12º Domingo Comum

21 de Junho de 2015

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: O Senhor é a força do seu povo, F. Silva, NRMS 106

Salmo 27, 8-9

Antífona de entrada: O Senhor é a força do seu povo, o baluarte salvador do seu Ungido. Salvai o vosso povo, Senhor, abençoai a vossa herança, sede o seu pastor e guia através dos tempos.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Quem é que não conhece o mar das calmarias e das tempestades? Neste Domingo de Verão muitos cristãos poderão, contemplando o espectáculo do Oceano, repassar no seu coração o Evangelho ouvido na Assembleia dominical. Oxalá que, fazendo férias, reencontrando a força e a alegria de viver no contacto com a natureza e no recreio do convívio familiar e amigo, não voltem as costas ao Criador da Natureza e Senhor da Vida esquecendo o encontro para o qual Ele convoca em cada oito dias a Assembleia dos seus fiéis. Nós aqui estamos. Com Jesus, ancorados nEle.

 

 

Kyrie

 

Senhor, porque no meio das crises, desfalecemos,

ancorados nos nossos limites,

tende piedade de nós;

 

Cristo, porque no seio das tempestades desconfiamos da vossa presença

e gritamos desesperados contra Vós,

tende piedade de nós!

 

Senhor, porque vivemos por nós próprios e para nós próprios,

por nossa conta e risco,

tende piedade de nós!

 

Oração colecta: Senhor, fazei-nos viver a cada instante no temor e no amor do vosso Santo nome, porque nunca a vossa providência abandona aqueles que formais solidamente no vosso amor. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O livro de Job apresenta-nos um Deus mais de perguntas, do que de respostas, um Deus em quem podemos confiar sempre e incondicionalmente.

 

Job 38, 1.8-11

1O Senhor respondeu a Job do meio da tempestade, dizendo: 8«Quem encerrou o mar entre dois batentes, quando ele irrompeu do seio do abismo, 9quando Eu o revesti de neblina e o envolvi com uma nuvem sombria, 10quando lhe fixei limites e lhe tranquei portas e ferrolhos? 11E disse-lhe: ‘Chegarás até aqui e não irás mais além, aqui se quebrará a altivez das tuas vagas’».

 

A leitura é um pequenino extracto da parte final do livro de Job, em que Deus é apresentado, não a desvendar o mistério do sofrimento do inocente, mas apelando a que o sofredor inocente eleve o seu espírito para Deus, contemple as maravilhas da natureza e reconheça humildemente a soberania absoluta de Deus e a sua admirável sabedoria: Deus sabe mais e os seus desígnios, que são sempre justos, ultrapassam a nossa pobre compreensão e os nossos acanhados pontos de vista. A leitura foi escolhida em função do Evangelho de hoje, em que Jesus é apresentado como Deus, pois, como nesta passagem do livro de Job, Ele é o Senhor do mar, dominando o seu assombroso poder, «a altivez das sua vagas» (v. 11). Já S. Gregório Magno, nos Comentários Morais ao livro de Job, relacionava este texto com o do Evangelho em que Jesus acalma a tempestade.

 

Salmo Responsorial     Sl 106 (107), 23-24.25-26.28-29.30-31 (R. 1b)

 

Monição: No salmo 107 temos uma verdadeira antecipação do tema e da experiência do Evangelho.

 

Refrão:        Dai graças ao Senhor,

                     porque é eterna a sua misericórdia.

 

Ou:               Cantai ao Senhor, porque é eterno o seu amor.

 

Os que se fizeram ao mar em seus navios,

a fim de labutar na imensidão das águas,

esses viram os prodígios do Senhor

e as suas maravilhas no alto mar.

 

À sua palavra, soprou um vento de tempestade,

que fez encapelar as ondas:

subiam até aos céus, desciam até ao abismo,

lutavam entre a vida e a morte.

 

Na sua angústia invocaram o Senhor

e Ele salvou-os da aflição.

Transformou o temporal em brisa suave

e as ondas do mar amainaram.

 

Alegraram-se ao vê-las acalmadas,

e Ele conduziu-os ao porto desejado.

Graças ao Senhor pela sua misericórdia,

pelos seus prodígios em favor dos homens.

 

Segunda Leitura

 

Monição: São Paulo fala-nos hoje da vida recebida, à vida dada; da vida velha à vida nova. É o passo decisivo do cristão.

 

2 Coríntios 5, 14-17

Irmãos: 14O amor de Cristo nos impele, ao pensarmos que um só morreu por todos e que todos, portanto, morreram. 15Cristo morreu por todos, para que os vivos deixem de viver para si próprios, mas vivam para Aquele que morreu e ressuscitou por eles. 16Assim, daqui em diante, já não conhecemos ninguém segundo a carne. Ainda que tenhamos conhecido a Cristo segundo a carne, agora já não O conhecemos assim. 17Se alguém está em Cristo, é uma nova criatura. As coisas antigas passaram: tudo foi renovado.

 

Estes poucos versículos aparecem num contexto em que S. Paulo, face aos seus detractores, trata de justificar o seu comportamento honrado e coerente para com os fiéis de Corinto (vv. 11-13). A leitura é mais uma das impressionantes sínteses paulinas da essência da vida cristã. «O amor de Cristo», quer se entenda como o que Ele nos tem ou como o que nós Lhe devemos, é o que impele o Apóstolo no seu actuar. A morte de Cristo por nós não pode deixar ninguém indiferente.

14 «Todos, portanto, morreram». Pela nossa união a Cristo, pelo Baptismo (cf. Rom 6), também nós participarmos misticamente da Morte de Cristo, associando-nos a ela, como membros que somos de Cristo; daqui deriva S. Paulo a necessidade de morrer para o pecado, já que Cristo, morreu pelo pecado.

16 «Já O não conhecemos assim»: S. Paulo, que outrora conheceu a Cristo «segundo a carne», isto é, segundo os preconceitos da gente da sua raça sem fé, agora já tem dele um novo e perfeito conhecimento, a partir da graça da fé.

17 «É uma nova criatura». O Baptismo operou no cristão mudança tão radical que se pode falar duma nova criação, um novo ser a partir do nada e de menos que nada, do pecado. «As coisas antigas passaram», isto é, o pecado, o erro, os preconceitos, as ideias puramente humanas, etc.

 

Aclamação ao Evangelho          Lc 7, 16

 

Monição: Temos no Evangelho a tempestade acalmada, na versão de São Marcos que nos põe a exclamar novamente: «Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem!?»

 

Aleluia

 

Cântico: M. Simões, NRMS 9(II)

 

Apareceu entre nós um grande profeta:

Deus visitou o seu povo.

 

 

Evangelho

 

São Marcos 4, 35-41

35Naquele dia, ao cair da tarde, Jesus disse aos seus discípulos: «Passemos à outra margem do lago». 36Eles deixaram a multidão e levaram Jesus consigo na barca em que estava sentado. Iam com Ele outras embarcações. 37Levantou-se então uma grande tormenta e as ondas eram tão altas que enchiam a barca de água. 38Jesus, à popa, dormia com a cabeça numa almofada. 39Eles acordaram-no e disseram: «Mestre, não Te importas que pereçamos?» Jesus levantou-Se, falou ao vento imperiosamente e disse ao mar: «Cala-te e está quieto». O vento cessou e fez-se grande bonança. 40Depois disse aos discípulos: «Porque estais tão assustados? Ainda não tendes fé?» 41Eles ficaram cheios de temor e diziam uns para os outros: «Quem é este homem, que até o vento e o mar Lhe obedecem?»

 

Continuamos com o Evangelista do ano, numa secção do seu Evangelho que conta uma série de milagres e a actividade de Jesus na Galileia. Para começar, temos o milagre da tempestade acalmada, que tem servido para aplicações pertinentes à vida da Igreja e também à vida de cada fiel. Na barca agitada pela fúria das ondas vê-se uma imagem da Igreja avançando por meio de grandes perigos, que ameaçam afogá-la: as perseguições, as heresias, os escândalos dos seus filhos... Jesus adormecido aparece como o silêncio de Deus, que não parece prestar atenção aos seus filhos em perigo. No grito dos Apóstolos, que na barca despertam a Jesus, está uma imagem da oração dos fiéis, mais expressiva em Mateus, que não emprega o apelativo usado pelos Apóstolos – «Mestre» (v. 39) – mas o título de «Senhor»: «Senhor, salva-nos que perecemos!» (cf. Mt 8, 25); esta era a forma como os cristãos já então invocavam a Jesus. Mas o Senhor vela sempre pela sua Igreja, por isso tem actualidade a sua suave advertência: «Porque estais tão assustados? Ainda não tendes fé?» (v. 40).

38 «Com a cabeça numa almofada». Este episódio evangélico é o único em que os três Sinópticos nos apresentam Jesus a dormir, algo tão humano e tão natural, mas só Marcos fala da almofada; este é um pormenor, que, como tantos outros, empresta ao Evangelho de S. Marcos aquele colorido tão típico; atrás de detalhes como este adivinha-se uma testemunha ocular, o próprio Apóstolo Pedro, de quem Marcos foi discípulo e colaborador directo.

41 «Quem é este homem?» A pergunta dos discípulos é a interrogação que o Evangelista quer que façam os seus leitores e as pessoas de todos os tempos. Não é possível que alguém se depare com a pessoa de Jesus sem se interrogar sobre quem é Ele. Perante Ele não se pode ficar na indiferença. E o Evangelho fornece a chave do mistério da sua pessoa.

 

Sugestões para a homilia

 

1. Deus responde na paz

2. Jesus está com os seus discípulos

3. «Quem é este homem, que até o vento e o mar Lhe obedecem?» (Mc 4, 41).

 

 

1. Deus responde na paz

 

A experiência vivida pelos discípulos das primeiras comunidades não é muito diferente da nossa. Também nós temos por vezes a sensação de sermos arrastados pelos acontecimentos e dificuldades. Há momentos em que nos sentimos sós e incapazes de reagir perante o mal e os dramas da vida. Isto acontece, por exemplo, quando surgem graves problemas em família (infidelidade do marido ou da mulher, mau comportamento dos filhos, doenças, dificuldades económicas...) ou então quando estamos em desacordo com os irmãos da comunidade cristã, quando se espalham calúnias, quando surgem incompreensões.

Nestes momentos, perguntamos: Onde é que está Deus? Porque é que não intervém? Porque é que não manifesta o seu poder? Porque é que não faz justiça?

Parece realmente que Ele está a dormir. Sentimos que está longe ou mesmo completamente ausente. O seu silêncio desconcerta-nos e mete-nos medo. Que fazer então? O Evangelho de hoje diz-nos, antes de mais, que não nos devemos admirar que estas coisas aconteçam. Fazem parte da vida e, mais cedo ou mais tarde, todos passam por qualquer experiência dramática. Depois exorta-nos a não nos comportarmos como os apóstolos, que se esqueceram de que o Mestre estava com eles.

Quando vemos que os nossos melhores projectos falham, começamos a suspeitar da existência de Deus ou então que Ele dorme ou Se desinteressa pelas realidades deste mundo, ficando com a impressão de que temos de O acordar.

O equívoco surge do facto de nós querermos ter à disposição um Deus que intervém para alterar a relação de forças que existem no mundo, que Se alia com quem é vítima das injustiças para vencer e humilhar quem as comete.

Jesus revela-nos um Deus que «dorme», que deixa as coisas como estão, que não tem nada a temer perante a fúria e a violência do mal, que não tem medo de perder o controlo da situação. É um Deus que deixa fazer, permitindo que a inveja, as rivalidades, a mentira e as injustiças se instalem e que os acontecimentos sigam o seu curso. Depois, quando o mal parece ter dito a última palavra, Ele descobre as cartas e mostra que quem vence é Ele: servindo-Se das mesmas forças do mal para realizar o seu projecto de salvação.

Nós gritamos por Ele para Lhe despertar a atenção para as nossas angústias, mas Ele responde introduzindo-nos na sua paz.

 

 

2. Jesus está com os seus discípulos

 

Porque é que Jesus repreende os seus discípulos como se eles não tivessem fé n'Ele? O erro que eles cometeram foi o terem-se lembrado do Mestre só quando se viram numa situação desesperada. Quem tem fé em Cristo vive em constante relacionamento com Ele, não recorre a Ele só quando as coisas vão mal.

Há cristãos que pensam em Deus só quando adoecem, quando são vítimas de qualquer desgraça. Só então rezam com todo o coração para Lhe pedir que interceda para os salvar. Será esta fé autêntica? Outros estão convencidos de que Deus pode mudar milagrosamente o curso da história, mas que, na prática, Ele frequentemente (quase sempre) «está a dormir», ou seja, deixa que os acontecimentos sigam o seu curso. Será verdade?

As nossas comunidades, como a do tempo de Marcos, devem levar Cristo aos pagãos e é inevitável que encontrem as mesmas dificuldades e oposição. A perseguição contra os discípulos pode arremeter ameaçadoramente como as ondas do «mar». Quem faz esta dramática experiência deve recordar-se que Jesus, embora «esteja a dormir», está sempre ao lado de quem realiza a sua obra no mundo.

 

 

3. «Quem é este homem, que até o vento e o mar Lhe obedecem?» (Mc 4, 41).

 

Deixei para último lugar o ensinamento mais importante do Evangelho de hoje. No fim da narração, Marcos nota que os discípulos se deixam vencer por um grande medo e perguntam uns aos outros: «Quem é este homem, que até o vento e o mar Lhe obedecem?» (v. 41).

Têm as suas razões para fazerem esta pergunta, porque aprenderam da Bíblia que só Deus tem o poder de Se impor às ondas do mar. Se Jesus demonstra possuir essa força e essa autoridade divina, significa que Ele é o Senhor. Eis por que, à semelhança de Moisés (e como todos os que um dia se encontraram com Javé) os discípulos se enchem de medo. Não se trata do medo e do terror que se apoderam de quem está diante duma ameaça, dum perigo, mas da admiração de quem reconhece em Jesus o Senhor capaz de dominar sobre todos os poderes que ameaçam a vida.

Também nós, como Job ou os discípulos, sentimos necessidade de nos queixar a Deus e de Lhe pedir contas da forma como Ele governa o mundo.

O Senhor não responde às nossas objecções. Em vez de explicar e justificar a sua maneira de proceder, pede-nos simplesmente uma confiança incondicional ao seu amor, esperando que, malgrado todas as aparências em contrário, acreditemos que Ele continua a guiar os acontecimentos da história e da vida de todos os homens.

 

 

Oração Universal

 

Ao Senhor nosso Deus, sempre presente nas vicissitudes do homem,

confiamos as preces do seu Povo em oração:

 

R. Ouvi-nos, Senhor!

 

1. Pela Igreja de Jesus,

para que saiba confiar-se à presença constante do ressuscitado,

nEle encontre a Paz e a força, no meio das crises e tempestades.

Oremos irmãos.

 

2. Pelos que governam países mergulhados em graves crises,

para que, humildes e confiantes na presença de Deus,

procurem soluções humanas mais justas e solidárias.

Oremos irmãos.

 

3. Pelos povos, agitados por ventos de violência,

sacudidos por vagas de racismo e indiferença,

para que, no meio da tempestade,

encontrem força e ânimo para o seu justo combate.

Oremos irmãos.

 

4. Por todos nós aqui presentes, para que, nesta Eucaristia

vivamos fortemente a presença de Jesus

e aqui renovemos as nossas forças para vencermos

os novos desafios do mundo à nossa fé.

Oremos irmãos.

 

Senhor, Criador do Universo,

que fixais os limites do mar e dominais a altivez das suas vagas,

ordenai o nosso mundo segundo os vossos desígnios

e assim o vosso povo viva na harmonia e na paz.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Em redor do teu altar, M. Carneiro, NRMS 42

 

Oração sobre as oblatas: Por este sacrifício de reconciliação e de louvor, purificai, Senhor, os nossos corações, para que se tornem uma oblação agradável a vossos olhos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Santo: Santo I, H. Faria, NRMS 103-104

 

Monição da Comunhão

 

Foi Jesus que nos ensinou a viver nesta confiança total na relação com Deus. Ele não está ausente nem alheio à nossa vida. É silêncio de amor que envolve cada um no meio da tempestade. Assim, ousamos recebê-l’O na comunhão.

 

Cântico da Comunhão: Eu vim para que tenham vida, F. Silva, NRMS 70

Salmo 144, 15

Antífona da comunhão: Os olhos de todos esperam em Vós, Senhor, e a seu tempo lhes dais o alimento.

 

Ou

Jo 10, 11.15

Eu sou o Bom Pastor e dou a vida pelas minhas ovelhas, diz o Senhor.

 

Cântico de acção de graças: Cantai ao Senhor, porque é eterno, M. Luís, NRMS 37

 

Oração depois da comunhão: Senhor, que nos renovastes pela comunhão do Corpo e do Sangue de Cristo, fazei que a participação nestes mistérios nos alcance a plenitude da redenção. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

«Se me colhe a tempestade e Jesus vai a dormir na minha barca, nada temo, porque a paz está comigo»! Vamos em paz...

 

Cântico final: Nesta Santa Eucaristia, H. Faria, NRMS 103-104

 

 

 

12ª SEMANA

 

2ª Feira, 22-VI: A união do povo de Deus.

Gen 12, 1-9 / Mt 7, 1-5

O Senhor disse a Abrão: Farei de ti uma grande nação. Hei-de abençoar-te e dar-te um grande nome.

«Para reunir a humanidade dispersa, Deus escolhe Abrão, chamando-o para deixar a sua terra, a sua família e a casa de seu pai, para o fazer Abraão, quer dizer, pai de um grande número de nações: 'Em ti são abençoadas todas as nações da terra» (CIC, 59).

Para colaborarmos na unidade com os nossos irmãos evitemos os juízos críticos negativos: «Não julgueis e não sereis julgados» (Ev.). E também, procurando perdoar: «A medida que empregardes é que hão-de empregar para vós» (Ev.). A atitude que tomarmos para com o próximo revelará a aceitação da graça ou do amor divino.

 

3ª feira, 23-VI: A parábola dos dois caminhos.

Gen 13, 2. 5-18 / Mt 7, 6. 12-14

Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho, que levam à perdição.

«O caminho de Cristo 'leva `vida'; um caminho contrário 'leva à perdição' (Ev.). A parábola evangélica dos dois caminhos está sempre na catequese da Igreja. E significa a importância das decisões morais para a nossa salvação. Há dois caminhos, um da vida, outro de morte, mas entre os dois existe uma grande diferença» (CIC, 1676).

Diante de Abraão e de Lot havia igualmente dois caminhos. Lot escolheu o mais rico, mas com cidades perversas (Sodoma), e acabou na perdição. Pelo contrário, Abraão ficou com o pior, e recebeu uma enorme bênção de Deus (Leit.).

 

 

 

Celebração e Homilia:         Nuno Westwood

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilias Feriais:                  Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


Imprimir | Voltar atrás | Página Inicial