HOMENAGEM E GRATIDÃO

 

AO P. ARMANDO AMADEU BARRETO MARQUES

O NOSSO PROFUNDO AGRADECIMENTO

 

O Padre Amadeu Barreto Marques nasceu em 11 de Outubro de 1922, então festa da Maternidade Divina de Maria, em  S. Mateus da Ribeira, Concelho de Terras de Bouro.

Concluída a instrução primária na sua terra Natal, entrou no Seminário Diocesano de Braga, onde procurou enriquecer-se com os conhecimentos que lhe foram ministrados.

Recebeu a ordenação sacerdotal em 7 de Julho de 1946, na capela do Seminário Conciliar de Braga, das mãos de D. António Bento Martins Júnior, Arcebispo Primaz.

Começou a sua vida paroquial em Couto e Ázere, dos Arcos de Valdevez, para onde foi nomeado  em 17 de Julho de 1946.

Logo no ano seguinte, em 27 de Dezembro de 1947, foi nomeado pároco de Bouro, Santa Marta. Do arciprestado de Amares.

Em 26 de Outubro de 1971 foi prestar assistência religiosa no Santuário do Sameiro.

Entre 9 de Setembro de 1972 e 15 de Julho de 2006, foi pároco de S. Martinho de Sande, do Concelho de Guimarães.

Viveu os últimos anos na Casa Sacerdotal de Braga onde sempre o fui encontrar com o Terço nas mãos e onde veio a terminar os seus passos na terra. Era, com efeito, um grande devoto de Nossa Senhora. Partiu ao encontro do Senhor no dia 31 de Agosto deste ano.

Sempre cordial e sorridente, mesmo quando já estava muito limitado, recebia com agrado as visitas de familiares e amigos.

O Senhor chamou-o a receber o prémio dos justos pouco antes de completar os 93 anos. Depois de uma concelebração na capela da Casa Sacerdotal, foi dormir o último sono, aguardando a ressurreição final, entre os seus conterrâneos e S. Mateus da Ribeira dos quais nunca se esqueceu, nem desligou.

Durante muitos anos da sua vida sacerdotal, foi pontual e generoso colaborador da Celebração Litúrgica.

Fazia-o com pontualidade e saber, sem nunca se mostrar cansado pelo generoso serviço que prestava. Entendeu, desde a primeira hora, que se tratava especialmente de uma ajuda aos irmãos no sacerdócio. Apenas deixou de o ser, quando a sua vista enfraqueceu e não permitia continuar.

Era um homem culto, sempre atento aos problemas pastorais e aos melhores livros que eram publicados. 

Concedeu-lhe o Senhor o talento de escrever. Fazia-o com clareza e oportunidade. Na verdade, colaborou em diversos jornais, com especial destaque para o Diário do Minho, jornal da Diocese, onde exprimia livremente o seu pensar acerca dos problemas da Igreja, e sempre com a grande preocupação da fidelidade. Ao Magistério

Merece bem esta singela homenagem que Celebração Litúrgica lhe presta com estas linhas. Esperamos continuar a contar com a sua ajuda — agora, pedindo para que continuemos a servir — como sempre foi o seu desejo.

 

 

 

 


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