Santos Anjos da Nossa Guarda

2 de Outubro de 2012

 

Memória

 

O Evangelho desta memória é próprio.

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Anjo da Guarda, H. Faria, NRMS 11-12

Dan 3, 58

Antífona de entrada: Anjos do Senhor, bendizei o Senhor, louvai-O e exaltai-O para sempre.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Deus, nosso Pai, na sua bondade infinita, não só nos chamou à vida, mas também nos quis também dar um companheiro valiosíssimo para nos acompanhar, inspirar e defender nos caminhos da vida. É o Anjo da nossa Guarda. São eles, que hoje especialmente queremos honrar.

 

Oração colecta: Senhor, que na vossa admirável providência enviais os Anjos para nos guardarem, ouvi as nossas súplicas e fazei que sejamos sempre defendidos pela sua protecção e gozemos eternamente da sua companhia. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Se não nos queremos enganar nos caminhos da vida, devemos pedir sempre o apoio eficaz do nosso Anjo da Guarda. Saibamos recorrer à ajuda tão preciosa, que Deus, na Sua Bondade, nos quer dar.

 

Êxodo 23, 20-23

20Eis o que diz o Senhor: «Vou enviar um Anjo à tua frente, para que te proteja no caminho e te conduza ao lugar que preparei para ti. 21Respeita a sua presença e escuta a sua voz não lhe desobedeças. Ele não perdoaria as vossas transgressões, porque fala em meu nome. 22Mas, se ouvires a sua voz e fizeres tudo o que Eu te disser, serei inimigo dos teus inimigos e perseguirei os que te perseguirem. 23aO meu Anjo irá à tua frente».

 

Esta leitura é tirada do texto do Êxodo, da parte que se segue ao «Código da Aliança», e com que se introduzem disposições relativas à entrada na Palestina. Nestes versículos, Deus garante ao seu Povo uma protecção especial, que lhe permita entrar na posse da terra prometida. Daí a actualização que a Igreja faz deste texto, aplicando-o ao novo Povo de Deus, a Igreja, que é guiada e assistida pelos Anjos da Guarda, a caminho do Céu. Lembramos que, quando no Antigo Testamento se fala do «anjo do Senhor», habitualmente designa-se a presença do próprio Deus ou uma sua directa intervenção (cf. Gn 16, 7; 22, 11.14; Ex 3, 2; 14, 19; etc.); mas, em muitas outras passagens, quando se fala de «o meu anjo», ou simplesmente de «o anjo» (cf. Ex 33, 2; Nm 20, 16), sobretudo em contraste com Deus (cf. Salm 138, 1), sem dúvida que se refere a seres espirituais distintos de Deus, os anjos. Que estes existem é uma verdade que está clara no Novo Testamento e pertence à fé da Igreja (cf. Catecismo da Igreja Católica, nº 334-336), que professamos: «Creio em Deus… Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis»; e as coisas invisíveis «não são as galáxias, mas esses puros espíritos, que são os anjos» (Sequeri).

 

Salmo Responsorial    Salmo 90 (91) 1-2.3-4.5-6.10-11

 

Monição: Por maiores que sejam os perigos da vida, todos serão facilmente vencidos com a ajuda valiosíssima do nosso Anjo da Guarda. Ele nunca nos abandona. Sempre está connosco.

 

Refrão:        O Senhor mandará aos seus Anjos

                     que te guardem em todos os teus caminhos.

 

Tu que habitas sob a protecção do Altíssimo

e moras à sombra do Omnipotente,

diz ao Senhor: «Sois o meu refúgio e a minha cidadela:

meu Deus, em Vós confio».

 

Ele te livrará do laço do caçador

e do flagelo maligno.

Cobrir-te-á com as suas penas,

debaixo das suas asas encontrarás abrigo.

 

A sua fidelidade é escudo e couraça:

não temerás o pavor da noite, nem a seta que voa de dia

nem a epidemia que se propaga nas trevas,

nem a peste que alastra em pleno dia.

 

Nenhum mal te acontecerá,

nem a desgraça se aproximará da tua morada.

Porque Ele mandará aos seus anjos

que te guardem em todos os teus caminhos.

 

 

Aclamação ao Evangelho        Salmo 102 (103), 21

 

Monição: É motivo de grande alegria e segurança, saber que, como crianças, cada um de nós, tem junto de si um Anjo que continuamente vê o rosto do Pai do Céu.

 

Aleluia

 

Cântico: M. Simões, NRMS 9(II)

 

Bendizei o Senhor, todos os seus exércitos,

que estais ao seu serviço e executais a sua vontade.

 

 

Evangelho

 

São Mateus 18, 1-5. 10

1Naquele tempo, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram-Lhe: «Quem é o maior no reino dos Céus?». 2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3e disse-lhes: «Em verdade vos digo: Se não vos converterdes e não vos tornardes como as crianças, não entrareis no reino dos Céus. 4Quem for humilde como esta criança esse será o maior no reino dos Céus. 5E quem acolher em meu nome uma criança como esta acolhe-Me a Mim. 10Vede bem. Não desprezeis um só destes pequeninos. Eu vos digo que os seus Anjos vêem continuamente o rosto de meu Pai que está nos Céus».

 

A leitura é tirada do início do chamado «discurso eclesiástico» de Jesus (Mt 18) sobre a vida na Igreja, concretamente como devem ser as relações dos cristãos entre si e como se deve exercer a autoridade; o discurso é introduzido com uma pergunta dos discípulos: «Quem é o maior no Reino dos Céus?».

10 «Os seus Anjos», isto é, os Anjos da Guarda das crianças. A contexto desta afirmação é o da importância que na Igreja se deve dar aos «pequeninos» (vv. 6.14), isto é, àqueles são mais necessitados de auxílio, quer pela sua pouca idade, quer pela pouca formação, ou recente conversão; é preciso ter um cuidado especial para não os escandalizar. O próprio Deus toma esses pequeninos ao seu cuidado, confiando-os a um Anjo protector; e esse mesmo Anjo se encarregará também de acusar diante do «Pai que está nos Céus», cujo «rosto vêem continuamente», todos aqueles que os levem a pecar. Mas não são apenas os pequeninos, são todos os seres humanos que têm o seu Anjo da Guarda (cf. Hebr 1, 14; Lc 16, 22; Catecismo da Igreja Católica, nº 336).

 

Sugestões para a homilia

 

1.  A existência dos Anjos é uma verdade de fé.

2.  Quanto devemos à proteção dos Anjos da Guarda!

3.  A nossa devoção ao Anjo da Guarda.

 

1. A existência dos Anjos é uma verdade de fé.

A palavra anjo, que significa enviado, mensageiro, foi também aplicada a Profetas e outros enviados de Deus. Assim, o Apocalipse chama anjo a cada um dos sete responsáveis por outras tantas Igrejas do Médio Oriente. Tal facto, não quer dizer que só esses sejam anjos. Aos Anjos, puros espíritos, mensageiros da Bondade de Deus e que fazem parte do mundo invisível, são feitas mais de cem referências quer no Antigo como no Novo Testamento. O Catecismo da Igreja Católica refere-se aos Anjos, afirmando que a sua existência “é uma verdade de fé, confirmada por vários Concílios, pela Sagrada Escritura e pela Tradição da Igreja”. Na verdade aos Anjos se referiram vários Concílios: Niceia, em 325; Constantinopla I, em 381; regional de Toledo, em 400; Vaticano I, em 1869-1870 e Vaticano II, em 1962-1965. Aos Anjos ainda alude também a Encíclica de Pio XII, “Summi Pontificatus” de 20 de Outubro de 1939 e Paulo VI faz o mesmo no Credo por ele composto e promulgado, em 30 de Junho de 1968.

No dia de hoje honramos, de modo particular, os Anjos que têm a missão de nos guardar, iluminar e acompanhar ao longo da vida.

2. Quanto devemos à proteção dos Anjos da Guarda.

No dia 2 de Outubro de 1928, um jovem Sacerdote de 26 anos de idade, de nome Josemaría Balaguer, encontrava-se a fazer retiro espiritual na Casa Central dos Lazaristas da cidade de Madrid. Enquanto escutava ao longe o toque dos sinos da Igreja de Nossa Senhora dos Anjos “viu” algo de maravilhoso, que jamais pode esquecer: mediante o trabalho, cada pessoa e todas sem exceção, têm a possibilidade de atingir o fim para que foram criadas – a santificação pessoal. Esse objectivo é alcançado mediante a execução amorosa dos mais banais ou sofisticados afazeres, que cada um tiver a realizar. Todos, sem exceção, somos de igual modo chamados a ser santos.

A valorização de tudo na vida, diante de Deus, depende do amor e da recta intenção com que se realiza. Esta lógica forma de atuar contribuirá para a própria santificação e torna-se também instrumento de salvação para os outros. O Padre Josemaría, já canonizado, “viu” que esta obra que Deus queria fundar, iria, com o tempo, tornar-se qual árvore frondosa, cujos frutos seriam a santificação de tantos e tantos seres humanos. S. Josemaría com muitos anos de antecedência conseguiu “ver” o que mais tarde viria a ser proclamado pelo Concílio Vaticano II, “a vocação universal à santidade”. Toda esta maravilhosa doutrina estava como que adormecida, pois já no Livro do Levítico, Deus tinha afirmado ao Seu Povo “Sede santos, porque Eu o Senhor vosso Deus, sou Santo” e o próprio Jesus o repetiu “Sede perfeitos como o Pai do Céu é perfeito” (Mt 5,48).

Para a concretização, deste desejo divino, o fundador do Opus Dei, viu também, mais uma vez, ser necessário que cada um, elaborasse e cumprisse um sério plano de vida e para a sua fiel concretização recorresse à sempre necessária e indispensável direção espiritual. Toda esta Obra grandiosa, que tão bons frutos já tem dado à humanidade, nasceu na Festa dos Santos Anjos. E, como para Deus, nada acontece por acaso, tudo nos chama a atenção para a importância da própria ação dos Anjos da Guarda, nesta tão nobre obra da santificação. A consciencialização da presença destes seres espirituais ao longo da nossa caminhada terrena, muito contribuirá para que tudo se realize sob o olhar bondoso e paternal de Deus. Nesta atitude e vivendo com a consciência de que somos filhos de Deus, é possível ter vida contemplativa em todos os momentos de descanso ou de trabalho, de saúde ou de doença, por mais banais que tais pareçam ser. A grandeza dos mesmos será sempre proporcional ao amor a Deus que neles são colocados.

3. A nossa devoção ao Anjo da Guarda.

S. Josemaría, Fundador daquela obra que “viu” em 2 de Outubro de 1928 e que mais tarde ficaria com o nome de “Opus Dei”, vivendo com muita fé esta consoladora realidade, tinha por hábito cumprimentar em primeiro lugar o Anjo da Guarda da pessoa com quem pretendia falar ou de quem simplesmente passasse por ele.

O dia de hoje deverá contribuir para que cada um de nós tome mais consciência da enorme importância que é saber da presença valiosíssima do seu Anjo da Guarda e da maneira como sempre o deve tratar ao longo da vida.

Sendo o Anjo da Guarda, testemunha de todos os nossos pensamentos, desejos e ações, devemos procurar que estes sejam tais, que nunca o entristeçam.

Não deixemos de, com fé, o saudar sobretudo no início de cada dia, ao efetuarmos qualquer viagem e antes de deitar. Procuremos ainda dialogar com ele ao longo do dia, pedindo-lhe a sua ajuda para o cumprimento integral e generoso da vontade de Deus, que sabemos ser a nossa santificação.

Como criatura muito querida de Deus, o Anjo da Guarda, vai continuar a libertar-nos dos muitos perigos da vida. Aceitemos as suas inspirações para que seguindo pelos caminhos de Deus, que são sempre de felicidade e verdadeiro progresso social, com ele possamos viver um dia, eternamente, no reino dos Céus. Assim seja.

 

 

Oração Universal

 

Irmãos e irmãs,

Deus Pai enviou-nos o Seu Filho para nos salvar

E confiou-nos à guarda providente de um Anjo

que  nos acompanha e ampara dia e noite.

Perante estas provas de tanto Amor divino

Apresentemos-Lhe, por meio de Jesus, as nossa preces,

Pedindo com fé:

 

 

R. Ouvi-nos, Senhor.

 

1.  Pelo Santo Padre, pelos Bispos, Presbíteros e Diáconos

 para que os seu Anjos os defendam

das ciladas de todos os seus inimigos,

oremos irmãos.

 

R. Ouvi-nos, senhor.

 

2.  Por aqueles que são os mais pequeninos,

para que sejam por todos nós respeitados na sua condição,

lembrados de que os seus Anjos

contemplam a face de Deus e os protegem,

oremos irmãos.

 

R. Ouvi-nos, senhor.

 

3.  Por todos aqueles que seguem caminhos indesejáveis,

para que se deixem interpelar pelo seu Anjo da Guarda

e sigam as inspirações por ele ditadas,

oremos irmãos.

 

R. Ouvi-nos, senhor.

 

4.  Por todos os jovens,

para que saibam confiar as suas dificuldades

ao seu Anjo da Guarda,

oremos irmãos.

 

R. Ouvi-nos, senhor.

 

5.  Para que todos, aceitando o apoio dos Anjos

correspondam ao chamamento universal à santidade

santificando-se com os afazeres quotidianos,

oremos ao Senhor.

 

R. Ouvi-nos, Senhor.

 

6.  Por todos aqueles que já partiram deste mundo

para que, por intercessão de Nossa Senhora, Rainha dos Anjos,

possam contemplar serenamente a face de Deus,

oremos, irmãos.

 

R. Ouvi-nos, Senhor.

 

Senhor, que nos destes Anjos da Guarda,

para nos protegerem e guiarem,

ajudai-nos a seguir com docilidade e generosidade,

a vocação universal à santidade.

Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho,

Que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: A vida só tem sentido, H. Faria, NRMS 103-104

 

Oração sobre as oblatas: Recebei, Senhor, os dons que Vos apresentamos em honra dos santos Anjos e concedei-nos que, pela sua contínua protecção, sejamos livres dos perigos desta vida e cheguemos à felicidade eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio dos Anjos: p. 491

 

Santo: F. dos Santos, NTC 201

 

Monição da Comunhão

 

Jesus, Deus e Homem verdadeiro, que com o Pai e o Espírito Santo nos deu os Anjos como companheiros de viagem, vai entrar em nós pela Sagrada Comunhão. Vamos recebê-lO com muita fé, amor e gratidão.

 

Cântico da Comunhão: Anunciai em toda a terra, F. da Silva, NRMS 106

Salmo 137, 1

Antífona da comunhão: Na presença dos Anjos, eu Vos louvarei, meu Deus.

 

Oração depois da comunhão: Deus, nosso Pai, que nos alimentais neste admirável sacramento de vida eterna, dirigi os nossos passos, com a assistência dos santos Anjos, no caminho da salvação e da paz. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Com o propósito de orarmos com devoção ao nosso Anjo da Guarda, com ele dialogarmos ao longo do dia e nunca esquecermos o respeito que devemos aos Anjos de todos quantos encontramos nos caminhos da vida, ide em paz e o Senhor vos acompanhe.

 

Cântico final: Como promessa de cada hora, M. Faria, NRMS 30

 

 

Homilias Feriais

 

4ª Feira, 3-X: Exigências para o seguimento de Cristo.

Job 9,1-12. 14-16 / Lc 9, 57-62

Jesus respondeu-lhe: As raposas têm as suas tocas, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.

«Jesus partilha a vida dos pobres, desde o presépio até à Cruz: sabe o que é sofrer a fome, a sede e a indigência (não tinha onde reclinar a cabeça)» (CIC, 544). Por isso, é exigente com todos os que desejam segui-lo, pedindo-lhes uma disponibilidade, que não admite quaisquer demoras (Ev.).

No nosso dia, para cumprirmos os nossos deveres para com Deus, a família e o trabalho, encontraremos muitas desculpas, algumas razoáveis, para deixar de fazê-los (Ev.). Tenhamos confiança em Deus, pois, «o coração de Deus é sábio» (Leit.).

 

5ª Feira, 4-X: A paz e a ordem interior.

Job 19, 21-27 / Lc 10, 1-12

Quando entrardes nalguma casa, dizei primeiro: a paz a esta casa.

Jesus encarrega uma missão de paz aos discípulos (Ev.). No entanto, para poder comunicá-la aos outros precisamos tê-la primeiro na nossa alma. E consegui-la-emos se procurarmos viver o amor a Deus.

A paz verdadeira exige luta por desterrar o pecado da nossa vida e por colocar Cristo no primeiro lugar do nossos ser e agir. Por alguma razão disse S. Agostinho: «a paz é a tranquilidade na ordem». A seguir, procuremos transmitir esta paz na família, no local de trabalho, preocupando-nos com os outros, os seus projectos e interesses.

 

6ª Feira, 5-X: Falta de correspondência e contrição.

Job 38, 1. 12-21; 40, 3-5 / Lc 10, 13-16

Disse Jesus: Ai de ti Corazim! Ai de ti Betsaida!

Lamenta-se o Senhor da falta de correspondência daquelas cidades (Ev.). Receberam tantas graças e viram tantos milagres! Também nós recebemos muitas graças da parte do Senhor. E Ele espera de nós uma nova conversão.

Não deixemos de manifestar a Deus a nossa pena por aquilo que fizemos. Job arrependeu-se de ter sido precipitado nas palavras dirigidas a Deus: «Eu fui precipitado nas minhas palavras. Vou pôr a mão na minha boca. Falei uma vez, mas não hei-de repetir, duas vezes, mas não voltarei a fazê-lo» (Leit.).

 

Sábado, 6-X: A oração e o conhecimento de Deus.

Job 42, 1-3. 5-6. 12-17 / Lc 10, 17-24

Jesus exultou de alegria pela acção do Espírito Santo e disse: Eu te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra.

Nesta oração aprendemos a conhecer melhor os sentimentos de Cristo: «O seu estremecimento – sim, ó Pai!- revela o íntimo de seu coração, a sua adesão ao beneplácito do Pai, como um eco do Fiat de sua Mãe aquando da sua concepção e como prelúdio do que Ele próprio dirá ao Pai na sua agonia» (CIC, 2603).

Job não conhecia bem a Deus e disse palavras, de que mais tarde se arrependeu: «Por isso, retiro as minhas palavras e me arrependo» (Leit.). É na oração que conhecemos melhor a Deus e nos podemos arrepender das nossas faltas.

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Alves Moreno

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilias Feriais:                  Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 

 


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