S. João Baptista

Missa da Vigília

23 de Junho de 2018

 

Esta Missa diz-se na tarde do dia 23 de Junho, antes ou depois das Vésperas I da solenidade.

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Subirei alegre, M. Carneiro, NRMS 87

Lc 1, 15.14

Antífona de entrada: Será grande aos olhos do Senhor e cheio do Espírito Santo desde o seio materno. Muitos se hão-de alegrar pelo seu nascimento.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Introdução ao espírito da Celebração

Celebramos a Solenidade de São João Batista que nos convida a uma autêntica celebração e vivência da Eucaristia. Nele podemos compreender a beleza da nossa vida e a nossa insubstituível missão.

 Ele nos apresenta Jesus Cristo como Cordeiro de Deus. Com ele vamos compreender que a razão da nossa vida mergulha em plenitude em Cristo porque quis fazer-se da nossa carne, porque nos amou e ama dando a vida por nós, porque nos enxertou em Si e nos impele ao amor pelos irmãos e à entrega por todos.

Ele nos convoca à missão. A consciência da vida, dos seus dons e talentos são apelo ao compromisso com a proposta que Deus nos faz.

A Eucaristia é esta experiência de vida no acolhimento de Deus em Jesus Cristo. Exige de nós o despojamento, poucos apetrechos para deixarmos o coração e a mente abertos a esta efusão surpreendente do amor de Deus e consequente proposta à partilha da vida, de forma livre e responsável, na mesma missão e no mesmo testemunho.

 

Oração colecta: Conduzi, Senhor, a vossa família pelo caminho da salvação, para que, fiel aos ensinamentos do Precursor, São João Baptista, possa ir confiadamente ao encontro de Cristo, por ele anunciado. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: “Eu ponho as minhas palavras na tua boca”. Que maravilha quando o mensageiro se identifica com a mensagem!

 

Jeremias 1, 4-10

4No tempo de Josias, rei de Judá, o Senhor dirigiu-me a palavra, dizendo: 5«Antes de te formar no ventre materno, Eu te escolhi antes que saísses do seio de tua mãe, Eu te consagrei e te constituí profeta entre as nações». 6Então eu disse: «Ah, Senhor Deus, mas eu não sei falar, porque sou uma criança». 7O Senhor respondeu-me: «Não digas: ‘Sou uma criança’, porque irás ao encontro daqueles a quem Eu te enviar e dirás tudo quanto Eu te mandar dizer. 8Não tenhas receio diante deles, porque Eu estou contigo, para te salvar – diz o Senhor». 9Depois o Senhor estendeu a mão, tocou-me na boca e disse-me: «Eu ponho as minhas palavras na tua boca. 10Hoje dou-te poder sobre os povos e os reinos, para arrancar e destruir, para arruinar e demolir, para edificar e plantar».

 

Não é casual a escolha desta leitura que relata a vocação do Profeta Jeremias. Foi escolhida pela alusão que se quer ver à santificação de João no ventre materno: «antes que saísses do seio da tua mãe, Eu te consagrei» (cf. Lc 1, 44).

6 «Mas eu não sei falar». É a reacção habitual do homem, quando se enfrenta com a vocação divina, a chamada a uma missão que exige a entrega de toda a vida a Deus para O servir numa missão que transcende a nossa limitação e franqueza. Mas a uma primeira reacção de medo segue-se uma certeza, segurança e serenidade que Deus infunde: «Eu estarei contigo!» (v. 8).

 

Salmo Responsorial     Sl 70 (71), 1-2.3-4a.5-6ab.15ab e 17 (R. cf. 6b)

 

Monição: Cantemos a vida envolvida pela ternura, pela proteção e pelo dinamismo da ação de Deus.

 

Refrão:        Desde o meu nascimento, sois a minha esperança.

 

Em Vós, Senhor, me refugio,

jamais serei confundido.

Pela vossa justiça, defendei-me e salvai-me,

prestai ouvidos e libertai-me.

 

Sede para mim um refúgio seguro,

a fortaleza da minha salvação.

Vós sois a minha defesa e o meu refúgio,

meu Deus, salvai-me do pecador.

 

Sois Vós, Senhor, a minha esperança,

a minha confiança desde a juventude.

Desde o nascimento Vós me sustentais,

desde o seio materno sois o meu protector.

 

A minha boca proclamará a vossa justiça,

dia após dia a vossa infinita salvação.

Desde a juventude Vós me ensinais

e até hoje anunciei sempre os vossos prodígios.

 

Segunda Leitura

 

Monição: “Vós amais a Cristo sem O terdes visto, acreditais n’Ele sem O verdes ainda”. Esta é a proposta do Ressuscitado: “Mais felizes são os que acreditam sem terem visto!”

 

1 São Pedro 1, 8-12

Caríssimos: 8Vós amais Cristo Jesus sem O terdes visto, acreditais n’Ele sem O verdes ainda. Isto é para vós fonte de uma alegria inefável e gloriosa, 9porque conseguis o fim da vossa fé: a salvação das vossas almas. 10Esta salvação foi objecto das investigações e meditações dos Profetas que predisseram a graça a vós destinada. 11Procuraram descobrir a que tempos e circunstâncias se referia o Espírito de Cristo que estava neles, quando predizia os sofrimentos de Cristo e as glórias que se lhes haviam de seguir. 12Foi-lhes revelado que não era para eles, mas para vós, que no seu ministério transmitiam essa mensagem. É essa mensagem que agora vos anunciam aqueles que, movidos pelo Espírito Santo enviado do Céu, vos pregam o Evangelho, a qual os próprios Anjos desejam contemplar.

 

8-9 «Vós amais Cristo Jesus... acreditais nele...». Estes cristãos da Ásia Menor a quem S. Pedro se dirige, como também nós, já não conheceram Jesus na sua vida mortal, mas exactamente como nós hoje e os cristãos de todos os tempos acreditavam em Jesus Cristo e amavam apaixonadamente a sua pessoa adorável como alguém que está vivo e actuante, enchendo-nos daquela alegria inefável que procede de sabermos que a nossa fé vai desembocar na visão da glória, o fim da nossa fé, a salvação das nossas almas.

10 «Os profetas», mais provavelmente os do Antigo Testamento.

12 Os Anjos, ao tomarem conhecimento do plano de salvação da humanidade, extasiam-se a contemplá-lo com atenção na vida da igreja (cf. Ef 3, 10).

 

Aclamação ao Evangelho          cf. Jo 1, 7 / Lc 1, 17

 

Monição: O encanto e a beleza de Deus brilham em João Batista: na sua maternidade, no seu nascimento e na esperança da sua vida e missão em favor de todos.

 

Aleluia

 

Cântico: S. Marques, NRMS 73-74

 

Ele veio para dar testemunho da luz

e preparar o povo para a vinda do Senhor.

 

 

Evangelho

 

São Lucas 1, 5-17

5Nos dias de Herodes, rei da Judeia, vivia um sacerdote chamado Zacarias, da classe de Abias, cuja esposa era descendente de Aarão e se chamava Isabel. 6Eram ambos justos aos olhos de Deus e cumpriam irrepreensivelmente todos os mandamentos e leis do Senhor. 7Não tinham filhos, porque Isabel era estéril e os dois eram de idade avançada. 8Quando Zacarias exercia as funções sacerdotais diante de Deus, no turno da sua classe, 9coube-lhe em sorte, segundo o costume sacerdotal, entrar no Santuário do Senhor para oferecer o incenso. 10Toda a assembleia do povo, durante a oblação do incenso, estava cá fora em oração. 11Apareceu-lhe então o Anjo do Senhor, de pé, à direita do altar do incenso. 12Ao vê-lo, Zacarias ficou perturbado e encheu-se de temor. 13Mas o Anjo disse-lhe: «Não temas, Zacarias, porque a tua súplica foi atendida. Isabel, tua esposa, dar-te-á um filho, ao qual porás o nome de João. 14Será para ti motivo de grande alegria e muitos hão-de alegrar-se com o seu nascimento, 15porque será grande aos olhos do Senhor. Não beberá vinho nem bebida alcoólica será cheio do Espírito Santo desde o seio materno 16e reconduzirá muitos dos filhos de Israel ao Senhor, seu Deus. 17Irá à frente do Senhor, com o espírito e o poder de Elias, para fazer voltar os corações dos pais a seus filhos e os rebeldes à sabedoria dos justos, a fim de preparar um povo para o Senhor».

 

A leitura corresponde ao início do chamado Evangelho da Infância de Lucas. O teólogo genial que é S. Lucas, não prescinde do seu génio de historiador e começa por situar na História o acontecimento: «Nos dias de Herodes, rei da Judeia» (v. 5). «Zacarias», era um nome corrente entre judeus, que significa «Yahwéh recordou-se «. Isabel, Elixabet, era o nome da mulher de Aarão (Êx 6, 23) e significa «Deus é a plenitude», ou «Deus jurou». Zacarias pertencia à turma de Abias, isto é, ao oitavo turno semanal ao serviço do Templo (cf. 1 Par 24, 10). Segundo conta o historiador Flávio José, os 24 turnos semanais estavam em pleno funcionamento nesta data.

6 «Ambos justos aos olhos de Deus». A sua santidade não era meramente externa e legal. Justo equivale a fiel cumpridor de toda a vontade de Deus, pessoa que ajusta todo o seu pensar e actuar à lei do Senhor. Então, como hoje, é de pais justos e santos que procedem os grandes homens, os grandes santos.

9-10 «Para oferecer o incenso». Um sacrifício que se repetia duas vezes ao dia e às 3 horas da tarde. O sacerdote eleito desta vez foi Zacarias, talvez a única vez na vida que lhe coube tamanha honra, segundo as instruções de Mixná. Então pôde penetrar no Santuário, na primeira câmara chamada «o Santo», onde se encontravam os 12 pães da proposição que representavam as 12 tribos de Israel na presença do Senhor, bem como o candelabro de 7 braços, a menoráh. Zacarias, totalmente só e no máximo recolhimento, ao sinal da trombeta, tinha de deitar incenso sobre as brasas que estavam sobre o pequeno altar de oiro, enquanto o povo espalhado pelos átrios, o dos israelitas e o das mulheres, fazia subir as suas preces até Deus; a nuvem do fumo do incenso que se erguia do altar dos perfumes era a imagem bem expressiva da oração, segundo as palavras do Salmo 141(140), 2. A afluência dos fiéis costumava ser grande, a fim de rezar neste preciso momento, sobretudo na oferenda da tarde.

14-17 «Terás alegria…» Logo a seguir são apontados os motivos de tamanha alegria: a grandeza e santidade excepcionais do filho (v. 15), cheio de Espírito Santo (santificado no ventre materno, segundo a exegese habitual, ou dotado do carisma profético); será instrumento para a salvação de muitos (v. 16); preparará a vinda do Messias (v. 17). É interessante notar como o Evangelista, apesar de saber que João preparou a vinda de Jesus, o Messias, não instrumentaliza um relato que se move num ambiente e perspectiva «pré-cristã» e numa linguagem vétero-testamentária; é mais um indício da fidelidade de Lucas às suas fontes (aqui talvez um relato de família, conservado em círculos afectos ao Baptista). É por isso que não diz: «irá à frente do Messias» (como seria de esperar), mas «irá à frente de Yahwéh».

 

Sugestões para a homilia

 

Maternidade e mistério de salvação.

Fidelidade à missão.

Apelo pessoal.

 

Maternidade e mistério de salvação.

Em São João Batista verificamos uma maternidade cheia de sentido, de beleza, de mistério. A vida é mesmo esse admirável processo de participação do mistério de Deus.

Em cada vida Deus se revela numa intervenção maravilhosa que se estende para além da nossa contagem rigorosa, num antes: “Antes de te formar no ventre materno (…) antes que saísses do ventre de tua mãe” e que se estende num depois revelado na frutuosidade da entrega e na plenitude do dinamismo da ressurreição: “seremos semelhantes a Deus”. E mais ainda para além da nossa lógica que ultrapassa os nossos limites da aparente esterilidade e da “idade avançada”.

Um dom e um mistério que se torna mais notório quando envolvido por aqueles sinais de nobreza, educação, liberdade, responsabilidade, docilidade a Deus e compromisso de coerência em favor dos outros.

A vida é por si alegria. É mistério de novidade em cada pessoa que é única e irrepetível. Novidade de um nome que de si é surpresa e revelação da graça, a abrir caminho à grande surpresa e maravilha que é Cristo Jesus.

A vida traz a esperança. O futuro acontece quando há vida. E quando essa vida revela os desígnios que Deus tem para ela é um futuro de glória e de luz em benefício de todos ou de muitos.

Cada vida tem uma assinatura diferente e personalidade única. Em João Batista se abre uma porta para a beleza única e personalidade única que é Jesus Cristo, Filho de Deus. Ele é um Servo que nunca quis estar no centro nem nunca se considerou um “messias” ou um “senhor”. Considerou-se sempre um servo e nunca assumiu atitudes de senhor. Ele foi a voz e não a Palavra. Ele foi testemunha da luz e não a Luz. Ele não é o profeta, nem o messias. Só Jesus É.

 

Fidelidade à missão.

A missão de São João Batista será uma missão de grande nobreza. Será voz que clama preparando as pessoas para a escuta de Cristo Jesus, seu acolhimento e seu seguimento. Ele mesmo fará essa proposta aos seus discípulos, que depois de preparados na sua escola de vida, são remetidos a Jesus a quem devem seguir.

A palavra em São João Batista sai transparente e fiel. Há uma grande coerência entre mensageiro e mensagem. Uma palavra lida, refletida, meditada, contemplada, assumida por um estilo de vida profético, estilo de pobreza bíblica, docilidade ao Espírito Santo e à voz do Pai.

O agir em São João Batista leva o dinamismo de uma vontade configurada com Deus e a impetuosidade das grandes novidades proféticas de “arrancar e destruir, arruinar e demolir, edificar e plantar”. Um agir cheio de maturidade e domínio de si para poder ser fiel, dócil, comprometido. Um agir cheio de sabedoria e fortaleza, da coragem dos santos para “reconduzir, para fazer voltar os corações, para preparar um povo para o Senhor”.

Um Missão centralizada em Jesus Cristo. Jesus Cristo é a sua busca, é o seu principal encontro, é a sua total entrega e a certeza do segredo da sua vida e da sua missão.

 

Apelo pessoal.

Na solenidade de hoje somos interpelados a sentirmos a maravilha da aventura da vida. Uma aventura maravilhosa, com dificuldades e obstáculos, mas que é uma realidade tão profunda e tão bela. Uma aventura com um antes maravilhoso no coração de Deus. Um antes que nos emociona: antes de todas as coisas Deus amou-nos e chamou-nos pelo nosso nome e destinou cada um a uma missão importante e única. E Deus tem connosco uma história feita de amor: pela ternura, pela proteção, pelo cuidado, pela paciência, pela misericórdia, pela alegria e pela graça. E Deus dá-nos um futuro na plenitude do dinamismo da ressurreição de Cristo, onde seremos semelhantes a Deus porque o veremos tal qual Ele é. Por toda esta maravilhosa aventura de graça, misericórdia e amor vale a pena viver e tudo suportar.

Compreender que temos uma missão maravilhosa. Deus só nos pede uma fé verdadeira e coerente. Nas palavras de Pedro: “Vós amais Cristo Jesus sem O terdes visto, acreditais n’Ele sem O verdes ainda. Isto é para vós fonte de uma alegria inefável e gloriosa, porque conseguis o fim da vossa fé: a salvação das vossas almas”. Pede-nos docilidade ao mistério de Deus, sempre próximo e acessível. Pede-nos uma vida coerente que se manifesta no testemunho da vida.

 

 

Oração Universal

 

Irmãs e irmãos caríssimos:

Na Vigília da solenidade de São João Baptista,

o primeiro a dar testemunho de Cristo Salvador,

elevemos a nossa oração ao Pai das misericórdias,

dizendo (ou: cantando), com alegria:

R. Ouvi-nos, Senhor.

Ou: Renovai, Senhor, os prodígios do vosso Espírito.

 

1. Pela santa Igreja, peregrina em toda a terra,

para que Deus lhe mande profetas cheios do Espírito,

que disponham os corações a acolher Cristo,

oremos.

 

2. Por todos os povos da terra e seus governos,

para que, rejeitando a violência e a mentira,

se abram a Cristo, o Príncipe da paz,

oremos.

 

3. Pelos monges, religiosos e todos os que fazem apostolado,

para que sejam fiéis à consagração batismal

e à missão a que Deus os chamou,

oremos.

 

4. Pelos perseguidos por causa da verdade,

para que, diante dos poderosos deste mundo,

tenham a coragem que animou São João Baptista,

oremos.

 

5. Pelos casais que não tiveram filhos,

para que ponham a sua alegria no Senhor

e n’Ele encontrem sentido para a vida,

oremos.

 

6. Por nós e por todos os batizados,

para que, amando a Cristo Jesus sem O ter visto,

d’Ele recebamos a salvação das nossas almas,

oremos.

 

(Outras intenções).

Acolhei, Pai santo, as nossas súplicas

e, por intercessão de São João Baptista,

concedei-nos a graça de sermos santificados

pelo Cordeiro sem defeito e sem mancha,

que tira o pecado do mundo.

Por Cristo Senhor nosso.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Em redor do teu altar, M. Carneiro, NRMS 42

 

Oração sobre as oblatas: Olhai com bondade, Senhor, para as ofertas que o vosso povo Vos apresenta na solenidade de São João Baptista e fazei que a nossa vida dê testemunho dos santos mistérios que celebramos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio próprio, como na Missa seguinte: p. 873

 

Santo: F. da Silva, NRMS 38

 

Monição da Comunhão

 

Jesus Cristo que se faz comunhão ensina-nos as maravilhas da vida. O mistério de cada nascimento é um mistério de amor. Jesus quer ajudar-nos a descobrir que a nossa vida é importante e foi conquistada não pelo ouro ou pela prata mas pelo Seu sangue precioso e pelo Seu corpo entregue por nós.

Que sintamos a alegria de viver. Que nunca desanimemos diante das dificuldades. Que sintamos sempre vontade de amar e de nos entregarmos a Deus e aos irmãos. Que sejamos cristãos de testemunho coerente, sábio e oportuno.

 

Cântico da Comunhão: Bendito seja Deus que nos escolheu, Az. Oliveira, NRMS 63

Lc 1, 16

Antífona da comunhão: Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, que visitou e redimiu o seu povo.

 

Oração depois da comunhão: Senhor, que nos alimentastes neste banquete sagrado, fazei que a poderosa intercessão de São João Baptista, que anunciou o Cordeiro que vinha tirar o pecado do mundo, nos alcance do vosso Filho o perdão e a paz. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Na interpelação desta solenidade que tenhamos bem vincado o nosso carácter batismal de profetas chamados a arrancar e destruir; arruinar e demolir; edificar e plantar.

Que num mundo frio, distante, incrédulo e egoísta revelemos a coerência da nossa fé, defendamos a vida e a sua beleza e sejamos testemunhas coerentes e eficazes.

Maria que foi presença na vida de São João Batista nos estimule à alegria da presença de Jesus em nossa vida e nos ajude a ser servidores fecundos.

 

Cântico final: Exultai de alegria no Senhor, F. da Silva, NRMS 87

 

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Armando Rodrigues Dias

Nota Exegética:                     Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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