7º Domingo da Páscoa

28 de Maio de 2006

 

Esta Celebração destina-se aos locais onde a solenidade da Ascensão se celebra na quinta-feira da Semana VI do Tempo Pascal.

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Caminhamos na alegria, H. Faria, NRMS 8

Salmo 26, 7-9

Antífona de entrada: Ouvi, Senhor, a voz da minha súplica. Diz-me o coração: «Procurai a sua face». A vossa face, Senhor, eu procuro; não escondais de mim o vosso rosto. Aleluia.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Estamos aqui reunidos a participar na Eucaristia Dominical. O Senhor vem ao nosso encontro para nos ajudar, abençoar e salvar. Com Maria Santíssima confiemos-Lhe todas as nossas preocupações num diálogo sincero e humilde.

 

Oração colecta: Ouvi, Senhor, a oração do vosso povo e fazei que, assim como acreditamos que o Salvador do género humano está convosco na glória, assim também sintamos que, segundo a sua promessa, está connosco até ao fim dos tempos. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O Senhor chamou-nos. Não procedamos como Judas que traiu Jesus. Imitemos os outros Apóstolos que se mantiveram firmes na Fé.

 

Actos dos Apóstolos 1, 15-17.20a.20c-26

15Naqueles dias, estavam reunidas cerca de cento e vinte pessoas. Pedro levantou-se no meio dos irmãos e disse: 16«Irmãos, era necessário que se cumprisse o que o Espírito Santo anunciou na Escritura, pela boca de David, a respeito de Judas, que foi o guia dos que prenderam Jesus. 17Na verdade, era um dos nossos e foi-lhe atribuída uma parte neste ministério. 20aEstá escrito no Livro dos Salmos: 20c'Receba outro o seu cargo'. 21É necessário, portanto, que de entre os homens que estiveram connosco durante todo o tempo que o Senhor Jesus viveu no meio de nós, 22desde o baptismo de João até ao dia em que do meio de nós foi elevado ao Céu, um deles se torne connosco testemunha da sua ressurreição.23Apresentaram dois: José, chamado Barsabás, de sobrenome Justo, e Matias. 24E oraram nestes termos: 'Senhor, que conheceis o coração de todos os homens, indicai-nos qual destes dois escolhestes 25para ocupar, no ministério apostólico, o lugar que Judas abandonou, a fim de ir para o seu lugar'. 26Deitaram sortes sobre eles e a sorte caiu em Matias que foi agregado aos onze Apóstolos.»

 

O relato da eleição de Matias para o lugar de Judas põe em relevo características importantes da constituição da Igreja de Cristo. Refazer o número doze dos Apóstolos mostra-se extraordinariamente importante para que se perceba que a Igreja é o novo povo de Deus, assente não em doze tribos, mas num colégio de doze homens eleitos por Deus. Por outro lado, deixa-se ver como Pedro é o chefe do Colégio Apostólico, ao tomar uma iniciativa tão importante: «Pedro levantou-se no meio dos irmãos» (v. 15). É de notar como Lucas dá importância à figura de Pedro na sua obra, pois este aparece sempre como figura central dos episódios em que intervém juntamente com os outros Apóstolos ou com os discípulos (cf. Act 2, 14, 37; 3, 3-26; 4, 8.19; 5, 2-9.29; 8, 14.20…); é ele quem primeiramente admite os gentios na Igreja (Act 10 – 11) e quem no Concílio dos Apóstolos intervém primeiramente, como quem marca o rumo a tomar (Act 15, 6-11).

21-22 «Testemunha da Ressurreição» de Jesus era uma condição essencial para os candidatos ao lugar de Judas, pois era isto o que mais garantia podia dar ao testemunho que o Apóstolo tinha a dar.

 

Salmo Responsorial    Sl 102 (103), 1-2.3-4.8.10.12-13 (R. 8a)

 

Monição: Muitos judeus e cristãos ao longo dos séculos santificaram-se, rezando os salmos. Neste momento somos convidados a fazer o mesmo na certeza de que o Senhor nos atenderá.

 

Refrão:         O Senhor é clemente e cheio de compaixão.

 

Ou:                Senhor, sois um Deus clemente e compassivo.

 

Bendiz, ó minha alma, o Senhor

e todo o meu ser bendiga o seu nome santo.

Bendiz, ó minha alma, o Senhor

e não esqueças nenhum dos seus benefícios.

 

Ele perdoa todos os teus pecados

e cura as tuas enfermidades;

salva da morte a tua vida

e coroa-te de graça e misericórdia.

 

O Senhor é clemente e compassivo,

paciente e cheio de bondade;

não nos tratou segundo os nossos pecados,

nem nos castigou segundo as nossas culpas.

 

Como o Oriente dista do Ocidente,

assim Ele afasta de nós os nossos pecados;

como um pai se compadece dos seus filhos,

assim o Senhor Se compadece dos que O temem.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Seguindo o apelo do Apóstolo São João, procuremos amar a Deus e amemo-nos uns aos outros por Seu Amor.

 

1 São João 4, 11-18

Caríssimos: 11Se Deus nos amou tanto, também nós devemos amar-nos uns aos outros. 12A Deus ninguém jamais O viu. Se nos amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós e em nós o seu amor é perfeito. 13Nisto conhecemos que estamos n’Ele e Ele em nós: porque nos deu o seu Espírito. 14E nós vimos e damos testemunho de que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. 15Se alguém confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele e ele em Deus. 16Nós conhecemos o amor de Deus por nós e acreditamos no seu amor. Deus é amor: quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele.

 

(Veja-se o comentário feito atrás para esta mesma leitura alternativa do 6º Domingo de Páscoa)

 

Aclamação ao Evangelho       

 

Monição: É sublime a oração que o Senhor fez por nós e que o Evangelho nos recorda. Rezemos-Lhe também nós incessantemente.

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação – 4, F. da Silva, NRMS 50-51

 

Não vos deixarei órfãos, diz o Senhor:

vou partir mas virei de novo e alegrar-se-á o vosso coração.

 

 

Evangelho

 

São João 17, 11b-19

Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao Céu e orou deste modo: 11b«Pai santo, guarda-os em teu nome, o nome que Me deste, para que sejam um, como Nós. 12Quando Eu estava com eles, guardava-os em teu nome, o nome que Me deste. Guardei-os e nenhum deles se perdeu, a não ser o filho da perdição; e assim se cumpriu a Escritura. 13Mas agora vou para Ti; e digo isto no mundo, para que eles tenham em si mesmos a plenitude da minha alegria. 14Dei-lhes a tua palavra e o mundo odiou-os, por não serem do mundo, como Eu não sou do mundo. 15Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. 16Eles não são do mundo, como Eu não sou do mundo. 17Consagra-os na verdade. A tua palavra é a verdade. Assim como Tu Me enviaste ao mundo, também Eu os enviei ao mundo. 18Eu consagro-Me por eles, para que também eles sejam consagrados na verdade».

 

(Veja-se o comentário feito atrás para esta mesma leitura alternativa do 6º Domingo de Páscoa)

 

Sugestões para a homilia

 

O mal no mundo

Afastemos o ódio

Amemos a Deus e ao próximo

O mal no mundo

Quando vemos as imagens de destruição, sofrimento, morte e inferno, provocadas por bombas que assassinos ou suicidas fazem explodir, aterrorizados perguntamos: porquê?!

Quando vemos pessoas a afundar-se na lama do vício e pecado e, num último desespero, levantam a mão pedindo socorro mas ainda são empurradas para o precipício, angustiados perguntamos: porquê?!

Quando vemos esposos a agredirem-se, caminhando para a separação e divórcio; quando vemos pais a serem maltratados por seus filhos; quando vemos filhos a serem torturados até à morte por seus pais, tristes perguntamos: porquê?!

Ai como é terrível a violência, a vingança e o ódio, causadores destas tragédias que infelizmente acontecem um pouco por todo o mundo!...

Afastemos o ódio

Então vamos à Sagrada Escritura em busca duma resposta. E vemos um dos doze Apóstolos, escolhidos pelo Mestre que pregou e fez milagres na sua presença, a traí-l’O, entregando-O aos inimigos (primeira leitura).Por que não pediu perdão a Jesus quando, fitando-o nos olhos, lhe disse: «Judas, é com um beijo que entregas o Filho do Homem?» (Lc 22, 48).

O gesto de Judas tem-se repetido infelizmente ao longo dos séculos. E, enquanto tal acontecer, a maldade continuará a acompanhar-nos no nosso dia a dia.

Mas não podemos cruzar os braços dizendo que a causa está perdida: já não há nada a fazer...Os Apóstolos não desanimaram: escolheram Matias para preencher o lugar que Judas abandonou...

Amemos a Deus e ao próximo

O Senhor está atento e vem ao nosso encontro para nos salvar. O Caminho foi anunciado por Ele há dois mil anos. São João, na segunda leitura, recorda-nos: «Se Deus tanto nos amou, também nós devemos amar-nos uns aos outros». E o Senhor, no Evangelho, reza ao Pai: «Assim como Tu me enviaste ao mundo também Eu os enviei ao mundo».

Amemos o Senhor cumprindo durante toda a vida a Sua vontade. Amemos n’Ele todas as pessoas.

Levemos o Seu amor às famílias e vê-las-emos unidas a tornarem a sociedade melhor.

Levemos o Seu amor aos que buscam a felicidade longe d’Ele e encontrarão de novo a alegria de viver.

Levemos o Seu amor aos que odeiam e viveremos como irmãos no mundo, trabalhando pelo desenvolvimento, progresso, bem-estar e paz.

Bento XVI na sua encíclica «Deus caritas est» (nº 18) diz-nos: «Amor a Deus e amor ao próximo são inseparáveis, constituem um único mandamento. Mas ambos vivem do amor proveniente com que Deus nos amou primeiro».

Nossa Senhora quer acompanhar-nos na vida.Com Ela tudo conseguiremos. E teremos a certeza de que na hora da partida nos levará em Seus braços maternos para o Céu. Lá nos juntaremos aos anjos e santos para amarmos eternamente o Senhor.

 

 

Oração Universal

 

Irmãos, oremos a Deus todo-poderoso,

e imploremos a Sua misericórdia,

dizendo confiadamente:

Escutai, Senhor, a nossa oração

 

1.  Pelo Santo Padre, pelos bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos e missionários

que se consagraram inteiramente ao Senhor

no apostolado em todas as nações,

oremos, irmãos.

 

2.  Pelos leigos que se esforçam por desempenharem bem a sua missão,

procurando resolver conflitos, evitar atentados, afastar a guerra e construir a paz,

tornando assim o mundo melhor,

oremos, irmãos.

 

3.  Pelas crianças que são o nosso encanto,

pelos jovens que desejam uma vida feliz,

pelos idosos que dão exemplo aos mais novos,

pelos doentes que oferecem os sofrimentos ao Senhor,

oremos, irmãos.

 

4.  Pelas famílias que vivem em Amor

no perdão, no diálogo, no acolhimento aos outros

e onde surgem vocações consagradas,

oremos, irmãos.

 

5.  Pela nossa Comunidade (Paroquial)

onde os grupos de apostolado e todos os cristãos

se amam como nos ama o Senhor,

oremos, irmãos.

 

6.  Pelos que viveram na Terra antes de nós,

fazendo-nos companhia porventura em nossos lares,

participando connosco tantas vezes na Santa Missa

e agora se purificam no Purgatório a caminho do Céu,

oremos, irmãos.

 

Senhor nosso Deus e nosso Pai,

dignai-vos atender as nossas súplicas

e conceder-nos o que for melhor para nós.

Por N. S. J. C. Vosso Filho que é Deus Convosco

na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Cantai a Cristo Senhor, Az. Oliveira, NRMS 97

 

Oração sobre as oblatas: Aceitai, Senhor, as orações e as ofertas dos vossos fiéis e fazei que esta celebração sagrada nos encaminhe para a glória do Céu. Por Nosso Senhor.

 

Prefácio pascal: p. 469 [602-714] ou 470-473; ou da Ascensão: p. 474 [604-716]

 

Santo: J. Santos, NRMS 6 (II)

 

Monição da Comunhão

 

Se estamos devidamente preparados, recebamos a Sagrada Comunhão. No Céu veremos o Senhor face a face. Agora é Ele mesmo que vem até nós. Que maravilha, que grandeza, que felicidade!

 

Cântico da Comunhão: O Hino da alegria, M. Faria, NRMS 21

cf. Jo 17, 22

Antífona da comunhão: Eu Vos peço, ó Pai: assim como Nós somos um, também eles sejam consumados na unidade. Aleluia.

 

Oração depois da comunhão: Ouvi-nos, Deus nosso salvador, e, por estes sagrados mistérios, confirmai a nossa esperança de que todo o Corpo da Igreja alcançará um dia o mistério de glória inaugurado em Cristo, sua Cabeça. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Terminada a Missa, vamos vivê-la no dia a dia, amando a Deus e ao próximo por Seu amor. Os irmãos que em qualquer parte do mundo participam na Eucaristia Dominical juntam-se a nós para, com a bênção maternal de Nossa Senhora, tornarmos o mundo melhor.

 

Cântico final: Cantai ao Senhor um cântico novo, J. Santos, NRMS 36

 

 

Homilias Feriais

 

7ª SEMANA

 

feira, 29-V: As dificuldades e a coragem.

Act. 19, 1-8 / Jo. 29, 33

No mundo haveis de sofrer tribulações. Mas tende coragem! Eu venci o mundo!

O Senhor apela à nossa coragem para vencermos as tentações (cf. Ev.). Contamos igualmente com a ajuda do Espírito Santo: «Quando Paulo lhes impôs as mãos, o Espírito Santo veio sobre eles» (Leit.).

O Espírito Santo cura as feridas dos nossos pecados; transforma o nosso interior espiritualmente; ilumina-nos e fortalece-nos para vivermos como filhos da luz (CIC, 1695). Com esta força S. Paulo falou corajosamente na sinagoga durante três meses (cf. Leit.).

 

feira, 30-V: A ‘hora de Jesus’ e o Espírito Santo.

Act. 20, 17-27 / Jo. 17, 1-11

Jesus ergueu os olhos ao céu e disse: Pai, chegou a hora.

Esta expressão ‘chegou a hora’ significa que Jesus entrega o seu espírito nas mãos do Pai, no momento em que pela sua morte vence a morte. E, depois da sua ressurreição entrega o Espírito Santo soprando sobre os discípulos (cf. CIC, 730).

E a partir desse momento é o Espírito Santo que orienta a vida dos primeiros cristãos. Dizia S. Paulo: «Só sei que o Espírito Santo me avisa, de cidade em cidade, que me aguardam cadeias e tribulações» (Leit.). O Espírito Santo é o mestre interior, o amigo que inspira, guia, rectifica e fortalece a nossa vida (cf. CIC, 1696).

 

feira, 31-V: Visitação de Nª Senhora: As ajudas de Nª Senhora.

Sof. 13, 14-18 / Lc. 1, 39-56

Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se apressadamente para a serra, em direcção a uma cidade de Judá.

Com esta festa da Visitação terminamos o mês de Maio, dedicado a Nª Senhora.

Queremos aprender dela o espírito de serviço: «Maria ficou junto de Isabel cerca de três meses» (Ev.), durante os quais pode ajudar a sua parente em todas as suas necessidades, como faria mais tarde também nas bodas de Caná. Também queremos ser semeadores de alegria:«exultará de alegria por tua causa; como em dia de festa» (Leit.). E a vivermos de fé: «Feliz daquela que acreditou no cumprimento do que lhe foi dito da parte do Senhor» (Ev.).

 

feira, 1-VI:: S. Justino: Oração pelos frutos da pregação.

Act. 22, 30 / Jo.17, 20-26

Pai santo, não é só por estes discípulos que eu rogo, é também por aqueles que vão acreditar em mim, graças às suas palavras, para que todos sejam um só.

Na sua oração sacerdotal Jesus pede pelos frutos da pregação dos discípulos (cf. Ev.).

Um deles foi S. Paulo, a quem Jesus pede para ir até Roma: «Coragem! Tal como deste testemunho de mim em Jerusalém, assim tens de o dar em Roma» (Leit.). E o Apóstolo nunca cessou de falar da Boa Nova apesar de estar prisioneiro. O outro foi S. Justino (século II) que, depois da sua conversão (na Samaria), resolveu abrir uma escola em Roma para debates públicos em defesa da religião cristã. Acabou por sofrer o martírio juntamente com os seus companheiros.

 

feira, 2-VI: S. Marcelino e Pedro: Defesa da fé que Jesus nos confiou.

Act. 25, 13-21 / Jo. 21. 15-19

Simão, filho de João, amas-me mais do que estes… Apascenta os meus cordeiros.

Jesus confirma a S. Pedro o encargo que lhe tinha prometido: autoridade para perdoar os pecados, pronunciar juízos doutrinais e tomar decisões disciplinares na Igreja (cf. CIC, 553). Tenhamo-lo presente quando o sucessor de S. Pedro nos falar: é o próprio Cristo que se nos dirige. Precisamos defender esta fé que o Senhor nos confia.

S. Paulo é feito prisioneiro por defender a sua religião: «Tinham com ele algumas questões sobre a sua religião e sobre um certo Jesus» (Leit.). Os mártires S. Marcelino e Pedro deram testemunho sobre a fé durante os primeiros séculos. Sigamos estes exemplos.

 

Sábado, 3-VI: S. Carlos Lwanga: Testemunha fiel de Cristo.

Act. 28, 16-20. 30-31 / Jo. 21, 20-25

É esse discípulo que dá testemunho dessas coisas e as escreveu.

João acompanhou Jesus, foi seu amigo íntimo e quis partilhar connosco esse seu conhecimento de Cristo. Ele pode ver quem é Jesus e ajuda-nos a descobrir os mistérios da sua vida terrena. Através dos gestos, milagres e palavras, Jesus manifestou que n’Ele habita a plenitude da divindade (cf. CIC, 515).

S. Paulo, embora prisioneiro em Roma durante dois anos, não deixou de ensinar o que dizia respeito a Jesus (cf. Leit.). S. Carlos Lwanga e seus companheiros (século XIX), deram um testemunho (martírio), mantendo a sua fé inquebrantável perante as exigências do rei de Uganda.

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Aurélio Araújo Ribeiro

Nota Exegética:             Geraldo Morujão

Homilias Feriais:            Nuno Romão

Sugestão Musical:                  Duarte Nuno Rocha

 


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