Assunção da Virgem Santa Maria

Missa da Vigília

14 de Agosto de 2022

 

Solenidade

 

Esta Missa utiliza-se na tarde do dia 14 de Agosto, antes ou depois das Vésperas I da solenidade.

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Sois a escada de luz – A. Oliveira, NRMS, 33-34

 

Antífona de entrada: Grandes coisas se dizem de Vós, ó Virgem Santa Maria, que hoje fostes exaltada sobre os coros dos Anjos e triunfais com Cristo para sempre.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

A Santa Igreja convida-nos a celebrar hoje com a maior alegria, a Vigília da Solenidade da Assunção de Nossa Senhora.

Transportemo-nos em espírito ao Paraíso, onde os coros dos Anjos e dos Santos celebram com júbilo a glória da Mãe de Deus e Rainha do Universo elevada triunfalmente em corpo e alma ao Céu.

Enquanto participamos nesta Celebração festiva, alimentemos a esperança de que, salvas as devidas proporções e pela misericórdia divina, seguiremos, um dia, o caminho de triunfo da nossa Mãe.

 

Acto penitencial

 

Peçamos humildemente perdão ao Senhor pelas vezes em que, pelos nossos pecados, nos temos desviado do caminho da felicidade do Céu.

E, com a ajuda da Mãe de Deus e nossa Mãe, presente no Céu em corpo e alma glorificados, prometamos ao Senhor emenda de vida.

 

(Tempo de silêncio. Sugerimos o esquema A do Ordinário da Missa)

 

Confessemos os nossos pecados...

Senhor, tende piedade de nós...

Glória a Deus nas alturas...

 

Oração colecta: Senhor nosso Deus, que, olhando para a humildade da Virgem Maria, a elevastes à dignidade de ser Mãe do Verbo Encarnado e neste dia a coroastes de glória, concedei-nos, por sua intercessão, que, salvos pelo mistério da redenção, mereçamos ser por Vós glorificados. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Depois de ter conquistado a cidade de Jerusalém aos jebuseus e de ter feito dela a capital do Reino de Israel, David mandou transportar para lá a Arca da Aliança com todo o esplendor.

A Igreja vê neste acontecimento bíblico uma figura do triunfo de Maria, na sua gloriosa Assunção ao Céu.

 

1 Crónicas 15,3-4.15-16; 16,1-2

Naqueles dias, 3David reuniu em Jerusalém todo o povo de Israel, a fim de trasladar a arca do Senhor para o lugar que lhe tinha preparado. 4Convocou também os descendentes de Aarão e os levitas. 15Os levitas transportaram então a arca de Deus, por meio de varas que levavam aos ombros, conforme tinha ordenado Moisés, segundo a palavra do Senhor. 16David ordenou aos chefes dos levitas que dispusessem os seus irmãos cantores, para que, acompanhados por instrumentos de música – cítaras, harpas e címbalos –, entoassem as suas alegres melodias. 1Assim trasladaram a arca de Deus e colocaram-na no meio da tenda que David mandara levantar para ela. 2Depois ofereceram, diante de Deus, holocaustos e sacrifícios de comunhão. Quando David acabou de oferecer os holocaustos e os sacrifícios de comunhão, abençoou o povo em nome do Senhor.

 

A Liturgia vê no solene e festivo transporte da Arca da Aliança de Quiriat-Iarim para a cidade de Jerusalém, conquistada aos jebuseus por David, a figura da entrada de Maria, em corpo e alma, no Céu. A Arca era o símbolo da presença de Deus no meio do seu povo. A Igreja louva Maria com o título de Arca da Aliança. Há exegetas que veem na visita da Virgem Maria a Isabel ressonâncias deste relato, que justificam este título bíblico atribuído à Virgem Maria.

 

Salmo Responsorial      Sl 131 (132), 6-7.9-10.13-14 (R. 8)

 

Monição: A Liturgia da Igreja propõe-nos este salmo para nele cantarmos o triunfo de Maria, na sua Assunção gloriosa.

Façamos dele a nossa oração de louvor em honra da Mãe de Jesus e nossa Mãe, celebrando o seu triunfo completo sobre a morte e o pecado.

 

Refrão:         Levantai-Vos, Senhor, e entrai no vosso repouso,

                      Vós e a arca da vossa majestade.

 

Ouvimos dizer que a arca estava em Éfrata,

encontrámo-la nas campinas de Jaar.

Entremos no seu santuário,

prostremo-nos a seus pés.

 

Revistam-se de justiça os vossos sacerdotes,

exultem de alegria os vossos fiéis.

Por amor de David, vosso servo,

não afasteis o rosto do vosso Ungido.

 

O Senhor escolheu Sião,

preferiu-a para sua morada:

«É este para sempre o lugar do meu repouso,

aqui habitarei, porque o escolhi».

 

Segunda Leitura

 

Monição: S. Paulo, na primeira Carta aos fiéis da Igreja de Corinto por ele mesmo fundada, procura alimentar a nossa esperança.

São para todos nós estas palavras: Quando este nosso corpo mortal se tornar imortal, então se realizará a palavra da Escritura: «A morte foi absorvida na vitória».

 

1 Coríntios 15,54b-57

Irmãos: 54bQuando este nosso corpo mortal se tornar imortal, então se realizará a palavra da Escritura: «A morte foi absorvida na vitória. 55Ó morte, onde está a tua vitória? Ó morte, onde está o teu aguilhão?». 56O aguilhão da morte é o pecado e a força do pecado é a Lei. 57Mas dêmos graças a Deus, que nos dá esta vitória por Nosso Senhor Jesus Cristo.

 

56 «O aguilhão da morte é o pecado». S. Paulo apresenta a morte personificada, a picar com o ferrão, isto é, a exercer o seu domínio sobre a humanidade: ao sermos feridos pelo pecado, morremos. Como se vê, isto está dito de modo figurado. «A força do pecado é a Lei». A Lei de Moisés, ao tornar mais patentes as obrigações, sem conceder a força para fazer o bem, dava força ao pecado, isto é, tornava-se ocasião de pecado (cf. Rom 7,7-8).

57 «A vitória por N. S. J. Cristo»: Jesus, dando pleno cumprimento à Lei antiga, que exigia a morte do pecador, não só venceu a morte com a sua própria morte, como também arrebatou à morte o seu poder mortífero – «o aguilhão» –, isto é, o pecado, que feria a humanidade e a submetia à morte.

 

Aclamação ao Evangelho           Lc 11, 28

 

Monição: Jesus, comentando o elogio que uma mulher anónima faz da Sua e nossa Mãe, ensina-nos qual o segredo do triunfo de Maria: ouvir a Palavra de Deus e transformá-la em vida.

Acolhamos em nossos corações esta mensagem de esperança e aclamemos com júbilo o Evangelho que a proclama para todos nós.

 

Aleluia

 

Cântico: Aleluia – J. F. Silva, NRMS,46

 

Felizes os que ouvem a palavra de Deus

e a põem em prática.

 

 

Evangelho

 

São Lucas 11,27-28

27Naquele tempo, enquanto Jesus falava à multidão, uma mulher levantou a voz no meio da multidão e disse: «Feliz Aquela que Te trouxe no seu ventre e Te amamentou ao seu peito». 28Mas Jesus respondeu: «Mais felizes são os que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática».

 

Com este episódio começa a ter efetivação a previsão de Maria: todas as gerações me hão-de chamar bem-aventurada (Lc 1,48).

Jesus não contradiz o belo elogio dirigido a sua Mãe, mas aproveita a ocasião para fazer ver que o que importa aos seus ouvintes não são os laços de sangue, mas que ouçam e cumpram a Palavra de Deus. Pode ver-se aqui um elogio que Jesus faz ao «faça-se» de Maria (cf. Lc 1,38). O Papa Bento XVI em Fátima, a propósito da resposta de Jesus àquela mulher do povo – «mais felizes são os que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática» (v. 28) –, interpela-nos seriamente: «Mas quem tem tempo para escutar a sua palavra e deixar-se fascinar pelo seu amor? Quem vela, na noite da dúvida e da incerteza, com o coração acordado em oração? Quem espera a aurora do dia novo, tendo acesa a chama da fé? A fé em Deus abre ao homem o horizonte de uma esperança certa que não desilude; indica um sólido fundamento sobre o qual apoiar, sem medo, a própria vida; pede o abandono, cheio de confiança, nas mãos do Amor que sustenta o mundo».

 

Sugestões para a homilia

 

• Maria elevada à Corte Celeste

• O caminho da glorificação de Maria

 

1. Maria elevada à Corte Celeste

 

A Arca da Aliança do Antigo Testamento foi construída por Moisés, segundo as indicações dadas por Deus, ao iniciar a peregrinação pelo deserto. Conservava objetos de muito valor para o Povo de Deus: as duas tábuas da Lei, a vara florida de Aarão e maná.

Deus manifestava muitas vezes a Sua Presença na Tenda da Reunião, que abrigava a Arca e era, na peregrinação pelo deserto, uma manifestação sensível da Presença de Deus.

Maria, Arca da Nova Aliança. «Naqueles dias, David reuniu em Jerusalém todo o povo de Israel, a fim de trasladar a arca do Senhor para o lugar que lhe tinha preparado. Convocou também os descendentes de Aarão e os levitas

A Ladainha de Nossa Senhora invoca-A como Arca da (Nova) Aliança. Deus renovou a Aliança com o Seu Povo no Calvário, no Sacrífico oferecido por Jesus Cristo ao Eterno Pai. Maria foi a Arca da Aliança que, depois de ter dado a natureza humana ao seu Filho, trouxe-O no seu seio virginal durante nove meses, nos braços maternos durante dois anos e toda a vida no seu Coração Imaculado.

Neste Coração materno singular guardava também a Palavra de Deus que ouvia dos lábios de Jesus e os acontecimentos da sua vida, para os meditar.

Quem, melhor do que qualquer outra criatura, poderia merecer o título de Arca da Nova Aliança, senão Maria?

A Arca da Nova Aliança na Jerusalém Celeste. «Os levitas transportaram então a arca de Deus, por meio de varas que levavam aos ombros, conforme tinha ordenado Moisés, segundo a palavra do Senhor

A trasladação da Arca da Aliança para a cidade de Jerusalém, conquistada por David e tornada capital do Reino de Israel, é uma figura da Assunção de Maria ao Céu.

David programou até aos mínimos pormenores festivos esta trasladação. Com quanto maior solenidade terá Jesus, Filho de David, preparado a Assunção de Maria, em corpo e alma glorificados, ao Paraíso!

Maria fechou os olhos, por pouco tempo, na terra, para voltar a abri-los num deslumbramento semelhante ao da Ressurreição de Jesus, com todos os dotes do Corpo glorioso.

Depois de uma vida longa em que a cruz esteve sempre presente, uma vida oculta e fecunda, assistindo, depois da Ascensão de Jesus, à Igreja que ensaiava os primeiros passos, adormeceu nos braços de Deus e nos braços do Senhor ressuscitou gloriosa.

Revestida de luz e de glória, foi elevada ao Céu pelos coros dos anjos e acolhida pela Santíssima Trindade.

Assim A contemplaram os três Pastorinhos em Fátima: “Era uma Senhora muito bonita, toda vestida de luz.” Jacinta, na tarde e noute de treze de maio e nos dias seguintes, não parava de exclamar: “Ai que Senhora tão linda!”

Alegria no Céu e na terra. «David ordenou aos chefes dos levitas que dispusessem os seus irmãos cantores, para que, acompanhados por instrumentos de música– cítaras, harpas e címbalos – , entoassem as suas alegres melodias

A música alegre é inseparável da festa. O rei David não se esqueceu disso, ao organizar a trasladação da Arca da Aliança para a cidade que tinha conquistado.

Esta entrada festiva da Arca da Aliança na cidade santa de Jerusalém é uma figura da entrada triunfal de Maria Santíssima, revestida de glória, na cidade santa do Paraíso.

Mas participamos desta alegria quando estamos ainda na terra, porque o triunfo de Maria é uma promessa do nosso triunfo. Deus realiza em Maria o que, salvas as devidas proporções, promete realizar com cada um de nós.

Temos a nossa Mãe no Céu. «Assim trasladaram a arca de Deus e colocaram-na no meio da tenda que David mandara levantar para ela

Contemplamos, neste dia de festa, Nossa Senhora na glória do Paraíso. Agora, sim, está no lugar que Deus reservou para Ela. Podemos invocá-l’A, cheios de confiança e afeto filial, porque nos atende sempre.

O Papa Francisco exclamava em Fátima, a 13 de maio de 2017, no centenário da primeira Aparição: Temos Mãe! Temos Mãe!

Esta certeza enche-nos de alegria, porque a Ela recorremos nas nossas dificuldades, cheios de confiança.

Maria no Céu abençoa-nos. «Quando David acabou de oferecer os holocaustos e os sacrifícios de comunhão, abençoou o povo em nome do Senhor

Qual a Mãe que consegue retirar o seu olhar materno de um filho pequenino?

Cada um de nós é, diante de Nossa Senhora, esse filho pequenino. Maria olha-nos continuamente com complacência e carinho materno, porque sabe que estamos num tempo muito importante da nossa vida: é preciso que não erremos os passos no caminho do Céu, deixando-nos enganar pelo Inimigo do homem e seus seguidores.

É uma verdade de fé católica que a Virgem Santa Maria, Mãe de Deus, terminado o seu curso de vida na terra, foi elevada em corpo e alma glorificados à felicidade do Paraíso. E, na glória do Paraíso a eternidade de Maria sobre cada um de nós ganha especial intensidade.

 

2. O caminho da glorificação de Maria

 

O Evangelho permite-nos contemplar um vislumbre da Vida Pública de Jesus, cheio de graça, de cor e de calor humano.

Nas Palavras de Jesus, os Seus ouvintes encontravam certezas para as suas dúvidas, conforto nas angústias e fortaleza para vencer as dificuldades da vida. Aproximavam-se de Jesus com a esperança de obterem ou contemplarem um milagre e ficavam encantados com a Sua doutrina, porque os ensinava, não como os escribas, mas como quem tem autoridade.

Sigamos Jesus em espírito na Sua pregação. «Naquele tempo, enquanto Jesus falava à multidão, uma mulher levantou a voz no meio da multidão

Aproximemo-nos reverentemente do grupo que escuta a pregação de Jesus, como mais um personagem entre os que estão ali. Podemos hoje ler as Suas palavras no Evangelho, pois têm a garantia de autenticidade dada pela Igreja.

Procuremos que a nossa imaginação nos ajude a reconstituir a cena do Evangelho e façamos-Lhe perguntas. É assim que havemos de acolher a proclamação do Evangelho na Liturgia ou lê-lo em particular.

Agradeçamos ao Senhor podermos hoje, a dois mil anos de distância, dispor deste tesouro e iluminar a nossa vida com a Palavra de Deus.

Louvemos Maria elevada ao Céu. «e disse: “Feliz Aquela que Te trouxe no seu ventre e Te amamentou ao seu peito”»

Esta mulher do povo, de quem nem sequer sabemos o nome, sentiu um irresistível impulso interior para aclamar Nossa Senhora. Com esta redundância de sabor oriental, queria proclamar esta verdade: “Bendita seja a Tua Mãe, por nos ter dado um Filho tão bom!”

Somos convidados a repetir esta mesma aclamação de Maria, por outras palavras semelhantes: “Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.”

Não deixemos que a rotina entre neste louvor filial que dirigimos a Nossa Senhora, ao rezar o terço.

Quando o fazemos, estamos a dar realidade à profecia que Ela anunciou em casa de Isabel: «De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão bem-aventurada

Ouçamos a palavra de Jesus. «Mas Jesus respondeu: “Mais felizes são os que ouvem a palavra de Deus

Jesus deve ter ficado profundamente comovido com as palavras desta mulher simples, em honra da Sua Mãe e terá mesmo necessitado de uns momentos para dominar a comoção sentida.

Em seguida, aproveitou a ocasião para nos ajudar com a luz da Sua Sabedoria infinita. Terá dito propriamente isto: “É verdade! Mas não podeis imitar a Minha Mãe, na Sua maternidade divina.  Podeis segui-l’A e imitá-l’A no seu cuidado em ouvir a Palavra de Deus com todo o cuidado e em realizá-la no dia a dia.”

Poderíamos diligenciar para melhor aproveitar a Palavra de Deus que ouvimos, com algumas concretizações:

• Procuremos preparar a nossa Missa, lendo e meditando antes as leituras. Depois, quando forem proclamadas, tiraremos delas maior fruto.

• S. Josemaria, quando uma frase chamava a sua atenção, tomava uma pequena anotação num papelinho, no fim da Celebração, para continuara a meditá-la e a tomar nota do que lhe pedia na vida.

E procuremos seguir o seu exemplo. «e a põem em prática”

Não basta ouvir com a atenção a Palavra de Deus. Ela é a semente bendita que o Semeador lança no terreno da nossa falta. É preciso, depois, dar fruto, realizando as boas obras que ela inspira.

Seria um erro contentarmo-nos apenas com os bons sentimentos e desejos que a Palavra de Deus fomenta em nós. Jesus fala de diversas qualidades de terrenos, na parábola do Semeador: o terreno batido dos caminhos que não permite à semente entrar na terra; terreno cheio de pedregulhos que não deixa a semente lançar raízes; terreno no qual os muitos espinhos sufocam a semente, depois de germinar; e, finalmente, terreno fecundo, sulcado pela contrição e penitência no qual a semente cresce e dá fruto.

Que espécie de terreno temos sido para a semente da Palavra de Deus que o Espírito Santo lança continuamente na nossa alma?

Sonhemos com o triunfo. «Quando este nosso corpo mortal se tornar imortal, então se realizará a palavra da Escritura: “A morte foi absorvida na vitória.”»

A Assunção gloriosa de Maria é também uma promessa para todos nós. Espera-nos a mesma glorificação, salvo as devidas distâncias, no fim do mundo, depois da ressurreição dos mortos.

No momento da morte, a nossa alma é julgada e recebe imediatamente o que merece. A glorificação em corpo e alma será realidade no fim do mundo.

Este mesmo corpo que procuramos conservar, como dom de Deus, há-de morrer e reduzir-se a pó, no túmulo. Mas há-de ressuscitar glorioso para a felicidade que não tem fim.

Peçamos a Maria, elevada ao Céu em corpo e alma, que nos alcance esta graça de A contemplarmos um dia na glória, com S. José, nosso Pai e Senhor.

 

 

Oração Universal

 

Irmãs e irmãos em Cristo e filhos de Maria:

Neste dia em que todas as pessoas da Igreja

se alegram com o triunfo da Virgem Santa Maria,

peçamos a Deus, por intercessão da cheia de graça.

Oremos (cantando), com alegria:

 

     Interceda por nós a Virgem cheia de graça.

 

1.     Pelas Igrejas dos Cinco Continentes onde foi implantada a fé católica,

para que Deus Pai as encha dos Seus dons e acolha os seus fiéis no Céu,

oremos, por intercessão da Virgem Maria.

 

     Interceda por nós a Virgem cheia de graça.

 

2.     Pelos chefes de Estado e responsáveis públicos e seus colaboradores,

para que o Senhor guie os seus corações na retidão e serviço de todos,

oremos, por intercessão da Virgem Maria.

 

     Interceda por nós a Virgem cheia de graça.

 

3.     Por todos os fiéis e catecúmenos e pelos diversos ministérios da Igreja,

para que vençam o pecado e a morte e se alegrem com a luz do Paraíso,

oremos, por intercessão da Virgem Maria.

 

     Interceda por nós a Virgem cheia de graça.

 

4.     Pelas virgens que se consagraram a Cristo e pelas mães e seus filhos,

para que Deus as guarde em Seu amor, e lhes dê a felicidade da Mãe,

oremos, por intercessão da Virgem Maria.

 

     Interceda por nós a Virgem cheia de graça.

 

5.  Por todos nós aqui reunidos a celebrar a Eucaristia, e pelos ausentes,

para que Deus nos torne simples e imitadores humildade de Maria,

oremos, por intercessão da Virgem Maria.

 

     Interceda por nós a Virgem cheia de graça.

 

6.  Por todos os nossos defuntos que puseram em prática a palavra de Deus,

para que contemplem o rosto de Cristo e a glória de Maria, na eternidade,

oremos, por intercessão da Virgem Maria.

 

     Interceda por nós a Virgem cheia de graça.

 

Ouvi, Deus de bondade, as nossas súplicas

e fazei-nos entrar na glória eterna,

onde já se encontra a Mãe do vosso Filho,

elevada ao Céu em corpo e alma.

Por Cristo Senhor nosso.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Introdução

 

Ouvimos a chave do triunfo de Maria: acolher atentamente a palavra de Deus e procurar transformá-la em vida.

Sabendo que, sem Ele, não conseguimos seguir este caminho, Jesus prepara agora, por meio do ministério do sacerdote, o Alimento divino do Seu Corpo e Sangue, que nos dará forças para O seguir.

 

 

Cântico do ofertório: Rainha dos Anjos Pura – J. F. Silva, NRMS, 10

 

Oração sobre as oblatas: Recebei, Senhor, este sacrifício de reconciliação e de louvor que celebramos na Assunção da Santa Mãe de Deus, para que alcancemos o perdão dos pecados e vivamos em contínua acção de graças. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio próprio, como na Missa seguinte: p. 913

 

Santo: C. Silva - OC (pg 537)

 

Saudação da Paz

 

Ouvir a Palavra de Deus e procurar segui-la com toda a fidelidade na vida de cada dia é o caminho da verdadeira paz.

Sejamos seguidores fiéis deste caminho da paz de Deus e ajudemos os nossos irmãos a segui-lo.

 

Saudai-vos na paz de Cristo!

 

Monição da Comunhão

 

Jesus ensinou-nos que a Comunhão bem feita é a melhor garantia da glorificação no fim da nossa vida mortal. Ela é penhor da Vida Eterna.

Comunguemos com fé, amor e devoção, e peçamos ao Senhor que nos guarde para a vida gloriosa do Céu.

 

Cântico da Comunhão: O Senhor fez em mim maravilhas – A. Oliveira, NRMS, 45

cf. Lc 11, 27

Antífona da comunhão: Bendita seja a Virgem Maria, que trouxe em seu ventre o Filho de Deus Pai.

 

Cântico de acção de graças: Feliz és Tu porque acreditaste – C. Silva, OC

 

Oração depois da comunhão: Senhor nosso Deus, que nos fizestes participar na mesa celeste, ouvi benignamente as nossas súplicas e livrai de todo o mal aqueles que celebram a Assunção da Mãe de Deus. Por Nosso Senhor.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Manifestemos o amor a Nossa Senhora da Assunção com algum pequeno pormenor, neste dia de festa.

 

Cântico final: Cantai um cântico novo – J. Santos, NRMS, 10

 

 

Celebração e Homilia:         Fernando Silva

Nota Exegética:                     Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                José Carlos Azevedo

 


Imprimir | Voltar atrás | Página Inicial