7º Domingo da Páscoa

17 de Maio de 2015

 

Esta Celebração destina-se aos locais onde a solenidade da Ascensão se celebra na quinta-feira da Semana VI do Tempo Pascal.

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Caminhamos na alegria, H. Faria, NRMS 8

Salmo 26, 7-9

Antífona de entrada: Ouvi, Senhor, a voz da minha súplica. Diz-me o coração: «Procurai a sua face». A vossa face, Senhor, eu procuro; não escondais de mim o vosso rosto. Aleluia.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Após a Ascensão de Jesus, os Apóstolos reunidos em oração no Cenáculo, com Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe, preparam-se para a recepção do Divino Espírito Santo. Entretanto Pedro, assumindo o cargo de Chefe visível da Igreja que lhe tinha sido confiada por Jesus, promove a ocupação do lugar deixado vago por Judas.

 

Ato Penitencial

 

Iluminados pelo Espírito Santo, examinemos a nossa consciência, reconhecendo os nossos pecados e deles, peçamos perdão, cheios de confiança.

 

Oração colecta: Ouvi, Senhor, a oração do vosso povo e fazei que, assim como acreditamos que o Salvador do género humano está convosco na glória, assim também sintamos que, segundo a sua promessa, está connosco até ao fim dos tempos. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Depois de orarem, cumprindo o que estava escrito no Livro dos Salmos, escolheram Matias para substituir Judas Escariotes, que tinha entregado o Senhor à morte.

 

Actos dos Apóstolos 1, 15-17.20a.20c-26

15Naqueles dias, estavam reunidas cerca de cento e vinte pessoas. Pedro levantou-se no meio dos irmãos e disse: 16«Irmãos, era necessário que se cumprisse o que o Espírito Santo anunciou na Escritura, pela boca de David, a respeito de Judas, que foi o guia dos que prenderam Jesus. 17Na verdade, era um dos nossos e foi-lhe atribuída uma parte neste ministério. 20aEstá escrito no Livro dos Salmos: 20c'Receba outro o seu cargo'. 21É necessário, portanto, que de entre os homens que estiveram connosco durante todo o tempo que o Senhor Jesus viveu no meio de nós, 22desde o baptismo de João até ao dia em que do meio de nós foi elevado ao Céu, um deles se torne connosco testemunha da sua ressurreição. 23Apresentaram dois: José, chamado Barsabás, de sobrenome Justo, e Matias. 24E oraram nestes termos: 'Senhor, que conheceis o coração de todos os homens, indicai-nos qual destes dois escolhestes 25para ocupar, no ministério apostólico, o lugar que Judas abandonou, a fim de ir para o seu lugar'. 26Deitaram sortes sobre eles e a sorte caiu em Matias que foi agregado aos onze Apóstolos.»

 

O relato da eleição de Matias para o lugar de Judas põe em relevo características importantes da constituição da Igreja de Cristo. Refazer o número doze dos Apóstolos mostra-se extraordinariamente importante para que se perceba que a Igreja é o novo povo de Deus, assente não em doze tribos, mas num colégio de doze homens eleitos por Deus. Por outro lado, deixa-se ver como Pedro é o chefe do Colégio Apostólico, ao tomar uma iniciativa tão importante: «Pedro levantou-se no meio dos irmãos» (v. 15). É de notar como Lucas dá importância à figura de Pedro na sua obra, pois este aparece sempre como figura central dos episódios em que intervém juntamente com os outros Apóstolos ou com os discípulos (cf. Act 2, 14, 37; 3, 3-26; 4, 8.19; 5, 2-9.29; 8, 14.20…); é ele quem primeiramente admite os gentios na Igreja (Act 10 – 11) e quem no Sínodo dos Apóstolos intervém primeiramente, como quem marca o rumo a tomar (Act 15, 6-11).

21-22 «Testemunha da Ressurreição» de Jesus era uma condição essencial para os candidatos ao lugar de Judas, pois era isto o que mais garantia podia dar ao testemunho que o Apóstolo tinha a dar.

 

Salmo Responsorial    Sl 102 (103), 1-2.3-4.8.10.12-13 (R. 8a)

 

Monição: Este Salmo é um hino de ação de graças ao Senhor, pelo reconhecimento dos benefícios que nos tem concedido e um ato de confiança na Sua bondade infinita.

 

Refrão:        O Senhor é clemente e cheio de compaixão.

 

Ou:               Senhor, sois um Deus clemente e compassivo.

 

Bendiz, ó minha alma, o Senhor

e todo o meu ser bendiga o seu nome santo.

Bendiz, ó minha alma, o Senhor

e não esqueças nenhum dos seus benefícios.

 

Ele perdoa todos os teus pecados

e cura as tuas enfermidades;

salva da morte a tua vida

e coroa-te de graça e misericórdia.

 

O Senhor é clemente e compassivo,

paciente e cheio de bondade;

não nos tratou segundo os nossos pecados,

nem nos castigou segundo as nossas culpas.

 

Como o Oriente dista do Ocidente,

assim Ele afasta de nós os nossos pecados;

como um pai se compadece dos seus filhos,

assim o Senhor Se compadece dos que O temem.

 

Segunda Leitura

 

Monição: O Pai do Céu convida-nos a amá-LO como Ele nos ama. Esse amor há-de manifestar-se no verdadeiro amor a todos os irmãos.

 

1 São João 4, 11-16

Caríssimos: 11Se Deus nos amou tanto, também nós devemos amar-nos uns aos outros. 12A Deus ninguém jamais O viu. Se nos amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós e em nós o seu amor é perfeito. 13Nisto conhecemos que estamos n’Ele e Ele em nós: porque nos deu o seu Espírito. 14E nós vimos e damos testemunho de que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. 15Se alguém confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele e ele em Deus. 16Nós conhecemos o amor de Deus por nós e acreditamos no seu amor. Deus é amor: quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele.

 

(Veja-se o comentário feito atrás para esta mesma leitura alternativa do 6º Domingo de Páscoa)

 

 

Aclamação ao Evangelho       

 

Monição: Jesus, na hora da despedida, ora ao Pai por todos nós. Que sejamos livres do mal e nos conservemos unidos como Ele está unido ao Pai.

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação – 4, F. da Silva, NRMS 50-51

 

Não vos deixarei órfãos, diz o Senhor:

vou partir mas virei de novo e alegrar-se-á o vosso coração.

 

 

Evangelho

 

São João 17, 11b-19

Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao Céu e orou deste modo: 11b«Pai santo, guarda-os em teu nome, o nome que Me deste, para que sejam um, como Nós. 12Quando Eu estava com eles, guardava-os em teu nome, o nome que Me deste. Guardei-os e nenhum deles se perdeu, a não ser o filho da perdição; e assim se cumpriu a Escritura. 13Mas agora vou para Ti; e digo isto no mundo, para que eles tenham em si mesmos a plenitude da minha alegria. 14Dei-lhes a tua palavra e o mundo odiou-os, por não serem do mundo, como Eu não sou do mundo. 15Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. 16Eles não são do mundo, como Eu não sou do mundo. 17Consagra-os na verdade. A tua palavra é a verdade. Assim como Tu Me enviaste ao mundo, também Eu os enviei ao mundo. 18Eu consagro-Me por eles, para que também eles sejam consagrados na verdade».

 

(Veja-se o comentário feito acima para esta mesma leitura alternativa do 6º Domingo de Páscoa)

 

 

Sugestões para a homilia

 

1. O Senhor é clemente e cheio de compaixão.

2. Os Apóstolos, testemunhas da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus.

3. Importância do nosso testemunho.

 

1. O Senhor é clemente e cheio de compaixão.

É esta verdade lembrada pelo refrão do Salmo intercalar da Missa de hoje. Esta afirmação deverá fomentar em cada um de nós a esperança da nossa salvação eterna. Por maiores que tenham sido os nossos pecados há que ter presente que a misericórdia do Senhor é infinitamente maior. Importa que acreditemos nesta verdade de fé, que o Senhor Jesus, ao longo de toda a Sua vida, demonstrou ser e possuir.

Para podermos usufruir desta clemência e compaixão é necessária a nossa colaboração: aceitar e assumir a realidade do pecado nas nossas vidas, como afirmámos ao recitar a confissão. Pecamos por pensamentos, palavras, obras e omissões. Nesta condição de pecadores cumpre-nos recorrer com arrependimento e confiança ao Amor do Pai, onde sempre encontraremos remédio para todos os males.

2. Os Apóstolos, testemunhas da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus.

Para que estas verdades não sejam em vão para nós, é necessário acreditar no Amor manifestado aos homens por Nosso Senhor Jesus Cristo. Depois do anúncio deste Amor eterno e infinito do Pai, por nosso amor e cumprindo a mesma vontade do Pai, voluntariamente, se submete às maiores humilhações e sofrimentos, morrendo crucificado por todos e por cada um de nós. Como é importante acreditar na Sua Morte e Ressurreição! Foi com a Sua Ressurreição que nos deu o maior sinal de Sua divindade.

Os Apóstolos, cumprindo o que estava profeticamente anunciado no Livro dos Salmos escolheram um novo Apóstolo para substituir Judas Escariotes, que tinha vendido Jesus. Para concretizar esta pretensão, quiseram que fosse escolhido alguém que, como eles, tivesse sido testemunha da paixão, morte e Ressurreição do Senhor. Depois de orarem, a sorte caiu em Matias, como ouvimos na primeira Leitura da Missa de hoje.

A fé que nos salva é que chegou até nós através de testemunhas oculares de Jesus Ressuscitado. E todos os Apóstolos, mais uma vez, testemunharam o que anunciaram, o que viram e apalparam, com o martírio de suas vidas. Bendito seja Deus por nos ter deixado tão belos e convincentes testemunhos, que verdadeiramente cimentam a nossa fé.

3. Importância do nosso testemunho.

Estas verdades salvadoras chegaram até nós com o testemunho das vidas de tantos irmãos nossos que ao longo dos séculos também morreram mártires e nos transmitiram os ensinamentos salvadores, que o mesmo Jesus nos deixou e que se resumem em amarmos a Deus sobre todas as coisas e uns aos outros como Ele nos amou. Foi por este testemunho recebido e que temos obrigação de transmitir que o Senhor orou antes de nos deixar de forma visível, como nos recorda o Evangelho de hoje” Pai Santo, guarda-os em Teu nome... consagra-os na verdade”. “ Que todos sejam um, como Nós somos Um”. Eis a grande missão que Jesus nos confiou. O mundo só O conhecerá através do nosso testemunho de verdadeiro amor que se manifestará em servir os outros. Para que este plano de amor se possa realizar Ele mesmo pediu ao Pai que não nos tirasse do mundo, mas que nos livrasse do mal.

Cumpramos com generosidade este programa de vida que o Senhor nos confiou. Quantos se poderão salvar ou condenar conforme, tivermos cumprido ou não, este mandamento do Senhor. Só assim, cada um poderá descobrir, como o Senhor é clemente e cheio de compaixão e chegar, depois desta sempre breve vida terrena, à Pátria eterna do céu, que é o Reino do Amor.

 

 

Oração Universal

 

Irmãos e irmãs:

Oremos a Deus Omnipotente

e imploremos a Sua misericórdia

dizendo confiadamente:

 

R. Senhor, escutai a nossa prece.

 

1.     Para que os mensageiros do Evangelho

apresentem à humanidade a Doutrina de Jesus

a fim de que a guerra dê lugar à paz,

oremos, irmãos,

 

R. Senhor, escutai a nossa prece.

 

2.     Para que os homens de boa vontade,

através de leis sábias e justas

acabem com situações de injustiça, pobreza e miséria,

oremos irmãos,

 

R. Senhor, escutai a nossa prece.

 

3.     Para que a angústia, ansiedade e sofrimento

deixem de preocupar as pessoas

que desejam viver felizes, confiantes no futuro,

oremos, irmãos,

 

R. Senhor, escutai a nossa prece.

 

4.     Para que a Santíssima Virgem, também nossa Mãe,

a todos mostre o Amor e misericórdia de Jesus

e assim os leve a frequentar a confissão e restantes Sacramentos,

preparando-se devidamente para a vida eterna,

oremos, irmãos,

 

R. Senhor, escutai a nossa prece.

 

5.     Para que cumpramos a vontade de Deus,

amando-O como Ele nos ama

e amando a todos por Seu amor,

oremos irmãos,

 

R. Senhor, escutai a nossa prece.

 

6.     Para que os nossos familiares e amigos falecidos

alcancem a felicidade eterna no Céu

onde os esperamos encontrar após a morte,

oremos, irmãos.

 

R. Senhor, escutai a nossa prece.

 

Senhor nosso Deus e nosso Pai, dignai-vos atender estas súplicas e, por intercessão da Virgem Santa Maria, concedei-nos o que for melhor para nós. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Cantai a Cristo Senhor, Az. Oliveira, NRMS 97

 

Oração sobre as oblatas: Aceitai, Senhor, as orações e as ofertas dos vossos fiéis e fazei que esta celebração sagrada nos encaminhe para a glória do Céu. Por Nosso Senhor.

 

Prefácio pascal: p. 469 [602-714] ou 470-473; ou da Ascensão: p. 474 [604-716]

 

Santo: J. Santos, NRMS 6 (II)

 

Saudação da paz

 

Perdoai as nossas ofensas como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”, nos ensinou Jesus a pedir. Com o gesto de saudação, que vamos trocar, queremos exprimir esta vontade do Senhor, para com todos os nossos irmãos. Com esse propósito, saudai-vos na paz de Cristo.

 

Monição da Comunhão

 

Na Sagrada Comunhão recebemos o verdadeiro Pão do Céu, Nosso Senhor Jesus Cristo, que é o Senhor clemente e cheio de compaixão. Vamos recebê-LO com muito amor e profunda gratidão.

 

Cântico da Comunhão: O Hino da alegria, M. Faria, NRMS 21

cf. Jo 17, 22

Antífona da comunhão: Eu Vos peço, ó Pai: assim como Nós somos um, também eles sejam consumados na unidade. Aleluia.

 

 

Oração depois da comunhão: Ouvi-nos, Deus nosso salvador, e, por estes sagrados mistérios, confirmai a nossa esperança de que todo o Corpo da Igreja alcançará um dia o mistério de glória inaugurado em Cristo, sua Cabeça. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Jesus ressuscitado está connosco. Ele é clemente e cheio de compaixão. É urgente anunciá-Lo a quem ainda O desconhece. Com sincera vontade de o fazermos, ide em paz e Senhor vos acompanhe.

 

Cântico final: Cantai ao Senhor um cântico novo, J. Santos, NRMS 36

 

 

Homilias Feriais

 

7ª SEMANA

 

2ª Feira, 18-V: Conhecer melhor a actuação do E. Santo.

Act 19, 1-8 / Jo 16, 29-33

Eles responderam-lhe: Mas nem sequer ouvimos dizer que existe um Espírito Santo.

Ao longo desta semana vamos nós também conhecer um pouco melhor o Espírito Santo: «Curando as feridas do pecado, o Espírito Santo renova-nos interiormente por uma transformação espiritual, ilumina-nos e fortalece-nos para vivermos como filhos da luz» (CIC, 1695). Como então, contamos igualmente com a ajuda do Espírito Santo: «Quando Paulo lhes impôs as mãos, o Espírito Santo veio sobre eles» (Leit.).

Quando tivermos de enfrentar as dificuldades, peçamos ajuda ao Espírito Santo que nos fortaleça, como a S. Paulo: falou desassombradamente na sinagoga durante três meses (Leit.).

 

3ª Feira, 19-V: A ´hora' de Jesus e o envio do Espírito Santo.

Act 20, 17-27 / Jo 17, 1-11

Jesus ergueu os olhos ao Céu e disse: Pai, chegou a hora.

Chegou a 'hora' de Jesus (Ev.). «Jesus entrega o seu espírito nas mãos do Pai, no momento em que, pela sua morte, vence a morte, de tal modo ressuscitado dos mortos pela glória do Pai, logo dá o Espírito Santo, soprando sobre os discípulos» (CIC, 730).

S. Paulo reconhece que também chegou a sua 'hora': «Eu sei que não tornareis a ver o meu rosto» (Leit.). E reconhece que é o Espírito Santo que orienta a vida daqueles primeiros cristãos: «Só sei que o Espírito Santo me avisa de cidade em cidade, que me aguardam cadeias e tribulações» (Leit.). Recorramos ao Espírito Santo para cumprirmos bem os nossos deveres de cada dia.

 

4ª Feira, 20-V: A oração sacerdotal de Jesus (I)

Act 20, 28-38 / Jo 17, 11-19

Jesus ergueu os olhos ao céu e orou deste modo: Pai Santo, guarda os meus discípulos no teu nome.

«A tradição cristã chama-lhe, a justo título, a 'oração sacerdotal' de Jesus. Ela é, de facto, a oração do Sumo Sacerdote, inseparável do seu sacrifício, da sua passagem (Páscoa) deste mundo para o Pai» (CIC, 2747).

S. Paulo pede também aos anciãos de Éfeso: «Tomai cuidado convosco e com todo o rebanho» (Leit.). Invoquemos a Mãe da Igreja para que todos os pastores saibam defender os seus rebanhos, e que todos nós vivamos bem a comunhão dos santos, pedindo pela firmeza na fé dos nossos irmãos, familiares e amigos.

 

5ª Feira, 21-V: A oração sacerdotal de Jesus (II).

Act 22, 30; 23, 6-11 / Jo17, 20-26

Pai Santo, não é só por estes discípulos que rogo, e também por aqueles que vão acreditar em mim, graças às suas palavras.

Na sua oração sacerdotal, Jesus pede pelos frutos da pregação dos seus discípulos (Ev.) e também por cada um de nós.

Um deles foi S. Paulo, que fala aos sacerdotes e ao Sinédrio, evitando que eles o despedaçassem; e que, depois, é enviado a Roma: «Coragem! Tal como deste testemunho de mim em Jerusalém, assim também tens de o dar em Roma» (Leit.). Todos somos enviados do Senhor junto das nossas famílias e nos locais de trabalho. Procuremos atraí-los para o Senhor, através do testemunho da nossa vida e da nossa palavra.

 

6ª Feira, 22-V: A fé recebida do Senhor.

Act 25, 13-21 / Jo 21, 15-19

Simão, filho de João, amas-me tu mais do que estes. Apascenta as minhas ovelhas.

Jesus, depois da ressurreição, confirma a Pedro no encargo que lhe tinha anunciado. Confia no Apóstolo, apesar de o ter negado antes da sua Paixão. Mas pede-lhe que o leve a cabo sempre com amor. Entrega-lhe a autoridade para absolver os pecados, pronunciar juízos doutrinais e tomar decisões disciplinares (CIC, 553). Este mesmo encargo é confiado aos sucessores de S. Pedro.

S. Paulo foi encarcerado, acusado por «questões sobre a sua religião e sobre um certo Jesus» (Leit.). Não deixemos de melhorar a nossa formação doutrinal, para resolvermos os problemas que nos são apresentados sobre a nossa fé.

 

Sábado, 23-V: Testemunhas fiéis de Cristo.

Act 28, 16-20. 30-31 / Jo 21, 20-25

É esse discípulo que dá conta dessas coisas e as escreveu.

S. João conheceu Jesus muito bem, acompanhando-o durante a sua vida terrena e ajudou-nos a descobrir os mistérios da sua vida, especialmente que «Deus é Amor». Através de milagres, gestos e palavras, Jesus manifestou que nEle habita a plenitude da divindade (CIC, 515).

S. Paulo, durante os dois anos de prisão em Roma, «pregava o reino de Deus e ensinava o que dizia respeito ao Senhor Jesus Cristo» (Leit.). Conhecendo melhor a vida de Jesus, seremos igualmente testemunhas fiéis junto daqueles que encontramos no nosso caminho, dado que seremos um sinal de que Cristo está vivo.

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Alves Moreno

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilias Feriais:                  Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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