aCONTECIMENTOS eclesiais

DO PAÍS

 

GUARDA

retomou a Peregrinação Diocesana a Fátima

Depois de dois anos de interrupção, a Diocese da Guarda, voltou a peregrinar até Fátima, em 24 e 25 de agosto.

A decisão tomada foi comunicada pelo bispo da Diocese, D. Manuel Felício, no mês anterior, aos padres acompanhada do respetivo programa.

No dia 24, às 21.15 h, os fieis concentraram-se junto da Capelinha das Aparições, para uma saudação a Nossa Senhora e recitação do terço. Seguiu-se a vigília às 23 h, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário.

No dia 25, às 9.30 h, a oração de laudes teve lugar na Basílica da Santíssima Trindade.

A Peregrinação encerrou com a Eucaristia celebrada às 11horas.

 

 

PORTUGAL

O ressurgir cisterciense em Portugal

A Ordem de Cister, fiel à Regra de Bento de Núrsia, foi fundada por três abades: Roberto, Alberico e Estevão nos finais do século XI.

Posteriormente estruturada por Bernardo de Claraval, ficou a dever a este Santo a enorme expansão que teve na Europa no século XII.

O primeiro Rei, D. Afonso Henriques encontrou em S. Bernardo, de quem era amigo, um grande aliado para os seus projetos governativos.

Ao fundar o Mosteiro de Alcobaça, confiou à Ordem de Cister a educação e cultura do jovem país.

Em Portugal permaneceram, até serem expulsos, com outras ordens e Instituições religiosas, em 1832.

 No início do século XXI, mais concretamente em 16 de Julho de 2005, duas monjas vindas do Monastére Saint Marie de Boulaur – França, às quais, se veio juntar uma terceira irmã. Tornou-se, esta pequena comunidade, uma presença real no País, da Ordem que o ajudou a formar. O “Mosteiro” é uma moradia na rua Cónego Miguel Figueira, em Rio Caldo, bem perto da Basílica de S. Bento da Porta Aberta.

O “Ora et Labora” de S. Bento, continua a inspirar homens e mulheres, a generosamente dedicarem as suas vidas, dando testemunho de a santidade ser um caminho para todos os batizados. Disponibilizam-se a ensiná-lo, a quantos procuram, no silêncio e na oração, o encontro com Deus, muitas vezes difícil de encontrar, na agitação e ruído mundano.

Em 2017, do Monastero Trappiste Victorchiano de Itália chegaram as primeiras monjas Cistercienses da Estrita Observância, ramo cisterciense, que teve origem na reforma empreendida pelo Abade da igreja de Nossa Senhora de Trapa, (França), ao fundar em 1791 o primeiro Mosteiro Trapista da Ordem de Cister,

Perto de Mogadouro, em Palaçoulo, está em construção o Mosteiro Trapista de Santa Maria, Mãe da Igreja.

As monjas conjugam a Oração Litúrgica, o Trabalho e a Lectio Divina, com a hospitalidade, incutida desde o primeiro pulsar do espírito beneditino, tornando, quando possível, a existência de hospedarias junto dos seus mosteiros.  

O Mosteiro de Santa Maria Mãe de Deus, prevê a construção de pavilhão com alojamento para 40 hóspedes. Ainda com pouco espaço para alojamento, já acolhem portugueses e espanhóis que procuram descanso e um encontro mais íntimo com Deus, no silêncio e paz daquele espaço, que as mãos das monjas vão transformado em jardim.

 

 

ANGRA

Pastoral Juvenil: “Grande Encontro (GE)” em Angra

Durante uma semana, jovens do Movimento Shalom, (MEJS), estiveram reunidos em Lagoa, Açores, num encontro subordinado ao tema “Visão Cristã do Mundo: Participação, Desenvolvimento e Paz”.

Neste encontro participaram também jovens de Lisboa Coimbra e Braga.

Assumiram compromisso de fazer opções “mais ecológicas” no seu quotidiano, quer no consumo mais responsável, como em atitudes de “paz, respeito e união”, nas suas comunidades.

Foi proposto aos jovens a reflexão de documentos da Igreja como a encíclica “Laudato Si”, e ainda “O Caminho da Ética, Ética Ecológica”, da Fundação Cuidar o Futuro.

A pergunta “O que Deus nos pede para fazer, com o mundo que Ele nos coloca nas mãos?” serviu de mote para o início da discussão que levantou questões sobre a dignidade humana, ética ecológica, e a paz no mundo sob o olhar cristão.

Uma análise dos desafios económicos, sociais, populacionais e ecológicos das décadas de 70 a 90 do século XX, levaram a concluir que as questões identificadas na época, não foram resolvidas, pelo que há que encontrar soluções que, da teoria, conduzam à prática.

Os trabalhos, conduziram à redação duma “Carta Compromisso”, assinada por todos os jovens que participaram neste Grande Encontro (GE) 2022, enviada à Agência Ecclesia.

Fundado em Angola em 1967 o MEJS está em cinco dioceses portuguesas: Angra, Braga, Lisboa, Santarém, Viana do Castelo, e ainda no Brasil, em Fortaleza e Belo Horizonte. Tem como finalidade, proporcionar aos jovens, um crescimento integral nas dimensões humana, espiritual, pedagógica, social e cultural.

 

 

COIMBRA

Diocese quer consolidar o caminho das Unidades Pastorais

D. Virgílio Antunes, no decreto de nomeações eclesiásticas, apontou o objetivo de que as mesmas possam consolidar o caminho das “Unidades Pastorais”, já existentes ou em processo de formação.

Caminho complexo que requer oração e reflexão nos órgãos de participação e comunhão diocesanos e locais, ao longo do próximo Ano Pastoral, afirmou D. Virgílio Antunes, no decreto de nomeações.

O Ano Pastoral 2022 – 2023, corresponde ao 2º ano de execução do Plano, intitulado «Jovem, levanta-te! Cristo Vive!»

 

 

Funchal

Sacerdotes ordenados, desafiados a maior proximidade do rebanho.

No dia 30 de julho, D. Nuno Brás, bispo do Funchal, ordenou 3 sacerdotes, sendo dois diocesanos e outro religioso.

O bispo do, Funchal desafiou os novos sacerdotes, a serem “presença do Bom Pastor, conhecendo de perto as ovelhas que vão servir.

“Procurai conhecê-las pelo seu nome, partilhando as suas dificuldades e sofrimentos, corrigindo os seus erros e procurando desenvolver e potenciar as suas qualidades.

Fazei-o, não apenas com as vossas qualidades e capacidades, mas com o coração de pastor, do Bom Pastor, referiu D. Nuno Brás, na homilia enviada à Agência Ecclesia.

 

 

Aveiro

celebrou o 550º aniversário da chegada da Princesa

A Diocese de Aveiro, celebrou no dia 4 de agosto, os 550 da vinda da Princesa Joana de Portugal, para a cidade de Aveiro.

Deixou a 4 de agosto de 1472, a cidade de Lisboa, onde nasceu, e a Corte, onde lhe era dado morar, para viver uma vida religiosa de clausura, no Mosteiro de Jesus, das Dominicanas. Tinha 23 anos.

Esta Princesa, da Casa de Aviz, era filha do Rei D. Afonso V e da Rainha D. Isabel.

As celebrações tiveram início às 19 h com uma Eucaristia presidida por D. António Moiteiro, antes da tradicional romagem ao túmulo da Beata, para a oração.

Santa Joana Princesa, como é habitualmente invocada, é a padroeira da Cidade e da Diocese de Aveiro. Foi beatificada pelo Papa Inocêncio XII, em 1693.

A Diocese de Aveiro informou que estão disponíveis vários recursos, da vida de Santa Joana, na página online da Causa da canonização.

A Beata Joana de Portugal, faz parte do grupo dos 13 patronos da Jornada Mundial da Juventude – Lisboa 2023, segundo informação do Comité Organizador Local, do dia 18 de maio de 2022.

 

 

Fátima

Jornal “Voz de Fátima” lança apelo de responsabilidade.

O Reitor do Santuário de Fátima, apelou à responsabilidade de cada pessoa no combate aos incêndios, rejeitando que a “época de fogos florestais” seja uma “fatalidade” em cada verão, no Editorial da edição de agosto, do jornal “Voz de Fátima”.

O Padre Carlos Cabecinhas, alertou para a assustadora regularidade deste flagelo, sustentando que é uma questão que diz respeito a todos.

Destacou o impacto dos incêndios na natureza, nas pessoas, lamentando que a maioria dos mesmos, tem origem em ação humana.

Mais do que apontar culpados, cabe às autoridades competentes, tratar disso, importa que, cada um de nós tenha consciência da sua responsabilidade, refere o editorial.

Termina com uma palavra de incentivo para os bombeiros, os “soldados da paz”, muitos deles voluntários, e todos os que combatem os incêndios, muitas vezes arriscando as suas vidas, para salvar as dos outros e a casa comum. 

 

 

PAÍS

Faleceu D. António de Sousa Braga, bispo emérito de Angra

D. António de Sousa Braga, faleceu numa clínica em Lisboa, no dia 22 de Agosto, durante o tratamento de hemodiálise, que vinha fazendo, desde há algum tempo.

Após ter resignado, por motivo de idade, quis voltar para a Congregação dos Sacerdotes de Jesus – Dehonianos, a que pertencia.

Veio então para o Seminário de Nossa Senhora de Fátima, em Alfragide, onde foi formador e Superior.

D. António de Sousa Braga, nasceu em 15 de Março de 1941, na freguesia do Santo Espírito, na Ilha de Santa Maria – Açores.

Após a escola primária, na sua terra natal, frequentou o 1º e o 2º ciclo liceal, no Colégio Missionário do Sagrado Coração de Jesus, no Funchal e o 3º ciclo, no Instituto Missionário em Coimbra, iniciando depois em Aveiro, o noviciado.

Na Congregação, foi formador de jovens religiosos, conselheiro no governo geral dos Dehonianos e eleito Superior Provincial, quando tinha 36 anos.

A 9 de Abril de 1996, o Papa, São João Paulo II, chamou-o ao episcopado, tornando-se o 38º Bispo de Angra – Açores.

Foram muitas as manifestações de pesar divulgados pela comunicação social, desde a do Presidente da Assembleia Legislativa dos Açores, que na sua comunicação recordou “uma ligação muito próxima com o povo de todas as Ilhas”, deixando uma marca de “proximidade, humildade e simplicidade”, que deve servir de exemplo e inspiração.

Também o Padre Carlos Luís Suárez, se referiu a D. António de Sousa Braga como herdeiro do Concílio Vaticano II; conciliador, dialogante e atento aos pobres. E o Padre Hélder Fonseca Mendes, recordou a sua chegada como Bispo, com 55 anos de idade, cheio de “força e generosidade”, cativando todos a começar pelos padres.

Em comunicado, a Comissão Episcopal Portuguesa – CEP, Sublinhou o “exemplo de humildade e simplicidade, de bondade e bem, de proximidade e solidariedade, de forte sentido de oração e oblação, de serenidade e paz interior, de olhar atento aos mais pobres e descartados, de cuidado atento para com todos, sem exceção”.

As celebrações fúnebres tiveram início no dia 23, em Alfragide, no Seminário onde residia. A Missa exequial foi celebrada na igreja paroquial, no dia 24, presidida por D. José Ornelas, presidente da CEP.

O corpo de D. António de Sousa Braga, foi depois levado para os Açores, onde foi a sepultar no cemitério da sua terra natal, freguesia do Santo Espírito. Na igreja da freguesia D. Ivo Scapolo, Núncio Apostólico, presidiu à Eucaristia.

A Câmara de Vila do Porto decretou três dias de luto municipal.

 

 

Braga

Devoção popular mariana.

Algumas “lendas” acarinhadas por uma devoção popular, acabaram por se concretizar em atos de culto que manifestam a fé em Deus, e a devoção a Nossa Senhora.

É exemplo disso, a Festa das Sete Senhoras, que reuniu este ano em Arco de Baúlhe sete imagens de Nossa Senhora.

O Padre Rui Araújo, pároco há três anos nesta localidade, em declaração á Agência Ecclesia disse que a iniciativa de fazer reavivar uma antiga tradição, partiu dum jovem da freguesia.

Segundo a tradição, a imagem de Nossa Senhora dos Remédios, devia subir ao ponto mais alto da freguesia, para daí avistar as “seis irmãs” – os outros seis santuários, dedicados à Virgem Maria, nos concelhos do Minho interior.

A Festa, que este ano se realizou pela primeira vez, teve lugar no dia 15 de Agosto e contou com a presença do Bispo Auxiliar, D. Nuno Almeida.

Pelas 15 h teve o início dum despique com duas Bandas Filarmónicas, para, às 17 h, a Capela de Nossa Senhora dos Remédios acolher a visita das seis imagens: Senhora da Graça, de Vilarinho, Mondim; Senhora do Viso, de Caçarilhe, Celorico de Basto; Senhora das Neves, de Lagoa - Fafe; Senhora das Graças, de Carvalhosa - Cabeceiras de Basto; Senhora da Orada, de alvite, Cabeceiras de Basto. Por fim, Senhora do Porto d’Ave da Póvoa de Lanhoso. Deu-se então início à solene procissão que terminou com a consagração a Nossa Senhora.

A que se deve a escolha destas 7 “moradas” de Nossa Senhora?

Localizando num mapa os sete santuários, e traçando o itinerário entre eles, obtém-se o desenho da constelação “Ursa Maior”, interpretado pelo povo como sinal do agrado celestial.

 

 

Santarém

Círio de Nossa Senhora da Piedade

No segundo domingo de Setembro, a cidade de Tomar, animou-se com a celebração do Círio de Nossa Senhora da Piedade.

Formou-se um cortejo com cavalos, burros, charretes, anjinhos, mulheres com fogaças, gaiteiros e pendão, na Mata Nacional de Sete Montes. Percorreram a cidade até à igreja de S. João Batista.

Depois do Pároco entregar o Círio, à mordoma, a Procissão com o andor e acompanhada pela banda, seguiu até ao Santuário de Nossa Senhora da Piedade, onde foi celebrada a Missa campal, participada por centenas de fieis.

O Santuário, construído em 1397 pelo alcaide de Óbidos tem um acesso por monumental escadaria, construída no século XIX e oferece uma vista panorâmica maravilhosa da cidade de Tomar e do Convento de Cristo.

 

 

PAÍS

Solidariedade Social – Gratuidade de creches

A Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) acolheu com satisfação a decisão governamental, tornada pública no final de Julho, de assegurar a gratuidade das creches.

«Esta medida é benéfica para a sociedade, tendo em atenção a necessidade de conciliação da vida familiar e profissional e favorecer a natalidade», disse o padre Lino Maia, à Agência Ecclesia.

O presidente da CNIS, considera ser esta, uma medida que muito contribuirá para terminar com a pobreza hereditária.

“Todas as crianças que nasceram depois de 01 de setembro de 2021, vão ter três anos de creche gratuita”, acrescentou o padre Lino Maia.

 

 

 

IGREJA

SÍNODO

Conselho Permanente da CEP, prepara apresentação da conclusão de trabalho.

A Conferência Episcopal Portuguesa, deu por terminada a síntese sinodal, que terá apresentação pública, após decisão do Conselho Permanente da CEP, agendada para setembro.

As conclusões apontam para a necessidade de acolhimento “a todos” pela exclusão de atitudes discriminatórias.

Pede-se uma Igreja de “portas abertas”, que abrace a diversidade e acolha todos os batizados. Pretende-se também, uma igreja mais transparente e rigorosa, nas suas formas de decisão e gestão, que seja menos refém das lógicas “hierárquicas” e do “poder” e aos “papel ativo”, que a todos se pede, mesmo na escolha dos bispos e na transferência de párocos.

É vista como insuficiente a formação dos sacerdotes e dos leigos. Daí, ser essencial a reestruturação do caminho formativo dos seminários.

O documento propõe uma reflexão sobre o celibato sacerdotal e a valorização do papel da mulher.

É reconhecida a necessidade de libertação dos párocos do trabalho burocrático e da administração de instituições e serviços.

A necessidade de ir ao encontro dos jovens, acompanhando-os no processo de discernimento vocacional, foi outro aspeto de relacionamento recomendado.

Aponta ainda a necessidade de um diálogo intergeracional, e entre movimentos e paróquias, numa metodologia sinodal permanente.

Estas, são algumas das conclusões da primeira parte da reflexão sinodal, que, a jeito de conclusão, reconhece que o mundo precisa de uma Igreja em saída, que rejeite a divisão entre crentes, e não crentes, que olhe a humanidade, e lhe ofereça uma experiência de salvação.

 

 

 

 

Portugal

Devoção à Virgem Maria, prestada por militares e agentes de segurança

Entre as homenagens a Nossa Senhora, prestadas pelas Forças Armadas e de Segurança, destacamos três que anualmente são celebradas e convocam maior número de participantes.

 

Nossa Senhora do Ar – Padroeira da Força Aérea.

Em 15 de Janeiro de 1960, o Papa João XXIII, na Carta Apostólica “Aligera Cymba”, declarou Nossa Senhora do Ar, “Padroeira de todos os Aviadores Portugueses.

Para assinalar a efeméride, o Ordinário Castrense, promove, na igreja de Nossa Senhora do Rosário, Templo da Força Aérea Portuguesa, uma Cerimónia Litúrgica, que conta sempre com a presença do Chefe do Estado Maior da Força Aérea, dos Chefes de Estado Maior do Exército e da Marinha e o Comandante – Geral da Guarda Nacional Republicana, Diretor Nacional da Polícia de Segurança Pública, Adidos Militares, Oficiais, Sargentos e Praças, Funcionários Civis e Escuteiros do Ar.

 

Nossa Senhora da Saúde – Primeiro Domingo de Maio.

O culto a Nossa Senhora da Saúde é anterior ao século XVI, mas a procissão só foi instituída em 1570, pelos Artilheiros de S. Sebastião, em ação de graças pelo fim duma epidemia de peste.

A festa começa na véspera com a cerimónia da Investidura da imagem de Nossa Senhora. No dia seguinte é celebrada uma solene Eucaristia, na igreja de S. Domingos, em louvor de S. Sebastião.

De tarde, à grande multidão de devotos, juntam-se as Autoridades civis, representantes dos três ramos das Forças Armadas, dando origem á procissão que, saindo da pequena Ermida de Nossa Senhora da Saúde, percorre o Centro Histórico da cidade de Lisboa.

A procissão abre com a imagem de S. Jorge, montado a cavalo e escoltado por um destacamento, a cavalo, do Regimento de Cavalaria, da GNR.

Nesta procissão também se incorporam os Cadetes das Academias e alunos da Escola Naval.

O pálio é levado por elementos das Forças Armadas e de Segurança.

 

Nossa Senhora do Carmo – Padroeira da Guarda

A festa a Nossa Senhora do Carmo celebra-se a 16 de Julho e conta sempre com a presença dos Generais, colocados na Guarda Nacional Republicana, muitos comandantes de Unidade e Serviços. Associa-se ainda a Ordem Terceira do Carmo, com a sua Prioresa e sacerdotes carmelitas.

As cerimónias começam com a retirada do andor com a imagem de Nossa Senhora, da capela do Comando Geral da Guarda, recebendo, à porta de armas, as honras militares.

Já com a imagem de S. Nuno de Santa Maria, incorporada, dá-se início à procissão que percorre as ruas das imediações, até às ruínas da igreja do Carmo, onde é celebrada a Missa.

No final, nova procissão, até ao local de origem.

Na sede da Ordem Terceira, é deixada a imagem de S. Nuno e ao Comando Geral, volta a imagem de Nossa Senhora. Na despedida S. Nuno, faz uma profunda vénia a Nossa Senhora.

Ao chegar à «sua» casa, a imagem de Nossa Senhora, volta a receber honras militares.

 


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