ARCANJOS S. MIGUEL, S. GABRIEL E S. RAFAEL

29 de Setembro de 2016

 

Festividade

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Somos a Igreja de Cristo, M. Silva, NRMS 17

Sl 102, 20

Antífona de entrada: Bendizei ao Senhor todos os seus Anjos, poderosos executores das suas ordens, sempre atentos à sua palavra.

 

Diz-se o Glória

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

A protecção de Deus é uma constante na vida do Homem. Ao longo da História da Salvação de muitos modos Deus manifestou o seu cuidado, a sua protecção e, como é óbvio, a Sua vontade de se comunicar ao Homem no plano da Salvação. Da ordem da Criação fazem parte os Anjos e os Arcanjos. Hoje celebramos três Arcanjos que foram basilares na mediação da acção de Deus com os Homens: S. Miguel, S. Gabriel e S. Rafael. Hoje, para lembrar a missão destes Arcanjos, a Igreja propõe que os celebremos e honremos com a nossa gratidão e o nosso amor.

 

Oração colecta: Senhor Deus do universo, que estabeleceis com admirável providência as funções dos Anjos e dos homens, concedei, propício, que a nossa vida seja protegida na terra por aqueles que eternamente Vos assistem e servem no Céu. Por Nosso Senhor...

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Os Arcanjos não são figuras incógnitas ou diluídas em contos mitológicos, mas a certeza das realidades criadas por Deus. Não só pela sua intercessão, mas também pela sua presença diante de Deus, os Arcanjos que hoje veneramos são fiéis exemplos e intercessores que nos ajudam a olhar, com fé, esperança e caridade, as realidades eternas para as quais fomos criados.

 

Daniel 7, 9-10.13-14

9Estava eu a olhar, quando foram colocados tronos e um Ancião sentou-se. As suas vestes eram brancas como a neve e os cabelos como a lã pura. O seu trono eram chamas de fogo, com rodas de lume vivo. 10Um rio de fogo corria, irrompendo diante dele. Milhares de milhares o serviam e miríades de miríades o assistiam. O tribunal abriu a sessão e os livros foram abertos. 13Contemplava eu as visões da noite, quando, sobre as nuvens do céu, veio alguém semelhante a um filho do homem. Dirigiu-Se para o Ancião venerável e conduziram-no à sua presença. 14Foi-lhe entregue o poder, a honra e a realeza, e todos os povos e nações O serviram. O seu poder é eterno, que nunca passará, e o seu reino jamais será destruído.

 

Ver notas de CL, atrás neste mesmo número, na Festa da Transfiguração do Senhor.

 

Salmo Responsorial    Sl 137 (138), 1-2a.2bc-3.4-5 (R. 1c)

 

Monição: Tal como falava a leitura anterior que acabámos de escutar, a presença e o louvor dos Anjos e dos Arcanjos é uma constante na eternidade. Por isso, com o salmo, e unidos aos anjos e arcanjos, cantamos as maravilhas de Deus.

 

Refrão:     Na presença dos Anjos,

                eu Vos louvarei, Senhor.

 

De todo o coração, Senhor, eu Vos dou graças,

porque ouvistes as palavras da minha boca.

Na presença dos Anjos Vos hei-de cantar

e Vos adorarei, voltado para o vosso templo santo.

 

Hei-de louvar o vosso nome pela vossa bondade e fidelidade,

porque exaltastes acima de tudo o vosso nome e a vossa promessa.

Quando Vos invoquei, me respondestes,

aumentastes a fortaleza da minha alma.

 

Todos os reis da terra Vos hão-de louvar, Senhor,

quando ouvirem as palavras da vossa boca.

Celebrarão os caminhos do Senhor,

porque é grande a glória do Senhor.

 

 

Em vez da leitura precedente, pode utilizar-se a seguinte:

 

Apocalipse 12, 7-12a

7Travou-se um combate no Céu: Miguel e os seus Anjos lutaram contra o Dragão. O Dragão e os seus anjos lutaram também, 8mas foram derrotados e perderam o seu lugar no Céu para sempre. 9Foi expulso o enorme Dragão, a antiga serpente, aquele que chamam Diabo e Satanás, que seduz o universo inteiro foi precipitado sobre a terra e os seus anjos foram precipitados com ele. 10Depois ouvi no Céu uma voz poderosa que dizia: «Agora chegou a salvação, o poder e a realeza do nosso Deus e a autoridade do seu Ungido, porque foi precipitado o acusador dos nossos irmãos, aquele que os acusava dia e noite diante do nosso Deus. 11Eles venceram-no, graças ao sangue do Cordeiro e à palavra do testemunho que deram, desprezando a própria vida, até aceitarem a morte. 12Por isso, alegrai-vos, ó Céus, e vós que neles habitais».

 

7 Houve um combate. É difícil determinar a que combate concreto se refere o texto sagrado. Não parece tratar-se aqui da rebelião dos Anjos maus no momento da sua criação (cf. Mt 25, 41; 2 Pe 2, 4), como alguns pensam, uma vez que o contexto nos situa nos tempos cristãos. Assim, prefere-se ver a luta tremenda desencadeada pelo demónio contra Cristo e os fiéis (os «nossos irmãos» - v. 10), a partir sobretudo da Morte, Ressurreição e Ascensão de Jesus (cf. v. 5b).

«Miguel» - em hebraico Mi-kha-el - quer dizer «quem como Deus?». Era o protector do antigo povo de Deus (Dan 10, 13.21), e que aparece agora como patrono e defensor da Igreja, o novo povo de Deus.

«O Dragão». É identificado no v. 9, com a «antiga serpente» que tentou os primeiros pais, por isso se chama antiga; é «aquele que chamam Diabo e Satanás». Diabo é um nome grego correspondente ao hebraico - Xatan (aramaico - xataná), que significa caluniador, acusador, adversário.

 

Aclamação ao Evangelho        Sl 102 (103), 21

 

Monição: Facilmente somos levados a interpretar os divinos mistérios sob um olhar puramente humano e terreno. Evitando uma interpretação puramente humana e superficial, Jesus eleva o olhar de Natanael, de modo a compreender o Seu messianismo a partir de um olhar bem mais sobrenatural.

 

Aleluia

 

Cântico: F. da Silva, NRMS 46

 

Bendizei o Senhor todos os seus exércitos,

poderosos executores da sua vontade.

 

 

Evangelho

 

São João 1, 47-51

Naquele tempo, 47Jesus viu Natanael, que vinha ao seu encontro, e disse: «Eis um verdadeiro israelita, em quem não há fingimento». 48Perguntou-lhe Natanael: «De onde me conheces?». Jesus respondeu-lhe: «Antes que Filipe te chamasse, Eu vi-te quando estavas debaixo da figueira». 49-lhe Natanael: «Mestre, Tu és o Filho de Deus, Tu és o Rei de Israel!». 50Jesus respondeu: «Porque te disse: ‘Eu vi-te debaixo da figueira’, acreditas. Verás coisas maiores do que estas». E acrescentou: 51«Em verdade, em verdade vos digo: Vereis o Céu aberto e os Anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem».

 

Filipe não tinha guardado para si a grande alegria de ter tido a dita de encontrar o Messias anunciado pelos Profetas, mas comunicara-a a seu amigo Natanael, que se mostrou incrédulo em face da procedência humilde de Jesus, filho dum carpinteiro de Nazaré, quando o Messias devia ser descendente de David e procedente de Belém. Filipe não se desmoraliza com as razoáveis objecções do amigo e também não confia nas explicações que o seu próprio engenho poderia excogitar; opta por convidar o amigo a aproximar-se pessoalmente de Jesus: «vem e verás» (v. 46).

47 «Natanael». Nome semítico que significa «dom de Deus». Deveu ser um dos Doze Apóstolos (cf. Jo 21, 2); mas qual deles? Muito provavelmente era Bartolomeu, o qual teria dois nomes, sendo este último um nome patronímico (filho de Tolmay), como o patronímico de Simão Pedro, Baryona (filho de Jonas). Esta identificação é deduzida dos diversos catálogos dos Apóstolos que nos deixaram os Sinópticos, onde Bartolomeu sempre se segue a Filipe, aquele Apóstolo que levou Natanael a Jesus (cf. Mt 10, 3; Mc 3, 18; Lc 6, 14).

48 «Eu vi-te, debaixo da figueira». Natanael sentiu que o olhar de Jesus penetrava os mais profundos recônditos da sua alma, pois algo de significativo devia ter passado no seu coração naquela hora e naquele local exacto a que Jesus se referia, e que só Deus podia conhecer.

49 «Tu é o Filho de Deus… Rei de Israel» - títulos messiânicos procedentes do Salmo 2. A intencionalidade do Evangelista (cf. 20, 31) evidencia-se ao apresentar, desde a primeira hora, confissões explícitas de fé em Jesus (cf. Mt 14, 33; 16, 16).

51 «Os Anjos de Deus subindo e descendo…» Trata-se duma forma muito expressiva de Jesus aparecer como Mediador entre o Céu e a terra, ficando assim os Céus abertos para a humanidade (Is 63, 19; Apoc 19, 11; Mt 3, 16 par.), numa clara alusão à escada de Jacob, pela qual subiam e desciam os Anjos na visão de Jacob (Gn 28,12). É por isso que adoptámos, na Bíblia da Difusora Bíblica, a tradução «por meio do Filho do Homem», em vez da tradução corrente «sobre o Filho do Homem», tendo em conta que aqui aparece a mesma preposição (epí) que no texto grego do sonho de Jacob, com o sentido de subir por.

 

Sugestões para a homilia

 

1.     A CERTEZA DOS ARCANJOS

Nas últimas décadas, procurando dar prioridade a alguns temas da doutrina cristã, tem havido uma certa dificuldade em encontrar tempos e espaços de esclarecimento de outros temas que, por serem esquecidos, não deixam de ser de grande interesse. Um desses temas é a existência e a acção dos arcanjos na vida dos homens e nas realidades celestiais. A maior parte dos cristãos reza e tem ouvido falar dos Arcanjos S. Miguel, S. Gabriel ou S. Rafael, embora nem sempre se compreenda bem o seu sentido e o alcance da sua acção.

Em primeiro lugar é necessário referir que, nos últimos tempos, a astrologia e o esoterismo têm defraudado e desvirtuado o papel dos arcanjos, bem como o sentido do seu existir. Na internet e em muitas revistas, que dão lucro aos quiosques e editoras, existem inúmeras revistas de anjos e arcanjos que os reduzem a pequenos deuses, a guarda-costas dos seres humanos ou a pequenos amuletos de sorte.

Todavia, é necessário compreender os anjos e arcanjos com sentido de justiça e verdade acerca do que eles realmente são a partir dos dados bíblicos e da reflecção teológica. A existência dos anjos e arcanjos é constante nos documentos da Igreja, sempre em função das afirmações bíblicas. Mas vejamos como o IV Concílio de Laterão faz uma profissão de fé nestes seres criados por Deus: «Firmemente acreditamos […] que um só é o verdadeiro Deus […] Criador de todas as coisas, das visíveis e das invisíveis, espirituais e corporais […] criou do nada uma e outra criatura, a corporal e espiritual, a angélica e a mundana, e depois a humana, como comum, composta de espírito e corpo.» (Dz. 800).

 

2.     OS ANJOS E ARCANJOS SÃO VERDADE DE FÉ.

Diz o Catecismo da Igreja Católica que a existência dos Anjos é uma verdade de Fé (CEC 328). Quer pelo testemunho da Sagrada Escritura quer pela Tradição da Igreja, a acção dos anjos e arcanjos faz parte da acção criadora de Deus, bem como uma constante na vida da Igreja. A própria Liturgia diariamente os refere como participantes do louvor que a Igreja, por Jesus e na unidade do Espírito, dirige ao Pai Eterno. Desta forma, a Divina Liturgia é lugar onde a Criação inteira louva o Criador e se deixa renovar pela acção salvífica de Cristo. Os arcanjos tomam este lugar, de verdadeiros adoradores de Deus, que estão na Sua presença e O adoram sem cessar. De um modo particular no referimos aos Arcanjos que hoje veneramos: S. Miguel, o arcanjo que luta contra Lúcifer e os seus seguidores; S. Gabriel, o arcanjo escolhido por Deus para várias missões, sobretudo a de anunciar à Virgem Maria o mistério da Encarnação do Filho de Deus; e S. Rafael, aquele que foi enviado em auxílio de Tobias e de sua mulher.

 

3.     “VEREIS O CÉU ABERTO”

O Evangelho que acabámos de escutar narra duas dimensões do ministério dos Anjos: a proximidade e o serviço à Glória do Senhor. Na verdade, as realidades celestiais costumam ser referidas como algo extremamente distante e incomparável às realidades humanas. No entanto, pelo mistério da Encarnação, o homem aproxima-se de Deus porque, pela Incarnação do Filho de Deus, é Deus que se antecipa na aproximação ao homem. Assim sendo, em Cristo a realidade do Céu perde qualquer característica de clausura ou distância, mas abre-se como horizonte para o qual o Homem é chamado. Como podemos concluir pelo diálogo do Evangelho, o Senhor antecipa-se a Natanael, conhece-lo e, embora Natanael faça uma verdadeira profissão de fé no Messias, Jesus eleva-lhe o olhar para que a sua compreensão de messianismo, demasiadamente judaica, o leve a compreender que a vinda do Filho do Homem o chama a desejar participar das realidades celestiais. A eternidade espera-nos, não como fim de caminho, mas como prémio a uma resposta dada com fidelidade ao amor de Deus, ou seja, num dinamismo de busca constante da santidade de vida. Só assim se pode participar do lugar onde já contemplam a Deus face a face aqueles que Lhe foram fiéis, como é o caso dos Arcanjos S. Miguel, S. Gabriel e S. Rafael que hoje celebramos.

 

 

Oração Universal

 

Irmãos caríssimos:

Confiados na infinita bondade de Deus

que não deseja a morte do pecador

mas que se converta e viva,

peçamos por intermédio dos Anjos e dos Arcanjos,

dizendo:

    Ouvi-nos, Senhor!

   

1.     Pelo Santo Padre, Bispos e Sacerdotes:

    para que anunciem corajosamente o Reino de Cristo,

    e façam brilhar diante dos homens a Sua luz,

    oremos irmãos.

 

2.  Pelos governantes das nações:

    para que, trabalhando pela felicidade terrena dos homens,

    promovam sempre a verdade, a justiça e a paz,

    oremos, irmãos.

 

3.  Pelos que sofrem no corpo ou no espírito:

    para que glorifiquem a Deus em suas vidas,

    como templos que são do Espírito Santo,

    oremos, irmãos.

 

4   Pela paz e prosperidade de todo o mundo:

    para que a esperança cristã se estenda a todos os homens,

    e a fome, as calamidades e guerras se afastem dos povos,

    oremos, irmãos.

 

5. Por todos os fiéis defuntos,

    para que, por intercessão de Maria

    e dos Santos Anjos,

    alcancem de Deus  misericórdia,

    oremos, irmãos.

 

6.  Por todos nós aqui presentes,

    para que, com ajuda dos Anjos da Guarda,

    nos empenhemos em crescer

    na fé, na caridade e na fortaleza,

    oremos, irmãos.                      

 

Deus todo-poderoso e eterno,

nós Vos pedimos pela conversão dos pecadores,

para que todos venham a alcançar

a santidade e a salvação.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho,

que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Com os benditos Anjos, M. Faria, NRMS 11-12

 

Oração sobre as oblatas: Aceitai, Senhor, este sacrifício de louvor e fazei que, pelo ministério dos Anjos, seja levado à presença da Vossa divina majestade e se torne para nós fonte de salvação eterna Por Nosso Senhor.

 

Prefácio dos Anjos: p. 491

 

Santo: F. da Silva, NRMS 38

 

Monição da Comunhão

 

As leituras de hoje falavam-nos da certeza dos Arcanjos contemplarem a Glória de Deus. Também pela Sagrada Comunhão podemos olhar, receber e alimentarmo-nos do próprio Deus, pois, em Jesus, Deus faz-se presente pelo Sacrifício da Missa. Olhemos o momento da comunhão como lugar de ver a Deus e de só a Ele prestar a devida adoração.

 

Cântico da Comunhão: Santos Anjos e Arcanjos, J. Parente, NCT 701

Sl 137, 1

Antífona da comunhão: De todo o coração, Senhor, eu Vos dou graças. Na presença dos Anjos Vos louvarei, meu Deus.

 

Oração depois da comunhão: Senhor, nosso Pai, que nos fortalecestes com o pão do Céu, fazei que, protegidos pelos santos Anjos, sigamos firmemente o caminho da salvação. Por Nosso Senhor.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

A celebração dos Arcanjos S. Miguel, S. Gabriel e S. Rafael termina, mas com ela renova-se o convite e o compromisso a permitirmos que a nossa vida tenha um olhar sobre estes seres criados por Deus que muito buscam o nosso bem. Como agradecer? Simplesmente rezar-lhe, pedir-lhe, confiar-lhe e segui-Los. No dia de hoje permitamos que eles nos ajudem a abrir o coração para que possamos caminhar pelas sendas da vida dos homens e sob a vontade de Deus.

 

Cântico final: Ao Deus do universo, J. Santos, NRMS 1 (I)

 

 

Homilias Feriais

 

6ª Feira, 30-IX: Pouca correspondência e contrição.

Job 38, 1. 12-21; 40, 3-5 / Lc 10, 13-16

Disse Jesus: Ai de ti Corazim! Ai de ti Betsaida!

Lamenta-se o Senhor da falta de correspondência daqueles cidades (Ev.). Receberam tantas graças e viram tantos milagres! Também nós recebemos muitas graças da parte do Senhor, e Ele espera de nós uma nova conversão.

Não deixemos de manifestar a Deus a nossa pena por aquilo que fizemos. Job arrependeu-se de ter sido precipitado nas palavras dirigidas a Deus: «Eu fui precipitado nas minhas palavras. Vou pôr a mão na minha boca. Falei uma vez, mas não hei-de repetir, duas vezes, mas não voltarei a fazê-lo» (Leit.).

 

Sábado, 1-X: Na oração conhecemos a Deus.

Job 42, 1-3. 5-6. 12-17 / Lc 10, 17-24

Jesus exultou de alegria pela acção do Espírito Santo e disse: Eu te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra.

Nesta oração aprendemos a conhecer melhor os sentimentos de Cristo: «O seu estremecimento -sim, ó Pai!- revela o íntimo do seu coração, a sua adesão ao beneplácito do Pai, como um eco do Fiat de sua Mãe aquando da sua concepção e como prelúdio do que Ele próprio dirá ao Pai na sua agonia» (CIC, 2603).

Job não conhecia bem a Deus e disse palavras, de que mais tarde se arrependeu. «Por isso, retiro as minhas palavras e me arrependo» (Leit.). É na oração que conhecemos melhor Deus e nos podemos arrepender das nossas faltas.

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Ricardo Cardoso

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilias Feriais:                  Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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