aCONTECIMENTOS eclesiais

DO PAÍS

 

PORTO – projeto «Elo»

Projeto social e educativo «Elo» nasceu na cidade do Porto

«Elo» é um projeto social e educativo que pretende dar vida a histórias com origem no Coliseu e nos Clérigos.

Foi apresentado no dia 11 de outubro pelo Coliseu Porto Ageas e a Irmandade dos Clérigos do Porto.

Música, teatro, dança, storytelling, são as áreas abrangidas pelo projeto que tenciona reunir cerca de 2000 pessoas de diferentes idades e contextos sociais, nomeadamente a comunidade prisional, desde os reclusos, aos guardas prisionais.

O nome “Elo” resulta precisamente desta ligação entre disciplinas artísticas e, setores e âmbito inclusivo

“Queremos despertar sorrisos nos jovens, na população prisional e nos mais idosos, mostrando-lhes que podem, e que tem dentro de si, qualidades excecionais”, manifestou o padre Manuel Fernando, presidente da Irmandade dos Clérigos, em conferência de imprensa.

Esta iniciativa pioneira, pretende também ser fonte inspiradora para iniciativas semelhantes noutras regiões e instituições.

Com inicio marcado para outubro, a iniciativa vai abrir o Coliseu e a Torre dos Clérigos a 20 visitas orientadas, na primeira fase do projeto, que culmina a 18 de junho, com um espetáculo no Palco do Coliseu, decorrente de nove meses de atividades.

Num primeiro momento, está previsto o convite a 240 adultos e seniores que integram várias associações sociais do Porto, desde lares e centros de dia a Universidades Seniores, através dos quais, os educadores do Coliseu, vão recolher 20 histórias e memórias vividas nestes dois locais da cidade.

O músico Pedro Abrunhosa dá o pontapé de saída com duas memórias: uma experienciada no Coliseu e a outra nos Clérigos.

O teatro, a dança e a música, surgirão numa fase posterior com a orientação de profissionais.

 

 

LISBOA

Comunidade “Vida e Paz”, quer ajudar a «reconstruir sentidos de vida».

A Comunidade Vida e Paz (CVP), Instituição Particular de Sociedade Social do Patriarcado de Lisboa, divulgou a campanha institucional, intitulada “Reconstruir sentidos de vida”, numa nota enviada em 21 de setembro à Agência Ecclesia. Deseja com esta iniciativa, reforçar os valores da instituição.

“A missão da CVP é ajudar vidas que se julgam perdidas e encontrar um novo sentido. Por mais voltas que demos para levar roupas, comida e agasalhos a quem precisa, essa é a nossa verdadeira direção: a de reconstruir sentidos de vida”, esclarece o comunicado enviado à comunicação social.

“O foco da intervenção, incide na recuperação da saúde física e mental, na reintegração social, na sensibilização e na prevenção. É uma volta muito maior, difícil e cheia de retrocessos e contrariedades, mas é uma volta necessária para trazer de volta a paz e reconstruir sentidos de vida”, acrescenta.

A nova campanha da Comunidade Vida e Paz, procura “sensibilizar a sociedade” e dar a conhecer a causa diária desta instituição e foi desenvolvida pro bono por uma agência de comunicação com o apoio de um centro colaborativo focado no futuro da educação.

“Esperança, comunidade, equidade, solidariedade, verdade, compromisso, tolerância, espiritualidade, compaixão e gratidão”, são os valores da CVP e que a instituição pretende reforçar, com a nova assinatura de comunicação ‘Reconstruir Sentidos de Vida’.

A Comunidade Vida e Paz, do Patriarcado de Lisboa, apoia cerca de 800 pessoas, através de 22 respostas sociais que incluem o Centro de Intervenção de Primeira Linha, as Comunidades Terapêuticas e de Inserção e a Unidade de Apoio à Reinserção.

 

 

JMJ 2023

«Geração 2023» Novo projeto lançado pela Agência Ecclesia

A Agência Ecclesia lançou no dia 23 de setembro de 2023, o projeto ‘Geração 2023’ que visa dar espaço aos protagonismos juvenis, na Igreja Católica em Portugal, após a experiência da Jornada Mundial da Juventude.

“Durante muitos meses o dia 23, assinalou a preparação para a JMJ Lisboa 2023. Daqui para diante, cada dia 23 do mês vai ser a ocasião para recentrar diálogos e iniciativas com os jovens, na Igreja Católica, na experiência e na mensagem da JMJ e mostrar o protagonismo juvenil que tenha sido relançado com a experiência do encontro mundial de jovens com o Papa”, referiu Paulo Rocha, diretor da Agência Ecclesia, em comunicado à imprensa por ocasião das Jornadas Nacionais da Comunicação Social.

O primeiro episódio que estreou no dia 23 de setembro, teve como tema central a comunicação no contexto das Jornadas Nacionais da Comunicação Social que decorreram entre 21 e 22 de setembro, em Fátima.

As entrevistas do primeiro episódio focaram-se no envolvimento de muitos jovens, na comunicação do encontro com o Papa em Portugal e sobretudo nos desafios que deixou para a comunicação dos jovens na Igreja.

O projeto vai decorrer no dia 23 de cada mês, a partir de paróquias, dioceses, grupos de jovens, de congregações religiosas e movimentos católicos.

 

 

LISBOA – Educação cristã

Patriarcado de Lisboa oferece oportunidades de aprofundar a fé

O Instituto Diocesano de Formação Cristã do Patriarcado de Lisboa (IDFC) considera que, as pessoas têm oportunidade de aprofundar “os seus conhecimentos na fé, se frequentarem os cursos da instituição.

Depois do “todos, todos, todos”, do Papa Francisco, na JMJ de Lisboa, “é fundamental que a reflexão seja aberta e entendida por todos”.

“O IDFC tem duas ofertas distintas, a Escola de Leigos com a oferta formativa presencial e teleconferência e também o Centro de Formação à Distância online, para quem não pode deslocar-se”, disse à Agência Ecclesia Paulo Fernandes, coordenador do Instituto.

É objetivo do Instituto, enfrentar a “iliteracia religiosa” e “ajudar as pessoas nos seus conhecimentos da fé”, com todas as condicionantes da vida”, salientou o entrevistado.

“Muitas pessoas fazem os cursos para darem razões da sua fé e perceberem o contexto do mundo atual”, salientou o coordenador.

Com os cursos do IDFC, “uma oferta essencial no crescimento” as pessoas ficam “mais preparadas para responderem às inquietações do mundo atual”, acrescentou.

Considerou que esta forma de levar as pessoas a envolverem-se em temáticas religiosas, sobretudo quando se vive em correrias, é possibilitar o ensino à distância. “Ajudar a gerir o tempo” é também uma vantagem do ensino não presencial.

A nível de inscrições, o coordenador informou que estão a aumentar.

 

 

ÉVORA

Ano Santo de 2025 marca caminho pastoral da Arquidiocese

A Arquidiocese de Évora, deu início ao novo ano pastoral, juntando sacerdotes e diáconos, tendo sido apresentado o horizonte de dois anos de caminho, até ao ano santo de 2025.

O Programa Pastoral 2023-2024, parte do tema «Revelar juntos um novo rosto de Comunidade», bem como a decisão de agendar o “Dia da Igreja diocesana para 5 de outubro”, constou de uma nota enviada à Agência Ecclesia em 14 de setembro.

“A renovação da comunidade cristã a partir da Eucaristia, a pastoral juvenil em ambiente de pós-Jornada Mundial e a questão vocacional, uma renovada aposta nos leigos e o seu compromisso na comunidade, tendo como contexto o caminho sinodal em curso, serão os grandes âmbitos do Plano Pastoral para os próximos dois anos que culminarão com o próximo Jubileu em 2025”, destacou a nota da arquidiocese de Évora.

O encontro juntou “cerca de 70 presbíteros e diáconos permanentes” no seminário de Évora.

D. Francisco Senra Coelho, arcebispo de Évora, bem como os participantes no encontro, saudaram os “novos sacerdotes que este ano começam a trabalhar” na Arquidiocese.

 

 

FÁTIMA – mulheres na Igreja

Congresso de Espiritualidade debateu o papel da mulher na vida da Igreja

Os institutos carmelitas e teresianos, reuniram-se em Fátima, de 20 a 22 de outubro na Domus Carmeli, para debater, entre outros assuntos, o papel da mulher na vida da Igreja.

“A escolha do tema veio na sequência das tomadas de posição do Papa Francisco que nos fala muito da importância da mulher na Igreja, da Igreja feminina, da importância da dimensão feminina na vida da Igreja e também na sociedade em geral” explicou à Agência Ecclesia, o Padre Joaquim Teixeira, diretor da Domus Carmeli.

Promovido pelos Institutos Religiosos de inspiração carmelita e teresiana, e sob o lema “Espiritualidade no feminino”, o congresso contou com várias temáticas, nomeadamente: um novo olhar sobre a família, mulheres que a Bíblia exalta; o feminino na espiritualidade cristã; a Igreja, mulher e mãe como Maria; sinais de esperança para uma espiritualidade no feminino e a mulher em Edith Stein: antropologia e espiritualidade.

Com cerca de 200 participantes o congresso contou com a presença de vários oradores, entre os quais a irmã Maria de Fátima Moreira, Helena Castro e D. António Couto, Bispo da diocese de Lamego.

O padre Joaquim Teixeira, considerou muito positiva a reflexão que “nos pôs a clarificar a linguagem que é preciso ter sobre este tema”.

Questionado sobre o impacto que gostaria que o congresso tivesse deixado no público, o padre Joaquim Teixeira manifestou o desejo de não deixar morrer o tema.

“Sobretudo que continuemos a dialogar e a descobrir a igualdade e complementaridade homem-mulher na vida da Igreja”, concluiu.

 

 

PAÍS – pastoral juvenil

«Onda JMJ», quer trazer outros jovens à Igreja.

O novo Diretor do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil (DNP), pretende, nos próximos anos, que “a energia gerada pela onda” da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), chegue à praia e ajude os jovens a viverem este tempo de construção.

Este primeiro tempo de escuta e acompanhamento, trará outros jovens, outras ondas, outras realidades, disse, em declaração à Agência Ecclesia, Nuno Sobral Camelo, no final da reunião do Conselho Nacional da Pastoral Juvenil, realizado no dia 7 de outubro no Seminário de Leiria.

Neste contexto o DNPJ, lançou um plano estratégico para a pastoral juvenil em Portugal, a realizar de 2023 a 2026, e que tem como pilar «Chamados p’lo nome».

Quer ser uma forma de congregar as juventudes, porque a JMJ, lançou o desafio de dar continuidade, não ao grande evento, mas “aos frutos desse grande evento”, frisou o Diretor do DNPJ.

Os jovens mostraram na JMJ, o “seu sim a Cristo”. Por isso o trabalho daquele setor passa por promover nas estruturas que acompanham os jovens, “condições para o encontro com Cristo”

O verbo “acompanhar”, está no centro das propostas da Pastoral Juvenil, para o próximo triénio, sem esquecer a “questão da “vocação, formação, serviço e missão”, sublinhou Nuno Sobral Camelo.

Também D. Nuno Almeida, responsável pela Pastoral Juvenil na Comissão Episcopal Laicado e Família, considerou que os jovens “estão disponíveis” e querem colocar em prática aquilo que aprenderam na JMJ Lisboa 2023. Reconheceu que durante a Jornada Mundial da Juventude se sentiu a “primavera da Igreja”.

 

 

PAÍS – Pastoral Universitária

«Missão País» celebrou 20 anos de atividades.

O projeto católico de universitários que este ano celebra 20 anos da «Missão País», organizou uma festa em Lisboa para comemorar a efeméride.

A celebração iniciou-se no Mosteiro dos Jerónimos com uma Missa, presidida pelo Patriarca de Lisboa, D. Rui Valério.”

Pelas 16h30 realizou-se, na Praça Damão, o porta-a-porta de testemunhos, uma oportunidade de reviver a «Missão País», através de “missionários de diferentes gerações, que, abrindo as portas do seu coração, falaram da presença da missão, na arte, na vocação e na correria da rotina.

O dia acabou com um concerto de hinos, onde se ouviram “os maiores hits da Missão País”.

Os hinos foram cantados por todos, tocados por quem os compôs: uns já casados, com filhos, outros sacerdotes e os mais novos, ainda universitários.

Este projeto de universitários tem por objetivo levar Jesus às universidades e evangelizar Portugal através do testemunho de fé, do serviço e da caridade.

Nasceu em 2003, da vontade de três jovens universitários, de levar a Grande Missionária – Nossa Senhora – por Portugal fora.

 

 

PORTO

Experiência da JMJ inspira jovens da Paróquia da Areosa

Na preparação do “episódio”, inserido no projeto lançado pela Agência Ecclesia em 23 de setembro, dedicado à “Geração 2023”, o jovem João Venâncio numa breve entrevista que foi para o ar no Programa Ecclesia da RTP 2, no dia 17 de outubro, deu a conhecer um pouco do testemunho a apresentar em 23 de outubro.

Considerando ter sido uma “experiência única durante o tempo de vida, era impossível falharem, tendo em conta o percurso feito na paróquia”, esclareceu João Venâncio.

37 pessoas (33 jovens e quatro acompanhantes) desta paróquia portuense, foram à JMJ de Lisboa, de 1 a 6 de agosto e ficaram “bastante orgulhosos”, com a experiência “memorável”.

“Daqui a muitos anos os jovens vão continuar a falar da JMJ e das marcas que a experiência deixou”, salientou o dinamizador do grupo de jovens da paróquia da Areosa.

A preparação para o “maior encontro de jovens do mundo”, ajudou a “solidificar os dinamismos” e criou alicerces “novos” que vão ajudar a Paróquia da Areosa.

A primeira meta é “conseguir encontrar o cantinho de cada um, cá dentro” e “aproveitar a energia dos jovens. Depois de construído o núcleo interno, querem “expandir-se para fora” das paredes da igreja”, até porque, a Areosa está “perto de um polo universitário”.

O Papa Francisco deixou diretivas aos jovens na JMJ e, segundo João Venâncio, eles “não podem ter medo de sair do seu canto e tornarem-se empreendedores”.

“Vamos contagiar as pessoas no pós-JMJ”, concluiu.

 

 

SANTARÉM

dinamiza Pastoral Juvenil

A Pastoral Juvenil da Diocese de Santarém, promoveu um encontro com os jovens. O «After Jornada da Juventude Lisboa 2023», pretendeu que o dinamismo e a participação dos jovens não se perdesse, e a “união continue”.

Reunidos para saberem “o que os jovens esperam da Igreja e o que a Igreja espera dos jovens”, partilharam experiências, avivaram-se memórias, escutaram-se testemunhos.

“Estamos a fazer acontecer a Jornada. Unimo-nos muito e notou-se a interajuda entre todos.” – acrescentou um jovem participante no final deste encontro.

O encontro decorreu na casa Madre Luísa Andaluz, em Santarém, num clima de agradecimento: “Quisemos começar já com um encontro onde se quer agradecer, lembrar as histórias e aventuras na preparação e na semana da JMJ, e dar início a um processo de escuta dos jovens, para perceber o que há de ser a pastoral juvenil nas paróquias e diocese”, explicou o padre Ricardo Conceição.

Este processo, pretende continuar nas paróquias, aproximando outros jovens, ouvir a comunidade e seus pares. A escuta decorrerá com iniciativas e tarefas a desenvolver nas comunidades até à Jornada Diocesana da Juventude.

É também um tempo para a Igreja, dar-se conta da presença de tantos jovens, alguns que trabalharam muito na preparação da JMJ, outros que se aproximaram de Deus e das comunidades, o que sugeriu a necessidade de investir no futuro, renovando o entusiasmo.

 


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