Nossa Senhora de Fátima

13 de Maio de 2015

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Desde toda a eternidade, M. Carneiro, NRMS 18

cf. Hebr 4, 16

Antífona de entrada: Vamos confiantes ao trono da graça e alcançaremos misericórdia do Senhor. Aleluia.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Comemoramos hoje o aparecimento de Nossa Senhora, ocorrido há 98 anos, em Fátima, a três humildes pastorinhos. Por eles, Maria demonstrou uma especial predilecção, como Mãe amorosa que é.

O seu coração de Mãe está bem retratado no relato do Evangelho que iremos escutar e que nos recorda a cena dolorosa do Calvário em que Jesus, do alto da cruz, diz ao discípulo amado: “Eis a tua Mãe.” “E, a partir daquela hora, o discípulo recebeu-a em sua casa”, isto é, na sua habitação.

Uma manifestação particular do coração de Maria em relação aos homens é a morada, os lugares em que ela se encontra connosco. Em Fátima, sentimos esta sua presença muito especial.

Recolhamo-nos um momento e ponhamos de parte os nossos humanos e habituais pensamentos. Façamos silêncio interior! Procuremos encontrar-nos aqui, no interior do nosso coração, com essa Mãe amorosa que está pronta a acolher-nos.

Comecemos, assim, a nossa participação nesta eucaristia.

 

Oração colecta: Deus de infinita bondade, que nos destes a Mãe do vosso Filho como nossa Mãe, concedei-nos que, seguindo os seus ensinamentos e com espírito de verdadeira penitência e oração, trabalhemos generosamente pela salvação do mundo e pela dilatação do reino de Cristo. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Nesta leitura vamos ouvir que a nova Jerusalém é a cidade que Deus vai construir, como dom vindo do céu para os homens.

 

 

Apocalipse 21, 1-5a

1Eu, João, vi um novo céu e uma nova terra, porque o primeiro céu e a primeira terra tinham desaparecido, e o mar já não existia. 2Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do Céu, da presença de Deus, bela como noiva adornada para o seu esposo. 3Do trono ouvi uma voz forte que dizia: «Eis a morada de Deus com os homens. Deus habitará com os homens: eles serão o seu povo e o próprio Deus, no meio deles, será o seu Deus. 4Ele enxugará todas as lágrimas dos seus olhos nunca mais haverá morte, nem luto, nem gemidos, nem dor, porque o mundo antigo desapareceu». 5aDisse então Aquele que estava sentado no trono: «Vou renovar todas as coisas».

 

A leitura corresponde ao início da grandiosa visão final do Apocalipse: uma vez derrotadas todas as forças do mal e própria morte, é o Reino de Deus que aparece em toda a sua plenitude e esplendor. O pano de fundo desta visão é a de Ez 40.

1 «Um novo Céu e uma nova Terra». Designação de todo o Universo novo, isto é, renovado (isto significa o adjectivo grego original). Esta renovação visa, sem dúvida, o aspecto moral: renovação que indica, primariamente, a supressão do pecado. Não parece estar excluída também uma renovação física, sobretudo tendo em conta o que se diz em 2 Pe 3, 10-13 e Rom 8, 19-22. A expressão é tirada de Is 65, 17; 66, 22. O que se passará com o Universo no fim dos tempos, em concreto, continua sendo um mistério (cfr. Gaudium et Spes, n.º 139). De qualquer modo, a renovação de que se fala é de ordem sobrenatural e misteriosa e não aquela que é fruto dum simples processo evolutivo natural.

2 «A nova Jerusalém»: uma imagem da Igreja, a Esposa do Cordeiro (vv. 9-10): a noiva adornada para o Seu esposo. Também S. Paulo chama a Igreja «a Jerusalém lá do alto, que é nossa Mãe» (Gal 4, 26). Também é frequente, na Tradição cristã, inclusive na Liturgia, como sucede no dia 13 de Maio, acomodar esta simbologia a Nossa Senhora, a Esposa do Espírito Santo, Mãe e modelo da Igreja.

 

 

Salmo responsorial     Jdt 13, 18 bc. 19-20a. 20 cd (23 bc-24a. 25 abc)

 

Monição: Na base deste canto de louvor que vamos recitar, e que a Igreja entoa com alegria em tantos lugares da terra, está traduzida a escolha de uma filha do género humano, para ser Mãe de Deus.

 

Refrão:        Tu és a honra do nosso povo.

 

Ou:               Aleluia.

 

Bendita sejas, minha filha, pelo Deus Altíssimo,

mais do que todas as mulheres da terra;

e bendito seja o Senhor nosso Deus,

criador do céu e da terra.

 

Ele enalteceu de tal forma o teu nome

que nunca mais deixarão os homens

de celebrar os teus louvores

e recordarão eternamente o poder de Deus.

 

Não poupaste a vida

perante a humilhação da nossa raça,

mas evitaste a nossa ruína,

caminhando com rectidão na presença do nosso Deus.

 

 

Aclamação ao Evangelho       

 

Monição: Maria é bem-aventurada porque acreditou plenamente na Palavra do Senhor.

 

Aleluia

 

Cântico: F da Silva, 73-74

 

Sois ditosa, ó Virgem Santa Maria,

sois digníssima de todos os louvores,

porque de Vós nasceu o sol da justiça,

Cristo, nosso Deus.

 

 

São Mateus 12, 46-50

46Naquele tempo, enquanto Jesus estava a falar à multidão, chegaram sua Mãe e seus irmãos. Ficaram do lado de fora e queriam falar-Lhe. 47Alguém Lhe disse: «Tua Mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar contigo». 48Mas Jesus respondeu a quem O avisou: «Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?». 49E apontando para os discípulos, disse: «Estes são a minha mãe e os meus irmãos: 50todo aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos Céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe».

 

Esta perícope põe em evidência quem é a verdadeira família de Jesus, mas sem pôr em causa o amor de Jesus a sua Mãe. Ele deixa ver que os laços espirituais que nos unem a Deus são superiores e têm direitos e exigências mais urgentes que os laços de sangue (cf. Lc 8, 19). Poderíamos dizer que Jesus ama sua Mãe, mais do que pelos vínculos de sangue, pelos da graça; mas a própria maternidade de Maria já é uma graça, a maior de todas e a fonte de todas as outras graças.

46 «Seus Irmãos». Cf. Mt 13, 55-56 onde se nomeiam Tiago, José, Simão e Judas; os dois primeiros eram filhos de uma mulher chamada Maria, distinta da SS.ma Virgem (Mt 27, 56). Não é admissível que os «irmãos» de Jesus fossem filhos de Nossa Senhora, pois a Igreja sempre defendeu a sua perpétua virgindade. Também não é provável que fossem filhos de S. José. O uso da palavra «irmão» entre os semitas, cujo vocabulário era pobre e reduzido, indicava não apenas os irmãos de sangue, mas também outros graus de parentesco e até todos aqueles que pertenciam à mesma família, clã ou tribo (cf. Gn 13, 8; 14, 14.16; 29, 15; Tb 7, 9-11).

48-50 Na passagem não está em causa o amor de Jesus a sua Mãe. Jesus ensina, desta maneira, que os laços espirituais que nos unem a Deus são superiores e têm direitos e exigências mais urgentes que os laços de sangue (cf. Lc 8, 19). Poderíamos dizer que Jesus ama sua Mãe mais do que pelos vínculos de sangue, pelos da graça; mas a própria maternidade de Maria já é uma graça, a maior de todas e a fonte de todas.

 

 

Sugestões para a homilia

 

A Virgem Santíssima, nossa Mãe

A crise civilizacional

Um olhar para o futuro

 

A Virgem Santíssima, nossa Mãe

A partir do momento em que Jesus, ao morrer na cruz, disse a João: “Eis a tua Mãe” e a recebeu em sua casa, o mistério da maternidade de Maria teve a sua realização na história com uma dimensão sem limites. Maria passa a ser a Mãe de todos os homens. A sua afeição de Mãe abrange o homem todo e todos os homens.

A maternidade espiritual de Nossa Senhora faz compreender a mensagem extraordinária de Fátima que começou a ecoar por todo o mundo. Esta mensagem contém uma verdade e um chamamento no seu teor fundamental: são a verdade e o chamamento do próprio Evangelho. A mensagem de Fátima é o chamamento à conversão e à penitência, tal como o próprio Jesus anunciou no início da sua vida pública.

Cristo disse do alto da Cruz: “Mulher, eis o teu filho” e, com estas palavras abriu, de um novo modo, o Coração de sua Mãe. Pouco depois a lança do soldado trespassou o lado do crucificado. O Coração Imaculado de Maria encontra-se ali com o coração trespassado do Filho.

Nessa hora ela era verdadeiramente importante: ela estava unida a Jesus, não só nas suas dores, mas também na sua missão redentora. O coração de Maria foi aberto, como o de Cristo, pelo mesmo amor para com o homem e para com o mundo, tornando-se Mãe de toda a humanidade.

Aos pés da cruz, quando tudo parecia contradizer a sua fé, ela sofreu a prova mais dura, mas Maria continuou a acreditar no Senhor.

Estamos aqui para receber a mesma ajuda que Jesus, da cruz, ofereceu ao mundo: a sua Mãe, a estrela a seguir, aquela a quem temos de olhar durante a tempestade. É ela o modelo que nos ensina a pôr os fundamentos da própria vida sobre a palavra de Deus.

Tal atitude de fé é uma chamada de atenção para que recorramos a ela nos momentos de maior escuridão da nossa vida, a fim de que nos ajude a não nos deixarmos vencer pelo desânimo e a ficarmos firmes na nossa adesão ao Senhor, nesta crise civilizacional em que estamos mergulhados.

A crise civilizacional

Vivemos numa época em que o mundo está marcado por esta grave crise civilizacional. Inúmeros conflitos, acentuada violência gratuita e intimidatória, tráfico humano, dores, lutos, lamentações, intoleráveis desigualdades sociais e económicas. Apesar de um maior desenvolvimento tecnológico, salienta-se com redobrada subtileza essa crise angustiante agravada pelo esquecimento ou marginalização de Deus.

É a este mundo inquieto que teremos de responder com a “civilização do amor, fundada sobre os valores universais de paz, solidariedade, justiça e liberdade, que encontram em Cristo a sua plena realização.”

Foi esta, afinal, a mensagem trazida ao mundo pela Virgem Santíssima nossa Mãe quando, em Fátima, convidou todos os homens de boa vontade, e especialmente a nós portugueses, à conversão, à penitência e à fé, convidando a olhar de um outro modo para o futuro.

Um olhar para o futuro

É para esse futuro que o autor do trecho do Apocalipse, que acabamos de escutar na primeira leitura, nos convida a contemplar quando afirma: “Eu, João, vi um novo céu e uma nova terra”.

João soube ver, para além do aspecto deste mundo incompleto, o mundo futuro e definitivo que Deus está a construir e que permanecerá para sempre.

O olhar de fé deste discípulo, atento aos desígnios de Deus, é o mesmo olhar que caracterizou Maria e que nos deve distinguir também a nós, cristãos.

Recordando a sua aparição em Fátima sintamos “um afectuoso e premente convite dirigido a todos os filhos de Deus, para que regressem à casa do Pai, escutando a sua voz materna: ‘Fazei aquilo que Cristo vos disser’”. Por outras palavras, as que a Senhora usou: convertei-vos, fazei penitência e acreditai no Evangelho.

Assim o consigamos a partir desta celebração, com a ajuda da Senhora nossa Mãe e com a devida coragem de nossa parte.

 

 

Oração Universal

 

Irmãos caríssimos:

Elevemos as nossas preces a Deus Pai,

por intermédio da Senhora de Fátima,

Mãe de Jesus e nossa Mãe,

dizendo:

   

    Por intercessão de Maria, ouvi-nos, Senhor.

 

1.     Pelo Santo Padre e pelos Bispos, presbíteros e diáconos,

para que proclamem e vivam a fé da Igreja,

a esperança e a caridade no meio das angústias do mundo,

oremos, irmãos.

 

2.     Para que todos os homens assumam a mensagem de Fátima,

como valor universal de paz, solidariedade, justiça e liberdade,

oremos irmãos.

 

3.     Por todos os que vivemos neste mundo que ignora Deus,

para que, com o auxílio de Nossa Senhora de Fátima,

não nos deixemos vencer pelo desânimo,

oremos, irmãos.

 

4.     Por todos os casais,

para que aceitem Maria como Rainha dos seus lares

e invoquem a sua ajuda nas dificuldades

por que, porventura, estejam a passar,

oremos, irmãos.

 

5.     Por todos os jovens e adultos,

para que escutem a voz materna de Nossa Senhora

que recomenda: convertei-vos, fazei penitência

e orai confiadamente ao Senhor,

oremos, irmãos.

 

6.     Por todos nós aqui reunidos,

para que Maria nos ensine a permanecermos fiéis

na fé e na adesão à vontade do Senhor,

oremos, irmãos.

 

Ouvi, Senhor,

as preces que vos apresentamos,

pela intercessão de Maria nossa Mãe,

em união como vosso Filho Jesus Cristo

e na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Louvada seja na terra, F. dos Santos, NRMS 33-34

 

Oração sobre as oblatas: Por este sacrifício de reconciliação e de louvor que Vos oferecemos na festa da Virgem Santa Maria, perdoai benignamente, Senhor, os nossos pecados e orientai os nossos corações no caminho da santidade e da paz. Por Nosso Senhor.

 

PREFÁCIO

 

Maria, imagem e mãe da Igreja

 

V. O Senhor esteja convosco.

R. Ele está no meio de nós.

 

v. Corações ao alto.

R. O nosso coração está em Deus.

 

V. Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.

R. É nosso dever, é nossa salvação.

 

Senhor, Pai Santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, e exaltar a vossa infinita bondade ao celebrarmos a festa da Virgem Santa Maria.

Recebendo o vosso Verbo em seu Coração Imaculado, ela mereceu concebê-1'O em seu seio virginal e, dando à luz o Criador do universo, preparou o nascimento da Igreja. Junto à cruz, aceitou o testamento da caridade divina e recebeu todos os homens como seus filhos, pela morte de Cristo gerados para a vida eterna. Enquanto esperava, com os Apóstolos, a vinda do Espírito Santo, associando-se às preces dos discípulos, tornou-se modelo admirável da Igreja em oração. Elevada à glória do Céu, assiste com amor materno a Igreja ainda peregrina sobre a terra, protegendo misericordiosamente os seus passos a caminho da pátria celeste, enquanto espera a vinda gloriosa do Senhor. Por isso, com os Anjos e os Santos, proclamamos a vossa glória, cantando numa só voz:

 

Santo: «Da Missa de festa», Az. Oliveira, NRMS 50-51

 

Monição da Comunhão

 

À crise da civilização, há que responder com a civilização do amor fundada sobre os valores universais de paz, solidariedade, justiça e liberdade. Encontremos essa força realizadora na comunhão sacramental do Corpo do Senhor Jesus que vamos receber, para que, à semelhança da Virgem Santíssima, possamos ser testemunhas fiéis e testemunhais de amor a Deus e ao próximo.

 

Cântico da Comunhão: Minha alma exulta de alegria, F. da Silva, NRMS 32

cf. Judite 13, 24-25

Antífona da comunhão: Bendito seja o Senhor, que deu tanta glória ao vosso nome: todas as gerações cantarão os vossos louvores.

 

Ou:

Jo 19, 26-27

Suspenso na cruz, Jesus disse a sua Mãe: Eis o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis a tua Mãe.

 

Cântico de acção de graças: Deixai-me saborear, F. da Silva, 17

 

Oração depois da comunhão: Concedei, Senhor, que o sacramento que recebemos conduza à vida eterna aqueles que proclamam a Virgem Santa Maria Mãe do vosso Filho e Mãe da Igreja. Por Nosso Senhor.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Depois da vivência destes santos mistérios e da comunhão plena com o próprio Corpo do Senhor Jesus, procuremos harmonizar a nossa vida com os pedidos tão insistentes proclamados por Nossa Senhora na sua Mensagem de Fátima, a fim de que toda a humanidade contemple e viva a paz no mundo e o triunfo anunciado do Coração Imaculado de Maria, tal qual é desejo de Deus Pai.

 

Cântico final: Nossa Senhora de Fátima, onde irás, B. Salgado, NRMS 2 (II)

 

 

Homilias Feriais

 

 

5ª Feira, 14-V: S. Matias: Condições para uma boa testemunha de Cristo.

Act 1, 15-17. 20-26 / Jo 15, 9-17

Receba outro o seu cargo. É, pois necessário que um deles se torne connosco testemunha da sua ressurreição.

Para substituir Judas, Pedro põe como condição que o candidato tenha acompanhado todo o ministério público de Jesus (Leit.). E assim foi escolhido Matias.

Todos precisamos conhecer muito bem a vida do Senhor, através da leitura dos Evangelhos, da meditação dos mistérios do Rosário, etc. E só depois poderemos dar um bom testemunho de Cristo. Ser testemunha de Cristo é ser ´testemunha da sua ressurreição' (Leit.); é permanecer no seu amor e guardar os seus mandamentos (Ev.). A vida de Nossa Senhora é um testemunho da vida de Jesus: Conhecê-la é conhecê-lo.

 

6ª feira, 15-V: O verdadeiro sentido da vida.

Act 18, 9-18 / Jo 16, 20-23

Haveis de chorar e lamentar-vos, ao passo que o mundo se há-de alegrar, mas a vossa tristeza tornar-se-á em alegria.

Estas palavras do Senhor são uma boa ajuda para nós. Com efeito, às vezes, parece-nos que aqueles que nada querem com a religião se divertem, gozam a vida, têm bons lucros nos negócios, enquanto nós, que procuramos seguir o Senhor, não temos tanto sucesso.

Mas o Senhor conforta-nos, como a S. Paulo: «Não tenhas receio, que eu estou contigo» (Leit.). Mostra-nos como o verdadeiro sentido da vida não está confinado ao horizonte terreno, mas abre-se para a eternidade. É este o verdadeiro sentido das bem-aventuranças. Não esqueçamos o aparente pouco valor das vidas de Nª Senhora e de S. José.

 

Sábado, 16-V: A importância da oração.

Act 18, 23-28 / Jo 16, 23-28

O que pedirdes ao Pai, Ele vo-lo dará em meu nome. Pedi, e recebereis, para que a vossa alegria seja completa.

Jesus anima-nos a pedir ao Pai em seu nome (Ev.), tendo em conta as nossas necessidades, mas sem esquecer as petições do Pai nosso. A oração é como a 'respiração' do cristão. Por isso, procuramos transformar tudo o que fazemos em oração.

A oração também nos permite conhecer melhor o Senhor, porque o Espírito Santo nos recorda os ensinamentos de Jesus. Priscila e Áquila procuraram expor com maior exactidão a Apolo o caminho de Deus (Leit.).  Nª Senhora, mestra de oração, ajudar-nos-á a pedir o que é conveniente, como aconteceu em Caná.

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         António E. Portela

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilias Feriais:                  Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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