Virgem Santa Maria Rainha

22 de Agosto de 2020

 

Memória

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Salve, Santa Mãe de Deus – J. Santos, NRMS, 45

cf. Salmo 44, 10

Antífona de entrada: A vossa direita, Senhor, está a Rainha, revestida de beleza e de glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Há oito dias vivemos a solenidade da Assunção de Nossa Senhora. Hoje celebramos a Virgem Santa Maria Rainha, festa instituída pelo Papa Pio XII.

Todos nós precisamos de imitá-l’A, rezar-Lhe e amá-l’A como Ela nos ama. Nesta Missa queremos agradecer a Nossa Senhora por estar sempre connosco

 

Oração colecta: Senhor nosso Deus, que nos destes a Mãe do vosso Filho como nossa Mãe e Rainha, fazei que, protegidos pela sua intercessão, alcancemos no Céu a glória prometida aos vossos filhos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: No Antigo Testamento o Messias era esperado com ansiedade e esperança. Nós agora procuramos amar o Senhor como O ama Maria Santíssima.

 

Isaías 9, 1-6

 

1O povo que andava nas trevas viu uma grande luz para aqueles que habitavam nas sombras da morte uma luz começou a brilhar. 2Multiplicastes a sua alegria, aumentastes o seu contentamento. Rejubilam na vossa presença, como os que se alegram no tempo da colheita, como exultam os que repartem despojos. 3Vós quebrastes, como no dia de Madiã, o jugo que pesava sobre o povo, o madeiro que ele tinha sobre os ombros e o bastão do opressor. 4Todo o calçado ruidoso da guerra e toda a veste manchada de sangue serão lançados ao fogo e tornar-se-ão pasto das chamas. 5Porque um menino nasceu para nós, um filho nos foi dado. Tem o poder sobre os ombros e será chamado «Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz». 6O seu poder será engrandecido numa paz sem fim, sobre o trono de David e sobre o seu reino, para o estabelecer e consolidar por meio do direito e da justiça, agora e para sempre. Assim o fará o Senhor do Universo.

 

Este belíssimo texto é um trecho do chamado livro do Emanuel (Is 7 – 12), onde, em face da iminência de várias guerras, se abrem horizontes de esperança, que se projetam em tempos vindouros, muito para além das soluções empíricas e imediatas: é a utopia messiânica de paz e alegria que veio a ter o seu pleno cumprimento com a vinda de Cristo ao mundo.

2 «Uma luz começou a brilhar». Esta luz é o «menino» (v. 5) que nasce para nós na noite de Natal, «a luz do mundo» (cf. Jo 8,12; 1,5.9).

4 «Como no dia de Madiã». Referência à grande vitória de Gedeão sobre os madianitas, que se conta no livro dos Juízes, cap. 7.

7 O «poder» e a «paz sem fim» serão garantidos para o trono de David pelo Menino de predicados divinos verdadeiramente surpreendentes (v. 5) que, embora em termos semelhantes aos dos soberanos egípcios e assírios, suplantam os predicados de qualquer rei empírico, e correspondem ao mistério de Jesus, Deus feito homem.

 

Salmo Responsorial    Sl 112 (113), 1-2.3-4.5-6.7-8 (R. 2)

 

Monição: Somos convidados a cantar a misericórdia do Senhor. Oxalá no Céu cantemos eternamente o Seu amor por nós!

 

Refrão:        Bendito seja o nome do Senhor para sempre.

Ou:               Aleluia.

 

Louvai ao Senhor, servos do Senhor,

louvai o nome do Senhor.

Bendito seja o nome do Senhor,

agora e para sempre.

 

Desde o nascer ao pôr do sol,

seja louvado o nome do Senhor.

O Senhor domina sobre todos os povos,

a sua glória está acima dos céus.

 

Quem se compara ao Senhor, nosso Deus,

que tem o seu trono nas alturas,

e Se inclina lá do alto,

a olhar o céu e a terra?

 

Levanta do pó o indigente

e tira o pobre da miséria,

para o fazer sentar com os grandes,

com os grandes do seu povo.

 

 

Aclamação ao Evangelho        Lc 1, 28

 

Monição: Escutemos como Maria o Senhor que nos transmite a Sua Palavra para que, vivendo-a, alcancemos a graça da Salvação.

 

Aleluia

 

Cântico: C. Silva/A. Cartageno, COM, (pg 114)

 

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco

bendita sois Vós entre as mulheres.

 

 

Evangelho

 

Lucas 1, 26-38

 

Naquele tempo, 26o Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma Virgem desposada com um homem chamado José. 27O nome da Virgem era Maria. 28Tendo entrado onde ela estava, disse o Anjo: «Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo». 29Ela ficou perturbada com estas palavras e pensava que saudação seria aquela. 30Disse-lhe o Anjo: «Não temas, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. 31Conceberás e darás à luz um Filho, a quem porás o nome de Jesus. 32Ele será grande e chamar-Se-á Filho do Altíssimo. O Senhor Deus Lhe dará o trono de seu pai David 33reinará eternamente sobre a casa de Jacob e o seu reinado não terá fim». 34Maria disse ao Anjo: «Como será isto, se eu não conheço homem?». 35O Anjo respondeu-lhe: «O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus. 36E a tua parenta Isabel concebeu também um filho na sua velhice e este é o sexto mês daquela a quem chamavam estéril 37porque a Deus nada é impossível». 38Maria disse então: «Eis a escrava do Senhor faça-se em mim segundo a tua palavra».

 

A cena da Anunciação, narrada com toda a simplicidade, tem uma singular densidade, pois encerra o mistério mais assombroso da História da Salvação, a Incarnação do Filho eterno de Deus. Assim, a surpresa do leitor transforma-se em encanto e deslumbramento. O próprio paralelismo dos relatos lucanos do nascimento de João e de Jesus, revestem-se dum contraste deveras significativo: à majestade do Templo e grandiosidade de Jerusalém contrapõe-se a singeleza duma casa numa desconhecida e menosprezada aldeia de Galileia; ao afã dum casal estéril por ter um filho, a pureza duma virgem que renunciara à glória de ser mãe; à dúvida de Zacarias, a fé obediente de Maria!

26 «O Anjo Gabriel». O mesmo que anunciou a Zacarias o nascimento de João. Já era conhecido o seu nome no A.T. (Dan 8,16-26; 9,21-27). O seu nome significa «homem de Deus» ou também «força de Deus».

28 Coadunando-se com a transcendência da mensagem, a tripla saudação a Maria é absolutamente inaudita:

«Ave»: Vulgarizou-se esta tradução, correspondente a uma saudação comum (como ao nosso «bom dia» (a nova tradução tem salve); cf. Mt 26,49), mas que não parece ser a mais exacta, pois Lucas, para a saudação comum usa o semítico «paz a ti» (cf. Lc 10,5); seria de preferir a tradução (como a italiana e a espanhola): «alegra-te» – a tradução literal do imperativo grego khaire –, de acordo com o contexto lucano de alegria e com a interpretação patrística grega, não faltando mesmo autores modernos que veem na saudação uma alusão aos convites proféticos à alegria messiânica da «Filha de Sião» (Sof 3,14; Jl 2,21-23; Zac 9,9).

Ó «cheia de graça»: Esta designação tem muita força expressiva, pois está em vez do nome próprio, por isso define o que Maria é na realidade. A expressão portuguesa traduz um particípio perfeito passivo que não tem tradução literal possível na nossa língua: designa Aquela que está cumulada de graça, de modo permanente; mais ainda, a forma passiva parece corresponder ao chamado passivo divino, o que evidencia a ação gratuita, amorosa, criadora e transformante de Deus em Maria: «ó Tu a quem Deus cumulou dos seus favores». De facto, Maria é a criatura mais plenamente ornada de graça, em função do papel a que Deus A chama: Mãe do próprio Autor da Graça, Imaculada, concebida sem pecado original, doutro modo não seria, em toda a plenitude, a «cheia de graça», como o próprio texto original indica.

«O Senhor está contigo»: a expressão é muito mais rica do que parece à primeira vista; pelas ressonâncias bíblicas que encerra, Maria é posta à altura das grandes figuras do Antigo Testamento, como Jacob (Gn 28,15), Moisés (Ex 3,12) e Gedeão (Jz 6,12), que não são apenas sujeitos passivos da proteção de Deus, mas recebem uma graça especial que os capacita para cumprirem a missão confiada por Ele.

Chamamos a atenção para o facto de na última edição litúrgica ter sido suprimido o inciso «Bendita és tu entre as mulheres», pois este não aparece nos melhores manuscritos e pensa-se que veio aqui parar por arrasto do v. 42 (saudação de Isabel). A Nova Vulgata, ao corrigir a Vulgata, passou a omiti-lo.

29 «Perturbou-se», ferida na sua humildade e recato, mas sobretudo experimentando o natural temor de quem sente a proximidade de Deus que vem para tomar posse da sua vida (a vocação divina). Esta reação psicológica é diferente da do medo de Zacarias (cf. Lc 1,12), pois é expressa por outro verbo grego; Maria não se fecha no refúgio dos seus medos, pois n’Ela não há qualquer espécie de considerações egoístas, deixando-nos o exemplo de abertura generosa às exigências de Deus, perguntando ao mensageiro divino apenas o que precisa de saber, sem exigir mais sinais e garantias como Zacarias (cf. Lc 1,18).

32-33 «Encontraste graça diante de Deus»: «encontrar graça» é um semitismo para indicar o bom acolhimento da parte dum superior (cf. 1Sam 1,18), mas a expressão «encontrar graça diante de Deus» só se diz no A. T. de grandes figuras, Noé (Gn 6,8) e Moisés (Ex 33,12.17). O que o Anjo anuncia é tão grandioso e expressivo que põe em evidência a maternidade messiânica e divina de Maria (cf. 2Sam 7,8-16; Salm 2,7; 88,27; Is 9,6; Jer 23,5; Miq 4,7; Dan 7,14).

34 «Como será isto, se Eu não conheço homem?» Segundo a interpretação tradicional desde Santo Agostinho até aos nossos dias, tem-se observado que a pergunta de Maria careceria de sentido, se Ela não tivesse antes decidido firmemente guardar a virgindade perpétua, uma vez que já era noiva, com os desposórios ou esponsais (erusim) já celebrados (v. 27). Alguns entendem a pergunta como um artifício literário e também «não conheço» no sentido de «não devo conhecer», como compete à Mãe do Messias (cf. Is 7,14). Pensamos que a forma do verbo, no presente, «não conheço», indica uma vontade permanente que abrange tanto o presente como o futuro. Também a segurança com que Maria aparece a falar faz supor que José já teria aceitado, pela sua parte, um matrimónio virginal, dando-se mutuamente os direitos de esposos, mas renunciando a consumar a união; nem todos os estudiosos, porém, assim pensam, como também se vê no interessante filme Figlia del suo Figlio.

35 «O Espírito Santo virá sobre ti…». Este versículo é o cume do relato e a chave do mistério: o Espírito, a fonte da vida, «virá sobre ti», com a sua força criadora (cf. Gn 1,2; Salm 104,30) e santificadora (cf. Act 2,3-4); «e sobre ti a força do Altíssimo estenderá a sua sombra» (a tradução litúrgica «cobrirá» seria de evitar por equívoca e pobre; para a nova tradução propõe-se: «te envolverá»); o verbo grego (ensombrar) é usado no A. T. para a nuvem que cobria a tenda da reunião, onde a glória de Deus estabelecia a sua morada (Ex 40,34-36); aqui é a presença de Deus no ser que Maria vai gerar (pode ver-se nesta passagem o fundamento bíblico para o título de Maria, «Arca da Aliança»).

«O Santo que vai nascer…». O texto admite várias traduções legítimas; a litúrgica, afasta-se tanto da da Vulgata, como da da Nova Vulgata; uma tradução na linha da Vulgata parece-nos mais equilibrada e expressiva: «por isso também aquele que nascerá santo será chamado Filho de Deus». I. de la Potterie chega a ver aqui uma alusão ao parto virginal de Maria: «nascerá santo», isto é, não manchado de sangue, como num parto normal. «Será chamado» (entenda-se, «por Deus» – passivum divinum) «Filho de Deus», isto é, será realmente Filho de Deus, pois aquilo que Deus chama tem realidade objetiva (cf. Salm 2,7).

38 «Eis a escrava do Senhor…». A palavra escolhida na tradução, «escrava» talvez queira sublinhar a entrega total de Maria ao plano divino, mas a nova tradução propõe serva. Com efeitos, Maria diz o seu sim a Deus, chamando-se «serva do Senhor»; é a primeira e única vez que na história bíblica se aplica a uma mulher este apelativo, como que evocando toda uma história maravilhosa de outros «servos» chamados por Deus, que puseram a sua vida ao seu serviço: Abraão, Jacob, Moisés, David… É o terceiro nome com que Ela aparece neste relato: «Maria», o nome que lhe fora dado pelos homens, «cheia de graça», o nome dado por Deus, «serva do Senhor», o nome que Ela se dá a si mesma.

«Faça-se…». O «sim» de Maria é expresso com o verbo grego no modo optativo (génoito, quando o normal seria o uso do modo imperativo génesthô), o que põe em evidência a sua opção radical e definitiva, o seu vivo desejo (matizado de alegria) de ver realizado o desígnio de Deus (M. Orsatti).

 

Sugestões para a homilia

 

Maria, nossa Mãe

Rainha do Céu e da Terra

Salve Rainha

 

Maria, nossa Mãe

A Virgem Maria foi escolhida desde toda a eternidade para ser Mãe de Jesus que é filho de Deus.

O Povo Eleito no Antigo Testamento foi preparado para a vinda do Messias com o anúncio dos profetas. Na Primeira Leitura o Profeta Isaías preparou a vinda dum Menino… Esse Menino seria Jesus, concebido no seio de Maria por obra e graça do Espírito Santo.

Nossa Senhora viveu sempre com Jesus. Pregado na Cruz redentora, Jesus confia Sua Mãe ao Apóstolo São João. Nele estamos incluídos todos nós.

Nós vivemos felizes com a nossa Mãe do Céu porque Ela nos ama. Defende-nos dos perigos, aponta-nos o caminho e está connosco para vivermos sempre para Jesus.

Que felicidade termos Maria Santíssima como Mãe!

 

 

Rainha do Céu e da Terra

 Maria, na Sua humildade, responde ao Anjo na Anunciação: « Eis a escrava do Senhor, faça-se em Mim segundo a tua Palavra » ( Lc 1,38 ). Porque humilde, a escrava do Senhor passa a ser Rainha do Céu e da Terra!... Maria é Rainha dos Anjos e Santos do Céu e de todos nós que vivemos na Terra.

Quando a humanidade se afasta de Deus, Ela vem até nós para nos aconselhar. Assim aconteceu no ano de 1858 em Lurdes, transmitindo, através de Bernardete, uma mensagem de salvação. Assim aconteceu no ano de 1917, aparecendo aos Pastorinhos, Francisco, Jacinta e Lúcia em Fátima que é, desde então, Altar do Mundo.

Mas não podemos esquecer os que ainda não A conhecem, os que, conhecendo-A não A amam e os que A injuriam e ofendem…Façamos apostolado e dêmos exemplo para que também A amem como nós!

Eduquemos as crianças para que descubram a ternura do colo da Mãe do Céu!

Apontemos aos jovens Maria para viverem como Ela, sempre unidos a Jesus!

Que homens e mulheres A imitem e invoquem e nada lhes faltará!

Que os idosos transmitam aos filhos e netos a devoção a Nossa Senhora, recebida dos seus pais e avós!

 

Salve Rainha

Desde o início do cristianismo, Maria é invocada pelos cristãos. O povo recorda Nossa Senhora com muitas orações…

É atribuída ao monge Hermano Contracto que viveu no século XI, quando havia calamidades naturais, epidemias, miséria, fome e ameaças de perseguição, a Salve Rainha que, desde então, os cristãos rezam diariamente. Um século depois, São Bernardo ( falecido no ano de 1153 ) terá terminado esta bela oração com as invocações: « Ó clemente, ó piedosa, ó doce Virgem Maria! »

A Virgem Maria é Mãe de misericórdia que nos reconduz ao bom caminho. Ela ajuda-nos a viver bem, cumprindo a missão que o Senhor nos confiou.

Num mundo de agressões, violência, inveja e ódio a Virgem Maria é doçura que nos encanta.

Com certeza que queremos vencer as dificuldades, superar o desânimo e vencer o sofrimento. Ela é a esperança dum futuro melhor.

Quantas vezes, por mais optimistas que sejamos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas, nós bradamos e suspiramos pelo auxílio maternal de Maria!

E, na hora da partida, acreditamos que Maria Santíssima nos mostrará Jesus no Céu para com Ela e com todos os bem-aventurados vivermos felizes eternamente!...

 

 

Oração Universal

 

Irmãos, oremos a Deus Omnipotente

e imploremos a Sua misericórdia,

dizendo confiadamente:

Mãe de Jesus Cristo, rogai por nós.

 

1.     Para que a Virgem Maria, Mãe da Igreja,

ilumine o Papa, os Bispos, Sacerdotes, Religiosos, Diáconos e Leigos

a fim de que sejam sempre fiéis à sua vocação,

oremos, irmãos.

 

2.     Para que a Virgem Maria, Rainha da Paz,

inspire os responsáveis pelas nações a eliminarem

as injustiças que podem conduzir à guerra,

oremos, irmãos.

 

3.     Para que a Virgem Maria, Mãe Puríssima,

defenda dos perigos as nossas crianças

e aponte aos jovens o caminho da felicidade,

oremos, irmãos.

 

4.     Para que a Virgem Maria, Rainha do Santíssimo Rosário,

nos ensine a rezá-lo todos os dias

como pediu nas aparições de Fátima,

oremos, irmãos.

 

5.     Para que a Virgem Maria, Saúde dos Enfermos,

permaneça sempre junto dos doentes e de todos os que sofrem,

oferecendo as suas dores ao Senhor

pela salvação da humanidade,

oremos, irmãos.

 

6.     Para que a Virgem Maria, Porta do Céu,

nos venha buscar um dia para aí encontrarmos

os nossos familiares e amigos falecidos

e todos os que no Purgatório esperam os nossos sufrágios,

oremos, irmãos.

 

Senhor nosso Deus e nosso Pai,

dignai-Vos atender estas súplicas

e, por intercessão da Virgem Santa Maria,

concedei-nos o que for melhor para nós.

Por N. S. J. C. Vosso Filho que é Deus Convosco

na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Rainha da Graça – A. Oliveira, NRMS, 75

 

Oração sobre as oblatas: Ao celebrarmos a memória da Virgem Santa Maria, nós Vos oferecemos, Senhor, os nossos dons e Vos pedimos que venha em nosso auxílio o vosso Filho feito homem, que a Vós Se ofereceu na cruz como oblação imaculada. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio de Nossa Senhora I [na festividade]: p. 486 [644-756], ou II p. 487

 

Santo: C. Silva – COM, (pg 195)

 

Monição da Comunhão

 

Acolhamos em nosso coração o Senhor, como O acolheu Maria antes e após o Seu nascimento. Ele quer dar-nos força e coragem para sermos sempre bons cristãos.

 

Cântico da Comunhão:  É celebrada a Vossa glória – A. F. Santos, BML, 33

cf. Lc 1,45

Antífona da comunhão: Bendita sejais, ó Virgem Maria, que acreditastes na palavra do Senhor.

 

Cântico de acção de graças: O meu Espírito exulta – C. Silva, NRMS, 38

 

Oração depois da comunhão: Senhor, que nos alimentais com este sacramento celeste, ao venerarmos a memória da Virgem Santa Maria, concedei-nos a graça de tomar parte no banquete do reino dos Céus. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Nossa Senhora é Rainha do Céu e da Terra. Não A troquemos por nada neste mundo. Digamos a toda a gente que com Ela seremos felizes agora e sempre!

 

Cântico final: Salve Regina – Gregoriano, CNPL, 887

 

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:        Aurélio Araújo Ribeiro

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Sugestão Musical:               José Carlos Azevedo

 


Imprimir | Voltar atrás | Página Inicial