OS BONS LIVROS, NOSSOS AMIGOS                            .

 

 

 

 

MARIANO FAZIO, Fundamentos da Cultura Contemporânea, Editora Moinho Velho, Lda., Lisboa 2014, 342 págs.

 

O fio condutor deste livro recentemente publicado é o processo de secularização que começa na Modernidade e é característico da cultura contemporânea. A perspectiva que o autor adopta é a da visão cristã do homem, da história e da sociedade.

A obra consta de quatro partes. Na primeira parte, expõem-se os elementos mais característicos da época moderna (séculos XV-XVIII), pondo-se em evidência o processo de secularização.

Na segunda parte, examinam-se as principais ideologias contemporâneas – liberalismo, nacionalismo, marxismo, cientificismo –, mostrando o seu papel de religiões substitutivas.

A terceira parte é uma análise da crise da cultura da Modernidade, a partir dos começos do século XX, quando os paraísos profetizados pelas ideologias não se fizeram realidade. Aborda-se aqui o niilismo, a sociedade permissiva e os movimentos culturais mais actuais: feminismo, ecologismo, novos movimentos religiosos.

O livro conclui – quarta parte – com uma análise da relação entre Cristianismo e Modernidade e, em particular, entre a Igreja Católica e o mundo contemporâneo.

A primeira edição desta obra, em italiano (2001), destinava-se aos estudantes de Comunicação Institucional da Universidade Pontifícia da Santa Cruz (Roma), onde o autor era professor: propunha-se apresentar um panorama das principais correntes culturais dos últimos séculos, com a finalidade de compreender o contexto cultural contemporâneo, âmbito da futura actividade daqueles estudantes.

O autor nasceu em Buenos Aires (Argentina) em 1960. Sacerdote, historiador e filósofo, publicou mais de vinte livros sobre pensamento moderno e contemporâneo, traduzidos para seis idiomas. Foi Reitor da Universidade Pontifícia da Santa Cruz de 2002 a 2008.

 

Miguel Falcão

 

 

 

CANTO DO CELEBRANTE – CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA (TOM I)

 

Apresentação

 

A Instrução Geral do Missal Romano recomenda: «embora não seja necessário cantar sempre, por exemplo nas Missas feriais, todos os textos que, por si mesmos, se destinam a ser cantados, deve no entanto procurar-se com todo o cuidado que não falte o canto dos ministros e do povo nas celebrações que se realizam nos domingos e festas de preceito» (n. 40). 



Por isso, acolhemos com alegria e gratidão o livro “canto do celebrante”, no qual se oferece um valioso contributo para a arte de presidir do ministro celebrante, especialmente para os Bispos e os Presbíteros, com o canto e a música do Ordinário da Missa, da Oração Colecta das solenidades principais e dos Prefácios da Oração Eucarística. 



Por motivos pastorais, diversos graus de participação são propostos para a Missa cantada, de tal modo que seja sempre possível, segundo as possibilidades de cada assembleia, tornar a celebração da Missa mais solene graças ao canto.

Os textos deste livro referem-se ao primeiro grau de participação, que pode utilizar-se só.O canto na celebração da Missa com o povo é de suma importância, «sobretudo nos domingos e festas, há-de preferir-se na medida do possível a forma de Missa cantada, até várias vezes ao dia» (Musicam Sacram 27).

Cantar a Missa, isto é, rezar a íntima união do canto sagrado às palavras, constitui parte necessária ou integrante da Liturgia eucarística, porque «a acção litúrgica reveste-se de maior nobreza quando é celebrada de modo solene com canto, com a presença dos ministros sagrados e a participação activa do povo…» (Sacrosanctum Concilium 113).



O Concílio Vaticano II, ao indicar os princípios básicos da música litúrgica, qual tesouro inestimável, sublinhou com nobre simplicidade que o seu fim é a glória de Deus e a santificação do homem (cf. Sacrosanctum Concilium 112). Efectivamente, o canto e a música na Liturgia não são para animar ou suscitar emoções estéticas, mas são algo integrante do culto divino.

A celebração litúrgica típica ou normal é a que se realiza com o canto. Na arte de presidir à Eucaristia ocupa lugar especial o canto dos louvores de Deus. Com razão afirma Santo Agostinho «cantar é próprio de quem ama».

 

+ José Manuel Garcia Cordeiro, Bispo de Bragança-Miranda, Presidente da Comissão Episcopal da Liturgia e Espiritualidade

 

Formato: 297X210 mm

Páginas: 292

Preço: 20,00 €

ISBN 978-989-8293-59-6

 

 

 

 

            “Nas margens do Cávado”

 

Eis uma biografia de ELISA FERNANDES DA SILVA elaborada pelo Director desta revista , Doutor Fernando Silva.

A biografada nasceu a 4 de Dezembro de 1920 e faleceu a 30 de Outubro de 1979, em Padim da Graça, arredores da cidade de Braga.

Na introdução do livro o autor escreve: "Este esboço biográfico é uma tentativa de seguir a passo e passo a caminhada de uma pessoa na terra que viveu, dia a dia, na preocupação generosa de se santificar"...."Por que não hei-de por o mesmo empenho na minha correspondência à graça baptismal?”

 

 


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