nossa senhora do carmo

16 de Julho de 2018

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Ditosa Virgem, Cheia de Graça, J. Santos, NRMS 75

Sedúlio

Antífona de entrada: Salvé, Santa Mãe, que destes à luz o Rei do céu e da terra.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

A Igreja celebra neste dia a memoria de Nossa Senhora do Carmo, e louva à Santíssima Trindade pelo amor maternal que nos é dispensado por meio de Maria. Uma manifestação desse amor são as promessas que a Mãe de Deus quis ligar à imposição do escapulário da Ordem do Carmo. Louvemos a Deus e à Virgem Santíssima pela sua Misericórdia e confessemos as nossas faltas.

 

Ato penitencial

 

Oração colecta: Venha em nossa ajuda, Senhor, a poderosa intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, para que, protegidos pelo seu auxílio, cheguemos ao verdadeiro monte da salvação, Jesus Cristo Nosso Senhor, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O profeta Zacarias anima ao Povo de Deus no regresso do exílio recordando que Deus está junto deles com o seu poder e a sua fidelidade. São palavras também dirigidas a nós. Nunca as esqueçamos, especialmente nos momentos de maior dificuldade.

 

Zacarias 2, 14-17

 

Exulta e alegra-te, filha de Sião, porque Eu venho habitar no meio de ti – oráculo do Senhor. Nesse dia, muitas nações hão-de aderir ao Senhor elas serão o meu povo

e Eu habitarei no meio de ti. Então reconhecerás que o Senhor do Universo me enviou a ti. O Senhor voltará a possuir Judá, como sua herança na terra santa, e Jerusalém será de novo a cidade escolhida. Cale-se toda a criatura diante do Senhor, porque Ele Se levantou da sua santa morada.

 

A Assíria («o pais do Setentrião») e Babilónia são o exílio de que Deus liberta o seu povo. Este exílio material simboliza a situação de afastamento de Deus (pecado e suas consequências, como o Purgatório) de que a Mãe de Deus nos livra, pelo poder de Deus.

É fácil de descobrir a «acomodação» litúrgica, que ultrapassa o sentido propriamente bíblico.

 

 

Salmo Responsorial    Lc 1, 46-47.48-49.50-51.52-53.54-55

 

Monição: Glorifiquemos, o Senhor, com Maria Santíssima, pela sua Bondade e Misericórdia para connosco.

 

Refrão:        Bendita sejais, ó Virgem Maria,

                     que trouxestes em vosso ventre o Filho do eterno Pai.

 

Ou:               Aleluia.                                            

 

A minha alma glorifica o Senhor,

e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador.

 

Porque pôs os olhos na humildade da sua serva,

de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações.

O todo-poderoso fez em mim maravilhas:

Santo é o seu nome.

 

A sua misericórdia se estende de geração em geração

sobre aqueles que O temem.

Manifestou o poder do seu braço

e dispersou os soberbos.

 

Derrubou os poderosos de seus tronos

e exaltou os humildes.

Encheu de bens os famintos

e aos ricos despediu de mãos vazias.

 

Acolheu Israel, seu servo,

lembrado da sua misericórdia,

como tinha prometido a nossos pais,

a Abrão e à sua descendência para sempre.

 

Aclamação ao Evangelho

 

Monição: Procuremos o Senhor como a Sua Santíssima Mãe, na Palavra do Evangelho e na Sagrada Eucaristia.

 

Aleluia

 

Felizes os que ouvem a palavra de Deus

e a põem em prática.

 

Cântico: F. da Silva, NRMS 35

 

 

Evangelho

 

São Mateus 12, 46-50

46Naquele tempo, enquanto Jesus estava a falar à multidão, chegaram sua Mãe e seus irmãos. Ficaram do lado de fora e queriam falar-Lhe. 47Alguém Lhe disse: «Tua Mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar contigo». 48Mas Jesus respondeu a quem O avisou: «Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?». 49E apontando para os discípulos, disse: «Estes são a minha mãe e os meus irmãos: 50todo aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos Céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe».

 

46 «Seus Irmãos». Cf. Mt 13, 55-56 onde se nomeiam Tiago, José, Simão e Judas; os dois primeiros eram filhos de uma mulher chamada Maria, distinta da SS.ma Virgem (Mt 27, 56). Não é admissível que os «irmãos» de Jesus fossem filhos de Nossa Senhora, pois a Igreja sempre defendeu a sua perpétua virgindade. Também não é provável que fossem filhos de S. José. O uso da palavra «irmão» entre os semitas, cujo vocabulário era pobre e reduzido, indicava não apenas os irmãos de sangue, mas também outros graus de parentesco e até todos aqueles que pertenciam à mesma família, clã ou tribo (cf. Gn 13, 8; 14, 14.16; 29, 15; Tb 7, 9-11).

48-50 Na passagem não está em causa o amor de Jesus a sua Mãe. Jesus ensina, desta maneira, que os laços espirituais que nos unem a Deus são superiores e têm direitos e exigências mais urgentes que os laços de sangue (cf. Lc 8, 19). Poderíamos dizer que Jesus ama sua Mãe mais do que pelos vínculos de sangue, pelos da graça; mas a própria maternidade de Maria já é uma graça, a maior de todas e a fonte de todas.

 

Sugestões para a homilia

 

1.     A proteção maternal de Nossa Senhora

2.     O escapulário e a “vontade do Pai que está nos Céus”

 

1.     A proteção maternal de Nossa Senhora

 A inteira História da Salvação é a História do Amor misericordioso de Deus para com os seus filhos. O profeta Zacarias, na primeira leitura de hoje, anima os judeus recém-chegados da deportação de Babilónia com o desejo de reiniciar a sua vida em Jerusalém. Eram muitas as dificuldades que se lhes deparavam para poder reconstruir o templo, adaptar-se à nova vida e restaurar a cidade. Deus quis acender os corações dos seus filhos na esperança, e lhes promete que Ele habitará no meio do seu povo e que muitas nações hão de aderir ao Senhor. São palavras dirigidas a consolar e alegrar, o Povo eleito, perante as dificuldades de aqueles momentos, mas que apontam ao tempo messiânico da Nova Aliança. O texto de Zacarias cumpre-se em plenitude no novo Povo de Deus.

 Deus nunca abandona os seus filhos, e o seu Amor providente nos envolve com múltiplas expressões. Mas desde que as palavras iniciais de esta leitura, “Exulta e alegra-te filha de Sião”, foram pronunciadas, de novo, por S. Gabriel, Deus determinou que o seu Amor, a sua Graça, cheguem ate nos por Maria. Passados mais de quinhentos anos do anúncio de Zacarias, aquando da reconstrução do templo, a “filha de Sião” que será a Mãe do Redentor, escuta o anúncio que a irá tornar Mãe de Cristo e Nossa Mãe.

 A presença maternal de Nossa Senhora junto dos seus filhos, é a expressão permanente do Amor com que Deus cuida da sua Igreja. Mas, por vezes, esse Amor adquire manifestações extraordinárias como são determinadas intervenções e aparições, que a Igreja aprovou como revelações privadas.

 A festa que celebramos hoje prende-se com uma de essas manifestações da Mãe de Deus. Temos de recuar no tempo até o ano de 1251. A História conta que precisamente no dia 16 de Júlio, o Superior Geral da Ordem dos Carmelitas, S. Simão Stock, orava pedindo à Nossa Senhora que não desamparasse a sua Ordem. Nessa altura eram muitas as dificuldades e provações que se abatiam sobre eles, e Simão sabia bem que o caminho para as superar era Aquela a quem a comunidade estava consagrada. A Virgem Santíssima lhe apareceu, em quanto orava, no convento de Cambridge, trazendo nas mãos o Escapulário (peça que forma parte do hábito) carmelita. Com ternura maternal lhe dirigiu as seguintes palavras: “Recebe, filho queridíssimo, este Escapulário da tua Ordem (…). É um sinal de salvação, uma salvaguarda nos perigos, uma aliança de paz e de proteção sempiterna. Quem morrer revestido com ele não sofrerá o fogo do inferno”.

 Os Papas, desde então, confirmaram sempre que pode ser acreditada como certa esta promessa maternal de Nossa Senhora.

 

2.     O escapulário e a “vontade do Pai que está nos Céus”

Nosso Senhor, na passagem do Evangelho que acabamos de proclamar, indica claramente qual é o caminho para ser cristãos: “fazer a vontade do Pai que está nos Céus”. Só assim somos cristãos, de Cristo, e formamos parte da Sua família. Como bem sabemos, estas palavras se aplicam em grau máximo à Santíssima Virgem. Ela, sempre unida a Jesus, foi a criatura que de modo mais perfeito cumpriu a vontade do Pai. Por isso todas as intervenções da Providencia, por meio de Nossa Senhora, têm como fim encaminhar os seus filhos a uma plena adesão aos planos divinos. As palavras que dirige aos servos em Caná, “fazei tudo o que Ele vos disser” resumem o que de melhor deseja para eles e o objeto de todas as Suas intervenções.

A devoção do escapulário do Carmo, e o chamado privilégio sabatino a ela ligado, mais não são do que caminhos que conduzem à Cristo e à perfeita obediência ao Pai. Amar Nossa Senhora, manter viva a sua presença é com que escutar permanentemente aquele “fazei tudo o que Ele vos disser”, que ao mesmo tempo é um resumo da vida da Mãe de Deus.

 Assim, tudo o que nos aproxima de Maria aproxima-nos de Jesus Cristo, e seguir Jesus Cristo é cumprir, com a Sua graça, a vontade do Pai.

É verdade que o escapulário é só uma devoção piedosa que não é necessário viver para ser um bom cristão. Mas a devoção à Nossa Senhora e a identificação com Jesus Cristo e a Sua obediência ao Pai, sim são necessárias. E a devoção ao escapulário do Carmo é uma ajuda preciosa para incorporar na nossa vida esses elementos essenciais da vocação cristã. Além disso leva unidas promessas de abundante misericórdia. Mesmo assim, para nada serviria o escapulário, se a pessoa a quem foi imposto não procurasse viver em obediência ao que Deus lhe pedir. Esta devoção é simplesmente uma ajuda para caminhar agarrados pela mão de Nossa Senhora, em seguimento de Jesus Cristo.

Lembro agora um episódio que ouvi contar a um padre que foi superior de um seminário durante muitos anos. A esse seminário chegou um rapaz cheio de entusiasmo por ser padre, pois via claramente que era essa a vontade de Deus. Passado o tempo ficou gravemente doente, mas não quis sair do seminário, pois sabia que a vontade de Deus era que aí permanecesse. Tinha um grande amor a Deus, a Nossa Senhora, ao sacerdócio, e ao seminário. Acabou por morrer, e a sua última vontade foi ser enterrado no pátio que se via desde a janela do seu quarto. Assim fizeram. Algum tempo depois foi necessário realizar obras, e o caixão do antigo seminarista teve de ser trasladado para outro lugar. Quando abriram o caixão, só ficavam os ossos. Tudo tinha apodrecido. Mas encontraram duas coisas que permaneciam intactas, como no dia do enterramento: o colarinho da batina de seminarista e o escapulário do Carmo. O colarinho era de plástico, pelo que se compreende que não se degradasse, mas o escapulário era de lã, e só milagrosamente se tinha conservado intacto. O padre que estava presente, sendo ainda superior do seminário, teve a certeza de se tratar de um sinal de que a promessa feita a S. Simão Stock se tinha cumprido na pessoa de aquele bom rapaz.

 

 

Oração Universal

 

Irmãos e irmãs:

Elevemos as nossas orações a Deus Pai todo-poderoso

e, por intercessão da gloriosa Virgem Maria,

invoquemos a divina misericórdia,

dizendo (ou cantando), com fé e esperança:

 

R. Interceda por nós a Virgem cheia de graça.

Ou:

Santa Maria, Mãe de Deus, intercedei pelo mundo.

Ou:

Mãe de Jesus Cristo, rogai por nós.

 

1.Para que a Igreja, esposa de Cristo,

acolha como a Virgem Maria a palavra da salvação

e, pelo Batismo, dê à luz novos filhos,

oremos.

 

2.Para que a Rainha da paz e Mãe da Igreja

inspire o sentido da justiça aos governantes,

a fim de trabalharem pelo bem de todos os povos,

oremos.

 

3.Para que os discípulos de Cristo, no mundo inteiro,

cheguem à unidade da fé e da caridade

e imitem o coração da Mãe de Deus,

oremos.

 

4.Para que todos os que choram e estão tristes

sintam a proteção e a presença da Mãe de misericórdia,

nas suas aflições e ansiedades,

oremos.

 

5.Para que as adolescentes e jovens

cresçam puras como a Virgem de Nazaré

e cheguem à verdadeira santidade,

oremos.

 

6.Para que os fiéis desta comunidade

sintam a ajuda poderosa da Mãe de Jesus,

quando chegar o seu último combate,

oremos.

 

(Outras intenções).

 

Senhor nosso Deus,

mostrai a vossa misericórdia

aos filhos que Vos amam e suplicam

e que humildemente entregam as suas preces

nas mãos da Virgem Mãe de Nazaré.

Por Cristo Senhor nosso.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Nossa Senhora da Graça, M. Faria, NRMS 33-34

 

Oração sobre as oblatas: Venha, Senhor, em nosso auxílio o vosso Filho feito homem; Ele, que ao nascer da Virgem Maria, não diminuiu, antes consagrou a integridade de sua Mãe, nos purifique das nossas culpas e Vos torne agradável a nossa oblação. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio de Nossa Senhora: p. 486 [644-756] e pp. 487-490

 

Santo: F. da Silva, NRMS 38

 

Saudação da paz

 

Monição da Comunhão

 

Peçamos a Nossa Senhora que nos ensine a amar Jesus na Eucaristia com o amor com que Ela sempre O cuidou.

 

Cântico da Comunhão: Louvada seja na terra, F. dos Santos, NRMS 33-34

cf. Lc 11, 27

Antífona da comunhão: Bendita seja a Virgem Maria, que trouxe em seu ventre o Filho de Deus Pai.

 

Oração depois da comunhão: Senhor, que nos alimentastes neste sacramento celeste, fazei que, celebrando com alegria a festa da Virgem Santa Maria, imitemos as suas virtudes e colaboremos generosamente no mistério da nossa redenção. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Vamos em paz às nossas ocupações, depois de confortados com a graça da Eucaristia e acompanhados e protegidos pela presença maternal de Nossa Senhora.

 

Cântico final: Gloriosa Mãe de Deus, M. Carneiro, NRMS 33-34

 

 

Homilias Feriais

 

15ª SEMANA

 

3ª Feira, 17-VII: Graças de Deus e conversão.

Is 7, 1-9 / Mt 11, 20-24

Começou Jesus a censurar duramente as cidades em que se tinham realizado a maioria dos seus milagres, por não terem feito penitência.

Os habitantes destas cidades não corresponderam às graças recebidas de Deus (Ev.). Embora Jesus não tenha vindo para julgar, mas para salvar, é possível, no entanto, recusar as graças nesta vida, o que provoca o endurecimento do coração. No entanto, o Senhor protege a cidade de Jerusalém dos ataques dos reis de Judá e da Síria (Leit.).

Precisamos pedir ao Senhor um coração novo: 'Convertei-nos, Senhor, e seremos convertidos'. Deus é quem nos dá a graça de começarmos de novo. E assim, os nossos corações voltarão de novo para Ele.

 

4ª Feira, 18-VII: A Revelação e a humildade.

Is 10, 5-7. 13-16 / Mt 11, 25-27

 Eu te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e aos inteligentes e as revelastes aos pequeninos.

É aos humildes que Deus se revela (Ev.). Os sábios e inteligentes, entregues a si próprios, não conseguem entender todos os caminhos da vida. Só Jesus pode dissipar-lhes as trevas e indicar-lhes o caminho. Para recebermos tudo o que Ele nos revela, precisamos ser muito humildes, porque Ele nos apresenta novas dimensões: a vida da graça, o valor do sofrimento etc.

Pelo contrário, o Senhor do Universo fará definhar os mais robustos da Assíria (Leit.), isto é, os soberbos e os orgulhosos, que não entenderam os planos de Deus.

 

5ª Feira, 19-VII: Aproximar-se do Senhor.

Is 26, 7-9. 16-19 / Mt 11, 28-30

Tomai o meu jugo sobre vós, que sou manso e humilde coração.

Jesus encarnou para ser o nosso modelo de santidade: «Aprendei de mim» (Ev.). De modo especial, chama a atenção sobre as virtudes da mansidão e da humildade, incluídas nas bem-aventuranças, que constituem um retrato de Cristo.

«Vinde a mim»: aproximemo-nos do Senhor, com confiança, pois o «caminho do justo é recto, e plana é a senda que lhe preparais» (Leit.). E quando sofrermos, recorramos imediatamente a Deus, como a mulher que está para ser mãe se contorce e grita com dores (Leit.).

 

6ª Feira, 20-VII: O Senhor do Sábado, da vida e da morte.

Is 38, 1-6 . 21-22; 7-8 / Mt 12, 1-8

Olha que os teus discípulos estão a fazer o que não é permitido ao Sábado. Jesus: É que o Filho do Homem é Senhor do Sábado.

Jesus é Senhor do Sábado (Ev.). Mais tarde, seria substituído pelo Domingo, dia da sua Ressurreição. Ele quis que reservássemos um dia da semana para louvor e serviço de Deus. O Domingo é um bom dia para pedir perdão a Deus pelas culpas da semana e pedir graças para a semana que começa.

Ele é também Senhor da vida e da morte. Ezequias tinha os dias de vida contados mas, chorou, recordou que tinha sido fiel, e Deus resolveu acrescentar-lhe mais quinze anos de vida (Leit.).

 

Sábado, 21-VII: O Espírito Santo, fruto da Cruz.

Miq 2, 1-5 / Mt 12, 14-21

Eis o meu servo, a quem eu escolhi, o meu muito amado, enlevo da minha alma.

«Os traços do Messias são revelados sobretudo nos cânticos do servo (Ev.). Estes cânticos anunciam o sentido da Paixão de Jesus, indicando assim a maneira como Ele derramará o Espírito Santo para dar a vida à multidão... Tomando sobre si a nossa morte, Ele pode comunicar-nos o seu próprio Espírito de vida» (CIC, 713).

Temos necessidade deste Espírito que nos comunica a vida, para podermos evitar aquelas coisas que «escravizam o homem e a sua morada» (Leit.), e que conduzem à morte.

 

Celebração e Homilia:         Carlos Santamaria

Nota Exegética:                     Geraldo Morujão

Homilias Feriais:                  Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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