7º Domingo da Páscoa

24 de Maio de 2020

 

Esta Celebração destina-se aos locais onde a solenidade da Ascensão se celebra na quinta-feira da Semana VI do Tempo Pascal.

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Caminhamos na alegria – NRMS, 8

Sl 26, 7-9

Antífona de entrada: Ouvi, Senhor, a voz da minha súplica. Diz-me o coração: «Procurai a sua face». A vossa face, Senhor, eu procuro; não escondais de mim o vosso rosto. Aleluia.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Jesus Cristo morreu por nós pregado na Cruz. Ressuscitou glorioso na manhã do Domingo de Páscoa. Quarenta dias depois foi a Sua Ascensão.

Ele está connosco para nos ajudar a cumprir a missão que nos confiou. Um dia esperamos viver para sempre com Ele no Céu.

 

Oração colecta: Ouvi, Senhor, a oração do vosso povo e fazei que, assim como acreditamos que o Salvador do género humano está convosco na glória, assim também sintamos que, segundo a sua promessa, está connosco até ao fim dos tempos. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Os Apóstolos rezam a Jesus que subiu ao Céu. Com eles está Maria Santíssima que também agora quer estar connosco para nos ensinar a rezar.

 

Actos dos Apóstolos 1,12-14

Depois de Jesus ter subido ao Céu, os Apóstolos voltaram para Jerusalém, descendo o monte chamado das Oliveiras, que fica perto de Jerusalém, à distância de uma caminhada de sábado. Quando chegaram à cidade, subiram para a sala de cima, onde se encontravam habitualmente. Estavam lá Pedro e João, Tiago e André, Filipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zeloso, e Judas, irmão de Tiago. Todos estes perseveravam unidos em oração, em companhia de algumas mulheres, entre as quais Maria, Mãe de Jesus.

 

Certamente que foi escolhido este texto para nos ajudar a preparar a festa do Pentecostes, como os primeiros que seguiram a Cristo, também com «Maria, Mãe de Jesus», perseverando, «unidos em oração». Note-se, por um lado, a importância dada à lista dos Apóstolos e, por outro, o facto significativo de, como em todas as quatro que aparecem no N. T., Pedro aparecer sempre na cabeça dessas listas, a par de elas não contenham os nomes dos restantes Apóstolos na mesma ordem.

«Depois de Jesus ter subido ao Céu» é um acrescento para situar o que se relata na leitura, a vinda do monte das Oliveiras para Jerusalém, onde se deu a Ascensão, uma distância que se podia percorrer sem transgredir a lei do repouso sabático (dois mil côvados, cerca de um quilómetro). 

 

Salmo Responsorial    Sl 26 (27), 1.4.7-8a (R. 13)

 

Monição: Quando as dúvidas nos atormentarem não temamos. Sigamos a Luz que nos indica o caminho da Salvação.

 

Refrão:     Espero contemplar a bondade do Senhor

            na terra dos vivos.

 

Ou:           Aleluia.

 

O Senhor é minha luz e salvação:

a quem hei-de temer?

O Senhor é protector da minha vida:

de quem hei-de ter medo?

 

Uma coisa peço ao Senhor, por ela anseio:

habitar na casa do Senhor todos os dias da minha vida,

para gozar da bondade do Senhor

e visitar o seu santuário.

 

Ouvi, Senhor, a voz da minha súplica,

tende compaixão de mim e atendei-me.

Diz-me o coração: «Procurai a sua face».

A vossa face, Senhor, eu procuro.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Cristo sofreu e morreu por nós. Na doença e no sofrimento saibamos estar unidos a Ele, pedindo-Lhe pela salvação da humanidade.

 

1 São Pedro 4,13-16

Alegrai-vos, na medida em que participais nos sofrimentos de Cristo, a fim de que possais também alegrar-vos e exultar no dia em que se manifestar a sua glória. Felizes de vós, se sois ultrajados pelo nome de Cristo, porque o Espírito de glória, o Espírito de Deus, repousa sobre vós. Nenhum de vós tenha de sofrer por ser ladrão ou assassino ou malfeitor ou difamador. Se, porém, sofre por ser cristão, não se envergonhe, mas antes dê glória a Deus por ter esse nome.

 

Os destinatários desta carta, cristãos da Ásia Menor, estariam a passar momentos difíceis de contradições e perseguição. A finalidade da carta é a de exortar os fiéis a permanecerem firmes na fé, no meio dum ambiente hostil, embora não pareça tratar-se ainda de uma perseguição generalizada. Mas a carta não é um simples apelo à perseverança nas adversidades, é também um convite à alegria – «Alegrai-vos…» (v. 13) –, pois daquela maneira os cristãos podem participar nos sofrimentos redentores de Cristo, seguindo o seu exemplo (cf. 1 Pe 2,21). Alguns pensam que a Carta poderia ter sido ao chegarem a Roma notícias das graves dificuldades para a perseverança dos cristãos daquelas regiões, enquanto S. Paulo, a quem estavam ligadas estas comunidades, andava pela Hispânia.

 

Aclamação ao Evangelho        cf. Jo 14, 18

 

Monição: Aprendamos a rezar com o Senhor. Ele reza por todos nós. Peçamos-Lhe nos ajude a cumprir sempre a Sua vontade.

 

Aleluia

 

Cântico: J. F. Silva, NRMS, 50-51 (I)

 

Não vos deixarei órfãos, diz o Senhor:

vou partir, mas virei de novo

e alegrar-se-á o vosso coração.

 

 

Evangelho

 

São João 17,1-11

Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao Céu e disse: «Pai, chegou a hora. Glorifica o teu Filho, para que o teu Filho Te glorifique, e, pelo poder que Lhe deste sobre toda a criatura Ele dê a vida eterna a todos os que Lhe confiaste. É esta a vida eterna: que Te conheçam a Ti, único Deus verdadeiro, e Aquele que enviaste, Jesus Cristo. Eu glorifiquei-Te sobre a terra, consumando a obra que Me encarregaste de realizar. E agora, Pai, glorifica-Me junto de Ti mesmo com aquela glória que tinha em Ti, antes que houvesse mundo. Manifestei o teu nome aos homens que do mundo Me deste. Eram teus e Tu mos deste; agora guardam a tua palavra. Agora sabem que tudo quanto Me deste vem de Ti, porque lhes comuniquei as palavras que Me confiaste e eles receberam-nas: reconheceram verdadeiramente que saí de Ti e acreditaram que Me enviaste. É por eles que Eu rogo; não pelo mundo, mas por aqueles que Me deste, porque são teus. Tudo o que é meu é teu e tudo o que é teu é meu; e neles sou glorificado. Eu já não estou no mundo, mas eles estão no mundo, enquanto Eu vou para junto de Ti».

 

Este trecho é o início do capítulo 17 de S. João, chamado a «oração sacerdotal de Jesus», por ser uma oração de intercessão de Cristo-mediador, e também por conter o oferecimento supremo da sua vida em sacrifício, mas é sobretudo uma oração sem paralelo com a de qualquer criatura. Reflectindo uma forte tensão psicológica, ela corresponde aos sentimentos mais profundos do coração de Cristo, quando chegou a sua hora (v. 1), e tem origem na própria oração do Senhor, ao mesmo tempo que é a síntese mais completa e elevada da cristologia joanina, profundamente sentida e meditada. Nesta longa oração sente-se, juntamente com o pulsar do coração do Senhor, o vivo pulsar do coração da Igreja que confessa a fé em Jesus como Cristo enviado do Pai (v. 3). É uma prece solene pela manifestação da sua glória (vv. 1-5), pelos discípulos presentes (vv. 6-19) e pelos futuros fiéis (vv. 20-26). No centro da sua estrutura circular está a súplica pela santificação dos discípulos em ordem ao seu envio ao mundo (vv. 17-19), entre as preces pela unidade (vv. 11b-16 e 20-23) e os temas da revelação (vv. 6-11a e 25-26) e da glória (vv. 1-5 e 24).

1-5 «Glorifica-Me... com a glória que Eu tinha em Ti, antes de que houvesse mundo». Jesus pede ao Pai a glória, isto é, o esplendor próprio de Deus, para a sua natureza humana. Mas não se pense que se trata duma súplica egoísta, pois Jesus pede uma glorificação que Lhe advirá da eficácia redentora da Paixão, Morte e Ressurreição a favor da Humanidade. A glória que o Verbo tinha como Deus desde toda a eternidade, antes que houvesse mundo, é uma glória que se havia de comunicar em plenitude à Humanidade assumida, em ordem a fazer participar dela os fiéis. Esta glória, que já tinha refulgido ocasionalmente durante a sua vida mortal (Jo 2,11; 11,4.40; cf. Mt 17,2-5), havia de brilhar com a Ressurreição e na parusia (cf. Mt 24,30; 25,31).

9 «Não rogo pelo mundo». No entanto, Jesus veio para salvar o mundo (Jo 3,16-17; 17,28.21). Mas aqui o mundo é tomado no sentido negativo de potência hostil a Deus; são os próprios homens que recusam a graça e, na sua auto-suficiência, se fecham a Deus e à sua salvação (cf. Jo 6,37.44.65). Esta oração sacerdotal é muito em particular pelos seus discípulos e por aqueles que hão-de vir a crer (v. 20).

 

Sugestões para a homilia

 

Jesus reza por nós

Rezemos a Jesus

Felizes agora e sempre

 

Jesus reza por nós

«Pai, chegou a hora. Glorifica o Teu Filho para que o Teu Filho Te glorifique e, pelo poder que Lhe deste sobre toda a criatura, Ele dê a vida eterna a todos os que Lhe confiaste» ( Evangelho ).

Que sublime é esta oração de Jesus por nós!

Como nos sentimos felizes na esperança de que viveremos eternamente com o Senhor!

Por isso queremos aproveitar bem a vida no mundo para fazermos unicamente o que quer de nós o Senhor.

Evitaremos tudo aquilo que O ofende. Praticaremos sempre o bem.

Seremos bons na Igreja, na sociedade, na família e em toda a parte.

Não haverá lugar para a violência, para a guerra, para a vingança e para o ódio mas viver-se-á a tolerância, a misericórdia, a paz e o amor.

Haverá alegria de viver.

 

Rezemos a Jesus

 

Jesus orava constantemente a Seu eterno Pai. Os Apóstolos que O acompanhavam procuravam também imitá-l’O na oração.

A Primeira Leitura refere-nos que, após a Ascensão, os Apóstolos se reuniram em oração juntamente com as piedosas mulheres e Nossa Senhora.

Que a Virgem Maria reze também connosco a Jesus para O amarmos e adorarmos, para Lhe agradecermos e pedirmos!

Que o Senhor seja louvado no Céu, na Terra e no Universo!

Que o Senhor perdoe e atraia a Si os que não crêem, não esperam, não adoram e não O amam!

Que o Senhor inspire os homens para que possam viver em concórdia e no progresso da humanidade!

 

Felizes agora e sempre

 

Em pleno século XXI não podemos esquecer os nossos irmãos que são perseguidos em tantos países do mundo…

Nós, cristãos, respeitamos a Fé de todas as pessoas, mesmo que não seja a nossa. Mas queremos também que os cristãos não sejam martirizados por amarem a Jesus.

E que os cristãos perseguidos não reneguem a Fé! São Paulo anima-os dizendo: «Felizes de vós se sois ultrajados pelo nome de Cristo porque o Espírito de glória, o Espírito de Deus, repousa sobre vós» ( Segunda Leitura ).

Agradeçamos a Deus por vivermos num País onde podemos livremente viver a nossa Fé.

Mas não nos deixemos contagiar por aqueles que querem construir uma sociedade sem Deus. Quando os homens se afastam Deus comete-se o pecado e surge a morte.

Levemos ao mundo a mensagem de Jesus. O mundo será melhor. E nós viveremos felizes, aguardando em esperança a felicidade eterna com o Senhor no Céu.

 

 

Oração Universal

 

Irmãos, oremos a Deus Omnipotente

e imploremos a Sua misericórdia,

dizendo confiadamente:

Escutai, Senhor, a nossa oração.

 

1.     Para que a Santa Igreja, presente em toda a Terra,

seja fiel ao ensino dos Apóstolos,

permaneça unida pela oração

e ensine os fiéis a trabalhar pelo bem comum,

oremos, irmãos.

 

2.     Para que o mundo viva em Paz,

alcançada pelo esforço dos homens de boa vontade

e com a bênção de Deus,

oremos, irmãos.

 

3.     Para que as crianças gostem de rezar ao seu Amigo Jesus,

os jovens encontrem n´Ele a luz para as suas vidas,

as famílias vivam felizes através do diálogo e do Amor,

oremos, irmãos.

 

4.     Para que os doentes e todos os que sofrem

ofereçam as suas dores ao Senhor

pela própria santificação e salvação da humanidade,

oremos, irmãos.

 

5.     Para que os nossos familiares e amigos falecidos

alcancem a bem-aventurança eterna,

pedindo ao Senhor por nós,

oremos, irmãos.

 

6.     Para que Maria Santíssima nos ensine a rezar

e esteja sempre connosco a fim de que

a nossa oração seja acolhida pelo Senhor,

oremos, irmãos.

 

Senhor nosso Deus e nosso Pai,

dignai-Vos atender estas súplicas

e, por intercessão da Virgem Santa Maria,

concedei-nos o que for melhor para nós.

Por N. S. J. C. Vosso Filho que é Deus Convosco

na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Honra Glória e Louvor – J. F. Silva, NRMS, 1 (I)

 

Oração sobre as oblatas: Aceitai, Senhor, as orações e as ofertas dos vossos fiéis e fazei que esta celebração sagrada nos encaminhe para a glória do Céu. Por Nosso Senhor.

 

Prefácio pascal: p. 469 [602-714] ou 470-473; ou da Ascensão: p. 474 [604-716]

 

Santo: J. F. Silva – NRMS, 38

 

Monição da Comunhão

 

Os Apóstolos conviveram com o Senhor que os chamou. Também nós nos podemos unir a Ele, recebendo-O na Sagrada Comunhão. Aproveitemos para O escutar, para O louvar, para Lhe agradecer, para Lhe pedir.

 

Cântico da Comunhão: Habitarei para sempre – C. Silva, OC, pg 134

cf. Jo 17, 22

Antífona da comunhão: Eu Vos peço, ó Pai: assim como Nós somos um, também eles sejam consumados na unidade. Aleluia.

 

Cântico de Acção de Graças: Abri os corações ao sopro do Senhor – J. Santos, NRMS, 35

 

Oração depois da comunhão: Ouvi-nos, Deus nosso salvador, e, por estes sagrados mistérios, confirmai a nossa esperança de que todo o Corpo da Igreja alcançará um dia o mistério de glória inaugurado em Cristo, sua Cabeça. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Ao longo das últimas semanas vivemos a alegria pascal. Jesus fascina-nos. Queremos viver com Ele anunciando-O ao mundo. Peçamos durante esta semana ao Divino Espírito Santo nos dê força e coragem para sermos bons cristãos.

 

Cântico final: Vamos proclamar pelo mundo inteiro – F. Silva, NRMS, 82-83

 

 

Homilias Feriais

 

7ª SEMANA

 

2ª Feira, 25-V: A Palavra de Deus e o conhecimento do Espírito Santo.

Act 19, 1-8 / Jo 16, 29-33

Eles responderam-lhe: Mas nem sequer ouvimos dizer que existe um Espírito Santo.

Para evitar que nos aconteça algo semelhante, vamos tentar conhecê-lo melhor ao longo desta semana. Ele cura as feridas do pecado, renova-nos através de uma transformação espiritual, e ilumina-nos para vivermos como filhos da luz (CIC, 1695).

No mundo haveis de sofrer tribulações (EV). Quando isso acontecer, peçamos ao Espírito Santo que nos dê o dom da fortaleza para nos mantermos firmes e constantes para alcançarmos o bem. Foi também assim que S. Paulo falou corajosamente na sinagoga durante três meses (LT). Recorramos à Virgem poderosa, para que nos defenda nas tentações.

 

 

3ª Feira, 26-V: A Palavra de Deus e a 'hora de Jesus'.

Act 20, 17-27 / Jo 17, 1-11

Jesus ergueu os olhos ao Céu e disse: Pai, chegou a hora.

Chegou por fim a hora de Jesus (EV). Jesus entrega o seu espírito nas mãos do Pai, no momento em que, pela sua morte, vence a morte, de tal modo que, ressuscitado dos mortos pela glória do Pai, logo dá o Espírito Santo, soprando sobre os discípulos. A partir dessa hora, a missão de Cristo e do Espírito Santo, torna-se a missão da Igreja (CIC, 730).

S. Paulo reconhece igualmente que chegou a sua 'hora'. Eu sei que não tornareis a ver o meu rosto (LT). O mais importante era cumprir a missão que lhe fora confiada. A Nossa Senhora na Cruz também chegou a sua hora de nos receber a todos como seus filhos.

 

4ª Feira, 27-V: A Palavra de Deus na oração sacerdotal de Jesus (I).

Act 20, 28-38 / Jo 17, 11-19

Jesus ergueu os olhos ao Céu e orou deste modo: Pai, santo, guarda os meus discípulos no teu nome.

Esta oração sacerdotal contém as grandes petições da oração dominical: a referência ao nome do Pai, o empenho pelo seu reino, o cumprimento da vontade do Pai, o seu desígnio de salvação, a libertação do mal (EV) (CIC, 2750).

S. Paulo pede igualmente aos anciãos de Éfeso. Tomai cuidado convosco e com todo o rebanho (LT). Pressentia o ataque ao rebanho, que arrastaria muitos discípulos. Agora todos podemos viver bem a Comunhão dos Santos, pedindo pela firmeza na fé de todos os nossos irmãos. Podemos rezar a oração 'Lembrai-vos' a Nossa Senhora, pedindo por algum aflito.

 

5ª Feira, 28-V: A Palavra de Deus na oração sacerdotal de Jesus (II)

Act 22, 30 - 23, 6-11 / Jo 17, 20-26

Pai Santo, não é só por estes discípulos que eu rogo, é também por aqueles que vão acreditar em mim, graças às suas palavras.

 Na sua oração sacerdotal, Jesus pede pelos frutos da pregação dos seus discípulos e de todos que o fizerem ao longo dos séculos (EV). Um deles foi S. Paulo, que fala aos sacerdotes e ao Sinédrio, evitando que o despedaçassem (LT). É enviado depois a Roma, para dar igualmente testemunho naquela cidade.

Também agora muitos poderão acreditar no Senhor. Os que convivem connosco na família e no local de trabalho poderão sentir-se atraídos pelo nosso testemunho e conselhos. Bendigo o Senhor por me ter aconselhado (SR), e  a Nª Senhora, Mãe do Bom conselho.

 

6ª Feira, 29-V: A Palavra de Deus e a fé recebida.

Act 25, 13-21 / Jo 21, 15-19

Simão, filho de João, amas-me mais do que estes? Apascenta as minhas ovelhas.

Jesus confirma Simão Pedro no encargo confiado antes. Apascenta as minhas ovelhas (EV). Entrega-lhe a autoridade para absolver os pecados, pronunciar juízos doutrinais. O mesmo para os seus sucessores. Para todos os que recebem alguma delegação de Deus (autoridades, chefes de família) pede que o façam sempre com amor, como exigiu a S. Pedro.

S. Paulo teve que enfrentar problemas doutrinais acerca da religião e Jesus (LT). Melhoremos a nossa formação doutrinal para enfrentarmos os problemas religiosos actuais. Maria, Mãe da Igreja, pedimos-te pelas autoridades e seu contributo para o bem comum.

 

Sábado, 30-V: A palavra de Deus e a fidelidade a Jesus.

Act 28, 16-20 / Jo 21, 20-25

É esse discípulo que dá testemunho dessas coisas e as escreveu.

Os Evangelhos foram escritos por homens que foram dos primeiros a receber a fé (EV), e quiseram partilhá-la com outros. Tendo conhecido pela fé quem é Jesus, puderam ver os traços do seu mistério em toda a vida terrena. Através dos seus escritos, milagre e palavras, foi revelado que nEle habita corporalmente a plenitude da divindade (CIC, 515).

S. Paulo, embora prisioneiro em Roma durante dois anos, não deixou de ensinar o que dizia respeito a Jesus (LT). Procuremos ser igualmente testemunhas fiéis junto dos nossos amigos e conhecidos. Virgem fiel, queremos aceitar melhor os teus testemunhos sobre Jesus.

 

 

Celebração e Homilia:        Aurélio A. Ribeiro

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilias Feriais:                  Nuno Romão

Sugestão Musical:               Duarte Nuno Rocha

 

 

 

 

 

 


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