JORNADAS MUNDIAIS DA JUVENTUDE 2023

 

 

Angola:

Peregrinação dos símbolos da JMJ

foi «uma intervenção com gindungo, piripíri e valeu a pena»

         

        O presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST) afirmou que a peregrinação dos símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) – a cruz e o ícone de Nossa Senhora – foi “uma introdução forte, uma intervenção com gindungo”.

“Foi uma evangelização silenciosa, a nova evangelização através de sinais, de encontros e convívios. Foi um estimular este caminho que a Igreja em Angola está a fazer preparando as jornadas mundiais 2023. Foi uma introdução forte, uma intervenção com gindungo, piripíri e valeu a pena”, disse D. Filomeno Vieira Dias em declarações à Agência ECCLESIA.

Os símbolos da Jornada Mundial da Juventude peregrinaram pelas dioceses angolanas durante 40 dias, desde 8 de julho até 17 de agosto.

A Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora “Salus Populi Romani” foram recebidos na Arquidiocese de Luanda e passaram pelas dioceses do Sumbe, de Benguela, Huambo, Menongue, no extremo sul do país, Cuito-Bié, Lubango, Viana e Caxito, antes de regressarem à capital angolana para a festa e celebração de despedida.

Para o arcebispo de Luanda e presidente da CEAST, que presidiu à Missa de acolhimento dos símbolos, esta peregrinação foi um momento “esperado com muita ansiedade e muita expectativa”, e o “único senão” foi a pandemia Covid-19 porque não fizeram “uma receção como estava no coração das pessoas, como desejavam”.

 

Fátima:

Santuário reza o terço pela JMJ 2023 no último sábado de cada mês

 

O Santuário de Fátima vai dedicar a oração do Terço no último sábado de cada mês à Jornada Mundial da Juventude em Lisboa (JMJ 2023), às 18h30, na Capelinha das Aparições.

Nos próximos meses, o Santuário de Fátima tem como objetivo que “todas as dioceses de Portugal possam dinamizar esse momento de oração do terço” pela próxima edição internacional da Jornada Mundial da Juventude.

A Diocese de Leiria-Fátima salienta que esta iniciativa mensal do santuário mariano da Cova da Iria é mais uma proposta a nível nacional de preparação para o encontro que se vai realizar em Lisboa, no verão de 2023, como as promovidas pela plataforma ‘Passo a Rezar’, nos primeiros sábados de cada mês, e a aplicação ‘Click to Pray’, todos os dias 23, da Rede Mundial de Oração do Papa, e o itinerário catequético ‘Rise Up’.

As JMJ nasceram por iniciativa do Papa João Paulo II, após o sucesso do encontro promovido em 1985, em Roma, no Ano Internacional da Juventude.

As edições internacionais destas jornadas promovidas pela Igreja Católica são um acontecimento religioso e cultural que reúne centenas de milhares de jovens de todo o mundo, durante cerca de uma semana.

Este encontro da Igreja Católica dedicada às novas gerações realiza-se, anualmente, a nível local (diocesano) na solenidade de Cristo Rei, em vez do Domingo de Ramos (ou em data a definida por cada diocese), alternando com um encontro internacional a cada dois ou três anos, numa grande cidade; devido à pandemia, a edição de Lisboa foi adiada de 2022 para o verão de 2023.

 

JMJ 2023:

Símbolos da Jornada Mundial da Juventude foram à Polónia

                       

símbolos da Jornada Mundial da Juventude, a cruz e o Ícone de Nossa Senhora, visitaram a Polónia, onde peregrinaram de 21 de agosto a 1 de setembro, numa viagem terrestre que passou por três países.

 Curiosamente, “pela primeira vez, esta viagem foi realizada com a carrinha dos símbolos” da JMJ 2023, que estava identificada com o “logotipo e o layout” do encontro mundial que se vai realizar em Lisboa.

O padre Filipe Diniz, que acompanhou a peregrinação na Polónia, com mais um elemento da equipa do DNPJ, adiantou que neste percurso terrestre a carrinha da Jornada Mundial da Juventude passou por vários países até chegar à Polónia, nomeadamente “Espanha, França, Alemanha”.

O responsável pela peregrinação dos símbolos da JMJ Lisboa 2023 explica que a cruz e o Ícone de Nossa Senhora estiveram dez dias na terra natal do Papa São João Paulo II, de 21 de agosto a 1 de setembro, e regressaram a Portugal para começarem a peregrinação por Espanha, entre 5 de setembro e 29 de outubro.

 

Espanha:

Diocese de Ciudad Rodrigo entregou símbolos

da Jornada Mundial da Juventude

à Arquidiocese de Oviedo

 

A Diocese de Ciudad Rodrigo despediu-se dos símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ Lisboa 2023) que continuam a sua peregrinação em Espanha pela Arquidiocese de Oviedo.

A Diocese espanhola de Ciudad Rodrigo despediu-se da Cruz Peregrina e do Ícone de Nossa Senhora ‘Maria Salus Populi Romani’ com uma Eucaristia na Capela do Convento das Carmelitas, presidida pelo delegado da Pastoral Juvenil, padre Anselmo Matilla Santos, e o administrador apostólico, D. Jesús García Burillo.

Os símbolos da Jornada Mundial da Juventude, a Cruz e o Ícone de Maria, estão agora a peregrinar pela Arquidiocese de Oviedo, na comunidade autónoma das Astúrias, e vão continuar o seu percurso pelas dioceses de Espanha até ao dia 29 de outubro.

A conclusão da peregrinação termina em Ayamonte, na Diocese de Huelva, com uma Eucaristia, às 18h30, menos uma hora em Lisboa, e uma cerimónia de despedida, que termina com a travessia dos símbolos no rio Guadiana, para Portugal.

Os símbolos da JMJ já peregrinaram pelas dioceses de Angola e da Polónia, estando prevista a peregrinação em Portugal a partir do mês de novembro deste ano e até julho de 2023, em todas as dioceses portuguesas.

A cruz de madeira mede 380 cm de altura e pesa 31 kg; os braços medem 175 cm de largura e os painéis em madeira medem 25 cm de largura, e o Ícone de Maria mede 118 cm de altura, tem 79 cm de largura e 5 cm de profundidade, pesando 15 Kg.

 

Évora:

«Cada jovem é de oiro», afirma arcebispo

preocupado com a relação entre a Igreja e a juventude

 

O arcebispo de Évora disse que se preocupa “muito” com a nova geração, “como é que a Igreja há de fazer acontecer esse encontro com Cristo”, na iniciativa ‘23PORMÊS – Acolher a JMJ’ do Departamento Diocesano da Pastoral Juvenil.

“Os jovens são o tesouro e muito mais quando temos uma população muito envelhecida na nossa arquidiocese, uma desertificação populacional. Cada jovem é de oiro”, afirmou D. Francisco Senra Coelho, no vídeo publicado esta terça-feira.

O arcebispo de Évora observa que os jovens “vão ser a continuação da Igreja”, mas a sua primeira preocupação “é sentir cada jovem salvo” com o seu olhar brilhante, com sentido na vida.

“Muitas vezes parece que há uma espécie de rio que nos separa, entre as gerações, e a Igreja, não podemos ignorar, tem tido muitas dificuldades. Talvez porque não saibamos ouvir os jovens, talvez porque não saibamos caminhar com eles, talvez porque em vez de fazer com eles, fazemos para eles”, acrescenta.

D. Francisco Senra Coelho salienta que se preocupa “muito” com a nova geração, com o seu “encontro com Cristo”, como é que a Igreja há de “fazer acontecer esse encontro das novas gerações”, que têm a sua linguagem, têm a sua cultura.

Na iniciativa ‘23PORMÊS – Acolher a JMJ: «o amor é criativo»’, do Departamento da Pastoral Juvenil de Évora, o seu arcebispo assinala que há uma reflexão “muito grande” a fazer e a Jornada Mundial da Juventude é uma oportunidade “para a Igreja se reencontrar com ela própria e repensar o seu modo de dialogar com a nova geração”.

“Precisamos da sua presença, a Igreja tem que ouvir os jovens mas não com os ouvidos somente, com o coração e com a mente. Ouvir os jovens é percebe-los por dentro, as suas sedes, as suas escuridões, os seus vazios e fazer com eles a partilha da vida”, desenvolveu.

O arcebispo de Évora conta que participou nas edições internacionais da JMJ de Roma e Madrid e ficou “profundamente marcado” pelos relatos de padres do encontro em Czestochowa, na Polónia.

 “Nós não vamos às jornadas, nós somos as jornadas”, afirma D. Francisco Senra Coelho que tem esperança que esse encontro seja “para os jovens de Portugal também”, que todos sintam como suas.

Desde o seu nascimento à entrada no seminário, passando pela importância dos jovens na Igreja, esta foi uma conversa de alegria, amor e fé.

D. Francisco Senra Coelho nasceu em Moçambique, onde viveu até aos 14 anos, tem origem e família em Barcelos, e partilhou a sua história de vida, a vocação, a vontade de regressar ao país lusófono como missionário que o levou até Évora.

“Tenho uma alegria muito grande que é servir o povo alentejano, de quem gosto muito, das pessoas, da paisagem, da cultura. Também da culinária, gosto muito do sabor alentejano, e há uma coisa que me enche uma coração que é a primavera alentejana”, assinalou.

 

JMJ 2023:

Hino do encontro de Lisboa tem nova versão, em chinês

 

O hino da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2023, que vai decorrer em Lisboa, tem uma nova versão, em chinês, realizada pela Comunidade Católica Chinesa em Portugal e a Diocese de Xi’na.

A nova versão de “Há Pressa no Ar” envolveu mais de 20 jovens, presentes na comunidade em Portugal e na China, na tradução e gravação do tema, sendo apresentada como “meio de divulgação e de motivação” para a participação das comunidades católicas do país asiático no evento que acontecerá na capital portuguesa.

A tradução e arranjo musical esteve a cargo dos jovens da comunidade em Portugal, com o apoio da Irmã Dominia (Lijun Shen), Missionária das Servas do Espírito Santo, e do irmão Paul.

A gravação da música e do vídeo teve lugar na Diocese de Xi’an, na Expo Xi’an e na Catedral de São Francisco em Xi’an, nos dias 10 e 11 de abril de 2021, envolvendo o Coro Inglês de Xi’an Agios e o Coro Xi’an Seraphim.

A Comunidade Católica Chinesa em Portugal “espera assim ajudar os jovens da Igreja Chinesa a participar melhor” na JMJ Lisboa 2023, contribuindo para que esta seja um lugar de encontro, fraternidade e comunhão entre todos e para todos, informa a organização da JMJ 2023.

O hino tem também uma versão latino-americana, que integra diferentes géneros que identificam a região.

A organização da JMJ 2023 apresentou em janeiro o hino oficial do próximo encontro

 


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