», foi feita pelo Padre Clemente Dotti, capelão do Santuário de Fátima e responsável pela secção de Acolhimento aos Peregrinos de Línguas Estrangeiras.

Durante a visita, o Ministro de Estado e a esposa, Shanti Blossom Fernandes, participaram, na Capelinha das Aparições, numa Missa celebrada em língua inglesa.

Após essa Eucaristia, o casal, acompanhado pela Embaixadora da Índia em Portugal, Latha Reddy, do Chefe de Gabinete do Ministro de Estado da Índia e de um representante do Ministério dos Negócios Estrangeiros Português; visitou a Basílica, onde quis participar em outra Eucaristia que se celebrava naquele momento, e onde visitou os túmulos dos Videntes de Fátima, Francisco, Lúcia e Jacinta.

Sublinhando a sua devoção a Nossa Senhora de Fátima e o conhecimento que tem da história das Aparições, o Ministro de Estado recordou que a Índia, sendo um país não-confessional, possui 25 milhões de cristãos e que, praticamente em todos os lares cristãos, existe uma imagem de Nossa Senhora de Fátima.

Óscar Fernandes recordou que a primeira grande difusão das aparições e da mensagem de Fátima aconteceu em 1949/50, com a primeira visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima àquele país.

Com um xaile bordado à mão tipicamente indiano, o Ministro fez questão de mostrar o rosário de madeira que trazia no bolso das calças e de referir que reza diariamente o Rosário em família, como muitas outras famílias indianas. Parafraseando as palavras de João Paulo II, Óscar Fernandes afirmou: «família que reza unida permanece unida».

Durante a visita à exposição «Fátima Luz e Paz», patente no edifício da Reitoria do Santuário, Shanti Fernandes mostrou fotografias da família a ser recebida por João Paulo II e, mais recentemente, por Bento XVI.

 

 

BRAGA

 

CARDEAL RENATO MARTINO

ENCERROU SEMANAS SOCIAIS

 

O Presidente do Conselho Pontifício para a Justiça e Paz espera que o «Compêndio da Doutrina Social da Igreja» seja lido em Portugal, inspirando as pessoas a modificarem a sociedade, através do seu pensamento e da sua acção. O Cardeal Renato Martino, que esteve no encerramento das Semanas Sociais Portuguesas, no passado dia 12 de Março, recordou que o Catecismo Social encara a paz como «vida plenamente humana».

 

Nesta perspectiva, a paz plena compreende a verdade, a liberdade e a justiça, sendo a única que permite chegar à ausência de guerra. O Cardeal defendeu ainda que «o agir humano em relação à natureza deve ser orientado eticamente».

A propósito das Semanas Sociais, o Cardeal Renato Martino referiu que elas são «um instrumento muito importante que deve ser plenamente valorizado para facilitar uma abordagem correcta dos numerosos problemas sociais, económicos e políticos que o nosso tempo propõe à consciência humana e para dar a esses problemas respostas culturais adequadas, inspiradas pelo Evangelho e pela Doutrina Social da Igreja».

O orador disse que o Compêndio da Doutrina Social da Igreja «dá o seu aval à organização» destas iniciativas, que «são uma escola qualificada onde os fiéis leigos podem exprimir-se e crescer» e são capazes «de oferecer um contributo específico para a renovação da ordem temporal».

 

Livro sobre as Semanas Sociais

 

O presidente da Comissão Coordenadora Nacional das Semanas Sociais, Manuel Porto, revelou ontem que a organização da iniciativa vai editar em breve um livro com as comunicações proferidas durante os vários dias de reflexão.

O responsável sublinhou que diversas intervenções proferidas pelos convidados foram escritas propositadamente para o evento. Fazendo um balanço da iniciativa, que decorreu em Braga, de 9 a 12 de Março, Manuel Porto disse que passaram pelas Semanas Sociais cerca de 500 pessoas, o que é motivo de regozijo.

Neste evento, promovido pela Comissão Episcopal do Laicado e Família da CEP, estiveram representados «todos os distritos e Dioceses, incluindo as regiões autónomas, e pessoas de diferentes entidades e qualificações», disse Manuel Porto, que focou o alto nível das comunicações.

O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa e Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, destacou o interesse que, através da sua presença, as Dioceses portuguesas tiveram no sentido do conhecimento e da necessidade de concretizar a Doutrina Social da Igreja.

 

 

BRAGA

 

ARCEBISPO TRAÇA PERFIL DA

ACÇÃO SÓCIO-CARITATIVA DA IGREJA

 

«A actividade caritativa da Igreja tem de manter todo o seu esplendor e não dissolver-se numa organização assistencial comum, tornando-se numa simples variante da mesma». Foi esta a ideia que pautou a terceira Conferência quaresmal, proferida na Catedral pelo Arcebispo de Braga, no passado dia 22 de Março.

 

Referindo-se ao perfil específico da acção sócio-caritativa da Igreja, D. Jorge Ortiga recordou que, para além da «formação profissional, os agentes necessitam também da equivalente formação do coração».

Na celebração, que contou com a presença de dezenas de fiéis, o prelado bracarense começou por dizer que, «na lógica do Samaritano, a caridade cristã é resposta às necessidades imediatas que surgem em qualquer situação ou lugar» e que, «se no passado surgiram iniciativas ou instituições», é preciso que hoje se dê «respostas novas a problemas novos».

Por exemplo, «na área da saúde, é necessária a competência profissional. Mas esta não basta. Os utentes são seres humanos que necessitam de algo mais: ‘precisam da atenção do coração’. Quem trabalha nas instituições da Igreja não pode limitar-se a ‘executar’ habilidosamente a acção técnica conveniente… também precisa de testemunhar a riqueza da humanidade», recordou o Arcebispo que, tal como nas conferências quaresmais anteriores, delineou a sua reflexão a partir da Encíclica «Deus caritas est», de Bento XVI.

Para o Arcebispo Primaz de Braga, «a Igreja terá de conduzir os profissionais das instituições de solidariedade ao encontro com Deus em Cristo, de tal maneira que o amor ao próximo não seja um mandamento imposto, mas uma consequência resultante da fé».

D. Jorge Ortiga não quis terminar a conferência sem se reportar à importante acção das famílias nos sectores social e caritativo, pois, «quando este amor passa para os próprios agregados, todos irão sentir a sua beleza e verão que só a família é o futuro para a Igreja e, a partir desta, para a própria humanidade».

 

 

FÁTIMA

 

ESCUTEIROS INICIARAM COMEMORAÇÕES

DO CENTENÁRIO DA FUNDAÇÃO

 

O lema «… como Maria» congregou em Fátima os escuteiros de Portugal, que iniciaram no passado domingo 26 de Março as comemorações do Centenário da Fundação do Escutismo no mundo.

 

O ponto alto da peregrinação teve lugar com a celebração da Eucaristia, no recinto de oração do Santuário de Fátima, sob a presidência do Presidente da Comissão Episcopal do Laicado e Família e Bispo Auxiliar do Porto, D. António Carrilho.

O Recinto do Santuário viveu uma manhã de festa, com um colorido fora do habitual, com elementos das vinte regiões do Corpo Nacional de Escutas (CNE), da Associação de Escuteiros de Portugal e da Fraternidade Nuno Álvares – associação de antigos escuteiros do CNE, seus familiares e amigos.

Durante a homília, D. António Carrilho dirigiu-se, em separado, aos lobitos, aos exploradores, aos pioneiros, aos caminheiros, aos dirigentes e aos escuteiros marítimos. De cada vez que era pronunciado um grupo, levantavam-se no ar os lenços coloridos que identificam cada grupo e batiam-se as palmas.

Recordando o momento de fundação deste movimento internacional, implantado em 216 países e territórios, o prelado sublinhou que a Peregrinação Nacional a Fátima era feita em sentido de acção de graças.

A escolha do Santuário de Fátima para início destas comemorações nacionais, integradas nas internacionais, pretendeu, realçou D. António Carrilho, vincar a ligação dos escuteiros a Maria, «Mãe dos Escutas». O Escutismo «nasceu em Maio e foi no seu início colocado sob a protecção de Maria», afirmou o Bispo.

Em nome da Igreja portuguesa e do CNE − Escuteiros Católicos de Portugal, D. António Carrilho rezou para que o Escutismo «ajude os jovens a descobrir um ideal de vida, proporcionando-lhes uma caminhada ao encontro com o Mestre», caminhando «com Maria» e «como Maria».

Antes da bênção final, o Chefe Nacional do CNE, Luís Lidington, anunciou oficialmente o início das comemorações em Portugal do Centenário do Escutismo.

O centenário do Escutismo será comemorado à escala global por mais de 28 milhões de escuteiros, em 216 países e territórios, num conjunto de actividades locais, nacionais e internacionais que terão o seu apogeu no Jamboree Mundial (acampamento) que decorrerá no Reino Unido, no Verão de 2007.

Fundado em 1907 pelo inglês Baden-Powell, o Escutismo é o maior movimento de educação não-formal juvenil do mundo, incluindo Portugal, onde existe há quase 83 anos.

 

 

LISBOA

 

COMISSÃO EPISCOPAL PROGRAMA

EDUCAÇÃO CRISTÃ PARA TRIÉNIO

 

Na sequência da revisão aos programas didácticos da catequese infantil, «no final deste ano pastoral serão publicados os Guias e Catecismos do 1º e 7º Ano», adiantou à Agência Ecclesia o bispo D. Tomaz Silva Nunes, Presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã, que reuniu no passado dia 28 de Março para aprovar a proposta de linhas programáticas para os próximos três anos.

 

Em preparação está, também, um Guia de Educação da Sexualidade «com propostas de objectivos e recomendações de natureza didáctica e pedagógica para quem quiser desenvolver a educação da sexualidade», revelou.

Neste triénio, a Comissão Episcopal dedicar uma atenção especial ao sector da catequese, ao «orientar e dinamizar o trabalho de revisão dos catecismos, avançar com o trabalho de levantamento de realizações em curso, e de materiais de apoio em vários domínios», salientou o prelado. Domínios, esses, «que estão contemplados no documento de orientações para a catequese actual da CEP, e em relação aos quais há muitas experiências, e diversos materiais de apoio que precisamos de reunir, porque foram construídos nas dioceses em vários momentos, e falta fazer uma síntese nacional desses materiais», explicou.

Por outro lado, o bispo salienta ainda que, «há que promover a formação de catequistas e de animadores destes grupos, tendo em conta a sensibilização para os novos catecismos e outros materiais de utilização».

No plano da Educação Moral Religiosa Católica (EMRC) está a ser preparado um documento com orientações gerais para a disciplina de EMRC, que será sujeito a aprovação na próxima Assembleia plenária da Conferência Episcopal Portuguesa, em Abril. Esse documento prevê alterações aos objectivos e métodos utilizados.

Nesta linha, coloca-se a proposta de dinamização do trabalho de revisão dos programas e dos materiais de apoio da disciplina e, segundo D. Tomaz, «a médio prazo serão elaboradas propostas de revisão para serem aprovadas pela CEP». Depois dessa aprovação, «segue-se o trabalho de sensibilização das dioceses para a aplicação dos novos programas», acrescentou.

Com o objectivo de «aprofundar a importância e a identidade da Escola Católica como promotora de cultura humana», a Comissão Episcopal vai realizar nos dias 27 e 28 de Janeiro de 2007 um Fórum sobre o tema «Escola Católica na Sociedade Actual».

 

 

LISBOA

 

FACULDADE TEOLOGIA DA UCP

ADERE AO «PROCESSO DE BOLONHA»

 

A Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa prepara-se para reformular os cursos de acordo com o Processo de Bolonha, no ano lectivo de 2007/08.

 

Terminou no dia 31 de Março o prazo estipulado pelo Governo português para a entrega das propostas dos planos de estudo, com base no novo figurino do Processo de Bolonha, cujo diploma foi aprovado no início de Fevereiro pelo Conselho de Ministros e promulgado pelo Presidente da República no passado dia 20 de Março.

A Declaração de Bolonha prevê a constituição, até 2010, de um Espaço Europeu de Ensino Superior, e o decreto-lei recentemente aprovado prevê o alinhamento dos estabelecimentos de Ensino Superior portugueses, ao Processo de Bolonha, no ano lectivo de 2007/2008.

Mais cedo, deverá iniciar a Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa (UCP) com esta nova reformulação que, segundo declarações do seu Director, Pe. Peter Stilwell, à Agência Ecclesia, «se houver mudança, o curso de Teologia passa a ser chamado Ciclo Integrado de Estudos Conducente ao Mestrado».

O Conselho Superior da UCP deliberou que as licenciaturas tenham, em geral, a duração de 180 unidades de crédito (ECTS), correspondentes a 3 anos, e os mestrados a duração de 120 unidades de crédito (ECTS), correspondentes a 2 anos.

No entanto, segundo proposta apresentada ao Governo para aprovação, a Faculdade de Teologia, ao adequar os cursos de Teologia e Ciências Religiosas, não fez «grandes alterações em termos de conteúdos», mas prevê «uma mudança de carácter pedagógico, que é o objectivo essencial das reformas», explicou o Director da Faculdade de Teologia.

Assim, a verificar-se a aprovação, o curso de Teologia funcionará de acordo com as indicações da Congregação para a Educação Católica, dentro dos critérios de Bolonha, composto por 5 anos, mas correspondendo ao grau de Mestrado.

 

O curso de Ciências Religiosas

 

O curso de Ciências Religiosas «é divido em dois níveis», refere o Pe. Peter Stilwell.

Os primeiros três anos, serão compostos pelas matérias filosófico-teológicas e ciências humanas, que já faziam parte do núcleo central do curso, «passando para os dois anos seguintes, para o nível do mestrado, as diversas especializações: uma para os professores de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), que são as matérias pedagógicas e o estágio; depois haverá a vertente pastoral que inclui um conjunto de matérias da área da teologia pastoral e ainda um estágio; há ainda mais algumas opções de carácter de investigação com especialização em estudos da historia do cristianismo, ética teológica, estudos bíblicos, história e teologia das religiões».

Com estas alterações, a Universidade quer formar alunos com «capacidade de funcionar em ambientes alargados e multidisciplinares». Por isso, o próprio método de avaliação vai passar a ser mais exigente e não se limitará ao exame «em que a pessoa mostra se estudou a sebenta do professor». Essa capacidade de comunicar conclusões, conhecimentos e raciocínios, «terá de ser analisada ao longo do curso», sublinhou o Director da Faculdade de Teologia.

A Faculdade de Teologia entregou a sua proposta, conforme era pedido, no prazo indicado e, por isso, deverá já no próximo ano lectivo 2006/2007 iniciar com a reformulação nos cursos. O Governo quer que a transformação do cursos aconteça com alguma celeridade e por isso «apenas durante um ano poderá haver dois ritmos de estudo». Só não serão contemplados pela reforma do Processo de Bolonha «aqueles que no próximo ano transitam para o ultimo ano do curso», concluiu o Pe. Peter Stilwell.

 

 

LISBOA

 

CARDEAL PATRIARCA DESAFIA

A UMA CULTURA DA VIDA

 

O Cardeal-Patriarca de Lisboa referiu-se na sua V Catequese Quaresmal, no passado domingo 2 de Abril, a várias questões que suscitam perplexidade na cultura da vida, sublinhando que a Igreja Católica é sempre a favor da defesa da vida, em qualquer circunstância.

 

«O cristianismo, no seu diálogo com a cultura, só pode propor uma cultura da vida, que leve ao respeito pela dignidade de cada ser humano e desabroche numa civilização do amor».

Para D. José Policarpo, são sobretudo o início e o fim da vida humana que geram, hoje, «as principais perplexidades culturais e legais». E deixa uma série de interrogações: «Em que momento se inicia a vida humana e o ser humano começa a ser sujeito de direitos, entre os quais o de ser protegido pela sociedade e pelo Estado? Pode o Estado legalizar o suicídio voluntário nos momentos terminais? Quais são os limites que a ética impõe à ciência na sua capacidade de intervir no código genético, ou de gerar a vida humana em laboratório?».

Na Catequese Quaresmal deste domingo, D. José Policarpo negou ainda qualquer «justificação legal e moral» para a chamada «guerra preventiva», lembrando que não se pode aceitar «o sacrifício de vítimas inocentes em operações militares utilizadas como caminho para resolver problemas políticos».

«Têm os Estados, em alguma circunstância, direitos sobre a vida de outrem? A guerra preventiva poderá, alguma vez, ter justificação legal e moral? Poder-se-á aceitar ligeiramente o sacrifício de vítimas inocentes em operações militares usadas como caminho para resolver problemas políticos?».

Inspirada no episódio bíblico do assassinato de Abel por seu irmão Caim, o Patriarca de Lisboa começou por abordar «essa dialéctica dramática» da história humana, em que a convivência entre os homens tanto se exprime na fraternidade, como cai na violência assassina. E realça, à luz do mesmo texto bíblico, que «cada homem é responsável pela vida do seu semelhante», e que a vida se descobre à medida que se convive e se ajuda os outros a viver.

O «Não matarás!» do Decálogo supõe, no seu entendimento positivo, «a compreensão, o respeito e o serviço da vida», que D. José Policarpo vê como «um problema perene na constituição e evolução das culturas», em que se registaram, através dos séculos, «progressos e retrocessos». Porque é dom e é projecto, que desafia a liberdade humana, a vida, nos seus parâmetros culturais e religiosos, tem direito a ser defendida e a dispor «de todas as expressões que permitam ao ser humano» desenvolvê-la.

Em conclusão, o Patriarca de Lisboa refere que «a luta em favor da vida foi, desde sempre, um combate moral, o verdadeiro confronto entre o bem e o mal».

«Desde o início, neste combate pela vida, houve momentos altos em que sobressai a grandeza do amor, dos que dão a sua vida para que os outros vivam, e momentos dramáticos em que os homens se matam uns aos outros. E o combate não terminou».

 


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