S. Pedro e S. Paulo

Missa da Vigília

28 de Junho de 2018

 

Esta Missa diz-se na tarde do dia 28 de Junho, antes ou depois das Vésperas I da solenidade.

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Felizes os que habitam na vossa casa, M. Valença, NRMS 48

 

Antífona de entrada: Pedro, apóstolo, e Paulo, doutor das gentes, ensinaram-nos a vossa lei, Senhor.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Celebramos a vigília da Solenidade dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo. É ocasião de refletir nas suas vidas, no exemplo de fé que nos deixaram nomeadamente de terem dado a vida por Jesus e com eles aprendermos a ser sempre fieis a Jesus Cristo estando dispostos também a dar a vida por Ele se tal for necessário. Vamos olhar também de uma maneira especial para o Santo Padre, o Papa Francisco, sucessor de S. Pedro e como tal vigário de Jesus Cristo

 

Oração colecta: Senhor nosso Deus, que, por meio dos apóstolos São Pedro e São Paulo, comunicastes à vossa Igreja os primeiros ensinamentos da fé, concedei-nos, por sua intercessão, o auxílio necessário para chegarmos à salvação eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Em nome de Jesus, S. Pedro realiza um milagre. Deste modo, Jesus confirmava a missão divina que tinha confiado aos seus Apóstolos.

 

Actos dos Apóstolos 3, 1-10

Naqueles dias, 1Pedro e João subiam ao templo para a oração das três horas da tarde. 2Trouxeram então um homem, coxo de nascença, que colocavam todos os dias à porta do templo, chamada Porta Formosa, para pedir esmola aos que entravam. 3Ao ver Pedro e João, que iam a entrar no templo, pediu-lhes esmola. 4Pedro, juntamente com João, olhou fixamente para ele e disse-lhe: «Olha para nós». 5O coxo olhava atentamente para Pedro e João, esperando receber deles alguma coisa. 6Pedro disse-lhe: «Não tenho ouro nem prata, mas dou-te o que tenho: em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda». 7E, tomando-lhe a mão direita, levantou-o. Nesse instante fortaleceram-se-lhe os pés e os tornozelos, 8levantou-se de um salto, pôs-se de pé e começou a andar depois entrou com eles no templo, caminhando, saltando e louvando a Deus. 9Toda a gente o viu caminhar e louvar a Deus 10e, sabendo que era aquele que costumava estar sentado, a mendigar, à Porta Formosa do templo, ficaram cheios de admiração e assombro pelo que lhe tinha acontecido.

 

Temos aqui o relato da cura do coxo de nascença, o primeiro milagre realizado por Pedro, com que se inicia mais uma unidade literária de Actos (Act 3, 1 – 5, 42), que refere a primeira actividade apostólica em Jerusalém, após o Pentecostes.

1 «Para a oração das 3 horas de tarde» (hora nona), a hora em que começavam no Templo as cerimónias do sacrifício vespertino, que se prolongavam até ao cair da tarde; então se oferecia um cordeiro em sacrifício, como também de manhã, segundo Ex 12, 6.

2 «Porta Formosa», porta assim chamada pelos seus ricos adornos, que dava do átrio dos gentios para o átrio das mulheres, em frente do pórtico de Salomão (v. 11), que rodeava a zona do templo do lado Leste.

6 «Em nome de Jesus…» Os prodígios operados pelos Apóstolos não eram feitos em nome próprio, como Jesus fazia, revelando a sua divindade ao não precisar dum poder alheio para os realizar; Pedro actua em nome de Jesus.

 

Salmo Responsorial     Sl 18 A (19 A), 2-3.4-5 (R. 5a)

 

Monição: A mensagem do Evangelho ressoou por toda a terra, por intermédio dos Apóstolos, enviados por Jesus Cristo e assistidos continuamente pelo Espírito Santo.

 

Refrão:        A sua mensagem ressoou por toda a terra.

 

Os céus proclamam a glória de Deus

e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.

O dia transmite ao outro esta mensagem

e a noite a dá a conhecer à outra noite.

 

Não são palavras nem linguagem

cujo sentido se não perceba.

O seu eco ressoou por toda a terra

e a sua notícia até aos confins do mundo.

 

Segunda Leitura

 

Monição: O Evangelho anunciado por S. Paulo, foi-lhe revelado por Jesus Cristo. É o mesmo que os demais Apóstolos ouviram dos lábios de Jesus. Ouçamos o que nos diz o próprio S. Paulo.

 

Gálatas 1, 11-20

11Eu vos declaro, irmãos: O Evangelho anunciado por mim não é de inspiração humana, 12porque não o recebi ou aprendi de nenhum homem, mas por uma revelação de Jesus Cristo. 13Certamente ouvistes falar do meu proceder outrora no judaísmo e como perseguia terrivelmente a Igreja de Deus e procurava destruí-la. 14Fazia mais progressos no judaísmo do que muitos dos meus compatriotas da mesma idade, por ser extremamente zeloso das tradições dos meus pais. 15Mas quando Aquele que me destinou desde o seio materno e me chamou pela sua graça, 16Se dignou revelar em mim o seu Filho para que eu O anunciasse aos gentios, decididamente não consultei a carne e o sangue, 17nem subi a Jerusalém para ir ter com os que foram Apóstolos antes de mim mas retirei-me para a Arábia e depois voltei novamente a Damasco. 18Três anos mais tarde, subi a Jerusalém para ir conhecer Pedro e fiquei junto dele quinze dias. 19Não vi mais nenhum dos Apóstolos, a não ser Tiago, irmão do Senhor. 20– O que vos escrevo, diante de Deus o afirmo: não estou a mentir.

 

S. Paulo escreve aos cristãos da Galácia, mais provavelmente da Galácia do Norte, na Turquia actual. Eram cristãos na maior parte convertidos de tribos pagãs originárias da Gália, que estavam a ser perturbados por pregadores cristãos de tendência judaizante, que os intimidavam dizendo-lhes que, para se salvarem, não bastava o Baptismo e a fé cristã, mas que necessitavam de ser circuncidados. Para imporem a sua teoria, tentavam desacreditar a pessoa de S. Paulo, afirmando que ele não era um verdadeiro Apóstolo, pois não tinha recebido a sua missão directamente de Jesus. Nesta carta o Apóstolo começa por declarar e explicitar como foi o próprio Senhor que lhe revelou o Evangelho – os principais mistérios – que ele pregava. Sendo assim, logo após a conversão, não teve necessidade de vir imediatamente a Jerusalém para ouvir os Apóstolos, retirou-se para a Arábia (o reino nabateu, a sul de Damasco) e só ao fim de três anos é que foi estar com os Apóstolos. Pergunta-se, então, que fez S. Paulo durante esses três anos? Uns pensam que foram anos de pregação, outros que teria sido um tempo de retiro espiritual, em que ele assenta ideias, confrontando a revelação que teve com os dados do Antigo Testamento e da fé dos primeiros cristãos. Mas também é legítimo pensar que não tenha encontrado na Nabateia um ambiente favorável a um pregador judeu e se tenha visto forçado a regressar a Damasco continuando aqui a anunciar Jesus por três anos; com efeito, o rei nabateu, Aretas IV, andava em guerra com os judeus, para se vingar do rei Herodes Antipas, que se tinha divorciado da sua filha para casar com Herodíades, a esposa do seu irmão Filipe.

19 «Só vi Tiago». A forma de falar não significa necessariamente que este irmão do Senhor fosse um dos 12 Apóstolos. Para que tenha sentido a frase, basta que se trate duma figura proeminente da igreja jerosolimitana; para isto bastaria o simples título de «irmão (parente) do Senhor» e a participação da missão apostólica. Por isso, hoje, muitos exegetas entendem que este Tiago é distinto do apóstolo, «filho de Alfeu.», o «São Tiago Menor. Não se pode tratar de Tiago, irmão de João, pois, segundo o testemunho de Flávio José, foi martirizado por Herodes Agripa I, pelos anos 42-44 (cf. Act 12, 2).

 

Aclamação ao Evangelho          Jo 21, 17b

 

Monição: Após a tríplice confissão de amor por parte de S. Pedro, Jesus confia-lhe o cargo de Pastor Supremo da Sua Igreja.

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação – 4,F. Silva, NRMS 50-51

 

Senhor, que sabeis tudo,

bem sabeis que Vos amo.

 

 

Evangelho

 

São João 21, 15-19

Quando Jesus Se manifestou aos seus discípulos junto ao mar de Tiberíades, 15depois de comerem, perguntou a Simão Pedro: «Simão, filho de João, tu amas-Me mais do que estes?». Ele respondeu-Lhe: «Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo». Disse-lhe Jesus: «Apascenta os meus cordeiros». 16Voltou a perguntar-lhe segunda vez: «Simão, filho de João, tu amas-Me?». Ele respondeu-Lhe: «Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo». Disse-lhe Jesus: «Apascenta as minhas ovelhas». 17Perguntou-lhe pela terceira vez: «Simão, filho de João, tu amas-Me?». Pedro entristeceu-se por Jesus lhe ter perguntado pela terceira vez se O amava e respondeu-Lhe: «Senhor, Tu sabes tudo, bem sabes que Te amo». Disse-lhe Jesus: «Apascenta as minhas ovelhas. 18Em verdade, em verdade te digo: Quando eras mais novo, tu mesmo te cingias e andavas por onde querias mas quando fores mais velho, estenderás a mão e outro te cingirá e te levará para onde não queres». 19Jesus disse isto para indicar o género de morte com que Pedro havia de dar glória a Deus. Dito isto, acrescentou: «Segue-Me».

 

É fácil de ver na tripla confissão de amor de Pedro uma reparação da sua tripla negação (Jo 18, 17.25-27); na redacção do texto grego, pode ver-se também um jogo de palavras muito expressivo, pois na 1ª e 2ª pergunta Jesus interroga Pedro com um verbo de amor mais divino, profundo e intelectual (amas-Me? – agapâs me?), ao passo que Pedro responde com um verbo de simples afeição e amizade (sou teu amigo – filô se); à 3ª vez, aparece Jesus condescendendo com Pedro, ao usar este segundo verbo, e Pedro ficou triste por pensar que esta mudança de Jesus se devia à imperfeição do seu amor. Toda a Tradição católica viu neste encargo de pastorear todo o rebanho de Cristo (cordeiros e ovelhas) o cumprimento da promessa do ministério petrino (Mt 16, 17-19 e Lc 22, 31-32; cf. 1 Pe 5, 2.4). Recorde-se, a propósito, o que diz o Concílio Vaticano II, LG, 22: «O colégio ou corpo episcopal não tem autoridade a não ser em união com o Pontífice Romano, sucessor de Pedro, entendido como sua cabeça, permanecendo inteiro o poder do seu primado sobre todos, quer pastores, quer fiéis. Pois o Romano Pontífice, em virtude do seu cargo de Vigário de Cristo e Pastor de toda a Igreja, nela tem pleno, supremo e universal poder, que pode sempre exercer livremente».

18-19 «Estenderás as mãos... Segue-Me». Pedro havia de seguir a Cristo até ao ponto de vir a morrer crucificado em Roma, na perseguição de Nero (64-68), segundo a tradição documentada já por S. Clemente, no século I. Também se diz que, por humildade, pediu para ser crucificado de cabeça para baixo.

 

Sugestões para a homilia

 

1.     A confirmação de Pedro

2.     A vocação de Paulo

 

1.     A confirmação de Pedro

 

Pedro, que seguira Jesus de longe até àquele local onde Ele estava a ser julgado e condenado, não teve a coragem suficiente para se afirmar como Seu discípulo e negou-O por três vezes. No episódio que acabamos de ouvir no Evangelho desta vigília, o Senhor recebe dele a tríplice afirmação do evidente amor ao Mestre. Deste modo repara a sua tríplice negação e recebe de Jesus a confirmação da missão de Pastor Supremo da Sua Igreja.

O que levou Pedro a negar Jesus, foi ter seguido o Mestre de longe. Isso retirou-lhe a coragem de se afirmar Seu discípulo e continuador. O arrependimento e a humildade com que depois declara o seu absoluto amor e lealdade ao Messias, leva-o a ser mais fiel no serviço a que o Senhor o destinara.

Ainda hoje, como estão com Pedro, o terrível erro de muitos de nós, é seguirmos a Jesus de longe, com medo de nos responsabilizarmos. Não termos a coragem de nos declararmos como cristãos e, deste modo, negando o Mestre, a nossa fé e o batismo que recebemos.

Só nos fica um caminho: o arrependimento, a humildade e a coragem para reconhecer melhor a Jesus a fim de o seguirmos consequentemente e sem temores ou respeitos humanos, a fim de consumarmos a vocação a que fomos chamados: sermos autênticas testemunhas de evangelização.

 

2.     A vocação de Paulo

 

Paulo seguiu caminho diferente de Pedro. Inicialmente perseguia Jesus na pessoa dos primeiros cristãos. Depois, o encontro direto com Jesus ressuscitado, quando ia a caminho de Damasco, transforma-o fortemente: de perseguidor violento, torna-se Apóstolo seguro e cheio de autoridade pela graça recebida de Jesus Cristo.

Essa mesma graça foi obtida por nós no momento do nosso batismo. Como estou a responder-lhe? O que tenho feito para anunciar a Boa Nova recebida?

Meditemos um pouco mais no exemplo destes dois Apóstolos e procuremos segui-los na fidelidade total ao Senhor.

 

 

Oração Universal

 

Irmãs e irmãos:

Nesta Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo,

roguemos ao Senhor pela Sua Santa Igreja,

e, com filial confiança, apresentemos, por Jesus, ao Pai

as necessidades de todos os homens, dizendo

 

R. Senhor, atendei as nossas preces.

 

1.  Pelo Santo Padre, o Papa Francisco, continuador da missão de S. Pedro,

para que o Senhor o encha de fortaleza

e ajude os homens a caminhar para Deus,

oremos ao Senhor.

 

R. Senhor, atendei as nossas preces.

2- Pelos Bispos do mundo inteiro,

fieis Pastores do rebanho de Jesus Cristo:

para que em união com o Santo Padre,

sejam intrépidos defensores da fé,

oremos ao Senhor.

 

R. Senhor, atendei as nossas preces.

 

3.  Pela paz e prosperidade de todo o mundo

para que a fome, perseguições e guerras se afastem dos povos

oremos ao Senhor.

 

R. Senhor, atendei as nossas preces.

 

4.  Pelos doentes:

para que encontrem alívio na misericórdia de Deus

e na dedicação dos que os tratam e assistem,

oremos ao Senhor.          

 

R. Senhor, atendei as nossas preces.

 

5. Pelos membros desta comunidade (paroquial)

para que Deus nos dê a graça de O servir neste mundo,

dando frutos de santidade na nossa união com Cristo,

oremos ao Senhor.

 

R. Senhor, atendei as nossas preces.

 

6. Por todos nós aqui presentes neste dia,

pelos que celebram connosco a Festa de S. Pedro e S. Paulo

e pelos que já a celebram na glória eterna,

oremos ao Senhor.

 

R. Senhor, atendei as nossas preces.

 

Senhor Deus do Universo,

que nos chamastes à Igreja

para nos encherdes com as vossas riquezas,

amparai-nos em nossas debilidades

e ajudai-nos a ser sempre fieis à nossa fé católica.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho

 na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Tomai, Senhor, e recebei, J. Santos, NRMS 70

 

Oração sobre as oblatas: Ao celebrarmos com alegria, Senhor, a festa dos apóstolos São Pedro e São Paulo, apresentamos as nossas ofertas ao vosso altar e, reconhecendo a pobreza dos nossos méritos, esperamos da vossa bondade a alegria da salvação. Por Nosso Senhor.

 

Prefácio:

 

V. O Senhor esteja convosco.

R. Ele está no meio de nós.

 

V. Corações ao alto.

R. O nosso coração está em Deus.

 

V. Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.

R. É nosso dever, é nossa salvação.

 

Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por Cristo nosso Senhor.

Vós nos concedeis a alegria de celebrar, hoje, a festa dos santos Apóstolos Pedro e Paulo: Pedro que foi o primeiro a confessar a fé em Cristo e Paulo que a ilustrou com a sua doutrina; Pedro, que estabeleceu a Igreja nascente entre os filhos de Israel e Paulo que anunciou o Evangelho a todos os povos; ambos trabalharam, cada um segundo a sua graça, para formar a única família de Cristo; agora, associados na mesma coroa de glória, recebem do povo fiel a mesma veneração.

Por isso, com todos os Anjos e Santos, proclamamos a vossa glória, cantando numa só voz:

Santo, Santo, Santo...

 

Santo: F. da Silva, NRMS 38

 

Monição da Comunhão

 

Pelo Corpo de Jesus Cristo que vamos receber ficamos unidos a todos aqueles irmãos que, na fé, professada por S. Pedro e S. Paulo, anunciam o Evangelho em qualquer lugar.

Com fé, amor e gratidão aproximemo-nos de Jesus, verdadeiro Pão descido do Céu que para todos quer ser fonte de unidade, santidade e penhor de vida eterna.

 

Cântico da Comunhão: Simão, filho de João, A. Cartageno, Cânticos para Entrada e Comunhão II, pág. 192

Jo 21, 15.17

Antífona da comunhão: Jesus disse a Pedro: Simão, filho de João, amas-Me tu mais do que estes? Pedro respondeu: Senhor, Vós sabeis tudo; bem sabeis que eu Vos amo.

 

Cântico de acção de graças: Senhor, Tu és a Luz, Az. Oliveira, NRMS 6 (II)

 

Oração depois da comunhão: Senhor, que iluminastes os vossos fiéis com os ensinamentos dos Apóstolos, fortalecei-nos sempre com estes sacramentos celestes. Por Nosso Senhor.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

“Procuremos crescer na unidade da fé, de Vida e de Comunhão, procurando ser sempre fieis ao ensino e testemunho dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo, rezemos ao Senhor para que haja um só rebanho e um só Pastor. Com estes propósitos, ide em paz e o Senhor vos acompanhe.

 

Cântico final: O Senhor enviou os seu Apóstolos, F. da Silva, NRMS 66

 

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Alves Moreno

Nota Exegética:                     Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 

 


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