5º Domingo Comum

9 de Fevereiro de 2014

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Vinde, prostremo-nos em terra, Az. Oliveira, NRMS 48

Salmo 94, 6-7

Antífona de entrada: Vinde, prostremo-nos em terra, adoremos o Senhor que nos criou. O Senhor é o nosso Deus.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

A Palavra de Deus deste 5º Domingo do Tempo Comum convida-nos a refletir sobre o compromisso cristão. Aqueles que foram interpelados pelo desafio do “Reino” não podem remeter-se a uma vida cómoda e instalada, nem refugiar-se numa religião ritual e feita de gestos vazios; mas têm de viver de tal forma comprometidos com a transformação do mundo que se tornem uma luz que brilha na noite do mundo e que aponta no sentido desse mundo de plenitude que Deus prometeu aos homens – o mundo do “Reino”.

 

Oração colecta: Guardai, Senhor, com paternal bondade a vossa família; e, porque só em Vós põe a sua confiança, defendei-a sempre com a vossa protecção. Por Nosso Senhor...

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O profeta Isaías apresenta as condições necessárias para “ser luz”: é uma “luz” que ilumina o mundo, não quem cumpre ritos religiosos estéreis e vazios, mas quem se compromete verdadeiramente com a justiça, com a paz, com a partilha.

 

Isaías 58, 7-10

7Eis o que diz o Senhor: «Reparte o teu pão com o faminto, dá pousada aos pobres sem abrigo, leva roupa ao que não tem que vestir e não voltes as costas ao teu semelhante. 8Então a tua luz despontará como a aurora e as tuas feridas não tardarão a sarar. Preceder-te-á a tua justiça e seguir-te-á a glória do Senhor. 9Então, se chamares, o Senhor responderá, se O invocares, dir-te-á: ‘Aqui estou’. Se tirares do meio de ti a opressão, os gestos de ameaça e as palavras ofensivas, 10se deres do teu pão ao faminto e matares a fome ao indigente, a tua luz brilhará na escuridão e a tua noite será como o meio-dia».

 

7 Há uma grande afinidade deste texto com as obras de misericórdia, proclamadas por Jesus na descrição do juízo final (Mt 25, 31-46). Assim esta passagem isaiana prepara e de algum modo antecipa a moral evangélica.

8-10 À prática da caridade são prometidas as maiores vantagens: «a tua luz» (vv. 8 e 10) parece referir-se à prosperidade que acompanhará quem for generoso no exercício da caridade.

 

Salmo Responsorial    Salmo 111 (112), 4-5.6-7.8a e 9 (R. 4a ou Aleluia)

 

Monição: O homem que agrada a Deus é como uma luz nas trevas. Que a misericórdia de Deus brilhe naqueles que O servem.

 

Refrão:        Para o homem recto

nascerá uma luz no meio das trevas.

 

Ou:               Aleluia.

 

Brilha aos homens rectos, como luz nas trevas,

o homem misericordioso, compassivo e justo.

Ditoso o homem que se compadece e empresta

e dispõe das suas coisas com justiça.

 

Este jamais será abalado;

o justo deixará memória eterna.

Ele não receia más notícias:

seu coração está firme, confiado no Senhor.

 

O seu coração é inabalável, nada teme;

reparte com largueza pelos pobres,

a sua generosidade permanece para sempre

e pode levantar a cabeça com altivez.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Falando aos irmãos de Corinto, Paulo avisa que ser “luz” é identificar-se com Cristo e interiorizar a “loucura da cruz” que é dom da vida. É na fragilidade e na debilidade que Deus Se manifesta, tal como o Apóstolo demonstra com a sua vida frágil e pouco brilhante.

 

Coríntios 2, 1-5

1Quando fui ter convosco, irmãos, não me apresentei com sublimidade de linguagem ou de sabedoria a anunciar-vos o mistério de Deus. 2Pensei que, entre vós, não devia saber nada senão Jesus Cristo, e Jesus Cristo crucificado. 3Apresentei-me diante de vós cheio de fraqueza e de temor e a tremer deveras. 4A minha palavra e a minha pregação não se basearam na linguagem convincente da sabedoria humana, mas na poderosa manifestação do Espírito Santo, 5para que a vossa fé não se fundasse na sabedoria humana, mas no poder de Deus.

 

Muitos exegetas querem ver estas considerações de S. Paulo sobre a natureza e o modo da sua pregação ditadas pela amarga experiência do fracasso de Atenas, pregação que ele ali tanto tinha cuidado, servindo-se dos seus extraordinários recursos oratórios e até da sua cultura profana, com a citação de autores pagãos (Act 17, 28). Chega de Atenas a Corinto, desiludido com os sábios do Areópago e com a sabedoria humana em consequência dos reduzidíssimos frutos daquela pregação. A própria experiência tinha-o tornado ainda mais humilde «cheio de fraqueza e de temor e a tremer deveras» (v. 3), pregando, é certo, com grande ardor, mas não baseado nos seus recursos pessoais, «na linguagem convincente da sabedoria» (v. 4), mas no «poder de Deus» (v. 5). O êxito de S. Paulo em Corinto foi este apoiar-se em Deus e o falar com toda a clareza e sem complexos, de «Jesus Cristo crucificado» (v. 2), do escândalo e da loucura da Cruz. (cf. 1 Cor 1, 23).

 

Aclamação ao Evangelho        Jo 8, 12

 

Monição: Aclamemos a Cristo que, nos seus discípulos, se torna luz que vence a escuridão do sofrimento, do egoísmo, do medo e que conduz ao encontro de um “Reino” de liberdade e de esperança.

 

Aleluia

 

Cântico: M. Simões, NRMS 9 (II)

 

Eu sou a luz do mundo, diz o Senhor:

quem Me segue terá a luz da vida.

 

 

Evangelho

 

São Mateus 5, 13-16

13Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Vós sois o sal da terra. Mas se ele perder a força, com que há-de salgar-se? Não serve para nada, senão para ser lançado fora e pisado pelos homens. 14Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; 15nem se acende uma lâmpada para a colocar debaixo do alqueire, mas sobre o candelabro, onde brilha para todos os que estão em casa. 16Assim deve brilhar a vossa luz diante dos homens, para que, vendo as vossas boas obras, glorifiquem o vosso Pai que está nos Céus».

 

Este texto aparece na continuação da proclamação das bem-aventuranças e constitui como que um corolário delas e a sua aplicação (os vv. 11-12 já eram uma primeira aplicação aos ouvintes da 8ª bem-aventurança): na medida em que os discípulos viverem o espírito das bem-aventuranças, assim eles serão «sal da terra» e «luz do mundo» (é este o lema para a XVII Jornada Mundial da Juventude em Toronto; ver a mensagem do Papa). Neste texto não se vê uma referência ao mandato de anunciar o Evangelho com a pregação (cf. Mt 28, 19-20; Mc 16, 15.20), mas sim ao testemunho de vida – «vendo as vossas boas obras (v. 16) – que todos os discípulos têm de dar. As metáforas do sal e da luz são de si muito expressivas. O «sal» preserva da corrupção e dá gosto aos alimentos, mas sem chamar a atenção com a sua presença. O sal então usado na Palestina era em geral extraído de jazigos de sal gema a SW do Mar Morto e, quando era menos puro, vinha misturado com argila; a humidade facilmente o podia diluir, deixando ficar restos de terra dessorada que só servia para se deitar fora. Os discípulos são «luz» enquanto devem, como «filhos da luz» (1 Tes 5, 5), reflectir Cristo, «luz do mundo» (Jo 1, 4-5.9; 3, 19-21; 8, 12; 9, 5; 12, 35-36.46).

 

Sugestões para a homilia

 

1. Um mundo cansado de pregadores

2. A única prova de religião válida perante Deus

3. A nossa missão é ser sal e luz

4. Maria, luz do mundo

 

1. Um mundo cansado de pregadores

 

A nossa sociedade está afastar-se cada vez mais de Deus e dos grandes valores. Mas muitas vezes por causa dos cristãos que não são capazes, com a sua palavra e sobretudo com o seu exemplo, darem um verdadeiro testemunho de coerência, de compromisso e de fé em Cristo Jesus.

O mundo está cansado de pregadores, de palavras bonitas lançadas ao vento; está farto de pessoas que fazem tudo muito bem na Igreja e depois lá fora, na vida do dia-a-dia, esquecem que Deus existe.

Penso que as leituras da Palavra de Deus hoje devem ajudar-nos a refletir mais nesse sentido, a fazer um exame de consciência e a meditar no exemplo que temos sido para os outros.

 

 

2. A única prova de religião válida perante Deus

 

O problema é que ninguém pode dar aquilo que não tem, ou seja, ninguém pode transmitir uma alegria senão a sente; ninguém pode ser luz no mundo se a sua vida não é transparente, ninguém pode falar de Jesus se não o traz bem dentro do seu coração.

E como se isso não bastasse, acabamos por criar uma religião mais à nossa maneira, mais de acordo com a nossa vontade, desejos e caprichos: preferimos fazer sacrifícios que obedecer e seguir a doutrina da Igreja, preferimos fazer promessas que tirar algum tempo do nosso dia para falarmos abertamente com Deus, dizendo-Lhe os nossos problemas e os nossos desejos (Deus gosta de nos ouvir!), preferimos fazer muitas devoções e muitos atos de piedade em vez de praticar a caridade.

Nos nossos dias, as pessoas são tentadas a refugiar-se numa falsa piedade, máscara do egoísmo, separando o amor a Deus do amor ao próximo.

O profeta Isaías, na primeira leitura, vem recordar-nos que o sinal da verdadeira religião é o amor aos oprimidos e mais carenciados, manifestado por obras.

Mais que acender velas, fazer promessas e sacrifícios ou andar em procissões, Deus diz-nos, pela boca do profeta, que prefere a prática do mandamento do amor.

“Eis o que diz o Senhor: reparte o teu pão com o faminto, dá pousada aos pobres sem abrigo, leva roupa ao que não tem que vestir e não voltes as costas ao teu semelhante”.

Sentir como próprios os problemas dos outros e procurar dar-lhes solução, na medida das possibilidades de cada um, é a única prova de religião válida perante Deus.

 

 

3. A nossa missão é ser sal e luz

 

Deus pede-nos obras, não palavras ocas! Pede-nos testemunho de caridade e fraternidade como sinal da nossa conversão interior.

Caros irmãos e irmãs, assumamos um compromisso sério com o Evangelho de cumprir a missão que Deus nos confiou. Para isso temos de descobrir e sentir primeiro esta alegria de sermos filhos de Deus, a felicidade enorme que é ser cristão, a paz que nos traz o cumprimento da vontade de Deus na nossa vida. Quem assim fizer, então está a ser aquilo que Jesus que os discípulos fossem: “Vós sois o sal da terra e a luz do mundo”.

Jesus também nos preveniu: “Mas se o sal perder a força, com que há de salgar-se? Não serve para nada, senão para ser lançado fora e pisado pelos homens”, e também: “não se acende uma luz para se colocar debaixo do alqueire ou dentro de um armário, mas coloca-se sobre o candelabro para que brilhe para todos os que estão em casa”.

Ao dizer-nos que somos sal da terra e luz do mundo, Jesus serve-se de imagens e comparações que nos ajudam a compreender a nossa missão no mundo. E qual é essa missão? Todos nós somos convidados a ser como o sal e a luz, isto é, estarmos presentes nas realidades terrena do mundo, para ajudarmos os homens a encontrar sentido para a sua existência e darmos aos outros o gosto pela vida.

 

 

4. Maria, luz do mundo

 

Meus irmãos e irmãs: o que os homens precisam e o Deus quer de nós são obras, não palavras. Mostremos pois com a nossa vida que Cristo vive em nós. Deixemos que em nós se cumpra a vontade de Cristo: “deve brilhar a vossa luz diante dos homens para que, vendo as vossas boas obras, glorifiquem o Vosso pai que está nos Céus”.

Maria, estrela da fé que nos guia. Passados quase dois mil anos, a sua vida continua a ser uma luz para milhões de crentes. Que Maria continue a guiar-nos de modo a encontrarmos o verdadeiro sentido e gosto da vida.

 

 

Credo

 

P. Credes no Deus vivo, Deus criador e razão criadora que, por amor, dá sentido à criação e à nossa vida? R. Sim, Creio.

 

P. Credes em Cristo, rosto deste Deus que não permaneceu escondido mas que tem um nome, nos mostra o caminho da vida?

R. Sim, creio!

 

P. Credes no Espírito Santo e na comunhão da Igreja, na qual Cristo é o Deus vivo, que entra no nosso tempo, entra na nossa profissão, entra na vida de todos os dias?

R. Sim, creio!

 

Fala o Santo Padre

 

«Os discípulos do Senhor são chamados a dar novo “sabor” ao mundo

e a preservá-lo da corrupção, com a sabedoria de Deus»

Prezados irmãos e irmãs

No Evangelho deste domingo, o Senhor Jesus diz aos seus discípulos: «Vós sois o sal da terra... Vós sois a luz do mundo» (Mt 5, 13.14). Mediante estas imagens ricas de significado, Ele quer transmitir-lhes o sentido da sua missão e do seu testemunho. Na cultura médio-oriental, o sal evoca vários valores como a aliança, a solidariedade, a vida e a sabedoria. A luz é a primeira obra de Deus Criador e é fonte da vida; a própria Palavra de Deus é comparada com a luz, como proclama o salmista: «A vossa palavra é lâmpada para os meus passos, luz para o meu caminho» (Sl 119, 105). E ainda na Liturgia de hoje, o profeta Isaías diz: «Se deres do teu pão ao faminto, se alimentares os pobres, a tua luz levantar-se-á na escuridão e a tua noite resplandecerá como o pleno dia» (58, 10). A sabedoria resume em si os efeitos benéficos do sal e da luz: com efeito, os discípulos do Senhor são chamados a dar novo «sabor» ao mundo e a preservá-lo da corrupção, com a sabedoria de Deus, que resplandece plenamente no rosto do Filho, porque Ele é a «verdadeira luz que a todos ilumina» (Jo 1, 9). Unidos a Ele, os cristãos podem difundir no meio das trevas da indiferença e do egoísmo a luz do amor de Deus, autêntica sabedoria que confere significado à existência e ao agir dos homens.

No próximo dia 11 de Fevereiro, memória da Bem-Aventurada Virgem de Lourdes, celebraremos o Dia Mundial do Doente. É uma ocasião propícia para meditar, rezar e aumentar a sensibilidade das comunidades eclesiais e da sociedade civil para os irmãos e as irmãs doentes. Na Mensagem para este Dia, inspirada por uma expressão da primeira Carta de Pedro: «Pelas suas chagas fostes curados» (2, 24), convido todos a contemplar Jesus, o Filho de Deus que sofreu, morreu e ressuscitou. Deus opõe-se radicalmente à prepotência do mal. O Senhor cuida do homem em cada situação, partilha o sofrimento e abre o coração à esperança. […]

Bento XVI, Angelus na Praça de São Pedro a 6 de Fevereiro de 2011

 

Oração Universal

 

Ao Senhor, que é luz da vida,

confiamos as preces dos seus filhos,

dizendo com toda a nossa fé:

 

Ouvi, Senhor, a nossa prece!

 

1. Deus de luz, nós Te bendizemos: Quando te chamamos, Tu responde “Eis-me aqui”, nos encontros e na presença dos nossos irmãos e irmãs.

 

2. Nós Te pedimos pelos famintos e pelos infelizes sem-abrigo, mas sobretudo pelas missões que nos confias. Enche-nos do teu Espírito de generosidade. Que Ele nos abra as mãos para a partilha e nos inspire palavras de esperança e de coragem.

 

3. Nós Te damos graças, Pai todo-poderoso, pelo teu Filho Jesus Cristo, o Messias crucificado, que transformou a cruz em passagem para a vida.

 

4. Nós Te pedimos: purifica-nos das sabedorias ilusórias e das doutrinas contrárias ao Evangelho; pelo teu Espírito, fortifica a nossa fé, faz-nos aderir ao teu Filho, porque só a Ele queremos conhecer.

 

5. Nós Te damos glória pela luz que entrou no nosso mundo, manifestada no teu Filho Jesus, e pela multidão dos fiéis que caminharam no seguimento da luz, fazendo o bem.

 

6. Nós Te pedimos por todas as nossas assembleias cristãs: que elas dêem sabor à nossa humanidade e sejam a luz que brilha para o nosso mundo.

 

Deus eterno e omnipotente, acolhei estas preces que os vossos filhos apresentaram e derramai sobre eles as vossas bênçãos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo Vosso Filho que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Pela Palavra de Jesus, M. Simões, NRMS 62

 

Oração sobre as oblatas: Senhor nosso Deus, que criastes o pão e o vinho para auxílio da nossa fraqueza concedei que eles se tornem para nós sacramento de vida eterna. Por Nosso Senhor...

 

Santo: F. da Silva, NRMS 99-100

 

Monição da Comunhão

 

Participando na Eucaristia, somos revestidos e habitados por Aquele que nos torna sal da terra, luz do mundo e esperança para todos.

 

Cântico da Comunhão: Brilhe a vossa luz diante dos homens, M. Simões, NRMS 63

Salmo 106, 8-9

Antífona da comunhão: Dêmos graças ao Senhor pela sua misericórdia, pelos seus prodígios em favor dos homens, porque Ele deu de beber aos que tinham sede e saciou os que tinham fome.

Ou:    Mt 5, 5-6

Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.

 

Cântico de acção de graças: Louvarei para sempre, F. de Freitas, NRMS 9-10 (I)

 

Oração depois da comunhão: Deus de bondade, que nos fizestes participantes do mesmo pão e do mesmo cálice, concedei que, unidos na alegria e no amor de Cristo, dêmos fruto abundante para a salvação do mundo. Por Nosso Senhor...

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

“Sal da terra”. As nossas vidas têm gosto? E que gosto? O gosto da partilha, do acolhimento, da misericórdia, da caridade, como nos convida Isaías? Têm o sabor de Cristo ressuscitado? Se sim, as nossas vidas terão gosto para nós mesmos e para os outros… tornar-se-ão “Luz diante dos homens”. Que assim seja em mais uma semana!

 

Cântico final: Ficai connosco, Senhor, M. Borda, NRMS 43

 

 

Homilia FeriaL

 

5ª SEMANA

 

2ª Feira, 10-II: Descobrir a presença do Senhor.

1 Re 8, 1-7. 9-13 / Mc 6. 53-56

Transportaram a Arca do Senhor e a Tenda da Reunião, com todas as alfaias sagradas que nesta se encontraram.

A Arca da Aliança e a Tenda da Reunião eram um sinal da presença de Deus no meio do seu povo (Leit.). De modo semelhante, a presença de Jesus em qualquer lugar faz com que lhe levem todos os doentes para serem curados (Ev.). Não deixemos de descobrir esta presença de Deus no Sacrário de cada igreja, onde podemos falar com Deus, como fazia Moisés na Tenda da reunião; e depois, levar os conselhos recebidos aos que nos rodeiam no trabalho e na família.

Também precisamos descobrir Deus nos nossos irmãos, lembrando o que Jesus nos diz: O que fizeres a um dos meus irmãos pequeninos a mim o fazes. E finalmente, nos acontecimentos de cada dia: nas horas de trabalho, no descanso, nas pequenas contrariedades, etc.

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Nuno Westwood

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilia Ferial:                      Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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