Homilias Feriais

 

TEMPO COMUM

 

10ª SEMANA

 

2ª Feira, 9-VI: Deus não falta às suas promessas.

1 Re. 17, 1-6 / Mt 5, 1-12

Felizes os pobres...Felizes os que choram...Alegrai-vos e exultai, pois é grande nos céus a vossa recompensa.

«As bem-aventuranças retratam o rosto de Jesus. São as promessas paradoxais que sustentam a esperança no meio das tribulações; anunciam aos discípulos as bênçãos e recompensas já obscuramente adquiridas; já estão inauguradas na vida da Virgem Maria e de todos os Santos»(CIC, 1717).

O profeta Elias recebeu igualmente da parte de Deus uma promessa de que não ficaria sem alimento (Leit.). Bastou-lhe para isso cumprir a vontade do Senhor, que nos mostra que o verdadeiro sentido da vida do homem se abre para a eternidade (J. Paulo II).

 

 

 

Anjo da Guarda de Portugal

10 de Junho de 2014

 

Memória

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Toda a terra Vos adore, J. Santos, NRMS 94

Dan 3, 95

Antífona de entrada: Bendito seja o Senhor, que enviou o seu Anjo e libertou os seus servos, que n'Ele confiaram.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Neste dia em que a pátria Portuguesa celebra o seu dia nacional, tendo em consideração a sua história e todos os portugueses, bem como os portugueses da diáspora, também a Igreja se une a esta efeméride cultural e patriótica, para a qual muito contribuiu a acção evangelizadora da Igreja que, ao longo dos séculos, tem iluminado com a alegria do Evangelho a contínua sucessão de gerações que compõem a quase milenar história de Portugal. Neste dia da Pátria, rezemos pelo país, pelos governantes e por todos os portugueses, no sentido de implorar a Deus o progresso humano e espiritual que é da Sua vontade.

 

Oração colecta: Deus eterno e omnipotente, que destinastes a cada nação o seu Anjo da Guarda, concedei que, pela intercessão e patrocínio do Anjo de Portugal, sejamos livres de todas as adversidades. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Nas Sagradas Escrituras são constantes as referências aos anjos. No entanto, uma das dimensões da acção destas criaturas celestes é a protecção que elas garantem na vida das pessoas e dos povos. Na leitura que iremos escutar do Profeta Daniel teremos oportunidade de confirmar a protecção garantida por Deus ao Seu Povo, através do Arcanjo Miguel.

 

Daniel 10, 2a, 5-6.12-14ab

2aNaqueles dias, 5ergui os olhos e vi um homem vestido de linho, com um cinturão de ouro puro. 6O seu corpo era semelhante ao topázio e o rosto tinha o fulgor do relâmpago; os olhos eram como fachos ardentes, os braços e as pernas eram brilhantes como o bronze polido e o som das suas palavras era como o rumor duma multidão. 12Ele disse-me: «Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração para compreender e te humilhaste diante do teu Deus, as tuas palavras foram ouvidas. É por causa das tuas palavras que eu venho. 13O chefe do reino da Pérsia resistiu-me durante vinte e um dias. Então Miguel, um dos chefes principais, veio em meu auxílio. Eu estive lá, a fazer frente ao chefe dos reis da Pérsia, 14abe vim para te explicar o que vai suceder ao teu povo, no fim dos tempos».

 

A leitura está respigada dos sonhos e visões de Daniel (2ª parte do livro: 7, 1 – 12, 13), onde, na última visão, uma figura excelsa explica o que irá suceder nas guerras do séc. II a. C. entre os Selêucidas e os Lágidas, e como uma personalidade abominável (Antíoco IV da Síria) virá trazer grandes desgraças ao povo, mas acabará por ser derrotado, graças à intervenção libertadora de Miguel (este nome hebraico – mi-ka-el – significa: quem como Deus?). A leitura foi escolhida para a festa de hoje certamente pela descrição da figura angélica da aparição nos vv. 5-6, que evoca a visão dos Pastorinhos de Fátima.

 

Salmo Responsorial    Salmo 90 (91),1 e 3.5b-6.10.11.14-15

 

Monição: A confiança que Israel tinha na acção dos anjos não é simplesmente unilateral. A acção dos anjos potencializa a relação de confiança entre Deus e o Homem. Deus que redobra a protecção ao Homem através dos anjos, e o Homem que redobra a confiança em Deus ao reconhecer a perfeição da Criação, onde se originou tudo o que é visível e invisível, tal como afirma o Credo.

 

Refrão:     O Senhor mandará aos seus anjos

Que te guardem em todos os teus caminhos.

 

Tu, que habitas sob a protecção do Altíssimo,

moras à sombra do Omnipotente.

Ele te livrará do laço do caçador

e do flagelo maligno.

 

Não temerás o pavor da noite,

nem a seta que voa de dia;

nem a epidemia que se propaga nas trevas,

nem a peste que alastra em pleno dia.

 

Nenhum mal te acontecerá,

nem a desgraça se aproximará da tua morada.

Porque o Senhor mandará aos seus Anjos

que te guardem em todos os teus caminhos.

 

«Porque confiou em Mim, hei-de salvá-lo;

hei-de protegê-lo, pois conheceu o meu nome.

Quando Me invocar, hei-de atendê-lo,

estarei com ele na tribulação,

hei-de libertá-lo e dar-lhe glória».

 

 

Aclamação ao Evangelho        Lc 2, 10b

 

Monição: O relato de São Lucas sobre o nascimento de Jesus é a passagem bíblica que a Sagrada Liturgia propõe para o dia de hoje. A celebração do dia do Santo Anjo de Portugal é uma oportunidade única para compreender como a nossa tão ancestral nação está revestida de uma missão para todos os tempos, onde o mistério da Encarnação deverá ser o motor donde brota o viver e o sentir de todos os portugueses, sobretudo reforçados com a certeza que este Santo Anjo da nossa nação será sempre a certeza da acção de Deus.

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação – 3, F. da Silva, NRMS 50-51

 

Disse o Anjo do Senhor:

«Anuncio-vos uma grande alegria para todo o povo.»

 

 

Evangelho

 

São Lucas 2, 8-14

Naquele tempo, 8havia naquela região uns pastores que viviam nos campos e guardavam de noite os rebanhos. 9O Anjo do Senhor aproximou-se deles e a glória do Senhor cercou-os de luz; e eles tiveram grande medo. 10Disse-lhes o Anjo: «Não temais, porque vos anuncio uma grande alegria para todo o povo: 11nasceu-vos hoje, na cidade de David, um Salvador, que é Cristo Senhor. 12Isto vos servirá de sinal: encontrareis um Menino recém-nascido, envolto em panos e deitado numa manjedoura». 13Imediatamente juntou-se ao Anjo uma multidão do exército celeste, que louvava a Deus, dizendo: 14«Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados».

 

Também o texto escolhido nos fala dos Anjos do Natal. A glória de Deus que em Israel se manifestava no templo, manifesta-se agora no campo dos pastores. Deus manifesta-se aos simples e humildes e no meio dos seus afazeres mais correntes.

(Ver notas para o dia de Natal – N.º 1).

 

Sugestões para a homilia

 

1.     A CERTEZA DOS ANJOS

Nas últimas décadas, procurando dar prioridade a alguns temas da doutrina cristã, tem havido uma certa dificuldade em encontrar tempos e espaços de esclarecimento de outros temas que, por serem esquecidos, não deixam de ser de grande interesse. Um desses temas é a existência e a acção dos anjos na vida dos homens. A maior parte dos cristãos reza e tem ouvido falar do seu anjo da guarda, embora nem sempre se compreenda bem o seu sentido e o alcance da sua acção.

Em primeiro lugar é necessário referir que, nos últimos tempos, a astrologia e o esoterismo têm defraudado e desvirtuado o papel dos anjos, bem como o sentido do seu existir. Na internet e em muitas revistas, que dão lucro aos quiosques e editoras, existem inúmeras revistas de anjos que os reduzem a pequenos deuses, a guarda-costas dos seres humanos ou a pequenos amuletos de sorte.

Todavia, é necessário compreender os anjos com sentido de justiça e verdade acerca do que eles realmente são a partir dos dados bíblicos e da reflecção teológica. A existência dos anjos é constante nos documentos da Igreja, sempre em função das afirmações bíblicas. Mas vejamos como o IV Concílio de Laterão faz uma profissão de fé nestes seres criados por Deus: «Firmemente acreditamos […] que um só é o verdadeiro Deus […] Criador de todas as coisas, das visíveis e das invisíveis, espirituais e corporais […] criou do nada uma e outra criatura, a corporal e espiritual, a angélica e a mundana, e depois a humana, como comum, composta de espírito e corpo.» (Dz. 800).

 

2.     “A GLÓRIA DO SENHOR CERCOU-OS DE LUZ”

O Evangelho que acabámos de escutar narra duas dimensões do ministério dos Anjos: a proximidade e a o serviço à Glória do Senhor.

Diz o Evangelista que o Anjo do Senhor aproximou-se dos pastores. A proximidade de Deus é um dado constante na experiência do Povo de Israel. Olhando as narrações bíblicas dos Patriarcas, da história do Povo e dos Profetas somos levados a encontrarmo-nos com um Deus que é Protector, que é Esposo, que é Senhor e que é Redentor. Com o mistério da Encarnação esta proximidade torna-se matéria, corpo e possível de ser tocada. Por isso, a acção dos anjos, nomeadamente no momento em que anunciam o Nascimento de Jesus aos pastores, é uma acção de encontro com o Homem. Todavia, não é um encontro que se esgota em si mesmo, mas um encontro em que as criaturas, angélicas e humanas, olham para o essencial da sua própria condição criatural: a contemplação do Criador. A atitude da adoração e da contemplação da Glória é a grande caminhada do homem vivo, no seguimento dos passos do Filho de Deus. A Glória do Senhor, que atinge o cume da Sua expressão terrena nos Mistério da Paixão e Morte de Jesus, é o paradoxo do anúncio de «paz na terra aos homens» feito pelos anjos em Belém; todavia, a Morte no Calvário e o Nascimento em Belém são a verdadeira Luz que ilumina e redimensiona o existir humano. Por isso, o anúncio dos anjos escutado no Evangelho é o anúncio da única luz que envolve o homem na Glória de Deus, e essa Luz é Cristo, o Rei da Glória.

 

3.     O ANJO DE PORTUGAL

Tal como podemos compreender nas leituras escutadas, Deus não perde oportunidades e meios para atingir o coração do Homem com a protecção e a proximidade necessárias para que este lhe responda com Fé e Confiança. Tal como confia aos anjos o cuidado pelos seres humanos, também os povos são protegidos pelo próprio Deus. Partindo da História da Salvação é possível testemunhar o cuidado que Deus tem com Israel enquanto Povo escolhido. É Deus que conduz o Povo, que o envia, que o defende e que lhe faz promessas. O Antigo Testamento realça muito esta relação de Deus com o conjunto de homens e mulheres que pertencem ao povo que Ele escolheu para Sua herança. Assim sendo, é fácil compreender que o cuidado de Deus é pessoal e colectivo. A subjectividade do homem é importante aos olhos de Deus, mas a sua inserção comunitária e as suas pertenças sociais, culturais e étnicas também são constitutivas do ser humano, dotando-o de particularidades que são também potencialidades de olhar o Criador. Também Portugal, enquanto Povo, é olhado por Deus com carinho; não sob um patriotismo balofo, mas para que seja um povo ousado no testemunho de fé norteado pela constante presença do Senhor que o conduz para a Pátria Eterna.

 

 

Oração Universal

 

Irmãs e irmãos:

Imploremos, pela intercessão do Anjo da Guarda de Portugal,

as melhores bênçãos do Senhor para nós e para toda a Igreja,

especialmente para o nosso Portugal, com tantos problemas.

Oremos, dizendo (cantando):

 

Mandai, Senhor, o Vosso Anjo

para que guarde a nossa Pátria!

 

 

1.  Para que o Santo Padre, Bispos e Sacerdotes

nos ensinem uma autêntica devoção aos Anjos,

que nos conduza a um trato familiar com eles,

oremos, irmãos.

 

Mandai, Senhor, o Vosso Anjo

para que guarde a nossa Pátria!

 

2.  Para que a Igreja que está em Portugal

possa conduzir livremente os seus fiéis

no caminho da Salvação eterna,

oremos, irmãos.

 

Mandai, Senhor, o Vosso Anjo

para que guarde a nossa Pátria!

 

3.  Para as crianças das famílias portuguesas

encontrem o carinho que as aproxime de Deus,

oremos, irmãos.

 

Mandai, Senhor, o Vosso Anjo

para que guarde a nossa Pátria!

 

4.  Para que os portugueses vivam com gratidão

a devoção ao Anjo da Guarde de Portugal

oremos, irmãos.

 

Mandai, Senhor, o Vosso Anjo

para que guarde a nossa Pátria!

 

5.  Para que o Anjo da Guarda de Portugal

defenda os nossos Sacrários do Inimigo,

oremos, irmãos.

 

Mandai, Senhor, o Vosso Anjo

para que guarde a nossa Pátria!

 

6.  Para que as almas de todos os fiéis defuntos

contemplem, quanto antes, a glória dos Anjos,

oremos, irmãos.

 

Mandai, Senhor, o Vosso Anjo

para que guarde a nossa Pátria!

 

Senhor, que destes à nossa Pátria um Anjo

que a guarda e defende dos seus inimigos:

ajudai-nos a aproveitar sempre a sua ajuda,

para que todos nos vejamos um  dia no Céu.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho,

Na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Tomai, senhor, e recebei, J. Santos, NRMS 70

 

Oração sobre as oblatas: Recebei, Senhor, estas ofertas que apresentamos ao vosso altar e fazei que, por intercessão do nosso Anjo da Guarda, sejamos defendidos de toda a adversidade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio dos Anjos: p. 491

 

Santo: Santo IV, H. Faria, NRMS 103-104

 

Monição da Comunhão

 

Nas Memórias da Irmã Lúcia é possível descobrir a beleza da relação do Santo Anjo de Portugal com o Mistério Eucarístico. É o Santo Anjo do nosso povo português que ensina os pastorinhos a rezar e a adorar o Senhor Jesus Sacramentado. Com o mesmo fervor aproximemo-nos do Senhor, mas comungando o Seu Corpo com uma atitude de adoração e contemplação de um mistério insondável de Amor.

 

Cântico da Comunhão: Eucaristia, celeste alimento, M. Carneiro, NRMS 77-79

Judite 13, 20.21

Antífona da comunhão: Bendito seja o Senhor, que me protegeu por meio do seu Anjo. Dai graças ao Senhor, porque é eterna a sua misericórdia.

 

 

Oração depois da comunhão: Senhor, que nos alimentais neste admirável sacramento de vida eterna, dirigi os nossos passos, por meio do vosso Anjo, no caminho da salvação e da paz. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Ao sairmos desta celebração facilmente iremos observar quem aproveita o feriado para promessas políticas, disfrutar uma esplanada ou entregar-se ao ócio de um dia livre de trabalho. No entanto, o dia do Santo Anjo de Portugal dever-nos-á orientar para também sermos verdadeiros servidores da missão concreta que Deus nos solicita. Há que ser anjos custódios, ou seja, protectores! Saímos com a missão de nos associarmos ao ministério do Santo Anjo de Portugal, no sentido de proteger o nosso país e de lhe garantir a confiança com as virtudes da Fé, da Esperança e da Caridade.

 

Cântico final: Como promessa de cada hora, M. Faria, NRMS 30

 

 

Homilia FeriaL

 

 

 

4ª Feira, 11-VI: S. Barnabé: Necessidade de crescimento para a evangelização.

Act 11, 21-26 / Mt 10, 7-13

É que ele (Barnabé) era um homem bom e cheio do Espírito Santo e de fé. E considerável multidão aderiu ao Senhor.

S. Barnabé foi um dos primeiros fiéis da igreja de Jerusalém. Anos depois, foi destacado para pregar o Evangelho em Antioquia e, mais tarde, para acompanhar S. Paulo na sua primeira viagem apostólica. Participou igualmente no Concílio de Jerusalém (Leit.).

 Graças ao seu trabalho apostólico entre os pagãos muitos se converteram (Leit.).Todos nós somos evangelizadores na medida em que encontrámos o amor de Deus em Cristo, e precisamos crescer, procurando uma melhor formação, um aprofundamento do nosso amor e um testemunho mais claro do Evangelho (EG, 120-121).

 

5ª Feira, 12-VI: Uma nova época do amor fraterno.

1 Re 18, 41-46 / Mt 5, 20-26

Deixa aí a tua oferta, diante do altar, vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão e vem então apresentar a tua oferta.

Jesus quer começar uma nova época do amor fraterno, estreitamente ligada ao amor a Deus (Ev.). Vivendo a comunhão com os nossos irmãos, entraremos em comunhão com Cristo.

Foi graças à oração de Elias que acabou uma seca de muitos anos (Leit.)

Isto só é possível se descobrirmos a imagem de Deus nos outros, restaurada por Cristo: «Foi em Cristo, 'imagem do Deus invisível', que o homem foi criado à 'imagem e semelhança' do Criador. Assim como foi em Cristo, redentor e salvador, que a imagem divina, deformada pelo 1º pecado, foi restaurada na sua beleza original» (CIC, 1701).

 

6ª Feira, 13-VI: S. António: Piedade e doutrina.

Sir 39, 8-14 / Mt 5, 13-19

Vós sois o sal da terra. Vós sois a luz do mundo.

Santo António tinha a força do sal (Ev.), fruto da sua união com Deus, que lhe permitiu combater as heresias, que se iam espalhando no seu tempo, sobre a Eucaristia. Além disso, essa mesma força de Deus serviu-lhe para a realização de numerosos milagres: foi um poderoso intercessor nas necessidades (Oração).

«Aquele que medita na Lei do Altíssimo será cheio do espírito de inteligência» (Leit.). S. António foi um pregador insigne do Evangelho (Oração), professor de Teologia e autor de vários sermões repletos de doutrina e piedade.

 

Sábado, 14-VI: Verdade e coerência de vida.

1 Re 19, 19-21 / Mt 5, 33-37

A vossa linguagem deve ser: Sim, sim; não, não. O que for além disto vem do Maligno.

Como Jesus é a Verdade pode pedir aos seus discípulos um amor incondicional à verdade (Ev.). «A verdade, ou veracidade, consiste em mostrar-se verdadeiro nos actos e dizer a verdade nas palavras, evitando a duplicidade, a simulação e a hipocrisia» (CIC, 2468).

A verdade aplica-se igualmente à fidelidade aos chamamentos de Deus. O profeta Eliseu, quando foi chamado, deixou imediatamente tudo para poder cumprir a vontade de Deus (Leit.). Como cristãos, seremos verdadeiros na conduta se procurarmos ser coerentes com os ensinamentos do Senhor.

 

 

 

 

Celebração e Homilia:   Ricardo Cardoso

Nota Exegética:            Geraldo Morujão

Homilia Ferial:   Nuno Romão

Sugestão Musical:        Duarte Nuno Rocha

 

 

 

 


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