Anjo da Guarda de Portugal

10 de Junho de 2017

 

Memória

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Toda a terra Vos adore, J. Santos, NRMS 94

Dan 3, 95

Antífona de entrada: Bendito seja o Senhor, que enviou o seu Anjo e libertou os seus servos, que n'Ele confiaram.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Hoje celebramos a festa do Santo Anjo da Guarda de Portugal, também conhecido como Anjo da Paz. Um Anjo que protege a nossa Pátria. Em Portugal, a devoção aos santos Anjos é muito antiga, mas tornou-se muito actual com as Aparições do Anjo aos Pastorinhos.

A pedido do rei D. Manuel I, o Papa Júlio II instituiu em 1504 a festa do «Anjo Custódio do Reino». Esta devoção foi restaurada em 1952, pelo Papa Pio XII, que mandou inserir esta festa no Calendário Litúrgico português, para comemorar o dia de Portugal.

Os Anjos vivem inteiramente dedicados ao louvor e ao serviço de Deus. Conhecemos a sua existência e missão através da Bíblia. Os Anjos são Mensageiros de Deus para nos guardar e proteger (Mt. 18, 10: Act. 12,3). A fé cristã acredita também que cada nação tem um Anjo encarregado de velar por ela.

 

Oração colecta: Deus eterno e omnipotente, que destinastes a cada nação o seu Anjo da Guarda, concedei que, pela intercessão e patrocínio do Anjo de Portugal, sejamos livres de todas as adversidades. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: “Miguel, um dos chefes principais, veio em meu auxílio. Eu estive lá, a fazer frente ao chefe dos reis da Pérsia.” Através desta leitura podemos afirmar que o Povo de Israel tinha um Anjo para o defender. Hoje, agradecemos a Deus pelo nosso Anjo protector, o Anjo de Portugal.

 

Daniel 10, 2a, 5-6.12-14ab

2aNaqueles dias, 5ergui os olhos e vi um homem vestido de linho, com um cinturão de ouro puro. 6O seu corpo era semelhante ao topázio e o rosto tinha o fulgor do relâmpago; os olhos eram como fachos ardentes, os braços e as pernas eram brilhantes como o bronze polido e o som das suas palavras era como o rumor duma multidão. 12Ele disse-me: «Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração para compreender e te humilhaste diante do teu Deus, as tuas palavras foram ouvidas. É por causa das tuas palavras que eu venho. 13O chefe do reino da Pérsia resistiu-me durante vinte e um dias. Então Miguel, um dos chefes principais, veio em meu auxílio. Eu estive lá, a fazer frente ao chefe dos reis da Pérsia, 14abe vim para te explicar o que vai suceder ao teu povo, no fim dos tempos».

 

A leitura está respigada dos sonhos e visões de Daniel (2ª parte do livro: 7, 1 – 12, 13), onde, na última visão, uma figura excelsa explica o que irá suceder nas guerras do séc. II a. C. entre os Selêucidas e os Lágidas, e como uma personalidade abominável (Antíoco IV da Síria) virá trazer grandes desgraças ao povo, mas acabará por ser derrotado, graças à intervenção libertadora de Miguel (este nome hebraico – mi-ka-el – significa: quem como Deus?). A leitura foi escolhida para a festa de hoje certamente pela descrição da figura angélica da aparição nos vv. 5-6, que evoca a visão dos Pastorinhos de Fátima.

 

Salmo Responsorial    Salmo 90 (91),1 e 3.5b-6.10.11.14-15

 

Monição: Deus é nosso Pai. Deus não abandona os seus filhos. Prometeu-nos no Livro do Êxodo (23,20): “Vou enviar o meu anjo à tua frente, para te proteger no caminho e te conduzir ao lugar que te destinei. Respeita a sua presença e escuta a sua voz.”

Irmãos, vivemos à sombra do Deus Altíssimo sob a protecção dos Anjos. Nenhum mal nos acontecerá. Na presença dos Anjos havemos de louvar a Deus, eternamente.

 

 

Refrão:     O Senhor mandará aos seus anjos

Que te guardem em todos os teus caminhos.

 

Tu, que habitas sob a protecção do Altíssimo,

moras à sombra do Omnipotente.

Ele te livrará do laço do caçador

e do flagelo maligno.

 

Não temerás o pavor da noite,

nem a seta que voa de dia;

nem a epidemia que se propaga nas trevas,

nem a peste que alastra em pleno dia.

 

Nenhum mal te acontecerá,

nem a desgraça se aproximará da tua morada.

Porque o Senhor mandará aos seus Anjos

que te guardem em todos os teus caminhos.

 

«Porque confiou em Mim, hei-de salvá-lo;

hei-de protegê-lo, pois conheceu o meu nome.

Quando Me invocar, hei-de atendê-lo,

estarei com ele na tribulação,

hei-de libertá-lo e dar-lhe glória».

 

 

Aclamação ao Evangelho        Lc 2, 10b

 

Monição: “Anuncio-vos uma grande alegria.”

O Anjo anuncia o nascimento de Jesus, o Salvador. O Anjo desejou a Paz para os homens a quem Deus quer bem. Os Anjos cantaram glória ao Deus Menino, nascido em Belém.

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação – 3, F. da Silva, NRMS 50-51

 

Disse o Anjo do Senhor:

«Anuncio-vos uma grande alegria para todo o povo.»

 

 

Evangelho

 

São Lucas 2, 8-14

Naquele tempo, 8havia naquela região uns pastores que viviam nos campos e guardavam de noite os rebanhos. 9O Anjo do Senhor aproximou-se deles e a glória do Senhor cercou-os de luz; e eles tiveram grande medo. 10Disse-lhes o Anjo: «Não temais, porque vos anuncio uma grande alegria para todo o povo: 11nasceu-vos hoje, na cidade de David, um Salvador, que é Cristo Senhor. 12Isto vos servirá de sinal: encontrareis um Menino recém-nascido, envolto em panos e deitado numa manjedoura». 13Imediatamente juntou-se ao Anjo uma multidão do exército celeste, que louvava a Deus, dizendo: 14«Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados».

 

Também o texto escolhido nos fala dos Anjos do Natal. A glória de Deus que em Israel se manifestava no templo, manifesta-se agora no campo dos pastores. Deus manifesta-se aos simples e humildes e no meio dos seus afazeres mais correntes.

8 «Pastores». É significativo que os primeiros a quem o Messias se manifesta seja gente desprezada e sem valor aos olhos da sociedade judaica, que os incluía entre os «publicanos e pecadores», pois a sua ignorância religiosa levava-os a constantemente infringirem as inúmeras prescrições legais. O facto de guardarem o gado de noite não significa que não fosse inverno, embora não saibamos nem o dia nem sequer o mês em que Jesus nasceu, o que se compreende, pois então só se celebrava o aniversário natalício dos filhos dos reis e pouco mais. Só tardiamente se começou a celebrar o nascimento de Jesus (em Roma já se celebrava no séc. IV a 25 de Dezembro). Ao chegar a noite, os pastores reuniam o gado numa vedação campestre (redil) e eles abrigavam-se da inclemência do tempo nalguma cabana feita de ramos, mesmo durante o inverno.

14 Com o nascimento de Jesus, Deus é glorificado – «glória a Deus» e advém para os homens a síntese de todos os bens – «a paz». O texto original grego pode ter uma dupla tradução, qual delas a mais rica: «homens de boa vontade» (que possuem boa vontade, segundo a interpretação tradicional), ou «os homens que são objecto de boa vontade» (ou da benevolência divina)». Os textos litúrgicos preferiram a segunda, mais de acordo com a visão universalista de Lucas. Segundo uma variante textual (menos provável) teríamos uma frase com três membros: «glória a Deus..., paz na terra, benevolência divina entre os homens».

 

 

Sugestões para a homilia

 

Vou enviar o meu Anjo

Centenário das Aparições de Nossa Senhora de Fátima

Sou o Anjo da Pátria

 

Vou enviar o meu Anjo

A Bíblia conforta-nos falando da bondade de Deus nosso Pai: “Vou enviar um Anjo à tua frente, para te proteger no caminho e te conduzir ao lugar que preparei para ti. Respeita a sua presença e escuta a sua voz; não lhe desobedeças.” (Êxodo 23,20)

Também o profeta Daniel agradece a Deus a protecção angélica: “Bendito seja o Senhor, que enviou o seu Anjo e libertou os seus servos, que n’Ele confiaram.” (Dan 3, 95) 

Por sua vez, o autor da Carta aos Hebreus afirma que os Anjos são mensageiros de Deus junto daqueles vão ser herdeiros do Reino dos Céus, herdeiros da salvação. (Heb. 1-14)

No Evangelho de hoje escutamos a Boa Nova do Anjo de Belém, falando aos pastores: “Não temais, porque vos anuncio uma grande alegria para todo o povo: nasceu-vos hoje, na cidade de David, um Salvador, que é Cristo Senhor.”

No decurso da segunda aparição, o Anjo enviado por Deus, disse aos pastorinhos: ‘Orai! Orai muito! Os Santíssimos Corações de Jesus e Maria têm, por vós, desígnios de misericórdia’. Através dos pastorinhos de Fátima, este convite é dirigido a todos nós. Somos convidados a rezar pela conversão dos pecadores e pela paz no mundo. A Oração faz parte das obras de misericórdia. “Felizes os misericordiosos porque alcançarão de Deus misericórdia.”

 

 

Centenário das Aparições de Nossa Senhora de Fátima

O Anjo de Portugal foi como que o embaixador da Rainha dos Anjos, que escolheu a nossa Pátria para lembrar aos homens do nosso tempo, a Boa Nova de Jesus: Conversão! Penitência e Oração!

As aparições de Nossa Senhora em Fátima, foram precedidas por três visões que a Lúcia, o Francisco e a Jacinta tiveram do Anjo de Portugal. Por meio dos colóquios com o Anjo, Deus começou a preparar as crianças para o momento em que Nossa Senhora lhes iria aparecer, de Maio a Outubro de 1917.

As aparições de Nossa Senhora e a Mensagem transmitida aos Pastorinhos são um acontecimento importante para a Igreja Católica, não apenas pela profundidade com que marcam a vivência da fé de muitos crentes, mas também pela sua íntima ligação à mensagem evangélica. A Mensagem de Fátima marcou o século passado, mantém a sua força no tempo presente e abre horizontes de fé para o futuro da história humana. A Mensagem de Fátima continua a ser um forte e maternal apelo à nossa conversão. A peregrinação do papa Bento XVI à Cova da Iria, em Maio de 2010, na sequência das peregrinações dos seus predecessores Beato Paulo VI e S. João Paulo II, mostra-nos, que a mensagem de Fátima pode ser um instrumento de evangelização e um caminho para nos encontrarmos com Jesus. Desejamos que esta celebração jubilar seja um impulso para o fortalecimento da fé e um auxílio para o crescimento espiritual do povo de Deus. (Fonte Internet, Centenário das aparições de Nossa Senhora de Fátima)

 

 

Sou o Anjo da Paz, o Anjo de Portugal

 

As aparições do Anjo ocorreram entre Abril e Outubro de 1916, num local próximo da Cova da Iria, conhecido como Loca do Cabeço. Foi aí que num dia de Primavera de 1916, o Anjo apareceu pela primeira vez. Depois de rezar, os três Pastorinhos começaram a brincar, quando um forte vento sacudiu as árvores. Viram um jovem resplandecente com um brilho semelhante ao de um cristal atravessado pelos raios do sol. A Irmã Lúcia, descreveu assim o que se seguiu: “Ao chegar junto de nós, o Anjo disse: “Não temais! Sou o Anjo da Paz.” E, ajoelhando em terra, curvou a fronte até o chão e fez-nos repetir três vezes estas palavras: “Meu Deus! Eu creio, adoro, espero e amo-Vos! Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e Vos não amam.” Depois, erguendo-se, disse: “Orai assim. Os Corações de Jesus e Maria estão atentos à voz das vossas súplicas”.

A segunda aparição do Anjo foi no Verão de 1916, quando os três Pastorinhos brincavam no pátio da casa da Lúcia. Eis a narração: “Que fazeis? Orai! Orai muito! Os Corações Santíssimos de Jesus e Maria têm sobre vós desígnios de misericórdia. Oferecei constantemente ao Altíssimo orações e sacrifícios. De tudo o que puderdes, oferecei a Deus sacrifícios, em acto de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido, e de súplica pela conversão dos pecadores. Atraí, assim, a paz para a vossa pátria. Eu sou o Anjo da sua guarda, o Anjo de Portugal. Aceitai e suportai com submissão o sofrimento que o Senhor vos enviar.”

No fim do Verão ou princípio do Outono do mesmo ano, novamente na Loca do Cabeço, deu-se a última aparição do Anjo. “Depois de termos merendado, combinámos ir rezar na gruta, que ficava do outro lado do monte. Logo que aí chegámos, de joelhos, com o rosto em terra, começámos a repetir a oração do Anjo: Meu Deus! Eu creio, adoro, espero e amo-Vos! Não sei quantas vezes tínhamos repetido esta oração, quando vimos brilhar uma luz desconhecida. Erguemo-nos para ver o que se passava, e vimos o Anjo tendo na mão esquerda um cálice, sobre o qual estava suspensa uma Hóstia, da qual caíam algumas gotas de Sangue dentro do cálice. Deixando o cálice e a Hóstia suspensos no ar, o Anjo prostrou-se em terra e fez-nos repetir três vezes a oração: “Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo, ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da Terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos de seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores”. Depois, levantando-se, deu a Hóstia a Lúcia, e o cálice, deu-o a beber ao Francisco e à Jacinta, dizendo: “Tomai, comei e bebei o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos! Reparai os seus crimes e consolai o vosso Deus.” As palavras do Anjo produziram uma profunda impressão nos três Pastorinhos. Depois das aparições do Anjo, começaram a rezar e a fazer sacrifícios pela conversão dos pecadores. Nossa Senhora confirmou-os nesta missão: “Quereis oferecer-vos a Deus para rezar pela conversão dos pecadores?” Conhecemos a sua simples e generosa resposta: “Sim. Queremos!”

 

 

Oração Universal

 

Irmãos e irmãs, confiemos a nossa oração

Ao ministério dos Anjo da Guarda de Portugal

E rezemos cheios de fé:

Por intercessão dos vossos Anjos, ouvi-nos Senhor.

 

1.  Pela Santa Igreja estabelecida em Portugal,

para que a protecção do seu Anjo da Guarda,

a defenda dos ataques do inimigo,

oremos, irmãos.

 

2.  Pelos nossos governantes

para que o Anjo da Guarda de Portugal

os ajude na sua missão de bem servir o seu povo,

oremos, irmãos.

 

3. Pelos educadores,

para que inspirados pelo Anjo da Guarda de Portugal

sejam guias luminosos e exemplares

oremos, irmãos.

 

4. Pelos evangelizadores e catequistas, por todos nós aqui reunidos

para que anunciemos com alegria a Boa nova,

que os Anjos anunciaram aos Pastores,

oremos irmãos.

 

Senhor nosso Deus e nosso Pai,

acolhei as nossas orações e fazei de nós verdadeiros adoradores

e concidadãos dos Anjos do Céu.

Pedimos por Jesus Cristo vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Tomai, senhor, e recebei, J. Santos, NRMS 70

 

Oração sobre as oblatas: Recebei, Senhor, estas ofertas que apresentamos ao vosso altar e fazei que, por intercessão do nosso Anjo da Guarda, sejamos defendidos de toda a adversidade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio

 

 

V. O Senhor esteja convosco.

R. Ele está no meio de nós.

 

V. Corações ao alto.

R. O nosso coração está em Deus.

 

V. Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.

R. É nosso dever, é nossa salvação.

 

Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por Cristo nosso Senhor. Proclamamos a vossa imensa glória, que resplandece nos Anjos e nos Arcanjos e, honrando estes mensageiros celestes, exaltamos a vossa infinita bondade, porque a veneração que merecem é sinal da vossa incomparável grandeza sobre todas as criaturas.

Por isso, com a multidão dos Anjos que celebram a vossa divina majestade, nós Vos adoramos e bendizemos, cantando numa só voz:

 

Santo: Santo IV, H. Faria, NRMS 103-104

 

Monição da Comunhão

 

A piedosa, valente e corajosa Judite deu graças a Deus, depois da vitória sobre o inimigo que cercava a sua cidade: “Bendito seja o Senhor que me protegeu por meio do seu Anjo.” (Judite, 13,20) Nós também agradecemos a protecção do Anjo de Portugal e rezamos: “Meu Deus eu creio adoro espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram e não Vos amam. Santíssima Trindade, eu Vos adoro.”

 

Cântico da Comunhão: Eucaristia, celeste alimento, M. Carneiro, NRMS 77-79

Judite 13, 20.21

Antífona da comunhão: Bendito seja o Senhor, que me protegeu por meio do seu Anjo. Dai graças ao Senhor, porque é eterna a sua misericórdia.

 

 

Oração depois da comunhão: Senhor, que nos alimentais neste admirável sacramento de vida eterna, dirigi os nossos passos, por meio do vosso Anjo, no caminho da salvação e da paz. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Oração Jubilar de Consagração

Salve, Mãe do Senhor, Virgem Maria, Rainha do Rosário de Fátima! Bendita entre todas as mulheres, és a imagem da Igreja vestida da luz pascal, és a honra do nosso povo, és o triunfo sobre a marca do mal. Profecia do Amor misericordioso do Pai, Mestra do Anúncio da Boa-Nova do Filho, Sinal do Fogo ardente do Espírito Santo, ensina-nos, neste vale de alegrias e dores, as verdades eternas que o Pai revela aos pequeninos. Mostra-nos a força do teu manto protector. No teu Imaculado Coração, sê o refúgio dos pecadores e o caminho que conduz até Deus. Unido/a aos meus irmãos, na Fé, na Esperança e no Amor, a ti me entrego. Unido/a aos meus irmãos, por ti, a Deus me consagro, ó Virgem do Rosário de Fátima. E, enfim, envolvido/a na Luz que das tuas mãos nos vem, darei glória ao Senhor pelos séculos dos séculos. Ámen. (Pagela do Santuário de Fátima, 2017)

 

Cântico final: Como promessa de cada hora, M. Faria, NRMS 30

 

 

Homilia FeriaL

 

Sábado, 11-VI: S. Barnabé, Apóstolo: A Eucaristia e a missão da Igreja.

Act 11, 21-26 / Mt 10, 7-13

 

É que ele (Barnabé) era um homem bom e cheio do Espírito Santo e de fé. E considerável multidão aderiu ao Senhor.

 

Barnabé foi um dos primeiros fiéis da igreja de Jerusalém. Anos depois, foi destacado para pregar o Evangelho em Antioquia e, mais tarde, para acompanhar S. Paulo na sua 1ª viagem apostólica (Leit.).

Graças também ao seu trabalho apostólico, muitos se converteram. «A Eucaristia é fonte e ápice não só da vida da Igreja, mas também da sua missão. Uma Igreja autenticamente eucarística é uma Igreja missionária. Verdadeiramente não há nada mais belo do que encontrar e comunicar Cristo a todos» (SC, 84).

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Alves Moreno

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilia Ferial:                      Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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