Nossa Senhora de Fátima

13 de Maio de 2017

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Desde toda a eternidade, M. Carneiro, NRMS 18

cf. Hebr 4, 16

Antífona de entrada: Vamos confiantes ao trono da graça e alcançaremos misericórdia do Senhor. Aleluia.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Celebremos com o coração transbordante de alegria a festa de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, e unamo-nos à oração do Santo Padre pedindo o que ele esteja a pedir a Nossa Senhora neste dia.

 

Oração colecta: Deus de infinita bondade, que nos destes a Mãe do vosso Filho como nossa Mãe, concedei-nos que, seguindo os seus ensinamentos e com espírito de verdadeira penitência e oração, trabalhemos generosamente pela salvação do mundo e pela dilatação do reino de Cristo. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: A presença maternal de Nossa Senhora, sempre junto de nos, é já uma experiência da felicidade que nos aguarda no Céu. Recorramos a Ela nas lutas que teremos de travar aqui na Terra para viver como filhos de Deus. Ela é a Mãe da Esperança e a causa da nossa alegria. Hoje a nossa alegria é ainda maior pela festa que celebramos e por encontrar-se o Santo Padre no nosso país.

 

Apocalipse 21, 1-5a

1Eu, João, vi um novo céu e uma nova terra, porque o primeiro céu e a primeira terra tinham desaparecido, e o mar já não existia. 2Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do Céu, da presença de Deus, bela como noiva adornada para o seu esposo. 3Do trono ouvi uma voz forte que dizia: «Eis a morada de Deus com os homens. Deus habitará com os homens: eles serão o seu povo e o próprio Deus, no meio deles, será o seu Deus. 4Ele enxugará todas as lágrimas dos seus olhos nunca mais haverá morte, nem luto, nem gemidos, nem dor, porque o mundo antigo desapareceu». 5aDisse então Aquele que estava sentado no trono: «Vou renovar todas as coisas».

 

A leitura corresponde ao início da grandiosa visão final do Apocalipse: uma vez derrotadas todas as forças do mal e própria morte, é o Reino de Deus que aparece em toda a sua plenitude e esplendor. O pano de fundo desta visão é a de Ez 40.

1 «Um novo Céu e uma nova Terra». Designação de todo o Universo novo, isto é, renovado (isto significa o adjectivo grego original). Esta renovação visa, sem dúvida, o aspecto moral: renovação que indica, primariamente, a supressão do pecado. Não parece estar excluída também uma renovação física, sobretudo tendo em conta o que se diz em 2 Pe 3, 10-13 e Rom 8, 19-22. A expressão é tirada de Is 65, 17; 66, 22. O que se passará com o Universo no fim dos tempos, em concreto, continua sendo um mistério (cfr. Gaudium et Spes, n.º 139). De qualquer modo, a renovação de que se fala é de ordem sobrenatural e misteriosa e não aquela que é fruto dum simples processo evolutivo natural.

2 «A nova Jerusalém»: uma imagem da Igreja, a Esposa do Cordeiro (vv. 9-10): a noiva adornada para o Seu esposo. Também S. Paulo chama a Igreja «a Jerusalém lá do alto, que é nossa Mãe» (Gal 4, 26). Também é frequente, na Tradição cristã, inclusive na Liturgia, como sucede no dia 13 de Maio, acomodar esta simbologia a Nossa Senhora, a Esposa do Espírito Santo, Mãe e modelo da Igreja.

 

 

Salmo responsorial     Jdt 13, 18 bc. 19-20a. 20 cd (23 bc-24a. 25 abc)

 

Monição: Aclamemos Aquela que é bendita entre todas as mulheres, e demos graças a Deus por sermos filhos de tão maravilhosa Mãe.

 

Refrão:     Tu és a honra do nosso povo.

 

Ou:           Aleluia.

 

Bendita sejas, minha filha, pelo Deus Altíssimo,

mais do que todas as mulheres da terra;

e bendito seja o Senhor nosso Deus,

criador do céu e da terra.

 

Ele enalteceu de tal forma o teu nome

que nunca mais deixarão os homens

de celebrar os teus louvores

e recordarão eternamente o poder de Deus.

 

Não poupaste a vida

perante a humilhação da nossa raça,

mas evitaste a nossa ruína,

caminhando com rectidão na presença do nosso Deus.

 

 

 

 

 

 

Aclamação ao Evangelho       

 

Monição: Acreditemos, como Maria, na palavra do Senhor e ponhamo-la em prática na vida quotidiana.

 

Aleluia

 

Cântico: F da Silva, 73-74

 

Sois ditosa, ó Virgem Santa Maria,

sois digníssima de todos os louvores,

porque de Vós nasceu o sol da justiça,

Cristo, nosso Deus.

 

 

São Mateus 12, 46-50

46Naquele tempo, enquanto Jesus estava a falar à multidão, chegaram sua Mãe e seus irmãos. Ficaram do lado de fora e queriam falar-Lhe. 47Alguém Lhe disse: «Tua Mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar contigo». 48Mas Jesus respondeu a quem O avisou: «Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?». 49E apontando para os discípulos, disse: «Estes são a minha mãe e os meus irmãos: 50todo aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos Céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe».

 

Esta perícope põe em evidência quem é a verdadeira família de Jesus, mas sem pôr em causa o amor de Jesus a sua Mãe. Ele deixa ver que os laços espirituais que nos unem a Deus são superiores e têm direitos e exigências mais urgentes que os laços de sangue (cf. Lc 8, 19). Poderíamos dizer que Jesus ama sua Mãe, mais do que pelos vínculos de sangue, pelos da graça; mas a própria maternidade de Maria já é uma graça, a maior de todas e a fonte de todas as outras graças.

46 «Seus Irmãos». Cf. Mt 13, 55-56 onde se nomeiam Tiago, José, Simão e Judas; os dois primeiros eram filhos de uma mulher chamada Maria, distinta da SS.ma Virgem (Mt 27, 56). Não é admissível que os «irmãos» de Jesus fossem filhos de Nossa Senhora, pois a Igreja sempre defendeu a sua perpétua virgindade. Também não é provável que fossem filhos de S. José. O uso da palavra «irmão» entre os semitas, cujo vocabulário era pobre e reduzido, indicava não apenas os irmãos de sangue, mas também outros graus de parentesco e até todos aqueles que pertenciam à mesma família, clã ou tribo (cf. Gn 13, 8; 14, 14.16; 29, 15; Tb 7, 9-11).

48-50 Na passagem não está em causa o amor de Jesus a sua Mãe. Jesus ensina, desta maneira, que os laços espirituais que nos unem a Deus são superiores e têm direitos e exigências mais urgentes que os laços de sangue (cf. Lc 8, 19). Poderíamos dizer que Jesus ama sua Mãe mais do que pelos vínculos de sangue, pelos da graça; mas a própria maternidade de Maria já é uma graça, a maior de todas e a fonte de todas.

 

 

Sugestões para a homilia

 

Fátima: “olhai para o sol”

Fátima: louvar Deus louvando Maria

 

 

Fátima: “olhai para o sol”

 

“Depois, abriu-se no Céu o santuário de Deus e apareceu a Arca da aliança” (Apoc 11, 19). A Arca da aliança e a “mulher vestida de sol”, que S. João contemplou na sua visão de Patmos, foram interpretadas, desde os primeiros escritores cristãos, como referencias à Santíssima Virgem.

A Igreja proclama hoje este texto sagrado, consciente de que as suas palavras tornaram-se realidade, há cem anos, na Cova da Iria. O Céu abriu-se, e Nossa Senhora, mais brilhante do que o sol, veio até nós. O Céu, poderíamos dizer, desceu até a terra, embora seria mais ajustado à realidade afirmar que o Céu não “desceu”, mas “foi visto”, ou “apareceu”; porque o Céu está já na terra. Deus está no meio de nós desde que o mundo foi criado, e desde que o Filho de Deus encarnou, está de modo mais próximo e novo.

Deus, com as aparições de Nossa Senhora em Fátima, quis colocar diante dos nossos olhos, para que “fosse visto”, o essencial da nossa vida. O essencial é o próprio Céu, a Santíssima Trindade e Jesus (“esta é a vida eterna: que te conheçam a Ti, como único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo a Quem enviaste” Jo, 17, 3). O Céu abriu-se nos acontecimentos de Fátima, para que olhássemos para Deus, como olharam todos para o sol no dia 13 de Outubro de 1917.

Fátima é o grito de Lúcia: “olhem para o sol”, que poderia traduzir-se por olhem para o Céu, Olhem para Deus, olhem para Jesus. Olhem para o que é central nas nossas vidas, olhem para o núcleo essencial que fundamenta tudo o resto. O sol é que nos permite ver todas as coisas iluminadas pela sua luz.

Mas na visão do Apocalipse também aparecem outras realidades relacionadas com o essencial: a Mulher, o seu filho, o dragão e o combate e a ação destrutiva do dragão. Na tradição da Igreja a Mulher foi identificada com Nossa Senhora e com a própria Igreja, as doze estrelas com os doze apóstolos e o filho da Mulher com Jesus Cristo. Também aparece o inferno e as estrelas que o dragão faz cair do céu. É possível que as estrelas façam referência aos altos representantes da Igreja que sucumbiram durante as perseguições desencadeadas pelo demónio.

Assim, nas aparições são também colocadas diante dos nossos olhos muitas outras verdades relacionadas com o essencial: A figura de Nossa Senhora Mãe de Jesus e Mãe nossa, a Sagrada Eucaristia, os Santos Anjos, S. José e os Santos do Céu, as almas do Purgatório, a Igreja, a Comunhão dos Santos, o Santo Padre, os sacerdotes, o demónio e o pecado, a confissão e os sacramentos, a necessidade da oração e a penitência, etc. Todo o catecismo torna-se “visível” nos acontecimentos de Fátima. Ali, “olhando para o sol”, olhando para o essencial, compreendemos com essa luz multicolor as diversas manifestações de Deus e a sua presença na variedade dos acontecimentos e circunstâncias da nossa vida.

Hoje queremos pedir, a Nossa Senhora, em união com o Santo Padre, que nos envolva a todos na luz com que envolveu os pastorinhos, para que “vejamos” o essencial, Deus e o Céu, presentes na nossa vida de todos os dias. Sabemos bem, contudo, que somos como o cego de Betsaida (Mc 8, 22-26), e que também nós precisamos que o Senhor nos imponha as mãos varias vezes até vermos tudo perfeitamente, com nitidez. Necessitamos ir muitas vezes a Fátima, fisicamente ou com o pensamento e o coração. Precisamos de “ir”, uma e outra vez, a todos esses acontecimentos que desde há cem anos inundam de luz o mundo. Precisamos de ir e olhar, como que levados pela mão de nossa Mãe, para o essencial, e deixar-nos curar da nossa cegueira para sermos capazes de contemplar Deus, presente nas coisas, nas pessoas e nos acontecimentos da nossa vida de todos os dias.

 

 

Fátima: louvar Deus louvando Maria

 

Acabamos de ler no S. Evangelho que “uma mulher levantou a voz do meio da multidão”, e dirigiu uma frase de louvor a Jesus, que envolve também Nossa Senhora. Essa mulher é figura da Igreja que louva incansavelmente Nossa Senhora louvando assim também Jesus e Deus. O terço é uma oração dirigida ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo por meio de Maria e com Maria. Todas as devoções marianas, as suas imagens, os templos a Ela dedicados, são louvores a Deus que criou e santificou de modo tão eminente Nossa Senhora. Quando louvamos a beleza e perfeição de um poema, de uma sinfonia, de uma catedral ou de outra qualquer obra de arte, estamos a louvar o artista que concebeu e realizou aquela maravilha. O mesmo acontece com os nossos louvores à Maria.

Compreendemos assim, nesta clave, a resposta de Jesus à mulher que O louva a Ele e a Maria. Uma resposta que se aplica também aos louvores permanentes que a Igreja dirige â Mãe de Deus. Quando Jesus diz “bem-aventurados, antes…” não está a retificar as palavras da mulher, mas sim a confirmá-las. Além disso acrescenta o motivo pelo qual é devida maior glória à Sua Mãe. Sim, feliz Nossa Senhora, porque escutou e pôs em prática fidelissimamente a Palavra de Deus.

Essa felicidade é aquela pela qual anseia profundamente o nosso coração. Fomos feitos para amar Deus e é isso que procuramos incansavelmente. Em todos nossos amores é Deus, em última análise, o que nos procuramos. Amamos as pessoas porque são imagem de Deus. Amamos a Natureza porque reflete a Beleza, Bondade e Sabedoria de Deus. Gostamos das coisas boas porque nos falam do Bem infinito que nelas se espelha em diversos graus. E o mesmo acontece com a verdade, a sabedoria, a unidade e harmonia que encontramos no mundo. É de Deus de Quem nosso coração anda à procura, e é a Sua presença que desperta o nosso amor.

Por isso amamos e louvamos com todo o nosso coração Nossa Senhora. Porque Nela brilha como o sol a presença do Deus que todo o nosso ser procura. Não nos cansamos de louvar Deus louvando Nossa Senhora, porque Nela vemos a imagem e semelhança mais perfeita de Deus que jamais houve em criatura alguma.

Olhando para Nossa Senhora e falando com Ela, vamos formando parte do grupo de aqueles que “ouvem a palavra de Deus e a põem em prática”. O amor materno de Nossa Senhora nos repete com ternura e firmeza “fazei o que Ele vos dizer” (Jo 2, 6). Sabe que só assim seremos bem-aventurados, felizes, aqui na Terra e eternamente.

Hoje podemos pedir a Nossa Mãe, em união com o Papa Francisco, que faça descer a bênção de Deus sobre nós, sobre a Igreja e sobre o Mundo (cfr. C.P. da CEP, Fátima Sinal de Esperança para o nosso tempo, nº3 -6). Que essa bênção nos inunde de luz, para que saibamos orar, para que rezemos com fé e sejamos penitentes. Só assim, purificados, seremos capazes de ver “Deus escondido” em todas as coisas e ouvir a Sua voz e fazer a Sua vontade.

 

 

Oração Universal

 

Elevemos, irmãos as nossas súplicas ao Pai

por intermédio da sempre Virgem Maria,

nossa medianeira, advogada e Mãe.

Digamos

Por intercessão de Maria,

ouvi-nos, Senhor

 

1. Para que a Santa Igreja, esposa de Cristo,

conserve a firmeza da fé, a alegria da esperança

e o ardor da caridade no meio das angústias do mundo

oremos irmãos

Por intercessão de Maria,

ouvi-nos, Senhor

 

2. Para que a mensagem de Fátima,

mensagem de oração, de penitência, de modéstia cristã,

seja fielmente cumprida,

oremos irmãos

Por intercessão de Maria,

ouvi-nos, Senhor

 

3. Pelos jovens e pelos adolescentes,

para que à imitação da Virgem Imaculada,

guardem fielmente a pureza da sua vida,

com entusiasmo e alegria

oremos irmãos

Por intercessão de Maria,

ouvi-nos, Senhor.

 

4. Para que os casais aceitem Maria como Rainha do lar,

A invoquem na reza diária do terço,

e se esforcem por serem esposos e pais modelares

oremos irmãos

Por intercessão de Maria,

ouvi-nos, Senhor

 

5. Por todos nós aqui reunidos,

para que tenhamos sempre a preocupação,

de saber aquilo que Nossa Senhora quer de nos

para o realizarmos com prontidão de filhos,

oremos irmãos

Por intercessão de Maria,

ouvi-nos, Senhor

 

Ouvi, Deus de misericórdia, as orações do Vosso povo

que Vo-las apresenta pelas mãos de Maria, Mãe do Vosso Filho,

O qual é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Louvada seja na terra, F. dos Santos, NRMS 33-34

 

Oração sobre as oblatas: Por este sacrifício de reconciliação e de louvor que Vos oferecemos na festa da Virgem Santa Maria, perdoai benignamente, Senhor, os nossos pecados e orientai os nossos corações no caminho da santidade e da paz. Por Nosso Senhor.

 

PREFÁCIO

 

Maria, imagem e mãe da Igreja

 

V. O Senhor esteja convosco.

R. Ele está no meio de nós.

 

v. Corações ao alto.

R. O nosso coração está em Deus.

 

V. Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.

R. É nosso dever, é nossa salvação.

 

Senhor, Pai Santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, e exaltar a vossa infinita bondade ao celebrarmos a festa da Virgem Santa Maria.

Recebendo o vosso Verbo em seu Coração Imaculado, ela mereceu concebê-1'O em seu seio virginal e, dando à luz o Criador do universo, preparou o nascimento da Igreja. Junto à cruz, aceitou o testamento da caridade divina e recebeu todos os homens como seus filhos, pela morte de Cristo gerados para a vida eterna. Enquanto esperava, com os Apóstolos, a vinda do Espírito Santo, associando-se às preces dos discípulos, tornou-se modelo admirável da Igreja em oração. Elevada à glória do Céu, assiste com amor materno a Igreja ainda peregrina sobre a terra, protegendo misericordiosamente os seus passos a caminho da pátria celeste, enquanto espera a vinda gloriosa do Senhor. Por isso, com os Anjos e os Santos, proclamamos a vossa glória, cantando numa só voz:

 

Santo: «Da Missa de festa», Az. Oliveira, NRMS 50-51

 

Saudação da paz

 

Monição da Comunhão

 

Preparemo-nos, com a ajuda de Nossa Senhora e do nosso Anjo da guarda, para receber “Jesus escondido“, e continuemos a pedir, em cada comunhão, pela santidade do Papa e de todos os sacerdotes.

 

Cântico da Comunhão: Minha alma exulta de alegria, F. da Silva, NRMS 32

cf. Judite 13, 24-25

Antífona da comunhão: Bendito seja o Senhor, que deu tanta glória ao vosso nome: todas as gerações cantarão os vossos louvores.

 

Ou:

Jo 19, 26-27

Suspenso na cruz, Jesus disse a sua Mãe: Eis o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis a tua Mãe.

 

Cântico de acção de graças: Deixai-me saborear, F. da Silva, 17

 

Oração depois da comunhão: Concedei, Senhor, que o sacramento que recebemos conduza à vida eterna aqueles que proclamam a Virgem Santa Maria Mãe do vosso Filho e Mãe da Igreja. Por Nosso Senhor.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Acompanhemos o Santo Padre na sua Acão de graças e com a ajuda de Nossa Senhora de Fátima procuremos, sinceramente, pôr em prática tudo quanto ele nos pedir nesta sua visita.

 

Cântico final: Nossa Senhora de Fátima, onde irás, B. Salgado, NRMS 2 (II)

 

 

 

Celebração e Homilia:         Carlos Santamaria

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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