Solenidade do Pentecostes

Missa da Vigília

22 de Maio de 2021

 

Esta Missa diz-se na tarde do sábado, antes ou depois das Vésperas I do Pentecostes.

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Pelo Espírito Santo – Az. Oliveira, NRMS, 133

Rom 5, 5; 8, 11

Antífona de entrada: O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que habita em nós. Aleluia.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Chegamos à grande solenidade do Pentecostes, ponto culminante do mistério pascal de Jesus. É o amor de Deus derramado sobre todos os corações e sobre toda a humanidade.

O amor é uma realidade invisível, mas real, profunda e bela. O amor humano necessita de gestos e sinais para se exprimir, se manifestar. Daí compreendermos que o amor de Deus foi derramado em nós, na visibilidade da encarnação, paixão, morte e ressurreição de Jesus. Depois de O contemplarmos e tocarmos nos seus sinais de entrega, estamos aptos para receber o Espírito Santo.

Deus Espírito Santo introduz-nos no mistério Trinitário do Deus vivo, presente no meio de nós e no nosso coração. A alegria do Espírito Santo é que conheçamos e amemos Jesus Cristo e façamos da nossa vida como Ele fez da sua. A sua alegria é ensinar-nos e cultivar a relação filial com Deus Pai. Ele pretende fazer-nos Santos na visibilidade da nossa entrega e amor aos nossos irmãos. Ele vela sobre nós para que tenhamos consciência que nos quer fazer participantes ativos da missão de Cristo.

 

Oração colecta: Deus eterno e omnipotente, que na festa de Pentecostes completais os cinquenta dias do mistério pascal, fazei que, pela acção do vosso Espírito, os povos dispersos se reúnam de novo e todas as línguas proclamem numa só fé a glória do vosso nome. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Ou

 

Brilhe sobre nós, Deus omnipotente, o esplendor da vossa glória, e a luz da vossa luz confirme, com os dons do Espírito Santo, o coração daqueles que por vossa graça renasceram. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O Espírito do Senhor é dador de vida. Vida que surge onde menos se pensa. Vida em lógica de tornar possível o que parece impossível. É Espírito gerador de unidade, de comunhão, de verdade e de caminhos novos e renovados.

 

Ezequiel 37,1-14

Naqueles dias, 1a mão do Senhor pairou sobre mim e o Senhor levou-me pelo seu espírito e colocou-me no meio de um vale que estava coberto de ossos. 2Fez-me andar à volta deles em todos os sentidos: os ossos eram em grande número, na superfície do vale, e estavam completamente ressequidos. 3Disse-me o Senhor: «Filho do homem, poderão reviver estes ossos?» Eu respondi: «Senhor Deus, Vós o sabeis». 4Disse-me então: «Profetiza acerca destes ossos e diz-lhes: Ossos ressequidos, escutai a palavra do Senhor. 5Eis o que diz o Senhor Deus a estes ossos: Vou introduzir em vós o espírito e revivereis. Hei-de cobrir-vos de nervos, encher-vos de carne e revestir-vos de pele. 6Infundirei em vós o espírito e revivereis. Então sabereis que Eu sou o Senhor».7Eu profetizei, segundo a ordem recebida. Quando eu estava a profetizar, ouvi um rumor e vi um movimento entre os ossos que se aproximavam uns dos outros. 8Vi que se tinham coberto de nervos, que a carne crescera e a pele os revestia; mas não havia espírito neles. 9Disse-me o Senhor: «Profetiza ao espírito, profetiza, filho do homem, e diz ao espírito: Eis o que diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e sopra sobre estes mortos, para que tornem a viver». 10Eu profetizei, como o Senhor me ordenara, e o espírito entrou naqueles mortos; eles voltaram à vida e puseram-se de pé: era um exército muito numeroso. 11Então o Senhor disse-me: «Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eles afirmaram: ‘Os nossos ossos estão ressequidos, desvaneceu-se a nossa esperança, estamos perdidos’. 12Por isso, profetiza e diz-lhes: Assim fala o Senhor Deus: Abrirei os vossos túmulos e deles vos farei ressuscitar, meu povo, para vos reconduzir à terra de Israel. 13Haveis de reconhecer que Eu sou o Senhor, quando Eu abrir os vossos túmulos e deles vos fizer ressuscitar, meu povo. 14Infundirei em vós o meu espírito e revivereis. Hei-de fixar-vos na vossa terra e reconhecereis que Eu, o Senhor, digo e faço».

 

A leitura é tirada da última parte da obra de Ezequiel, que, a partir do cap. 33, reúne oráculos de esperança e de renovação do povo (36,16 – 39,29) e de restauração templo e do culto (40 – 48).

12 «Vos farei ressuscitar». Não se trata aqui da ressurreição final, mas do ressurgimento moral do povo de Deus, que, esmagado pelas duras provas do cativeiro, se ergue de novo e é reconduzido à terra de Israel, segundo a célebre visão dos ossos relatada nos primeiros versículos deste mesmo capítulo.

14 «Infundirei em vós o meu espírito» (cf. Ez 36,27). Vê-se aqui um anúncio profético da acção do Espírito Santo nas almas com a obra salvadora de Cristo: «dar-vos-ei um coração novo e porei em vós um espírito novo; arrancarei o coração de pedra das vossas carnes e dar-vos-ei um coração de carne» (Ez 36,26). S. Paulo, como faz na 2.ª leitura de hoje, há-de insistir nesta ideia da acção do Espírito Santo nas almas dos cristãos (Rom 8).

 

Salmo Responsorial    Sl 103 (104), 1-2a.24.35c.27-28.29bc-30 (R.30 ou Aleluia)

 

Monição: Supliquemos sempre em nosso coração pedindo o envio do Espírito Santo. É essencial e fundamental. Sem Ele não podemos viver e cantar de forma jubilosa!

 

Refrão:        Enviai, Senhor, o vosso Espírito

                     e renovai a face da terra.

 

Ou:               Mandai, Senhor, o vosso Espírito

                     e renovai a terra.

 

Ou:               Aleluia.

 

Bendiz, ó minha alma, o Senhor.

Senhor, meu Deus, como sois grande!

Revestido de esplendor e majestade,

envolvido em luz como num manto.

 

Como são grandes, Senhor, as vossas obras!

Tudo fizestes com sabedoria:

a terra está cheia das vossas criaturas!

Bendiz, ó minha alma, o Senhor.

 

Todos de Vós esperam

que lhes deis de comer a seu tempo.

Dais-lhes o alimento e eles o recolhem,

abris a mão e enchem-se de bens.

 

Se lhes tirais o alento, morrem

e voltam ao pó donde vieram.

Se mandais o vosso espírito, retomam a vida

e renovais a face da terra.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Somos convidados abrir a porta do nosso coração ao Espírito Santo. Ele é delicado, sensível e amoroso.

 

Romanos 8,22-27

Irmãos: 22Nós sabemos que toda a criatura geme ainda agora e sofre as dores da maternidade. 23E não só ela, mas também nós, que possuímos as primícias do Espírito, gememos interiormente, esperando a adopção filial e a libertação do nosso corpo. 24É em esperança que estamos salvos, pois ver o que se espera não é esperança: quem espera o que já vê? 25Mas esperar o que não vemos é esperá-lo com perseverança. 26Também o Espírito Santo vem em auxílio da nossa fraqueza, porque não sabemos o que pedir nas nossas orações; mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis. 27E Aquele que vê no íntimo dos corações conhece as aspirações do Espírito, sabe que Ele intercede pelos santos, em conformidade com Deus.

 

Neste texto deixa-se ver como «Paulo entende que a libertação do cosmos é consequência da libertação do homem. Embora não vejamos ainda com clareza os seus efeitos, aguardamos que se cumpram, assistidos pelo Espírito, que vem em ajuda da nossa fraqueza» (Bíblia de Navarra, t. 5, p. 927).

22 «Toda a criatura geme». S. Paulo usa uma belíssima prosopopeia, propondo-nos até as próprias criaturas irracionais a suspirar também pela restauração da ordem do mundo transtornado pelo pecado. Na medida em que os filhos de Deus santificam o mundo, todas as actividades terrenas, também estas participam da glória dos filhos de Deus. De qualquer modo, o texto é de difícil interpretação, sobre a qual não há acordo entre os estudiosos.

23 «Possuímos as primícias do Espírito», isto é, já possuímos o Espírito Santo, «mas sem que tenhamos ainda tudo o que esta posse desde já nos garante» (Pirot-Clamer). Embora já sejamos filhos adoptivos de Deus (vv. 14-15), vivemos «esperando a adopção filial» em plenitude, o que acontecerá só quando se vier a verificar «a libertação do nosso corpo», isto é, de tudo o que em nós é carnal, sujeito à corrupção e à morte (cf. 2Cor 5,1-5).

26 «Gemidos inefáveis». As íntimas moções da graça, as inspirações do Espírito Santo na alma, não se podem definir, nem sequer descrever.

 

Aclamação ao Evangelho       

 

Monição: A presença do Espírito Santo no coração das pessoas faz jorrar vitalidade, renovação, dinamismo e fecundidade.

 

Aleluia

 

Cântico: M. Faria, NRMS, 87

 

Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis

e acendei neles o fogo do vosso amor.

 

 

Evangelho

 

São João 7, 37-39

37No último dia, o mais solene da festa, Jesus estava de pé e exclamou: «Se alguém tem sede, venha a Mim e beba: 38do coração daquele que acredita em Mim correrão rios de água viva». 39Referia-se ao Espírito que haviam de receber os que acreditassem n’Ele. O Espírito ainda não viera, porque Jesus ainda não tinha sido glorificado.

 

Em cada um dos oito dias da festa dos Tabernáculos, em solene procissão, o sumo sacerdote trazia, numa jarra de oiro, água da fonte de Siloé, para aspergir o altar do Templo, a fim de recordar a prodigiosa água do Êxodo e pedir chuva abundante (cf. Ex 17,1-7). Pertenciam ao rito o canto de Is 12,3 e a leitura de Ez 47. Não podia haver melhor enquadramento para as palavras de Jesus à multidão, que então se aglomerava: «se alguém tem sede, venha a Mim!». As palavras de Jesus parecem aludir a Ez 36,25ss, onde se anuncia para os tempos messiânicos que o povo será purificado com uma água pura, recebendo um Espírito novo, que lhe transformará o coração de pedra em coração de carne. Essa água é o Espírito Santo, que brotando simbolicamente do peito do Senhor aberto pela lança (cf. Jo 19,34), se derrama no Pentecostes (Act 2,1-36) e se recebe nos Sacramentos da iniciação cristã. Nas palavras de Jesus também se pode ver uma evocação do convite da sabedoria divina em Sir, 24,19 e Prov 9,4-5.

Notar que gramaticalmente são possíveis duas pontuações diferentes dos vv. 37-38: a da Nova Vulgata (a que corresponde a tradução litúrgica), a saber, «Se alguém tem sede, venha a Mim; e quem crê em Mim que sacie a sua sede! Como diz a Escritura…», e a que corresponde à da Vulgata, «Se alguém tem sede, venha ter comigo e beba. Aquele que crê em Mim, como diz a Escritura, correrão das suas entranhas rios de água viva». Segundo a primeira interpretação, trata-se do seio do Messias: do peito de Cristo, atravessado pela lança, vem-nos o Espírito Santo, como fruto maravilhoso da árvore da Cruz. Na segunda interpretação, trata-se do seio do crente, a alma do homem santificado por Cristo. A nota da nova Bíblia da CEP chama a tenção para que «é possível que a ambiguidade seja propositada: uma vez recebido, de Jesus, o Espírito Santo torna-se, no crente, uma nascente donde constantemente jorra a vida divina».

 

Sugestões para a homilia

 

Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida.

O Espírito Santo vem em ajuda da nossa fraqueza.

Correrão rios de água viva.

 

1- Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida.

Em cada Domingo e nas solenidades, professamos a belíssima oração, teologia densa e profunda, bela e agradável, edifício robusto da nossa fé: o Credo. Uma proclamação tão agradável a Deus!

Tal manifestação da fé ajuda-nos, na breve síntese, a contemplar Deus Espírito Santo como “Senhor que dá a vida e procede do Pai e do Filho. E como o Pai e o Filho é adorado e glorificado…e falou pelos profetas”. Assim o nosso amor tornou-se gratidão e acolhimento do mesmo Espírito, leva-nos a contemplar a sua obra gigantesca no cosmos, em tantos sinais maravilhosos, e sobretudo na pessoa humana. Leva-nos a contemplar a sua presença na História, conduzindo o Povo de Deus e oferecendo-lhe o dom maravilhoso: Jesus Cristo. É Ele que renova a face da terra e renova a Igreja pelo qual Jesus Cristo deu a sua vida.

A ação do Espírito Santo em nós ensina-nos, ajuda-nos e estimula-nos a descobrir a ternura e a misericórdia do Pai. Pretende que guardemos bem dentro de nós, e numa vida feita testemunho, que Deus Pai se delicia com os seus filhos e deseja que eles acolham a Sua santidade.

A sua ação é também dar-nos Jesus Cristo, grande dom do Pai. Ajuda-nos a avaliar o imenso amor que nos tem, revelado no Seu ministério, na sua doação constante e permanente, morte de Cruz e de Ressurreição. Ele nos impulsiona a aceitá-Lo e a acolhê-LO e a levá-Lo aos outros.

A sua ação permite-nos amar a Igreja como nossa Mãe querida. Velar por Ela e torná-la Santa e Imaculada. Descobrir a forma sublime como Ela enfrentou e enfrenta dificuldade e obstáculos e permanece sempre ágil, renovada e comunidade de santos. Descobrir e perceber a Igreja como realidade dinâmica que deixa transparecer as novidades do Espírito e se esforça por corresponder ao seu Senhor.

A sua ação é sobretudo no nosso coração. O mais valioso para Deus é o coração de cada um dos seus filhos. É aí que a Trindade vive, nesse Éden reconquistado na árvore da cruz e se tornou jardim do encontro, do diálogo, da novidade, da surpresa, do amor. Aí o Espírito Santo nos seduz e nos torna humildes, dóceis, serenos, mansos e comprometidos.

A sua ação consiste ainda em ajudar-nos a perceber e viver o sentido profundo da vida, da fraternidade que brota pela consciência da relação com o nosso Abbá, nosso Pai do céu e com o nosso Irmão, Jesus Cristo.

 

2- O Espírito Santo vem em ajuda da nossa fraqueza.

A perspetiva de Paulo coloca o futuro sobre o grande horizonte da esperança, que desde já, o Espírito Santo dinamiza. Tanto a criação, como a Igreja e cada um de nós aguardamos a plenitude do Mistério da Morte e Ressurreição de Cristo. Esperamos a potente e maravilhosa ressurreição que Cristo nos conquistou! Seremos vencedores da morte e do mal. Estamos destinados à glória plena.

Interiormente o Espírito santo nos dinamiza, nos conduz, nos ampara, nos orienta, nos guia. E sobretudo sentimos, com emoção, a sua ajuda quando nos levanta, nos limpa, nos lava, nos trata, nos cura e derrama sobre nós o bom perfume de Cristo. É um verdadeiro cirurgião que extirpa todo o mal que nos definha. Nos traz para a Luz, para Vida para o colóquio amoroso com a Trindade. Nos introduz no coração da Igreja e da humanidade para que o nosso amor se derrame em doação fecunda em benefício de todos.

É Ele que nos faz saborear a profundidade da santidade, da beleza e do amor de Deus. Um Deus que nunca desiste dos seus filhos e espera por todos até ao último momento, uma decisão de liberdade, do sim, que permita o Seu abraço de eternidade feliz.

O Espírito Santo foge da hipocrisia, da maldade e da mentira. Nunca se afasta do coração humilde, verdadeiro e simples. Ele nos suplica a docilidade no acolhimento sincero e coerente da Trindade Santa, de cada pessoa, sua imagem e semelhança e seu filho, de cada irmão. Ele vem em ajuda da nossa fraqueza porque não sabemos rezar como convém e intercede por nós com gemidos inefáveis.

 

3- Correrão rios de água viva.

Em minha vida, Deus, quer que corram rios de água viva que correm e mergulham no grande oceano. Levam frescura, vida, novidade, renovação, purificação, fecundidade. Rios que se juntam a outros rios engrossando o caudal como sinal da unidade e comunhão.

O Espírito Santo deseja a minha inteira felicidade, a minha autêntica santidade. Ele participa de forma amorosa na minha santificação. Traz-me Jesus na Eucaristia. Purifica-me no sacramento da reconciliação. Dá-me dons maravilhosos e sacia-me com imensos frutos. Ele faz frutificar a minha vida pelo cumprimento da vontade do Pai, como Jesus. Ele quer que eu contemple as obras de arte da sua mestria, os santos. Cada um é uma preciosidade da perene novidade de Deus.

O Espírito Santo conduz-me ao conhecimento e amor de Deus Pai. Conduz-me ao conhecimento de Jesus Cristo. Impulsiona-me à oração pessoal, atitude tão agradável Deus! E me concede o dom da oração, se o peço como necessidade basilar, constante e perseverante, como do ar que respiro, o alimento que necessito, da água fonte de vida! Leva-me a amar a Igreja, a dedicar-me a ela, a torna-la mais bela e agradável. Leva-me ao amor incondicional para com todas as pessoas.

 

 

Oração Universal

 

Irmãos e irmãs em Cristo:

Oremos ao Senhor do universo

para que envie de novo o seu Espírito

sobre a Igreja e sobre o mundo,

dizendo (ou: cantando), com alegria:

 

R. Mandai, Senhor, o vosso Espírito.

Ou: Enviai, Senhor, o vosso Espírito.

Ou: Desça, Senhor, o vosso Espírito.

 

1. Sobre as Igrejas que procuram a unidade.

2. Sobre o Papa Francisco, sobre os bispos, os presbíteros e os diáconos.

3. Sobre os acólitos, os leitores e os catequistas.

4. Sobre os que exercem algum ministério na Igreja.

5. Sobre as populações deslocadas e com fome.

6. Sobre as jovens que amam a virgindade mais que a vida.

7. Sobre os jovens que lutam para ser puros.

8. Sobre os esposos que se amam e sobre os que deixaram de se amar.

9. Sobre nós todos e sobre os nossos familiares.

10.Sobre os doentes, sobre os presos, sobre os emigrantes e refugiados.

 

Deus eterno e omnipotente,

que enviais aos corações dos vossos filhos

o Espírito Santo do Pentecostes,

tornai-nos suas testemunhas

para proclamarmos as vossas maravilhas.

Por Cristo, nosso Senhor.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Vinde Espírito Divino – M. F. Borda, NRMS, 35

 

Oração sobre as oblatas: Derramai, Senhor, a bênção do Espírito Santo sobre os dons que apresentamos ao vosso altar, a fim de que a Igreja, pela participação neste sacramento, se inflame de tal modo no vosso amor que manifeste a todo o mundo o mistério da salvação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio de Pentecostes, como na Missa seguinte: p. 390 [606-718]

 

No Cânone Romano diz-se o Communicantes (Em comunhão com toda a Igreja) e o Hanc igitur (Aceitai benignamente, Senhor) próprios. Nas Orações Eucarísticas II e III fazem-se também as comemorações próprias.

 

Santo: C. Silva/A. Cartageno – COM, (pg 194)

 

Monição da Comunhão

 

O Espírito Santo torna Jesus Vivo e presente na Sua Igreja, nas nossas comunidades e nas nossas vidas.

Agradecemos este Dom excelente e queremos acolher Deus com autêntica profissão de fé e em compromisso de santidade.

Que o Espírito Santo nos incendeie com o fogo do seu amor. A humanidade necessita de amor, a Igreja necessita de amor, as pessoas necessitam de amor. Não podemos ficar em meras intenções e muito menos desalentados, pessimistas e amedrontados.

 

Cântico da Comunhão: Quem comunga o Pão  da vida – M. Faria, IC (dos 20 cânticos para a missa)

Jo 7, 37

Antífona da comunhão: No último dia da festa, Jesus exclamava em alta voz: Se alguém tem sede, venha a Mim e beba. Aleluia.

 

Cântico de acção de graças: Voltai-vos para o Senhor – S. Marques, NRMS, 58

 

Oração depois da comunhão: Este sacramento que recebemos, Senhor, nos comunique o fervor do Espírito Santo que admiravelmente derramastes sobre os Apóstolos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

O Espírito Santo nos faz despertar para a Missão. Uma missão apetrechada com os seus dons, talentos e frutos.

Leva-nos pela estrada da unidade, da comunhão e da participação.

Faz-nos despojar da hipocrisia, dos preconceitos, dos pessimismos, da acepção de pessoas.

Leva-nos ao encanto das surpresas, das maravilhas, da liberdade, do perfume e das cores da Primavera.

Façamos como a nossa Mãe, Maria, dócil, responsável e comprometida com o Espírito Santo. Façamos como S. José, obediente, discreto e eficaz, que com pronta docilidade se deixou edificar e aplainar pelo Artífice Santo.

 

Cântico final: Nós somos a Igreja – A. Cartageno, NRMS, 133

 

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:       Armando R. Dias

Nota Exegética:                Geraldo Morujão

Sugestão Musical:            José Carlos Azevedo

 


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