Imaculado Coração de Maria

8 de Junho de 2013

 

Memória

 

O Evangelho desta memória é próprio.

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Ditosa Virgem cheia de graça, J. Santos, NRMS 75

cf. Salmo 12, 6

Antífona de entrada: O meu coração exulta em Deus meu Salvador. Cantarei ao Senhor por tudo o que Ele fez por mim.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

O coração é símbolo de amor. Com a referência ao coração queremos salientar a bondade de uma determinada pessoa. Este sinal tão humano e natural foi também utilizado por Jesus e Sua e nossa Mãe Santíssima, para nos revelar o amor e carinho que nos dedicam. Assim, depois termos celebrado a solenidade do Sagrado Coração de Jesus, estamos hoje a fazer memória do Imaculado Coração de Maria. Esta devoção tão terna e amorosa recebeu um novo e importante impulso com as Aparições de Nossa Senhora em Fátima.

Cheios de gratidão, vamos saborear o Amor que Deus nosso Pai nos revela, ao dar-nos por Mãe a Sua própria Mãe, o Imaculado Coração de Maria.

 

Oração colecta: Senhor nosso Deus, que preparastes no coração da Virgem Santa Maria uma digna morada do Espírito Santo, transformai-nos, por sua intercessão, em templos da vossa glória. Por Nosso Senhor ...

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O Profeta Isaías dirige-se ao Povo de Deus, exilado na Babilónia para lhe anunciar, em nome de Deus, que um dia vai recuperar de novo a glória perdida. É em Nossa Senhora, Mãe do Redentor, que se realizará esta profecia. São assim convidados à alegria, celebrando desde então as maravilhas que o Senhor em favor deles vai realizar.

 

Isaías 61, 9-11

9A linhagem do povo de Deus será conhecida entre os povos e a sua descendência no meio das nações. Quantos os virem terão de os reconhecer como linhagem que o Senhor abençoou. 10Exulto de alegria no Senhor, a minha alma rejubila no meu Deus, que me revestiu com as vestes da salvação e me envolveu num manto de justiça, como noivo que cinge a fronte com o diadema e a noiva que se adorna com as suas jóias. 11Como a terra faz brotar os germes e o jardim germinar as sementes, assim o Senhor Deus fará brotar a justiça e o louvor diante das nações.

 

O Terceiro Isaías (Is 56 – 66) não se cansa de cantar as glórias de Jerusalém, em especial nos capítulos 60 a 64, donde é extraído o trecho da leitura. Jerusalém é uma figura da Igreja e a Liturgia, como acontece frequentemente aplica a Virgem Maria o que se diz da Igreja de quem ela é Mãe, modelo e tipo (cf. LG 53).

10 “A minha alma rejubila… com as vestes da salvação”. O capítulo 61 de Isaías canta as alegrias do regresso do exílio, mas com um profundo sentido messiânico, como consta do discurso de Jesus na sinagoga de Nazaré (cf. Lc 4, 16-22). É por isso que os Padres gostavam de identificar estas “vestes da salvação” com o manto de Sol da Mulher do Apocalipse (cf. Apoc 12, 1): Cristo é o Sol da Justiça que purifica de toda a mancha a sua Mãe desde o primeiro instante da sua concepção (cf. o artigo de Karol Wojtyla na obra colectiva: “Im Gewande des Heils”, Essen, 1979).

 

Salmo Responsorial    1 Sam 2, 1.4-5.6-7.8abcd (R. 1a)

 

Monição: Ana, mãe de Samuel, canta feliz, a graça de ter um filho, pedido com lágrimas e orações. Esta oração de ação de graças, lembra-nos a oração que Nossa Senhora cantou em casa de Isabel “A minha alma exulta em Deus, meu Salvador”.

 

Refrão:        O meu coração exulta no Senhor, meu Salvador.

 

Exulta o meu coração no Senhor,

no meu Deus se eleva a minha fronte.

Abre-se a minha boca contra os inimigos,

porque me alegro com a vossa salvação.

 

A arma dos fortes foi destruída

e os fracos foram revestidos de força.

Os que viviam na abundância andam em busca de pão

e os que tinham fome foram saciados.

A mulher estéril deu à luz muitos filhos

e a mãe fecunda deixou de conceber.

 

É o Senhor quem dá a morte e dá a vida,

faz-nos descer ao túmulo e de novo nos levanta.

É o Senhor quem despoja e enriquece,

é o Senhor quem humilha e exalta.

 

Levanta do chão os que vivem prostrados,

retira da miséria os indigentes

fá-los sentar entre os príncipes

e destina-lhes um lugar de honra.

 

 

Aclamação ao Evangelho        cf. Lc 2, 19

 

Monição: Nossa Senhora guardava e saboreava as palavras e os acontecimentos da vida de Jesus em Seu Coração. Como Ela, escutemos com atenção e amor o que Ele tem hoje para nos dizer. Guardando dentro de nós as Suas Palavras, vamos meditá-las ao longo do dia.

 

Aleluia

 

Cântico: M. Faria, NRMS 87

 

Bendita seja a Virgem Santa Maria,

que conservava a palavra de Deus, meditando-a em seu coração.

 

 

Evangelho

 

São Lucas 2, 41-51

41Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, pela festa da Páscoa. 42Quando Ele fez doze anos, subiram até lá, como era costume nessa festa. 43Quando eles regressavam, passados os dias festivos, o Menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o soubessem. 44Julgando que Ele vinha na caravana, fizeram um dia de viagem e começaram a procurá-l’O entre os parentes e conhecidos. 45Não O encontrando, voltaram a Jerusalém, à sua procura. 46Passados três dias, encontraram-n’O no templo, sentado no meio dos doutores, a ouvi-los e a fazer-lhes perguntas. 47Todos aqueles que O ouviam estavam surpreendidos com a sua inteligência e as suas respostas. 48Quando viram Jesus, seus pais ficaram admirados e sua Mãe disse-Lhe: «Filho, porque procedeste assim connosco? Teu pai e eu andávamos aflitos à tua procura». 49Jesus respondeu-lhes: «Porque Me procuráveis? Não sabíeis que Eu devia estar na casa de meu Pai?». 50Mas eles não entenderam as palavras que Jesus lhes disse. 51Jesus desceu então com eles para Nazaré e era-lhes submisso. Sua Mãe guardava todas estes acontecimentos em seu coração.

 

Segundo a Mixnáh (Niddáh, V, 6), depois dos 13 anos, o rapaz israelita começava a ser “bar-hamitswáh”, “filho-da-lei”, isto é, passava ter os deveres e direitos da Lei mosaica, incluindo o dever de peregrinar a Jerusalém, mas os pais piedosos costumavam antecipar um ano ou dois o cumprimento deste dever. Os judeus tinham por hábito deslocar-se em caravanas e em grupos separados de homens e de mulheres, podendo as crianças fazer viagem em qualquer dos grupos; nas paragens do caminho, as famílias reuniam-se. É neste contexto que se desenrola o relato. A atitude de Jesus de ficar em Jerusalém é deveras surpreendente. Não deveria ter avisado os pais ou outros familiares? O que não faz sentido é buscar a explicação do sucedido numa rebeldia ou na irresponsabilidade dum adolescente – este rapaz é o Filho de Deus –, embora o relato evangélico possa fornecer luzes aos pais que se deparam com situações similares de filhos perdidos.

A teologia de Lucas talvez nos possa dar alguma pista para a compreensão do episódio narrado. “Jerusalém” não é simplesmente o centro da vida religiosa de Israel. Para os evangelistas, e de modo singular para Lucas, Jerusalém representa o culminar de toda a obra salvadora de Jesus, por ocasião da Páscoa da Paixão, Morte e Ressurreição; é por isso que Lucas, ao pôr em evidência a tensão de Jesus para a sua Paixão, apresenta grande parte do seu ensino “a caminho de Jerusalém” (Lc 9, 51 – 19, 27), onde Jesus tem de padecer para ir para o Pai e entrar na sua glória (cf. Lc 24, 26). A teologia de Lucas não é abstracta e desligada da realidade. Ora a realidade é que Jesus não é apenas “o Mestre”, Ele é “o Profeta”, e, por isso mesmo, não ensina apenas quando exerce a função de rabi, mas em todos os passos da sua vida actua como Profeta, ensinando através dos seu agir, mormente através de acções simbólicas de profundo alcance, por vezes bem chocantes. O “Menino perdido” não aparece como um simples menino, é apresentado como um Profeta que realiza uma acção simbólica para proclamar quem é e qual é a sua missão: “Não sabíeis que Eu devia estar na casa de meu Pai?”. Ele é o Filho de Deus, e tem de cumprir a missão que o Pai lhe confiou, em Jerusalém, ainda que isto lhe custe bem e tenha de fazer sofrer aqueles que mais ama – “aflitos à tua procura” (v. 48). O episódio passa-se em Jerusalém, como prenúncio e paralelo de um sofrimento bem maior, também em Jerusalém. A lição é clara: não se pode realizar plenamente a vontade do Pai do Céu e, ao mesmo tempo, evitar todo o sofrimento próprio e dos seres mais queridos; subir a Jerusalém é subir à Cruz, e subir à Cruz é “elevar-se” ao Céu, também em Jerusalém (cf. Lc 24, 50-51).

41 “Os pais de Jesus. Teu pai” (v. 48). Uma vez que Lucas tinha acabado de falar tão explicitamente da concepção virginal de Jesus, não tem agora qualquer receio de nomear S. José como pai (virginal) do Senhor.

49 “Eu devia estar na Casa de Meu Pai”. A tradução de tá toû Patrós mou pode significar tanto “a casa de meu Pai”, como “as coisas (assuntos, vontade) de meu Pai”. A verdade é que o redactor pode ter querido dar à resposta de Jesus uma certa ambiguidade: “Não sabíeis que Eu tenho de estar nas coisas de meu Pai” (e que, por isso, me deveria encontrar aqui no Templo)?

50 “Eles não entenderam”. A resposta do Menino envolvia um sentido muito profundo que ultrapassava uma simples justificação da sua “independência”. Não alcançam ver até onde iria este “estar nas coisas do Pai”, mas também não se atrevem a fazer mais perguntas, dada a sua extrema delicadeza e reverência, que uma profunda fé lhes ditava. Estamos postos perante o mistério do ser e da missão de Jesus; é mais um “sinal” e mais uma “espada” (cf. Lc 2, 34-35).

 

Sugestões para a homilia

 

1.  O meu coração exulta no Senhor, meu Salvador.

2.  Manifestações de Seu amor maternal.

3.  A nossa correspondência.

 

 

1. O meu coração exulta no Senhor, meu Salvador.

O Imaculado Coração de Maria é mais uma manifestação do Amor infinito que Deus nos tem. É o Coração da “Bendita entre todas as mulheres” da escolhida e eleita, desde toda a eternidade para ser a Mãe do Verbo Incarnado e, como tal, merecedora do título de Mãe de Deus. Jesus, Seu Filho é Deus e Homem verdadeiro. É uma só Pessoa, gerado pelo Divino Espírito Santo no ventre puríssimo e virginal de Nossa Senhora. O Seu Coração é assim portador de um amor quase infinito. Amor a Seu Filho Jesus e a todos quantos com Ele fazem um só corpo místico, pelo Sacramento do Baptismo. Esta maternidade de Nossa Senhora é solenemente proclamada por Jesus do alto da cruz, no Calvário, quando diz a João, que a todos nos representava “eis aí a tua Mãe”. Ela é assim e de verdade, nossa Mãe também. Sendo Jesus a fonte de todo o Bem, Beleza, Paz e Alegria, Nossa Senhora ao possui-LO, cheia de entusiasmo exclama

“O meu Coração exulta no Senhor, meu Salvador”. Como terna e boa mãe que é, quer que todos nós, seus filhos, possamos participar dessa mesma alegria, que só Jesus nos pode dar.

 

2. Manifestações de Seu amor maternal.

Ao longo dos séculos, Nossa Senhora, através de várias aparições, tem mostrado a Sua preocupação maternal pela humanidade. Os cristãos também desde os começos da Igreja manifestaram carinho para com o Seu Coração de Mãe. Ao longo dos séculos, doutores e teólogos têm salientado também a sua devoção ao Coração de Maria. Com S. João Eudes (1601-1680), esta devoção adquire maior difusão e dimensão litúrgica. Com as aparições de Nossa Senhora em Fátima, a devoção ao Imaculado Coração de Maria, tornou-se mais conhecida na Igreja. Ainda em 1916 o Anjo de Portugal adverte os pastorinhos “que os Corações de Jesus e de Maria estão atentos à voz das vossas súplicas”. Nossa Senhora diz mesmo que “ quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração”, prometendo a salvação às almas que abraçarem esta devoção. Assim, na segunda aparição, em Junho, Nossa Senhora diz a Lúcia: “Tu ficas cá mais algum tempo. Jesus quer servir-se de ti para Me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração. A quem a aceitar prometer-lhe-ei a salvação e estas almas serão amadas de Deus como flores colocadas por Mim para enfeitar o Seu trono.” E quando a pastorinha se queixa por ficar sem os primos que Ela vai levar para o Céu, anima-a “Eu nunca te deixarei. O Meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus”. Na aparição de Julho diz aos pastorinhos: “Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria”. Depois de lhes mostrar o inferno, exclama: “Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores; para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração”. Fala-lhes ainda da guerra, que surgirá por causa dos pecados dos homens e ” para a impedir virei pedir a consagração da Rússia ao Meu Imaculado Coração e a devoção reparadora nos primeiros sábados...” O cumprimento desta promessa verificou-se oito anos mais tarde, a 10 de Dezembro de 1925, em Pontevedra, Espanha, onde Lúcia vivia como noviça das Irmãs Doroteias. Aí, numa aparição de Maria, tendo numa das mãos o seu Coração cercado de espinhos, acompanhada do Menino Jesus, Lúcia ouviu da boca da Mãe de Deus: “Olha, minha filha, o Meu Coração cercado de espinhos, que os homens ingratos a cada momento lhe cravam, com blasfémias e ingratidões. Tu, ao menos, vê de me consolar, e diz que todos aqueles que durante cinco meses, no primeiro sábado, se confessarem, receberem a Sagrada Comunhão, rezarem o terço e me fizerem companhia, meditando nos quinze mistérios do Rosário com o fim de me desagravar, Eu prometo assistir-lhes na hora da morte, com todas as graças necessárias para a salvação.” Esta devoção foi aprovada  pelo Senhor Bispo de Leiria e tornada pública em 13 de Setembro de 1939.

 

3. A nossa correspondência.

Em 2017 será celebrado o primeiro centenário das aparições de Fátima, para o qual, o Papa Francisco já está convidado a presidir. Como nos vamos desde já preparar para este feliz acontecimento?

Todos os últimos Papas se têm revelado muito devotos de Nossa Senhora de Fátima, sinal revelador da seriedade e profundidade espiritual destas manifestações tão carinhosas da nossa querida Mãe do Céu. Estamos todos a levá-las mesmo a sério? Já todos nos consagramos, repetidamente, a Nossa Senhora? Já todos fizemos os Primeiros Sábados e temos espalhado esta devoção? A propósito será bom ter presente o motivo de serem cinco os Primeiros Sábados pedidos. Como Nossa Senhora o revelou à Irmã Lúcia destinam-se a reparar o Coração Imaculado de Maria: 1- Das blasfémias contra a Imaculada Conceição, 2- Das ofensas contra a sua Virgindade, 3- Das ofensas contra a Maternidade Divina, recusando ao mesmo tempo recebê-la como Mãe dos homens, 4- Dos que procuram infundir no coração das crianças a indiferença, o desprezo e até ódio para com a esta Imaculada Mãe, 5- Dos que a ultrajam diretamente nas suas sagradas imagens.

Não fiquemos indiferentes perante estes apelos da nossa querida Mãe do Céu. Seguindo-os, um dia com Ela, exultaremos também de alegria no Senhor.

 

 

Oração Universal

 

Irmãos e irmãs

Apresentemos por Jesus, no Espírito Santo, ao Pai,

Por intercessão do Imaculado Coração de Maria,

As necessidades de todos os homens  dizendo:

 

Por intercessão do Imaculado Coração de Maria, ouvi-nos Senhor.

 

1.Pela Santa Igreja, para que por intercessão de Maria

o Senhor a defenda dos ataques dos inimigos,

oremos irmãos.

 

R. Por intercessão do Imaculado Coração de Maria, ouvi-nos Senhor.

 

2. Pelo Santo Padre Francisco, para que todos escutem os seus ensinamentos

e encontrem o caminho para Jesus,

oremos irmãos.

 

R. Por intercessão do Imaculado Coração de Maria, ouvi-nos Senhor.

 

3.Pelos Bispos e Sacerdotes, para que apontem a todos com fé e valentia

o caminho da santidade na vida corrente de cada dia,

oremos irmãos.

 

R. Por intercessão do Imaculado Coração de Maria, ouvi-nos Senhor.

 

4.Por todos os cristãos, para que saibam viver unidos a Jesus

no trabalho diário, fazendo oração,

oremos irmãos.

 

R. Por intercessão do Imaculado Coração de Maria, ouvi-nos Senhor.

 

5. Para que todos procuremos crescer na devoção ao Imaculado Coração de Maria

escutando os Seus apelos e imitando-a no Seu amor a Jesus,

oremos irmãos.

 

R. Por intercessão do Imaculado Coração de Maria, ouvi-nos Senhor.

 

6. Pelas benditas almas do Purgatório

para que, por mediação de Nossa Senhora, sejam libertadas de suas penas,

oremos irmãos.

 

R. Por intercessão do Imaculado Coração de Maria, ouvi-nos Senhor.

 

Senhor, que nos dais no Imaculado Coração de Maria refúgio e alento em nosso caminhar para Vós, dai-nos, pela Sua intercessão, todas as graças que nos levem a glorificar-Vos um dia no Céu.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Louvada seja na terra, F. dos Santos, NRMS 33-34

 

Oração sobre as oblatas: Ouvi, Senhor, as orações dos vossos fiéis e aceitai os dons que Vos oferecemos, ao celebrar a memória da Virgem Mãe de Deus, para que esta oblação Vos seja agradável e nos obtenha o auxílio da vossa misericórdia. Por Nosso Senhor...

 

Prefácio de Nossa Senhora I [e na veneração] p. 486 [644-756] ou II p. 487

 

Santo: Az. Oliveira, NRMS 8 (II)

 

Monição da Comunhão

 

Jesus, Deus e Homem verdadeiro, realmente presente na Santíssima Eucaristia, é fruto do Ventre Puríssimo de Maria Imaculada. Vamos recebê-lO com muita fé, humildade, amor e profunda gratidão a Jesus e a Sua Mãe Santíssima.

 

Cântico da Comunhão: Exulta de alegria no Senhor, M. Carneiro, NRMS 21

Lc 2, 19

Antífona da comunhão: Maria guardava todas estas palavras, meditando-as em seu coração.

 

Oração depois da comunhão: Senhor, que nos fizestes participar no sacramento da redenção eterna, concedei que, ao celebrarmos a memória da Mãe do vosso Filho, nos alegremos com a plenitude da vossa graça e sintamos crescer continuamente em nós os frutos de salvação. Por Nosso Senhor...

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Correspondendo aos apelos amorosos de Nossa Senhora, vamos, mais uma vez, a ela consagrar-nos, fazer com muita devoção os Cinco Primeiros Sábados e ser apóstolos desta oração de reparação contra as ofensas à nossa Boa Mãe do Céu. Com esses propósitos, ide em paz e o Senhor vos acompanhe.

 

Cântico final: Coração Imaculado da Virgem, M. Faria, NRMS 33-34

 

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Alves Moreno

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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