Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos

3ª Missa

2 de Novembro de 2018

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Dai a paz Senhor, M. Faria, NRMS 23

cf. Rom 8, 11

Antífona de entrada: Deus, que ressuscitou Jesus de entre os mortos, também dará a vida aos nossos corpos mortais pelo seu Espírito que habita em nós.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Jesus glorioso é promessa de vida. O destino do homem é a vida, e a procura de Deus é fonte de vida. Só um coração que procura Deus pela fidelidade e se esforça por evitar o pecado está no caminho da vida. A morte será vencida, pois «o Senhor destruirá a morte para sempre e enxugará as lágrimas de todos os rostos». O que busca Deus na vida, vive com Deus para sempre na morte.

Daí a necessidade de darmos um sentido ao momento mais dramático da existência: a morte.

Pensemos nas vezes que não fomos fiéis aos ensinamentos de Jesus e peçamos perdão ao Senhor.

 

Oração colecta: Senhor, que pela vitória do vosso Filho sobre a morte, O exaltastes no reino da glória, concedei aos nossos irmãos defuntos que, libertos desta vida mortal, possam contemplar-Vos para sempre como seu Criador e Redentor. Por Nosso Senhor...

 

 

Liturgia da Palavra

 

 

 

Primeira Leitura

 

Monição: A última palavra de Deus sobre a História não é o julgamento, mas a comunhão universal de todos os que seguem o projecto de Deus entre si e com o próprio Deus.

 

Isaías 25, 6a.7-9

6Sobre este monte, o Senhor do Universo há-de preparar para todos os povos um banquete de manjares suculentos, um banquete de vinhos deliciosos: comida de boa gordura, vinhos puríssimos. 7Sobre este monte, há-de tirar o véu que cobria todos os povos, o pano que envolvia todas as nações; 8destruirá a morte para sempre. O Senhor Deus enxugará as lágrimas de todas as faces e fará desaparecer da terra inteira o opróbrio que pesa sobre o seu povo. Porque o Senhor falou. 9Dir-se-á naquele dia: «Eis o nosso Deus, de quem esperávamos a salvação; é o Senhor, em quem pusemos a nossa confiança. Alegremo-nos e rejubilemos, porque nos salvou.

 

O texto é extraído do chamado Grande Apocalipse de Isaías (Is 24 – 27), uma colecção de oráculos escatológicos, cuja redacção actual é posterior ao exílio de Babilónia (Is 34 – 35 é o Pequeno Apocalipse). Isaías anuncia a salvação messiânica como extensiva a todos os povos e sob a imagem dum esplêndido banquete. Esta é a razão da escolha do texto, para introduzir a parábola do banquete nupcial do Evangelho de hoje. A tradição cristã viu nesta passagem a prefiguração do banquete eucarístico, as Bodas do Cordeiro (Apoc 19, 9).

 

 

Salmo Responsorial     Sl 22 (23), 1-3a.3b-4.5.6 (R. 1 ou 4a)

 

Monição: A imagem do pastor expressa a solicitude divina pelos justos que, junto de Deus, encontram rumo e forças para enfrentar as situações mais adversas.

 

Refrão:        O Senhor é meu pastor: nada me faltará.

 

Ou:               Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos,

                     nada temo, porque Vós estais comigo.

 

O Senhor é meu pastor: nada me falta.

Leva-me a descansar em verdes prados,

conduz-me às águas refrescantes

e reconforta a minha alma.

 

Ele me guia por sendas direitas por amor do seu nome.

Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos,

não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo:

o vosso cajado e o vosso báculo

me enchem de confiança.

 

Para mim preparais a mesa

à vista dos meus adversários

com óleo me perfumais a cabeça,

e o meu cálice transborda.

 

A bondade e a graça hão-de acompanhar-me

todos os dias da minha vida

e habitarei na casa do Senhor

para todo o sempre.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Jesus venceu a morte, entrou na vida de Deus, e conduzirá com Ele todos aqueles que, pelo Baptismo, estiverem vigilantes e unidos a Ele.

 

1 Tessalonicenses 4, 13-18

13Não queremos, irmãos, deixar-vos na ignorância a respeito dos defuntos, para não vos contristardes como os outros, que não têm esperança. 14Se acreditamos que Jesus morreu e ressuscitou, do mesmo modo, Deus levará com Jesus os que em Jesus tiverem morrido. 15Eis o que temos para vos dizer, segundo a palavra do Senhor: Nós, os vivos, os que ficarmos para a vinda do Senhor, não precederemos os que tiverem morrido. 16Ao sinal dado, à voz do Arcanjo e ao som da trombeta divina, o próprio Senhor descerá do Céu e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. 17Em seguida, nós, os vivos, os que tivermos ficado, seremos arrebatados juntamente com eles sobre as nuvens, para irmos ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. 18Consolai-vos uns aos outros com estas palavras.

 

Os cristãos de Tessalónica, tinham sido evangelizados pouco antes, na segunda viagem missionária de S. Paulo, provavelmente durante o Inverno de 50-51. Embora o Apóstolo não tenha podido permanecer ali por muito tempo (apenas 2 ou 3 meses) tornaram-se uma comunidade modelar (cf. 1 Tes 1, 7), mas a verdade é que  não estavam devidamente esclarecidos acerca da sorte dos seus defuntos surpreendidos pela morte antes da vinda gloriosa de Jesus. Julgavam que eles já não poderiam tomar parte no triunfo glorioso da segunda vinda do Senhor (a parusia), que julgavam estar para breve; era esta mais uma forte razão para andarem preocupados e tristes, segundo as notícias que Timóteo, enviado desde Atenas, lhe tinha trazido a Corinto (cf. 1 Tes 3, 1-2.6). 13.

S. Paulo, consciente das «deficiências da fé» dos tessalonicenses (cf. 3, 10), trata agora de os esclarecer na fé e de os consolar, escrevendo: «para vos não contristardes» (v. 13). Paulo garante-lhes que «Deus levará com Jesus os que tiverem morrido n’Ele» (v. 14), não estando excluídos de estar «para sempre com o Senhor» (v. 17). O Apóstolo apela para «uma palavra do Senhor», mas discute-se sobre qual a palavra a que se refere; uns pensam no discurso escatológico dos Sinópticos, outros numa revelação pessoal, outros nalguma palavra de Jesus das não consignadas nos Evangelhos (ágrapha)

15 «Nós os vivos, os que ficarmos». Pelo que sabemos doutros textos paulinos, S. Paulo não estava convencido de que havia de ficar para a parusia (cf. 1 Cor 15, 30-31; 2 Cor 1, 8-9; 4, 14; Filp 2, 17); quando muito, manifestaria uma vaga esperança de vir a ficar (BJ). O mais provável é que exprima na primeira pessoa do plural o que só dizia respeito a uma parte dos cristãos, sem se incluir nessa parte: é uma ficção literária a que os gramáticos dão o nome de enálage pessoal, e que S. Paulo usa mais vezes. «Não precederemos...», isto é, os que viverem na ocasião da 2.ª vinda de Jesus não levarão vantagem aos que já morreram, pois então estes, «os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro» e os que então viverem, «os que tivermos ficado seremos arrebatados», na linguagem mais clara de 1 Cor 15, 51-53, «serão transformados», isto é, glorificados.

A linguagem com que S. Paulo se exprime é simbólica, por isso não se deve tomar à letra; era corrente na literatura apocalíptica judaica, utilizada para exprimir uma realidade misteriosa e transcendente, uma intervenção certa e portentosa de Deus; assim é o caso de: «a voz do arcanjo», «a trombeta divina», «as nuvens e o Senhor nos ares (cf. Dan 7, 13). Por outro lado, S. Paulo utiliza a mesma linguagem do mundo helenístico para as visitas festivas[1], a vinda duma personagem importante, chamada parousia, a que correspondia a jubilosa saída dos cidadãos ao seu encontro, chamada anástasis. Ora sucede que nesta passagem paulina ocorrem ao mesmo tempo os dois vocábulos, pois, «para irmos ao encontro do Senhor» diz-se: eis anástasin tou Kyriou.

O importante é que todos, tanto os que vivem como os que morreram, «estaremos sempre com o Senhor»; esta é a certeza da fé capaz de consolar aqueles fiéis e a nós também.

 

 

 

Aclamação ao Evangelho          Jo 6, 51-58

 

Monição: Jesus é o Filho de Deus que Se encarnou para viver em favor dos homens. O compromisso com Jesus exige que cada homem se identifique com Ele gastando a vida por amor em favor dos outros.

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação – 1,F. Silva, NRMS 50-51

 

Eu sou o pão vivo que desceu do Céu

quem comer deste pão viverá eternamente.

 

 

Evangelho

 

São João 6, 37-40

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 37«Todos aqueles que o Pai Me dá virão a Mim e àqueles que vêm a Mim não os rejeitarei, 38porque desci do Céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade d’Aquele que Me enviou. 39E a vontade d’Aquele que Me enviou é esta: que Eu não perca nenhum dos que Ele Me deu, mas os ressuscite no último dia. 40De facto, é esta a vontade de meu Pai: que todo aquele que vê o Filho e acredita n’Ele tenha a vida eterna; e Eu o ressuscitarei no último dia».

 

As palavras do Senhor são solenes, como se pode ver pela repetição dos vv. 37.39.40, palavras que enchem de esperança todos os fiéis, ou seja, aqueles que, movidos pela graça de Deus – «tudo o que o Pai me dá» vêm a Jesus pela fé na sua palavra e nas suas obras - «virá a Mim». A fé em Jesus leva à «vida eterna» e à «ressurreição no último dia», isto é, no fim dos tempos.

 

Sugestões para a homilia

 

A promessa de um banquete de alegria e felicidade

Se comermos o Pão do Céu que não perece

 

A promessa de um banquete de alegria e felicidade

 

Ao lermos a Bíblia, muitas vezes encontramos passagens que nos falam de pessoas que comem e bebem. Causa estranheza que se tenha transformado a religião em algo triste, quando a Bíblia fala sempre de festas!

Na primeira leitura que ouvimos, tirada do livro de Isaías, ouvimos ler: «O Senhor do Universo há-de preparar para todos os povos um banquete» […], porque «O Senhor destruirá a morte para sempre e enxugará as lágrimas de todos os rostos».

Não se trata aqui da morte física, mas de tudo aquilo que no homem é morte e derrota: uma vida sem sentido e sem ideais, o fracasso, a dor, a fome, a doença, a marginalização. Tudo o que não é «vida» será eliminado.

Todos os povos da terra, sem qualquer exclusão sentar-se-ão à mesma mesa do Reino, anuncia o profeta como promessa de Deus, e será um tempo de alegria e felicidade.

O profeta está a falar claramente dos tempos messiânicos.

Com a vinda do Messias, Jesus Cristo, todas as situações de «morte» serão transformadas. Será a festa, o banquete do Reino, onde haverá só alegria e felicidade pela assimilação do Pão Vivo descido do Céu.

 

Se comermos o Pão do Céu que não perece

 

Nesse banquete, diz-nos o Evangelho, Jesus convida-nos a procurar o alimento que não perece, mas que dura para a vida eterna. O Pão do Céu é, antes de mais, a palavra de Deus, a mensagem do Pai que Jesus veio trazer ao mundo. Esta Palavra é para os homens verdadeiro Pão da Vida. As outras palavras contrárias às suas podem parecer doces e agradáveis, mas de facto trazem sempre e somente a infelicidade e a morte.

Não é uma Palavra que fica apenas escrita num livro, é Palavra de Vida. Para que se transforme em vida, deve encarnar nas pessoas, deve tornar-se concreta, visível. A encarnação perfeita desta Palavra é Jesus.

O que acontece quando nós comemos o pão material? Este alimento é assimilado, torna-se parte de nós mesmos, transforma-se na nossa própria carne.

Jesus diz que o Pão é Ele mesmo. É a Sua pessoa que deve ser comida, que deve ser assimilada. É a sua existência doada em favor dos homens, que se deve tornar a nossa. Comungar o corpo de Cristo quer dizer identificar-se com Ele. Significa oferecer-Lhe a nossa pessoa, para que Ele possa continuar a viver, a sofrer, a doar-Se aos outros e a ressuscitar em nós.

Após a comunhão, quem nos vê fora da igreja, em casa, no campo, na fábrica, no trabalho, quem analisa as nossas acções, quem contempla o nosso semblante, o nosso olhar e o nosso sorriso deveria sempre reconhecer em nós Jesus, que continua a amar, a agir, a falar, a ensinar, a sorrir…

Só quando nos mantemos nesta disposição de nos deixarmos transformar na pessoa de Jesus, podemos realmente afirmar que toda a nossa vida está iluminada pela Eucaristia. O processo é muito lento, é composto de sucessos e fracassos, mas a humilde escuta da Palavra e a comunhão do Corpo de Cristo, que nos é oferecido em alimento, conseguem completar este milagre que nos ajudarão a participar no banquete celeste que nos está preparado desde toda a eternidade.  

 

 

Oração Universal

 

Irmãos e irmãs:

Oremos a Nosso Senhor Jesus Cristo, fonte de Vida,

por todos os fiéis vivos e defuntos,

dizendo com fé e humildade:

 

Senhor dos vivos e dos mortos, ouvi a nossa oração.

 

1.     Por todos os fiéis defuntos,

para que Deus todo misericordioso

os acolha no Seu Reino,

oremos, irmãos.

 

2.     Por todos os que choram a morte

de alguém a quem amavam,

oremos, irmãos       

 

3.     Por todos os doentes que mais sofrem

e por todos aqueles que estão a morrer neste momento,

oremos, irmãos.

 

4.     Por todos aqueles que levam o Pão do Céu

aos doentes e os confortam no seu sofrimento,

oremos, irmãos.

 

5.     Por todos os que se alimentam

durante a vida do Corpo do Senhor

e se identificam com Ele através do seu testemunho cristão,

oremos, irmãos.

 

6.     Por todos nós aqui presentes

para que, durante a nossa vida neste mundo que passa,

aspiremos à imortalidade prometida,

e, pela fé, esperança e caridade, saboreemos desde já

as alegrias do vosso reino,

oremos, irmãos.

 

Senhor,

nosso Deus misericordioso,

Senhor dos vivos e dos mortos,

pela vossa clemência infinita

concedei àqueles por quem oramos, vivos e defuntos,

o perdão dos seus pecados e a vida eterna.

Por Cristo, Senhor nosso.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Para vós, Senhor, B. Salgado, NRMS 4 (I)

 

Oração sobre as oblatas: Recebei benignamente, Senhor, esta oblação em favor de todos os vossos fiéis que adormeceram em Cristo e fazei que, libertos dos laços da morte, por este sacrifício de salvação mereçam entrar na vida eterna. Por Nosso Senhor...

 

Prefácio dos Defuntos: p. 509 [652-764] e pp. 510-513

 

Santo: Santo IV, H. Faria, NRMS 103-104

 

Monição da Comunhão

 

Comungar o corpo de Cristo quer dizer identificar-se com Ele. Significa oferecer-Lhe a nossa pessoa, para que Ele possa continuar a viver, a sofrer, a doar-Se aos outros e a ressuscitar em nós.

 

Acção de graças

 

Levanta o olhar para lá das nuvens

Da tristeza, da saudade e solidão…

Verás que aquele que amas, continua teu

porque está vivo!...

Adormeceu…

 

Rasga o nevoeiro denso da amargura

Com os faróis da Fé e da Esperança,

E verás que aquele que amas, continua teu,

Porque está vivo!...

Adormeceu…

 

E quando, um dia transpuseres a morte

na tua caminhada para os céus,

reencontrarás aquele que partiu e amas

eternamente vivo

no coração de Deus…

 

Cântico da Comunhão: Senhor, nada somos sem Ti, F. Silva, NRMS 84

Filip 3, 20-21

Antífona da Comunhão: Esperamos o nosso Salvador, Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo mortal à imagem do seu Corpo glorioso.

 

Oração depois da Comunhão: Derramai, Senhor, a abundância da vossa misericórdia sobre os nossos irmãos defuntos, pelos quais Vos oferecemos este sacrifício; Vós que lhes destes a graça do Baptismo, dai-lhes a plenitude da alegria eterna. Por Nosso Senhor.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

O termos participado nesta celebração eucarística deve acender em nós o desejo de seguir a Palavra de Jesus e agir coerentemente de harmonia com essa Palavra. Como escutamos na homilia esse processo é muito lento, composto de sucessos e fracassos, mas a humilde escuta da Palavra e a comunhão do Corpo de Cristo, que nos é oferecido em alimento, conseguem completar este milagre que nos ajudarão a participar no banquete celeste que nos está preparado desde toda a eternidade.

 

Cântico final: Vós sois o caminho, J. Santos, NRMS 42

 

 

Homilia FeriaL

 

Sábado, 3-XI: É a morte um lucro?

Flp, 18-26 / Lc 14, 1. 7-11

É que para mim, viver é Cristo e morrer um lucro.

Antes de mais, a morte de Cristo é um lucro para nós: «este sacrifício é tão decisivo para a salvação do género humano que Jesus o realizou e só voltou para o Pai, depois de nos ter deixado o meio para dele participarmos (a Missa)» (João Paulo II).

Se temos fé, a nossa própria morte é um lucro, porque ela é a chave que nos abre a porta do reino dos Céus. Sigamos o conselho do Senhor: «pois, todo aquele que se eleva será humilhado, e o que se humilha será exaltado» (Ev.). Ao participarmos na Missa, procuremos ter as mesmas disposições de Nª Senhora no Calvário (Sto Cura de Ars).

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         António Elísio Portela

Nota Exegética:                     Geraldo Morujão

Homilia Ferial:                      Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 



[1]              Assim pensa L. Cerfaux, Le Christ dans la théologie de Saint Paul, Paris, Cerf, 21954, pp. 29-34. J. Dupont pensa antes na analogia Ex 19, 17 – o encontro do povo com Yahwéh –, mas o termo grego usado pelos LXX é outro.


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