19º Domingo Comum

12 de Agosto de 2012

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: O Cordeiro de Deus é o nosso Pastor, Az. Oliveira, NRMS 90-91

Salmo 73, 20.19.22.23

Antífona de entrada: Lembrai-Vos, Senhor, da vossa aliança, não esqueçais para sempre a vida dos vossos fiéis. Levantai-Vos, Senhor, defendei a vossa causa, escutai a voz daqueles que Vos procuram.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Jesus Cristo, Pão vivo descido do Céu, é o centro da liturgia da Palavra deste Domingo. Os Judeus murmuravam, porque tinham dificuldade em aceitar que Deus se manifestasse num homem comum. Mas Jesus sublinha que ninguém pode vir até Ele se o Pai o não trouxer. Quem acolhe Jesus o Pão do Céu tem a vida eterna! (Jo 6,47)

 

Oração colecta: Deus eterno e omnipotente, a quem podemos chamar nosso Pai, fazei crescer o espírito filial em nossos corações para merecermos entrar um dia na posse da herança prometida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O profeta Elias, perseguido pelos seus inimigos foge para o deserto e experimenta o desânimo e a angústia mortal. O Anjo do Senhor oferece-lhe o alimento que lhe dá força para chegar ao monte de Deus. Que belo exemplo para todos nós acreditarmos que Deus está connosco!

 

1 Reis 19, 4-8

Naqueles dias, 4Elias entrou no deserto e andou o dia inteiro. Depois sentou-se debaixo de um junípero e, desejando a morte, exclamou: «Já basta, Senhor. Tirai-me a vida, porque não sou melhor que meus pais». 5Deitou-se por terra e adormeceu à sombra do junípero. Nisto, um Anjo do Senhor tocou-lhe e disse: «Levanta-te e come». 6Ele olhou e viu à sua cabeceira um pão cozido sobre pedras quentes e uma bilha de água. Comeu e bebeu e tornou a deitar-se. 7O Anjo do Senhor veio segunda vez, tocou-lhe e disse: «Levanta-te e come, porque ainda tens um longo caminho a percorrer». 8Elias levantou-se, comeu e bebeu. Depois, fortalecido com aquele alimento, caminhou durante quarenta dias e quarenta noites até ao monte de Deus, Horeb.

 

A leitura é extraída do chamado ciclo de Elias, na parte final do Livro 1º dos Reis. Jezabel, a esposa pagã do rei Acab, patrocinadora do culto de Baal no reino do Norte, obriga ao exílio o profeta Elias, depois de este ter exterminado os sacerdotes Baal, que colaboravam com a rainha na destruição da religião de Yahwéh. Na leitura, o profeta aparece-nos totalmente desalentado na sua fuga a caminho do Horeb (provavelmente, outro nome do Sinai), onde pensava refugiar-se, esperando alguma comunicação divina (vv. 9-14), que lhe garantisse a continuidade da Aliança e a preservação da religião javista, naquele mesmo monte onde Deus comunicara com Moisés, por isso se chama «monte de Deus» (v. 8). É bastante clara a alusão à viagem de Israel, perseguido pelo faraó, através do deserto até ao Sinai. Este «pão cozido nas brasas»subcinericius panis – é considerado uma figura da Sagrada Eucaristia: «confortados com a sua força, podem os cristãos, depois do caminho desta peregrinação cheia de misérias, chegar à pátria celestial» (Concílio de Trento, DzS 1649).

 

Salmo Responsorial            Sl 33 (34), 2-3.4-5.6-7.8-9 (R. 9a)

 

Monição: “O pobre gritou e foi atendido! Foi salvo de todas as suas angústias!” Com base nesta feliz experiência o salmista convida-nos: “Juntos exaltemos o nome de Deus!”

Saboreemos a bondade divina e cantemos cheios de gratidão:

 

Refrão:    Saboreai e vede como o senhor é bom!

               

Bendigo o Senhor a cada momento;

o Seu louvor está sempre na minha boca.

Deus é a minha glória.

Que os humildes O escutem e se alegrem.

 

Comigo proclamai a grandeza do Senhor,

juntos exaltemos o Seu nome.

Busquei a Deus, e Ele ouviu-me,

livrou-me da minha ansiedade.

 

Contemplai-O e ficareis radiantes;

o vosso rosto não ficará confundido.

Um pobre gritou e foi atendido,

foi salvo de todas as angústias.

 

O anjo do Senhor está velando

sobre todos os Seus fiéis para os salvar.

Provai e vede como o Senhor é bom,

ditoso o que n'Ele se refugia.

 

Segunda Leitura

 

Monição: O homem cristão não se opõe à acção do Espírito Santo. Conduzidos pelo Espírito temos força para eliminar da nossa vida toda a espécie de maldade e praticar a caridade fraterna.

 

Efésios 4, 30 – 5, 2

Irmãos: 30Não contristeis o Espírito Santo de Deus, que vos assinalou para o dia da redenção. 31Seja eliminado do meio de vós tudo o que é azedume, irritação, cólera, insulto, maledicência e toda a espécie de maldade. 32Sede bondosos e compassivos uns para com os outros e perdoai-vos mutuamente, como Deus também vos perdoou em Cristo. 1Sede imitadores de Deus, como filhos muito amados. 2Caminhai na caridade, a exemplo de Cristo, que nos amou e Se entregou por nós, oferecendo-Se como vítima agradável a Deus.

 

Continuamos a ter como 2ª leitura, desde o XV Domingo comum deste ano B, textos respigados da Epístola aos Efésios. Na sequência do Domingo anterior, continua a exortação a um novo modo de vida cristã e à prática das virtudes.

30 «Não contristeis o Espirito Santo». O cristão é pertença de Deus, trazendo na sua alma a marca dessa pertença (carácter baptismal), que o destina a glorificar a Deus e à glória celeste, «para o dia da redenção». O Espírito Santo é o vinculo da unidade dos cristãos dentro do Corpo Místico de Cristo que é a Igreja (cf. vv. 4-5), por isso qualquer pecado que ensombre a unidade e a santidade deste Corpo, magoa-O e entristece-O. Os vícios que no contexto são fustigados são os contrários à caridade e à castidade.

5, 1 «Procurai imitar a Deus, como filhos...» É próprio dum filho parecer-se com o pai, possuir os seus modos, as suas qualidades. É fácil de descobrir a alusão às próprias palavras do Senhor: «sede perfeitos como é perfeito o vosso Pai celeste» (Mt 5, 48; cf. 1 Cor 11, 1; 1 Tes 1, 6).

2 «Oferecendo-se como vítima...» A tradução, embora não literal, ajuda a tornar mais explícito um sentido que geralmente os exegetas querem ver na associação dos dois termos cultuais – «oferta e sacrifício de agradável odor» (proforá e thysía) – numa referência à dupla função de Jesus, como sacerdote e como vítima. Este é um dos textos clássicos para falar da Morte de Cristo como um verdadeiro sacrifício.

 

Aclamação ao Evangelho   Jo 6, 51

 

Monição: Jesus é o alimento que permanece para a vida eterna! Cantemos

“Aleluia! Se alguém comer deste Pão viverá eternamente! Aleluia!”

 

Aleluia

 

Cântico: M. Simões, NRMS 9(II)

 

Eu sou o pão vivo que desceu do Céu, diz o Senhor;

Quem comer deste pão viverá eternamente.

 

 

Evangelho

 

São João 6, 41-51

Naquele tempo, 41os judeus murmuravam de Jesus, por Ele ter dito: «Eu sou o pão que desceu do Céu». 42E diziam: «Não é Ele Jesus, o filho de José? Não conhecemos o seu pai e a sua mãe? Como é que Ele diz agora: 'Eu desci do Céu'?» 43Jesus respondeu-lhes: «Não murmureis entre vós. 44Ninguém pode vir a Mim, se o Pai, que Me enviou, não o trouxer; e Eu ressuscitá-lo-ei no último dia. 45Está escrito no livro dos Profetas: 'Serão todos instruídos por Deus'. Todo aquele que ouve o Pai e recebe o seu ensino vem a Mim. 46Não porque alguém tenha visto o Pai; só Aquele que vem de junto de Deus viu o Pai. 47Em verdade, em verdade vos digo: Quem acredita tem a vida eterna. 48Eu sou o pão da vida. 49No deserto, os vossos pais comeram o maná e morreram. 50Mas este pão é o que desce do Céu para que não morra quem dele comer. 51Eu sou o pão vivo que desceu do Céu. 52Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que Eu hei-de dar é a minha carne, que Eu darei pela vida do mundo».

 

Continuamos com o discurso do pão da vida, na forma dialogada característica do IV Evangelho. A escolha litúrgica, feita com a preocupação de pôr em evidência o sentido eucarístico do discurso, incluiu os vv. 51-52, em que a Eucaristia é claramente referida, pois se passa da designação de «pão da vida» para a de «pão vivo», a saber, passa de Jesus (Palavra de Deus), em quem é preciso crer (o pão da vida, a verdade que dá o sentido da vida), para Jesus Eucaristia, que é preciso comer (o pão vivo). Com estes dois versículos também irá começar a leitura do Evangelho do próximo Domingo.

41 «Os judeus». A designação tem em S. João uma conotação habitualmente negativa, pois refere aqueles contemporâneos incrédulos que deliberadamente rejeitaram Jesus como o Messias, sobretudo os guias do povo (daí a tradução que alguns adoptam: dirigentes judeus ou autoridades judaicas). Também aparece com sentido étnico-religioso (Jo 2, 6.13; 3, 1; 5, 1; 6, 11,54; 19, 42) e até com o sentido de Povo da Aliança (Israel) em 4, 22. Como este Evangelho se destina a cristãos vindos do paganismo, justifica-se uma tal generalização, mas deve descartar-se que a designação joanina envolva qualquer tipo de ódio racial, hostilidade religiosa ou intolerância.

44 «Ninguém pode vir a Mim, se o Pai… o não atrair». Vir a Jesus é crer nele e segui-lo; ora isto é algo que supera uma simples atitude de atracção humana, é algo divino, é uma graça, um dom sobrenatural. Com efeito, quem se aproximasse de Jesus sem a graça da fé não seria capaz de ver mais do que um homem, ou até um profeta singular, mas não poderia reconhecer o próprio Deus incarnado e não entenderia as suas palavras, como aquela gente que procurava Jesus, de forma egoísta e interesseira, sem aderir à sua palavra. E por isso «murmuravam» (v. 41).

52 «É a minha Carne». A clareza das palavras de Jesus é o fundamento da certeza e da firmeza da fé da Igreja, que o Magistério sempre tem proclamado sem ambiguidades: «Realizada a transubstanciação, as espécies do pão e do vinho adquirem sem dúvida um novo significado e um novo fim, dado que já não são o pão e a bebida correntes, mas são o sinal duma coisa sagrada, sinal dum alimento espiritual; adquirem, porém, um novo significado e um novo fim enquanto contêm uma realidade, que com razão denominamos ontológica porque, sob as ditas espécies, já não existe o que havia antes, mas uma coisa completamente diversa; e isto é assim não unicamente em virtude do juízo da fé da Igreja, mas em razão da própria realidade objectiva, uma vez que, convertida a substância ou natureza do pão e do vinho no Corpo e Sangue de Cristo, já não fica nada do pão e do vinho, mas somente as espécies: sob elas Cristo, todo integralmente está presente na sua realidade física, mesmo corporalmente, embora não do mesmo modo como os corpos estão num lugar» (Paulo VI, encíclica Mysterium Fidei).

 

Sugestões para a homilia

 

Jesus afirma: Eu sou o Pão da Vida!

 

Na primeira leitura ouvimos dizer que o profeta Elias fortalecido com o alimento celeste trazido pelo Anjo, caminhou durante quarenta dias até chegar ao monte de Deus! Esta leitura é uma introdução ao Evangelho de hoje. O alimento divino que restaurou as forças do profeta para caminhar no deserto até ao monte santo é uma figura transparente da Eucaristia. Neste banquete sagrado recebemos o alimento que nos fortalece enquanto peregrinamos nesta vida, rumo à casa de Deus Pai. O Corpo e Sangue de Jesus recebidos na mesa da comunhão são para nós o penhor da vida eterna.

Os judeus murmuravam por Jesus afirmar: “Eu sou o Pão vivo, descido do Céu.” Jesus não retira nada daquilo que afirmou solenemente, como ouvimos no Domingo passado: “Em verdade, em verdade vos digo: O pão de Deus é o que desce do Céu para dar a vida ao mundo!” Jesus exige a fé! A quem acredita Jesus promete: “Quem acredita em Mim tem a vida eterna!”

Hoje como ontem também há quem resista e murmure. Hoje como há dois mil anos também há o grupo dos discípulos que acreditam neste “mistério da fé”.

Se Jesus afirma: “Eu sou o Pão vivo descido do Céu”, quem se atreve a duvidar?

 

No deserto, os hebreus comeram o maná e morreram. Elias comeu o pão trazido pelo Anjo e obteve a força para subir ao monte Horeb, onde se encontrou com Deus. Nós acreditamos nas palavras de Jesus e recebemos-Lo na comunhão. Testemunhemos com alegria: quem comunga Jesus, o Pão da vida, chega à terra Prometida! “ Quem comer deste Pão viverá eternamente!”

 

 

Oração Universal

 

Caríssimos cristãos:

Oremos a Deus nosso Pai,

que nos enviou o seu Filho Jesus Cristo,

para nos dar a conhecer a vida eterna,

e digamos (ou: e cantemos), com fé:

 

Ouvi, Senhor, a oração do vosso povo.

1.    Pelo Papa Bento XVI, sucessor de Pedro,

para que receba da Eucaristia, o pão que vem de Deus,

a força para dirigir a santa Igreja,

oremos, irmãos.

 

2.    Por aqueles que, em cada país e na nossa Pátria,

se dedicam a trabalhar pelo bem comum,

para que Deus lhes revele a sua bondade,

oremos, irmãos.

 

3.    Pelos cristãos que entristecem o Espírito,

que os marcou com o dom da caridade,

para que saibam perdoar-se mutuamente,

oremos, irmãos.

 

4.    Pelos homens que murmuram contra tudo,

para que recebam de Jesus o grande dom

de se deixarem instruir pela verdade,

oremos, irmãos.

 

5.    Pelos membros desta comunidade (paroquial)

que estão cansados de caminhar, como Elias,

para que a Palavra e o Pão de Deus os reanimem,

oremos, irmãos.

 

Pai santo, que nos chamastes à fé e nos dais a comer o Pão do Céu,

ensinai-nos a acreditar com toda a alma na palavra verdadeira do Evangelho

e no alimento salvador da Eucaristia. Por Cristo, nosso Senhor.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Apresentamos Senhor, H. Faria, NRMS 103-104

 

Oração sobre as oblatas: Aceitai benignamente, Senhor, os dons que Vós mesmo concedestes à vossa Igreja e transformai-os, com o vosso poder, em sacramento da nossa salvação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Santo: F. dos Santos, NTC 201

 

Monição da Comunhão

 

Jesus, ensinando os Judeus afirmou: “Eu sou o Pão Vivo descido do Céu. Se alguém comer deste Pão, viverá eternamente.” (Jo 6, 51) Jesus ama-nos até ao ponto de nos alimentar com o Seu Corpo. Comungando o Seu Corpo na mesa da comunhão, aqui na Terra, recebemos o penhor da vida imortal, na Pátria celeste!

 

Cântico da Comunhão: O Pão de Deus, J. Santos, NRMS 62

Salmo 147, 12.14

Antífona da comunhão: Louva, Jerusalém, o Senhor, que te saciou com a flor da farinha.

 

Ou

Jo 6, 52

O pão que Eu vos darei, diz o Senhor, é a minha carne pela vida do mundo.

 

Cântico de acção de graças: Cantai alegremente, M. Luís, NRMS 38

 

Oração depois da comunhão: Nós Vos pedimos, Senhor, que a comunhão do vosso sacramento nos salve e nos confirme na luz da vossa verdade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Santa Teresinha do Menino Jesus, nas suas poesias, deixou-nos um testemunho admirável acerca do seu amor ao coração eucarístico de Jesus, escondido na Hóstia consagrada. Deixemo-nos fascinar pelo mistério inefável de Jesus, “o Pão vivo descido do Céu para dar a vida ao mundo”.

“O meu Céu está oculto na Hóstia pequenina, onde Jesus se esconde por amor!” (Obras, poesia 32)

“Lembra-Te, Jesus, que subindo para o Pai não podias deixar-nos órfãos. Fazendo-Te prisioneiro na terra, soubeste ocultar o teu esplendor divino. Mas a sombra do teu véu é luminosa e pura. Pão Vivo da Fé, Celeste Alimento, ó mistério de Amor! O meu pão de cada dia és Tu, Jesus meu Senhor!” (poesia 24)

 

Cântico final: Nós vamos com o Senhor, H. Faria, NRMS 103-104

 

 

Homilias Feriais

 

19ª SEMANA

 

2ª Feira, 13-VIII: Manifestações do amor de Deus.

Ez 1, 2-5. 24-28 / Mt 17, 22-27

O Filho do homem vai ser entregue nas mãos dos homens. E os discípulos ficaram consternados.

«Pedro rejeita este anúncio e os outros também não entendem (Ev.)» (CIC, 554).

Mas é por amor que Jesus entrega a sua vida.

A Santa Missa é uma das maiores manifestações do amor de Deus para connosco: «Na Eucaristia, Jesus não dá ‘alguma coisa’, mas dá-se a si mesmo; entrega o seu corpo e derrama o seu sangue. Deste modo, dá a totalidade da sua própria vida, manifestando a fonte originária deste amor: Ele é o Filho eterno que o Pai entregou por nós» (Sacramento do amor). Sejamos igualmente mais generosos com Deus.

 

3ª Feira, 14-VIII: Um desejo explícito de Deus: que todos se salvem.

Ez 2, 8-3, 4 / Mt 18,1-5. 10. 12-14

Assim, não é vontade de meu Pai, que está nos Céus, que se perca um único sequer destes pequeninos.

«É vontade de nosso Pai que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade. Ele usa de paciência…não querendo que ninguém se perca (Ev.)» (CIC, 2822).

Como não quer que ninguém se perca, nunca nos deixará sós; estará sempre ao nosso lado para nos ajudar. E também quer que todos cheguem ao conhecimento da verdade. Para isso, temos a sua Palavra «eu olhei e vi uma mão estender-se para mim: tinha um livro em forma de rolo» (Leit.). Precisamos ler as Escrituras.

 

 

 

 

Celebração e Homilia:           José Roque

Nota Exegética:         Geraldo Morujão

Homilias Feriais:         Nuno Romão

Sugestão Musical:      Duarte Nuno Rocha

 


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