Visitação da virgem santa maria

31 de Maio de 2024

 

Festa

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Maria Mãe de Jesus – J. Santos, NRMS, 101

cf. Salmo 65, 16

Antífona de entrada: Servos do Senhor, vinde e ouvi: vou contar-vos tudo o que Ele fez por mim. (T. P. Aleluia.)

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

No fim do mês de maio celebramos a festa da Visitação de Nossa Senhora. Aquela que se define a si própria como a serva do Senhor, leva à prática as suas palavras, com prontidão e alegria, para ajudar Isabel. É desejo da Igreja que o fruto do mês de Maria em nós, seja uma maior e mais alegre dedicação ao serviço dos irmãos.

 

Oração colecta: Deus eterno e omnipotente, que inspirastes à Virgem Santa Maria o desejo de visitar Santa Isabel, levando consigo o vosso Filho Unigénito, tornai-nos dóceis à inspiração do Espírito Santo, para podermos, com ela, cantar sempre as vossas maravilhas. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O profeta Sofonias fala-nos do Amor misericordioso de Deus para com Israel e da sua presença consoladora no meio do seu Povo. São palavras que se cumprem de modo eminente em Maria, filha de Israel e filha predileta de Deus.

 

Sofonias 3, 14-18

14Clama jubilosamente, filha de Sião solta brados de alegria, Israel. Exulta, rejubila de todo o coração, filha de Jerusalém. 15O Senhor revogou a sentença que te condenava, afastou os teus inimigos. O Senhor, Deus de Israel, está no meio de ti e já não temerás nenhum mal. 16Naquele dia, dir-se-á a Jerusalém: «Não temas, Sião, não desfaleçam as tuas mãos. 17O Senhor teu Deus está no meio de ti, como poderoso salvador. Por causa de ti, Ele enche-Se de júbilo, renova-te com o seu amor, exulta de alegria por tua causa, como nos dias de festa». 18Afastei para longe de ti a desventura, a humilhação que te oprimia, Jerusalém.

 

O texto profético visa directamente e em primeiro plano a restauração de Israel (Sof 3, 9-20; cf. Is 54; 60; 62), a partir de um «resto», humilde e pobre», que permanece fiel (Sof 3, 12-13; cf. Lc 1, 48, do Evangelho de hoje) e constitui um belíssimo canto de esperança (pouco importa a discussão acerca da época da redacção do texto, se a de Josias – Sof 1, 1 –, se a do terceiro Isaías). A Liturgia, na linha dos Padres da Igreja, aplica este texto à Virgem Maria, pois de ninguém como dela se pode dizer com tanta verdade: «O Senhor, teu Deus, está no meio de ti» (v. 17; cf. Lc 1, 28). E as expressões com que se relata a Anunciação no Evangelho de S. Lucas fazem eco às palavras proféticas: «avé (khaire/alegra-te) = exulta, rejubila» (Lc 1, 30; Sof 3, 16); «não temas» (Lc 1, 28; Sof 3, 14); = «o Senhor é convosco» = «o Senhor está no meio de ti» (Lc 1, 28; Sof 3, 17). A «Filha de Sião» (v. 14) a personifica os habitantes de Jerusalém, noutros lugares chamada «virgem filha de Sião», tornou-se uma figura da Virgem Santa Maria.

 

Salmo Responsorial Isaías 12, 2.3-4bcd.5-6 (R. 6b)

 

Monição: Nossa Senhora canta alegremente em casa de Isabel, como o salmista, os dons recebidos de Deus. Rezemos também nós, agora, agradecendo a Deus todos os bens que nos concede.

 

Refrão:    Exultai de alegria,

                porque é grande no meio de vós o Santo de Israel.

 

Deus é o meu Salvador,

Tenho confiança e nada temo.

O Senhor é a minha força e o meu louvor.

Ele é a minha salvação.

 

Tirareis água com alegria das fontes da salvação.

Agradecei ao Senhor, invocai o seu nome

anunciai aos povos a grandeza das suas obras,

proclamai a todos que o seu nome é santo.

 

Cantai ao Senhor, porque Ele fez maravilhas,

anunciai-as em toda a terra.

Entoai cânticos de alegria, habitantes de Sião,

porque é grande no meio de vós o Santo de Israel.

 

 

Aclamação ao Evangelho   Lc 1, 45

 

Monição: Escutemos com atenção o episódio da vida de Maria que nos transmite S. Lucas. Teremos meditado muitas vezes, quando rezamos o terço, o que agora ouviremos. Não esqueçamos, não em tanto, que a Palavra de Deus é sempre viva e nova e nos diz, a cada um, aquilo que a nossa alma precisa no dia presente.

 

Aleluia

 

Cântico: Aleluia – J. F. Silva, NRMS,46

 

Bendita sejais, ó Virgem Santa Maria,

que acreditastes na palavra do Senhor.

 

 

Evangelho

 

São Lucas 1, 39-56

39Naqueles dias, Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se apressadamente para a montanha, em direcção a uma cidade de Judá. 40Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel. 41Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino exultou-lhe no seio. Isabel ficou cheia do Espírito Santo 42e exclamou em alta voz: «Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. 43Donde me é dado que venha ter comigo a Mãe do meu Senhor? 44Na verdade, logo que chegou aos meus ouvidos a voz da tua saudação, o menino exultou de alegria no meu seio. 45Bem-aventurada aquela que acreditou no cumprimento de tudo quanto lhe foi dito da parte do Senhor». 46Maria disse então: «A minha alma glorifica o Senhor 47e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, 48porque pôs os olhos na humildade da sua serva: de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. 49O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas: Santo é o seu nome. 50A sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que O temem. 51Manifestou o poder do seu braço e dispersou os soberbos. 52Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. 53Aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. 54Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia, 55como tinha prometido a nossos pais, a Abraão e à sua descendência para sempre». 56Maria ficou junto de Isabel cerca de três meses e depois regressou a sua casa.

 

Os exegetas descobrem neste relato uma série de ressonâncias vétero-testementárias, o que corresponde não apenas ao estilo do hagiógrafo, mas sobretudo à sua intenção teológica de mostrar como na Mãe de Jesus se cumprem as figuras do A.T.: Maria é a verdadeira e nova Arca da Aliança (comparar Lc 1, 43 com 2 Sam 6, 9 e Lc 1, 56 com 2 Sam 6, 11) e a verdadeira salvadora do povo, qual nova Judite (comparar Lc 1, 42 com Jdt 13, 18-19) e qual nova Ester (Lc 1, 52 e Est 1 – 2).

39 «Uma cidade de Judá». A tradição diz que é Ain Karem, uma bela povoação a 6 Km a Oeste da cidade nova de Jerusalém. De qualquer modo, ficaria a uns quatro ou cinco dias de viagem de Nazaré (uns 150 Km). Maria empreende a viagem movida pela caridade e espírito de serviço. A «Mãe do meu Senhor» (v. 43) não fica em casa à espera de que os Anjos e os homens venham servir a sua rainha; e Ela mesma, que se chama «escrava do Senhor» (v. 38), «a sua humilde serva» (v. 48), apressa-se em se fazer a criada da sua prima e de acudir em sua ajuda. Ali permanece, provavelmente, até depois do nascimento de João, uma vez que S. Lucas nos diz que «ficou junto de Isabel cerca de três meses» Se Lucas diz que «regressou a sua casa» antes de relatar o nascimento de João, isso deve-se a uma técnica de composição literária chamada «de eliminação» (arrumar um assunto de vez, antes de passar a outro, independentemente da sucessão real dos factos), do gosto de São Lucas (ver tb. Lc 1, 80 e 2, 7; 3, 20 e 21).

42 «Bendita és Tu entre as mulheres». Superlativo hebraico: a mais bendita de todas as mulheres.

43-44 «A Mãe do meu Senhor». As palavras de Isabel aparecem como proféticas, fruto duma luz sobrenatural que faz ver que o mexer-se do menino no seio (v. 41) não era casual, mas que «exultou de alegria» para saudar o Messias e sua Mãe. É natural que esta reflexão de fé já circulasse nas fontes familiares dos Evangelhos da Infância.

46-55 O cântico de Nossa Senhora, o Magnificat, é um poema de extraordinária beleza poética e elevação religiosa. Dificilmente poderiam ficar mais bem expressos os sentimentos do coração da Virgem Maria – «a mais humilde e a mais sublime das criaturas» (Dante, Paraíso, 33, 2) –, em resposta à saudação mais elogiosa (vv. 42-45) que jamais se viu em toda a Escritura. É como se Maria dissesse que não havia motivo para uma tal felicitação: tudo se deve à benevolência, à misericórdia e à omnipotência de Deus. Sem qualquer referência ao Messias, refulge aqui a alegria messiânica da sua Mãe, num magnífico hino de louvor e de agradecimento. O cântico está todo entretecido de reminiscências bíblicas, sobretudo do cântico de Ana (1 Sam 2, 1-10) e dos Salmos (35, 9; 31, 8; 111, 9; 103, 17; 118, 15; 89, 11; 107, 9; 98, 3); cf. também Hab 3, 18; Gn 29, 32; 30, 13; Ez 21, 31; Si 10, 14; Mi 7, 20. Ao longo dos tempos, muitos e belos comentários se fizeram ao Magnificat, mas também é conhecida a abordagem libertadora, em clave marxista de luta de classes, utópica e de cariz materialista, falsificadora do genuíno sentido bíblico. Apraz registar o comentário do Servo de Deus, João Paulo II na Encíclica Redemptoris Mater, nº 36: «Nestas sublimes palavras… vislumbra-se a experiência pessoal de Maria, o êxtase do seu coração; nelas resplandece um raio do mistério de Deus, a glória da sua santidade inefável, o amor eterno que, como um dom irrevogável, entra na história do homem».

 

Sugestões para a homilia

 

A Serva do Senhor

O melhor serviço

O serviço obra magnifica de Deus

 

A Serva do Senhor

 

 Nossa Senhora responde ao anúncio da Encarnação do Filho de Deus com as palavras “eis aqui a escrava do Senhor”. É a resposta de um coração cheio de graça e, por isso, pleno de Amor de Deus.

Não é fácil, para nós, compreender como ama um coração em que não se mistura nenhuma manifestação de egoísmo, e tudo nele é doação. Mas assim é Maria, a Serva do Senhor. Nela tudo é amor, tudo é querer o bem de quem se ama, tudo é dar e dar-se a ele, e, na prática, tudo é servir. O serviço é a expressão do amor. A vocação do homem é o serviço.

Jesus Cristo é o homem perfeito e o modelo que devemos imitar, a perfeita imagem e semelhança de Deus. Nosso Senhor é Aquele que “não veio para ser servido, mas para servir” (Mt 20, 28). Dele aprendemos que a quanto mais servimos maiores e melhores somos: “o primeiro seja vosso escravo” (cf Mt 20, 28) e que a felicidade é consequência do serviço (cf Jo 13, 17).

Deus é Amor e por isso nos serve, e nos ensina que a nossa vida é imagem e semelhança de Deus quando é vivida como serviço. Esse é o sentido da nossa liberdade.

Por isso a resposta de Maria ao anúncio do Anjo é pôr-se a caminho, com pressa, para servir.

 

O melhor serviço

 

Toda vida humana é um serviço, e servimos muito uns aos outros, graças a Deus. Os pais servem aos filhos, o marido à mulher e vice-versa, os médicos, os operários, os políticos, os professores, os sacerdotes, os mineiros, os astronautas, os artistas, todos servem. Todo trabalho é um serviço, e a sociedade é uma complexa organização de serviços mútuos. Mas o melhor serviço é dar aos outros o maior bem que pode existir: dar Deus.

Quando Nossa Senhora vai a casa de Zacarias e Isabel, nas montanhas da Judeia, vai para acompanhar e ajudar, mas sobre tudo para levar Deus a essa casa. E é essa presença de Deus em Maria que inunda de graça e felicidade todos os que nela habitavam.

Também o nosso melhor serviço à nossa família, aos que trabalham connosco, à sociedade, é levar Deus na nossa alma, ser “portadores de Deus”, da sua presença. Também de modo natural, com o nosso exemplo e a nossa palavra, daremos a conhecer esse Dom maravilhoso que nos foi concedido. Assim fez Maria na sua saudação Isabel e na sua exultante oração de louvor e agradecimento a Deus. Quando um pai, uma mãe, um irmão chega à casa, o presente de maior valor que trazem com eles deve ser Deus habitando nas suas almas em graça.

 

O serviço obra magnifica de Deus

 

São João Paulo II no dia 18 de outubro de 1978, dois dias depois de ser eleito Papa, foi até o Policlínico Gemelli de Roma para visitar o bispo Andrzej Deskur. O bispo, muito amigo do Papa, estava internado, com uma grave doença. O prelado acabaria por recuperar a saúde e mais tarde foi nomeado cardeal e presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais. Na visita S. João Paulo II deteve-se, um momento, com um grupo de médicos, enfermeiras e funcionários que o foram cumprimentar. O Papa lhes disse, glosando a parábola do bom samaritano, que não esquecessem que Jesus estava nas feridas do homem roubado e nas mãos do bom samaritano.

Hoje podemos pedir a Nossa Senhora que nos ajude a descobrir Jesus nas feridas, nas necessidades e carências do nosso próximo. O próprio Jesus se identifica com quem sofre ou passa necessidade, sede, fome, doença, solidão, etc. “A Mim o fizestes” (Mt 25, 41).

Também pedimos a Nossa Senhora que nos torne conscientes da nossa capacidade e possibilidade de curar, ajudar, acompanhar, a tantas pessoas que Deus coloca no caminho da nossa vida. Não esqueçamos que Jesus se quer tornar presente, com a sua misericórdia, através das nossas mãos, nos pequenos e grandes serviços que podemos realizar todos os dias e que é Ele que, por meio da nossa presença e as nossas mãos, realiza todos os dias obras magníficas.

 

 

Oração Universal

 

Jesus é o nosso Mediador junto do eterno Pai.

Ele quis associar a Si a Sua e nossa Mãe do Céu.

Com Jesus e Nossa Senhora, vamos apresentar ao Pai os nossos pedidos.

 

 

1. Pela Santa Igreja, espalhada pelo mundo,

para que, à semelhança de Maria, leve Jesus a todos os homens,

oremos, irmãos.

 

R. Ouvi-nos, Senhor.

 

2. Pelo Santo Padre, para que todos escutem a sua palavra

e assim encontrem os verdadeiros caminhos da felicidade,

oremos, irmãos.

 

R. Ouvi-nos, Senhor.

 

3. Por todos os Sacerdotes para que fieis a Jesus Cristo,

O tornem sempre presente no meio dos homens,

oremos, irmãos.

 

R. Ouvi-nos, Senhor.

 

4. Por todos os cristãos,

para que manifestem a sua fé no amor a Jesus na Eucaristia

e na frutuosa recepção da Penitência,

oremos, irmãos.

 

R. Ouvi-nos, Senhor.

 

5. Para que todos saibamos levar Jesus connosco

a todos os que nos rodeiam, como fez a Santíssima Virgem,

oremos, irmãos.

 

R. Ouvi-nos, Senhor.

 

6. Por todos os que ainda não conhecem a Cristo,

para que se abram à fé e encontrem a alegria do Seu amor,

oremos, irmãos.

 

R. Ouvi-nos, Senhor.

 

7. Por todos quantos se encontram no Purgatório

para que possam ver, quanto antes, o rosto de Jesus na felicidade do Céu,

oremos, irmãos.

 

R. Ouvi-nos, Senhor

 

Senhor, que nos chamastes à vida para a vivermos em caminhos de felicidade,

aumentai em nós a fé e o amor, para que levemos Jesus connosco numa vida de santidade,

e assim sejamos Suas alegres testemunhas em toda a parte.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, que convosco vive e reina

na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Louvada seja na terra – A. F. Santos, NRMS, 33-34

 

Oração sobre as oblatas: Senhor, que aceitastes com agrado a caridade da Virgem Maria, Mãe do vosso Filho, aceitai também estes dons que Vos oferecemos e transformai-os para nós em sacrifício de salvação. Por Nosso Senhor...

 

Prefácio de Nossa Senhora II [e na Visitação]: p. 487

 

Santo: C. Silva - OC (pg 537)

 

Saudação da paz

 

Monição da Comunhão

 

Jesus vem até nós na Sagrada Eucaristia, de modo semelhante a como foi à casa de Isabel, oculto no seio de Nossa Senhora. Se nos encontrarmos bem preparados para O receber, vamos ao seu encontro com atos de fé, esperança e amor.

 

Cântico da Comunhão: É celebrada a vossa glória – A. F. Santos, BML, 33

cf. Lc 1, 48-49

Antífona da comunhão: Todas as gerações me proclamarão bem-aventurada, porque o Senhor fez em mim maravilhas e santo é o seu nome. (T. P. Aleluia)

 

Cântico de acção de graças: Feliz és Tu porque acreditaste – C. Silva, OC

 

Oração depois da comunhão: Fazei, Senhor, que a vossa Igreja Vos glorifique pelas maravilhas que realizastes em favor dos vossos fiéis e, assim como São João Baptista exultou ao pressentir o Salvador ainda oculto, também o vosso povo O reconheça com alegria sempre vivo neste sacramento. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

O celebrante no fim da Santa Missa nos despede e envia com as palavras “ide em paz e o Senhor vos acompanhe”. De facto, o Senhor nos acompanha sempre na nossa alma em graça, para que sejamos, como Maria, instrumentos da sua ação santificadora nas almas.

 

Cântico final: Avé Maria, Mãe da Igreja – Rocha Monteiro, CNPL, 228

 

Homilia Ferial

 

 

Sábado, 1-VI: A recristianização da sociedade.

Jds 17. 20-25 / Mc 11, 27-32

Os escribas e os anciãos: Com que direito fazes tudo isto? Quem te deu o direito de o fazeres?

Também nos podem fazer uma pergunta semelhante: com que direito implantais os valores cristãos na sociedade? Temos realmente um dever de recristianizar a sociedade, a família, a educação, etc., como Jesus o fez e, a seguir, os primeiros cristãos, pois está em jogo o respeito pela dignidade humana e os seus direitos inalienáveis.

Para isso, temos à nossa disposição a nossa fé santíssima e contar com ajuda do Espírito Santo (Leit.). Procuremos convencer os hesitantes, salvemos os que andam pelos caminhos de perdição e tenhamos compaixão pelos restantes (Leit.).

 

 

 

 

Celebração e Homilia:           Carlos Santamaria

Nota Exegética:          Geraldo Morujão

Homilia Ferial: Nuno Romão

Sugestão Musical:      José Carlos Azevedo

 


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