Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos

1ª Missa

2 de Novembro de 2018

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Felizes os mortos, F. dos Santos, NRMS 19-20

cf. 1 Tess 4, 14; 1 Cor 15, 22

Antífona de entrada: Assim como Jesus morreu e ressuscitou, também aos que morrem em Jesus, Deus os levará com Ele à sua glória. Se em Adão todos morreram, em Cristo todos voltarão à vida.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

O Dia dos Fiéis Defuntos, que hoje celebramos, complementa o Dia de Todos os Santos que ontem comemorámos. Os fiéis defuntos são irmãos nossos que partilharam connosco as aventuras da vida e se encontram às portas da bem-aventurança sujeitos ainda à purificação das imperfeições contraídas neste mundo. Eles são queridos de Deus e têm a garantia da entrada no Céu. Ao recordá-los com saudade oferecemos actos de piedade em seu sufrágio.

É este dever de caridade e justiça que queremos elevar a Deus com as nossas orações.

 

Acto penitencial

 

No nosso quotidiano muitas vezes ofendemos a Deus por maus pensamentos, desejos, acções ou omissões. Talvez não o tenhamos amado com todo o nosso coração e com todas as nossas forças. Por isso, pensemos um pouco em silêncio nesses momentos e peçamos perdão ao Senhor.

Confessemos os nossos pecados.

 

Oração colecta: Deus, Pai de misericórdia, escutai benignamente as nossas orações, para que, ao confessarmos a fé na ressurreição do vosso Filho, se confirme em nós a esperança da ressurreição dos vossos servos. Por Nosso Senhor...

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Job sabe que é inocente apesar de todos os outros o considerarem pecador. Bem gostaria que as suas palavras fossem gravadas em matéria durável, pois tem a certeza de que o seu redentor está vivo e intervirá a seu tempo em sua defesa, fazendo-lhe justiça.

 

Job 19, 1.23-27a

1Job tomou a palavra e disse: 23«Quem dera que as minhas palavras fossem escritas num livro, ou gravadas em bronze 24com estilete de ferro, ou esculpidas em pedra para sempre! 25Eu sei que o meu Redentor está vivo e no último dia Se levantará sobre a terra. 26Revestido da minha pele, estarei de pé na minha carne verei a Deus. 27aEu próprio O verei, meus olhos O hão-de contemplar».

 

Este pequeno trecho é um dos mais citados pela tradição cristã; corresponde à resposta de Job às acusações dos seus amigos; é um hino de esperança e confiança em Deus no meio do seu atroz sofrimento, um hino que fica bem realçado, ao dizer: «palavras escritas… esculpidas em pedra para sempre».

25 «E no último dia Se levantará sobre a terra». Esta última reformulação da tradução litúrgica – que antes já tinha abandonado o texto latino da Vulgata («Et in novíssimo die de terra surrecturus sum») para se cingir ao texto hebraico massorético – parece ter querido recuperar um sentido escatológico (o da ressurreição final), ao não ter o adjectivo «último» referido a Deus, mas sim a «dia»(um substantivo que não aparece no hebraico, mas que a Vulgata pressupôs). No entanto, o verbo «Se levantará» (que em S. Jerónimo se traduz pela 1ª pessoa, referindo-o a Job) segue o texto hebraico.

26 «Na minha carne verei a Deus». O texto massorético significa que, ainda nesta vida (com a minha carne já curada) hei-de sentir a sua protecção, o seu amor e bondade (é este o sentido corrente no A. T. de «ver a Deus»). A verdade é que a nova tradução litúrgica, baseada na pauta da Neovulgata, quis manter o sentido escatológico do texto, de acordo com o antigo uso do texto na Liturgia dos defuntos. De facto, quando o justo que sofre (Job) haverá de ver plenamente a Deus com a sua carne, será na Ressurreição (ainda que a doutrina da ressurreição não apareça no livro de Job e seja algo ao arrepio desta obra). A Vulgata de S. Jerónimo tinha uma tradução que hoje nenhum crítico segue: «Eu sei que o meu Redentor vive e que no último dia eu hei-de ressuscitar da terra e serei novamente revestido da minha pele e com a minha própria carne verei o meu Deus». A verdade, porém, é que estamos diante duma passagem que oferece bastantes dificuldades para a reconstituição do texto original e a Nova Vulgata optou por um texto aberto a um sentido escatológico, semelhante ao da tradução litúrgica que temos.

 

Salmo Responsorial     Sl 26 (27), 1.4.7 e 8b e 9a.13-14 (R. 1a ou 13)

 

Monição: A confiança em Deus e no Seu projecto cria força e coragem para enfrentar as mais difíceis situações. Assim proclamamos no salmo que iremos recitar.

 

Refrão:        Espero contemplar a bondade do Senhor

                     na terra dos vivos.

 

Ou:               O Senhor é a minha luz e a minha salvação.

 

O Senhor é minha luz e salvação:

a quem hei-de temer?

O Senhor é o protector da minha vida:

de quem hei-de ter medo?

 

Uma coisa peço ao Senhor, por ela anseio:

habitar na casa do Senhor todos os dias da minha vida,

para gozar da suavidade do Senhor

e visitar o seu santuário.

 

Ouvi, Senhor, a voz da minha súplica,

tende compaixão de mim e atendei-me.

A vossa face, Senhor, eu procuro:

não escondais de mim o vosso rosto.

 

Espero vir a contemplar a bondade do Senhor

na terra dos vivos.

Confia no Senhor, sê forte.

Tem coragem e confia no Senhor.

 

Segunda Leitura

 

Monição: S. Paulo evoca os conflitos e as aflições por que passou, mas não perde a coragem. E, embora o seu corpo se vá desgastando, a sua coragem interior vai-se reforçando dia a dia com a fé firme na vida eterna.

 

2 Coríntios 4, 14-18 – 5, 1

14Como sabemos, irmãos, Aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos há-de ressuscitar com Jesus e nos levará convosco para junto d’Ele. 15Tudo isto é por vossa causa, para que uma graça mais abundante multiplique as acções de graças de um maior número de cristãos para glória de Deus. 16Por isso, não desanimamos. Ainda que em nós o homem exterior se vá arruinando, o homem interior vai-se renovando de dia para dia. 17Porque a ligeira aflição dum momento prepara-nos, para além de toda e qualquer medida, um peso eterno de glória. 18Não olhamos para as coisas visíveis, olhamos para as invisíveis: as coisas visíveis são passageiras, ao passo que as invisíveis são eternas. 5, 1Bem sabemos que, se esta tenda, que é a nossa morada terrestre, for desfeita, recebemos nos Céus uma habitação eterna, que é obra de Deus e não é feita pela mão dos homens.

 

A leitura é de uma grande riqueza doutrinal e projecta a luz da fé sobre o mistério da morte, um mistério a que ninguém pode fechar os olhos, sobretudo na comemoração do dia de hoje. A esperança da ressurreição e da glória do Céu, que animava o Apóstolo Paulo, é a mesma que nos anima a nós.

16 «Ainda que em nós o homem exterior se vá arruinando, o homem interior vai-se renovando de dia para dia». A antítese «homem exterior» «homem interior» visa a oposta dualidade da antropologia teológica paulina, mais do que a dualidade da antropologia filosófica grega, embora sem prescindir dela. O homem exterior é o ser humano considerado na sua mortalidade, votado à ruína e decomposição física (cf. v. 7: um frágil «vaso de barro»), em contraste com o homem interior, que aqui, mais do que a imortalidade da filosofia grega (a athanasía: cf. 1 Cor 15, 53-54; 1 Tim 6, 16), parece indicar a vitalidade sobrenatural imperecível infundida no Baptismo, um princípio de santificação que possibilita que o homem regenerado se vá renovando de dia para dia, identificando-se cada vez mais com Cristo ressuscitado. A vida dos santos demonstra esta afirmação paulina: à medida que os seus corpos se vão consumindo por sofrimentos e penitências corporais, renova-se a sua juventude de alma, a sua alegria. A propósito destas noções, temos que reconhecer que Paulo não utiliza nos seus escritos um modelo antropológico único; com efeito, embora a sua formação seja radicalmente hebraica, ele, ao dirigir-se ao mundo helenístico, também se serve de categorias do pensamento filosófico grego corrente. Daqui provém, às vezes, alguma dificuldade de interpretação dos seus textos, cuja antropologia não se pode absolutizar.

5, 1 «Tenda... morada terrestre...» Tenda (skênos), designa no mundo grego o corpo, como invólucro da alma, uma alusão ao carácter provisório da nossa morada terrestre, em contraposição com o corpo já ressuscitado e glorioso, à maneiro do de Cristo. Que Paulo admite uma escatologia individual e intermédia, distinta da ressurreição final, é uma coisa que fica bem clara neste mesmo capítulo 5 da 2ª aos Coríntios «preferimos exilar-nos do corpo para ir morar junto de Cristo» (cf. Declaração da Congregação para a Doutrina da Fé em 17-5-79; ver texto em CL, ano C (1979-80), n.º 11/12, pp. 1698-1700).

 

Aclamação ao Evangelho          Mt 11, 25

 

Monição: Os sábios e os inteligentes não são capazes de perceber a presença do Reino revelada por Jesus. Apenas os pobres e os desfavorecidos conseguem penetrar o sentido da actividade de Jesus e continuá-la.

 

Aleluia

 

Cântico: M. Faria, NRMS 16

 

Bendito sejais, ó Pai, Senhor do céu e da terra,

porque revelastes aos pequeninos os mistérios do reino.

 

 

Evangelho

 

São Mateus 11, 25-30

25Naquele tempo, Jesus exclamou: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. 26Sim, Pai, Eu Te bendigo, porque assim foi do teu agrado. 27Tudo Me foi dado por meu Pai. Ninguém conhece o Filho senão o Pai e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. 28Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. 29Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. 30Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve».

 

O trecho da leitura é considerado como a jóia dos Sinópticos, com uma impressionante revelação do Coração de Cristo, sendo os vv. 25-27 uma das mais belas orações de Jesus, também registada em Lucas (Lc 10, 21-24).

25 «Sábios e inteligentes» (prudentes) são os sábios orgulhosos, que confiam apenas na sua sabedoria, auto-suficientes, julgam poder salvar-se com os seus próprios recursos de inteligência e poder. Os «pequeninos» são os humildes, abertos à fé, capazes de visão sobrenatural. A revelação divina só pode ser aceite e captada pela fé: uma ciência soberba impede de aceitar a loucura divina da Cruz (cf. 1 Cor 1, 19-31); os pequeninos são, pois aqueles «que o mundo considera vil e desprezível», mas «que Deus escolheu; escolheu os que nada são, para reduzir a nada aqueles que são alguma coisa» (ibid. v. 28).

27 Jesus reivindica para si um conhecimento do Pai (Deus) perfeitamente idêntico ao conhecimento que o Pai tem do Filho (Jesus), e isto porque Ele, e só Ele, é o Filho, igual ao Pai, Deus com o Pai.

28-30 Palavras estas maravilhosas, que nos patenteiam os sentimentos do Coração de Cristo. O povo andava «cansado e oprimido» com as minuciosas exigências da lei antiga – que o Sirácida (51, 33) apodava de «jugo» – e das tradições que os fariseus e doutores da lei impunham com todo o rigorismo do seu frio e insuportável legalismo, que oprimia a liberdade interior e roubava a paz ao coração (cf. Act 15, 10). Jesus não nos dispensa de levar o seu «jugo» e a sua «carga», mas não quer que nos oprima, pois deseja que O sigamos por amor, e, «para quem ama, é suave; pesado, só para quem não ama» (Santo Agostinho, Sermão 30, 10). O mesmo Santo Agostinho comenta esta passagem: «qualquer outra carga te oprime e te incomoda, mas a carga de Cristo alivia-te do peso. Qualquer outra carga tem peso, mas a de Cristo tem asas. Se a uma ave lhe tirares as asas, parece que a alivias do peso, mas, quanto mais lhas tirares, mais esta pesa; restitui-lhe o peso das suas asas, e verás como voa» (Sermão 126, 12).

 

 

(N. B. — Há outras possibilidades de leituras para a 2ª e a 3ª Missa)

 

Sugestões para a homilia

 

Os homens são peregrinos no caminho para Deus

A morte não é uma fatalidade

Jesus, solidário com os pobres e humildes

 

Os homens são peregrinos no caminho para Deus

 

A liturgia cristã pelos defuntos é uma celebração do mistério pascal de Cristo.
Os santos e os defuntos, todos são chamados à vida, aqueles já gozam dessa vida em Deus. Os mortos ao recordá-los, acreditamos que graças aos sufrágios da Igreja venham a possuir igualmente a plenitude da vida. Os filhos da Igreja que na vida foram incorporados em Cristo pelo Baptismo, com Ele passam da morte à vida.

É este o sentido dos nossos sufrágios que de um modo especial fazemos neste dia. Que os mortos sejam associados aos santos e eleitos do céu, enquanto o corpo aguarda a ressurreição dos mortos.

É esta a nossa fé. Jesus glorioso é promessa de vida. O homem é um peregrino neste mundo mas o seu destino é a vida, e a procura de Deus é fonte de vida. Só um coração que procura Deus pela fidelidade e se esforça por evitar o pecado está no caminho da vida.

A morte não é uma fatalidade na realidade deste mundo.

 

A morte não é uma fatalidade

 

Ouvimos na segunda leitura que S. Paulo se encontrava desanimado com a diminuição do vigor do seu corpo mortal. A este enfraquecimento físico não correspondia um enfraquecimento interior. Pelo contrário. Todos os dias verificava em si o crescimento do homem novo destinado a permanecer para sempre. Daí que convide os seus contemporâneos - convite que hoje nos é dirigido a cada um de nós - a não darem tanta importância aos bens deste mundo que são perecíveis e que não nos acompanharão para além desta vida. Temos, é certo, de lhes atribuir o seu justo valor. Mas tais bens não podem constituir para nós o único objectivo da nossa existência. Devemos servir-nos deles para viver, sabendo todavia que a nossa vida não é definitiva, mas que tem um princípio e um fim.

A sabedoria consistirá em programar o presente sabendo que ele é a gestação que prepara o nascimento para a vida eterna, segundo a promessa de Jesus. E, como escutamos no Evangelho, Jesus «manso e humilde», isto é, solidário com os pobres e oprimidos, alegra-se por ter sido a eles que o Pai revelou a mensagem de salvação.

 

Jesus solidário com os pobres e humildes

 

Os pobres, os humildes, os marginalizados foram os primeiros a aceitar a sua palavra de libertação e, por isso, os destinatários da sua salvação. Os sábios, os ricos, os felizes, os que estão tranquilos, porque pensam conhecer e ter já tudo, não sentem a necessidade de Deus, esses não desfrutarão da sua salvação.

Com frequência, o Deus que sai das cabeças dos sábios e dos inteligentes é apenas um ídolo, não tem semelhança com o Pai de quem nos fala o Evangelho, o Pai que ama sem restrições e que tem preferência pelos últimos. Se não conseguirmos entender isto, também nós estaremos entre os «sábios» e os «inteligentes», sem condições de «conhecer» a verdadeira face de Deus.

«Aprendei de Mim que sou manso e humilde de coração», diz Jesus. Não sigais os mestres que se fazem senhores das vossas consciências, que vos anunciam um Deus que não gosta dos pobres e vos ensinam uma religião que tira a alegria com exigências mesquinhas e absurdas. Jesus diz a todos os pobres da terra: escutai-Me, acreditai em Mim, porque eu estou do vosso lado, sou alguém como vós, também Eu sou pobre e rejeitado!

Por isso, devemos interrogar-nos: Qual é o Deus em quem acreditamos, o dos «sábios» ou o que nos foi revelado por Jesus, o Deus que está do lado dos pobres e dos marginalizados?

 

 

Oração Universal

 

Irmãos e irmãs:

Deus, nosso Pai, é Senhor da vida e da morte.

Peçamos-Lhe com toda a confiança que dê o descanso eterno

a todos os fiéis defuntos e que conceda a paz

aos que os choram com saudade,

dizendo humildemente:

 

Ouvi-nos, Senhor dos vivos e dos mortos.

 

1.     Pelo Santo Padre, o Papa (N),

pelos Bispos, Presbíteros e Diáconos,

para que ajudem os fiéis a compreender

que são peregrinos nesta terra

caminhando ao encontro de Deus, Pai de misericórdia,

oremos, irmãos.

 

2.     Por todos os que se sentem fragilizados no corpo,

para que, como S. Paulo, se sintam fortalecidos no espírito,

oremos, irmãos.

 

3.     Por todos nós para que saibamos programar o presente

estando conscientes que ele é a gestação

que prepara o nascimento para a vida eterna,

oremos, irmãos.

 

4.     Por todos aqueles que se dedicaram à vida pública e social

e por todos quantos lutaram pela justiça e fraternidade,

para que o Senhor os recompense de todos os seus trabalhos,

oremos, irmãos.

 

5.     Por todos nós aqui presentes,

que sufragamos todos aqueles que nos foram mais chegados,

para que sejamos consolados com a promessa da imortalidade,

oremos, irmãos.

 

6.     Por todos aqueles que morreram sem o conforto da oração cristã,

para que o Senhor todo misericordioso

os acolha no seu seio,

oremos, irmãos.

   

Senhor,

nosso Deus e Pai misericordioso,

ouvi as nossas preces e ajudai-nos a sermos, como Jesus,

mansos e humildes de coração,

a fim de podermos alcançar a salvação eterna.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo vosso Filho,

que é Deus conVosco, na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Queremos ver transformados, Az. Oliveira, NMRS 17

 

Oração sobre as oblatas: Aceitai com bondade, Senhor, as nossas ofertas e fazei que os vossos fiéis defuntos sejam recebidos na glória do vosso Filho, a quem nos unimos neste sacramento de amor. Por Nosso Senhor...

 

Prefácio dos Defuntos: p. 509 [652-764] e pp. 510-513

 

Santo: Az. Oliveira, NRMS 8 (II)

 

Monição da Comunhão

 

Que a recepção do Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, que vamos receber, nos ajude a programar o presente com toda a sabedoria sabendo que ele é a gestação que prepara o nascimento para a vida eterna.

 

Cântico da Comunhão: Felizes os convidados, M. Luis, NRMS 4

Jo 11, 25-26

Antífona da Comunhão: Eu sou a ressurreição e a vida, diz o Senhor. Quem crê em Mim, ainda que tenha morrido, viverá. Quem vive e crê em Mim viverá para sempre.

 

Oração depois da Comunhão: Concedei, Senhor, que os vossos servos defuntos por quem celebrámos o mistério pascal, sejam conduzidos à vossa morada de luz e de paz. Por Nosso Senhor...

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Que a participação nesta eucaristia de sufrágio, por todos os nossos familiares e amigos já falecidos, nos faça compreender que esta vida é breve e nos ajude a saber orientá-la na preparação da vida futura que não tem fim.

 

Cântico final: Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno, B. Salgado, NRMS 19-20

 

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         António Elísio Portela

Nota Exegética:                     Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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