13º Domingo Comum

26 de Junho de 2016

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Deus vive na sua morada santa, F. dos Santos, NRMS 38

cf. Salmo 46, 2

Antífona de entrada: Louvai o Senhor, povos de toda a terra, aclamai a Deus com brados de alegria.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Este mês de junho é marcado pelas festas dos chamados santos populares.

Lembram-nos que a santidade é a fonte da alegria. Mais perto de Jesus mais partilharemos da Sua alegria.

 

Examinemo-nos e peçamos perdão dos nossos pecados, que nos afastam de Jesus.   

 

Oração colecta: Senhor, que pela vossa graça nos tornastes filhos da luz, não permitais que sejamos envolvidos pelas trevas do erro, mas permaneçamos sempre no esplendor da verdade. Por Nosso Senhor ...

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O profeta Elias é o intermediário de Deus para chamar Eliseu para a missão profética. Eliseu deixa tudo generosamente para se pôr ao serviço de Deus.

 

1 Reis 19, 16b.19-21

Naqueles dias, disse o Senhor a Elias: 16b«Ungirás Eliseu, filho de Safat, de Abel-Meola, como profeta em teu lugar». 19Elias pôs-se a caminho e encontrou Eliseu, filho de Safat, que andava a lavrar com doze juntas de bois e guiava a décima segunda. Elias passou junto dele e lançou sobre ele a sua capa. 20Então Eliseu abandonou os bois, correu atrás de Elias e disse-lhe: «Deixa-me ir abraçar meu pai e minha mãe; depois irei contigo». Elias respondeu: «Vai e volta, porque eu já fiz o que devia». 21Eliseu afastou-se, tomou uma junta de bois e matou-a; com a madeira do arado assou a carne, que deu a comer à sua gente. Depois levantou-se e seguiu Elias, ficando ao seu serviço.

 

O gesto com que Elias chama Eliseu como seu continuador na missão profética – “Lançou sobre ele a sua capa” (v. 19) – era deveras expressivo para um semita: a veste considerava-se como parte da personalidade. Elias, ao atirar o seu manto para cima de Eliseu agregava-o à sua própria missão divina de intrépido defensor do javismo. E este gesto foi decisivo para Eliseu; deixa definitivamente a sua vida de proprietário agricultor, a fim de seguir o mestre. O seu carácter firme e generoso ficou patente na atitude decidida de queimar (v. 21) os instrumentos de trabalho. No entanto, Elias permite ao seu discípulo ir abraçar o pai e a mãe (v. 20), mas, no Evangelho de hoje, vê-se como aquele que quer ser discípulo de Jesus não pode por qualquer restrição (cf. Lc 9, 61-62).

 

Salmo Responsorial    Sl 15 (16), 1-2a.5.7-11 (R. cf. 5a)

 

Monição: O salmo 15 lembra que Deus paga com abundância aos que O seguem.

 

Refrão:        o senhor é a minha herança.

 

Guardai-me, Senhor, Vós sois o meu refúgio!

Digo ao meu Deus: «Vós sois o meu bem!

Sois Vós, Senhor, a parte da minha herança,

está nas Vossas mãos o meu destino».

 

Exaltarei o Senhor que me guia e me conduz,

que até de noite me adverte o coração.

O Senhor está sempre na minha presença,

com Ele a meu lado não vacilarei.

 

Por isso o meu coração se alegra e a minha alma exulta;

repousa tranquilo todo o meu corpo.

Ele não me entregará às mãos da morte,

nem deixará o Seu servo conhecer a corrupção.

 

Ele me apontará o caminho da vida;

a seu lado viverei na plenitude da alegria.

 

Segunda Leitura

 

Monição: S.Paulo aponta nesta leitura as características da verdadeira liberdade, que nos leva a pôr-nos ao serviço de Deus e dos outros.

 

Gálatas 5, 1.13-18

Irmãos: 4, 31bFoi para a verdadeira liberdade que Cristo nos libertou. 5, 1Portanto, permanecei firmes e não torneis a sujeitar-vos ao jugo da escravidão. 13Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Contudo, não abuseis da liberdade como pretexto para viverdes segundo a carne; mas, pela caridade, colocai-vos ao serviço uns dos outros, 14porque toda a Lei se resume nesta palavra: «Amarás o teu próximo como a ti mesmo». 15Se vós, porém, vos mordeis e devorais mutuamente, tende cuidado, que acabareis por destruir-vos uns aos outros. 16Por isso vos digo: Deixai-vos conduzir pelo Espírito e não satisfareis os desejos da carne. 17Na verdade, a carne tem desejos contrários aos do Espírito e o Espírito desejos contrários aos da carne. São dois princípios antagónicos e por isso não fazeis o que quereis. 18Mas se vos deixais guiar pelo Espírito, não estais sujeitos à Lei de Moisés.

 

4, 31 “Foi para a liberdade…”, que a nossa tradução adjectivou: “a verdadeira” (um adjectivo que não aparece no texto original), isto é, para a liberdade que procede da Redenção. Cristo liberta-nos do pecado e do erro e também das prescrições da Antiga Lei mosaica (v. 18), dumas normas rituais e jurídicas que deixam de ter sentido para quem já foi redimido pelo Sangue de Jesus, pois eram prescrições preparatórias, “o pedagogo” que levava a Cristo (cf. Gal 3, 24). Certamente que S. Paulo não está a considerar aqui aquelas prescrições que correspondem à lei moral natural. “Não abuseis da liberdade como pretexto…” (v. 13): a liberdade não é permissivismo moral, nem libertinagem, não é estar livre de normas, de compromissos, para o bem e para a verdade. É-se livre para, por si próprio, responsavelmente, escolher a Verdade e o Bem, isto é, para amar e servir a Deus, em cuja posse está a felicidade autêntica. Fazer o mal é sinal de que se é livre, mas então usa-se a liberdade para se tornar escravo do mal. A liberdade não se basta a si mesma, pois é-se livre para alguma coisa: a liberdade precisa dum rumo, dum norte, dum compromisso, senão está-se à mercê do egoísmo, do comodismo, da preguiça, da sensualidade, etc., isto é, de todas as más tendências da nossa natureza caída, dos apetites desordenados da natureza ferida pelo pecado original, daquilo que S. Paulo aqui chama “a carne, os desejos da carne” (vv. 13.16.17). Esse rumo ou norte para a liberdade é o amor (“a caridade”, v. 13), que nos leva a servir os outros sem nos sentirmos escravizados; e é “o espírito” (v. 16), quer no sentido de o Espírito Santo, (assim a Neovulgata, seguida pela tradução litúrgica, que usa a maiúscula), quer no sentido de o homem novo, regenerado pela graça, na nossa condição de “filhos adoptivos de Deus” (daí o espírito com minúscula na edição da Vulgata).

18 “Não estais sujeitos à Lei”, isto é, não estais sob o regime da Lei de Moisés, mas no regime da graça que não só não nos tem sujeitos às prescrições judaicas, como também faz com que as próprias normas morais da Lei não nos tirem a liberdade, pois a graça nos conduz sem violência segundo desejos do Espírito.

 

Aclamação ao Evangelho        1 Sam 3, 9; Jo 6, 68c

 

Monição: O Senhor aponta a maneira como devemos responder os Seus chamamentos. Vale a pena segui-Lo com generosidade.

 

Aleluia

 

Cântico: M. Faria, NRMS 16

 

Falai, Senhor, que o vosso servo escuta.

Vós tendes palavras de vida eterna.

 

 

Evangelho

 

São Lucas 9, 51-62

51Aproximando-se os dias de Jesus ser levado deste mundo, Ele tomou a decisão de Se dirigir a Jerusalém e mandou mensageiros à sua frente. 52Estes puseram-se a caminho e entraram numa povoação de samaritanos, a fim de Lhe prepararem hospedagem. 53Mas aquela gente não O quis receber, porque ia a caminho de Jerusalém. 54Vendo isto, os discípulos Tiago e João disseram a Jesus: «Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu que os destrua?» 55Mas Jesus voltou-Se e repreendeu-os. 56E seguiram para outra povoação. 57Pelo caminho, alguém disse a Jesus: «Seguir-Te-ei para onde quer que fores». 58Jesus respondeu-lhe: «As raposas têm as suas tocas e as aves do céu os seus ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça». 59Depois disse a outro: «Segue-Me». 60Ele respondeu: «Senhor, deixa-me ir primeiro sepultar meu pai». 61Disse-lhe Jesus: «Deixa que os mortos sepultem os seus mortos; tu, vai anunciar o reino de Deus». Disse-Lhe ainda outro: «Seguir-Te-ei, Senhor; mas deixa-me ir primeiro despedir-me da minha família». 62Jesus respondeu-lhe: «Quem tiver lançado as mãos ao arado e olhar para trás não serve para o reino de Deus».

 

É aqui (neste v. 51) que começa a segunda parte do ministério de Jesus, com a grande viagem para Jerusalém (Lc 9, 51 – 19, 28), muito mais extensa que nos Sinópticos, pois engloba quase 10 capítulos e com vários relatos exclusivos do III Evangelho.

52 “Samaritanos”. Procediam da mistura de israelitas com colonos assírios mandados para a Samaria por Sargão II, em substituição dos exilados após o fim do Reino do Norte com a queda de Samaria em 721. A sua religião era híbrida, pois, embora admitissem o Pentateuco, tinham certas práticas supersticiosas e não aceitavam o Templo de Jerusalém como único santuário para a oferta dos sacrifícios. Havia uma grande incompatibilidade com os judeus que ainda hoje se mantém, embora os samaritanos tendam a desaparecer (não chegam a um milhar).

57-62 Lucas é o Evangelista que mais põe em relevo a radicalidade do seguimento de Cristo. “Lançar as mãos ao arado” é dedicar-se a trabalhar no Reino de Deus. “Olhar para trás” é a falta de decisão, como também o cálculo humano para avaliar com mera visão humana o valor do que se deixa. Quando Deus chama, não se pode olhar para trás, tem que se ser fiel e leal a Deus, que nos confia uma missão insubstituível no seu Reino.

 

Sugestões para a homilia

 

Seguir-te-ei

Deixa-me ir sepultar meu pai

Quem tiver lançado as mãos ao arado

 

 

1- Seguir-te-ei

 

 Na primeira leitura escutámos como Eliseu foi chamado por Deus para ser profeta m Israel. Era missão difícil sujeita a perseguições como acontecera com Elias. Eliseu era rico e deixou tudo para ficar ao serviço de Deus e de Elias.

Também os Apóstolos tinham sido corajosos para seguir o chamamento de Jesus. Deixaram as redes, o seu ganha-pão, deixaram a família, para andarem com Jesus.

Escutámos no Evangelho como aquele ouvinte entusiasmado diz a Jesus: – Seguir-te-ei para onde quer que fores.

Jesus avisa-o que teria de sujeitar-se a uma vida de sacrifício: – “As raposas têm as suas tocas e as aves do céu os seus ninhos mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça

Para seguir a Jesus é preciso estar disposto a tudo. O Senhor continua a fomentar no coração de muitos homens e mulheres esta generosidade ao serviço de Deus e dos outros.

Temos de dar graça por tantos exemplos bonitos também no nosso tempo. E rezar para que não faltem as vocações na Igreja.

O Senhor não fica atrás em generosidade, dando cem por um já neste mundo e depois a vida eterna.

A Igreja lembra no mês de Junho os chamados santos populares, que souberam viver esta entrega a Deus. S.João Baptista que se dedicou desde jovem na oração e penitência e depois anunciando a chegada de Jesus. Deu a vida pela verdade. O mundo inteiro louva-o nestes dias dizendo que valeu a pena a sua generosidade e sacrifício,

S.Pedro deixou as barcas e a família para ser Apóstolo de Jesus. Arriscou a vida diversas vezes e morreu em Roma pregado numa cruz. Ao louvá-lo nestes dias a Igreja diz-nos que a sua vida valeu apena.

Também Santo António de Lisboa seguiu o apelo de Jesus. Deixou as comodidades e as riquezas para imitar a Jesus na Sua pobreza e levar a Sua mensagem salvadora a muitos homens.

 

 

2)Deixa-me ir sepultar meu pai

 

 No Evangelho Jesus diz a outro: Segue-me. Ele porém põe condições: - deixa-ir primeiro sepultar o meu pai. Quando os meus pais morrerem então estarei disponível para Te seguir.

Jesus lembra-lhe que é preciso amá-Lo mais que à família.

O amor aos pais não pode ser empecilho para a vocação. Tantos não deixam que a filha vá para religiosa, pensando que não têm quem os trate quando forem velhos, mas deixam que ela se case e vá viver para o Brasil ou para a Austrália.

Por vezes são as filhas religiosas que acabam por estar mais perto dos pais nas suas necessidades.

A generosidade com Deus acaba por ser recompensada muitas vezes já neste mundo. Os pais têm de sentir alegria por Deus chamar os seus filhos para serem sacerdotes ou religiosas. O pai de Santa Teresa do Menino Jesus, S.Luís Martin, é exemplo dessa alegria em dar os filhos a Deus. As cinco filhas vieram a ser carmelitas e uma da Visitação. Quando a Teresita com catorze anos resolve ir para o Carmelo, vai ter com o pai a pedir a sua autorização e fica muito contente ao ver a resposta generosa do pai.

Muitos pais põem obstáculos à vocação dos filhos e acabam por ser para eles ocasião de se afastarem de Deus e seguirem talvez uma vida desgraçada.

 

3- Quem tiver lançado as mãos ao arado

 

 Não basta começar no caminho da entrega a Deus. É preciso perseverança. “Quem tiver lançado as mãos ao arado e olhar para trás não serve para o reino de Deus” – diz Jesus. É preciso entregar-se sem medo e sem cálculos. Não quero ser padre porque não me posso casar – dizem alguns miúdos. E vemos que tantos se casam e não são felizes e rapidamente se divorciam.

O Senhor dá cem por um já nesta vida e depois a vida eterna – disse Ele a Pedro.

O sacerdote, a religiosa podem ser muito mais felizes do que aqueles que vão para o casamento.

Também no matrimónio é preciso ir preparado para sofrer e para se esquecer de si mesmo e dos seus interesses. Doutro modo o casamento não se aguenta e não serão felizes.

Os sacerdote e a religiosa para se manterem na sua vocação têm de decidir-se a entregar-se a sério à missão que o Senhor lhes confiou, na guarda do coração, na assiduidade da oração, no recurso à confissão e direção espiritual, na generosidade no apostolado.

Peçamos a Nossa Senhora, modelo de entrega generosa ao serviço de Deus, pela perseverança e santidade dos sacerdotes e religiosos.

 

Fala o Santo Padre

 

«A consciência é o espaço interior da escuta da verdade, do bem, da escuta de Deus.»

 

Caros irmãos e irmãs, bom dia!

O Evangelho deste domingo (cf. Lc  9, 51-62) indica um episódio muito importante na vida de Cristo: o momento em que — como escreve são Lucas — «Jesus resolveu pôr-se a caminho rumo a Jerusalém» (9, 51). Jerusalém é a meta final onde Jesus, na sua Páscoa derradeira, deve morrer e ressuscitar, e assim levar a cumprimento a sua missão de salvação.

A partir daquele momento, depois da sua «decisão firme», Jesus aponta o dedo para a meta, e também às pessoas que Ele encontra e que lhe pedem para o seguir, diz claramente quais são as condições para isto: não dispor de uma morada estável; saber desapegar-se dos afectos humanos; e não ceder à nostalgia do passado.

Mas Jesus diz também aos seus discípulos, encarregados de o preceder no caminho rumo a Jerusalém para anunciar a sua passagem, que nada imponham: se não encontrarem a disponibilidade para o receber, que se vá além, em frente. Jesus nunca impõe, Jesus é humilde, Jesus convida. Se quiseres, vem! A humildade de Jesus é assim: Ele convida sempre, não impõe.

Tudo isto nos faz pensar. Diz-nos, por exemplo, a importância que, também para Jesus, tinha a consciência: ouvir no seu coração a voz do Pai e segui-la. Na sua existência terrena Jesus não era, por assim dizer, «telecomandado»: era o Verbo encarnado, o Filho de Deus que se fez homem, e numa certa altura resolveu subir a Jerusalém pela última vez; uma decisão tomada na sua consciência, mas não só: juntamente com o Pai, em plena união com Ele! Decidiu em obediência ao Pai, em escuta profunda e íntima da sua vontade. E por isso a decisão era firme, porque foi tomada juntamente com o Pai. E no Pai Jesus encontrava a força e a luz para o caminho. E Jesus era livre, naquela decisão Ele era livre. Jesus quer que nós, cristãos, sejamos livres como Ele, com aquela liberdade que vem deste diálogo com o Pai, deste diálogo com Deus. Jesus não quer cristãos egoístas, que seguem o próprio eu, que não falam com Deus; também não quer cristãos tíbios, cristãos sem vontade, cristãos «telecomandados», incapazes de criatividade, que procuram unir-se sempre à vontade de outra pessoa e não são livres. Jesus deseja que sejamos livres, mas onde se realiza esta liberdade? No diálogo com Deus, na própria consciência. Se o cristão não souber falar com Deus, se não souber sentir Deus na sua consciência, não será livre, não é livre.

Por isso, temos que aprender a ouvir mais a nossa consciência. Mas, atenção! Isto não significa seguir o próprio eu, fazer o que me interessa, o que me convém, o que me agrada... Não é assim! A consciência é o espaço interior da escuta da verdade, do bem, da escuta de Deus; é o lugar interior da minha relação com Ele, que fala ao meu coração e me ajuda a discernir, a compreender qual é o caminho a percorrer, e uma vez tomada a decisão, a ir em frente, a permanecer fiel. […]

Nossa Senhora, com grande simplicidade, ouvia e meditava no íntimo de si mesma a Palavra de Deus e o que acontecia com Jesus. Seguiu o seu Filho com convicção íntima e com esperança firme. Que Maria nos ajude a tornar-nos cada vez mais homens e mulheres de consciência, livres na consciência, porque é na consciência que se verifica o diálogo com Deus; homens e mulheres, capazes de ouvir a voz de Deus e de a seguir com determinação, capazes de escutar a voz de Deus e de a seguir com decisão.

Papa Francisco, Angelus, Praça de São Pedro, 30 de junho de 2013

 

Oração Universal

 

Irmãs e irmãos, apresentemos por Jesus ao Pai os nossos pedidos :por nós, por toda a Igreja e por todos os homens. Digamos :

Pela vossa misericórdia ouvi-nos Senhor

 

1-Pelo Santo Padre Francisco -para que o Senhor o encha da Sua sabedoria e fortaleza, para guiar a Sua Igreja, oremos, irmãos.

Pela vossa misericórdia ouvi-nos Senhor

 

2-Pelos bispos e sacerdotes -para que preguem com valentia sobre o sacramento da misericórdia, oremos, irmãos.

Pela vossa misericórdia ouvi-nos Senhor

 

3-Por todos os cristãos -para que renovem a sua fé e o seu amor a Jesus, praticando mais generosamente as obras de misericórdia, oremos, irmãos.

Pela vossa misericórdia ouvi-nos Senhor

 

4-Pelos irmãos separados -para que Deus lhes dê luz abundante na busca da unidade duma só Igreja e dum só pastor, oremos, irmãos.

Pela vossa misericórdia ouvi-nos Senhor

 

5-Por todos os homens afastados de Deus -para que conheçam e sigam a Jesus Salvador, o único que pode dar sentido às suas vidas, oremos, irmãos.

Pela vossa misericórdia ouvi-nos Senhor

 

6-Para que desperte muitas almas generosas para serviço da Igreja, oremos, irmãos.

Pela vossa misericórdia ouvi-nos Senhor

 

 Senhor, ouvi as súplicas que Vos apresentamos e aumentai em nós o desejo de pedir mais e de agradecer as vossas graças.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, que conVosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Tomai Senhor e recebei, J. Santos, NRMS 70

 

Oração sobre as oblatas: Senhor nosso Deus, que assegurais a eficácia dos vossos sacramentos, fazei que este serviço divino seja digno dos mistérios que celebramos. Por Nosso Senhor ...

 

Santo: J. Duque, NRMS 21

 

Monição da Comunhão

 

Pela comunhão não tocamos apenas no Corpo de Jesus.  Temo-Lo em nós como alimento divino. Digamos uma e muitas vezes, cheios de fé e amor: Meu Senhor e meu Deus.

 

Cântico da Comunhão: Em Vós Senhor está a fonte da vida, Az. Oliveira, NRMS 67

Salmo 102, 1

Antífona da comunhão: A minha alma louva o Senhor, todo o meu ser bendiz o seu nome santo.

 

Ou

cf. Jo 17, 20-21

Pai santo, Eu rogo por aqueles que hão-de acreditar em Mim, para que sejam em Nós confirmados na unidade e o mundo acredite que Tu Me enviaste.

 

Cântico de acção de graças: Povos batei palmas, C. Silva, NRMS 48

 

Oração depois da comunhão: Concedei-nos, Senhor, que o Corpo e o Sangue do vosso Filho, oferecidos em sacrifício e recebidos em comunhão, nos dêem a verdadeira vida, para que, unidos convosco em amor eterno, dêmos frutos que permaneçam para sempre. Por Nosso Senhor ...

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

A nossa fé vivida a sério é o segredo da alegria. E leva-nos a trabalhar para sermos santos.

 

Cântico final: Somos testemunhas de Cristo, Az. Oliveira, NRMS 35

 

 

Homilias Feriais

 

13ª SEMANA

 

2ª Feira, 27-VI: O seguimento de Cristo.

Am 2, 6-10 / Mt 8, 18-22

Aproximou-se então um escriba: Mestre, seguir-te-ei para onde fores.

O Senhor lamenta-se daqueles que se esqueceram das maravilhas feitas em favor deles: «Fui eu que vos retirei do Egipto» (Leit.). E Jesus tem pena daqueles que o querem seguir, mas impõem condições: «deixa-me ir primeiro sepultar meu pai» (Ev.).

Que significa seguir Cristo? «Seguindo Cristo e, em união com Ele, os cristãos podem esforçar-se por ser imitadores de Deus, como filhos bem amados e proceder com amor, conformando os seus pensamentos, palavras e acções, com os sentimentos de Cristo Jesus e seguindo os seus exemplos» (CIC, 1694).

 

3ª Feira, 28.VI: As queixas do Senhor.

Am 3, 1-8; 4, 11-12 / Mt 8, 23-27

Jesus: por que estais assustados homens de pouca fé?

Trata-se de uma queixa do Senhor feita aos Apóstolos. Apesar de terem visto tantos milagres, pensam mais nas dificuldades, ao verem as vagas cobrirem o barco, do que no poder de Jesus. Ao longo do nosso dia, se temos Jesus mais presente, através da oração, manter-nos-emos mais firmes no caminho. Se, porém, deixarmos de olhar para Ele, não conseguiremos ultrapassar as dificuldades.

Também se queixa Deus de que o povo de Israel se esquece dEle (Leit.), apesar da predilecção do Senhor. Deixemos que seja Ele a guiar-nos (S. Resp.).

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Celestino Correia

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilias Feriais:                  Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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