aCONTECIMENTOS eclesiais

DO PAÍS

 

 

AÇORES

 

COLÓQUIO SOBRE O

BEATO JOÃO BATISTA MACHADO

 

A Diocese de Angra e o Instituto Histórico da ilha Terceira promoveram nos passados dias 25 e 26 de Maio um Colóquio internacional nos 400 anos do martírio do jesuíta Beato João Batista Machado.

 

A iniciativa reuniu vários historiadores e investigadores das ciências sociais e decorreu no Palácio dos Capitães Generais.

O sacerdote jesuíta João Batista Machado, padroeiro da Diocese de Angra, foi beatificado pelo Papa Pio IX, em 7 de Maio de 1867, juntamente com outros 204 mártires do Japão.

Durante dois dias 10 conferencistas reflectiram sobre “a vida, a obra e o contexto histórico-social” do beato português, nascido nos Açores.

Entre os palestrantes estavam o bispo de Coimbra, D. Virgílio do Nascimento Antunes, que proferiu a conferência de abertura, sobre “o Martírio e a Santidade”.

O Japão foi evangelizado pelo jesuíta São Francisco Xavier, entre 1549 e 1552, a pedido da Coroa Portuguesa, mas poucas décadas depois a comunidade católica vivia uma dura perseguição: os primeiros mártires, encabeçados por São Paulo Miki (crucificados em Nagasáqui em 1597), entre os quais o português de origem goesa São Gonçalo Garcia, foram canonizados em 1862 por Pio IX.

Outros 205 católicos foram beatificados em 1867, entre eles João Baptista Machado, Ambrósio Fernandes, Francisco Pacheco, Diogo de Carvalho e Miguel de Carvalho (todos da Companhia de Jesus), Vicente de Carvalho (religioso agostinho), e Domingos Jorge (leigo, cuja esposa japonesa e filho também foram martirizados).

 

 

LISBOA

 

CARTA PASTORAL SOBRE A CATEQUESE

 

No passado dia 26 de Maio, a Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) publicou a Carta pastoral «Catequese – A alegria do encontro com Jesus Cristo», com data de 13 de Maio de 2017, aprovada na última Assembleia Plenária da CEP.

 

“A catequese não se pode reduzir à transmissão de conteúdos doutrinais, como no modelo escolar. A transmissão tem de fazer-se de modo vivenciado, inserida no encontro com Jesus Cristo”, escrevem os bispos.

Na Carta pastoral, o episcopado acrescenta que, “de resto, todo o encontro de catequese tem de ser encontro com Ele”: “Porque é Ele quem, vindo ao nosso encontro, nos pode despertar para a fé, uma fé que atinja todo o nosso ser: a cabeça, o coração e as mãos”.

No seu documento, a Conferência Episcopal Portuguesa reflecte sobre a catequese na actualidade em seis pontos com 53 números: “No coração da catequese; É Cristo que vem ao nosso encontro; Lugares do encontro; Mediadores do encontro; Destinatários do encontro”; e “A alegria do encontro”.

Os bispos constatam que “ainda não entrou nos hábitos de muitos cristãos” uma “regular leitura da Bíblia” e sugerem um domingo por ano dedicado inteiramente à Palavra de Deus: “O domingo em que nas nossas comunidades cristãs se celebra a Festa da Palavra conclusiva do ano catequético dedicado à Sagrada Escritura”.

A carta pastoral «Catequese: A Alegria do Encontro com Jesus Cristo», um documento com 64 páginas, está disponível na página da internet da Conferência Episcopal Portuguesa.

 

 

LISBOA

 

COLÉGIO PIO XII COMEMOROU

60 ANOS DE EXISTÊNCIA

 

No passado dia 27 de Maio, o Colégio Universitário Pio XII assinalou 60 anos de existência, com um programa comemorativo que incluiu várias iniciativas de homenagem ao fundador da instituição, o padre Joaquim de Aguiar, com o envolvimento de antigos e actuais responsáveis e alunos.

 

A festa de aniversário incluiu a inauguração nos Olivais da placa indicativa da Rua Padre Joaquim Aguiar; e o lançamento do livro “Educação e cidadania”, dedicado à vida daquele sacerdote, que foi o primeiro director do Colégio Pio XII.

Esta obra reúne “contributos de antigos estudantes”, também “de membros da Direcção do Colégio”, e “abarca um vasto leque de áreas, nomeadamente o âmbito do direito, da saúde, da educação, da filosofia, da ciência política, da economia”.

O prefácio é assinado pelo cardeal-patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, um antigo estudante deste colégio universitário e que celebrou a missa festiva deste dia, na igreja do Colégio.

Fundado em 1957, o Colégio Pio XII tem-se assumido como um centro educativo, de acolhimento e apoio a inúmeros alunos do ensino superior da cidade de Lisboa, sob a direcção dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria - Claretianos.

A sessão de lançamento do livro serviu para recordar a vida e obra do padre Joaquim de Aguiar (1915 – 2004), que passou por Viseu (a sua terra natal), pelo Porto, por Lisboa e também por Espanha.

Formado em Ciências Pedagógicas, o padre Joaquim António de Aguiar dedicou mais de 60 anos ao ensino e, além da fundação do Colégio Pio XII, foi responsável pela criação do Centro de Apoio à Juventude João Paulo II.

Entre as distinções de que foi alvo ao longo da sua vida, destaca-se a atribuição em 1982 da Medalha de Prata de Mérito da Câmara Municipal de Lisboa, que esteve representada agora nesta homenagem pela vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto.

Ainda no âmbito deste reconhecimento póstumo ao padre Joaquim de Aguiar, foi descerrado este sábado, nas instalações do Colégio Pio XII, na Galeria dos Directores, um busto do sacerdote feito pelo escultor José Antunes, também ele antigo estudante desta casa.

Na cerimónia esteve presente Adriano Moreira, actual conselheiro de Estado e que foi amigo pessoal do padre Joaquim de Aguiar.  

 

 

LISBOA

 

CURSO DE MEDICINA

DA UCP

 

O director do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa (UCP) disse que o novo curso de Medicina a criar tem “princípios orientadores próprios”, que assumem as posições da Igreja.

 

Alexandre Castro Caldas, professor catedrático de Neurologia, refere que este curso que a UCP se prepara para abrir, vai oferecer uma formação “não só do ponto de vista técnico-científico, mas também à luz dos princípios orientadores próprios da posição da Igreja face aos grandes desafios da saúde”.

“Estão praticamente finalizados todos os protocolos e este sonho de há tantos anos parece poder vir a tornar-se realidade. É, por isso, boa altura para disso dar boa notícia aos meios católicos e ao público em geral”, acrescenta o responsável.

O director do Instituto de Ciências da Saúde (ICS) espera que os católicos compreendam o “interesse desta iniciativa” e manifestem o seu apoio, “para bem de Portugal e da Igreja portuguesa”.

Alexandre Castro Caldas recorda que, neste momento, a UCP já oferece o ensino da Enfermagem, no Porto e em Lisboa, um Mestrado Integrado em Medicina Dentária e um curso de Ciências Biomédicas, em Viseu, realçando que “o ensino em Cuidados Paliativos tem sido um ponto forte do Instituto”.

O director do ICS refere-se ainda às parcerias com a Universidade de Maastricht, a Câmara Municipal de Cascais e a Luz Saúde, para sublinhar que “a Universidade Católica Portuguesa será o centro do projecto sendo os restantes parceiros os seus viabilizadores”, pelo que “a natureza identitária da Universidade não pode ser de forma alguma contrariada por nenhum deles”.

“Está mesmo em preparação um documento da Associação dos Médicos Católicos, a ser assinado pelos parceiros, que corresponde aos princípios orientadores da prática dos serviços de saúde”, acrescenta Castro Caldas.

A UCP e as três instituições parceiras assinaram a 24 de Fevereiro passado um acordo para a criação do primeiro curso privado de Medicina em Portugal, de dimensão internacional, apresentado como um projecto inovador.

 

 

LISBOA

 

COMEMORAÇÃO DOS

300 ANOS DO PATRIARCADO

 

O Patriarcado de Lisboa, por ocasião da comemoração dos seus 300 anos de criação, publicou em livro as Cartas Pastorais dos Patriarcas de Lisboa e uma compilação de Subsídios para a História da Igreja em Portugal.

 

Na sessão de apresentação destes dois livros, no passado dia 7 de Junho na igreja de São Vicente de Fora, o cardeal-patriarca de Lisboa classificou este trabalho como muito importante, porque se trata de “duas obras fundamentais para compreender a história da diocese e também a história religiosa do país”.

De acordo com D. Manuel Clemente, agora investigadores e público em geral podem olhar para os últimos três séculos na região lisboeta através da “pena ou da escrita dos patriarcas”, e perceber qual foi a reacção teórica, a indicação prática, ou a própria originalidade e criatividade da igreja de Lisboa”, face aos desafios vividos.

“Até ao século XIX podemos dizer que a temática Igreja – Estado ou Igreja – Mundo não se punha como se põe hoje. E é muito interessante verificar como, pouco a pouco, responsáveis da Igreja se vão consciencializando disso mesmo e tentando perceber qual é então o papel da Igreja enquanto fermento na massa, como sal na terra”, salientou D. Manuel Clemente.

O livro Cartas Pastorais dos Patriarcas de Lisboa, dividido em dois volumes, agrupa 241 textos cronologicamente ordenados entre o período que vai desde o primeiro patriarca de Lisboa, D. Tomás de Almeida (1670 – 1754), e o penúltimo, D. José Policarpo (1936 – 2014).

Um total de 1700 páginas agora apresentadas ao público através da editora Nova Terra.

Quanto aos Subsídios para a História da Igreja em Portugal, este livro resulta de uma investigação realizada por Maria Odete Sequeira Martins, mestre e doutorada em História Medieval, que se baseou num vasto acervo documental da Igreja Católica guardado na Torre do Tombo.

Entre os documentos recolhidos, referiu a autora, encontram-se cartas “de orientação relativamente à fé”, “registos da Real Mesa Censória proibindo determinados textos e autores como nefastos à fé católica”, “bulas papais” e “informações do Vaticano”.

Também “notas conciliares e pastorais, até solicitando obediência às autoridades públicas, contribuindo para a ordem a paz social”.

Maria Odete Sequeira Martins destaca ainda escritos que permitem estudar acontecimentos marcantes da vida das comunidades de Lisboa e das outras dioceses portuguesas, desde “epidemias, inundações e sismos” como o de 1755.

“Conseguimos compilar 2278 registos que implicam toda a história de Portugal, e com temas muito diversos. E até nas visitações (dos patriarcas) podemos antever a vida das populações, na sua dupla condição, social e religiosa, até moral”, completou.

Estes Subsídios para a História da Igreja em Portugal têm a chancela da Editora Aletheia.

Sobre a celebração dos 300 anos do Patriarcado de Lisboa, e das iniciativas de âmbito mais cultural que estão a ser promovidas para marcar este acontecimento, os próximos passos, até ao final deste ano, vão ser a publicação da História dos Bispos e Arcebispos de Lisboa e a revitalização da colecção do Museu dos Patriarcas.

 

 

BRAGANÇA

 

FALECEU BIBLISTA DOMINICANO

 

No passado dia 15 de Junho, faleceu em Jerusalém o religioso dominicano português Francolino Gonçalves, especialista no estudo da Bíblia, aos 74 anos de idade, anunciou a Associação Bíblica Portuguesa.

 

O “ilustre biblista” era membro da Pontifícia Comissão Bíblica, da Santa Sé, professor da Escola Bíblica de Jerusalém e membro da Associação Bíblica Portuguesa.

Frei Francolino Gonçalves, investigador da Escola Bíblica e Arqueológica Francesa de Jerusalém, tinha sido reconduzido pelo Papa Francisco em 2014 como membro da Comissão Bíblica Pontifícia, um cargo que ocupava desde 2009, por nomeação de Bento XVI.

O sacerdote nasceu em Corujas, Macedo de Cavaleiros, em Março de 1943; foi ordenado sacerdote em Novembro de 1968, na cidade canadiana de Montreal.

O percurso académico do religioso português, no estudo das Escrituras, passou pela Escola Bíblica e Arqueológica Francesa de Jerusalém (onde foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian), pelo Instituto Orientalista de Lovaina (Bélgica) e pela Universidade Dominicana de Filosofia e Teologia de Ottawa (Canadá).

Frei Francolino Gonçalves era doutor em filologia e história orientais pela Universidade Católica de Lovaina e em Letras (História da Antiguidade) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Os seus principais centros de interesse foram a dimensão política do profetismo no Próximo Oriente Antigo e a história da formação dos livros proféticos da Bíblia, em especial Isaías e Jeremias.

Em 2011 foi distinguido por unanimidade com o prémio da Academia Pedro Hispano.

Para o júri do prémio, frei Francolino Gonçalves é "um caso raro e incontornável” da cultura portuguesa nos séculos XX/XXI.

 

 

BRAGA

 

UM SEMINARISTA CEGO

 

De 16 a 18 Junho decorreu em Fátima a 3.ª peregrinação jubilar da Pastoral de Pessoas com Deficiência, “um marco para sensibilizar, envolver e procurar caminhos” nas comunidades católicas.

 

Entre os 400 participantes, estava Tiago Varanda, preparando-se há seis anos no seminário arquidiocesano de Braga para a ordenação sacerdotal.

Natural de Lamego, Tiago nasceu em 1984 com um glaucoma congénito; perdeu a visão progressivamente e, aos 16 anos, já dependia de uma cadela-guia que o acompanha em todos os momentos do dia.

A cadela tem um cantinho no quarto, onde dorme, e acompanha Tiago por todo o lado, mesmo que às vezes descanse em momentos que fazem parte da rotina do dia.

“Sempre que saio, acompanha-me sempre, ela precisa de estar sempre com o dono para perceber, para não perder a ligação e poder fazer bem o seu trabalho”, acrescenta.

Licenciado em História, foi professor do ensino secundário em várias escolas, até que sentiu o chamamento que o levou ao Seminário Conciliar de Braga.

“A cegueira não é impedimento nem canónico nem pastoral para exercer o sacerdócio, mas tinha esse receio – conta ele. Felizmente, dissiparam-me as dúvidas logo no início do curso do seminário, e acolheram-me muito bem, os formadores, o senhor arcebispo D. Jorge Ortiga, que sempre me apoiou desde o início”,

Como todos os seus colegas, frequenta agora as aulas na Faculdade de Teologia, em Braga, e participa na vida comunitária do Seminário. Um quotidiano que exige, naturalmente, algumas adaptações: para a formação académica, mune-se de um computador com sistema de voz que permite acesso auditivo aos livros de Teologia, em formato digital.

Tiago Varanda imprimiu a Liturgia das Horas em braille, para que se possa integrar ainda mais na oração diária do grupo.

“Tenho também, a nível da oração pessoal, um software, um leitor de ecrã, que lê o telemóvel. Através desta aplicação, iBreviary, consigo ter acesso não só à Liturgia das Horas, pelo telemóvel, mas também à própria Liturgia Eucarística, à Liturgia da Palavra, às leituras diárias da Eucaristia, e inclusive até a algumas orações eucarísticas do Missal”, acrescenta.

 

 

PORTO

 

D. ANTÓNIO BARROSO,

PROCLAMADO VENERÁVEL

 

No passado dia 17 de Junho, o Papa Francisco aprovou a publicação do decreto que reconhece as virtudes heróicas de D. António Barroso (1854-1918), missionário e bispo do Porto de 1899 a 1918.

 

O actual bispo do Porto, D. António Francisco dos Santos, explica que “a Igreja reconhece deste modo oficialmente as virtudes e o exemplo de vida de ministério e de missão de D. António Barroso”, concedendo-lhe o título de Venerável.

D. António Barroso nasceu em Remelhe, Barcelos, a 5 de Novembro de 1854. Estudou no Seminário das Missões Ultramarinas, em Cernache do Bonjardim, e foi ordenado sacerdote em 20 de Setembro de 1879.

Partiu no ano seguinte para Angola onde foi missionário desde 1880 a 1891. Nomeado neste ano Bispo-Prelado de Moçambique, aí permaneceu até 1897. Nesse ano, obedecendo a novo mandato da Igreja, parte para o Oriente, como Bispo de Meliapor (Índia). A 21 de Fevereiro de 1899 foi nomeado Bispo do Porto, tendo entrado na diocese em Agosto desse mesmo ano.

O bispo do Porto evoca esta figura da Igreja Católica como “um místico de olhos abertos para a realidade”.

“D. António Barroso soube conjugar sempre a bondade e a coragem, a simplicidade de vida e a ousadia missionária, a proximidade com os sacerdotes e com as comunidades cristãs e a voz profética junto da sociedade civil”, escreve.

O prelado destacou-se como missionário, ficando célebre pela forma como lutou contra a perseguição feita à Igreja católica por Afonso Costa, na sequência da implantação da República Portuguesa.

A causa de canonização de D. António Barroso começou, por decreto de D. Júlio Tavares Rebimbas, a 31 de Julho de 1992 e foi concluída na fase diocesana em Março de 2015, transitando para a Congregação da Causa dos Santos, em Roma.

“O centenário da morte de D. António Barroso, que vamos celebrar no próximo ano, tem agora novo horizonte e acrescido significado”, conclui o bispo do Porto, que estende as suas felicitações à Sociedade Missionária da Boa Nova e às Igrejas de Braga, Angola, Moçambique, Meliapor e Aveiro, onde D. António Barroso foi sacerdote e bispo.

 

 

BRAGANÇA

 

NOVO SANTUÁRIO MARIANO

 

No passado dia 18 de Junho, o Santuário do Imaculado Coração de Maria dos Cerejais, em Alfândega da Fé, Diocese de Bragança-Miranda, foi elevado a Santuário Diocesano, por decisão do bispo local.

 

D. José Cordeiro proclama assim “o conjunto dos lugares sagrados da Mensagem de Fátima em Cerejais, Santuário Diocesano do Imaculado Coração de Maria”.

A história deste santuário começou em 1961 com a construção de uma capela dedicada ao Imaculado Coração de Maria e em ligação às aparições de Nossa Senhora em Fátima.

“A imagem do Imaculado Coração de Maria foi esculpida por José Ferreira Thedim, (o escultor da imagem de Nossa Senhora de Fátima, venerada na Capelinha das Aparições), benzida e oferecida pelo então bispo de Leiria, D. João Pereira Venâncio e solenemente coroada a 13 de Maio de 1962 por D. Abílio Vaz das Neves”, relata o decreto de D. José Cordeiro.

O bispo de Bragança-Miranda nomeou como reitor do novo Santuário diocesano o padre José António de Almeida Machado, pároco da Unidade Pastoral Bartolomeu dos Mártires.

D. José Cordeiro proferiu a conferência conclusiva do I Congresso Mariano de Bragança-Miranda, na qual afirmou que “Maria aponta sempre para Jesus” e que “ficar só na devoção a Maria é desconhecer e atraiçoar a sua missão”.

“A devoção mariana é uma característica evidente da fé cristã nas pessoas do Nordeste Transmontano. O Povo Santo de Deus aprendeu e não perde o gosto de peregrinar aos santuários marianos”.

 

 

LISBOA

 

ESTÁTUA HOMENAGEIA

PADRE ANTÓNIO VIEIRA

 

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) inaugurou no passado dia 22 de Junho uma estátua do Padre António Vieira junto à sede da instituição, a Igreja de São Roque, homenageando um dos “maiores símbolos da cidade”.

 

A estátua, do escultor Marco Fidalgo, foi inaugurada pelo provedor da SCML, Pedro Santana Lopes, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, o provincial da Companhia de Jesus em Portugal, padre José Frazão Correia, e D. Manuel Clemente, cardeal-patriarca de Lisboa.

Para D. Manuel Clemente, a estátua “faz com que a cidade de Lisboa finalmente dê a um dos seus maiores símbolos, ao longo dos séculos, a relevância que ele inteiramente merece”.

O cardeal-patriarca de Lisboa referiu que “a estátua é de justiça” e faz com que “pessoas que passam neste lugar central da cidade onde ele viveu e pregou, lembrem e aprendam que há figuras que não passam porque a sua mensagem é tão ou mais actual do que quando foi dita”.

A estátua de homenagem ao Padre António Vieira, a primeira que existe em Portugal, está diante do Museu de São Roque, no largo Trindade Coelho.

Para o provedor da SCML, Pedro Santana Lopes, “era uma questão de justiça” colocar no quotidiano da cidade de Lisboa a estátua do Padre António Vieira.

O padre provincial da Companhia de Jesus em Portugal mostrou a sua satisfação pela homenagem ao padre António Vieira, também “por não haver ainda reconhecimento público, com uma obra de arte pública, em Portugal”.

“Figuras como o Padre António Vieira são marcantes, não simplesmente porque hoje devemos fazer o que eles fizeram, mas pela atitude: uma pessoa profundamente atenta aos problemas do seu tempo e alguém que compreende que a adesão ao Evangelho o leva a agir pela palavra em favor dos perseguidos”, referiu o padre Frazão Correia.

O padre António Vieira nasceu em Lisboa, em 1608, e faleceu no Brasil, em 1697, na Baía, após uma vida repleta de viagens entre um país e o outro e intervenções nos mais diversos aspectos da sociedade civil, económica, religiosa, política e cultural da época.

Em 2013 foi apresentada a publicação das Obras completas do Padre António Vieira, entretanto concluída, com direcção de José Eduardo Franco e Pedro Calafate, editadas pelo Círculo de Leitores e tendo por mecenas principal a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

 

 

FÁTIMA

 

CONGRESSO INTERNACIONAL

“PENSAR FÁTIMA”

 

O Congresso Internacional Pensar Fátima, inserido no âmbito das celebrações do Centenário das Aparições, como corolário de um conjunto de simpósios e conferências que decorreram ao longo dos últimos sete anos na Cova da Iria, realizou-se no Centro Pastoral Paulo VI, de 21 a 24 de Junho passado, promovido pelo Santuário de Fátima em colaboração com a Faculdade de Teologia da UCP, contando com mais de 500 participantes oriundos de 21 países.

 

Neste Congresso foram estudadas várias dimensões de Fátima, em perspectiva interdisciplinar: Teologia, Sociologia, Psicologia, Cultura, História, Arte. As intervenções dividiam-se em conferências plenárias, conferências temáticas e comunicações apresentadas por investigadores; as conferências eram seguidas de 30 minutos de debate, enquanto as comunicações com os seus comentários estavam limitadas a 30 minutos.

Depois da sessão de abertura no dia 21, pelo Bispo de Leiria-Fátima D. António Marto, foram-se sucedendo pelas manhãs as conferências: História e historiografia de Fátima (Marco Daniel Duarte), Eixos teológicos da Mensagem de Fátima (Eloy Bueno de la Fuente), Fátima no contexto das Mariofanias (João Décio Passos), Hermenêuticas dos três videntes (Franco Manzi), Da Mariologia a Fátima (Stella Morra), Fátima e Roma (António Matos Ferreira), O lugar de Fátima na reconfiguração do religioso (Alfredo Teixeira); assim como as conferências temáticas: Fátima e práticas do território (Graça Poças Santos), Taumaturgia em Fátima (Tiago Marques), Fátima e a geografia do conflito (Luís Salgado de Matos), As aparições de Fátima na perspectiva da pneumatologia mariológica (José Cristo Rey García Paredes), Fátima e a teologia política (João Manuel Duque), Fátima e a questão ecuménica (José Eduardo Borges de Pinho), Fátima e as dinâmicas pastorais em Portugal (Paulo Fontes).

As 78 comunicações (muitas de autores portugueses) apresentadas paralelamente distribuíam-se por 7 áreas temáticas: Fátima e as dinâmicas sociais, Fátima na perspectiva da fenomenologia religiosa, História de Fátima, Mariologia nas fontes escritas de Fátima, Fátima e as linguagens profética e apocalíptica, Espiritualidade e teologia de Fátima, Presenças de Fátima ao longo de 100 anos.

Para a conferência de encerramento no dia 24, sob o tema “Fátima como promessa”, fora convidado o Cardeal Gianfranco Ravasi, Presidente do Conselho Pontifício da Cultura da Santa Sé.

Na sua conferência, em que analisou o essencial da Mensagem de Fátima a partir de referências bíblicas, o Cardeal italiano lembrou que ela assenta na valorização da história da salvação, acompanhada de um pedido de oração, de conversão, de reparação e de esforço pela paz.

O presidente do Conselho Pontifício para a Cultura fez um diagnóstico da sociedade actual para reforçar a pertinência e a centralidade da Mensagem de Fátima.

“O secularismo – doença da nossa sociedade –, a apatia – mais grave que o agnosticismo –, a indiferença, a falta de valores e de referências, as guerras fragmentadas em todo o mundo, são males que nos atingem e para as quais Deus chama a atenção através de Nossa Senhora no diálogo com os pastorinhos, apresentando caminhos”.

O tema das Aparições não ficou de fora da reflexão do Cardeal Gianfranco Ravasi, o qual lembrou que “elas servem para ajudar a clarificar o significado da Revelação, ajudando a viver e a reavivar a Revelação do mistério de Deus”.

Citando o bispo de Diocese de Leiria-Fátima, D. António Marto, o Cardeal italiano recordou que as Aparições “são um grito do Céu” para lembrar que  “o coração de Deus é compassivo perante o sofrimento do mundo”.

 

 

ALGARVE

 

CELEBRAÇÃO FESTIVA

DO FUNDADOR DO OPUS DEI

 

No passado dia 26 de Junho, a festa litúrgica de S. Josemaria Escrivá, Fundador do Opus Dei, foi assinalada com a Eucaristia celebrada ao final da tarde na capela do Carmelo algarvio no Patacão, concelho de Faro.

 

Celebrou o pároco e director do Secretariado diocesano da Pastoral Vocacional, padre Pedro Manuel, o qual lembrou na homilia que “no contexto da vida da Igreja, Deus vai suscitando desde sempre – e continuará a fazê-lo por meio do seu Espírito Santo – vozes que ajudem os homens de cada época a encontrar o melhor caminho para chegar até Deus e para cada um preparar o seu céu aqui na terra”.

O sacerdote destacou que “a santidade está à disposição das nossas disponibilidades e, sobretudo, das respostas que cada um de nós é chamado a dar em todas as circunstâncias da vida”.

O padre Pedro Manuel deteve-se num pensamento que é central no espírito do Opus Dei e que se refere ao sentido do trabalho. “O trabalho, não só é coisa útil como é também coisa necessária e caminho para nos santificarmos”, afirmou, evidenciando o trabalho como “meio santificante e santificador”. “Santificamo-nos com o nosso trabalho se o fizermos com amor. Não existe diferença na profissão, existe diferença no amor e na dignidade que conferimos ao trabalho”, explicou.

O Opus Dei foi fundado por S. Josemaria Escrivá em 1928 com a finalidade de colaborar na missão evangelizadora da Igreja e na difusão da visão cristã no mundo.

Ele nasceu em 1902 e faleceu em 26 de Junho de 1975, tendo sido beatificado em 1992 e canonizado em 2002 pelo papa São João Paulo II.

Em várias cidades do país celebraram-se na mesma altura Missas festivas, como em Braga (presidida pelo arcebispo D. Jorge Ortiga), em Lisboa (presidida pelo bispo auxiliar D. Joaquim Mendes) e na Capelinha das Aparições em Fátima (presidida por Mons. Hugo de Azevedo).

 

 

PORTO

 

JUBILEU EPISCOPAL

DE D. MANUEL VIEIRA PINTO

 

O bispo do Porto publicou no passado dia 29 de Junho uma Nota pastoral de “júbilo e gratidão” pelos 50 anos de ordenação episcopal de D. Manuel Vieira Pinto, arcebispo emérito de Nampula (Moçambique), que reside actualmente na Casa Sacerdotal da diocese nortenha.

 

“É de júbilo e de gratidão esta hora, não apenas por ser rara, mas sobretudo por conter uma vida cheia de encanto e de doação a Deus e à Igreja para que o Mundo seja Melhor”, escreveu D. António Francisco dos Santos.

D. António Francisco dos Santos explica que o arcebispo emérito de Nampula desenvolveu o seu ministério episcopal em períodos distintos marcados primeiro pela guerra colonial e depois pelo “entusiasmo libertador da independência”.

D. Manuel da Silva Vieira Pinto nasceu em 1923, em Amarante, na diocese do Porto. Foi ordenado sacerdote em 1949, tendo sido coadjutor da paróquia de Campanhã e assistente de vários organismos da Acção Católica;

Em 1955 foi nomeado Director Espiritual do Seminário Diocesano de Nossa Senhora do Rosário de Vilar, e foi o responsável nacional do Movimento do Mundo Melhor, depois de “algum tempo em Roma, ao longo do ano de 1960”, para conhecer o movimento apostólico.

D. Manuel Vieira Pinto foi nomeado bispo de Nampula em 1967 e, na reorganização eclesiástica de Moçambique, com a criação de novas dioceses e com a elevação das dioceses da Beira e de Nampula a arquidioceses, foi nomeado arcebispo de Nampula, em 1984.

Neste percurso de vida, D. António Francisco dos Santos recorda que são “célebres as suas Cartas Pastorais e as intervenções na defesa dos direitos das populações” da sua diocese que lhe valeram a “expulsão de Moçambique” a 14 de Abril 1974, tendo regressado em Janeiro do ano seguinte.

O prelado português resignou em 1998, mas permaneceu na arquidiocese moçambicana até à sua jubilação no ano 2000, regressando então a Portugal.

 

 

FUNCHAL

 

D. ANTÓNIO CARRILHO,

MAIS UM ANO NA DIOCESE

 

Na homilia da Solenidade de São Pedro e São Paulo, na igreja paroquial de São Pedro, D. António Carrilho comunicou aos fiéis a decisão do Papa Francisco em prolongar, por mais um ano, o seu ministério de Bispo diocesano do Funchal.

 

D. António Carrilho chegou à diocese do Funchal em Maio de 2007, sucedendo a D. Teodoro Faria. Ao completar os 75 anos de idade, em 11 de Abril passado, conforme prevê o Código de Direito Canónico, apresentou ao Papa a sua renúncia ao cargo. A resposta do Santo Padre foi agora comunicada através do Núncio Apostólico em Portugal.

“Assim, em espírito de obediência filial, contando sempre com a vossa oração e colaboração, agradeço ao Santo Padre este gesto de confiança para comigo, ao qual procurarei corresponder com a mesma alegria e simplicidade, entusiasmo e disponibilidade, com que sempre tenho assumido as missões recebidas”, concluiu D. António Carrilho.

 

 

FÁTIMA

 

MISSIONÁRIOS DO ESPÍRITO SANTO

CELEBRAM 150 ANOS EM PORTUGAL

 

Nos passados dias 1 e 2 Julho, a Família Espiritana celebrou os 150 anos de presença em Portugal da Congregação dos Missionários do Espírito Santo (Espiritanos) e os 80 anos da LIAM (Liga Intensificadora de Acção Missionária) com uma peregrinação especialíssima ao Santuário de Fátima.

 

O provincial dos Missionários Espiritanos, padre Tony Neves, disse que, como desafios vividos e partilhados com toda a família espiritana, se procura, sobretudo, “reavaliar uma missão” que hoje coloca “algumas questões”.

“Somos menos e mais velhos, em termos de Espiritanos professos (religiosos), mas cada vez mais numerosos e intervenientes no que diz respeito ao laicado que de alguma forma partilha a espiritualidade e missão da família”, explicou na esplanada de oração do Santuário de Fátima.

O padre Tony Neves destacou “uma série de dinâmicas” desenvolvidas com os leigos, como os “Jovens Sem Fronteiras” e o Voluntariado missionário com jovens.

Para presidir à 37.ª Peregrinação da Família Espiritana foi convidado o arcebispo do Lubango, D. Gabriel Mbilingi, dado que a Congregação do Espírito Santo chegou a Portugal há 150 anos para que os seus missionários pudessem ir evangelizar Angola.

Segundo o actual presidente do Simpósio das Conferências Episcopais de África e Madagáscar, o que deve caracterizar os Espiritanos é estar “sempre abertos ao Espírito para descobrirem os gritos, os apelos, das pessoas mais necessitadas”.

Também esteve presente na celebração o Superior-geral dos Missionários do Espírito Santo, o padre irlandês John Fogarty.

 

 

PAÍS

 

PEDITÓRIO PARA

VÍTIMAS DOS INCÊNDIOS

 

Os donativos recolhidos nas Missas celebradas nas comunidades católicas no domingo 2 de Julho e sua véspera vão reverter para o apoio às vítimas dos recentes incêndios na região centro de Portugal.

 

Esta foi uma decisão tomada com “sentido de oração e solidariedade”, pela Conferência Episcopal Portuguesa.

“As verbas serão canalizadas directamente para a Cáritas Portuguesa, que depois fará o encaminhamento para que chegue o mais depressa possível junto das populações”, disse o secretário da CEP, padre Manuel Barbosa.

O fogo que começou dia 17 de Junho numa área florestal em Pedrógão Grande, e se alastrou aos municípios vizinhos de Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos, provocou 64 mortes e mais de 200 feridos, além de ter atingido 90 casas e 25 empresas.

“Estamos todos solidários, com as pessoas que sofrem ainda desta grande calamidade, rezando pelos que partiram e louvando os que têm lutado contra esta situação da calamidade”, refere o padre Manuel Barbosa.

A Conferência Episcopal Portuguesa publicou a 27 Abril passado a nota pastoral “Cuidar da casa comum – prevenir e evitar os incêndios”, onde alertava para o flagelo dos incêndios e pedia a toda a sociedade que se mobilize para contrariar uma chaga de “proporções quase incontroláveis”.

 

 

COIMBRA

 

FESTAS EM HONRA DA RAINHA SANTA

 

A Confraria Rainha Santa Isabel promoveu de 2 a 4 de Julho o programa das festas em honra da sua padroeira, vivido com momentos de solidariedade, culturais e celebrativos, mesmo sem procissões.

 

“Como é hábito nos anos ímpares, não se realizam as procissões em 2017, mas nem por isso deixaremos de solenizar com todo o esplendor a festividade da nossa Excelsa Padroeira”, realça o presidente da Mesa Administrativa da confraria, António Manuel Ribeiro Rebelo.

A Confraria Rainha Santa Isabel cuida do Templo dedicado à Rainha Santa, das alfaias e promove nos anos pares procissões que trazem a imagem à cidade de Coimbra.

A rainha Santa Isabel, cuja figura está associada à lenda da transformação do pão em rosas, viu Coimbra pela primeira vez em 1282, cidade onde se recolheu após enviuvar.

As festas em honra da Rainha Santa Isabel 2017 começaram com a distribuição de bens alimentares a cerca de 300 famílias carenciadas, na tarde do sábado 1 de Julho.

A pregação do tríduo solene, de 2 a 4 de Julho, às 21.30, na igreja do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, esteve a cargo do padre Jesus Ramos, pároco de S. Bartolomeu.

Fora do programa religioso, foi apresentada pela primeira vez a exposição “Retábulos devocionais das Clarissas do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova”, a partir de 3 de Julho, na Sala do Capítulo.

A 4 de Julho, Solenidade de Santa Isabel de Portugal na Diocese de Coimbra, a cidade celebra a sua padroeira principal com três Missas: às 08h00; a Eucaristia solene às 11h00 e a Missa da Real Ordem da Rainha Santa Isabel, com a participação dos Duques de Bragança a partir das 16h30.

 

 

BRAGA

 

BODAS DE OURO SACERDOTAIS

DE D. JORGE ORTIGA

 

O arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga celebrava no dia 9 de Julho as suas Bodas de Ouro sacerdotais e a Arquidiocese de Braga comemorava-as durante a semana de 9 a 16 de Julho.

 

A primeira iniciativa era a celebração de ordenações diaconais, na tarde do domingo 9 de Julho,  na cripta da Basílica do Sameiro.

No dia seguinte, 10 de Julho, no Auditório Vita realizava-se uma sessão destinada ao clero e consagrados onde se reflectiam os seguintes temas: “Espiritualidade sacerdotal”, “Debate sobre o DNA do clero e futuro da Arquidiocese” e “Espiritualidade dos consagrados”.

 “Perspectiva bíblica sobre a caridade e uso dos bens” e “Aspectos práticos para os conselhos económicos”, eram os temas abordados no dia 11 de Julho, na cripta do Sameiro, e destinados aos conselhos económicos.

Os movimentos eclesiais também eram contemplados com reflexões, no dia 12 de Julho, no Auditório Vita, sobre “O presbítero no meio dos leigos”.

Uma Introdução sobre “Ministérios e novas ministerialidades”, seguido de debate era o tema da actividade concretizada no dia 13 de Julho, também no Auditório Vita, destinada aos Ministérios Laicais.

No dia 14 de Julho, os bispos, o cabido de Santiago de Compostela (Espanha), sacerdotes, cristãos e entidades civis e militares reuniam-se, à tarde, na Sé de Braga para um pontifical seguido de uma sessão solene com jantar no Seminário Conciliar de Braga.

As comemorações encerravam na tarde do domingo 16 de Julho, com ordenações sacerdotais, na Cripta do Sameiro.

D. Jorge Ferreira da Costa Ortiga, nascido em Brufe, Vila Nova de Famalicão, em 5 de Março de 1944, foi ordenado sacerdote da arquidiocese de Braga em 9 de Julho de 1967 e ordenado bispo auxiliar em 3 de Janeiro de 1988, tomando posse como arcebispo de Braga em 18 de agosto de 1999.

 


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