Sagrado Coração de Jesus

23 de Junho de 2017

 

Sexta-feira a seguir ao Domingo II depois de Pentecostes

 

Solenidade

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Sagrado Coração de Jesus Redentor, F. da Silva, NRMS 93

Salmo 32, 11.19

Antífona de entrada: Os pensamentos do seu coração permanecem por todas as gerações para libertar da morte as almas dos seus fiéis, para os alimentar no tempo da fome.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Jesus deu a prova máxima de amor, morrendo por nós. Contemplemos o lado aberto do Senhor, donde brotou sangue e água. O culto ao Sagrado Coração de Jesus tem um fundamento bíblico: “Hão-de olhar para Aquele que trespassaram” (cf Jo 19,37). Deus Pai dignou-se conceder-nos no Coração de Jesus os tesouros inesgotáveis do seu amor misericordioso.

 

Oração colecta: Concedei, Deus todo-poderoso, que ao celebrar a solenidade do Coração do vosso amado Filho, recordemos com alegria as maravilhas do vosso amor e mereçamos receber desta fonte divina a abundância dos vossos dons. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Ou

 

Deus de bondade, que no Coração do vosso Filho, ferido pelos nossos pecados, nos abristes os tesouros infinitos do vosso amor, fazei que, prestando-Lhe a homenagem fervorosa da nossa piedade, cumpramos também o dever de uma digna reparação. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Moisés falou ao povo: “Tu és um povo consagrado ao Senhor teu Deus. O Senhor vos ama!” Recordemos que Deus nos escolheu entre todos os povos da terra. Nós somos o povo do Senhor. Ele nos fez a Ele pertencemos, somos o seu povo, somos as ovelhas do seu rebanho.

 

Deuteronómio 7, 6-11

Moisés falou ao povo nestes termos: 6«Tu és um povo consagrado ao Senhor teu Deus; foi a ti que o Senhor teu Deus escolheu, para seres o seu povo entre todos os povos que estão sobre a face da terra. 7Se o Senhor Se prendeu a vós e vos escolheu, não foi por serdes o mais numeroso de todos os povos, uma vez que sois o menor de todos eles. 8Mas foi porque o Senhor vos ama e quer ser fiel ao juramento feito aos vossos pais, que a sua mão poderosa vos fez sair e vos libertou da casa da escravidão, do poder do Faraó, rei do Egipto. 9Reconhece, portanto, que o Senhor teu Deus é o verdadeiro Deus, um Deus leal, que por mil gerações é fiel à sua aliança e à sua benevolência para com aqueles que amam e observam os seus mandamentos. 10Mas Ele pune directamente os seus inimigos, fazendo-os perecer e infligindo sem demora o castigo merecido àquele que O odeia. 11Guardarás, portanto, os mandamentos, leis e preceitos que hoje te mando pôr em prática».

 

Temos um texto tirado do 2.º discurso deutereronómico, um texto clássico, em que se proclama a gratuita eleição de Israel por Deus. Esta escolha de predilecção faz de Israel «um povo consagrado ao Senhor» (v. 6). Estamos diante dum tema central de todo o Antigo Testamento e em que insiste particularmente o Deuteronómio.

O motivo da escolha é inteiramente gratuito, é uma eleição de puro amor, pois trata-se de «o menor de todos» os povos (v. 7): foi «porque o Senhor vos ama», com um amor gratuito (v. 8). É assim o amor de Deus para connosco: um amor «fiel à sua aliança» (v. 9). Mas um amor tão grande não pode ser desprezado impunemente (cf. v. 10). A correspondência de amor consiste em guardar os mandamentos, leis e preceitos (v. 11).

 

Salmo Responsorial    Sl 102 (103), 1-2.3-4.6-7.8 e 10 (R. 17)

 

Monição: O salmo 102 convida-nos ao louvor: “Bendiz, ó minha alma o Senhor! Não esqueças nenhum dos seus benefícios!” Deus perdoa os nossos pecados e enche-nos de graça e misericórdia. Cantemos: A bondade do Senhor permanece eternamente!

 

Refrão:        a graça do senhor é desde sempre

                     sobre aqueles que o amam.

 

A minha alma louva o Senhor,

todo o meu ser bendiz o Seu nome santo,

A minha alma louva o Senhor,

e não esquece os seus dons.

 

Ele perdoa todas as tua culpas,

e tem compaixão de todos os teus males;

liberta do túmulo a tua vida

e reveste-a de graça e de ternura.

 

O Senhor faz justiça,

defende o direito dos oprimidos.

Revelou os Seus caminhos a Moisés

e as Suas obras aos filhos de Israel.

 

O Senhor é clemente e compassivo,

lento para a ira, rico de misericórdia.

Não nos trata como as nossas ofensas merecem,

não nos paga segundo as nossas culpas.

 

Segunda Leitura

 

Monição: “Deus é Amor.” Jesus disse que a maior prova de amor consiste em dar a vida por aqueles que amamos. “Jesus morreu por nós, quando éramos pecadores!” Se Deus é amor, a caridade não deve ter fronteiras, porque a grandeza de Deus não tem limites (S. Leão Magno LH II, 276)

 

1 São João 4, 7-16

Caríssimos: 7Amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus; e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece a Deus. 8Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. 9Assim se manifestou o amor de Deus para connosco: Deus enviou ao mundo o seu Filho Unigénito, para que vivamos por Ele. 10Nisto consiste o amor: não fomos nós que amámos a Deus, mas foi Ele que nos amou, e enviou o seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados. 11Caríssimos, se Deus nos amou assim, também nós devemos amar-nos uns aos outros. 12Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós e em nós o seu amor é perfeito. 13Nisto conhecemos que estamos n'Ele e Ele em nós: porque nos deu o seu Espírito. 14E nós vimos e damos testemunho de que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. 15Se alguém confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele e ele em Deus. 16Nós conhecemos o amor que Deus nos tem e acreditámos no seu amor. Deus é amor: quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus permanece nele.

 

Também nesta leitura se fala do amor de Deus, objecto das páginas mais belas do Antigo Testamento (cf. 1ª leitura; e Is 54, 5-10). E fala-se de um amor gratuito: «não fomos nós que amámos a Deus» primeiro, de modo a merecer o seu amor, «mas foi Ele que nos amou» (v. 10) e levou o seu amor por nós até ao ponto de que nos «enviou o seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados». Por isso insiste São João em que «Deus é amor» (vv. 8.16), a mais bela definição do que é Deus e que jamais alguém poderia excogitar.

7 «Nasceu de Deus», isto é, é filho de Deus, como tanto se insiste nos escritos joaninos: 1 Jo 2, 29; 3, 1-2.9; 5, 1.4.18; Jo 1, 13…

10 «Vítima de expiação»: temos aqui uma linguagem sacrificial do AT (cf. Ex 29, 36-37) que apresenta a morte de Jesus como um sacrifício voluntário, revelador do seu imenso amor (cf. Rom 3, 24-25).

 

Aclamação ao Evangelho        Mt 11, 29ab

 

Monição: “Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do Céu e da terra.”

Jesus revela-nos o amor infinito de Deus, cujo coração estremece cheio de compaixão por nós. Deus ama-nos com ternura paternal!

 

Aleluia

 

Cântico: F. da Silva, NRMS 73-74

 

Tomai o meu jugo sobre vós, diz o Senhor,

e aprendei de Mim,

que sou manso e humilde de coração.

 

 

Evangelho

 

São Mateus 11, 25-30

25Naquele tempo, Jesus exclamou: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. 26Sim, Pai, Eu Te bendigo, porque assim foi do teu agrado. 27Tudo Me foi dado por meu Pai. Ninguém conhece o Filho senão o Pai e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. 28Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. 29Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. 30Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve».

 

O trecho da leitura é considerado como a jóia dos Sinópticos, com uma impressionante revelação do Coração de Cristo, sendo os vv. 25-27 uma das mais belas orações de Jesus, também registada em Lucas.

25 «Sábios e inteligentes» (prudentes) são os sábios orgulhosos, que confiam apenas na sua sabedoria, auto-suficientes, julgam poder salvar-se com os seus próprios recursos de inteligência e poder. Os «pequeninos» são os humildes, abertos à fé, capazes de visão sobrenatural. A revelação divina só pode ser aceite e captada pela fé: uma ciência soberba impede de aceitar a loucura divina da Cruz (cf. 1 Cor 1, 19-31); os pequeninos são, pois aqueles «que o mundo considera vil e desprezível», mas «que Deus escolheu; escolheu os que nada são, para reduzir a nada aqueles que são alguma coisa» (ibid. v. 28).

27 Jesus reivindica para si um conhecimento do Pai (Deus) perfeitamente idêntico ao conhecimento que o Pai tem do Filho (Jesus), e isto porque Ele, e só Ele, é o Filho, igual ao Pai, Deus com o Pai.

28-30 Palavras estas maravilhosas, que nos patenteiam os sentimentos do Coração de Cristo. O povo andava «cansado e oprimido» com as minuciosas exigências da lei antiga – que o Sirácida (51, 33) apodava de «jugo» – e das tradições que os fariseus e doutores da lei impunham com todo o rigorismo do seu frio e insuportável legalismo, que oprimia a liberdade interior e roubava a paz ao coração (cf. Act 15, 10). Jesus não nos dispensa de levar o seu «jugo» e a sua «carga», mas não quer que nos oprima, pois deseja que O sigamos por amor, e, «para quem ama, é suave; pesado, só para quem não ama» (Santo Agostinho, Sermão 30, 10). O mesmo Santo Agostinho comenta esta passagem: «qualquer outra carga te oprime e te incomoda, mas a carga de Cristo alivia-te do peso. Qualquer outra carga tem peso, mas a de Cristo tem asas. Se a uma ave lhe tirares as asas, parece que a alivias do peso, mas, quanto mais lhas tirares, mais esta pesa; restitui-lhe o peso das suas asas, e verás como voa» (Sermão 126, 12).

 

Sugestões para a homilia

 

O Coração de Jesus é o símbolo não só do amor humano, mas também do amor divino porque em Cristo “habita corporalmente toda a plenitude da divindade!” (Col 2,9) No Coração de Jesus existe o amor eterno e infinito do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Jesus afirmou: “Eu e o Pai somos um só.” (Jo 10, 30) Para nos fazer compreender melhor o amor de Deus Pai pela humanidade, Jesus contou-nos as parábolas da misericórdia, a parábola do filho pródigo (Luc 15,11-32). Jesus veio para os pecadores, para os que sofrem, para os que têm um fardo pesado para levar. Esses ocupam o primeiro lugar no Seu Coração compassivo. Por isso convida-nos: “Vinde a Mim, todos vós que andais cansados e oprimidos e Eu vos aliviarei. Aprendei de mim que sou manso e humilde de Coração!” (Mat 11, 28-29) Aproximemo-nos do Coração de Jesus, quando nos sentirmos esmagados pelo peso nossas culpas. Quando andarmos perdidos, procuremos Jesus, que é “o Caminho, a Verdade e a Vida!” (Jo 14,6) Jesus quer-nos receber na morada do seu compassivo e misericordioso Coração: “Vinde a Mim. Eu vos aliviarei.” Vamos confiantes ao trono da graça e alcançaremos misericórdia!

Como resposta à primeira leitura o povo de Deus canta cheio de confiança: “A bondade do Senhor permanece eternamente!” Este salmo deixa o nosso coração sossegado e tranquilo. Deus, nosso Pai, é clemente, compassivo, paciente e cheio de bondade. Ele perdoa os nossos pecados e cura as nossas feridas. O Seu perdão e o seu amor nos enchem de alegria. “O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo” (Rom 5,5). Às vezes cantamos: “Inunda meu ser! Inunda meu ser, Espírito Santo de Deus. Em ondas de amor, ah vem sobre mim! Santo Espírito inunda meu ser.” O Amor é o distintivo dos cristãos: “Todos conhecerão que sois meus amigos se vos amardes uns aos outros.” Para o povo da nova aliança o amor ao próximo não fica apenas na ordem dada por Deus no livro do Levítico: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Lev 19,18) Agora, temos um Mandamento Novo: “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei!” (Jo 13,34)

“Se Deus nos amou assim, também nós devemos amar os nossos irmãos.” O amor é contagioso, diz o Papa Francisco. Santa Teresa do Menino Jesus, Doutora do Amor ajuda-nos a compreender a dinâmica do amor cristão: “Quando o Senhor ordenara ao seu povo que amasse o seu próximo como a si mesmo, Jesus ainda não tinha vindo à terra. Sabendo em que grau se ama a própria pessoa, não podia pedir às suas criaturas um amor maior para com o próximo. Mas quando Jesus deu aos Apóstolos um Mandamento Novo, o Seu mandamento, não fala já de amar o próximo como a si mesmo, mas de o amar como Ele, Jesus, o amou, como o amará até à consumação dos séculos.”[1]

“Jesus fez-me compreender a seguinte palavra do Cântico dos Cânticos: "Atraí-me, correremos ao odor de vossos perfumes". Ó Jesus, nem é necessário dizer: atraindo-me, atraí as almas que amo. Essa simples palavra: "Atraí-me", é suficiente. Compreendo-o, Senhor, quando uma alma se deixou cativar pelo odor inebriante dos vossos perfumes, não conseguiria mais correr sozinha; todas as almas que ela ama são arrastadas por ela. Isso se dá sem coacção, sem esforço. O amor atrai o amor, por isso, meu Jesus, o meu se lança para Vós. Para Vos amar como Vós me amais, preciso de me servir do vosso próprio amor. Quanto mais o fogo do amor abrasar o meu coração, tanto mais eu direi “atraí-me”. As almas que se aproximarem de mim correrão com ligeireza ao odor dos perfumes do seu Bem-amado, pois uma alma abrasada de amor não pode ficar inactiva.”[2]

 

 

Oração Universal

 

Irmãos, ao recordarmos o amor infinito de Jesus, que se entregou por nós,

Oremos ao Pai, que está nos céus, dizendo:

 

 Rei de bondade, tende compaixão de nós.

 

1. Pela Igreja, nascida do Coração de Jesus para que anuncie a todos que Deus é amor

 e permanece em quem O ama, oremos, irmãos.

 

2. Pelas nações da terra inteira para que as mais fortes respeitem as mais fracas

 e em todas elas os cidadãos se sintam livres, oremos, irmãos.

 

3. Pelos pecadores, pelos doentes, pelos pobres e pelos que andam cansados e oprimidos,

 para que em Jesus encontrem descanso e alívio, oremos.

 

4. Por aqueles a quem Jesus chama “pequeninos”,

 para que lhes revele as verdades mais profundas

e os ensine a ser mansos e humildes de coração, oremos.

 

5. Pelos membros do Apostolado da Oração

para que dêem testemunho da Igreja orante

 e do amor de Jesus Cristo por toda a humanidade, oremos.

 

Senhor, nosso Deus,

que pela vida e pelas palavras de Jesus nos ensinais a sermos seus discípulos,

fazei-nos encontrar o repouso que buscamos no seu Coração manso e humilde.

Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. Amén

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Bendito sejais, Senhor nosso Deus, Az. Oliveira, NRMS 93

 

Oração sobre as oblatas: Olhai, Senhor, para o inefável amor do Coração do vosso Filho e fazei que a nossa oferenda Vos seja agradável e sirva de reparação pelos nossos pecados. Por Nosso Senhor.

 

Prefácio

 

O Coração de Cristo, fonte de salvação

 

V. O Senhor esteja convosco.

R. Ele está no meio de nós.

 

V. Corações ao alto.

R. O nosso coração está em Deus.

 

V. Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.

R. É nosso dever, é nossa salvação.

 

Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente! É verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por Cristo nosso Senhor. No seu imenso amor, quando foi elevado sobre a cruz, ofereceu-Se a Si mesmo por nós os homens, atraídos para o Coração aberto do Salvador, pudessem beber nas fontes vivas da salvação. Por Ele com os Anjos e os Santos proclamamos a Vossa glória, cantando a uma só voz:

Santo, santo, santo, Senhor Deus do universo...

 

Santo: «Da Missa de festa», Az. Oliveira, NRMS 50-51

 

Monição da Comunhão

 

O jugo de Jesus é suave, a Sua carga é leve. Jesus é manso e humilde de Coração.

Rezemos no íntimo da nossa alma:

“Jesus, manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao vosso.”

“Sagrado Coração de Jesus, eu tenho toda a confiança em Vós!”

“Coração Jesus, fornalha ardente de caridade, tende piedade de nós!”

 

Cântico da Comunhão: Saboreai como é bom, M. Carneiro, NRMS 93

Jo 7, 37-38

Antífona da comunhão: Se alguém tem sede, venha a Mim e beba, diz o Senhor. Se alguém acredita em Mim, do seu coração brotará uma fonte de água viva.

 

Ou     

Jo 19, 34

Um dos soldados abriu o seu lado com uma lança e dele brotou sangue e água.

 

Cântico de acção de graças: Quanta alegria é para mim, H. faria, NRMS 18

 

Oração depois da comunhão: Fazei, Senhor, que este sacramento do vosso amor nos una sempre mais a Jesus Cristo, vosso Filho, de modo que, inflamados na caridade, saibamos reconhecê-l'O nos nossos irmãos. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Hoje é o Dia Mundial de Oração pela santificação dos sacerdotes. Rezemos pelos Sacerdotes: Coração Sacerdotal de Jesus, santificai os sacerdotes. Coração Sacerdotal de Jesus, multiplicai os sacerdotes. Coração Sacerdotal de Jesus, actuai pelos sacerdotes.

Ó Jesus, Sumo e Eterno Sacerdote, conservai os vossos sacerdotes sob a protecção do vosso Coração amabilíssimo, onde nada de mal lhes possa suceder. Conservai puras suas mãos ungidas, que tocam todos os dias vosso Corpo Santíssimo. Conservai puros os seus lábios tintos pelo vosso Sangue preciosíssimo. Conservai puros e desapegados dos bens da terra os seus corações, que foram selados com o caráter sublime do vosso glorioso sacerdócio. Fazei-os crescer no amor e fidelidade para convosco e preservai-os do contágio do mundo. Dai-lhes também, juntamente com o poder que têm de transubstanciar o pão e o vinho em Vosso Corpo e Sangue, o poder de transformar os corações dos homens. Abençoai os seus trabalhos com copiosos frutos, e concedei-lhes um dia a coroa da vida eterna. Amém! (Santa Teresinha)

 

Cântico final: Deus é pai, Deus é Amor, Az. Oliveira, NRMS 35

 

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         José Roque

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 



[1] Santa Teresinha do Menino Jesus, Obras Completas, Manuscrito C, pag. 258

[2] Idem, 289.290.292


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