Visitação de Nossa Senhora

31 de Maio de 2014

 

Festa

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Acolhe Virgem piedosa, M. Carneiro, NRMS 101

cf. Salmo 65, 16

Antífona de entrada: Servos do Senhor, vinde e ouvi: vou contar-vos tudo o que Ele fez por mim. (T. P. Aleluia.)

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Estamos chegados ao final de mais um lindo mês de Maio, todo ele dedicado a Nossa Senhora, causa da nossa alegria. É um mês que sempre deixa saudade em todos os filhos de Deus e da Virgem Santíssima.

A grande mensagem desta celebração em honra de Nossa Senhora, é a indicação concreta do caminho que devemos percorrer para viver a alegria, com que todos sonhamos: imitar nossa querida Mãe do Céu, trazendo Jesus conosco e com Ele colocarmo-nos ao serviço dos irmãos.

 

Ato Penitencial

 

Porque talvez nem sempre tenhamos cumprido a nossa missão de serviço ao próximo, vamos desde já, pedir perdão dessas nossas faltas de amor.

 

Oração colecta: Deus eterno e omnipotente, que inspirastes à Virgem Santa Maria o desejo de visitar Santa Isabel, levando consigo o vosso Filho Unigénito, tornai-nos dóceis à inspiração do Espírito Santo, para podermos, com ela, cantar sempre as vossas maravilhas. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Na visita que Nossa Senhora fez a sua prima Santa Isabel, estava a concretização da profecia de Sofonias. Nossa Senhora realizava a primeira procissão eucarística. Levava consigo, no Seu ventre virginal, o Senhor da Vida, que revogou a sentença de morte que nos condenava, afastou a nossa desventura e consequentemente, nos encheu de grande esperançosa alegria.

 

Sofonias 3, 14-18

14Clama jubilosamente, filha de Sião solta brados de alegria, Israel. Exulta, rejubila de todo o coração, filha de Jerusalém. 15O Senhor revogou a sentença que te condenava, afastou os teus inimigos. O Senhor, Deus de Israel, está no meio de ti e já não temerás nenhum mal. 16Naquele dia, dir-se-á a Jerusalém: «Não temas, Sião, não desfaleçam as tuas mãos. 17O Senhor teu Deus está no meio de ti, como poderoso salvador. Por causa de ti, Ele enche-Se de júbilo, renova-te com o seu amor, exulta de alegria por tua causa, como nos dias de festa». 18Afastei para longe de ti a desventura, a humilhação que te oprimia, Jerusalém.

 

O texto profético visa directamente e em primeiro plano a restauração de Israel (Sof 3, 9-20; cf. Is 54; 60; 62), a partir de um «resto», humilde e pobre», que permanece fiel (Sof 3, 12-13; cf. Lc 1, 48, do Evangelho de hoje) e constitui um belíssimo canto de esperança (pouco importa a discussão acerca da época da redacção do texto, se a de Josias – Sof 1, 1 –, se a do terceiro Isaías). A Liturgia, na linha dos Padres da Igreja, aplica este texto à Virgem Maria, pois de ninguém como dela se pode dizer com tanta verdade: «O Senhor, teu Deus, está no meio de ti» (v. 17; cf. Lc 1, 28). E as expressões com que se relata a Anunciação no Evangelho de S. Lucas fazem eco às palavras proféticas: «avé (khaire/alegra-te) = exulta, rejubila» (Lc 1, 30; Sof 3, 16); «não temas» (Lc 1, 28; Sof 3, 14); = «o Senhor é convosco» = «o Senhor está no meio de ti» (Lc 1, 28; Sof 3, 17). A «Filha de Sião» (v. 14) a personifica os habitantes de Jerusalém, noutros lugares chamada «virgem filha de Sião», tornou-se uma figura da Virgem Santa Maria.

 

Salmo Responsorial    Isaías 12, 2.3-4bcd.5-6 (R. 6b)

 

Monição: Através de Sua Mãe, Jesus continua a vir até nós e a comunicar abundantemente os Seus dons. A todos quer encher com a Sua graça e alegria.

 

Refrão:        Exultai de alegria,

                     porque é grande no meio de vós o Santo de Israel.

 

Deus é o meu Salvador,

Tenho confiança e nada temo.

O Senhor é a minha força e o meu louvor.

Ele é a minha salvação.

 

Tirareis água com alegria das fontes da salvação.

Agradecei ao Senhor, invocai o seu nome

anunciai aos povos a grandeza das suas obras,

proclamai a todos que o seu nome é santo.

 

Cantai ao Senhor, porque Ele fez maravilhas,

anunciai-as em toda a terra.

Entoai cânticos de alegria, habitantes de Sião,

porque é grande no meio de vós o Santo de Israel.

 

 

Aclamação ao Evangelho          Lc 1, 45

 

Monição: Jesus, Mestre divino, a todos quer ensinar os caminhos da verdadeira felicidade, sempre portadores de alegria terrena e eterna. Começa por fazê-lo através de Sua Mãe que, por sua vez, contagia a prima Santa Isabel e seu filho, já também presente no respectivo ventre materno. Esse mesmo Jesus está connosco. Vamos, com fé e alegria escutar, a Sua Palavra.

 

Aleluia

 

Cântico: M. Simões, NRMS 9(II)

 

Bendita sejais, ó Virgem Santa Maria,

que acreditastes na palavra do Senhor.

 

 

Evangelho

 

São Lucas 1, 39-56

39Naqueles dias, Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se apressadamente para a montanha, em direcção a uma cidade de Judá. 40Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel. 41Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino exultou-lhe no seio. Isabel ficou cheia do Espírito Santo 42e exclamou em alta voz: «Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. 43Donde me é dado que venha ter comigo a Mãe do meu Senhor? 44Na verdade, logo que chegou aos meus ouvidos a voz da tua saudação, o menino exultou de alegria no meu seio. 45Bem-aventurada aquela que acreditou no cumprimento de tudo quanto lhe foi dito da parte do Senhor». 46Maria disse então: «A minha alma glorifica o Senhor 47e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, 48porque pôs os olhos na humildade da sua serva: de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. 49O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas: Santo é o seu nome. 50A sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que O temem. 51Manifestou o poder do seu braço e dispersou os soberbos. 52Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. 53Aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. 54Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia, 55como tinha prometido a nossos pais, a Abraão e à sua descendência para sempre». 56Maria ficou junto de Isabel cerca de três meses e depois regressou a sua casa.

 

Os exegetas descobrem neste relato uma série de ressonâncias vétero-testementárias, o que corresponde não apenas ao estilo do hagiógrafo, mas sobretudo à sua intenção teológica de mostrar como na Mãe de Jesus se cumprem as figuras do A.T.: Maria é a verdadeira e nova Arca da Aliança (comparar Lc 1, 43 com 2 Sam 6, 9 e Lc 1, 56 com 2 Sam 6, 11) e a verdadeira salvadora do povo, qual nova Judite (comparar Lc 1, 42 com Jdt 13, 18-19) e qual nova Ester (Lc 1, 52 e Est 1 – 2).

39 «Uma cidade de Judá». A tradição diz que é Ain Karem, uma bela povoação a 6 Km a Oeste da cidade nova de Jerusalém. De qualquer modo, ficaria a uns quatro ou cinco dias de viagem de Nazaré (uns 150 Km). Maria empreende a viagem movida pela caridade e espírito de serviço. A «Mãe do meu Senhor» (v. 43) não fica em casa à espera de que os Anjos e os homens venham servir a sua rainha; e Ela mesma, que se chama «escrava do Senhor» (v. 38), «a sua humilde serva» (v. 48), apressa-se em se fazer a criada da sua prima e de acudir em sua ajuda. Ali permanece, provavelmente, até depois do nascimento de João, uma vez que S. Lucas nos diz que «ficou junto de Isabel cerca de três meses» Se Lucas diz que «regressou a sua casa» antes de relatar o nascimento de João, isso deve-se a uma técnica de composição literária chamada «de eliminação» (arrumar um assunto de vez, antes de passar a outro, independentemente da sucessão real dos factos), do gosto de São Lucas (ver tb. Lc 1, 80 e 2, 7; 3, 20 e 21).

42 «Bendita és Tu entre as mulheres». Superlativo hebraico: a mais bendita de todas as mulheres.

43-44 «A Mãe do meu Senhor». As palavras de Isabel aparecem como proféticas, fruto duma luz sobrenatural que faz ver que o mexer-se do menino no seio (v. 41) não era casual, mas que «exultou de alegria» para saudar o Messias e sua Mãe. É natural que esta reflexão de fé já circulasse nas fontes familiares dos Evangelhos da Infância.

46-55 O cântico de Nossa Senhora, o Magnificat, é um poema de extraordinária beleza poética e elevação religiosa. Dificilmente poderiam ficar mais bem expressos os sentimentos do coração da Virgem Maria – «a mais humilde e a mais sublime das criaturas» (Dante, Paraíso, 33, 2) –, em resposta à saudação mais elogiosa (vv. 42-45) que jamais se viu em toda a Escritura. É como se Maria dissesse que não havia motivo para uma tal felicitação: tudo se deve à benevolência, à misericórdia e à omnipotência de Deus. Sem qualquer referência ao Messias, refulge aqui a alegria messiânica da sua Mãe, num magnífico hino de louvor e de agradecimento. O cântico está todo entretecido de reminiscências bíblicas, sobretudo do cântico de Ana (1 Sam 2, 1-10) e dos Salmos (35, 9; 31, 8; 111, 9; 103, 17; 118, 15; 89, 11; 107, 9; 98, 3); cf. também Hab 3, 18; Gn 29, 32; 30, 13; Ez 21, 31; Si 10, 14; Mi 7, 20. Ao longo dos tempos, muitos e belos comentários se fizeram ao Magnificat, mas também é conhecida a abordagem libertadora, em clave marxista de luta de classes, utópica e de cariz materialista, falsificadora do genuíno sentido bíblico. Apraz registar o comentário do Servo de Deus, João Paulo II na Encíclica Redemptoris Mater, nº 36: «Nestas sublimes palavras… vislumbra-se a experiência pessoal de Maria, o êxtase do seu coração; nelas resplandece um raio do mistério de Deus, a glória da sua santidade inefável, o amor eterno que, como um dom irrevogável, entra na história do homem».

 

Sugestões para a homilia

 

1. Jesus é a verdadeira fonte da alegria.

2. Esta alegria chegou até nós por Maria Santíssima.

3. Que devemos fazer para o feliz anúncio de tão consoladora realidade?

 

 

1. Jesus é a verdadeira fonte da alegria.

 

Santa Isabel reconhece que o filho lhe salta de alegria em seu ventre ao ouvir a saudação da querida prima, Maria de Nazaré. Essa alegria, por todos tão procurada e desejada, está também ao nosso alcance. Para ela fomos mesmo criados.

 S. Paulo, ao vislumbrar as belezas e alegrias que Deus tem para nós reservadas, deixou escrito “..que jamais passou pela mente dos homens, o que Deus tem preparado para aqueles que O amam.”

Santo Agostinho, depois de buscar a felicidade por caminhos errados,  afirma que só em Deus encontrou alegria e descanso, lastimando-se de O ter encontrado tão tarde.

Não restam dúvidas, como nos afirma  também Santo Agostinho, o nosso coração foi feito para Deus e só n’Ele encontrará a alegria de viver. Como é importante encontrar, desde já, essa fonte de verdadeira alegria para a  vivermos em plenitude, eternamente no Céu!

 

2. Esta alegria chegou até nós por Maria Santíssima.

 

Jesus, Deus e Homem verdadeiro, revelador por excelência do Amor infinito que o mesmo Deus nos tem, é filho da Virgem Santa Maria. Veio ao mundo, assumindo a natureza humana, graças ao consentimento livre de Nossa Senhora. Como nos devemos sentir agradecidos a Maria Santíssima! A missão desta nossa tão boa Mãe, tal como a de Jesus, Seu Filho, foi cheia de grandes provas de sofrimento, merecendo por isso, com toda a razão o título de Corredentora da Humanidade e de Senhora das Dores. E tudo isso para que nós pudéssemos usufruir da verdadeira alegria terrena e eterna, para a qual fomos criados.

Graças à disponibilidade de Maria Santíssima, que se declara sinceramente “escrava do Senhor”, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, o nosso grande Amigo e Redentor, fez-se Homem também. Agora Deus e Homem, verdadeiro, revela-nos não só o Amor infinito do mesmo Deus, mas chama também a atenção para a seriedade com que devemos encarar o problema da salvação, o único verdadeiramente digno deste nome. Graças ao mistério da Incarnação, Jesus dá-nos a maior prova do Seu Amor morrendo por nós e ficando connosco na Santíssima Eucaristia. A alegria do nosso viver será tanto maior, quanto maior for também a compreensão, correspondência e vivência desse Amor de Deus.

 

3. Que devemos fazer para o feliz anúncio de tão consoladora realidade?

 

A experiência humana fala-nos de muitos sofrimentos e lágrimas derramadas por tantas vidas amarguradas, algumas das quais a terminarem mesmo em suicídio. Toda essa tragédia resulta do facto de haver, como já o havia experimentado Santo Agostinho, antes de sua conversão, quem procure a felicidade por caminhos errados, de ilusão, de mentira.

É urgente e necessário que apareçam anunciadores entusiastas e convictos dos caminhos da alegria, da verdadeira felicidade. Esse anúncio deverá manifestar-se em atos concretos, e não ficar apenas palavras, por mais sinceras e lindas que sejam. Como Maria Santíssima, cada um, conforme as suas possibilidades, deverá saber colocar-se ao serviço dos outros. Foi este espírito de serviço que levou Nossa Senhora a estar presente ao lado de Sua prima Isabel, num momento particularmente significativo de sua vida. Exemplos muitos e concretos nos têm sido dados também nesse sentido pelo querido Santo Padre Francisco.

Nossa Senhora, além do espírito de serviço que A animou, levava, no Seu ventre virginal, Aquele “que veio ao mundo para servir e não ser servido”. N’Ele, com Ele e por Ele, Nossa Senhora amava e continua a amar-nos. Esse mesmo Jesus está presente hoje a animar tantos irmãos nossos, levando-os a deixarem o carinho da família, dos amigos e da terra onde nasceram, para estarem junto de crianças abandonadas, velhinhos, leprosos e tantos outros doentes espalhados pelo mundo. O mesmo devemos fazer nós também, no local onde vivemos: anunciar aos que sofrem, Aquele que verdadeiramente os pode e quer fazer felizes. Ele a todos ama com amor infinito e tem remédio para todos os males. E se mais não pudermos fazer, rezemos e ofereçamos ao Senhor, por eles, os sacrifícios que a vida, no dia a dia nos traz. Nossa Senhora em Fátima lembrou mesmo “que vão muitas almas para o inferno, por não haver quem se sacrifique e peçam por elas”.

Será pelo amor que um dia seremos julgados: “Vinde benditos de Meu Pai, porque tive fome, tive sede, estava preso...”, tinha uma vida sem sentido... e vieste ter comigo.

Com a intercessão e exemplo de Nossa Senhora, façamos tudo que estiver ao nosso alcance, pelos irmãos que vivem uma vida sem sentido e por isso a sentem amargurados.

 

 

Oração Universal

 

Oremos irmãos e irmãs:

A Deus Pai, fonte de paz, alegria e amor,

para que por intermédio de Maria Santíssima,

vivendo com entusiasmo a nossa fé,

sejamos instrumentos de felicidade para os outros,

 dizendo: Senhor, escutai a nossa prece.

 

1.     Pela santa Igreja,

para que a mensagem de alegria que  anuncia

 seja vivida também com entusiasmo

e  compreendida por todos os homens,

oremos, irmãos.

 

R. Senhor, escutai a nossa prece.

   

2.     Pelos responsáveis das nações,

para que iluminados pela Verdade,

que do evangelho nos vem,

sejam sempre fieis às leis divinas do Amor de Deus,

oremos, irmãos.

 

R. Senhor, escutai a nossa prece.

 

3.     Para que em todas as famílias

se sinta a presença alegre de Jesus,

e todos possam assim viver contentes,

oremos, irmãos.

 

R. Senhor, escutai a nossa prece.

 

4.     Por todos os que sofrem,

para que descubram o alívio, que podem experimentar

ao identificarem-se com Jesus Cristo,

oremos, irmãos.

 

R. Senhor, escutai a nossa prece.

 

5.     Por todos quantos já partiram para a eternidade,

para que em breve possam usufruir de todas as alegrias

em plenitude no reino dos céus,

oremos irmãos.

 

R. Senhor, escutai a nossa prece.

 

Deus, nosso Pai

por intermédio de Maria Santíssima, Medianeira de todas as graças,

concedei-nos que sempre sintamos  nos caminhos da vida

a presença amorosa de vosso Filho,

e cheios de alegria, O anunciemos aos que ainda O desconhecem.

Ele que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Gloriosa Mãe de Deus, M. Carneiro, NRMS 33-34

 

Oração sobre as oblatas: Senhor, que aceitastes com agrado a caridade da Virgem Maria, Mãe do vosso Filho, aceitai também estes dons que Vos oferecemos e transformai-os para nós em sacrifício de salvação. Por Nosso Senhor...

 

Prefácio de Nossa Senhora II [e na Visitação]: p. 487

 

Santo: Santo I, H. Faria, NRMS 103-104

 

Saudação da paz

 

Só em Jesus, Príncipe da paz, temos a garantia de vivermos em paz. Com o propósito de sempre O termos connosco, Saudai-vos na paz de Cristo.

 

 

Monição da Comunhão

 

Jesus, ainda no ventre puríssimo de Sua Mãe, leva alegria a Santa Isabel e ao futuro S. João Baptista. Essa mesma alegria a quer transmitir a cada um de nós, na Sagrada Comunhão. Vamos pois recebê-lO com muita fé, amor e gratidão.

 

Cântico da Comunhão: Minha alma exulta de alegria, F. da Silva, NRMS 32

cf. Lc 1, 48-49

Antífona da comunhão: Todas as gerações me proclamarão bem-aventurada, porque o Senhor fez em mim maravilhas e santo é o seu nome. (T. P. Aleluia)

 

Cântico de acção de graças: O meu espírito exulta, C. Silva, NRMS 38

 

Oração depois da comunhão: Fazei, Senhor, que a vossa Igreja Vos glorifique pelas maravilhas que realizastes em favor dos vossos fiéis e, assim como São João Baptista exultou ao pressentir o Salvador ainda oculto, também o vosso povo O reconheça com alegria sempre vivo neste sacramento. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

À semelhança de Nossa Senhora, vamos levar connosco Jesus, a verdadeira fonte da alegria e, com a força que d’Ele nos vem, vamos estar mais ao serviço de nossos irmãos necessitados ou carentes de afecto ou de compreensão. Com estes propósitos, ide em paz e Senhor vos acompanhe.

 

Cântico final: Cantai um cântico novo, J. Santos, NRMS 10 (II)

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Alves Moreno

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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