7º Domingo da Páscoa

1 de Junho de 2014

 

Esta Celebração destina-se aos locais onde a solenidade da Ascensão se celebra na quinta-feira da Semana VI do Tempo Pascal.

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Resplandeça sobre nós, S. Marques, NRMS 102

Sl 26, 7-9

Antífona de entrada: Ouvi, Senhor, a voz da minha súplica. Diz-me o coração: «Procurai a sua face». A vossa face, Senhor, eu procuro; não escondais de mim o vosso rosto. Aleluia.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Jesus Cristo morreu por nós pregado na Cruz. Ressuscitou glorioso na manhã do Domingo de Páscoa. Quarenta dias depois foi a Sua Ascensão.

Ele está connosco para nos ajudar a cumprir a missão que nos confiou. Um dia esperamos viver para sempre com Ele no Céu.

 

Oração colecta: Ouvi, Senhor, a oração do vosso povo e fazei que, assim como acreditamos que o Salvador do género humano está convosco na glória, assim também sintamos que, segundo a sua promessa, está connosco até ao fim dos tempos. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Os Apóstolos rezam a Jesus que subiu ao Céu. Com eles está Maria Santíssima que também agora quer estar connosco para nos ensinar a rezar.

 

Actos dos Apóstolos 1, 12-14

Depois de Jesus ter subido ao Céu, os Apóstolos voltaram para Jerusalém, descendo o monte chamado das Oliveiras, que fica perto de Jerusalém, à distância de uma caminhada de sábado. Quando chegaram à cidade, subiram para a sala de cima, onde se encontravam habitualmente. Estavam lá Pedro e João, Tiago e André, Filipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zeloso, e Judas, irmão de Tiago. Todos estes perseveravam unidos em oração, em companhia de algumas mulheres, entre as quais Maria, Mãe de Jesus.

 

Certamente que foi escolhido este texto para nos ajudar a preparar a festa do Pentecostes, como os primeiros que seguiram a Cristo, também com «Maria, Mãe de Jesus», perseverando, «unidos em oração». Note-se, por um lado, a importância dada à lista dos Apóstolos e, por outro, o facto significativo de, como em todas as quatro que aparecem no N. T., Pedro aparecer sempre na cabeça dessas listas, a par de elas não contenham os nomes dos restantes Apóstolos na mesma ordem. 

 

Salmo Responsorial         Sl 26 (27), 1.4.7-8a (R. 13)

 

Monição: Quando as dúvidas nos atormentarem não temamos. Sigamos a Luz que nos indica o caminho da Salvação.

 

Refrão:         Espero contemplar a bondade do Senhor

                na terra dos vivos.

 

Ou:               Aleluia.

 

O Senhor é minha luz e salvação:

a quem hei-de temer?

O Senhor é protector da minha vida:

de quem hei-de ter medo?

 

Uma coisa peço ao Senhor, por ela anseio:

habitar na casa do Senhor todos os dias da minha vida,

para gozar da bondade do Senhor

e visitar o seu santuário.

 

Ouvi, Senhor, a voz da minha súplica,

tende compaixão de mim e atendei-me.

Diz-me o coração: «Procurai a sua face».

A vossa face, Senhor, eu procuro.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Cristo sofreu e morreu por nós. Na doença e no sofrimento saibamos estar unidos a Ele, pedindo-Lhe pela salvação da humanidade.

 

1 São Pedro 4, 13-16

Alegrai-vos, na medida em que participais nos sofrimentos de Cristo, a fim de que possais também alegrar-vos e exultar no dia em que se manifestar a sua glória. Felizes de vós, se sois ultrajados pelo nome de Cristo, porque o Espírito de glória, o Espírito de Deus, repousa sobre vós. Nenhum de vós tenha de sofrer por ser ladrão ou assassino ou malfeitor ou difamador. Se, porém, sofre por ser cristão, não se envergonhe, mas antes dê glória a Deus por ter esse nome.

 

Os destinatários desta carta, cristãos da Ásia Menor, estariam a passar momentos difíceis de contradições e perseguição. A finalidade da carta é a de exortar os fiéis a permanecerem firmes na fé, no meio dum ambiente hostil, embora não pareça tratar-se ainda de uma perseguição generalizada. Mas a carta não é um simples apelo à perseverança nas adversidades, é também um convite à alegria – «Alegrai-vos…» (v. 13) -, pois daquela maneira os cristãos podem participar nos sofrimentos redentores de Cristo, seguindo o seu exemplo (cf. 1 Pe 2, 21). Alguns pensam que a Carta poderia ter sido ao chegarem a Roma notícias das graves dificuldades para a perseverança dos cristãos daquelas regiões, enquanto S. Paulo, a quem estavam ligadas estas comunidades, andava pela Hispânia.

 

Aclamação ao Evangelho               cf. Jo 14, 18

 

Monição: O livro que vamos escutar......................

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação – 4, F. da Silva, NRMS 50-51

 

Não vos deixarei órfãos, diz o Senhor:

vou partir, mas virei de novo

e alegrar-se-á o vosso coração.

 

 

Evangelho

 

São João 17, 1-11

Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao Céu e disse: «Pai, chegou a hora. Glorifica o teu Filho, para que o teu Filho Te glorifique, e, pelo poder que Lhe deste sobre toda a criatura Ele dê a vida eterna a todos os que Lhe confiaste. É esta a vida eterna: que Te conheçam a Ti, único Deus verdadeiro, e Aquele que enviaste, Jesus Cristo. Eu glorifiquei-Te sobre a terra, consumando a obra que Me encarregaste de realizar. E agora, Pai, glorifica-Me junto de Ti mesmo com aquela glória que tinha em Ti, antes que houvesse mundo. Manifestei o teu nome aos homens que do mundo Me deste. Eram teus e Tu mos deste; agora guardam a tua palavra. Agora sabem que tudo quanto Me deste vem de Ti, porque lhes comuniquei as palavras que Me confiaste e eles receberam-nas: reconheceram verdadeiramente que saí de Ti e acreditaram que Me enviaste. É por eles que Eu rogo; não pelo mundo, mas por aqueles que Me deste, porque são teus. Tudo o que é meu é teu e tudo o que é teu é meu; e neles sou glorificado. Eu já não estou no mundo, mas eles estão no mundo, enquanto Eu vou para junto de Ti».

 

Este trecho é o início do capítulo 17 de S. João, chamado a «oração sacerdotal de Jesus», por ser uma oração de intercessão de Cristo-mediador, e também por conter o oferecimento supremo da sua vida em sacrifício, mas é sobretudo uma oração sem paralelo com a de qualquer criatura. Reflectindo uma forte tensão psicológica, ela corresponde aos sentimentos mais profundos do coração de Cristo, quando chegou a sua hora (v. 1), e tem origem na própria oração do Senhor, ao mesmo tempo que é a síntese mais completa e elevada da cristologia joanina, profundamente sentida e meditada. Nesta longa oração sente-se, juntamente com o pulsar do coração do Senhor, o vivo pulsar do coração da Igreja que confessa a fé em Jesus como Cristo enviado do Pai (v. 3). É uma prece solene pela manifestação da sua glória (vv. 1-5), pelos discípulos presentes (vv. 6-19) e pelos futuros fiéis (vv. 20-26); no centro da sua estrutura circular está a súplica pela santificação dos discípulos em ordem ao seu envio ao mundo (vv. 17-19), entre as preces pela unidade (vv. 11b-16 e 20-23) e os temas da revelação (vv. 6-11a e 25-26) e da glória (vv. 1-5 e 24).

1-5 «Glorifica-Me... com a glória que Eu tinha em Ti, antes de que houvesse mundo». Jesus pede ao Pai a glória, isto é, o esplendor próprio de Deus, para a sua natureza humana. Mas não se pense que se trata duma súplica egoísta, pois Jesus pede uma glorificação que Lhe advirá da eficácia redentora da Paixão, Morte e Ressurreição a favor da Humanidade. A glória que o Verbo tinha como Deus desde toda a eternidade, antes que houvesse mundo, é uma glória que se havia de comunicar em plenitude à Humanidade assumida, em ordem a fazer participar dela os fiéis. Esta glória, que já tinha refulgido ocasionalmente durante a sua vida mortal (Jo 2, 11; 11, 4.40; cf. Mt 17, 2-5), havia de brilhar com a Ressurreição e na parusia (cf. Mt 24, 30; 25, 31).

9 «Não rogo pelo mundo». No entanto, Jesus veio para salvar o mundo (Jo 3, 16-17; 17, 28.21). Mas aqui o mundo é tomado no sentido negativo de potência hostil a Deus; são os próprios homens que recusam a graça e, na sua auto-suficiência, se fecham a Deus e à sua salvação (cf. Jo 6, 37.44.65). Esta oração sacerdotal é muito em particular pelos seus discípulos e por aqueles que hão-de vir a crer (v. 20).

 

Sugestões para a homilia

 

Jesus vem ao nosso encontro

Jesus reza por nós

Jesus concede-nos a graça da salvação

 

Jesus vem ao nosso encontro

Nos Seus desígnios insondáveis de Amor, Jesus veio ao nosso encontro, há dois mil anos.

Senhor do universo, nasceu humilde e pobre em Belém…

Antes de propor a Sua Doutrina, quis ensinar-nos com o exemplo.

Ao dizer-nos que o segredo está no Amor, mostra-nos que não é difícil ser cristão. Quem O ama como Ele nos ama cumpre toda a Sua Lei porque não O ofende e pratica sempre o bem.

Mesmo quando sofrem ou são perseguidos, os cristãos são felizes porque estão unidos a Jesus que sofreu e morreu por nosso Amor ( 2ª Leitura ).

Vivamos no Amor de Deus. Não descansemos enquanto Ele não for amado por todos os povos da terra. Porque é Ele que chama à conversão e ao perdão, rezemos muito como os Apóstolos antes de anunciarem Jesus Cristo ao mundo ( 1.ª Leitura ).

 

Jesus reza por nós

 

Jesus permanecia sempre unido ao Pai através da oração. O que pedia Ele ao Pai? O Evangelho da Missa diz que reza por nós quando suplica: «É por eles que Eu rogo: não pelo mundo mas por aqueles que Me deste porque são Teus»

É bom rezarmos uns pelos outros. O Senhor nunca deixará de nos atender… Há tantas intenções para termos presentes na nossa oração…São os doentes a sofrer… São as crianças maltratadas… São os idosos abandonados… São as vítimas da violência, dos atentados, da guerra…São os nossos familiares e amigos… São os que não têm tempo para rezar… São os que rejeitam a oração… São os que no Purgatório se purificam antes de entrarem no Céu…

 Quando, porém, avivamos a nossa fé, como sentimos serenidade, paz, segurança, alegria, felicidade!...E isto assim acontece porque o Senhor nos recorda na Sua oração. Que mais nos faz falta na vida? Nada porque a oração do Senhor por nós é tudo o que o nosso coração anseia.

 

Jesus concede-nos a graça da salvação

 

A vida no mundo, por mais longa que seja, terá um fim quando a morte bater à nossa porta. Esforcemo-nos por cumprir a missão que o Senhor nos confiou, tornando o mundo melhor.

Mas depois… Depois é que teremos a verdadeira vida. A vida que jamais acabará. A vida eterna com Deus.

Quem reza por nós para alcançarmos essa graça? Mais uma vez Jesus: «Pai chegou a hora. Glorifica o Teu Filho para que o Teu Filho Te glorifique e, pelo poder que Lhe deste sobre toda a criatura, Ele dê a vida eterna a todos os que Lhe confiaste» (Evangelho).

Quantas pessoas viveram com o Senhor antes de nós!... Quantas pessoas santas se cruzam hoje connosco!... Quantas pessoas viverão santamente no futuro!... É com todas que viveremos a felicidade eterna com Deus.

Que Maria Santíssima, Mãe de Jesus e nossa terna Mãe, nos acompanhe agora e sempre! Amém.

 

 

Oração Universal

 

Irmãos, oremos a Deus Omnipotente

e imploremos a Sua misericórdia,

dizendo confiadamente:

Escutai, Senhor, a nossa oração.

 

1.     Para que a Santa Igreja, presente em toda a Terra,

permaneça unida pela oração

e ensine os fiéis a trabalhar pelo bem comum,

oremos, irmãos.

 

2.     Para que o mundo viva em Paz,

alcançada pelo esforço dos homens de boa vontade

e com a bênção de Deus,

oremos, irmãos.

 

 

3.     Para que as crianças gostem de rezar ao seu Amigo Jesus,

os jovens encontrem n´Ele a Luz para as suas vidas,

as famílias vivam felizes através do diálogo e do Amor,

oremos, irmãos.

 

4.     Para que os doentes e todos os que sofrem

ofereçam as suas dores ao Senhor

pela própria santificação e salvação da humanidade,

oremos, irmãos.

 

5.     Para que os nossos familiares e amigos falecidos

alcancem a bem-aventurança eterna,

pedindo ao Senhor por nós,

oremos, irmãos.

 

6.     Para que Maria Santíssima nos ensine a rezar

e esteja sempre connosco a  fim de que

a nossa oração seja acolhida pelo Senhor,

oremos, irmãos.

 

Senhor nosso Deus e nosso Pai,

dignai-vos atender estas súplicas

e, por intercessão da Virgem Santa Maria,

concedei-nos o que for melhor para nós.

Por N. S. J. C. Vosso Filho que é Deus Convosco

na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Cantai a Cristo Senhor, Az. Oliveira, NRMS 97

 

Oração sobre as oblatas: Aceitai, Senhor, as orações e as ofertas dos vossos fiéis e fazei que esta celebração sagrada nos encaminhe para a glória do Céu. Por Nosso Senhor.

 

Prefácio pascal: p. 469 [602-714] ou 470-473; ou da Ascensão: p. 474 [604-716]

 

Santo: J. Santos, NRMS 6 (II)

 

Monição da Comunhão

 

Os Apóstolos conviveram com o Senhor que os chamou. Também nós nos podemos unir a Ele, recebendo-O na Sagrada Comunhão. Aproveitemos para O escutar, para O louvar, para Lhe agradecer, para Lhe pedir.

 

Cântico da Comunhão: O Hino da alegria, M. Faria, NRMS 21

cf. Jo 17, 22

Antífona da comunhão: Eu Vos peço, ó Pai: assim como Nós somos um, também eles sejam consumados na unidade. Aleluia.

 

Oração depois da comunhão: Ouvi-nos, Deus nosso salvador, e, por estes sagrados mistérios, confirmai a nossa esperança de que todo o Corpo da Igreja alcançará um dia o mistério de glória inaugurado em Cristo, sua Cabeça. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Ao longo das últimas semanas vivemos a alegria pascal. Jesus fascina-nos. Queremos viver com Ele anunciando- O ao mundo. Peçamos durante esta semana ao Divino Espírito Santo nos dê força e coragem para sermos bons cristãos.

 

Cântico final: Cantai ao Senhor um cântico novo, J. Santos, NRMS 36

 

 

7ª SEMANA

 

2ª Feira, 2-VI: Conhecer melhor o Espírito Santo.

Act 19, 1-8 / Jo 16, 29-33

Eles responderam-lhe: Mas nem sequer ouvimos dizer que existe um Espírito Santo.

Vamos preparar-nos, ao longo destes dias, para conhecermos melhor o Espírito Santo. «Curando as feridas do pecado, o Espírito Santo renova-nos interiormente por uma transformação espiritual, ilumina-nos e fortalece-nos para vivermos como filhos da luz em toda a espécie de bondade, justiça e verdade» (CIC, 1695).

Quando tivermos dificuldades, pois «no mundo haveis de sofrer tribulações; mas tende coragem! Eu venci o  mundo! (Ev.), vamos pedir ao Espírito Santo o dom da fortaleza, que nos assegura a firmeza e a constância para alcançarmos o bem (EG, 280).

 

3ª Feira, 3-VI: A 'hora de Jesus' e o Espírito Santo.

Act 20, 17-27 / Jo 17, 1-11

Jesus ergueu os olhos ao Céu e disse: Pai, chegou a hora.

«Chegou, por fim, a 'hora de Jesus' (Ev.). Jesus entrega o seu espírito nas mãos do Pai, no momento em que pela sua morte vence a morte, de tal modo que, ressuscitado dos mortos pela glória do Pai, logo dá o Espírito Santo, soprando sobre os discípulos» (CIC, 730).

É o Espírito Santo que orienta a vida dos primeiros cristãos. Diz S. Paulo: «só sei que o Espírito Santo me avisa de cidade em cidade que me aguardam cadeias e tribulações» (Leit.) O Espírito Santo há-de ser também o mestre interior da nossa vida, que nos inspira, guia e fortalece (CIC, 1696).

 

4ª Feira, 4-VI: A oração sacerdotal de Jesus (I).

Act 20, 28-38 / Jo 17, 11-19

Jesus ergueu os olhos ao Céu e orou deste modo: Pai Santo, guarda os meus discípulos no teu nome.

«A sua oração sacerdotal inspira, a partir de dentro, as grandes petições do Pai-nosso: a preocupação com o nome do Pai, a paixão pelo seu Reino (a glória), o cumprimento da vontade do Pai, do seu desígnio de salvação, e a libertação do mal (Ev.)» (CIC, 2750).

S. Paulo pede igualmente aos anciãos de Éfeso: «Tomai cuidado convosco e com todo o rebanho» (Leit.). Pressentia o ataque ao rebanho, que arrastaria muitos discípulos. Todos precisamos de viver bem a comunhão dos santos, pedindo pela firmeza na fé dos nossos irmãos.

 

5ª Feira, 5-VI: A oração sacerdotal de Jesus (II).

Act 22,30; 23, 6-11 / Jo 17, 20-26

Jesus: não é só por estes discípulos que eu rogo, é também por aqueles que vão acreditar em mim, graças às suas palavras.

Na sua oração sacerdotal, Jesus pede ao Pai pelos frutos da pregação dos seus discípulos (Ev.). Um deles foi S. Paulo, que fala aos sacerdotes e ao Sinédrio, «evitando que o despedaçassem» (Leit.). Depois, é enviado a Roma: «Coragem! Tal como deste testemunho de mim em Jerusalém, assim tens também de o dar em Roma» (Leit.)

Todos somos enviados do Senhor, junto das respectivas famílias e nos locais de trabalho. Que todos os que convivem connosco sejam atraídos para o Senhor, pelo nosso testemunho e pelas nossas palavras (EG, 20-24).

 

6ª Feira, 6-VI: Defesa da fé recebida do Senhor.

Act 25, 13-21 / Jo 21, 15-19

Simão, filho de João, amas-me tu mais do que estes... Apascenta as minhas ovelhas.

Jesus confirma Simão Pedro o encargo que lhe tinha anunciado antes: «Apascenta as minhas ovelhas» (Ev.). Entrega-lhe a autoridade para absolver os pecados, pronunciar juízos doutrinais e tomar decisões disciplinares na Igreja (CIC, 553). Quando o sucessor de Pedro nos falar tenhamos presente que tem a autoridade do próprio Cristo.

S. Paulo foi preso, acusado pelos sacerdotes e anciãos dos judeus, por «questões sobre a sua religião e sobre um certo Jesus» (Leit.). Procuremos melhorar a nossa formação doutrinal para enfrentarmos os problemas que hoje se apresentam sobre a religião.

 

Sábado, 7-VI: Testemunhas fiéis de Jesus.

Act 28, 16-20 / Jo 21, 20-25

É esse discípulo que dá testemunho dessas coisas e as escreveu.

«Os Evangelhos foram escritos por homens que foram dos primeiros a receber a fé (Ev.) e que quiseram partilhá-la com outros. Tendo conhecido pela fé quem é Jesus, puderam ver e fazer ver os traços do seu mistério em toda a sua vida terrena. Através dos seus gestos, milagres e palavras, foi revelado que n'Ele habita corporalmente a plenitude da divindade» (CIC, 515).

S. Paulo, embora prisioneiro em Roma durante dois anos, não deixou de ensinar o que dizia respeito a Jesus (Leit.). Com fé ultrapassaremos as dificuldades na evangelização (EG, 84-85).

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Aurélio A. Ribeiro

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilias Feriais:                  Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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