Sagrado Coração de Jesus

27 de Junho de 2014

 

 

Sexta-feira a seguir ao Domingo II depois de Pentecostes

 

Solenidade

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Sagrado Coração de Jesus Redentor, F. da Silva, NRMS 93

Salmo 32, 11.19

Antífona de entrada: Os pensamentos do seu coração permanecem por todas as gerações para libertar da morte as almas dos seus fiéis, para os alimentar no tempo da fome.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

A devoção ao Sagrado Coração de Jesus tem as suas raízes na sagrada Escritura: S. João afirma que “um dos soldados trespassou o lado de Jesus.” Somos convidados “a olhar para Aquele a quem trespassaram.” O Coração aberto de Jesus recorda-nos “que não há maior prova de amor do que dar a vida pelos amigos”. Jesus Cristo amou-nos até ao extremo. Vamos cheios de confiança ao Coração de Jesus e alcançaremos misericórdia, porque “nada nos separará deste amor divino que se manifestou em Cristo Jesus!” Rom 8,39.

A solenidade do Sagrado Coração de Jesus é também dia de oração pelos sacerdotes. Supliquemos para que todos aprendamos a ser “mansos e humildes de coração”, isto é, aprendamos a ser sacerdotes segundo o Coração de Jesus.

 

Oração colecta: Concedei, Deus todo-poderoso, que ao celebrar a solenidade do Coração do vosso amado Filho, recordemos com alegria as maravilhas do vosso amor e mereçamos receber desta fonte divina a abundância dos vossos dons. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Ou

 

Deus de bondade, que no Coração do vosso Filho, ferido pelos nossos pecados, nos abristes os tesouros infinitos do vosso amor, fazei que, prestando-Lhe a homenagem fervorosa da nossa piedade, cumpramos também o dever de uma digna reparação. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Na primeira leitura Moisés fala da história de amor de Deus ao povo de Israel. Ensina que foi o amor gratuito que levou Deus a escolher Israel, a libertá-lo da opressão, a fazer com ele uma Aliança. Contemplando este amor divino, Moisés convida o Povo bíblico a corresponder e a viver de acordo com os seus mandamentos.

 

Deuteronómio 7, 6-11

Moisés falou ao povo nestes termos: 6«Tu és um povo consagrado ao Senhor teu Deus; foi a ti que o Senhor teu Deus escolheu, para seres o seu povo entre todos os povos que estão sobre a face da terra. 7Se o Senhor Se prendeu a vós e vos escolheu, não foi por serdes o mais numeroso de todos os povos, uma vez que sois o menor de todos eles. 8Mas foi porque o Senhor vos ama e quer ser fiel ao juramento feito aos vossos pais, que a sua mão poderosa vos fez sair e vos libertou da casa da escravidão, do poder do Faraó, rei do Egipto. 9Reconhece, portanto, que o Senhor teu Deus é o verdadeiro Deus, um Deus leal, que por mil gerações é fiel à sua aliança e à sua benevolência para com aqueles que amam e observam os seus mandamentos. 10Mas Ele pune directamente os seus inimigos, fazendo-os perecer e infligindo sem demora o castigo merecido àquele que O odeia. 11Guardarás, portanto, os mandamentos, leis e preceitos que hoje te mando pôr em prática».

 

Temos um texto tirado do 2.º discurso deutereronómico, um texto clássico, em que se proclama a gratuita eleição de Israel por Deus. Esta escolha de predilecção faz de Israel «um povo consagrado ao Senhor» (v. 6). Estamos diante dum tema central de todo o Antigo Testamento e em que insiste particularmente o Deuteronómio.

O motivo da escolha é inteiramente gratuito, é uma eleição de puro amor, pois trata-se de «o menor de todos» os povos (v. 7): foi «porque o Senhor vos ama», com um amor gratuito (v. 8). É assim o amor de Deus para connosco: um amor «fiel à sua aliança» (v. 9). Mas um amor tão grande não pode ser desprezado impunemente (cf. v. 10). A correspondência de amor consiste em guardar os mandamentos, leis e preceitos (v. 11).

 

Salmo Responsorial    Sl 102 (103), 1-2.3-4.6-7.8 e 10 (R. 17)

 

Monição: Sabemos que os pensamentos Senhor são de amor e de paz e permanecem por todas as gerações. O Coração de Jesus é a fonte de toda a bondade. Vamos confiantes ao Coração de Jesus que perdoa os nossos pecados e nos inunda de graça e misericórdia! Cantemos cheios de alegria e gratidão: “A bondade do Senhor permanece eternamente sobre aqueles que O amam.” Salmo 102

 

Refrão:     a graça do senhor é desde sempre

                sobre aqueles que o amam.

 

A minha alma louva o Senhor,

todo o meu ser bendiz o Seu nome santo,

A minha alma louva o Senhor,

e não esquece os seus dons.

 

Ele perdoa todas as tua culpas,

e tem compaixão de todos os teus males;

liberta do túmulo a tua vida

e reveste-a de graça e de ternura.

 

O Senhor faz justiça,

defende o direito dos oprimidos.

Revelou os Seus caminhos a Moisés

e as Suas obras aos filhos de Israel.

 

O Senhor é clemente e compassivo,

lento para a ira, rico de misericórdia.

Não nos trata como as nossas ofensas merecem,

não nos paga segundo as nossas culpas.

 

Segunda Leitura

 

Monição: “Deus é Amor”! Quem de nós se atreveria a fazer esta afirmação? Disse-o quem conhecia, comenta S. Agostinho, acerca desta carta de S. João. Contemplemos “o Amor de Deus Pai para connosco, que enviou ao mundo, Jesus, o Seu Filho Unigénito para que vivamos por Ele!”

 

1 São João 4, 7-16

Caríssimos: 7Amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus; e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece a Deus. 8Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. 9Assim se manifestou o amor de Deus para connosco: Deus enviou ao mundo o seu Filho Unigénito, para que vivamos por Ele. 10Nisto consiste o amor: não fomos nós que amámos a Deus, mas foi Ele que nos amou, e enviou o seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados. 11Caríssimos, se Deus nos amou assim, também nós devemos amar-nos uns aos outros. 12Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós e em nós o seu amor é perfeito. 13Nisto conhecemos que estamos n'Ele e Ele em nós: porque nos deu o seu Espírito. 14E nós vimos e damos testemunho de que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. 15Se alguém confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele e ele em Deus. 16Nós conhecemos o amor que Deus nos tem e acreditámos no seu amor. Deus é amor: quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus permanece nele.

 

Também nesta leitura se fala do amor de Deus, objecto das páginas mais belas do Antigo Testamento (cf. 1ª leitura; e Is 54, 5-10). E fala-se de um amor gratuito: «não fomos nós que amámos a Deus» primeiro, de modo a merecer o seu amor, «mas foi Ele que nos amou» (v. 10) e levou o seu amor por nós até ao ponto de que nos «enviou o seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados». Por isso insiste São João em que «Deus é amor» (vv. 8.16), a mais bela definição do que é Deus e que jamais alguém poderia excogitar.

7 «Nasceu de Deus», isto é, é filho de Deus, como tanto se insiste nos escritos joaninos: 1 Jo 2, 29; 3, 1-2.9; 5, 1.4.18; Jo 1, 13…

10 «Vítima de expiação»: temos aqui uma linguagem sacrificial do AT (cf. Ex 29, 36-37) que apresenta a morte de Jesus como um sacrifício voluntário, revelador do seu imenso amor (cf. Rom 3, 24-25).

 

Aclamação ao Evangelho        Mt 11, 29ab

 

Monição: Jesus, no Evangelho de hoje revela o amor infinito de Deus Pai aos simples, aos humildes! Exultemos e cantemos cheios de gratidão. Aprendamos com Jesus a ser mansos e humildes de coração.

 

Aleluia

 

Cântico: F. da Silva, NRMS 73-74

 

Tomai o meu jugo sobre vós, diz o Senhor,

e aprendei de Mim,

que sou manso e humilde de coração.

 

 

Evangelho

 

São Mateus 11, 25-30

25Naquele tempo, Jesus exclamou: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. 26Sim, Pai, Eu Te bendigo, porque assim foi do teu agrado. 27Tudo Me foi dado por meu Pai. Ninguém conhece o Filho senão o Pai e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. 28Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. 29Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. 30Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve».

 

O trecho da leitura é considerado como a jóia dos Sinópticos, com uma impressionante revelação do Coração de Cristo, sendo os vv. 25-27 uma das mais belas orações de Jesus, também registada em Lucas.

25 «Sábios e inteligentes» (prudentes) são os sábios orgulhosos, que confiam apenas na sua sabedoria, auto-suficientes, julgam poder salvar-se com os seus próprios recursos de inteligência e poder. Os «pequeninos» são os humildes, abertos à fé, capazes de visão sobrenatural. A revelação divina só pode ser aceite e captada pela fé: uma ciência soberba impede de aceitar a loucura divina da Cruz (cf. 1 Cor 1, 19-31); os pequeninos são, pois aqueles «que o mundo considera vil e desprezível», mas «que Deus escolheu; escolheu os que nada são, para reduzir a nada aqueles que são alguma coisa» (ibid. v. 28).

27 Jesus reivindica para si um conhecimento do Pai (Deus) perfeitamente idêntico ao conhecimento que o Pai tem do Filho (Jesus), e isto porque Ele, e só Ele, é o Filho, igual ao Pai, Deus com o Pai.

28-30 Palavras estas maravilhosas, que nos patenteiam os sentimentos do Coração de Cristo. O povo andava «cansado e oprimido» com as minuciosas exigências da lei antiga – que o Sirácida (51, 33) apodava de «jugo» – e das tradições que os fariseus e doutores da lei impunham com todo o rigorismo do seu frio e insuportável legalismo, que oprimia a liberdade interior e roubava a paz ao coração (cf. Act 15, 10). Jesus não nos dispensa de levar o seu «jugo» e a sua «carga», mas não quer que nos oprima, pois deseja que O sigamos por amor, e, «para quem ama, é suave; pesado, só para quem não ama» (Santo Agostinho, Sermão 30, 10). O mesmo Santo Agostinho comenta esta passagem: «qualquer outra carga te oprime e te incomoda, mas a carga de Cristo alivia-te do peso. Qualquer outra carga tem peso, mas a de Cristo tem asas. Se a uma ave lhe tirares as asas, parece que a alivias do peso, mas, quanto mais lhas tirares, mais esta pesa; restitui-lhe o peso das suas asas, e verás como voa» (Sermão 126, 12).

 

Sugestões para a homilia

 

Foi a ti que o Senhor teu Deus escolheu, para seres o seu povo!”

“Vinde a mim!”

 

Foi a ti que o Senhor teu Deus escolheu, para seres o seu povo!”

 

A liturgia da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus revela-nos que “Deus é Amor”. S. João ensina-nos que o amor é o distintivo dos filhos de Deus porque “Deus é amor e o amor vem de Deus”. Ao relacionar-se connosco, Deus enche-nos com a sua bondade, a sua ternura, a sua misericórdia. Meditemos longamente: “Deus amou tanto o mundo que nos deu o seu próprio Filho!” O amor de Deus manifestou-se em Jesus, que deu a prova máxima de amor, morrendo por nós. Ora, se Deus é amor, aqueles que são de Deus devem viver no amor: “Se Deus nos amou assim, também nós devemos amar-nos uns aos outros”.

Na primeira leitura podemos ver uma catequese sobre a história de amor que une Deus ao povo da Antiga Aliança. Ficamos a saber que Deus escolheu Israel de entre todos os povos da terra. O próprio Deus manifestou o seu amor, libertando-o da escravidão do Egipto. Fez com ele uma Aliança no Monte Sinai. Diante de tantas provas do amor divino, Moisés convida o Povo a comprometer-se com o verdadeiro Deus, que é “um Deus leal, fiel, benevolente!” Portanto, “guardarás os seus mandamentos!”

 Sabemos que o coração de Deus estremece cheio de compaixão por nós, como o coração de um pai cheio de ternura e carinho que “pega o seu filho ao colo” (ver Oseias 11, 1-9). Contemplando a ternura paternal com que Deus nos ama, queremos corresponder com filial gratidão. Com o Salmista reconheçamos que “a bondade do Senhor permanece eternamente! Louvemos o Coração do nosso Deus que perdoa os nossos pecados, cura as nossa feridas, coroa-nos de graça e misericórdia!”

À luz do Novo Testamento, podemos falar do Coração de Deus como uma realidade visível, porque o Coração de Jesus, é verdadeiro coração de homem e verdadeiro Coração de Deus: “Em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade.” O amor de Deus conhece-se pela manifestação que nos é feita em seu filho. Com S. João, “o discípulo amado”, podemos repetir hoje, muitas vezes, numa atitude de gratidão: “Nós conhecemos o Amor que Deus nos tem e acreditámos no seu amor!”

 

“Vinde a mim!”

No Evangelho, ouvimos Jesus agradecer a Deus Pai o projecto de salvação que Ele tem para nos oferecer: “Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos.” A proposta de Deus dirige-se especialmente aos humildes, aos oprimidos, aos que vivem situações de sofrimento, pois são estes os mais necessitados e os mais disponíveis para acolher os dons divinos.

Aceitemos o convite de Jesus: “Vinde a mim! Eu vos aliviarei! Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração!” Desejemos ter um coração manso e humilde como o Coração de Jesus! Com S. Pedro agradeçamos: “Senhor, só Tu tens Palavras de vida eterna!” Com o salmista mostremos a nossa alegria e gratidão: “Como são doces ao meu paladar as vossas palavras! Senhor: as vossa palavras são mais doces que o mel!” (Salmo 119,103)

“Bendiz ó minha alma o Senhor!” Tal como Israel, no passado, S. Pedro lembra-nos que também “nós somos uma geração eleita, uma nação santa, um povo adquirido por Deus para anunciar os louvores d’Aquele que nos chamou para a sua luz admirável!” (1 Pedro 2, 9). Somos o povo da Nova Aliança convidados a contemplar o infinito Amor do Coração de Deus. A festa de hoje é um convite que a Igreja nos dirige para aceitarmos o insondável Amor Divino, reparando com a nossa oração os ultrajes e os pecados cometidos pela humanidade contra a bondade do Coração de Jesus, nosso Bom Pastor.

 

 

Oração Universal

 

Irmãos, o Amor do Coração de Jesus revelou-se plenamente na Cruz.

Elevemos as nossas súplicas ao Redentor, dizendo:

 Sagrado Coração de Jesus, nós temos confiança em Vós.

 

1.  Pela Santa Igreja que nasceu da cruz de Cristo:

para que seja esposa santa e imaculada

e ensine os homens a contemplar o Coração do nosso Redentor, oremos, irmãos.

 

2.  Pelos bispos, presbíteros e diáconos,

para que anunciem com a palavra

e com a vida as insondáveis riquezas do Coração de Jesus Cristo, oremos, irmãos.

 

3.     Para que Jesus, o Bom Pastor, livre de todo o mal a santa Igreja,

lhe dê pastores segundo o seu Coração

e lhe conceda as vocações de que precisa, oremos, irmãos.

 

4.   Pelos membros do Apostolado da Oração

Para que orando, sejam conduzidos pelo Espírito

E cresçam na amizade e na ajuda mútua, oremos, irmãos.

 

Jesus Cristo, nosso Redentor

Fazei que olhando para o vosso Sagrado Coração,

Descubramos as dimensões infinitas do vosso amor por toda a humanidade.

Vós que sois Deus com o Pai, na unidade do Espírito Santo. Amém

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Bendito sejais, Senhor nosso Deus, Az. Oliveira, NRMS 93

 

Oração sobre as oblatas: Olhai, Senhor, para o inefável amor do Coração do vosso Filho e fazei que a nossa oferenda Vos seja agradável e sirva de reparação pelos nossos pecados. Por Nosso Senhor.

 

Prefácio

 

O Coração de Cristo, fonte de salvação

 

V. O Senhor esteja convosco.

R. Ele está no meio de nós.

 

V. Corações ao alto.

R. O nosso coração está em Deus.

 

V. Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.

R. É nosso dever, é nossa salvação.

 

Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente! É verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por Cristo nosso Senhor. No seu imenso amor, quando foi elevado sobre a cruz, ofereceu-Se a Si mesmo por nós os homens, atraídos para o Coração aberto do Salvador, pudessem beber nas fontes vivas da salvação. Por Ele com os Anjos e os Santos proclamamos a Vossa glória, cantando a uma só voz:

Santo, santo, santo, Senhor Deus do universo...

 

Santo: «Da Missa de festa», Az. Oliveira, NRMS 50-51

 

Monição da Comunhão

 

Jesus está dentro de nós. Certamente nos repete: “Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração.” Façamos deste convite uma oração contínua: “Jesus, manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao vosso.”

 

Cântico da Comunhão: Saboreai como é bom, M. Carneiro, NRMS 93

Jo 7, 37-38

Antífona da comunhão: Se alguém tem sede, venha a Mim e beba, diz o Senhor. Se alguém acredita em Mim, do seu coração brotará uma fonte de água viva.

 

Ou     

Jo 19, 34

Um dos soldados abriu o seu lado com uma lança e dele brotou sangue e água.

 

Cântico de acção de graças: Quanta alegria é para mim, H. faria, NRMS 18

 

Oração depois da comunhão: Fazei, Senhor, que este sacramento do vosso amor nos una sempre mais a Jesus Cristo, vosso Filho, de modo que, inflamados na caridade, saibamos reconhecê-l'O nos nossos irmãos. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Hoje é o Dia Mundial de Oração pela santificação dos sacerdotes.

O Papa Francisco escreveu na sua mensagem para o passado Domingo do Bom Pastor: «A vocação brota do coração de Deus.» Sendo assim, peçamos ao Pai, o Senhor da messe, muitos trabalhadores para a sua Igreja e rezemos para que os sacerdotes sejam santos, sejam uma imagem viva do Sagrado Coração de Jesus, Sumo e eterno Sacerdote:

 

Ó meu Jesus, eu Vos peço por toda a Igreja, concedei-lhe o amor e a luz do Vosso Espírito,

dai vigor às palavras dos sacerdotes, de tal modo que os corações endurecidos

se enterneçam e retornem a Vós, Senhor.

Ó, Senhor, dai-nos santos sacerdotes; Vós mesmo, conservai-os na santidade.

Ó Divino e Sumo-Sacerdote, que a potência da vossa misericórdia

os acompanhe em todos os lugares e os defenda das insídias e dos laços do demónio,

pois ele tenta continuamente as almas dos sacerdotes.

Ó Senhor, que a potência da Vossa misericórdia quebre e aniquile tudo aquilo

que possa obscurecer a santidade dos sacerdotes, porque Vós podeis todas as coisas.

Meu Jesus amantíssimo, peço-Vos pelo triunfo da Vossa Igreja,

peço-Vos para que abençoeis o Santo Padre e todo os sacerdotes.

Peço-Vos a graça da conversão dos pecadores obstinados no pecado;

Jesus, peço-Vos uma especial bênção e luz, para os sacerdotes

com os quais me confessei e confessarei durante toda a minha vida.

(Santa Faustina Kowalska)

 

Cântico final: Deus é pai, Deus é Amor, Az. Oliveira, NRMS 35

 

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:   José Roque

Nota Exegética:            Geraldo Morujão

Sugestão Musical:        Duarte Nuno Rocha

 


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