Epifania do Senhor

08 de Janeiro de 2006

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Vimos a sua estrela, F da Silva, NRMS 68

cf. Mal 3, 1; 1 Cr 19, 12

Antífona de entrada: Eis que vem o Senhor soberano. A realeza, o poder e o império estão nas suas mãos.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Outrora os Magos foram ao encontro de Jesus. Também nós queremos encontrá-l’O. Por isso incluimos em cada Domingo a participação na Santa Missa. Ele vem ao nosso encontro. Recebamo-l’O com Fé e com todo o amor do nosso coração.

 

Oração colecta: Senhor Deus omnipotente, que neste dia revelastes o vosso Filho Unigénito aos gentios guiados por uma estrela, a nós que já Vos conhecemos pela fé levai-nos a contemplar face a face a vossa glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Isaías contempla profeticamente no Antigo Testamento Jerusalém iluminada pelo nascimento de Jesus. Que Ele seja Luz a iluminar sempre o nosso Caminho!

 

Isaías 60, 1-6

1Levanta-te e resplandece, Jerusalém, porque chegou a tua luz e brilha sobre ti a glória do Senhor. 2Vê como a noite cobre a terra e a escuridão os povos. Mas sobre ti levanta-Se o Senhor e a sua glória te ilumina. 3As nações caminharão à tua luz e os reis ao esplendor da tua aurora. 4Olha ao redor e vê: todos se reúnem e vêm ao teu encontro; os teus filhos vão chegar de longe e as tuas filhas são trazidas nos braços. 5Quando o vires ficarás radiante, palpitará e dilatar-se-á o teu coração, pois a ti afluirão os tesouros do mar, a ti virão ter as riquezas das nações. 6Invadir-te-á uma multidão de camelos, de dromedários de Madiã e Efá. Virão todos os de Sabá; hão-de trazer ouro e incenso e proclamarão as glórias do Senhor.

 

O texto canta a glória da Jerusalém renovada, figura da «Jerusalém nova descida do Céu» (cf. Apoc 21, 2.23-24). A visão universalista que o poema apresenta corresponde à realidade da Igreja, que é católica, universal.

3 «As nações caminharão à tua luz, e os reis ao esplendor da tua aurora». Não há dúvida de que se pode adaptar perfeitamente este texto isaiano ao mistério hoje celebrado: os «magos» – este texto terá contribuído para se lhes chamar «reis» –, que seguem a «luz» da estrela, são os pioneiros de entre os povos gentios a acorrer ao encontro do Messias.

6 A menção de povos do Oriente – «Madiã e Efá» –, dos ricos comerciantes de «Sabá», a sul da Arábia (Yémen) e, sobretudo, os produtos que trazem – «ouro e incenso» – fazem lembrar o que nos relata o Evangelho: a vinda dos Magos do Oriente que trazem «oiro, incenso e mirra».

 

Salmo Responsorial    Salmo 71 (72), 2.7-8.10-11.12-13 (R. cf. 11)

 

Monição: Foi assim dois mil anos. É assim hoje. Sê-lo-à com certeza no futuro: os povos de todos os tempos virão adorar o Senhor.

 

Refrão:         Virão adorar-Vos, Senhor,

                      todos os povos da terra.

 

Ó Deus, concedei ao rei o poder de julgar

e a vossa justiça ao filho do rei.

Ele governará o vosso povo com justiça

e os vossos pobres com equidade.

 

Florescerá a justiça nos seus dias

e uma grande paz até ao fim dos tempos.

Ele dominará de um ao outro mar,

do grande rio até aos confins da terra.

 

Os reis de Társis e das ilhas virão com presentes,

os reis da Arábia e de Sabá trarão suas ofertas.

Prostrar-se-ão diante dele todos os reis,

todos os povos o hão-de servir.

 

Socorrerá o pobre que pede auxílio

e o miserável que não tem amparo.

Terá compaixão dos fracos e dos pobres

e defenderá a vida dos oprimidos.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Jesus Cristo veio salvar todos os homens. Como São Paulo anunciemos esta Boa Nova aos que não O conhecem e por isso não O amam.

 

Efésios 3, 2-3a.5-6

Irmãos: 2Certamente já ouvistes falar da graça que Deus me confiou a vosso favor: 3apor uma revelação, foi-me dado a conhecer o mistério de Cristo. Nas gerações passadas, 5ele não foi dado a conhecer aos filhos dos homens como agora foi revelado pelo Espírito Santo aos seus santos apóstolos e profetas: 6os gentios recebem a mesma herança que os judeus, pertencem ao mesmo corpo e participam da mesma promessa, em Cristo Jesus, por meio do Evangelho.

 

Nesta passagem de Efésios, S. Paulo define em que consiste o «mistério de Cristo» (v. 4). Os gentios, que vêm à Igreja, estão no mesmo pé de igualdade que os judeus procedentes do antigo povo de Deus: não há lugar para cristãos de primeira e de segunda! O texto original é muito expressivo: os gentios vêm a ser «co-herdeiros» («recebem a mesma herança que os judeus», traduz, parafraseando, o texto português oficial), «com-corpóreos» (isto é, «pertencem ao mesmo Corpo» Místico de Cristo, que é a Igreja una), e «com-participantes na Promessa» («beneficiam da mesma promessa» de salvação). E é este o mistério que também se celebra na Festa da Epifania: Cristo igualmente Salvador de gentios e judeus.

 

Aclamação ao Evangelho        Mt 2, 2

 

Monição: Como os Magos vamos ao encontro de Jesus. Como eles regressemos por outro caminho, o caminho que Ele nos aponta.

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação – 4, F. da Silva, NRMS 50-51

 

Vimos a sua estrela no Oriente

e viemos adorar o Senhor.

 

 

Evangelho

 

São Mateus 2, 1-12

1Tinha Jesus nascido em Belém da Judeia, nos dias do rei Herodes, quando chegaram a Jerusalém uns Magos vindos do Oriente. 2«Onde está – perguntaram eles – o rei dos judeus que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-l’O». 3Ao ouvir tal notícia, o rei Herodes ficou perturbado e, com ele, toda a cidade de Jerusalém. 4Reuniu todos os príncipes dos sacerdotes e escribas do povo e perguntou-lhes onde devia nascer o Messias. 5Eles responderam: «Em Belém da Judeia, porque assim está escrito pelo profeta: 6‘Tu, Belém, terra de Judá, não és de modo nenhum a menor entre as principais cidades de Judá, pois de ti sairá um chefe, que será o Pastor de Israel, meu povo’». 7Então Herodes mandou chamar secretamente os Magos e pediu-lhes informações precisas sobre o tempo em que lhes tinha aparecido a estrela. 8Depois enviou-os a Belém e disse-lhes: «Ide informar-vos cuidadosamente acerca do Menino; e, quando O encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-l’O». 9Ouvido o rei, puseram-se a caminho. E eis que a estrela que tinham visto no Oriente seguia à sua frente e parou sobre o lugar onde estava o Menino. 10Ao ver a estrela, sentiram grande alegria. 11Entraram na casa, viram o Menino com Maria, sua Mãe, e, caindo de joelhos, prostraram-se diante d’Ele e adoraram-n’O. Depois, abrindo os seus tesouros, ofereceram-Lhe presentes: ouro, incenso e mirra. 12E, avisados em sonhos para não voltarem à presença de Herodes, regressaram à sua terra por outro caminho.

 

O Evangelho da adoração dos Magos foi objecto das mais belas reflexões teológico-espirituais ao longo da história: já nos fins do séc. II, Tertuliano via nas ofertas dos Magos símbolos do reconhecimento de quem era Jesus: oferecem-lhe «ouro» como Rei, «incenso» como Deus, «mirra» (outra resina aromática, usada na sepultura) como Homem. Santo Ambrósio fixa-se em que os Magos vão por um caminho e voltam por outro, porque regressam melhores, depois do encontro com Cristo. Santo Agostinho vê nos Magos as primitiæ gentium, a par dos pastores que são as primícias dos judeus, etc.. Mas ainda hoje os comentadores retomam e actualizam os temas do relato: Cristo como verdadeira luz, o caminho dos pagãos para Cristo, o simbolismo dos presentes, a fé e perseverança dos Magos, a busca do sentido da Escritura e o sentido de procura do caminho, etc..

O próprio relato encerra um grande alcance teológico: Jesus é o verdadeiro «rei» que merece ser procurado e adorado por todos; a Ele acorrem, vindas de longe, gentes guiadas por uma estrela e pela Escritura; ainda menino e sem falar, já divide os homens a favor e contra Ele; a homenagem que Lhe prestam os Magos é a resposta humana ao «Emanuel, Deus connosco»; n’Ele se cumprem as profecias que falavam da vinda de reis e de todos os povos a Jerusalém (Is 60 e Salm 72). Mais ainda, ao nível da própria redacção de Mateus, o relato ilustra a teologia específica do evangelista: sendo este Evangelho dirigido a judeo-cristãos, confrontados com a Sinagoga, que não aceita Jesus, o episódio dos Magos documenta bem a teologia do «messias rejeitado», pois Jesus, logo ao nascer, encontra a hostilidade do poder e a indiferença das autoridades religiosas; é também uma ilustração das palavras de Jesus, «virão muitos do Oriente…» (Mt 8, 11).

Em face de tudo isto, o estudioso não pode deixar de se interrogar se não estaremos perante um teologúmeno, uma criação de Mateus para dar corpo a uma ideia teológica. A verdade é que em toda a tradição cristã se deu grande valor à adoração dos Magos e à festa da Epifania. Se detrás disto não há realidade nenhuma, o significado de tudo fica privado da sua base mais sólida.

Nota sobre a questão da historicidade do relato: A crítica bíblica moderna tem proposto teorias bastante discordantes; por um lado, temos um grupo em que R. E. Brown reúne as objecções que se têm levantado contra a historicidade do relato, que denotam – diz – «uma inverosimilhança intrínseca»: o movimento da estrela de Norte para Sul (Jerusalém – Belém), a sua paragem sobre a casa, a consulta de Herodes aos escribas e sacerdotes, seus inimigos, a indicação de Belém como um dado desconhecido ao contrário de Jo 7, 42, a imperdoável ingenuidade de Herodes que não manda espiar os Magos, o facto de não se ter identificado o menino após a visita de homens de fora a uma pequena povoação, o silêncio de Lucas sobre a visita; estes autores concluem que se trata, então, de uma construção artificial feita com textos do Antigo Testamento. Por outro lado, temos autores mais recentes como R. T. France (The Gospel according to Mathew) que defendem a credibilidade histórica do relato, demonstrando que as dificuldades contra têm solução. Com efeito, embora estejam subjacentes no relato vários textos do A. T., apenas um é citado, podendo mesmo ser suprimido sem interromper o discurso (vv. 5b-6), o que é sinal de que a citação foi acrescentada a um relato preexistente, não sendo a citação a dar origem ao relato. Os pretensos traços duma lenda edificante, ou midraxe hagadá, nada têm de historicamente improvável, fora o caso da estrela que pára sobre a casa, mas já S. João Crisóstomo observava que a estrela não vinha de cima, mas de baixo, pois não era uma estrela natural e não é provável que a Igreja, que bem cedo entrou em conflito com a astrologia, tivesse inventado uma história a favorecê-la. O facto de Herodes não ter mandado espiar os Magos não revela ingenuidade, mas prudência para que os seus guardas não viessem a dificultar a descoberta do Menino, e também uma plena confiança em que os Magos voltassem; finge colaborar com eles, a fim de obter mais dados. Também René Laurentin sublinha a credibilidade histórica de certos pormenores, como a existência de astrólogos viajantes («magos») no Oriente, ou a astúcia e crueldade de Herodes (matou a maior parte das suas 10 mulheres, vários filhos e muitas pessoas influentes na política); e, sobretudo, Mateus revela «sensibilidade histórica», ao não fazer coincidir bem os factos que narra com as citações e alusões ao A. T.: se os factos fossem inventados, teriam sido forjados de molde a que se adaptassem bem às passagens bíblicas (a estrela da profecia de BalaãoNum 24, 17 – não é a estrela que indica o Messias, mas sim o próprio Messias, etc.). Também a propaganda religiosa judaica tinha despertado a expectativa do nascimento do Messias (ver, por ex., a IV écloga de Virgílio ) e fervorosos aderentes entre os gentios, o que torna mais compreensível a visita destes estranhos. A. Díez Macho afirma que «a intenção de Mateus é narrar história confirmada com profecias ou paralelos vétero-testamentários», e descobre no episódio do Magos uma grande quantidade de «alusões» ao A. T. (o chamado rémez, figura retórica muito do gosto dos semitas e frequente na Bíblia). Este célebre biblista espanhol (assim também G. Segalla) diz que o fenómeno da estrela pode muito bem corresponder à conjunção de Júpiter e Saturno que se deu na constelação de Peixe, e que teve lugar três vezes no ano 7 a. C., data provável de nascimento de Cristo. Mas a verdade é que não se pode negar o carácter popular do relato, que dá a entender que a estrela se deslocava de Norte para Sul até parar sobre a casa.

 

Sugestões para a homilia

 

Jesus nasceu em Belém

Jesus está sempre connosco

Jesus é o Salvador do Mundo

Jesus nasceu em Belém

No Antigo Testamento o Povo Eleito esperava o Messias (primeira leitura). Alguns não aguentavam essa ansiedade e abandonavam a prática religiosa. Outros mantinham-se firmes na esperança.

E o Senhor veio. Rei e Senhor de todo o Universo, não tem uma casa para nascer...No entanto Jesus é recebido com todo o amor e carinho. Maria e José tinham preparado tudo em Belém numa manjedoira por não terem lugar na hospedaria (Lc 2, 7). Os anjos cantam em Seu louvor. Os pastores levam-Lhe o que fazia falta naquelas condições. E mais, muitas mais pessoas encetaram a caminhada para Jesus. É normal...A notícia do Seu nascimento chegou a toda a parte.

Também os Magos vieram ao Seu encontro(evangelho).Viagem difícil e atribulada... Precisam de se informar. Há uma estrela que os guia. E lá chegam, cansados mas com uma felicidade indescritível. Encontrar o Salvador do Mundo, oferecer-Lhe os seus presentes, Adorá-l’O, que bom, que sublime!...

Jesus está sempre connosco

Vamos também nós ao Seu encontro! Não precisamos de caminhar até Belém...Temo-l’O aqui presente na Eucaristia. É o mesmo que os Magos contemplaram. Nunca nos cansemos de estar com Ele. Recebamo-l’O na Sagrada Comunhão. Visitemo-l’O muitas vezes no Sacrário da nossa Igreja.

Depois não será difícil regressar a nossas casas por outro caminho. O caminho percorrido por São Paulo que, após ter encontrado Jesus, Lhe consagrou toda a vida no apostolado (segunda leitura).

Jesus é o Salvador do Mundo

Procuremos afastar a injustiça, o crime, a guerra, o aborto, a pedofilia, a eutanásia, o homossexualismo, o pecado...

A luta pelo respeito da dignidade das pessoas, a defesa dos inocentes, a companhia aos desprezados e abandonados, o auxílio aos pobres e miseráveis, a ajuda aos doentes, a oração pelos que partiram à nossa frente, o amor sincero a Deus e ao próximo serão as preocupações constantes da nossa vida. Assim o mundo será melhor pois a luz de Cristo o iluminará.

Contemos com a intercessão dos anjos e dos santos. Maria Santíssima e São José estão connosco para que vivamos agora e sempre com o Senhor.

 

 

Oração Universal

 

Irmãos, oremos a Deus todo-poderoso,

e imploremos a Sua misericórdia,

dizendo confiadamente:

Escutai, Senhor, a nossa oração

 

1.  Para que a Santa Igreja

anuncie a todos os povos

a Doutrina salvadora de Jesus

a fim de santificar o mundo,

oremos, irmãos.

 

2.  Para que as nossas famílias

sejam abençoadas pela

Sagrada Família de Jesus, Maria e José

e nelas surjam vocações sacerdotais e religiosas,

oremos, irmãos.

 

3.  Para que os fiéis

encontrem na Eucaristia

ânimo, força e coragem

para darem testemunho de Jesus em toda a parte,

oremos, irmãos.

 

4.  Para que os responsáveis das nações

estejam atentos às necessidades das pessoas

sobretudo das mais carenciadas,

sendo resolvidos os problemas de miséria e fome,

oremos, irmãos.

 

5.  Para que os idosos, doentes e todos os que sofrem

ofereçam as suas dores a Cristo

que veio ao mundo oferecer a Sua vida

pela salvação da humanidade,

oremos, irmãos.

 

6.  Para que os nossos familiares e amigos falecidos

sejam purificados de suas faltas

e alcancem a bem-aventurança no Céu

onde pedirão ao Senhor pela nossa salvação,

oremos, irmãos.

 

Senhor nosso Deus e nosso Pai,

dignai-vos atender as nossas súplicas

e conceder-nos o que for melhor para nós.

Por N. S. J. C. Vosso Filho que é Deus Convosco

na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Ó vós que andais buscando, M. Simões, NRMS 47

 

Oração sobre as oblatas: Olhai com bondade, Senhor, para os dons da vossa Igreja, que não Vos oferece ouro, incenso e mirra, mas Aquele que por estes dons é manifestado, imolado e oferecido em alimento, Jesus Cristo, vosso Filho, Nosso Senhor, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio da Epifania: p. 460 [592-704]

 

No Cânone Romano diz-se o Communicantes (Em comunhão com toda a Igreja) próprio. Nas Orações Eucarísticas II e III faz-se também a comemoração própria.

 

Santo: J. Santos, NRMS 6 (II)

 

Monição da Comunhão

 

Os Magos ofereceram ouro, incenso e mirra a Jesus. Neste momento da Comunhão dêmos a Jesus uma prenda diferente. Ofereçamos-Lhe o nosso coração. Ele recompensar-nos-á com o Seu infinito Amor.

 

Cântico da Comunhão: Uns Magos vindo do além, F. da Silva, NRMS 76

cf. Mt 2, 2

Antífona da comunhão: Vimos a sua estrela no Oriente e viemos com presentes adorar o Senhor.

 

Cântico de acção de graças: Senhor, Tu és a Luz, Az. Oliveira, NRMS 6 (II)

 

Oração depois da comunhão: Iluminai-nos, Senhor, sempre e em toda a parte com a vossa luz celeste, para que possamos contemplar com olhar puro e receber de coração sincero o mistério em que por vossa graça participámos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Estamos felizes por termos encontrado o Senhor e O termos recebido em nosso coração. Com Maria Santíssima e São José vamos levá-l’O agora a todos os que no mundo O querem amar para cumprirem a Sua vontade.

 

Cântico final: Vamos cantar meu povo, F. da Silva, NRMS 47

 

 

 

Celebração e Homilia:  Aurélio Araújo Ribeiro

Nota Exegética:       Geraldo Morujão

Sugestão Musical:   Duarte Nuno Rocha

 


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