Sagrado Coração de Jesus

8 de Junho de 2018

 

(Sexta-feira depois da segunda semana

depois do Pentecostes)

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Sagrado Coração de Jesus Redentor, F. da Silva, NRMS 93

Salmo 32, 11.19

Antífona de entrada: Os pensamentos do seu coração permanecem por todas as gerações para libertar da morte as almas dos seus fiéis, para os alimentar no tempo da fome.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Deus ama-nos e esse amor foi tornado sensível no coração de Jesus Cristo, o Sagrado Coração de Jesus, Deus feito homem, que deixou que o seu coração fosse atravessado pela lança do soldado, a fim de ficar inteiramente aberto para todos nós. Por isso, celebrar o Coração de Jesus, é recordar o amor que Ele nos dedica.

Esse Coração que nos liberta da morte e nos dá a Vida leva-nos a reconhecer as maravilhas de tal amor e a pedir a graça de lhe corresponder com generosidade.

É também um dia em que somos convidados a orar pelos sacerdotes.

Todavia, como sabemos que nem sempre fomos fiéis a esse amor bondoso, reconheçamos publicamente a nossa falta de coerência e peçamos humildemente perdão.

 

Oração colecta: Concedei, Deus todo-poderoso, que ao celebrar a solenidade do Coração do vosso amado Filho, recordemos com alegria as maravilhas do vosso amor e mereçamos receber desta fonte divina a abundância dos vossos dons. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

ou

 

Deus de bondade, que no Coração do vosso Filho, ferido pelos nossos pecados, nos abristes os tesouros infinitos do vosso amor, fazei que, prestando-Lhe a homenagem fervorosa da nossa piedade, cumpramos também o dever de uma digna reparação. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Deus escolhe os pequenos e os pobres para realizar grandes coisas; escolhe muitas vezes os oprimidos, encaminhando-os para a liberdade e para a vida.

 

Oseias 11, 1.3-4.8c-9

Eis o que diz o Senhor: 1«Quando Israel era ainda criança, já Eu o amava; do Egipto chamei o meu filho. 3Eu ensinava Efraim a andar e trazia-o nos braços; mas não compreenderam que era Eu quem cuidava deles. 4Atraía-os com laços humanos, com vínculos de amor. Tratava-os como quem pega um menino ao colo, inclinava-Me para lhes dar de comer. 8cO meu coração agita-se dentro de Mim, estremece de compaixão. 9Não cederei ao ardor da minha ira, nem voltarei a destruir Efraim. Porque Eu sou Deus e não homem, sou o Santo no meio de ti e não venho para destruir».

 

O profeta do reino do Norte, ainda antes da sua invasão pelos exércitos da Assíria e da queda de Samaria (721 a. C.), depois de ter denunciado audazmente os pecados e a infidelidade do povo nos capítulos 4 a 11, tem uma das mais enternecedoras passagens de todo o Antigo Testamento. Aqui se nos revela, em linguagem humana, aquilo que se pode chamar «a psicologia de Deus»: Ele tem um «coração que se agita e estremece de compaixão»! ( 8). Não obstante a infidelidade (prostituição) do povo, Deus permanece fiel ao seu amor misericordioso; Ele cuida do seu povo com ternura de mãe e coração de pai, ensinando-o a caminhar, tomando-o nos braços (v. 3), inclinando-se sobre ele para o alimentar e atraindo-o com laços de amor (v. 4).

3 «Efraim». Designação corrente nos profetas para indicar o Reino do Norte, cuja principal tribo era a de Efraim, correspondente ao nome dum dos filhos de José, o qual não dá o seu nome a nenhuma das tribos como os restantes filhos de Jacob; são os filhos de José que dão o nome às tribos de Efraim e Manassés.

9 «Eu sou Deus, e não homem». Porque Deus é Deus, a sua justiça nunca anda separada da misericórdia, como tantas vezes sucede entre os homens, que se deixam dominar pela ira e indignação. É assim a misericórdia do Coração de Cristo, o coração de Deus a pulsar em carne humana.

 

Salmo Responsorial     Is 12, 2-3.4bcd.5-6

 

Monição: Isaías, de onde foi tirado o texto que vamos proclamar, convida-nos a exultarmos de alegria, esperança e confiança no Senhor, pelas muitas graças que nos concede.

 

Refrão:        Ireis com alegria às fontes da salvação.

 

Ou:               Bebereis com alegria

                     das fontes da salvação.

 

Deus é o meu Salvador,

tenho confiança e nada temo.

O Senhor é a minha força e o meu louvor,

Ele é a minha salvação.

 

Tirareis água, com alegria,

das fontes da salvação.

Agradecei ao Senhor,

bendizei o seu nome.

 

Anunciai aos povos a grandeza das suas obras,

proclamai a todos que o seu nome é santo.

Cantai ao Senhor, porque Ele fez maravilhas,

anunciai-as em toda a terra.

 

Entoai cânticos de alegria e exultai,

habitantes de Sião:

porque é grande no meio de vós

o Santo de Israel.

 

Segunda Leitura

 

Monição: S. Paulo quer que os cristãos conheçam profundamente a Deus e experimentem todas as dimensões do amor de Cristo, a fim de que o próprio Cristo possa habitar no coração de cada um.

 

Efésios 3, 8-12.14-19

Irmãos: 8A mim, o último de todos os santos, foi concedida a graça de anunciar aos gentios a insondável riqueza de Cristo 9e de manifestar a todos como se realiza o mistério escondido, desde toda a eternidade, em Deus, criador de todas as coisas. 10E agora é por meio da Igreja, que se dá a conhecer aos principados e potestades celestes a multiforme sabedoria de Deus, realizada, 11conforme o eterno desígnio, em Jesus Cristo, nosso Senhor. 12Assim, é pela fé em Cristo que podemos aproximar-nos de Deus com toda a confiança. 14Por isso, dobro os joelhos diante do Pai, 15de quem recebe o nome toda a paternidade nos céus e na terra, 16para que Se digne, segundo as riquezas da sua glória, armar-vos poderosamente pelo seu Espírito, para que se fortifique em vós o homem interior 17e Cristo habite pela fé em vossos corações. Assim, profundamente enraizados na caridade, 18podereis compreender, com todos os santos, a largura, o comprimento, a altura 19e a profundidade do amor de Cristo, que ultrapassa todo o conhecimento, e assim sejais totalmente saciados na plenitude de Deus.

 

O texto pertence à parte final da secção doutrinal da carta. Nos vv. 1-13 aparece Paulo a falar da sua missão, de acordo com plano misterioso de Deus. Nos vv. 14-19 temos uma bela oração de louvor a Deus e de súplica pelos fiéis, a fim de que «sejais totalmente saciados na plenitude de Deus», isto é, na plenitude da vida cristã que deriva do Pai e se nos dá em Cristo, pela adesão a Ele, a cabeça da Igreja. Não se trata, porém, duma simples adesão exterior, mas da que procede do amor com que se procura corresponder à «profundidade do amor de Cristo, que ultrapassa todo o conhecimento» (v. 19).

 

Aclamação ao Evangelho          Mt 11, 29ab; ou: 1 Jo 4, 10b

 

Monição: Morto na cruz, Jesus é o grande sinal de que com a Sua morte trouxe a vida. Deixemo-nos guiar pela humildade e mansidão do seu Sagrado Coração.

 

Aleluia

 

Cântico: J. Duque, NRMS 21

 

Tomai o meu jugo sobre vós, diz o Senhor,

e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração.

 

Ou então:

 

Deus amou-nos e enviou o seu Filho,

como vítima de expiação pelos nossos pecados.

 

 

Evangelho

 

São João 19, 31-37

31Por ser a Preparação da Páscoa, e para que os corpos não ficassem na cruz durante o sábado – era um grande dia aquele sábado – os judeus pediram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados. 32Os soldados vieram e quebraram as pernas ao primeiro, depois ao outro que tinha sido crucificado com ele. 33Ao chegarem a Jesus, vendo-O já morto, não Lhe quebraram as pernas, 34mas um dos soldados trespassou-Lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 35Aquele que viu é que dá testemunho e o seu testemunho é verdadeiro. Ele sabe que diz a verdade, para que também vós acrediteis. 36aconteceu para se cumprir a Escritura, que diz: «Nenhum osso lhe será quebrado». 37Diz ainda outra passagem da Escritura: «Hão-de olhar para Aquele que trespassaram».

 

A crucifixão, reservada a escravos (cf. Filp 2, 7), era a pena de morte mais tremenda e mais horrível; a morte dava-se após uma dolorosíssima agonia, com febre, sede, cãibras que causavam uma asfixia lenta; para que o sofrimento não se prolongasse por vários dias os soldados podiam partir as pernas (crurifrágio) aos condenados para a asfixia ser mais rápida, ou dar-lhes um golpe de lança no coração. Foi este segundo modo de proceder que tiveram para com a Jesus, apesar de já morto. No golpe da lança, no sangue e na água que brotaram da ferida do peito, um fenómeno fisiologicamente explicável (soro do pericárdio ou exsudação pleural…), S. João vê muito mais do que uma confirmação da morte de Jesus; ele contempla o cumprimento das Escrituras e o sacrifício do verdadeiro cordeiro pascal (cf. Ex 12, 46; Nm 9, 12; Salm 34, 21; Zac 12, 10; Apoc 1, 7); e parece insinuar, para além do dom da vida eterna (o sangue: cf. 6, 53-54) e do Espírito Santo (a água: cf. 4, 14; 7, 38-39; 3, 5), os Sacramentos da iniciação cristã, a Eucaristia e o Baptismo e a própria Igreja, a nova Eva a sair do lado do novo Adão.

35 «Ele bem sabe que diz a verdade»: há quem queira ver aqui uma espécie de juramento, a saber, o apelo a uma segunda testemunha abonatória, o próprio Cristo glorioso, ou mesmo o Pai, não faltando quem pense numa glosa. De qualquer modo, uma afirmação tão solene faz apelo a factos reais, que excluem uma simbologia desvinculada da história. E, de facto, uma história como a da Paixão e Morte do Senhor não se inventa; é mesmo verdade e não faz sentido vê-la doutra forma. A testemunha privilegiada foi certamente o discípulo amado de Jesus.

36-37 «Para se cumprir a Escritura: cf. Ex 12, 46; Zac 12, 10; Nm 9, 12; Salm 34, 21; Apoc 1, 7.

 

Sugestões para a homilia

 

O coração de Deus comove-se

O Coração de Jesus é amor que nos salva

E nos convida a sairmos de nós mesmos

 

O coração de Deus comove-se

 

O amor de Deus não tem medida. Por isso, ao longo de todos os tempos o Seu infinito amor vem operando maravilhas em favor da humanidade. Os Seus desígnios passam por este amor extraordinário que Ele sente por todos nós. O coração de Deus comove-se!

Na solenidade do Sacratíssimo Coração de Jesus, a Igreja oferece à nossa contemplação este mistério do coração de um Deus que se comove e derrama todo o seu amor sobre a humanidade. Um amor misterioso, que nos textos do Novo Testamento nos é revelado como paixão incomensurável pelo homem. Ele não se rende perante a ingratidão, e nem sequer diante da rejeição do povo que Ele escolheu para si; pelo contrário, com misericórdia infinita, envia ao mundo o seu Filho, o Unigénito, para que assuma sobre si o destino do amor aniquilado a fim de que, derrotando o poder do mal e da morte, possa restituir dignidade de filhos aos seres humanos, que o pecado tornou escravos.

O Coração de Deus que se manifestou no Coração de Seu Filho Jesus é um Coração cheio de amor completamente aberto aos que O acolhem com sinceridade. Se procurarmos recordar a nossa própria história havemos de concluir que está repleta de maravilhas e de inúmeras graças que Ele nos foi concedendo. E a razão é sempre a mesma: Deus ama-nos sem medida.

 

O Coração de Jesus é amor que nos salva

 

Símbolo de tal amor, o Coração trespassado do Crucificado, vai além da morte no seu lado trespassado por uma lança. A este propósito, a testemunha ocular, o Apóstolo João, afirma: "Um dos soldados perfurou-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água".

Jesus crucificado e trespassado pela lança, tendo o seu coração aberto, é a imagem do sofrimento assumido por amor e a imagem das vítimas de todos os tempos que nos devem mobilizar para humanizar a vida e garantir a liberdade, a salvação, para os esmagados e oprimidos. O Coração de Jesus é símbolo religioso do humanismo e do Amor levado até às últimas consequências, como nos diz São João: “Tendo amado os seus amou-os até o fim!”. Amor que transforma e exige mudança não pela força mas pela ternura que humaniza e nos compromete. 

No Coração de Jesus está expresso o núcleo essencial do cristianismo, em Cristo foi-nos revelada e comunicada toda a novidade revolucionária do Evangelho: o Amor que nos salva e nos faz viver já na eternidade de Deus. O Coração de Jesus é o Coração Humano de Deus! Amor que transforma e exige mudança não pela força, mas pela ternura que humaniza e nos compromete.

 

E nos convida a sairmos de nós mesmos

 

 O seu Coração Divino chama o nosso coração; convida-nos a sair de nós mesmos, a abandonar as nossas seguranças humanas para confiar n’Ele e, seguindo o seu exemplo, a fazer de nós mesmos um dom de amor sem reservas.

Se é verdade que o convite de Jesus, a "permanecer no seu amor" é para cada baptizado, na solenidade do Sacratíssimo Coração de Jesus, dia de santificação sacerdotal, tal convite ressoa com maior vigor para os sacerdotes.

Conforme é citado no Catecismo da Igreja Católica: "O sacerdócio é o amor do Coração de Jesus" Como não recordar com emoção que directamente deste Coração brotou o dom do ministério sacerdotal? Como esquecer que os presbíteros, foram consagrados para servir, humilde e respeitavelmente, o sacerdócio comum dos fiéis? A sua missão é indispensável para a Igreja e para o mundo, que requer plena fidelidade a Cristo e união incessante com Ele. Por isso, somos convidados a rezar pelos sacerdotes.

Este coração aberto de Jesus acentua a perspectiva da admiração, da limpeza, da totalidade, da profundidade do amor e realça que o amor é sempre descanso. Sentir-se amado é ter um lugar de descanso que é o coração de alguém. Amar não é trabalho nem peso. Amar é vida, alegria e paz.

Este Coração aberto de Jesus está sempre pronto a ouvir, a acolher, a abrigar e a fazer descansar todas as canseiras humanas que os homens lhe apresentam, a fim de as pacificar. Deste Coração permanentemente aberto podemos esperar a enormidade do amor, porque o amor de Deus não tem medida. O nosso Deus tem Coração e um Coração completamente aberto.

Repitamos neste dia e sempre a jaculatória que sabemos de cor, isto é, de coração:

“Jesus manso e humilde de Coração, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso!

 

 

Oração Universal

 

Irmãos:

A Deus nosso Pai e Amor sem medida,

por intermédio do Coração aberto de Jesus,

oremos para que nos ajude a sermos fiéis ao seu desígnio salvador,

rezando (cantando):

 

Sagrado Coração de Jesus, atendei as nossas preces.

 

1.     Pelo Santo Padre, o Papa (N),

pelos Bispos, Presbíteros e Diáconos,

para que tenham um coração que palpite com os homens

na forma de amar, como o de Jesus,

oremos, irmãos.

 

2.     Pelos seminaristas, pelos nossos Seminários,

sempre necessários e imprescindíveis

na formação dos sacerdotes,

e pelos seus formadores,

oremos, irmãos.

 

3.     Pelos cristãos de todo o mundo,

e muito concretamente por todos os Associados

ou Zeladores do Apostolado da Oração,

para que levem o amor de Deus a todas as periferias,

oremos, irmãos.

 

4.     Pelas famílias, para que o Sagrado Coração de Jesus

nelas faça reinar a paz e as conforte

em todas as suas aflições,

oremos, irmãos.

 

5.     Pelos pecadores para que achem

no Sagrado Coração de Jesus a fonte

 e o oceano infinito da misericórdia,

oremos, irmãos.

 

6.     Por todos nós aqui presentes

para que sejamos sensíveis a tudo o que acontece

e a termos a maior atenção, afecto e ternura

para com todos os que connosco privam,

oremos, irmãos.

 

7.     Para que tenhamos um coração agradecido

a tudo o que fazem em nosso favor,

pelas próprias capacidades

e por todas as maravilhas que a vida nos concede,

oremos, irmãos.

   

Senhor,

nosso Deus e Pai amoroso,

por intermédio do Sagrado Coração de Jesus

    e na unidade do Espírito Santo,

concedei que a nossa vida individual e comunitária

nos leve a ter um coração misericordioso,

que vibre com todos,

que ame e adivinhe as necessidades dos outros

e faça circular esse amor.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Bendito sejais, Senhor nosso Deus, Az. Oliveira, NRMS 93

 

Oração sobre as oblatas: Olhai, Senhor, para o inefável amor do Coração do vosso Filho e fazei que a nossa oferenda Vos seja agradável e sirva de reparação pelos nossos pecados. Por Nosso Senhor.

 

Prefácio

 

O Coração de Cristo, fonte de salvação

 

V. O Senhor esteja convosco.

R. Ele está no meio de nós.

 

V. Corações ao alto.

R. O nosso coração está em Deus.

 

V. Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.

R. É nosso dever, é nossa salvação.

 

Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por Cristo, nosso Senhor.

Elevado sobre a cruz, com admirável amor deu a sua vida por nós e do seu lado trespassado fez brotar sangue e água, donde nasceram os sacramentos da Igreja, para que todos os homens, atraídos ao Coração aberto do Salvador, pudessem beber com alegria nas fontes da salvação.

Por isso, com os Anjos e os Santos, proclamamos a vossa glória, cantando numa só voz:

 

Santo, Santo, Santo.

 

Santo: «Da Missa de festa», Az. Oliveira, NRMS 50-51

 

Monição da Comunhão

 

A Eucaristia é o maior dom do Coração de Jesus ao dar-nos a Si próprio em Corpo, Sangue, Alma e Divindade. Ela é festa de encontro de irmãos e acção de graças por excelência. Jesus quer ser recebido em amor, com todo o respeito e dignidade. Que Ele seja o alimento celeste, a força para os mais fracos e penhor de alegria, felicidade e paz.

 

Cântico da Comunhão: Saboreai como é bom, M. Carneiro, NRMS 93

Jo 7, 37-38

Antífona da comunhão: Se alguém tem sede, venha a Mim e beba, diz o Senhor. Se alguém acredita em Mim, do seu coração brotará uma fonte de água viva.

 

Ou

Jo 19, 34

Um dos soldados abriu o seu lado com uma lança e dele brotou sangue e água.

 

Cântico de acção de graças: Em Vós, Senhor, ponho a minha esperança, M. Simões, NRMS 116

 

Oração depois da comunhão: Fazei, Senhor, que este sacramento do vosso amor nos una sempre mais a Jesus Cristo, vosso Filho, de modo que, inflamados na caridade, saibamos reconhecê-l'O nos nossos irmãos. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

O termos participado nesta festa do Sagrado Coração de Jesus nos ajude a comprometer com uma vida diferente. Ele deu-Se a comer a todos nós para que, acabada a Santa Missa, nos saibamos dar aos outros em união, paz e concórdia.

 

Cântico final: Mil vezes seja louvado, J. Santos, NRMS 13

 

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         António E. Portela

Nota Exegética:                     Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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