Anjo da Guarda de Portugal

10 de Junho de 2022

 

Memória

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Como promessa de cada hora – M. Faria, NRMS, 30

Dan 3, 95

Antífona de entrada: Bendito seja o Senhor, que enviou o seu Anjo e libertou os seus servos, que n'Ele confiaram.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Cada pessoa tem o seu anjo da guarda e cada nação também tem o seu anjo da Guarda.

 Compreende-se que seja assim, porque cada nação é como uma barca na qual viajam muitas pessoas. A sua segurança é a segurança delas.

Hoje celebramos a festa do Anjo da Guarda de Portugal. Esta celebração vem já desde o princípio da nacionalidade, mas teve especial incremento depois das suas aparições aos três Pastorinhos de Fátima, em 1916.

 

Acto penitencial

 

Passamos, às vezes, pela vida, inteiramente alheios às maravilhas que o Senhor nos oferece nesta vida.

Peçamos-Lhe perdão pela nossa indelicadeza e leviandade e prometamos-Lhe emenda de vida.

 

(Tempo de silêncio. Apresentamos, como sugestão para este dia, o esquema A do Ordinário da Missa)

 

ESQUEMA A

 

Confessemos os nossos pecados...

Senhor, tende piedade de nós...

 

Oração colecta: Deus eterno e omnipotente, que destinastes a cada nação o seu Anjo da Guarda, concedei que, pela intercessão e patrocínio do Anjo de Portugal, sejamos livres de todas as adversidades. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O profeta Daniel, que exerceu a sua missão, nos tempos dolorosos para o Povo de Deus, do cativeiro de Babilónia em que se fala do Anjo do povo de Israel.

Diz-nos: O chefe do reino da Pérsia resistiu-me durante vinte e um dias. Então Miguel, um dos chefes principais, veio em meu auxílio. Eu estive lá, a fazer frente ao chefe dos reis da Pérsia

 

Pode também utilizar-se Ex 23, 20-23a: 2 de Outubro, p. 305.

 

Daniel 10, 2a, 5-6.12-14ab

2aNaqueles dias, 5ergui os olhos e vi um homem vestido de linho, com um cinturão de ouro puro. 6O seu corpo era semelhante ao topázio e o rosto tinha o fulgor do relâmpago; os olhos eram como fachos ardentes, os braços e as pernas eram brilhantes como o bronze polido e o som das suas palavras era como o rumor duma multidão. 12Ele disse-me: «Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração para compreender e te humilhaste diante do teu Deus, as tuas palavras foram ouvidas. É por causa das tuas palavras que eu venho. 13O chefe do reino da Pérsia resistiu-me durante vinte e um dias. Então Miguel, um dos chefes principais, veio em meu auxílio. Eu estive lá, a fazer frente ao chefe dos reis da Pérsia, 14abe vim para te explicar o que vai suceder ao teu povo, no fim dos tempos».

 

A leitura está respigada dos sonhos e visões de Daniel (2ª parte do livro: 7,1 – 12,13), onde, na última visão, uma figura excelsa explica o que irá suceder nas guerras do séc. II a. C. entre os selêucidas e os lágidas, e como uma personalidade abominável (Antíoco IV da Síria) virá trazer grandes desgraças ao povo, mas acabará por ser derrotado, graças à intervenção libertadora de Miguel (este nome hebraico – mi-ka-el – significa: quem como Deus?). A leitura foi escolhida para a festa de hoje certamente pela descrição da figura angélica da aparição nos vv. 5-6, que evoca a visão dos Pastorinhos de Fátima.

 

 

Salmo Responsorial     Salmo 90 (91),1 e 3.5b-6.10.11.14-15

 

Monição: O nosso Deus, o melhor dos pais, não nos deixa sozinhos nesta caminhada da terra para o Céu.

Confia-nos a um dos seus Anjos que nos guia, aconselha e defende dos perigos.

 

Refrão:         O Senhor mandará aos seus anjos

Que te guardem em todos os teus caminhos.

 

Tu, que habitas sob a protecção do Altíssimo,

moras à sombra do Omnipotente.

Ele te livrará do laço do caçador

e do flagelo maligno.

 

Não temerás o pavor da noite,

nem a seta que voa de dia;

nem a epidemia que se propaga nas trevas,

nem a peste que alastra em pleno dia.

 

Nenhum mal te acontecerá,

nem a desgraça se aproximará da tua morada.

Porque o Senhor mandará aos seus Anjos

que te guardem em todos os teus caminhos.

 

«Porque confiou em Mim, hei-de salvá-lo;

hei-de protegê-lo, pois conheceu o meu nome.

Quando Me invocar, hei-de atendê-lo,

estarei com ele na tribulação,

hei-de libertá-lo e dar-lhe glória».

 

 

Aclamação ao Evangelho        Lc 2, 10b

 

Monição: Um Anjo anuncia aos pastores de Belém o nascimento do Salvador e convida-os a visitá-l’O.

Acolhamos com alegria e generosidade as ajudas que recebemos por meio dos Anjos e aclamemos o Evangelho.

 

Aleluia

 

Cântico: Aleluia – J. Berthier, COM, pg 112

 

Disse o Anjo do Senhor:

«Anuncio-vos uma grande alegria para todo o povo.»

 

 

Evangelho

 

São Lucas 2, 8-14

Naquele tempo, 8havia naquela região uns pastores que viviam nos campos e guardavam de noite os rebanhos. 9O Anjo do Senhor aproximou-se deles e a glória do Senhor cercou-os de luz; e eles tiveram grande medo. 10Disse-lhes o Anjo: «Não temais, porque vos anuncio uma grande alegria para todo o povo: 11nasceu-vos hoje, na cidade de David, um Salvador, que é Cristo Senhor. 12Isto vos servirá de sinal: encontrareis um Menino recém-nascido, envolto em panos e deitado numa manjedoura». 13Imediatamente juntou-se ao Anjo uma multidão do exército celeste, que louvava a Deus, dizendo: 14«Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados».

 

Também o texto escolhido nos fala dos Anjos do Natal. A glória de Deus que em Israel se manifestava no templo, manifesta-se agora no campo dos pastores. Deus manifesta-se aos simples e humildes e no meio dos seus afazeres mais correntes.

8 «Pastores». É significativo que os primeiros a quem o Messias se manifesta seja gente desprezada e sem valor aos olhos da sociedade judaica, que os incluía entre os «publicanos e pecadores», pois a sua ignorância religiosa levava-os a constantemente infringirem as inúmeras prescrições legais. O facto de guardarem o gado de noite não significa que não fosse inverno, embora não saibamos nem o dia nem sequer o mês em que Jesus nasceu, o que se compreende, pois então só se celebrava o aniversário natalício dos filhos dos reis e pouco mais. Só tardiamente se começou a celebrar o nascimento de Jesus (em Roma já se celebrava no séc. IV a 25 de Dezembro). Ao chegar a noite, os pastores reuniam o gado numa vedação campestre (redil) e eles abrigavam-se da inclemência do tempo nalguma cabana feita de ramos, mesmo durante o inverno.

14 Com o nascimento de Jesus, Deus é glorificado – «glória a Deus» e advém para os homens a síntese de todos os bens – «a paz». O texto original grego pode ter uma dupla tradução, qual delas a mais rica: «homens de boa vontade» (que possuem boa vontade, segundo a interpretação tradicional adoptada pela nova tradução da CEP), ou «os homens que são objecto de boa vontade» (ou da benevolência divina). Por agora, os textos litúrgicos preferiram a segunda, mais de acordo com a visão universalista de Lucas. Segundo uma variante textual (menos provável) teríamos uma frase com três membros: «glória a Deus..., paz na terra, benevolência divina entre os homens».

 

 

Sugestões para a homilia

 

• Os Anjos da Guarda, uma carícia de Deus

• Os Anjos, mensageiros da alegria

 

1. Os Anjos da Guarda, uma carícia de Deus

 

O profeta Daniel, em pleno cativeiro de Babilónia, tem uma visão deslumbrante. De um personagem celestial.

Descreve o profeta: «vi um homem vestido de linho, com um cinturão de ouro puro. O seu corpo era semelhante ao topázio e o rosto tinha o fulgor do relâmpago; os olhos eram como fachos ardentes, os braços e as pernas eram brilhantes como o bronze polido e o som das suas palavras era como o rumor duma multidão

Deus cuida de nós pelos Anjos. As primeiras palavras que o personagem da visão dirige ao profeta são de paz e amizade. Esta palavras têm especial oportunidade nos momentos difíceis que vive o Povo de Deus no cativeiro.

«Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração para compreender e te humilhaste diante do teu Deus, as tuas palavras foram ouvidas. É por causa das tuas palavras que eu venho

Assim começa o Anjo da Guarda de Portugal o seu encontro com os três Pastorinhos: Não temais! Eu sou o Anjo da Paz, o Anjo da Guarda de Portugal.

Podemos ser tentados, quando a vida corre em sentido contrário aos nossos gostos, a pensar que estamos sós, porque Deus nos abandonou. Assim pensavam os judeus, em Babilónia. Convenceram-se de que tinham sido postos de lado pelo Senhor que fizera a Aliança com eles no Sinai, por causa das suas muitas infidelidades.

O Senhor vem confortá-los, como fez também por meio dos profetas Isaías e Jeremias.

Deus nunca nos abandona, porque não deixar de ser nosso Pai, mesmo que nos portemos como filhos ingratos.

O temor, a falta de paz e o desassossego nunca fazem sentido na vida de um filho de Deus. Basta que o nosso olhar se volte para Ele, para que os Seus braços se abram para nós. Ele está sempre connosco. Permite que soframos um pouco nesta vida, como o pai e a mãe têm de permitir que um filho tome um remédio amargo, porque é o único meio para se curar.

«O chefe do reino da Pérsia resistiu-me durante vinte e um dias. Então Miguel, um dos chefes principais, veio em meu auxílio

Deus cuida de nós pelos Anjos. Para defender o Povo de deus, o Senhor enviou o Arcanjo S. Miguel.

Proclamamos no Credo: “Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, Criador do Céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis.

Os seres invisíveis ao nosso olhar são os Anjos. Com magnanimidade infinita, Deus criou um número incomensurável de anjos. São pessoas com inteligência e vontade, fiéis a Deus. 

Sabemos diversas verdades pela Sagrada Escritura:

São fidelíssimos à vontade do Senhor e são-Lhe fidelíssimos; têm uma inteligência muito mais perfeita que a dos homens e conseguem chegar, por meio dela, onde não somos capazes de chegar; têm uma força extraordinária; são muito nossos amigos e desejam que estejamos com eles felizes no Céu, para sempre.

O nosso Anjo da Guarda acompanha-nos sempre e só no Céu conheceremos quantos favores lhe de vemos. É um Amigo de todos os momentos e de quem poucas vezes nos lembramos.

Como somos filhos do Rei do universo, o Senhor confiou-nos à guarda de um Anjo que ajuda noite e dia, nos aconselha e ajuda a fazer a vontade de deus, como condição para entrarmos no Céu.

O Anjo de Portugal. A tradição da Igreja ensina que têm o seu Anjo da Guarda, não só cada filho de Deus, mas também as nações. Elas são como uma barca onde viajam as pessoas.

No seu carinho infinito por nós, Deus quis recordar esta verdade com as aparições do Anjo da Guarda de Portugal em Fátima. Foram seis: três em 1915, à Lúcia, com nove anos, mais duas companheiras, e sem dizer anda, apenas as encantou com a sua beleza resplandecente.

Em 1916 apareceu à Lúcia, à Jacinta e ao Francisco: na primavera, na Loca do Cabeço; no alto verão, sobre a pedra que cobre o Poço do Arneiro, no quintal dos pais da Lúcia; e outono, novamente na Loca do cabeço, onde lhes deu a sagrada comunhão e ensinou a rezar a oração do Anjo.

Apresentou-se como o anjo da paz, e pediu às crianças que rezassem muito e fizessem sacrifícios, pedindo pela nossa Pátria.

Desde o princípio da nacionalidade, Portugal prestou culto ao seu Anjo. D. Manuel I obteve do Papa a celebração da festa do Anjo da Guarda de Portugal todos os anos. Depois da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II, a nossa Pátria é hoje o único país do mundo que tem uma festa anual em honra do seu Anjo Custódio.

 

2. Os Anjos, mensageiros da alegria

 

Os anjos que permaneceram fiéis a Deus, não se deixando arrastar para a o pecado da soberba, por Lúcifer, comtemplam, felizes, a glória de Deus. Parte deles, sem deixarem de contemplar Deus face a face, têm missões junto de nós, por mandato divino.

Não sabemos o nome e cada Anjo, porque nunca nos foi revelado. Anjo quer dizer mensageiro. O Anjo da Guarda é, junto de nós, um enviado de Deus para nos guardar, defender e guiar.

Sinais de paz e de alegria. Quando Jesus nasceu numa gruta de animais, em Belém, um Anjo manifestou-se aos pastores que estavam de vigia ao rebanho, durante a noite, para lhes dar a grande notícia.

É sempre para desempenhar junto de nós uma missão de paz e de alegria, que os Anjos da Guarda, por mandato de Deus, nos acompanham.

Toda a Sagrada Escritura está cheia de referência aos Anjos, ensinando-nos as missões de ajuda que desempenham junto de nós.

Um Arcanjo traz a Maria de Nazaré a proposta de Deus para ser a Mãe do redentor. Seis meses antes, o mesmo aparecera a Zacarias, no Templo de Jerusalém. Um Anjo anuncia aos pastores de Belém a grande notícia do nascimento de Jesus. Um Anjo vem confortar Jesus na Agonia do Horto das Oliveiras, um Anjo anuncia às santas mulheres junto do sepulcro a Ressurreição de Jesus e outros dois falam aos apóstolos que, depois da Ascensão, continuam a olhar para o Céu. Algum tempo depois, um Anjo vai libertar Pedro da prisão, em Jerusalém.

«Disse-lhes o Anjo: “Não temais, porque vos anuncio uma grande alegria para todo o povo: nasceu-vos hoje, na cidade de David, um Salvador, que é Cristo Senhor.”»

Docilidade aos Anjos. Depois de terem recebido o anúncio do Anjo, os pastores não se limitaram a ficar contentes com a grande notícia. Puseram-se a caminho, para adorar o Menino e levar-Lhe suas ofertas.

É possível que invoquemos o nosso Anjo e lhe peçamos ajuda. Temos o hábito de a agradecer, depois de a termos recebido?

Eles inspiram-nos comportamentos que nos indicam a vontade de Deus. Estamos atentos e costumamos segui-los?

Comecemos por saudá-los, logo ao levantar, com a oração que aprendemos na infância: Santo Anjo do Senhor...

O Anjo da Guarda de Portugal. Segundo a tradição da Igreja, cada nação tem o seu Anjo da Guarda. Na verdade, são muitas as pessoas que dependem das leis e da sabedoria com que uma nação é governada.

Nós celebramos a festa do Anjo da Guarda de Portugal, desde o princípio da nacionalidade, e agora no mesmo dia em que celebramos o dia da Pátria. Bela coincidência!

Ele acompanhou os nossos navegadores que descobriram novos mundos e os evangelizaram.

O Inimigo ataca também com violência a Igreja na nossa Pátria. Começou com a expulsão dos jesuítas, pelo Marquês de Pombal e outras perseguições.

Em 1834, foram expulsos do país todos os religiosos e religiosas, ficando os conventos e outras obras expostos ao vandalismo de aventureiros.

Em 1910, renova-se a perseguição religiosa, fecham-se as Igrejas, proíbem-se as procissões e perseguem-se os Bispos e Sacerdotes.

Bem precisamos, pois, que o Anjo da Guarda de Portugal nos ajude e defenda.

As aparições do Anjo da Guarda de Portugal aos Pastorinhos de Fátima, em 1916, vieram avivar a devoção ao nosso Anjo: Deus viu que era necessário despertar-nos para esta verdade, nos nossos dias.

De algum modo, pode dizer-se que ele veio preparar as três crianças para as aparições de Nossa Senhora, ajudando-os a crescer em santidade.

Acolhamos a recomendação que ele fez de rezarmos muito pela nossa Pátria, pedindo o dom da verdadeira paz.

 

 

Oração Universal

 

Deus, nosso Pai, manifesta-nos, de muitos modos,

o Seu Amor infinito por cada um de nós.

Cheios de alegria pela na Sua bondade inesgotável,

apresentemos-Lhe as necessidades da Igreja,

e, de modo particular, da Igreja que está em Portugal.

Oremos (cantando) com toda a confiança:

 

1. Para que o Santo Padre, Bispos, Sacerdotes e Diáconos,

nos estimulem a uma devoção crescente aos santos Anjos,

oremos, irmãos.

 

Pelos nossos Anjos, ajudai-nos, Senhor.

 

2. Para que a nossa comunidade, presente nesta Eucaristia,

encontre a protecção do Anjo da Guarda de Portugal,

oremos, irmãos.

 

Pelos nossos Anjos, ajudai-nos, Senhor.

 

3. Para que as Autoridades da nossa Pátria, nas suas leis,

nos ajudem a viver sempre como bons filhos de Deus,

oremos, irmãos.

 

Pelos nossos Anjos, ajudai-nos, Senhor.

 

4. Para que as crianças da nossa Pátria possam esperar,

um ambiente que as ajude a viver as exigências da fé,

oremos, irmãos.

 

     Pelos nossos Anjos, ajudai-nos, Senhor.

 

5. Para que todos nós aqui presentes, a participar na Eucaristia,

saibamos viver a devoção ao Anjo da Guarda de Portugal,

oremos, irmãos.

 

     Pelos nossos Anjos, ajudai-nos, Senhor.

 

6. Para que os jovens da nossa Pátria saibam libertar-se,

das armadilhas de morte com que tentam atraí-los,

oremos, irmãos.

 

Pelos nossos Anjos, ajudai-nos, Senhor.

 

7. Para que todos os fiéis defuntos familiares e amigos,

por intercessão de Maria, descansem na luz perpétua,

oremos, irmãos.

 

Pelos nossos Anjos, ajudai-nos, Senhor.

 

Senhor, que na Vossa vida mortal, nos protegeis,

dando à nossa Pátria um Anjo para a defender:

ajudai-nos a sabermos aproveitar a sua ajuda amiga,

para Vos podermos contemplar eternamente no Céu.

Por Cristo Nosso Senhor.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Introdução

 

Fomos confortados pela certeza de que os Anjos nos ajudam em todas as dificuldades que encontramos na vida.

Que eles nos ajudem a participar cada vez melhor na Celebração da Eucaristia.

 

Cântico do ofertório: Anjo da guarda – H.Faria, NRMS, 11-12

 

Oração sobre as oblatas: Recebei, Senhor, estas ofertas que apresentamos ao vosso altar e fazei que, por intercessão do nosso Anjo da Guarda, sejamos defendidos de toda a adversidade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio dos Anjos: p. 491

 

Santo: A. Cartageno – ENPL, 15

 

Saudação da Paz

 

Quando apareceu aos Pastorinhos de Fátima, o Anjo intitulou-se como Anjo da paz.

Que o Anjo de Portugal nos ajude a alcançar este dom da paz para a nossa Pátria e para o mundo.

 

Saudai-vos na paz de Cristo!

 

Monição da Comunhão

 

Em Fátima, na Loca do Cabeço, o Anjo de Portugal pediu reparação contra três graves ofensas à Santíssima Eucaristia: ultrajes, sacrilégios e indiferenças.

Esta chamada de atenção há-de levar-nos a procurar comungar com as disposições que o Senhor quer: com fé ardente, na graça de Deus e com amor.

 

Cântico da Comunhão: Cantai comigo – H. Faria, NRMS, 2

Judite 13, 20.21

Antífona da comunhão: Bendito seja o Senhor, que me protegeu por meio do seu Anjo. Dai graças ao Senhor, porque é eterna a sua misericórdia.

 

Cântico de acção de graças: Com os benditos Anjos – M. Faria, NRMS, 11-12

 

Oração depois da comunhão: Senhor, que nos alimentais neste admirável sacramento de vida eterna, dirigi os nossos passos, por meio do vosso Anjo, no caminho da salvação e da paz. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Procuremos aumentar a nossa devoção ao Anjo da Guarda de Portugal, invocando muitas vezes a sua ajuda.

 

Cântico final: Santo Anjo do Senhor – M. Faria, NRMS, 6 (I)

 

 

Homilia FeriaL

 

 

Sábado, 11-VI: S. Barnabé: O cumprimento da missão confiada.

Act 11, 21-26; 13, 1-3 / Mt 10 7,-13

É que ele (Barnabé) era um homem bom e cheio do Espírito Santo e de fé. E considerável multidão aderiu ao Senhor.

 S. Barnabé foi um dos primeiros fiéis da Igreja de Jerusalém. Anos depois pregou o Evangelho em Antioquia (LT) e muitos pagãos se converteram. Mais tarde, acompanhou S. Paulo na sua primeira viagem apostólica. Os confins da nossa terra puderam ver a salvação (SR).  

Todos somos evangelizadores, como disse Jesus aos Apóstolos, anunciando que está próximo o Reino dos Céus (EV). Precisamos crescer no amor a Deus, melhorando a nossa formação, para darmos um testemunho mais forte do Evangelho.

 

 

 

Celebração e Homilia:         Fernando Silva

Nota Exegética:                     Geraldo Morujão

Homilia Ferial:                       Nuno Romão

Sugestão Musical:                José Carlos Azevedo

 


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