16º Domingo Comum

22 de Julho de 2012

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Cantemos ao Senhor, F. da Silva, NRMS 22

Salmo 53, 6.8

Antífona de entrada: Deus vem em meu auxílio, o Senhor sustenta a minha vida. De todo o coração Vos oferecerei sacrifícios, cantando a glória do vosso nome.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Uma civilização pastoril necessita de pastores que guiem, amem e defendam o seu rebanho;

A metáfora do Bom Pastor, referida por Jesus e seus continuadores, indica-nos a dedicação para com o povo, em disponibilidade total, ao ponto de não terem para comer.

 

Oração colecta: Sede propício, Senhor, aos vossos servos e multiplicai neles os dons da vossa graça, para que, fervorosos na fé, esperança e caridade, perseverem na fiel observância dos vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Deus censura a conduta dos chefes de Israel, os reis do tempo de Jeremias, e ameaça-os de castigo: o exílio para eles e, para o povo.

Deus através de pastores ideais fará voltar o seu povo à conversão.

 

Jeremias 23, 1-6

Diz o Senhor: 1«Ai dos pastores que perdem e dispersam as ovelhas do meu rebanho!» 2Por isso, assim fala o Senhor, Deus de Israel, aos pastores que apascentam o meu povo: «Dispersastes as minhas ovelhas e as escorraçastes, sem terdes cuidado delas. Vou ocupar-Me de vós e castigar-vos, pedir-vos contas das vossas más acções – oráculo do Senhor. 3Eu mesmo reunirei o resto das minhas ovelhas de todas as terras onde se dispersaram e as farei voltar às suas pastagens, para que cresçam e se multipliquem. 4Dar-lhes-ei pastores que as apascentem e não mais terão medo nem sobressalto; nem se perderá nenhuma delas – oráculo do Senhor. 5Dias virão, diz o Senhor, em que farei surgir para David um rebento justo. Será um verdadeiro rei e governará com sabedoria; há-de exercer no país o direito e a justiça. 6Nos seus dias, Judá será salvo e Israel viverá em segurança. Este será o seu nome: ‘O Senhor é a nossa justiça’».

 

Jeremias, depois de ter anunciado o desterro (cap. 21 e 22), devido às infidelidades do povo e aos maus pastores, anuncia uma nova era, em que o próprio Deus tomará a seu cargo as suas ovelhas (vv. 2-3). «Dar-lhes-ei pastores» (v. 4) é a palavra de esperança de João Paulo II, a propósito das vocações sacerdotais, na célebre exortação apostólica com este mesmo título. O texto da leitura foi escolhido, tendo em conta as palavras de Jesus no Evangelho de hoje (Mc 6, 34): Jesus é realmente Yahwéh a conduzir as suas ovelhas, isto é, o seu Povo; Ele é o rebento de David (v. 5) assim também anunciado em Isaías 11, 1.

 

Salmo Responsorial     Sl 22 (23), 1-3a.3b-4.5.6 (R. 1)

 

Monição: O salmista vê em Deus o pastor perfeito e cada versículo só em Jesus encontra pleno cumprimento. Quem o segue encontra a graça de Deus e a paz de consciência.

 

Refrão:        O Senhor é meu pastor:

                     nada me faltará.

 

O Senhor é meu pastor: nada me falta.

Leva-me a descansar em verdes prados,

conduz-me às águas refrescantes

e reconforta a minha alma.

 

Ele me guia por sendas direitas por amor do seu nome.

Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos,

não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo:

o vosso cajado e o vosso báculo me enchem de confiança.

 

Para mim preparais a mesa

à vista dos meus adversários;

com óleo me perfumais a cabeça,

e o meu cálice transborda.

 

A bondade e a graça hão-de acompanhar-me

todos os dias da minha vida,

e habitarei na casa do Senhor

para todo o sempre.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Cristo é apresentado como a nossa paz, anulando por meio da Sua Cruz toda a inimizade e divisão, vulgares entre judeus e pagãos; faz de todos um só povo, a Igreja.

 

Efésios 2, 13-18

Irmãos: 13Foi em Cristo Jesus que vós, outrora longe de Deus, vos aproximastes d’Ele, graças ao sangue de Cristo. 14Cristo é, de facto, a nossa paz. Foi Ele que fez de judeus e gregos um só povo e derrubou o muro da inimizade que os separava, 15anulando, pela imolação do seu corpo, a Lei de Moisés com as suas prescrições e decretos. E assim, de uns e outros, Ele fez em Si próprio um só homem novo, estabelecendo a paz. 16Pela cruz reconciliou com Deus uns e outros, reunidos num só Corpo, levando em Si próprio a morte à inimizade. 17Cristo veio anunciar a boa nova da paz, paz para vós, que estáveis longe, e paz para aqueles que estavam perto. 18Por Ele, uns e outros podemos aproximar-nos do Pai, num só Espírito.

 

Nesta leitura expõe-se um dos aspectos do plano salvífico (tema central da epístola): judeus e gentios, até agora separados, ficam unidos, ao participarem da mesma salvação trazida por Cristo, autor da paz: Cristo é de facto «a nossa paz» (v. 14).

14-16 Jesus, ao fazer de judeus e gentios um só povo, acabou com a inimizade e barreira que os separava. Cristo tornou nula a Lei de Moisés. Com efeito, por um lado, satisfez as exigências punitivas dessa Lei ao morrer pelos pecados; e, por outro lado, pela imolação do seu Corpo, alcançou o perdão dos pecados, tornando inútil uma lei punitiva, como era a de Moisés (cf. Rom 8, 3; Gal 2, 14). A Lei de Moisés era de facto uma grande barreira para a união entre judeus e não judeus. Se é verdade que ela tinha, até Cristo, contribuído para defender os israelitas do paganismo, agora já não faz sentido, uma vez que também os gentios são igualmente chamados à mesma salvação em Cristo.

 

Aclamação ao Evangelho          Jo 10, 27

 

Monição: Jesus é o verdadeiro pastor prometido, preocupado com os seus, com a formação geral das pessoas, ocupa-se, com caridoso zelo, de as conduzir à conversão a Deus.

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação- 2, F da Silva, NRMS 50-51

 

As minhas ovelhas escutam a minha voz, diz o Senhor;

Eu conheço as minhas ovelhas e elas seguem-Me.

 

 

Evangelho

 

São Marcos 6, 30-34

Naquele tempo, 30os Apóstolos voltaram para junto de Jesus e contaram-Lhe tudo o que tinham feito e ensinado. 31Então Jesus disse-lhes: «Vinde comigo para um lugar isolado e descansai um pouco». De facto, havia sempre tanta gente a chegar e a partir que eles nem tinham tempo de comer. 32Partiram, então, de barco para um lugar isolado, sem mais ninguém. 33Vendo-os afastar-se, muitos perceberam para onde iam; e, de todas as cidades, acorreram a pé para aquele lugar e chegaram lá primeiro que eles. 34Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e compadeceu-Se de toda aquela gente, que eram como ovelhas sem pastor. E começou a ensinar-lhes muitas coisas.

 

O Evangelho de hoje está na continuação da leitura do Domingo anterior, contando o regresso dos Apóstolos enviados a pregar (a Liturgia omite o relato intermédio da martírio do Baptista). Eles contaram a Jesus «tudo o que tinham feito e ensinado» (v. 30), um pormenor diríamos paradigmático, pois o apóstolo de todos os tempos não pode limitar-se à acção esquecendo o diálogo com o Senhor.

Também este episódio nos mostra como Jesus e os Apóstolos se entregavam inteiramente ao ministério, sem lhes sobrar tempo, faltando-lhes até tempo para comer. Assim ficou para sempre registado um exemplo de zelo apostólico. Por outro lado, fica patente o senso comum de Jesus ao não fazer nem exigir esforços absolutamente superiores à natureza: daqui o imperativo do descanso. Esta leitura presta-se a fazer uma homilia sobre o sentido cristão do descanso e do aproveitamento das férias.

 

Sugestões para a homilia

 

1.     O pastor é um guia que estima.

2.     Jesus Cristo é o verdadeiro guia.

3.     Pastor para um serviço mais pleno.

1. O pastor é um guia que estima.

A imagem do pastor encontra-se com frequência na Bíblia; verifica-se uma censura à conduta dos reis de Israel, do tempo de Jeremias e são dignos de ameaças e castigos: o exílio para eles e para o povo.

Isso não se verificará em definitivo pois Deus através de pastores bons permitirá que o povo regresse.

É-nos apresentada a conversão como um novo êxodo, uma situação de retorno à santidade e felicidade atingidas por um rebento da linha de David; a ele mais que a outros compete o título de pastor.

A intensa expectativa dos antigos profetas cumpre-se em Jesus. «Estáveis errantes como ovelhas sem pastor, mas agora voltastes ao pastor e guarda de vossas almas». Deus providenciará para elas «pastores segundo o seu coração», a fim de que haja um só pastor, um novo David, tendo Deus como pai de todos. Deus tomará em suas mãos o rebanho, conduzi-lo-á e o fará repousar em pastagens verdejantes e águas tranquilas. O senhor, vela, cuida e defende todos os seus filhos, nós, as ovelhas do Seu rebanho.

2. Jesus Cristo é o verdadeiro guia.

Jesus Cristo é a nossa paz, aquele que fez de todos um só povo; hoje expõe-se o que Deus – realizou – por Cristo. Cristo mostra-se como nossa paz, pois Deus, por meio da cruz de Cristo, anulou toda a inimizade e divisão entre os homens. Naquele tempo era normal a divisão e o ódio entre judeus e pagãos; dá-se a união entre os excluídos da aliança e das promessas, os pagãos convertidos e os judeus convertidos; surge um povo novo, a Igreja, um só homem, diríamos.

Acolher esta obra de Cristo significa anular qualquer sentimento racista, de luta de classe, reconhecer que a reconciliação com Deus passa através da reconciliação entre os homens.

Pensemos no amor a Deus e na reconciliação autêntica com todos, pois todos somos filhos de um Deus que é misericórdia autêntica com todos, pois todos somos filhos de um Deus que é misericórdia, perdão, justiça e paz.

3. Pastor para um serviço mais pleno.

O tema fundamental de S. Marcos responde a uma pertinente questão: Quem é Jesus?

Jesus é o verdadeiro pastor prometido que pretendeu um tempo para estar a sós com os seus discípulos, havendo uma passageira referência à multidão que O não quer perder de vista.

O que o evangelista pretende é pôr em relevo as atitudes, reacções, dos discípulos – os cristãos – diante de todos os ensinamentos e revelações de Jesus.

Reunimo-nos de boa vontade para aceitarmos um guia para a nossa vida. Jesus é o guia; ele é o pastor que defende, salva e conduz o rebanho. Encontramo-nos com frequência com Ele para anunciar a todos os homens que alguém nos ama e deu a vida para nosso resgate do mal e aquisição da salvação para todos que livremente a procurem e queiram.

 

 

 

 

 

 

Oração Universal

 

Rezemos a Deus, pai de todos os homens, para que se faça presente

e se manifeste nos pastores que ele pôs à frente da sua igreja, rezemos:

Jesus, Bom Pastor, ouvi-nos.

 

1.  Pelos pastores da Igreja, para que estejam, como Jesus,

ao serviço de todo o rebanho, dispostos a dar tudo, pelo bem da Igreja, rezemos.

Jesus, Bom Pastor, ouvi-nos.

 

2.  Pelos sacerdotes e religiosos, para que vivam a alegria da consagração a Deus

e com plena disponibilidade ao serviço dos irmãos, rezemos.

Jesus, Bom Pastor, ouvi-nos.

 

3.  Por todos nós aqui presentes,

para que não nos comportemos passivamente e com comodismo,

mas sejamos um povo livre, que responda de modo pessoal

e responsável ao chamamento de Cristo e de seus representantes, rezemos,

Jesus, Bom Pastor, ouvi-nos.

 

4.  Para que os que estão investidos em autoridade

exerçam com justiça as suas funções

velando pelo verdadeiro bem de todo o povo, rezemos,

Jesus, Bom Pastor, ouvi-nos.

 

5.  Por todos quantos já partiram deste mundo

para que entrem quanto antes no Reino dos Céus

e possam viver em felicidade com o Pastor eterno, rezemos

Jesus, Bom Pastor, ouvi-nos.

 

Concedei-nos, Senhor, viver na vossa família, com plenitude e responsabilidade,

atentos à vossa palavra, obedientes aos convites.

Por Cristo Nosso Senhor…

 

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: As minhas ovelhas ouvirão a minha voz, A. Cartageno, NRMS 59

 

Oração sobre as oblatas: Senhor, que levastes à plenitude os sacrifícios da Antiga Lei no único sacrifício de Cristo, aceitai e santificai esta oblação dos vossos fiéis, como outrora abençoastes a oblação de Abel; e fazei que os dons oferecidos em vossa honra por cada um de nós sirvam para a salvação de todos. Por Nosso Senhor.

 

Santo: F. da Silva, NRMS 14

 

Monição da Comunhão

 

Preocupemo-nos em estar com Jesus, em adoração de fé e amor, entregando-lhe as nossas preocupação de alegria, pedindo misericórdia para os nossos males.

 

Cântico da Comunhão: Quem beber da água, Az. Oliveira, NRMS 61

cf. Salmo 110, 4-5

Antífona da comunhão: O Senhor misericordioso e compassivo instituiu o memorial das suas maravilhas, deu sustento àqueles que O temem.

 

Ou

Ap 3, 20

Eu estou à porta e chamo, diz o Senhor. Se alguém ouvir a minha voz e Me abrir a porta, entrarei em sua casa, cearei com ele e ele comigo.

 

Cântico de acção de graças: Senhor, Vós sois grande, M. Simões, NRMS 48

 

Oração depois da comunhão: Protegei, Senhor, o vosso povo que saciastes nestes divinos mistérios e fazei-nos passar da antiga condição do pecado à vida nova da graça. Por Nosso Senhor.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Estamos dispersos por muitas coisas. Somos náufragos num mundo de abundância de luzes e cores que nos envolvem e satisfazem.

Busquemos o necessário: o reino de Deus e a Sua justiça, para que chegue a nós o Seu Reino

 

Cântico final: Aleluia! Glória a Deus, F. da Silva, NRMS 92

 

 

Homilias Feriais

 

16ªSEMANA

 

2ª Feira, 23-VII: S. Brígida: A renovação da Europa

Gal 2, 19-20 / Jo 15, 1-8

Vivo animado pela fé no Filho de Deus. Ele amou-me e entregou-se a si mesmo por mim.

Recorramos hoje à protecção de Santa Brígida, Padroeira da Europa, para que todos nos aproximemos mais de Deus. Tenhamos presente que «Jesus conheceu-nos e amou-nos, a todos e a cada um, durante a sua vida, a sua agonia e a sua paixão, entregando-se por cada um de nós (Leit.)» (CIC, 478).

Ajudaremos na recristianização da Europa se estivermos muito unidos a Jesus: «Jesus fala duma comunhão ainda mais íntima entre Ele e os que o seguem (Ev.). A comunhão e a oração são os meios por excelência para essa comunhão íntima.

 

3ª Feira, 24-VII: A misericórdia e o amor de Deus.

Miq 7, 14-15. 18-20 / Mt 12, 46-50

Qual o deus semelhante a vós que tira o pecado e perdoa o delito deste resto que é o vosso domínio?

O profeta fica espantado com um deus que é misericordioso, que perdoa os pecados (Leit. De facto, «Deus revela que é rico em misericórdia, ao ponto de entregar o seu próprio Filho» (CIC, 211). Não nos cansemos de agradecer a Deus, que nunca se cansa com os nossos pecados. Está sempre disposto a perdoar se nos abeiramos dele.

Também é de admirar que queira que façamos parte da sua família (Ev.): «Tornar-se discípulo de Jesus é aceitar o convite para pertencer à família de Deus, para viver em conformidade com a sua maneira de viver: ‘Todo aquele que fizer a vontade de meu Pai…’ (Ev.)» (CIC, 2233).

 

4ª Feira, 25-VII: S. Tiago: Estamos preparados para servir?

2 Cor 4, 7-15 / Mt 20, 20-28

Não sabeis o que estais a pedir. Podeis beber o cálice que eu estou para beber? Eles responderam-lhe: Podemos!

Recebemos do Senhor uma vida nova, através dos sacramentos: «Ora, esta vida trazemo-la em vasos de barro’ (Leit.). A vida nova de filhos de Deus pode ser enfraquecida e até perdida pelo pecado» CIC, 1420)

Por isso, o Senhor pergunta-nos se podemos beber o seu cálice. Tiago respondeu afirmativamente e foi o primeiro dos Apóstolos a dar a vida pelo Evangelho (Oração). Para cumprirmos a nossa missão de servir e dar a vida pelos outros (Ev.), precisamos apoiar-nos muito na fortaleza de Deus.

 

5ª Feira, 26-VII: S. Joaquim e S. Ana: A herança que nos transmitiram.

Sir 44, 1. 10-15 (aprop.) / Mt 13, 16-17 (aprop.)

Celebremos os louvores dos homens ilustres, dos nossos antepassados através das gerações.

Hoje é dia para louvarmos as ilustres pessoas (Leit.) dos pais de Nossa Senhora: Joaquim e Ana. Foram eles que trouxeram ao mundo a Mãe de Deus (Oração).

De algum modo, chegaram aos mistérios do reino de Deus, através do que viram e ouviram da sua filha Maria: «Felizes os olhos porque vêem, e os ouvidos porque ouvem» (Ev.). Peçamos-lhes que nos ensinem a ‘ver’ Nossa Senhora, como eles a viram, e a ‘ouvi-la’ como eles a ouviram, para a podermos imitar melhor, porque Ela ouviu a palavra de Deus e a pôs em prática.

 

6ª Feira, 27-VII: Obtenção de um bom rendimento da palavra de Deus.

Jer 3, 14-17 / Mt 13, 18-23

E o que recebeu a semente em boa terra é aquele que ouve a palavra e a entende.

O terreno, onde cai a semente divina (Ev.), é o mundo inteiro, é cada pessoa. A sementeira é generosa, feita com amor, mas o fruto depende em boa parte de cada um de nós. Devemos pedir ao Senhor para sermos muito constantes nos nossos propósitos, para não desistirmos facilmente ante as dificuldades.

A semente, a palavra de Deus, é a que recebemos directamente do Evangelho. Devemos estar sempre muito atentos aos avisos do bom pastor: «dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, e eles vos hão-de apascentar com inteligência» (Leit.).

 

Sábado, 28-VII: Purificação e coerência de vida.

Jer 7, 1-11 / Mt 13, 24-30

Enquanto as pessoas dormiam, veio o inimigo dele, semeou, por sua vez, o joio no meio do trigo e retirou-se.

«Todos os membros da Igreja devem reconhecer-se pecadores. Em todos eles, o joio do pecado encontra-se ainda misturado com a boa semente do Evangelho até ao fim dos tempos (Ev.)» (CIC, 827). É necessária uma tarefa constante de purificação dos pecados.

Também o Senhor se queixa daqueles que se portam mal: «Vós roubais, sacrificais ao deus Baal, e depois vindes apresentar-vos diante de mim» (Leit.). É indispensável que procuremos ser coerentes com a nossa fé.

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Ferreira de Sousa

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilias Feriais:                  Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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