aCONTECIMENTOS eclesiais

 

 

DO PAÍS

 

 

BRAGA

 

CARTA PASTORAL

SOBRE DESPORTO

 

No passado dia 19 de Julho, o arcebispo de Braga apresentou uma Carta pastoral sobre o desporto onde indicou a sua prática como contributo para a “coesão social” e a “solidariedade” e criticou as “verdades parciais” dos debates inflamados em busca de audiências.

 

“O desporto é importante para a alegria, para a igualdade, para a coesão social, para a solidariedade. Não deve ser puramente competição; se assim fosse, poderia degenerar”, afirmou D. Jorge Ortiga durante a conferência de imprensa de apresentação da carta pastoral «Desporto: Escola e Missão de Humanidade».

O arcebispo de Braga referiu-se ao poder que a comunicação social tem hoje:

“A comunicação social, com o seu poder alargado, não deve orientar-se pela lógica das audiências descendo a níveis inflamatórios. Pensar o desporto, e não apenas discuti-lo, pode ser um caminho que favoreça um registo mais saudável e digno em muitas notícias e programas desportivos”.

“Sinto-me no dever de falar sobre tudo o que envolve o ser humano”, explicou, contextualizando a necessidade que sentiu em escrever o documento: Braga é, este ano, capital europeia do desporto e o contexto do Campeonato Mundial de Futebol, que terminou no dia 15, foram razões que conduziram o arcebispo de Braga.

“No desporto, enquanto escola, aprende-se muita coisa. Deveríamos aprender a ser homens e mulheres. Mas quem está no desporto deveria assumir como missão, ou responsabilidade, lutar e propor um humanismo genuíno”.

“O futebol é o negócio mais rentável e não pode deixar de ter uma dimensão caritativa. Porque não destinar uma percentagem do lucro desportivo a causas sociais? Ou destinar o material desportivo excedente que deixou de ser usado a zonas onde a pobreza impede tantas crianças de vivenciar a alegria do desporto?”

D. Jorge Ortiga focou o desporto como “um direito e um dever” do ser humano e salientou a competição saudável, “testemunhada, por exemplo pelos Jogos Olímpicos”, que deve ser enfatizada.

 

 

FÁTIMA

 

ENCONTRO INTERNACIONAL

DAS EQUIPAS DE NOSSA SENHORA

 

Mais de quatro mil casais de 80 países participaram no Encontro Internacional das Equipas de Nossa Senhora (ENS), entre os dias 16 e 21 de Julho passado, que deixou memórias “excepcionais” entre as famílias dos cinco continentes que estiveram presentes.

 

Para o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, que fez a última conferência e presidiu à Missa de encerramento do Encontro Internacional das Equipas de Nossa Senhora, a presença de casais de 80 países mostra que “é bom reconstruir a sociedade a partir da família”.

“Para a sociedade, o Encontro Internacional das ENS é um sinal bom, porque toda esta gente está feliz, não só hoje, mas no dia-a-dia. E verificam isso mesmo: é bom viver em conjunto, é bom partilhar o ideal matrimonial cristão, é bom reconstruir a sociedade a partir da família”, disse D. Manuel Clemente.

Com o tema “Missão de amor, amor em missão”, terminou o XII Encontro Internacional das Equipas de Nossa Senhora, cuja Equipa Responsável Internacional foi coordenada nos últimos seis anos pelo casal português Maria Berta e José Moura Soares.

As Equipas de Nossa Senhora são um movimento de espiritualidade familiar que, a 1 de Janeiro de 2018, contava com 13.580 equipas, cerca de 150 mil pessoas, assistidos por 10.195 conselheiros espirituais, em 92 países dos cinco continentes.

Cada equipa é composta por cerca de seis ou sete casais e um conselheiro espiritual, reunindo-se  uma vez por mês para um encontro que inclui refeição, oração, momentos de partilha e discussão de um tema.

O movimento para casais cultiva a espiritualidade e a santificação e foi fundado pelo padre francês Henri Caffarel, e os membros esperam por um milagre para que a sua beatificação possa acontecer.

Agora, Maria Berta e José Moura Soares vão “entregar este grande tesouro” a Clarita e Edgardo Bernal Fandiño, o casal colombiano que vai coordenador a Equipa Responsável Internacional do movimento católico para casais cristãos, que querem servir as ENS com “total entrega e com fidelidade aos princípios que os inspiram”.

 

 

FÁTIMA

 

ENCONTRO NACIONAL DE PASTORAL LITÚRGICA:

LITURGIA E ESPIRITUALIDADE

 

Durante o 44.º Encontro Nacional de Pastoral Litúrgica, que decorreu de 23 a 27 de Julho, o presidente da Comissão Episcopal de Liturgia afirmou que cada celebração “educa para a oração” e é “a fonte e o cume” da vida segundo o Espírito.

 

“Hoje está muito em moda falar de espiritualidade, mesmo fora da Igreja. Mas para nós a espiritualidade é a vida segundo o Espírito, de que a liturgia é a fonte e o cume”, referiu D. José Cordeiro.

“A liturgia é oração e educa para a oração e é autêntica espiritualidade cristã”, sublinhou o bispo de Bragança-Miranda.

“Um dos momentos mais destacados pelos jovens nas JMJ é a Adoração Eucarística, o que é uma interpelação para nós, para a relacionarmos com a celebração da Eucaristia, passando da celebração à adoração”, afirmou.

Para o director do Secretariado Nacional de Liturgia, padre Pedro Ferreira, as celebrações não se podem desligar da espiritualidade que lhes é própria e que permite “ir à essência das coisas”.

“A boa harmonia entre o rito bem celebrado e as orações bem feitas fazem a celebração e pela celebração se percebe qual é o espírito, a verdade” celebrada, afirmou o padre Pedro Ferreira.

O 44º Encontro Nacional de Pastoral Litúrgica, dedicado ao tema “Liturgia e Espiritualidade”, terminou com apelos à ligação entre culto e oração.

Reuniu cerca de 900 participantes; os quatro bispos da Comissão Episcopal de Liturgia participaram também no decorrer dos trabalhos, assim como os colaboradores do Secretariado Nacional de Liturgia, do Serviço Nacional de Musica Sacra e do Serviço Nacional de Acólitos.

 

 

LISBOA

 

REITORA DA UCP À FRENTE DA

FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DAS U.C.

 

No passado dia 27 de Julho, a reitora da Universidade Católica Portuguesa (UCP), Isabel Capeloa Gil, foi eleita presidente da Federação Internacional das Universidades Católicas (FIUC) para os próximos três anos.

 

“Esta eleição, que pela primeira vez teve mais do que um candidato, representa a transformação da FIUC”, sustentou a responsável portuguesa.

A reitora da UCP recebeu 102 votos, contra os 65 do reitor da Universidade Católica da Costa Rica.

A nova presidente da FIUC desafiou os participantes a questionar sempre “o que significa ser uma Universidade católica”, marcada pelo respeito da dignidade humana, promovendo a articulação “entre o local e o global” e criando “valor para a sociedade”.

Isabel Capeloa Gil, professora catedrática da Faculdade de Ciências Humanas, tomou posse como reitora da Universidade Católica Portuguesa (UCP) em Outubro de 2016.

Nasceu em 1965 em Mira, Coimbra; tem doutoramento em Língua e Cultura Alemãs na Faculdade de Ciências Humanas da UCP, da qual foi directora de 2005 a 2012.

A UCP, criada em 1967, é reconhecida pelo Estado como instituição universitária livre, autónoma e de utilidade pública.

 

 

IDANHA A NOVA

 

PRÉMIOS Architizer A+

PARA CAPELA DO CNE

 

A Capela de Nossa Senhora de Fátima, do Corpo Nacional de Escutas (CNE, escutismo católico), localizada no Centro Nacional de Actividades de Idanha a Nova, foi distinguida com três prémios no concurso internacional Architizer A+.

 

O edifício do CNE recebeu o prémio do júri e o prémio do público na categoria “Cultura – Edifícios Religiosos e Memoriais”, bem como o prémio do público na categoria “Arquitectura em Madeira”.

Os Prémios Architizer A+ são promovidos, a nível mundial, numa plataforma na Internet, com uma audiência superior a 400 milhões de pessoas, visando celebrar e divulgar a melhor arquitectura do ano; o júri é composto por personalidades da área da arquitectura, do design e das artes.

A Capela de Nossa Senhora de Fátima foi inaugurada em 2017, no 23.º acampamento nacional, com mais de 22 mil escuteiros, e é da autoria do atelier português “Plano Humano Arquitecto”.

“A inspiração para esta construção nasceu do âmago da experiência escutista: a vida ao ar livre, o acampamento, a tenda, a sobriedade e simplicidade das construções e estilo de vida. Também as extremas do edifício, de forma pontiaguda, fazem uma alusão ao lenço escutista, símbolo da promessa e compromisso neste movimento”, lê-se no sítio online do atelier.

Localizada no acampamento com capacidade para 100 mil lugares, o projecto de Pedro Ferreira e Helena Vieira, do atelier “Plano Humano Arquitecto”, é também finalista do World Architeture Festival, que decorre de 28 a 30 de Novembro, em Amesterdão.

 

 

BRAGANÇA

 

FALECEU D. ANTÓNIO JOSÉ RAFAEL

 

O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) lamentou o falecimento de D. António José Rafael, bispo emérito da Diocese de Bragança-Miranda, no passado dia 29 de Julho:

 

“A Conferência Episcopal manifesta sentida comunhão para com D. António José Rafael, neste dia em que o Senhor o chamou para junto de Si, depois de 92 anos intensamente vividos ao serviço da Igreja, em particular como Pastor da Diocese de Bragança-Miranda.

“Exprime ainda profundo agradecimento pela sua dedicação à Igreja em Portugal, participando ativamente nas comissões e organismos da Conferência Episcopal.

“Que o seu lema enquanto Bispo permaneça na sua paz eterna com Deus, vivida “na graça e na verdade por Jesus” (cf. Jo 1, 17).

Lisboa, 29 de Julho de 2018

P. Manuel Barbosa

Secretário

 

Natural de Lamego, onde nasceu em 1925, D. António José Rafael foi Bispo auxiliar de Bragança-Miranda, entre 1977 e 1979, e depois Bispo residencial da diocese até 2001.

Ao longo do seu ministério, o falecido bispo foi responsável pela projecção da nova Catedral de Bragança, que começou a ser construída em 1981.

A Sé de Bragança foi dedicada a 7 de Outubro de 2001, no último ano de D. António José Rafael à frente da diocese transmontana.

Em 2013, o falecido bispo teve um princípio de AVC, tendo sido internado no Hospital de Vila Real e no Hospital da Prelada, da Santa Casa da Misericórdia do Porto.

No ano seguinte regressou à diocese transmontana e foi acolhido pelo Instituto Diocesano do Clero, na Fundação Betânia.

 

Também Marcelo Rebelo de Sousa lamentou a morte de D. António Rafael, no site da Presidência da República:

“Uma vida longa ao serviço da Igreja, do povo transmontano e dos portugueses.

“D. António José Rafael, Bispo emérito da Diocese de Bragança-Miranda, deixa, também ao Presidente da República que o conhecia desde há muito, memórias perenes de dedicação ao bem comum e na defesa da igualdade entre os cidadãos, cumprindo o Evangelho e sendo um incansável porta-voz da Palavra.

“Ao seu sucessor, D. José Cordeiro, à Conferência Episcopal Portuguesa e à sua Família, no sangue e na Fé, o Presidente da República transmite as mais sentidas condolências. 

29.07.2018

 

 

BEJA

 

INAUGURAÇÃO DO

MUSEU DA SÉ CATEDRAL

 

A Diocese de Beja inaugurou no passado dia 22 de Julho o Museu da Sé Catedral, de entrada livre, no qual apresenta peças entre os finais do século XV e o século XX, um projecto que se encontra em construção até 2020.

 

“Termos o museu leva-nos permanentemente a ter cuidado com essas peças, limpar, conservá-las. O pior é termos as peças arrumadas a um canto”, disse o pároco moderador da Unidade Pastoral de Beja.

O padre António Novais explicou que as obras de conservação e restauro da igreja paroquial de Santiago Maior, a Sé, foram financiadas pela Comunidade Europeia e existia o compromisso de proporcionar um museu ao público.

Com o espaço museológico, proporciona-se a visita às diversas peças aos diocesanos, como a “todos que visitam” a diocese de qualquer parte do mundo e os comentários no livro de visitas “são muito favoráveis”.

“O turismo é uma realidade bem presente na vida dos portugueses e em Beja tem existido grande afluência de turistas todo ano, e de toda a parte do mundo – Leste europeu, América latina, Austrália, África do Sul”, acrescentou o sacerdote que defende a gratuidade do novo espaço “até ao limite”.

O padre António Novais realçou que existe “um espólio significativo de pinturas, telas e retábulos” e, após as obras, quando chegou à altura de “repor” tudo, chegou-se à conclusão de que “não bastava pintar e alguns acondicionamentos a nível de carpintaria”, pelo que “era preciso restaurar as próprias pinturas”.

O bispo de Beja, D. João Marcos, presidiu à inauguração do Museu da Sé Catedral, após a Missa Dominical, no dia 22 de Julho.

 

 

GUARDA

 

“QUANDO A IGREJA SORRI”,

BIOGRAFIA DO CARDEAL SARAIVA MARTINS

 

O cardeal José Saraiva Martins afirmou que “a tristeza não é cristã”, antes do lançamento da sua biografia actualizada “Quando a Igreja Sorri”, no passado dia 15 de Agosto, na Sé da Guarda.

 

O cardeal José Saraiva Martins salientou que “um cristão não pode deixar de ser alegre, optimista”, e ter uma concepção positiva da vida, afinal “a tristeza não é cristã e um cristão tem de ter motivos para não ser triste”.

À margem da apresentação do livro “Quando a Igreja Sorri – Biografia actualizada do Cardeal José Saraiva Martins”, o prelado português explicou que o autor (o jornalista italiano Andrea Tornielli) queria como título “O cardeal que sorri”, mas era “demasiado pessoal”.

D. José Saraiva Martins explicou que a ideia do livro nasceu da vontade do jornalista italiano publicar a sua biografia, uma vez que teve uma grande “actividade internacional”, onde visitou “todo o mundo ao serviço da Santa Sé”.

A biografia actualizada do cardeal português foi apresentada, na Sé da Guarda, pelo bispo de Aveiro, oriundo do presbitério da Guarda.

D. Manuel Moiteiro realçou “três aspectos importantes”, a começar pela infância nas terras da Guarda que “marcam o futuro, dizem os pedagogos, com aqueles valores que são inerentes à cultura”.

“Uma zona fria mas ao mesmo tempo de pessoas acolhedoras, profundamente cristãs e onde os valores do Evangelho impregnam a nossa cultura, a nossa vida do dia-a-dia. Isto marcou bastante a vida do senhor cardeal”, explicou.

Os outros dois aspectos foram a sua preparação filosófica e teológica, que “foi extraordinária”, e que o “preparou para a missão que a Igreja lhe confiou” na Cúria Romana; e o facto de ser “conhecido pelo cardeal do sorriso”, porque “é um homem afável, simpático, amável”.

A sessão contou com a presença do bispo da Guarda, D. Manuel Felício, para quem “a biografia é incentivo a conhecermos mais e melhor os valores da nossa terra e podermos transformá-los em vida da nossa vida”.

D. José Saraiva Martins é natural de Gagos do Jarmelo (Guarda), onde nasceu em 6 de Janeiro de 1932.

Desde os 17 anos de idade que reside em Roma, onde fez doutoramento em Teologia, na Universidade de São Tomás, e de Filosofia, na Universidade Pontifícia Urbaniana, e foi ordenado padre em 1957, como membro da Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria (Claretianos).

De 1977 a 1983, D. José Saraiva Martins foi reitor da Universidade Urbaniana, cargo que voltaria a desempenhar entre 1986 e 1988.

O cardeal português foi nomeado arcebispo titular e secretário da Congregação para a Educação Católica, pelo Papa São João Paulo II, em 1988.

Passados 10 anos, em 1998, o pontífice polaco nomeou-o Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, e foi criado cardeal no Consistório de 2001.

“Procurei sublinhar fortemente que a santidade é o mais importante na Igreja, todos estão chamados à santidade, não é um luxo de alguns, privilégios de outros; canonizar uma pessoa é propor o seu exemplo aos outros fiéis”, explicou acerca deste serviço à Igreja Católica.

O cardeal português resignou em 2008, e, no ano seguinte, o agora Papa emérito Bento XVI nomeou-o cardeal-bispo da Igreja Católica.

 

 

FÁTIMA

 

SEMANA NACIONAL DAS MIGRAÇÕES

 

A Obra Católica Portuguesa das Migrações (OCPM) promoveu, de 12 a 19 de Agosto, a Semana Nacional das Migrações 2018, com o tema “Cada forasteiro é ocasião de encontro – Migrantes e refugiados no caminho para Cristo”.

 

A directora da OCPM, Eugénia Quaresma, realça que o desafio para a Semana Nacional das Migrações 2018 está nos “detalhes” de quatro verbos – “acolher, proteger, promover e integrar” –, que foi lançado pelo Papa Francisco no início deste ano.

Para o padre brasileiro Geraldo Finatto, da Congregação dos Missionários de São Carlos Borromeu (scalabrinianos), a viver na Amora, Diocese de Setúbal, desde 2015, depois de 29 anos com as Comunidades Migrantes Portuguesas, nos arredores de Paris, “o outro já não é mais o estrangeiro”.

A directora da OCPM realça que Portugal é um “país de diáspora” e é nesse contexto que se assinala a 46.ª edição da Semana Nacional das Migrações para “acolher quem vem de férias”, e faz questão de passar por Fátima.

Neste contexto, e de ligação ao santuário mariano, a semana começou com a Peregrinação do Migrante e do Refugiado à Cova da Iria, este ano presidida pelo cardeal cabo-verdiano D. Arlindo Gomes Furtado, dias 12 e 13 de agosto.

O missionário scalabriniano comenta que o estrangeiro chega “com uma história, à procura de alguma coisa”, sobretudo uma vida melhor, e quem está nos países de destino “nem sempre pensa assim” e vê “alguém que vem mudar hábitos, tirar certas oportunidades”.

 

 

FÁTIMA

 

NOVO CURSO DE MÚSICA LITÚRGICA

 

O Secretariado Nacional da Liturgia (SNL) dinamiza um Curso de Música Litúrgica, destinado aos salmistas, aos organistas e aos directores de coro, que começou no passado dia 25 de Agosto, e irá até 2021.

 

O VI Curso Nacional de Música Litúrgica destina-se a responsáveis de Música Sacra e Litúrgica – organistas, directores de coros e salmistas –, entre 25 Agosto a 2 Setembro.

Com dois níveis, a formação tem disciplinas comuns – Liturgia, História da Música Sacra, Harmonia / Formação Musical e Coro – e específicas de acordo com cada área.

O curso tem a duração de três anos completos, de 2018 a 2021, e realiza-se nas duas últimas semanas de Agosto em cada ano e num fim-de-semana noutra altura do ano.

O exame final é em Agosto de 2021 e quem concluir o curso com êxito recebe um diploma.

O primeiro Curso Nacional de Música Litúrgica realizou-se em Agosto de 1991 e até 2016 o SNL organizou mais quatro edições; a partir da 3.ª edição acrescentaram o curso de salmista.

“Face à aceitação que o curso teve desde a sua génese e ao serviço que tem prestado à Igreja, gostaríamos que não parasse e pudéssemos continuar a contribuir para a melhoria da música litúrgica que se pratica nas nossas igrejas”, realça o Secretariado Nacional da Liturgia.

 

 

LISBOA

 

EM COMUNHÃO COM

PAPA FRANCISCO

 

No final da sua carta aos diocesanos por ocasião do início do ano pastoral 2018-2019, em 1 de Setembro passado, o Cardeal Patriarca de Lisboa pediu “comunhão profunda e orante” com o Papa Francisco.

 

“Quero ainda pedir-vos, caríssimos diocesanos, comunhão profunda e orante com o Santo Padre, que com tanta coragem e lucidez guia a Igreja neste momento de purificação espiritual e prática. Estamos com o Papa Francisco, como ele está com Cristo e o Evangelho”.

Posteriormente, em Évora, no dia da tomada de posse do novo arcebispo D. Francisco Senra Coelho, no domingo 2 de Setembro, o Patriarca desenvolveu, a respeito dos abusos sexuais:

“É um grande mal que precisa de ser definitivamente debelado. O Papa Francisco merece todo o nosso apoio pela coragem com que tem vindo a fazê-lo, com que tem assumido a situação, que é a primeira base para depois se resolver”.

“Nós estamos com ele exactamente nesse caminho”, acrescentou.

D. Manuel Clemente fez notar que todas as notícias que foram conhecidas recentemente sobre abusos sexuais, “concretamente dos Estados Unidos da América”, referiram que desde “há uns 15, quase 20 anos, os casos têm sido mais reduzidos, e isso é que importa”.

“Sabemos que é um problema global porque na sociedade há muita coisa para resolver e muita dessa sociedade está na Igreja e os males, assim como os bens, vêm dessa mesma base”, referindo que precisam de ser resolvidos “na educação, nas famílias, nas escolas, nas pedagogias, na responsabilidade”, na atenção que se deve ter “a tudo e a todos”.

 


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