Nossa Senhora de Lurdes

Dia Mundial do Doente

11 de Fevereiro de 2017

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: O Senhor do Universo, F da Silva, NRMS 21

Sedúlio

Antífona de entrada: Salvé, Santa Mãe, que destes à luz o Rei do céu e da terra.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Nossa Senhora quis aparecer em Lurdes a Bernardete para transmitir uma mensagem de salvação ao mundo. Vamos agradecer-Lhe, procurando cumprir o que nos recomenda. Vamos pedir-Lhe, neste Dia Mundial do Doente, por todos os que sofrem.

 

Oração colecta: Vinde em auxílio da nossa fraqueza, Senhor de misericórdia, e concedei que, celebrando a memória da Imaculada Mãe de Deus, sejamos purificados dos nossos pecados. Por Nosso Senhor...

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O Profeta Isaías anima-nos a vivermos na esperança e na alegria. Maria Santíssima continua hoje connosco para que nunca desesperemos, mantendo sempre a esperança num futuro melhor.

 

Isaías 66, 10-14c

10Alegrai-vos com Jerusalém, exultai com ela, todos vós que a amais. Com ela enchei-vos de júbilo, todos vós que participastes no seu luto. 11Assim podereis beber e saciar-vos com o leite das suas consolações, podereis deliciar-vos no seio da sua magnificência. 12Porque assim fala o Senhor: «Farei correr para Jerusalém a paz como um rio e a riqueza das nações como torrente transbordante. Os seus meninos de peito serão levados ao colo e acariciados sobre os joelhos. 13Como a mãe que anima o seu filho, também Eu vos confortarei: em Jerusalém sereis consolados. 14Quando o virdes, alegrar-se-á o vosso coração e, como a verdura, retomarão vigor os vossos membros. A mão do Senhor manifestar-se-á aos seus servos».

 

O texto, faz parte dum discurso dotado de rara beleza poética, no final do livro de Isaías. Jerusalém, é apresentada como uma mãe, que com seus peitos sacia de consolação e deleite os seus filhos que regressam do exílio (vv. 10-11).

12-14 «A paz como um rio» é uma figura da paz messiânica que Cristo trouxe à «nova Jerusalém» que é «nossa Mãe», a Igreja (cf. Gal 4, 26-27), «o Israel de Deus» de que nos fala a 2.ª leitura de hoje (Gal 6, 16). «Meninos levados ao colo e acariciados…» À Virgem Maria, «tipo e figura da Igreja» (LG 63) aplicam-se com verdade estas palavras proféticas: Ela é Mãe que acaricia, anima, consola e alegra os seus meninos, necessitados e desvalidos.

 

Salmo Responsorial            Jud 13, l8bcde.19 (R. 15, 9d ou Lc 1, 42)

 

Monição: Louvemos Maria. Cantemos-Lhe com entusiasmo. Ela é nossa Padroeira. Ela é nossa Rainha. Ela é nossa Mãe.

 

Refrão:    Tu és a honra do nosso povo.

 

Ou:          Bendita sois Vós entre as mulheres.

 

Bendita sejas, minha filha, pelo Deus Altíssimo,

mais do que todas as mulheres da terra

e bendito seja o Senhor nosso Deus,

criador do céu e da terra.

 

Ele enalteceu de tal forma o teu nome

que nunca mais deixarão os homens

de celebrar os teus louvores

e recordarão eternamente o poder de Deus.

 

 

Aclamação ao Evangelho   Lc 1, 45

 

Monição: Há dois mil anos as pessoas escutaram Jesus a ensinar a Sua Doutrina. Hoje Ele mesmo nos dirige a Sua Palavra no Evangelho que vai ser proclamado.

 

Aleluia

 

Cântico: M. Faria, NRMS 16

 

Bendita sejais, ó Virgem Santa Maria,

que acreditastes na palavra do Senhor.

 

 

Evangelho

 

São João 2, 1-11

Naquele tempo, 1realizou-se um casamento em Caná da Galileia e estava lá a Mãe de Jesus. 2Jesus e os seus discípulos foram também convidados para o casamento. 3A certa altura faltou o vinho. Então a Mãe de Jesus disse-Lhe: «Não têm vinho». 4Jesus respondeu-Lhe: «Mulher, que temos nós com isso? Ainda não chegou a minha hora». 5Sua Mãe disse aos serventes: «Fazei tudo o que Ele vos disser». 6Havia ali seis talhas de pedra, destinadas à purificação dos judeus, levando cada uma de duas a três medidas. 7Disse-lhes Jesus: «Enchei essas talhas de água». Eles encheram-nas até acima. 8Depois disse-lhes: «Tirai agora e levai ao chefe de mesa». E eles levaram. 9Quando o chefe de mesa provou a água transformada em vinho, – ele não sabia de onde viera, pois só os serventes, que tinham tirado a água, sabiam – chamou o noivo 10e disse-lhe: «Toda a gente serve primeiro o vinho bom e, depois de os convidados terem bebido bem, serve o inferior. Mas tu guardaste o vinho bom até agora». 11Foi assim que, em Caná da Galileia, Jesus deu início aos seus milagres. Manifestou a sua glória e os discípulos acreditaram n’Ele.

 

O evangelista não visa contar o modo como Jesus resolveu um problema numas bodas, mas centra-se na figura de Jesus, que «manifestou a sua glória», donde se seguiu que «os discípulos acreditaram n’Ele» (v. 11). Toda a narração converge para as palavras do chefe da mesa ao noivo: «Tu guardaste o melhor vinho até agora!» (v. 10). Esta observação encerra um sentido simbólico; o próprio milagre é um «sinal» (v. 11), um símbolo ou indício duma realidade superior a descobrir, neste caso: quem é Jesus. Podemos pressentir a típica profundidade de visão do evangelista, que acentua determinados pormenores pelo significado profundo que lhes atribui. O vinho novo aparece como símbolo dos bens messiânicos (cf. Is 25, 6; Joel 2, 24; 4, 18; Am 9, 13-15), a doutrina de Jesus, que vem substituir a sabedoria do A. T., esgotada e caduca. A abundância e a qualidade do vinho – 6 (=7-1) vasilhas [de pedra] «de 2 ou 3 metretas» (480 a 720 litros) – é um dado surpreendente, que ilustra bem como Jesus veio «para que tenham a vida e a tenham em abundância» (Jo 10, 10; cfr Jo 6, 14: os 12 cestos de sobras). O esposo das bodas de Caná sugere o Esposo das bodas messiânicas, o responsável pelo sucedido: n’Ele se cumprem os desposórios de Deus com o seu povo (cf. Is 54, 5-8; 62, 5; Apoc 19, 7.9; 21, 2; 22, 17).

Também se pode ver, na água das purificações rituais que dão lugar ao vinho, um símbolo da Eucaristia – o sangue de Cristo –, que substitui o antigo culto levítico, e pode santificar em verdade (cf. Jo 2, 19.21-22; 4, 23; 17, 17). Há quem veja ainda outros simbolismos implícitos: como uma alusão ao Matrimónio e mesmo à Ressurreição de Jesus, a plena manifestação da sua glória, naquele «ao terceiro dia» do v. 1 (que não aparece no texto da leitura).

Por outro lado, também se costuma ver aqui o símbolo do papel de Maria na vida dos fiéis (cf. Apoc 19, 25-27; 12, 1-17), Ela que vai estar presente também ao pé da Cruz (Jo 19, 25-27): «e estava lá a Mãe de Jesus» (v. 1). Ao contrário dos Sinópticos, nas duas passagens joaninas fala-se da Mãe de Jesus, como se Ela não tivesse nome próprio; é como se o seu ser se identificasse com o ser Mãe de Jesus, a sua grande dignidade. Trata-se de duas menções altamente significativas: os capítulos 2 e 19 aparecem intimamente ligadas precisamente pela referência à «hora» de Jesus, numa espécie de inclusão de toda a vida de Cristo. Ela não é mais um convidado numas bodas; é uma presença actuante e com um significado particular, nomeada por três vezes (vv. 1.3.5), atenta ao que se passa: dá conta da situação irremediável, intervém e fala, quando o milagre que manifesta a glória de Jesus podia ser relatado sem ser preciso falar da sua Mãe, mas Ela é posta em foco.

1 «Caná»: só S. João fala desta terra (cf. 4, 46; 21, 2), habitualmente identificada com Kefr Kenna, a 7 Km a NE de Nazaré, o lugar de peregrinação, mas as indicações de F. Josefo fazem pensar antes nas ruínas de Hirbet Qana, a 14 Km a N de Nazaré.

3 «Não têm vinho». A expressão costuma entender-se como um pedido de milagre. A exegese moderna tende a fixar-se em que a frase não passa duma forma de pôr em relevo uma situação irremediável, de molde a fazer sobressair o milagre. Mas, sendo a Mãe de Jesus a chamar a atenção para o problema, consideramos que Ela é apresentada numa atitude de oração. Com efeito, a oração de súplica e de intercessão não consiste em exercer pressão sobre Deus, para O convencer, mas é colocar-se na posição de necessitado e mendigo perante Deus, é pôr-se a jeito para receber os seus dons. A intercessão de Maria consiste em pôr-se do nosso lado, em vibrar connosco, de modo que fique patente a nossa carência e se dilate a nossa alma para nos dispormos a receber os dons do Céu. Ela aparece aqui como ícone da autêntica oração de súplica e de intercessão; e é lícito pensar que isto não é alheio à redacção joanina, pois o milagre acaba por se realizar na sequência da intervenção da Mãe de Jesus (mesmo que alguns não considerem primigénio o diálogo dos vv. 3-4).

4 «Mulher, que temos nós com isso? Ainda não chegou a minha hora». A expressão «que a Mim e a Ti?»(ti emoi kai soi?) é confusa, pois pode significar concordância – «que desacordo há entre Mim e Ti?» –, ou então recusa – «que de comum [que acordo] há entre Mim e Ti?». Sendo assim, a expressão «ainda não chegou a minha hora», presta-se a diversas interpretações, conforme o modo de entender «a hora»: ou a hora de fazer milagres, ou a hora da Paixão. Para os que a entendem como a de fazer milagres, uns pensam que Jesus se escusa: «que temos que ver com isso Tu e Eu? (=porque me importunas?), com efeito ainda não chegou a minha hora», e só a insistência de Maria é que levaria à antecipação desta hora; ao passo que outros (E. Boismard, na linha de alguns Padres) entendem a frase como de um completo acordo: «que desacordo há entre Mim e Ti? porventura já não chegou a minha hora?»; assim se justificaria melhor a ordem que Maria dá aos serventes. Para os que entendem «a hora» como a da Paixão, também as opiniões de dividem acerca de como entender a resposta de Jesus; para uns, significaria acordo, como se dissesse: «que desacordo há entre Mim e Ti? com efeito, ainda não chegou a minha hora, a de ficar sem poder; por isso não há dificuldade para o milagre» (Hanimann); para outros, que entendem a hora do Calvário como a hora da glorificação de Jesus, de manifestar a sua glória, dando o Espírito, a expressão quer dizer: «que temos a ver Tu e Eu, um com o outro?» («que tenho Eu a ver contigo?»), uma expressão demasiado forte, a mesma que é posta na boca dos demónios (cf. Mc 5, 7; 1, 24). Com uma expressão tão contundente, a redacção joanina põe em evidência a atitude de Jesus, que, longe de ser ofensiva para a sua Mãe, o que pretende é mostrar a independência de Jesus relativamente a qualquer autoridade terrena, incluindo a materna (Gächter). Mas o apelo para que Maria não intervenha tem um limite: é apenas até que chegue a hora de Jesus; até lá, tem de ficar na penumbra (o que é confirmado pelas ditas «passagens anti-marianas»: Lc 2, 49; 8, 19-21 par; 11, 27-28). Então Ela vai estar como a nova Eva, a Mãe da nova humanidade, ao lado do novo Adão, junto à árvore da Cruz, daí que seja chamada «Mulher» em Jo 19, 26, como nas Bodas de Caná.

 

Sugestões para a homilia

 

Nossa Senhora de Lurdes

Dia Mundial do Doente

Bernardete: a vidente de Nossa Senhora

 

Nossa Senhora de Lurdes

Maria Santíssima, escolhida desde toda a eternidade para ser Mãe de Jesus, foi concebida sem pecado original.

Em 1854 o Papa Pio IX definiu o dogma da Imaculada Conceição. Quatro anos mais tarde (1858) à pergunta de Bernardete em Lurdes, Maria responde: «Eu sou a Imaculada Conceição».

Nossa Senhora podia ter escolhido uma pessoa importante para se manifestar. Mas não. Quis revelar-se a uma pastora, pobre, simples e pura: Bernardete!

Nossa Senhora podia ter escolhido uma cidade importante. Mas não. Escolheu uma terra desconhecida de França: Lurdes.

Desde então passam por Lurdes diariamente todos aqueles que desejam encontrar a Mãe nesse local abençoado.

Hoje, através da televisão, nós podemos ter diariamente Lurdes em nossa casa. E, mais do que isso, podemos ter Maria no nosso coração.

Ela vem ao nosso encontro para nos dizer que nos ama como Mãe carinhosa. A Maria nos confiamos para Lhe pedir por nós e pelos que querem ser felizes.

 

Dia Mundial do Doente

Hoje rezamos, dum modo especial, pelos doentes. É o seu dia embora haja pessoas a sofrer durante todos os dias do ano. Muitas alcançam em Lurdes o dom da cura.

Todos nós estamos muito ocupados... Reservemos na nossa vida tempo para estarmos com os doentes. Que não se sintam a mais nesta sociedade de consumo. O seu sofrimento, oferecido ao Senhor, alcançará muitas bênçãos para a humanidade.

Junto dos doentes damos mais valor à vida. Agradeçamos o dom de cada dia ao Senhor. Como é bom viver!

E se a doença for também uma realidade na nossa vida aceitemos essa paragem para reflectir, meditar, rezar…

Temos tantas referências bonitas de pessoas que, sofrendo, nos dão lições de vida…

 

Bernardete: a vidente de Nossa Senhora

Hoje podemos rezar com Bernardete. Foi a ela que a Virgem Maria se revelou nas aparições de Lurdes. Tinha nessa altura 14 anos de idade. A partir daí e até partir para junto do Pai, com 35 anos de idade, reza, trabalha, sofre…

À luz da nossa sensibilidade actual, ficamos perplexos ao ver Bernadete, doente e cheia de dores a ser incompreendida, humilhada e desprezada… E compreendemos, com lágrimas nos olhos, o que escreveu no seu testamento espiritual:

«…Mas também obrigada pelas bofetadas, pelos ralhos e maus tratos; e também obrigada, Senhora minha, por me terem tomado por doida, por me terem julgado mentirosa e interesseira…»

Nossa Senhora sabia tudo o lhe havia de acontecer. Por isso a tinha consolado, dizendo: «Prometo fazer-te feliz, não neste mundo mas no outro».

Hoje do Céu Bernardete vem ao nosso encontro para nos dizer que vale a pena viver com muita fé no Senhor. Bernardete diz-nos para não nos cansarmos de praticar o bem.

Um dia juntar-nos-emos a Bernardete e a todos os santos, aos anjos e à Virgem Imaculada para, com o Senhor, sermos felizes eternamente no Céu.

 

Fala o Santo Padre

 

«Não tenhais medo da fragilidade!

Ajudai-vos uns aos outros com amor e sentireis a presença confortadora de Deus.»

A 11 de Fevereiro, celebramos a memória da Bem-Aventurada Virgem de Lourdes, e o Dia Mundial do Doente. É a ocasião propícia para pôr no centro da comunidade as pessoas doentes. Rezar por elas e com elas, estar-lhes próximos. A Mensagem para este Dia inspira-se numa expressão de são João: Fé e caridade: «Também nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos» (1 Jo 3, 16). Em particular, podemos imitar a atitude de Jesus para com os doentes, doentes de todos os tipos: o Senhor ocupa-se de todos, partilha o seu sofrimento e abre o coração à esperança.

Penso também em todos os agentes no campo da saúde: como é precioso o seu trabalho! Muito obrigado pelo vosso precioso trabalho. Eles encontram todos os dias nos doentes não só corpos marcados pela fragilidade, mas pessoas, às quais oferecer atenção e respostas adequadas. A dignidade da pessoa nunca se limita às suas faculdades ou capacidades, e não desaparece quando a pessoa é frágil, inválida e necessitada de ajuda. Penso também nas famílias, nas quais é normal ocupar-se de quem está doente; mas por vezes as situações podem ser mais difíceis... Muitos escrevem-me, e hoje gostaria de garantir uma oração por todas estas famílias, e digo-lhes: não tenhais medo da fragilidade! Não tenhais medo da fragilidade! Ajudai-vos uns aos outros com amor e sentireis a presença confortadora de Deus.

A atitude generosa e cristã para com os doentes é sal da terra e luz do mundo. A Virgem Maria nos ajude a praticá-la, e obtenha paz e alívio para todos os sofredores. [...]

Papa Francisco, Angelus, Praça de São Pedro, 9 de Fevereiro de 2014

 

Oração Universal

 

Irmãos, com Santa Bernardete

oremos a Deus Omnipotente

e imploremos a Sua misericórdia,

dizendo confiadamente:

Interceda por nós a Virgem cheia de Graça.

 

1.    Para que a Santa Igreja manifeste ao mundo

a vida e a doutrina de Jesus

a fim de que possamos viver no Seu Amor,

oremos irmãos.

 

2.    Para que as famílias permaneçam unidas,

vivendo em felicidade e harmonia

e nelas surjam vocações para a vida consagrada e matrimonial,

oremos, irmãos.

 

3.    Para que os povos mergulhados na guerra

afastem as divisões, discórdias, injustiças

e fomentem a concórdia e a paz,

oremos, irmãos.

 

4.    Para que todos nós aqui presentes

nos deixemos seduzir pelo Senhor Jesus,

cumprindo sempre a Sua vontade,

oremos, irmãos. 

 

5.    Para que os doentes e todos os que sofrem

não sejam abandonados e descubram na doação

um sentido novo para as suas vidas,

oremos, irmãos.

 

6.    Para que os nossos familiares e amigos falecidos

alcancem a bem-aventurança eterna no Céu

onde os esperamos encontrar um dia,

 oremos, irmãos.

 

Senhor nosso Deus e nosso Pai,

dignai-Vos atender estas súplicas

e, por intercessão da Virgem Santa Maria,

concedei-nos o que for melhor para nós.

Por N. S. J. C. Vosso Filho que é Deus Convosco

na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Nossa Senhora da Graça, M. Faria, NRMS 33-34

 

Oração sobre as oblatas: Venha, Senhor, em nosso auxílio o vosso Filho feito homem; Ele, que ao nascer da Virgem Maria, não diminuiu, antes consagrou a integridade de sua Mãe, nos purifique das nossas culpas e Vos torne agradável a nossa oblação. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio de Nossa Senhora: p. 486 [644-756] e pp. 487-490

 

Santo: Santo IV, H. Faria, NRMS 103-104.

 

Monição da Comunhão

 

O Senhor vem até nós. Recebamo-l’O como O acolheu Maria em Seu seio virginal. É na Eucaristia que recebemos as graças que precisamos para cumprirmos a missão que nos foi confiada.

 

Cântico da Comunhão: Quero cantar o vosso nome, A. Cartageno, NRMS 111

cf. Lc 11, 27

Antífona da comunhão: Bendita seja a Virgem Maria, que trouxe em seu ventre o Filho de Deus Pai.

 

Cântico de acção de graças: O meu espírito exulta, C. Silva, NRMS 38

 

Oração depois da comunhão: Senhor, que nos alimentastes neste sacramento celeste, fazei que, celebrando com alegria a festa da Virgem Santa Maria, imitemos as suas virtudes e colaboremos generosamente no mistério da nossa redenção. Por Nosso Senhor...

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Vamos partir. Os doentes que não puderam vir a esta Missa esperam agora a nossa companhia. Com Santa Bernardete rezemos a Nossa Senhora pelos que sofrem e por todos os que necessitam da nossa ajuda.

 

Cântico final: Ó Virgem Sagrada, F. da Silva, NRMS 33-34

 

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Aurélio Araújo Ribeiro

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 

 


Imprimir | Voltar atrás | Página Inicial