10º Domingo Comum

9 de Junho de 2013

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Adorai o Senhor no seu templo, M. Carneiro, NRMS 98

Salmo 26, 1-2

Antífona de entrada: O Senhor é minha luz e salvação: a quem temerei? O Senhor é protector da minha vida: de quem hei-de ter medo?

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Estamos em pleno tempo comum. A dimensão profética percorre a liturgia da Palavra deste domingo, em Elias, o profeta da esperança e da vida, em Paulo, o profeta do Evangelho recebido de Deus, e, particularmente, em Jesus, o grande profeta que visita o seu povo em atitude de total oblação.

Deixemos que Deus nos visite hoje e nos dê a sua vida.

 

Oração colecta: Deus, fonte de todo o bem, ensinai-nos com a vossa inspiração a pensar o que é recto e ajudai-nos com a vossa providência a pô-lo em prática. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: A primeira leitura apresenta-nos a figura da mulher de Sarepta, que significa a perda da esperança e o sentimento de derrota e de procura de um culpado, e a figura do profeta Elias, que acredita no Deus da vida, que não abandona o homem ao poder da morte, ressuscitando o filho da viúva.

 

1 Reis 17, 17-24

17Naqueles dias, caiu doente o filho da viúva de Sarepta e a enfermidade foi tão grave que ele morreu. 18Então a mãe disse a Elias: «Que tens tu a ver comigo, homem de Deus? Vieste a minha casa lembrar-me os meus pecados e causar a morte do meu filho?» 19Elias respondeu-lhe: «Dá-me o teu filho». Tomando-o dos braços da mãe, levou-o ao quarto de cima, onde dormia, e deitou-o no seu próprio leito. 20Depois invocou o Senhor, dizendo: «Senhor, meu Deus, quereis ser também rigoroso para com esta viúva, que me hospeda em sua casa, a ponto de fazerdes morrer o seu filho?» 21Elias estendeu-se três vezes sobre o menino e clamou de novo ao Senhor: «Senhor, meu Deus, fazei que a alma deste menino volte a entrar nele». 22O Senhor escutou a voz de Elias: a alma do menino voltou a entrar nele e o menino recuperou a vida. 23Elias tomou o menino, desceu do quarto para dentro da casa e entregou-o à mãe, dizendo: «Aqui tens o teu filho vivo». 24Então a mulher exclamou: «Agora vejo que és um homem de Deus e que se encontra verdadeiramente nos teus lábios a palavra do Senhor».

 

Esta leitura foi escolhida em função do Evangelho de hoje que relata a ressurreição do filho da viúva de Naim. Os Padres da Igreja viram na acção do profeta Elias uma figura da acção de Cristo, que vem para trazer à vida da graça os povos pagãos, mortos pelo pecado. O poder de Cristo, que se revela no milagre do Evangelho, sobressai como um poder próprio, sem precisar do recurso à oração a Deus e a técnicas de reanimação.

 

 

Salmo Responsorial    Sl 29 (30), 2.4-6.11-12a.13b (R. 2a)

 

Monição: Com o salmista, louvemos o Senhor da vida que nos salvou e nos protege em todo momento.

 

Refrão:        Eu Vos louvarei, Senhor, porque me salvastes.

 

Eu Vos glorifico, Senhor, porque me salvastes

e não deixastes que de mim se regozijassem os inimigos.

Tirastes a minha alma da mansão dos mortos,

vivificastes-me para não descer ao túmulo.

 

Cantai salmos ao Senhor, vós os seus fiéis,

e dai graças ao seu nome santo.

A sua ira dura apenas um momento

e a sua benevolência a vida inteira.

Ao cair da noite vêm as lágrimas

e ao amanhecer volta a alegria.

 

Ouvi, Senhor, e tende compaixão de mim,

Senhor, sede vós o meu auxílio.

Vós convertestes em júbilo o meu pranto:

Senhor meu Deus, eu Vos louvarei eternamente.

 

 

Segunda Leitura

 

Monição: Na segunda leitura, acolhemos a absoluta gratuidade da conversão de Paulo, para quem o Evangelho é uma força vital e criadora, que produz o que anuncia; a sua força é Deus. É uma força vital, uma dinâmica profética que ele recebeu diretamente de Deus.

 

Gálatas 1, 11-19

11Eu vos declaro, irmãos: O Evangelho anunciado por mim não é de inspiração humana, 12porque não o recebi ou aprendi de nenhum homem, mas por uma revelação de Jesus Cristo. 13Certamente ouvistes falar do meu proceder outrora no judaísmo e como perseguia terrivelmente a Igreja de Deus e procurava destruí-la. 14Fazia mais progressos no judaísmo do que muitos dos meus compatriotas da mesma idade, por ser extremamente zeloso das tradições dos meus pais. 15Mas quando Aquele que me destinou desde o seio materno e me chamou pela sua graça, 16Se dignou revelar em mim o seu Filho para que eu O anunciasse aos gentios, decididamente não consultei a carne e o sangue, 17nem subi a Jerusalém para ir ter com os que foram Apóstolos antes de mim mas retirei-me para a Arábia e depois voltei novamente a Damasco. 18Três anos mais tarde, subi a Jerusalém para ir conhecer Pedro e fiquei junto dele quinze dias. 19Não vi mais nenhum dos Apóstolos, a não ser Tiago, irmão do Senhor. 20– O que vos escrevo, diante de Deus o afirmo: não estou a mentir.

 

S. Paulo escreve aos cristãos da Galácia, mais provavelmente da Galácia do Norte, na Turquia actual. Eram cristãos na maior parte convertidos de tribos pagãs originárias da Gália, que estavam a ser perturbados por pregadores cristãos de tendência judaizante, que os intimidavam dizendo-lhes que, para se salvarem, não bastava o Baptismo e a fé cristã, mas que necessitavam de ser circuncidados. Para imporem a sua teoria, tentavam desacreditar a pessoa de S. Paulo, afirmando que ele não era um verdadeiro Apóstolo, pois não tinha recebido a sua missão directamente de Jesus. Nesta carta o Apóstolo começa por declarar e explicitar como foi o próprio Senhor que lhe revelou o Evangelho – os principais mistérios – que ele pregava. Sendo assim, logo após a conversão, não teve necessidade de vir imediatamente a Jerusalém para ouvir os Apóstolos, retirou-se para a Arábia (o reino nabateu, a sul de Damasco) e só ao fim de três anos é que foi estar com os Apóstolos. Pergunta-se, então, que fez S. Paulo durante esses três anos? Uns pensam que foram anos de pregação, outros que teria sido um tempo de retiro espiritual, em que ele assenta ideias, confrontando a revelação que teve com os dados do Antigo Testamento e da fé dos primeiros cristãos. S. Paulo não diz que passou os três anos na Arábia, simplesmente fala de três anos mais tarde, por isso é legítimo pensar que tenha passado a maior parte desse tempo em Damasco; com efeito, não teria encontrado na Nabateia um ambiente favorável a um pregador judeu, por isso se teria visto forçado a regressar a Damasco continuando aqui a anunciar Jesus por três anos; com efeito, o rei nabateu, Aretas IV, andava em guerra com os judeus, para se vingar do rei Herodes Antipas, que se tinha divorciado da sua filha para casar com Herodíades, a esposa do seu irmão Filipe.

19 “Só vi Tiago”. A forma de falar não significa necessariamente que este irmão do Senhor fosse um dos 12 Apóstolos. Para que tenha sentido a frase, basta que se trate duma figura proeminente da igreja jerosolimitana; para isto bastaria o simples título de “irmão (parente) do Senhor” e a participação da missão apostólica. Por isso, hoje, muitos exegetas entendem que este Tiago é distinto do apóstolo, “filho de Alfeu.”, o “São Tiago Menor. Não se pode tratar de Tiago, irmão de João, pois, segundo o testemunho de Flávio José, foi martirizado por Herodes Agripa I, pelos anos 42-44 (cf. Act 12, 2).

 

Aclamação ao Evangelho        Lc 7, 16

 

Monição: No Evangelho, temos a revelação de Deus expressa na atitude de piedade e compaixão de Jesus no milagre da ressurreição do filho da viúva. Deus visita o seu povo em Jesus, “um grande profeta”, realizando o reino pela ressurreição, oferecendo a sua vida e dando-lhe pleno sentido.

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação ao Evangelho-1, F. Silva, NRMS 50-51

 

Apareceu no meio de nós um grande profeta:

Deus visitou o seu povo.

 

 

Evangelho

 

São Lucas 7, 11-17

Naquele tempo, 11dirigia-Se Jesus para uma cidade chamada Naim; iam com Ele os seus discípulos e uma grande multidão. 12Quando chegou à porta da cidade, levavam um defunto a sepultar, filho único de sua mãe, que era viúva. Vinha com ela muita gente da cidade. 13Ao vê-la, o Senhor compadeceu-Se dela e disse-lhe: «Não chores». 14Jesus aproximou-Se e tocou no caixão; e os que o transportavam pararam. Disse Jesus: «Jovem, Eu te ordeno: levanta-te». 15O morto sentou-se e começou a falar; e Jesus entregou-o à sua mãe. 16Todos se encheram de temor e davam glória a Deus, dizendo: «Apareceu no meio de nós um grande profeta; Deus visitou o seu povo». 17E a fama deste acontecimento espalhou-se por toda a Judeia e pelas regiões vizinhas.

 

1 “Naim”. Como também hoje, não seria propriamente uma cidade, mas uma pequena aldeia a uns 10 km a Sueste de Nazaré. É frequente que S. Lucas dê o nome da cidade a pequenas aldeias. É esta a única passagem em toda a Bíblia onde se fala desta terra, o que leva a crer que seria mesmo um lugarejo sem importância, mas isso não obstou a que Jesus fizesse ali um grande milagre. É S. Lucas o único Evangelista a contá-lo, o Evangelista que mais se detém a retratar a misericórdia do coração de Cristo; nem sequer foi preciso um pedido formal da desolada viúva para que, com uma única palavra, transformasse o seu choro na maior alegria, devolvendo-lhe o seu único filho vivo. Os funerais costumavam realizar-se no mesmo dia da morte, ao meio da tarde.

15 “E Jesus entregou-o à mãe”. Santo Agostinho comenta: “Esta mãe viúva alegra-se com o filho ressuscitado. Diariamente se alegra a Mãe Igreja com os homens que ressuscitam na sua alma. Aquele estava morto quanto ao corpo; estes, quanto ao seu espírito. Aquela morte visível chora-se visivelmente; a morte invisível destes nem se chora nem se vê. Anda à busca destes mortos Aquele que os conhece, Aquele que pode fazê-los voltar à vida» (Sermão 98, 2). O mesmo Santo afirma que é um maior milagre a conversão dum pecador do que a ressurreição dum morto, embora seja menos espectacular.

 

Sugestões para a homilia

 

À procura da eternidade

“Eu te ordeno: levanta-te" (Lc 7, 14)

 

 

À procura da eternidade

 

Nós humanos somos finitos, frágeis, mortais. Apesar disso, todos os relatos da criação do homem, bíblicos e extra-bíblicos, falam da procura do homem da eternidade, do não sofrimento. Se formos à nossa tradição judaico-cristã, vemos no relato da criação como os primeiros humanos eram eternos, não sofriam. Foi o pecado, a desobediência que fez com que o homem se tornasse neste ser-para-a-morte e habituado ao sofrimento. Não vamos explorar muitas situações de sofrimento e de morte mas basta pensar na dor da perda de um filho pequeno, na perda dos pais, de familiares que são vítimas de acidentes, a morte como consequência de uma doença mais ou menos prolongada… Estas situações de morte em que não há um responsável direto… mas que nós algumas vezes culpabilizamos o próprio Deus.

As leituras de hoje falam-nos de morte e de sofrimento, situações a que nós, humanos, tentamos fugir. E de situações de morte mais difíceis de encarar. Que os filhos vejam partir os pais é doloroso mas estamos mais ou menos habituados, porque até na ordem natural da vida é normal que assim aconteça. Um pai, uma mãe ver morrer o seu filho é, sem dúvida uma dor que ninguém pode sentir. As situações das leituras que hoje escutámos são ainda mais dramáticas: mulheres, viúvas, que perdem a única riqueza que tinham, um único filho. Sabemos bem que não são fábulas, situações que só aparecem nos livros. Quantas mães conhecem este drama!?

E é inevitável a desorientação. Perguntas que não têm resposta, conforto dos amigos que muitas vezes são um verdadeiro desconforto… E diante estas situações somos invadidos pela revolta: Porquê a mim? Porque é que Deus me trata assim? Onde está Deus? Foi a atitude da viúva de Sarepta: revolta-se contra Deus e contra Elias, o homem de Deus.

Outras vezes somos confortados pelos amigos ao conformismo: 'olhe, conforme-se'; 'Não somos nada'; 'temos que continuar a vida…' A viúva de Naim ia conformada, embora talvez no seu íntimo muito inconformada, sepultar o seu único filho…

Que outro remédio temos nós senão conformarmo-nos e continuar a nossa vida mesmo que não tenhamos vontade?

A verdadeira questão é esta: haverá alguém, haverá alguma palavra que nos console verdadeiramente?

As leituras dizem-nos que sim. Há Deus que está connosco, há uma palavra que consola, que é a de Jesus Cristo.

 

 

“Eu te ordeno: levanta-te" (Lc 7, 14)

 

Diante de um sofrimento inesperado a palavra que Jesus nos diz é uma palavra de confiança: "Não chores". E esta palavra de Deus é a prova de que Deus não foge, não é indiferente, não é insensível às situações de sofrimento. E sobretudo, Deus não castiga. Deus não está para nós para nos provocar o medo, nem a angústia nem a desgraça. Deus está para nós para nos amar. De tal modo que sofre connosco diante do mesmo sofrimento. Jesus, dizia o Evangelho, ao ver aquela mulher, compadeceu-se dela; ou seja, coloca-se incondicionalmente do nosso lado. A compaixão cristã não é estar de um modo superior em relação ao outro para o achar 'coitado'. A compaixão cristã é o 'sofrer com', que é o que Deus faz connosco.

Foi a oração de Elias que fez com que aquele rapaz voltasse à vida; foi a palavra compassiva de Jesus que fez reanimar aquele filho da viúva.

A palavra de Jesus Cristo é uma palavra que dá vida. Este milagre de Jesus é para nós um sinal de Ressurreição. Jesus Ressuscitado diz a cada um de nós: "Eu te ordeno: levanta-te". Só ele nos consegue fazer passar da condição de morte para a luz admirável da vida nova e eterna começada no dia da Ressurreição.

Confiança em Deus. Na noite escura da nossa vida temos uma luz que nos habita, que nos preenche e que nos transfigura: é a luz do Espírito Santo Consolador.

Peçamos ao Senhor que nos nossos momentos de dor, de sofrimento, de situações inesperadas não fiquemos nem na revolta nem no simples conformismo. Que na nossa fragilidade, na nossa solidão, saibamos sentir uma fé viva na presença amorosa de Cristo, que nos devolve a paz do coração, a alegria de viver, a esperança da Ressurreição e da vida nova em abundância que Ele tem para nos dar.

 

 

Credo

 

P. Credes no Deus vivo, Deus criador e razão criadora que, por amor, dá sentido à criação e à nossa vida? R. Sim, Creio.

 

P. Credes em Cristo, rosto deste Deus que não permaneceu escondido mas que tem um nome, nos mostra o caminho da vida?

R. Sim, creio!

 

P. Credes no Espírito Santo e na comunhão da Igreja, na qual Cristo é o Deus vivo, que entra no nosso tempo, entra na nossa profissão, entra na vida de todos os dias?

R. Sim, creio!

 

 

Oração Universal

 

Ao Senhor da Vida,

confiamos as preces dos seus filhos,

especialmente dos mais jovens,

dizendo com toda a nossa fé:

 

Senhor da Vida, ouvi-nos!

 

1. Pela Igreja: para que manifeste ao mundo, o rosto jovial de Cristo, que se desenha numa comunidade cristã em que os jovens dão testemunho alegre da sua fé. Oremos irmãos.

 

2. Pelos que têm responsabilidade no governo das nações: para que favoreçam uma educação integral das novas gerações, e assim promovam uma cultura aberta aos mais altos valores do espírito. Oremos irmãos.

 

3. Pelos pais, professores, diretores e demais educadores: para que desenvolvam nos jovens todas as suas capacidades de ser, de saber e de saber fazer, de modo a torná-los cada vez mais testemunhas do amor. Oremos irmãos.

 

4. Pelos jovens, que se sentem a mais no seu mundo, e têm medo do futuro. Para que descubram em Cristo o sentido único e a plenitude das suas Vidas. Oremos irmãos. Assembleia: Ouvi-nos, Senhor!

 

5. Por todos nós aqui presentes: para que consagremos toda a nossa vida aos elevados ideais da fé e da solidariedade humana. Oremos irmãos.

 

 

P: Deus eterno e omnipotente, acolhei estas preces que os vossos filhos apresentaram e derramai sobre eles as vossas bênçãos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo Vosso Filho que é Deus Convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Ó Deus, que, pelo Vosso Espírito, nos dais a ousadia de nos aproximarmos de vós e de Vos invocarmos, concedei-nos por meio do Vosso Filho a plenitude do vosso amor. Ele que é Deus convosco na Unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Em redor do teu altar, M. Carneiro, NRMS 42

 

Oração sobre as oblatas: Olhai com bondade, Senhor, para os dons que apresentamos ao vosso altar e fazei que esta oblação Vos seja agradável e aumente em nós a caridade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Santo: F. dos Santos, NCT 201

 

Monição da Comunhão

 

Pela sua compaixão, Jesus interrompe o cortejo da morte, para anunciar e antecipar a promessa da Vida. Ele quer que tenhamos vida e vida em abundância. E, por isso, à mesa da Eucaristia, nos dá o Pão da Vida. Quem comer deste Pão viverá eternamente.

 

Cântico da Comunhão: Eu vim para que tenham vida, F. Silva, NRMS 70

Salmo 17, 3

Antífona da comunhão: Sois o meu protector e o meu refúgio, Senhor; sois o meu libertador; meu Deus, em Vós confio.

 

Ou

1 Jo 4, 16 

Deus é amor. Quem permanece no amor permanece em Deus e Deus permanece nele.

 

 

Cântico de acção de graças: Cantai ao Senhor, porque é eterno, M. Luís, NRMS 37

 

Oração depois da comunhão: Nós Vos pedimos, Senhor, que a acção santificadora deste sacramento nos liberte das más inclinações e nos conduza a uma vida santa. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

A cada um de nós, Jesus pede hoje uma espécie de «levantamento popular» contra a cultura da morte. Uma "anticultura" que se manifesta, por exemplo, na droga, na fuga do real para o ilusório e para uma felicidade falsa. A esta promessa de aparente felicidade, a esta vida aparente, que na realidade é apenas instrumento de morte, dizei "não", para cultivar a cultura da vida! Tende presente esta palavra de ordem, «levanta-te», pois se cada um de vós, se levanta, é realmente o mundo inteiro que se eleva e se agiganta!

 

Cântico final: Confiarei no meu Deus, F. da Silva, NRMS 106

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Nuno Westwood

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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