Sagrado Coração de Jesus

Dia de Oração pelos Sacerdotes

15 de Junho de 2012

 

(Sexta-feira depois da segunda semana

depois do Pentecostes)

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Sagrado Coração de Jesus Redentor, F. da Silva, NRMS 93

Salmo 32, 11.19

Antífona de entrada: Os pensamentos do seu coração permanecem por todas as gerações para libertar da morte as almas dos seus fiéis, para os alimentar no tempo da fome.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

No mundo onde há tanto ódio e rancor somos convidados a estimar e amar a nossa família, os nossos amigos e todas as pessoas.

A celebração da solenidade do Sagrado Coração de Jesus vai ajudar-nos a amá-l’O e amarmo-nos uns aos outros como Ele nos ama.

 

Oração colecta: Concedei, Deus todo-poderoso, que ao celebrar a solenidade do Coração do vosso amado Filho, recordemos com alegria as maravilhas do vosso amor e mereçamos receber desta fonte divina a abundância dos vossos dons. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

ou

 

Deus de bondade, que no Coração do vosso Filho, ferido pelos nossos pecados, nos abristes os tesouros infinitos do vosso amor, fazei que, prestando-Lhe a homenagem fervorosa da nossa piedade, cumpramos também o dever de uma digna reparação. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Deus ama todos os Seus filhos, mesmo aqueles que O ofendem e a quem oferece a graça da conversão e do perdão.

 

Oseias 11, 1.3-4.8c-9

Eis o que diz o Senhor: 1«Quando Israel era ainda criança, já Eu o amava; do Egipto chamei o meu filho. 3Eu ensinava Efraim a andar e trazia-o nos braços; mas não compreenderam que era Eu quem cuidava deles. 4Atraía-os com laços humanos, com vínculos de amor. Tratava-os como quem pega um menino ao colo, inclinava-Me para lhes dar de comer. 8cO meu coração agita-se dentro de Mim, estremece de compaixão. 9Não cederei ao ardor da minha ira, nem voltarei a destruir Efraim. Porque Eu sou Deus e não homem, sou o Santo no meio de ti e não venho para destruir».

 

O profeta do reino do Norte, ainda antes da sua invasão pelos exércitos da Assíria e da queda de Samaria (721 a. C.), depois de ter denunciado audazmente os pecados e a infidelidade do povo nos capítulos 4 a 11, tem uma das mais enternecedoras passagens de todo o Antigo Testamento. Aqui se nos revela, em linguagem humana, aquilo que se pode chamar «a psicologia de Deus»: Ele tem um «coração que se agita e estremece de compaixão»! (8). Não obstante a infidelidade (prostituição) do povo, Deus permanece fiel ao seu amor misericordioso; Ele cuida do seu povo com ternura de mãe e coração de pai, ensinando-o a caminhar, tomando-o nos braços (v. 3), inclinando-se sobre ele para o alimentar e atraindo-o com laços de amor (v. 4).

3 «Efraim». Designação corrente nos profetas para indicar o Reino do Norte, cuja principal tribo era a de Efraim, correspondente ao nome dum dos filhos de José, o qual não dá o seu nome a nenhuma das tribos como os restantes filhos de Jacob; são os filhos de José que dão o nome às tribos de Efraim e Manassés.

9 «Eu sou Deus, e não homem». Porque Deus é Deus, a sua justiça nunca anda separada da misericórdia, como tantas vezes sucede entre os homens, que se deixam dominar pela ira e indignação. É assim a misericórdia do Coração de Cristo, o coração de Deus a pulsar em carne humana.

 

Salmo Responsorial     Is 12, 2-3.4bcd.5-6

 

Monição: Jesus concede-nos a esperança da salvação. Caminhemos com alegria ao Seu encontro.

 

Refrão:        Ireis com alegria às fontes da salvação.

 

Ou:               Bebereis com alegria

                     das fontes da salvação.

 

Deus é o meu Salvador,

tenho confiança e nada temo.

O Senhor é a minha força e o meu louvor,

Ele é a minha salvação.

 

Tirareis água, com alegria,

das fontes da salvação.

Agradecei ao Senhor,

bendizei o seu nome.

 

Anunciai aos povos a grandeza das suas obras,

proclamai a todos que o seu nome é santo.

Cantai ao Senhor, porque Ele fez maravilhas,

anunciai-as em toda a terra.

 

Entoai cânticos de alegria e exultai,

habitantes de Sião:

porque é grande no meio de vós

o Santo de Israel.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Com São Paulo amemos verdadeiramente o Senhor e, pelo testemunho e apostolado, procuremos anunciá-l’O ao mundo.

 

Efésios 3, 8-12.14-19

Irmãos: 8A mim, o último de todos os santos, foi concedida a graça de anunciar aos gentios a insondável riqueza de Cristo 9e de manifestar a todos como se realiza o mistério escondido, desde toda a eternidade, em Deus, criador de todas as coisas. 10E agora é por meio da Igreja, que se dá a conhecer aos principados e potestades celestes a multiforme sabedoria de Deus, realizada, 11conforme o eterno desígnio, em Jesus Cristo, nosso Senhor. 12Assim, é pela fé em Cristo que podemos aproximar-nos de Deus com toda a confiança. 14Por isso, dobro os joelhos diante do Pai, 15de quem recebe o nome toda a paternidade nos céus e na terra, 16para que Se digne, segundo as riquezas da sua glória, armar-vos poderosamente pelo seu Espírito, para que se fortifique em vós o homem interior 17e Cristo habite pela fé em vossos corações. Assim, profundamente enraizados na caridade, 18podereis compreender, com todos os santos, a largura, o comprimento, a altura 19e a profundidade do amor de Cristo, que ultrapassa todo o conhecimento, e assim sejais totalmente saciados na plenitude de Deus.

 

O texto pertence à parte final da secção doutrinal da carta. Nos vv. 1-13 aparece Paulo a falar da sua missão, de acordo com plano misterioso de Deus. Nos vv. 14-19 temos uma bela oração de louvor a Deus e de súplica pelos fiéis, a fim de que «sejais totalmente saciados na plenitude de Deus», isto é, na plenitude da vida cristã que deriva do Pai e se nos dá em Cristo, pela adesão a Ele, a cabeça da Igreja. Não se trata, porém, duma simples adesão exterior, mas da que procede do amor com que se procura corresponder à «profundidade do amor de Cristo, que ultrapassa todo o conhecimento» (v. 19).

 

Aclamação ao Evangelho          Mt 11, 29ab; ou: 1 Jo 4, 10b

 

Monição: Jesus Cristo morreu pregado na cruz por nosso amor. Ofereçamos-Lhe o coração e a nossa vida.

 

Aleluia

 

Cântico: J. Duque, NRMS 21

 

Tomai o meu jugo sobre vós, diz o Senhor,

e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração.

 

Ou então:

 

Deus amou-nos e enviou o seu Filho,

como vítima de expiação pelos nossos pecados.

 

 

Evangelho

 

São João 19, 31-37

31Por ser a Preparação da Páscoa, e para que os corpos não ficassem na cruz durante o sábado – era um grande dia aquele sábado – os judeus pediram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados. 32Os soldados vieram e quebraram as pernas ao primeiro, depois ao outro que tinha sido crucificado com ele. 33Ao chegarem a Jesus, vendo-O já morto, não Lhe quebraram as pernas, 34mas um dos soldados trespassou-Lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 35Aquele que viu é que dá testemunho e o seu testemunho é verdadeiro. Ele sabe que diz a verdade, para que também vós acrediteis. 36aconteceu para se cumprir a Escritura, que diz: «Nenhum osso lhe será quebrado». 37Diz ainda outra passagem da Escritura: «Hão-de olhar para Aquele que trespassaram».

 

A crucifixão, reservada a escravos (cf. Filp 2, 7), era a pena de morte mais tremenda e mais horrível; a morte dava-se após uma dolorosíssima agonia, com febre, sede, cãibras que causavam uma asfixia lenta; para que o sofrimento não se prolongasse por vários dias os soldados podiam partir as pernas (crurifrágio) aos condenados para a asfixia ser mais rápida, ou dar-lhes um golpe de lança no coração. Foi este segundo modo de proceder que tiveram para com a Jesus, apesar de já morto. No golpe da lança, no sangue e na água que brotaram da ferida do peito, um fenómeno fisiologicamente explicável (soro do pericárdio ou exsudação pleural…), S. João vê muito mais do que uma confirmação da morte de Jesus; ele contempla o cumprimento das Escrituras e o sacrifício do verdadeiro cordeiro pascal (cf. Ex 12, 46; Nm 9, 12; Salm 34, 21; Zac 12, 10; Apoc 1, 7); e parece insinuar, para além do dom da vida eterna (o sangue: cf. 6, 53-54) e do Espírito Santo (a água: cf. 4, 14; 7, 38-39; 3, 5), os Sacramentos da iniciação cristã, a Eucaristia e o Baptismo e a própria Igreja, a nova Eva a sair do lado do novo Adão.

35 «Ele bem sabe que diz a verdade»: há quem queira ver aqui uma espécie de juramento, a saber, o apelo a uma segunda testemunha abonatória, o próprio Cristo glorioso, ou mesmo o Pai, não faltando quem pense numa glosa. De qualquer modo, uma afirmação tão solene faz apelo a factos reais, que excluem uma simbologia desvinculada da história. E, de facto, uma história como a da Paixão e Morte do Senhor não se inventa; é mesmo verdade e não faz sentido vê-la doutra forma. A testemunha privilegiada foi certamente o discípulo amado de Jesus.

36-37 «Para se cumprir a Escritura: cf. Ex 12, 46; Zac 12, 10; Nm 9, 12; Salm 34, 21; Apoc 1, 7.

 

Sugestões para a homilia

 

Temor e amor

Sagrado Coração de Jesus

Dia de oração pelos Sacerdotes

Temor e amor

Deus é infinitamente justo. Dará a cada um, após a morte, o prémio ou o castigo eternos, conforme cumpriu ou não a Sua vontade.

O medo da condenação eterna, viver para sempre longe de Deus, leva os crentes a evitar o pecado e a não transgredir nenhum dos Mandamentos.

Mas Deus é infinitamente misericordioso. Cuida de nós e trata-nos com muito carinho «como quem pega um menino ao colo» (1.ª Leitura). A quem O ama no mundo concede a graça de viver para sempre com Ele no Céu.

 Quem ama a Deus vive em paz com a sua consciência, pratica sempre o bem, nada teme porque sabe que jamais deixará de ser amado por Deus.

Vale a pena afastar escrúpulos, deixar de temer e viver feliz. Sim, Jesus quer-nos felizes agora e na eternidade.

Sagrado Coração de Jesus

Jesus dialoga com a samaritana que, no fim, fica felicíssima chamando todas as pessoas para virem ao Seu encontro (Jo 4, 1-42).

Jesus revela-se na parábola do filho pródigo. Ele é o Pai que está sempre à espera do pecador arrependido para o acolher de braços abertos (Lc 15, 11-32).

Jesus perdoa à mulher pecadora que Lhe lavou os pés com as lágrimas e os enxugou com os cabelos (Lc 7, 36-50).

Jesus comove-se e chora junto do seu amigo Lázaro, falecido há quatro dias, antes de o ressuscitar (Jo 11, 1-46).

Jesus ama-nos tanto que deu a vida por nós pregado na Cruz (Evangelho).

 A Igreja quer que vivamos sempre no Amor. Por isso instituiu a solenidade do Sagrado Coração de Jesus.

Foi no século XVII que o Sagrado Coração de Jesus se manifestou a Santa Margarida Maria para nos dizer: «Prometo-vos no excesso de misericórdia do Meu Coração que o Meu Amor Todo Poderoso concederá a todos aqueles que comungarem na primeira sexta-feira de nove meses seguidos a graça da penitência final; não morrerão no Meu desagrado nem sem receberem os sacramentos: o Meu Divino Coração será o seu refúgio de salvação nesse derradeiro momento

Se no passado a devoção ao Sagrado Coração de Jesus levou tantos homens e mulheres a alcançarem a perfeição e a santidade também hoje é urgente amá-l’O como Ele nos ama. 

Neste dia somos chamados a rezar pelos Sacerdotes. Ele também referiu a Santa Margarida Maria: «Darei aos Sacerdotes o poder de tocarem os corações mais empedernidos».

Dia de oração pelos Sacerdotes

O Sacerdote deixa tudo, inclusive de constituir família, para se entregar inteiramente a Jesus Cristo no serviço aos irmãos.

Como Jesus o Sacerdote deve ser uma pessoa com óptima formação, incapaz de fazer mal seja a quem for, praticando sempre o bem. Deve estar disponível para receber e acolher os fiéis, indo ao encontro de todas as pessoas, sem nunca se cansar de fazer apostolado como São Paulo (2.ª Leitura). Deve tornar actual a Palavra do Senhor, celebrar a Eucaristia, administrar os sacramentos, viver em contínua oração…

O Sacerdote deve ser amado pelos cristãos que por ele devem rezar para que se mantenha sempre fiel à sua vocação.

Que Nossa Senhora nos encaminhe a todos para o Senhor Jesus cujo Coração amabilíssimo nos abrasa a todos no Seu Amor!

 

Fala o Santo Padre

 

«Hoje contemplamos o mistério do coração de um Deus que se comove

e derrama todo o seu amor sobre a humanidade.»

 

Estimados irmãos e irmãs

 

Na antífona ao Magnificat, daqui a pouco entoaremos: "O Senhor recebeu-nos no seu coração – Suscepit nos Dominus in sinum et cor suum". No Antigo Testamento fala-se 26 vezes do coração de Deus, considerado como o órgão da sua vontade: o homem é julgado em relação ao coração de Deus. Por causa da dor que o seu coração sente pelos pecados do mundo, Deus decide o dilúvio, mas depois comove-se diante da debilidade humana e perdoa. Além disso, há um trecho veterotestamentário em que o tema do coração de Deus se encontra expresso de modo absolutamente claro: é no capítulo 11 do livro do profeta Oseias, onde os primeiros versículos descrevem a dimensão do amor com que o Senhor se dirigiu a Israel, na aurora da sua história: "Quando Israel ainda era menino, Eu o amei, e do Egipto chamei o meu filho" (v. 1). Na verdade, à incansável predilecção divina, Israel responde com indiferença e até com ingratidão. "Quanto mais os chamava – o Senhor é obrigado a constatar – mais eles se afastavam de mim" (v. 2). Todavia, Ele nunca abandona Israel nas mãos dos inimigos, pois "o meu coração – observa o Criador – do universo comove-se dentro de mim, comove-se a minha compaixão" (v. 8).

O coração de Deus comove-se! Na hodierna solenidade do Sacratíssimo Coração de Jesus, a Igreja oferece à nossa contemplação este mistério, o mistério do coração de um Deus que se comove e derrama todo o seu amor sobre a humanidade. Um amor misterioso, que nos textos do Novo Testamento nos é revelado como paixão incomensurável pelo homem. Ele não se rende perante a ingratidão, e nem sequer diante da rejeição do povo que Ele escolheu para si; pelo contrário, com misericórdia infinita, envia ao mundo o seu Filho, o Unigénito, para que assuma sobre si o destino do amor aniquilado a fim de que, derrotando o poder do mal e da morte, possa restituir dignidade de filhos aos seres humanos, que o pecado tornou escravos. Tudo isto a caro preço: o Filho Unigénito do Pai imola-se na cruz: "Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim" (cf. Jo 13, 1). Símbolo de tal amor, que vai além da morte é o seu lado traspassado por uma lança. A este propósito, a testemunha ocular, o Apóstolo João, afirma: "Um dos soldados perfurou-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água" (cf. Jo 19, 34).[…]

Dilectos irmãos e irmãs, detenhamo-nos em conjunto para contemplar o Coração traspassado do Crucificado. Há pouco ouvimos mais uma vez, na breve leitura tirada da Carta de São Paulo aos Efésios que "Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, estando nós mortos pelas nossas culpas, deu-nos a vida juntamente com Cristo... Com Ele nos ressuscitou e nos fez sentar lá nos Céus, em Cristo Jesus" (Ef 2, 4-6). No Coração de Jesus está expresso o núcleo essencial do cristianismo, em Cristo foi-nos revelada e comunicada toda a novidade revolucionária do Evangelho: o Amor que nos salva e nos faz viver já na eternidade de Deus. O evangelista João escreve: "Deus amou de tal modo o mundo, que lhe deu o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça mas tenha a vida eterna" (Jo 3, 6). Então, o seu Coração divino chama o nosso coração; convida-nos a sair de nós mesmos, a abandonar as nossas seguranças humanas para confiar nele e, seguindo o seu exemplo, a fazer de nós mesmos um dom de amor sem reservas.

Se é verdade que o convite de Jesus, a "permanecer no seu amor" (cf. Jo 15, 9) é para cada baptizado, na solenidade do Sacratíssimo Coração de Jesus, dia de santificação sacerdotal, tal convite ressoa com maior vigor para nós, sacerdotes, de modo particular nesta tarde, solene início do Ano sacerdotal, por mim desejado por ocasião do sesquicentenário da morte do Santo Cura d'Ars. Vem-me imediatamente ao pensamento uma sua bonita e comovedora afirmação, citada no Catecismo da Igreja Católica: "O sacerdócio é o amor do Coração de Jesus" (n.1589). Como não recordar com emoção que directamente deste Coração brotou o dom do nosso ministério sacerdotal? Como esquecer que nós, presbíteros, fomos consagrados para servir, humilde e respeitavelmente, o sacerdócio comum dos fiéis? A nossa missão é indispensável para a Igreja e para o mundo, que requer plena fidelidade a Cristo e união incessante com Ele; ou seja, exige que tendamos constantemente para a santidade, como fez São João Maria Vianney.[…]

Papa Bento XVI, Basílica Vaticana, 19 de Junho de 2009

 

Oração Universal

 

Irmãos, oremos a Deus Omnipotente

e imploremos a Sua misericórdia,

dizendo  confiadamente:

Escutai, Senhor, a nossa oração.

 

1.     Para que o Papa, os Bispos, Sacerdotes, Diáconos e Religiosos

anunciem com o exemplo e apostolado

o amor do Sagrado Coração de Jesus a toda a humanidade,

oremos, irmãos.

 

2.     Para que os catequistas e leigos responsáveis

vivam e ensinem a Doutrina de Jesus

que a todos oferece o perdão e a paz,

oremos, irmãos.

 

3.     Para que nas famílias cristãs:

esposos, pais, filhos, avós e netos

imitem a Sagrada Família de Jesus, Maria e José,

oremos, irmãos.

 

4.     Para que os não praticantes e indiferentes

caminhem ao encontro de Jesus

que espera pacientemente o seu regresso,

oremos, irmãos.                                       

 

5.     Para que o Sagrado Coração de Jesus

nos ensine a amá-l’o como Ele nos ama

e fique connosco agora e na eternidade,

oremos, irmãos.

 

6.     Para que os familiares, amigos falecidos

e todos aqueles que se purificam no Purgatório

alcancem a bem-aventurança eterna do Céu,

oremos, irmãos.

 

Senhor nosso Deus e nosso Pai,

dignai-Vos atender estas súplicas

e, por intercessão da  Virgem Santa Maria,

concedei-nos o que for melhor para nós.

Por N. S. J. C. Vosso Filho que é Deus Convosco

na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Bendito sejais, Senhor nosso Deus, Az. Oliveira, NRMS 93

 

Oração sobre as oblatas: Olhai, Senhor, para o inefável amor do Coração do vosso Filho e fazei que a nossa oferenda Vos seja agradável e sirva de reparação pelos nossos pecados. Por Nosso Senhor.

 

Prefácio

 

O Coração de Cristo, fonte de salvação

 

V. O Senhor esteja convosco.

R. Ele está no meio de nós.

 

V. Corações ao alto.

R. O nosso coração está em Deus.

 

V. Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.

R. É nosso dever, é nossa salvação.

 

Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por Cristo, nosso Senhor.

Elevado sobre a cruz, com admirável amor deu a sua vida por nós e do seu lado trespassado fez brotar sangue e água, donde nasceram os sacramentos da Igreja, para que todos os homens, atraídos ao Coração aberto do Salvador, pudessem beber com alegria nas fontes da salvação.

Por isso, com os Anjos e os Santos, proclamamos a vossa glória, cantando numa só voz:

 

Santo, Santo, Santo.

 

Santo: «Da Missa de festa», Az. Oliveira, NRMS 50-51

 

Monição da Comunhão

 

O Sagrado Coração de Jesus recomenda-nos a devoção das primeiras sextas-feiras. Procuremos viver em Graça e participar sempre que pudermos na Santa Missa, recebendo-O na Sagrada Comunhão. Jesus nos concederá a graça da salvação eterna.

 

Cântico da Comunhão: Saboreai como é bom, M. Carneiro, NRMS 93

Jo 7, 37-38

Antífona da comunhão: Se alguém tem sede, venha a Mim e beba, diz o Senhor. Se alguém acredita em Mim, do seu coração brotará uma fonte de água viva.

 

Ou

Jo 19, 34

Um dos soldados abriu o seu lado com uma lança e dele brotou sangue e água.

 

Cântico de acção de graças: Em Vós, Senhor, ponho a minha esperança, M. Simões, NRMS 116

 

Oração depois da comunhão: Fazei, Senhor, que este sacramento do vosso amor nos una sempre mais a Jesus Cristo, vosso Filho, de modo que, inflamados na caridade, saibamos reconhecê-l'O nos nossos irmãos. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Vamos partir, levando connosco o Amor do Sagrado Coração de Jesus. Com a bênção de Nossa Senhora façamos apostolado para que a humanidade O ame. E Ele concederá ao mundo o dom da Paz.

 

Cântico final: Mil vezes seja louvado, J. Santos, NRMS 13

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Aurélio A. Ribeiro

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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